Vontade de Potência – Podcast #10

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Filosofia do Yoga | 21 jan 2020 | Daniel De Nardi


Reflexões de um YogIN Contemporâneo – Episódio 10

Neste episódio trata-se de um conceito nietiano de Vontade de Potência que pode ter sido inspirado nas primeiras Upanishads. Saiba mais


Links mencionados no podcast

 

  • 2001 Uma Odisséia no Espaço cena de abertura música Assim Falou Zarathustra

 

 

 

 

  • Episódio 03 – que fala dos 3 Eus

  • Página de Cursos do YogIN App

Cursos de Yoga

 

  • Curso de Aprofundamento em Yoga

Aprofundamento em Yoga

 

Transcrição do podcast

 

Vontade de Potência #10

Com esta música maravilhosa nós começamos o décimo episódio de “Reflexões de um YogIN Contemporâneo”.

Hoje nós vamos começar pela música que é “Assim falou Zaratustra”, é uma música feita por Richard Strauss, talvez vocês já o conheçam por “Danúbio Azul”, que é uma outra música bastante famosa, mas esta ficou bem conhecida especialmente no cinema como trilha sonora do filme “2001 – Uma Odisseia no Espaço” que também tem um outra música do Strauss, que tem aquela cena clássica do início de um macaco batendo com um osso em uma pedra, e então essa música explode cortando, depois, para uma nave espacial. É uma música bastante repetida na tevê e a gente se habituou com essa música, então para nós é bastante marcante. Ela é baseada em um livro do Nietzsche de mesmo nome e a história é de um sábio que se retira e depois volta trazendo revelações para a comunidade. A cena do Kubrick também é bem emblemática, um macaco faz experiências, se destaca, e dele corta para o universo. Então, desse macaco audacioso surge uma nave espacial.

Nietzsche é bastante conhecido por ter feito um rompimento com ideias que estavam presentes na filosofia como um todo e também um corte com os dogmas relacionados a religião, então ele foi disruptivo, questionou o idealismo do Platão (que tinha o mundo das ideia e o mundo real não conectados, um dia a gente atingiria o mundo das ideias) isso influenciou praticamente todas as religiões que tem uma ideia dualista de transcendência. Platão via dessa forma e Nietzsche rompe com isso, assim como outros pensadores como Spinoza, voltar o momento para o agora e não para o futuro, a existência para o momento presente.

Algo que já nos aproxima do yoga, que de fato, é quando você está presenciando a prática, um pranayama é quando você está presente naquele momento, quando você está com o seu máximo. Um asana é diferente de um alongamento que, assim como a respiração, gera benefícios para a saúde, mas o yoga é você estar com a consciência presente no momento, e para isso a gente treina através da prática. Mas voltando, porque existe muito essa relação do pensamento nietzschiano, Nietzsche tinha como influencia Schopenhauer, e tanto um quanto o outro eles se voltavam a uma ciência chamada filologia, que trabalhava com as linguagens, com a tradução de textos antigos. Então eles traduziram do sânscrito para o alemão, então Schopenhauer bebeu muito em fontes védicas, em fontes indianas, tinha o hábito de ler as Upanishads antes de dormir, tem uma declaração dele que diz que “em todo o mundo não há estudo assim tão benéfico e tão elevado quanto aquelas das Upanishads, elas tem sido consolo para a minha vida e elas irão consolar a minha morte”. Ele era um estudioso de Upanishads e Nietzsche declarou que a pessoa que mais influenciou ele foi Schopenhauer, ele foi um discípulo, mas desenvolveu a sua própria linha de pensamento, apesar da influência. Nietzsche teve contato com o Budismo também, o que fica caracterizado é justamente essa influência desse grupo de textos indiano que são as Upanishads, porque Nietzsche fez esse rompimento com o sistema mais presente na filosofia e na religião, e as Upanishads fazem um trabalho parecido, só que três mil anos antes.

Nietzsche tem um conceito que é central dentro do trabalho dele que é a vontade de potência, a potência sempre quer se expandir, se manifestar e por que isso não acontece? Porque existe forças antagônicas, forças reativas a potência que vão obstruí-la, essas forças são de todas as espécies. Por exemplo, você que jogar badminton, mas você mora no Brasil, então isso já é uma dificuldade, é uma força reativa a sua vontade de potência, outra força reativa a nossa potência são as outras pessoas dizendo “isso não dá, aquilo não dá”. Mas a principal, a mais forte, a que mais nos impede de expressar a nossa real potência é o medo, e quando você consegue vencer esse medo,  todas essas barreiras, colocar e expressar a sua máxima potência no momento presente, no agora (porque pra ele só existia a vida quando ela era agora, que é um pensamento muito parecido com o do yoga desde o início), Nietzsche dizia que quando você conseguia concentrar toda a sua potência em uma ação você tinha o estado de arte, que era um estado pessoal seu porque você colocava a sua potência, toda a sua foça, e quando você conseguia isso, você se tornava o que ele chamava de Super-Homem.

Super-Homem é aquela pessoa que não depende de fatores externos, que não depende de rituais, ou de um guru, apenas dele mesmo para expressar a sua potência sem medo, então esse estado de arte é para todas as ações humanas com potência, a gente pode atingir esse estado desde que a gente tenha concentração, foco. Ele acreditava que esses movimentos eram transitórios, então você tinha aquele momento de máxima atenção, que você expressava a sua potência, e você tinha que tentar trabalhar pra isso, mas vinham forças para tentar te retirar desse estado.

E agora a gente começa a analisar a visão indiana, onde Schopenhauer, que foi o professor de Nietzsche, bebeu e leu muito. Você tem um movimento muito importante da cultura hindu que é a escrita das Upanishads, que surgem depois dos vedas, então a Índia teve duas civilizações crescendo simultaneamente, a civilização do Vale do Indo que é bastante conhecida, e uma outra civilização que vem de Varanasi e vai também naquela direção de Urakanda, mas passando por Déli. Há registros dos Vedas, Rigveda e nos primeiros escritos que são de 3400 a.C. há muito ritual, uma valorização do ritual, os brâmanes que era os detentores dos rituais tinham muito poder, mas com o passar do tempo, a Índia foi se organizando, se desenvolvendo até mesmo num sistema jurídico consistente, que era independente do rei (então, o sistema jurídico independente na Índia surgiu bem antes do Romano), e naquele período a Índia começou a fazer um processo de valorização do indivíduo, de tirar o valor do ritual, o poder do ritual e trazer para o indivíduo. Isso é muito retratado nas Upanishads, tem uma Upanishad chamada Mundaka Upanhishad, Mundaka significa careca e tem este nome pelo fato dos brâmanes terem muito cabelo, e os novos poetas e escritores queriam se diferenciar daquele grupo, então na Mundaka Upanishad há passagens que diz que o conhecimento  dos Vedas são importantes, mas o conhecimento do coração, que vem de Brahma, é mais importante, o poder do indivíduo que está do coração, o poder da consciência, não uma ordem externa, de um “ser mais evoluído”, que podia ser os brâmanes ou qualquer outra pessoa, a Mundaka Upanishad é um texto de 1220 a.C. Trazendo mais uma vez o exemplo das Upanishads, a gente tem mais uma demonstração na Shvetashvatara Upanhishad, no momento em que ela diz com essas palavras “com os três aspectos do eu(…)” (uma breve explicação dos aspectos já comentados no episódio três: corpo – a expressão dos sentidos; mente – filtro entre a consciência e as demandas do corpo e o coração – a consciência) como algo natural, porque já foi explicado em outras Upanishads e era um conceito bastante conhecido. Shvetashvatara que é uma Upanishad que começa a trazer muita informação do yoga, e ela fala mais uma vez de você trazer a potência pra você. “Com os três aspectos do eu elevados, alinhado para o alto, tendo estabilizado o corpo da mesma maneira, tendo colocado sentidos com a mente no coração, com a barca de brama, que é esse eu interno, o conhecedor poderá cruzar todas as correntezas mais aterrorizantes”. E essas forças antagônicas que a gente viu de Nietzsche um pouco antes, são forças que nos impedem de revelar o nosso eu de expressar a nossa máxima potência, e isso é algo que a gente vai trazendo aos poucos. Muitas vezes as pessoas tem a ideia de que em uma meditação elas vão se iluminar e todo o universo se revelará para ela, não essa expressão de potência, esse conhecimento do eu, você vem trazendo aos poucos, a mente quando assenta ela facilita esta expressão e isso e tratado, inclusive, nos vedas e ainda mais nas Upanishads, a gente viu aqui na Shvetashvatara, ele fala “colocando os sentidos com a mente no coração”, então volta todos os sentidos para o coração.

Tem uma outra Upanishad, que é a Katha Upanishad, que fala mais sobre os sentidos, “a cidade de onze portas, o corpo pertence a um comandante cujo a inteligência não está distorcida, tendo governado ele não sofre e é livre, foi libertado, esse comandante é brama”. Então, quando a voz de brama, que é a nossa voz interna, ela vem à tona, o comandante fica livre, você expressa, na verdade, essa máxima potência, o que o yoga chama de Moksha que é a libertação, quando é a pura voz interna sendo expressada.

Nós ficamos por aqui, espero que tenham gostado. É sempre importante a gente pedir compartilhamento e divulgação porque é isso que faz a mensagem chegar a mais pessoas, eu sei que é chato, eu também acompanho vários canais de podcast e vídeos, sempre há essa solicitação, eu sei que é uma coisa inconveniente, mas isso faz muita diferença. Se realmente impactou, se você está gostando, eu peço para que você divulgue para os seus amigos para a gente fazer um movimento pela consciência, que é o trabalho que a gente faz no yoga. Além disso eu vou deixar o link na descrição da nossa página de cursos, que está crescendo a cada dia, tem agora mais de dez cursos, inclusive saiu um novo curso que vai ser sensacional. A gente vai coletar alguns vídeos, não todos, da formação que a gente já dá pelo YogIN App, é a terceira formação que a gente faz, então a gente coletou alguns vídeos num conteúdo mais condensado, e aí a pessoa vai poder fazer o curso intensivo que são vários módulos, com vários professores e que está disponível na nossa página de cursos.

Eu espero você semana que vem, nós teremos mais podcast, pensem na sua potência.

Om Namah Shivaya!

 

Reflexões de um YogIN Contemporâneo – série de podcasts Yoga pro seu dia a dia [SÉRIE DE CONTEÚDOS]


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Daniel De Nardi

Daniel é Professor de Yoga há mais de 20 anos. Pesquisador do Yoga e das raízes dessa Filosofia Milenar. É autor de diversos livros: "Aprenda a Meditar com o Yoga", "As Origens da Meditação e do Yoga", "Asana - Posturas do Yoga", "Como a Meditação funciona?", "O Yoga do Autoconhecimento", "Pra que Meditar?", dentre outros. Também é responsável por produzir a série de podcasts "Reflexões de um YogIN Contemporâneo" do YogIN Cast, o canal de podcasts de Yoga mais acessado do Brasil. Instagram: @reflexoesdeumyogin

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