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Dicas de Yoga | 25 jul 2019 | Daniel De Nardi

Aula Ao Vivo do MInicurso de Aprofundamento na Sabedoria do Yoga – Podcast Convite

Aula Ao Vivo do MInicurso de Aprofundamento na Sabedoria do Yoga Neste podcast faço um convite para nos encontramos na aula ao vivo de conclusão do Minicurso de Aprofundamento na Sabedoria do Yoga. Link para inscrição na aula gratuita abaixo!   LINKS Série de Podcasts Reflexões de um YogIN Contemporâneo https://yoginapp.com/reflexoes-de-um-yogin-contemporaneo-serie-de-podcasts   SPAula Ao Vivo : Neste domingo 27/07 às 20h - Inscrição Gratuita neste LINK Inscrição no Minicurso de Aprofundamento na Sabedoria do Yoga Grupo do Minicurso no Facebook Página do Curso de Formação   https://yoginapp.com/curso-yoga-formacao-de-professores/   Lista de Espera do Curso de Formação  

Dicas de Yoga | 1 ago 2019 | Daniel De Nardi

Aula de Conclusão do Minicurso de Aprofundamento na Sabedoria do Yoga

Aula de Conclusão! Para quem não conseguiu assistir a aula que aconteceu ao vivo no último domingo poderá conferir na íntegra a conversa de conclusão do mincurso de aprofundamento na sabedoria do Yoga. Para participar do grupo no Facebook Clique aqui: Para se inscrever na Jornada para ser Professor de Yoga, clique aqui: Página do Curso de Formação do YogIN App: Namaste ! Página do Curso de Formação

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Formação de Professores | 12 ago 2019 | Equipe YogIN App

A sua Jornada para ser Professor de Yoga começa aqui!

A sua Jornada para ser Professor de Yoga começa aqui!   Essa é uma série de vídeos GRATUITOS que mostram a jornada a ser trilhada para você se tornar um Professor de Yoga! Já formamos mais de 300 professores no Brasil e no Exterior e queremos proporcionar essa transformação também na sua vida e na sua carreira conquistando o seu Certificado de Professor de Yoga ajudando a levar bem-estar e as técnicas dessa filosofia milenar a milhares de pessoas!   SAIBA O QUE VOCÊ VAI ENCONTRAR NESTA JORNADA:   📍 Como é ser professor de Yoga?   📍 Business do Yoga   📍 Como é a certificação de Professor de Yoga?   📍 Qual é a transformação que o Curso de Formação do YogIN App vai gerar?   📍 Sobre o maior Curso Online de Formação de Professores de Yoga do Brasil!   📍 WEBINÁRIO com os Coordenadores do Curso Online de Formação de Professores de Yoga do YogIN App para falar sobre a Jornada e tirar dúvidas sobre o Curso   Inscreva-se GRATUITAMENTE clicando aqui.

Filosofia do Yoga | 15 ago 2019 | Daniel De Nardi

Continuando a JORNADA

Continuando ! A 8ª edição do Curso de Formação para Professores de Yoga do YogIN App está chegando. Dia 9 de setembro de 2019 começaremos a nova turma. Se você tem interesse em fazer uma vivência profunda de aprendizado, prática e ensino do Yoga, embarque conosco nesja Jornada.     LINKS   Página do Curso de Formação   https://yoginapp.com/curso-yoga-formacao-de-professores/   Jornada para ser Professor de Yoga - Série de vídeos - Inscrição Gratuita Música: Everybody gotta learn sometimes de Beck Grupo no Facebook da Jornada para ser Professor de Yoga

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Formação de Professores | 3 set 2019 | Equipe YogIN App

Monitoria para professores de Yoga com Daniel De Nardi

Monitoria para professores de Yoga com Daniel De Nardi   Hoje estamos aqui para te contar que além de formar professores de Yoga nós também temos muitos conteúdos para instruir e acompanhá-los nessa linda jornada. Uma delas é o Curso de Monitoria de professores.   Este curso é uma monitoria para professores de Yoga que querem ter mais alunos, aprimorando a didática e aumentando seu repertório de técnicas e aulas variadas. Este curso funciona no sistema de assinatura mensal, pois toda semana uma nova aula será apresentada com um plano diferente de aula para os professores. Além disso, o curso inclui um acompanhamento para tirar dúvidas que surgem quando estamos ensinando Yoga.   Com esse auxílio você,  professor de Yoga, pode se sentir cada vez mais confiante para promover as melhores para os seus alunos!   Clique aqui para contratar sua assinatura mensal!   Namastê.  

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Dicas de Yoga | 6 jan 2020 | Fernanda Magalhães

Por Que o Ashtanga Yoga?

Por Que o Ashtanga Yoga? Começo o texto adiantando que cada um deve buscar seu caminho de autoconhecimento. Principalmente quando colocamos “auto” na frente do conhecimento, fica claro que cada caminho é individual.   Para mim, a prática de Ashtanga Yoga faz sentido principalmente pelo que não é visto nos vídeos do Youtube, muito mais do que a estética de uma sequência de asanas.   Para muitas pessoas, inclusive praticantes de outros métodos, entrar pela primeira vez em um Shala de Ashtanga Yoga pode ser uma experiência intrigante.   O método tradicional para o ensino do Ashtanga Yoga se chama Mysore, mesmo nome da cidade, localizada no sul da Índia, onde está o coração do Yoga disseminado por Shri Pattabhi Jois, o Ashtanga Yoga Instutute (KPJAYI).   “Ashtanga Yoga é um antigo sistema de Yoga que foi ensinado por Vamana Rishi no Yoga Korunta. Este texto foi transmitido a Sri T. Krishnamacharya no início de 1900 pelo seu Guru Rama Mohan Brahmachari, e mais tarde foi passado para Pattabhi Jois durante seus estudos com Krishnamacharya, iniciados em 1927.” - http://sharathjois.com/   Eu mesma me lembro da primeira vez em que entrei em uma sala para a prática de estilo Mysore, onde havia um silêncio rasgado pelo som da respiração dos praticantes em Ujjayi e cada pessoa suava em uma postura completamente diferente da outra. Era verão, então estava realmente quente e úmido, o professor sentado no chão, ao lado de um dos praticantes, falando baixinho. Olhares não se cruzavam, todos absorvidos pela própria prática. A única coisa em comum era o padrão de movimento repetido por todos. O professor notou minha chegada, se aproximou, fez algumas perguntas sobre a minha prática e me instruiu sobre o que fazer. Eu já havia feito algumas aulas guiadas de Ashtanga e tinha alguma noção da série, então prossegui. E toda vez que eu precisava de ajuda, ele estava lá, mas eu estava só. Apesar de amparada, eu estava só, ou melhor, estava comigo mesma pela primeira vez em muito tempo de prática.   Conheço muitos praticantes que não se esquecem de sua primeira aula de Ashtanga Yoga. Provoca um sentimento de estranheza, incomoda, te deixa meio inseguro e te faz olhar para dentro, apesar dos olhos estarem abertos durante toda a prática.   Um grande equívoco pode acontecer observando a prática de longe, que é acreditar que porque as pessoas utilizam a força física e suam, essa é uma prática primordialmente física. Há um perigo sim, e deve ser uma preocupação genuína, de não deixar a beleza e intensidade da prática estimularem o ego. O que pode acontecer em qualquer prática, em qualquer estilo, se o praticante não se conecta com a verdade e a essência do Yoga, que não está no externo, onde a aparência é importante, está dentro de si.   Reconheço o Ashtanga como uma prática muito íntima e pessoal, onde você se reconhece como único, mas não importante, somente parte de um grande conjunto. Ali você não “segue a manada”, mas está com seus iguais.   Você pode estar se perguntando como estou defendendo um método onde há séries fixas como prática a ser ajustada individualmente.   O fato é que, na verdade, o Ashtanga Yoga é uma semente que contém o conhecimento tradicional e é passada mantendo sua essência, mas adquirindo particularidades individuais.   Tradicionalmente, e foi desta forma que Pattabhi Jois recebeu os ensinamentos de Krishnamacharya, o Yoga era passado de mestre para discípulo individualmente. Não haviam turmas de yoga disponíveis e diversos estilos a escolher como atualmente. Existia o Yoga, baseado nos Sutras de Patanjali, que adquiriu características diferentes de cada praticante. Assim, cada discípulo e suas individualidades formavam um novo mestre.   Dr Ronald Steiner, fundador do método AYI, que une Ashtanga e Yogaterapia,  explicou muito bem isto que estou querendo transmitir com uma analogia sobre iogurtes em um de seus textos. Ele diz que o Ashtanga Yoga é como fermento de iogurte. Se um pouco de fermentação é adicionado ao leite, as bactérias do leite vão transformá-lo em iogurte. Não importa em que país o fermento é adicionado ao leite, o resultado será sempre o mesmo. Ainda assim, o iogurte sempre será um pouco diferente. O fermento permanece o mesmo, mas o leite muda. Da mesma forma, Ashtanga Yoga também sempre tem um sabor ligeiramente diferente, mas no final, permanece Ashtanga Yoga.   O mais importante é compreender o caminho proposto para seguir o seu próprio, mantendo o original, a semente, aquilo que vem sido preservado como essência.   O Ashtanga é, na verdade, quando compreendido, uma prática muito amorosa e acolhedora. Não há quem não possa praticar, existem variações exatamente para tal. Quando se trabalha em conjunto com uma variedade de público, o professor não pode levar o praticante a compreender os seus limites e ultrapassá-los enquanto todos executam em determinado tempo, as variações propostas de uma determinada postura. A série fixa te liberta de aguardar por uma guia constante e permite que você siga o ritmo da sua própria respiração, do seu corpo, sua mente e emoções - a sua prática.   É no momento de troca, mestre - discípulo, que as questões individuais são levadas em consideração e aqueles “aha!” acontecem com mais frequência.   As séries do ashtanga, como toda prática de asanas visa a preparação do seu corpo físico, onde aqui incluo sua mente, para o gerenciamento do prana, a sua energia vital. Não há como trabalhar com profundidade elementos sutis da sua natureza quando seu corpo físico chama atenção com dores e inflexibilidade. Sua mente não foi preparada para a concentração, para superar obstáculos e ser forte. Então a prática é sim, intensa, também fisicamente, para que sua mente, assim como o corpo, supere os limites estabelecidos previamente por condicionamentos adquiridos. new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); O que você descobre com alguns anos de prática e entrega ao método é que a intensidade maior da prática não é física. Não há mente forte que não saiba lidar com as próprias emoções.   É então quando essa desintoxicação feita através da prática, se torna completa, nos campos físico, emocional e energético.   E se você pretende seguir este caminho, tenho uma boa e uma má notícia para você… A boa é que você vai ficar mais forte, mas a má, é que antes vai doer.   É por isso que sempre digo aos meus alunos: Coragem!   OM NAMAH SHIVAYA    

Dicas de Yoga | 16 jan 2020 | Daniel De Nardi

USE PODCAST e Aprenda enquanto perde tempo, a 4ª dica do YogIN App

USE PODCAST! O YogIN Cast é um canal de podcast com vasto conteúdo gratuito a respeito do Yoga. No YogIN Cast você encontra desde exercícios de relaxamento e meditação até conteúdos com teoria e História do Yoga. O YogIN Cast é o podcast de Yoga com mais acessos no Brasil. Em 2018, foram mais de 300.000 audições de yogins de todas as partes do mundo (mais de 50 países). O YogIN Cast pode ser acessado de diferentes plataformas. Escolha a que mais se adéqua ao seu estilo.     Você pode acessar o YogIN Cast pelo: SoundCloud :    Spotify: App nativo do IOS :    App nativo Android : No YogIN Cast você encontra diferentes programas de podcasts. Série Reflexões de um YogIN Contemporâneo com #108 episódios: https://yoginapp.com/reflexoes-de-um-yogin-contemporaneo-serie-de-podcasts   Yoga Falado, episódios semanais a respeito do Yoga        Se você nunca acessou um podcast e quer aprender, assista o vídeo abaixo: https://youtu.be/t4CDnbc6KM8

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Dicas de Yoga | 16 fev 2020 | Adri Borges

A maneira correta de ficar em pé

A maneira correta de ficar em pé “É portanto essencial dominar a arte de ficar em pé corretamente.” B.K.S Iyengar É necessário prestar atenção à maneira correta de ficar em pé. ⠀ Frequentemente colocamos o peso do corpo sobre os calcanhares ou nas bordas dos pés ou até mesmo deslocamos todo o peso do corpo para os dedos dos pés. ⠀ Isso pode ser notado observando como a sola e saltos dos sapatos se desgastam. ⠀ Devido a má distribuição do peso do corpo sobre os pés adquirimos deformidades particulares que prejudicam a elasticidade da coluna. Passamos muito tempo do dia com os pés presos em sapatos de salto e tênis. Perdemos a aderência da sola dos pés no solo assim como a flexibilidade da musculatura dos pés. ⠀ É importante sentir o contato dos seus dedos dos pés metatarsos e calcanhares no solo. Procure concentrar o peso do seu corpo em ambas partes de forma igual. Sentir o toque dos pés no solo é sentir a nossa relação com a realidade. ⠀⠀ Segundo Iyengar se ficamos em pé com o peso do corpo jogado somente sobre os calcanhares sentimos uma mudança no eixo de gravidade os quadris ficam soltos o abdômen fica protuberante o corpo se inclina para trás a coluna sente esforço e como consequência logo sentimos cansaço e a mente embotada. É portanto essencial dominar a arte de ficar em pé corretamente. Sente-se leveza no corpo e a mente adquire agilidade. Tadasana também denominada a postura da montanha é a postura básica de pé realizada nas práticas de Yoga. Esta postura consiste em permanecer em pé firme e ereto. Permancer em Tadasana além de atuar no âmbito físico atua também no energético equilibrando assim o Muladhara Chakra. O Muladhara Chakra é conhecido também como Chakra raíz ou de base. Muladhara é uma palavra sânscrita que significa “apoio da raiz”, mula significa raiz e adhara, suporte ou apoio. Este Chakra está localizado na base da coluna na região do períneo e está relacionado à sobrevivência. Desequilíbrios neste chakra são comuns em pessoas que não tiveram estabilidade na primeira infância. O sentimento de medo é portanto uma das características do desequilíbrio deste chakra. Medo de ser quem você é ou de mudanças pode estar relacionado a este desequilíbrio. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Mas o que são Chakras? Chakras são centros de energia que se conectam com o corpo físico. São centros energéticos de captação, armazenamento e distribuição de energia vital (o prana) no corpo. Quando tocamos nossos pés corretamente no solo estabelecemos conexão com o elemento terra trabalhando assim nossa segurança e estabilidade. Além do âmbito físico e energético o Tadasana também atua no mental. Quando permanecemos estáveis em Tadasana a mente também ganha estabilidade. Em Tadasana mantemos o queixo paralelo ao solo e a verticalidade da coluna. Os ombros são projetados para trás e para baixo. Quando levamos nossos ombros para trás abrimos o peito aumentando assim nossa capacidade pulmonar. Quando respiramos melhor melhoramos nosso bem-estar nossa saúde e alteramos nosso padrão emocional. A qualidade da nossa respiração está intimamente ligada ao nosso padrão emocional Uma vez em Tadasana quando projetamos o peito a frente e os nossos ombros para trás incorporamos uma atitude corporal de confiança e estabilidade. Observe uma pessoa com ombros arqueados para frente. Uma das causas pode ser a falta de fortalecimento da musculatura da região das costas Por outro lado pode ser sinal de timidez medo de enfrentar as situações ou medo de se expôr ou simplesmente um mal hábito. Atualmente quantos de nós passamos longos períodos com o queixo projetado para baixo por conta do uso abusivo dos computadores e celulares. Com a projeção do queixo para baixo automaticamente arqueamos nossos ombros para frente desestabilizando nossa postura. Desta forma limitamos nosso ângulo de visão assim como reduzimos nossa mobilidade da região cervical. A má postura como esta descrita acima a longo prazo pode gerar padrões corporais e condicionamentos. Trabalhando a permanência em Tadasana através da consciência sobre seu próprio corpo é possível reconhecer esses padrões. Uma vez detectado podemos desconstruí-los. Se não tomamos consciência disso começamos a criar registros e marcas em nosso corpo. Ao permanecer em Tadasana procure afastar seus ombros das orelhas relaxando a região dos ombros onde acumulamos tensões do dia a dia. Muitas das tensões do dia a dia ficam registradas em nossa musculatura gerando dores e limitações de movimentos. Por isso que muitas vezes durante uma prática de yoga algumas pessoas choram pois passam por uma verdadeira catarse de emoções reprimidas uma vez que suas emoções estiveram impregnadas em sua musculatura. Quando relaxamos conseguimos agir sobre os músculos tensionados. Muitas vezes essas tensões estão associadas a acontecimentos passados ou emoções não resolvidas. Segundo Pierre Weil e Roland Tompakow em O Corpo Fala nosso corpo é antes de tudo um centro de informações para nós mesmos. É uma linguagem que não mente. Através de uma postura correta que começa desde o apoio correto dos pés no solo a energia circula melhor assim como o fluxo sanguíneo. A boa postura está relacionada aos aspectos físicos energéticos fisiológicos mentais e comportamentais. Através do corpo também enviamos mensagens. O corpo também é o nosso meio de comunicação. Ele manifesta posicionamentos internos e expressam sentimentos Quando nos comunicamos a maioria da comunicação não é explícita. A comunicação também pode estar implícita na sua atitude corporal. O corpo é uma linguagem não verbal silenciosa. Uma ferramenta poderosa para quem está em busca do auto-conhecimento.  Namastê.  

Podcast de Yoga | 18 fev 2020 | Daniel De Nardi

Yoga não combina com Alta Performance – Podcast #30

Yoga não combina com Alta Performance Um método de Yoga que busque alta performance pode ser coerente? Eu acho que não, a explicação está nesse podcast.   https://soundcloud.com/yogin-cast/yoga-nao-combina-com-alta-performance-podcast-30   Links   Podcast sobre os 3 EUs https://yoginapp.com/o-cerebro-boicotando-o-eu-podcast-03/#axzz4qgdXngzX Podcast sobre Violinista Menuhin que tocou com Ravi Shankar https://yoginapp.com/o-oriente-encontra-o-ocidente-o-inicio-yoga-por-aqui-podcast-13/#axzz4qgdXngzX   Texto do Christian Rocha sobre Anoushka Shankar   Perfil Anoushka Shankar no Spotify   https://open.spotify.com/artist/6MTByljF8u5omBltY2VKPU     Trilha Sonora da Série Reflexões de um YogIN Contemporêneo  https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa Perfil Norah Jones no Spotify https://open.spotify.com/artist/2Kx7MNY7cI1ENniW7vT30N     Transcrição do Podcast Yoga não Combina com Alta Performance – Podcast #30 Olá, o meu nome é Daniel De Nardi e está começando o 30º episódio de “Reflexões de um YogIN Contemporâneo”, um podcast semanal a respeito do yoga e dos assuntos do nosso dia-a-dia. Há muitos anos atrás eu vi uma entrevista do Teco Padaratz (um dos primeiros surfistas brasileiros a levar o surf como uma profissão séria, ele morou fora do Brasil para estudar inglês, porque seria importante pra ele dentro das competições, ele começou a elaborar um treinamento técnico para desenvolver os fundamentos importantes para ele. O Teco serviu como referência para as gerações seguintes, e a geração atual do Medina, Toledo e Mineirinho colhem muito do que o Teco, o Fábio Gouveia e dos primeiros surfistas que começaram a levar o surf a sério, construíram) em que falava que a pratica do yoga o fez refletir sobre o seu momento de sair das competições. Na época, eu já praticava yoga e eu pensava nele como uma instrumento de alta performance, de gerar campeões e fiquei um pouco indignado com aquilo, pensei que o yoga tivesse desestimulado ele a ser um vencedor, mas efetivamente a minha visão sobre o yoga estava errada e desajustada. É fato que o yoga pode produzir efeitos no corpo, como alongamento, flexibilidade, o ganho de consciência corporal. É fato que quando você aprende a focar e fazer as suas tarefas com mais precisão e concentrado, seja escrever um texto ou jogar uma bola na parede. Agora a proposta do yoga a te fazer campeão não é condizente com o que o yoga busca, e você passa a entender isso quando entende o conceito da Mandukya Upanishad dos três “eu’s”. Já gravei um episódio falando sobre isso, inclusive é o episódio 3, inclusive é um dos mais importantes do podcast, justamente porque fala que não interessa ser o campeão ou o melhor. A Mandukya fala dos três eu’s (o do corpo, da mente e do coração) e o ajustamento deles leva a um quarto estado, o corpo está relacionado as nossas questões física, a mente o que leva a atenção para o físico ou deixa a voz do coração vir à tona. Então a mente, na verdade escolhe se é mais importante naquele momento destinar a atenção para o corpo ou ouvir a voz interna. Ela tem esse poder e pode, inclusive, excluir a voz do coração dando só importância ao físico, o trabalho do yoga é trazer o ajustamento, não viver uma vida só de contemplação, mas fazer o ajustamento do que é mais importante naquele momento, o que essa voz interna está falando e expressando o que é melhor. A mente está relacionada a escassez, o nosso cérebro está sempre trabalha pensando em acumular e gatar o mínimo possível de energia, porque o seu princípio é manter a sobrevivência do homem, isso é importante, sem isso não sobreviveríamos. O ponto que o yoga traz é que não é apenas o corpo e a mente, existe algo maior que também deve ser levado em conta no dia a dia. Esta outra forma de manifestação é a voz interna que vem do nosso coração. A pratica do yoga, o intuito de aquietar a mente quer trazer mais essa voz tornando mais clara. Como a mente sempre trabalha com a escassez ela funciona no ritmo de competição, porque a competição tem a ver com ganhos e perdas, com acúmulos de ganhos e a mente vai obtendo satisfação. Não há nada contra a competição, o ser humano só avançou em sociedade, na tecnologia porque houve competição, a questão é que ela – a competição – não é a realização de todos, um tipo de competição pode funcionar para uns e não para outros. E quem vai efetivamente mostrar isso é a voz do coração que não está ligada ao fato de ganhar e perder, porque ela nos mostra quem somos, o que realmente temos que fazer independentemente das circunstâncias. Quando se expressa o que realmente é importante para si não se pensa em ganhar ou perder, há a manifestação do eu que não se importa diretamente com as consequências e resultados, mas com a tarefa em si, independente. Não existe dualidade, apenas o que se é. A competição lida com perdas, decepções, de “um ganhar para o outro perder”, a voz do eu não trabalha com isso e não há a necessidade de ser o melhor para se realizar porque, como eu falei, esta voz não trabalha com dualidades, ela apenas manifesta o que devemos fazer. Esta visão de alto performance sempre vai trabalhar no sentido de estimular a competição, o ganho. No caso do Teco ele conseguiu ver isso, ele conseguiu parar e refletir, porque quando se está no frenesi da mente a visão sempre será dual, mas internamente está algo mais tranquilo dizendo apenas o que de fato se deve fazer, o Teco observou que o ponto dele era fazer, a partir daquele momento, um outro tipo de trabalho, ainda relacionado ao surf (ele criou campeonatos que hoje são bem reconhecidos), ele deu outros passos. E por que eu falo isso sobre a alto performance e o yoga? Porque a alto performance sempre irá trabalhar com ganhos, não que eu seja contra isso, se vermos como exemplo o técnico Bernardinho, certamente os seus treinos irão desenvolver a alto performance, o ponto é que a proposta do yoga de trazer o Dharma, e o que de fato somos, não condiz com a proposta de dualidade no meio competitivo. Um yoga voltado para a alto performance não deixaria o Teco sair, porque o objetivo seria justamente ganhar e competir. Já na Mandukya Upanishad aquilo tinha total sentido porque a meditação, o relaxamento fez com que ele tivesse acesso ao que de fato era importante para ele e mudou o seu rumo. Não significa que ele tenha perdido, como achei na época em que tinha uma visão do certo e do errado, hoje a minha visão é que o yoga contribui para a gente manifestar o nosso Dharma, o nosso eu, não está relacionado com ganhar ou perder. Hoje, por exemplo, o Teco faz um lindo trabalho. E se, por exemplo, você quiser ser um poeta de rua? Nunca será considerado o “melhor”, nunca será rico, mas vai ser o que a voz interna está dizendo para você ser, poeta de rua, daqueles que ficam no Centro recitando e vendendo a sua poesia. Isto não está errado na visão da Mandukya Upanishad, mas está errado na visão de um yoga que tem a alta performance como busca. Não há como se medir a alta performance sendo poeta, não há métrica. Por isso que eu acho que a proposta do yoga que busca alta performance, campeões incoerente com a proposta verdadeira do yoga e não é só a Mandukya que traz esse conceito da voz do coração, mas diversos outros textos, assim você tem a proposta verdadeira do yoga, aquietar a mente e ter acesso a voz do coração que não está relacionada a um julgamento. Para finalizar uma música clássica indiana, já que estamos ouvindo muita ocidental, tocada pela Anu Shankar. O sobrenome dela vem do Ravi Shankar, que foi um musico muito famoso na Índia e, depois de Gandhi, é o indiano mais conhecido no mundo. Ele fez um trabalho que atraiu os olhares dos músicos ocidentais, isso eu conto no episódio 13 em que falo de como o yoga se fortaleceu no ocidente. O yoga passou a ser difundido no ocidente devido a um violinista que quis tocar com Ravi Shankar, chegando na Índia ele estava com muitas dores nas costas e cansado, sugeriram que ele fizesse aulas com o Ayengar, ele fez e gostou muito então o levou para a Europa e para os EUA. O Ayengar foi o primeiro a trazer escolas, métodos e começar a formar uma comunidade de yoga fora da Índia. Então devemos boa parte disto aos personagens muitas vezes desconhecidos, Ravi Shankar e Yehudi Menuhin são alguns deles. Anu Shankar é filha de Ravi Shankar, e ela toca pela arte, percebe-se que não nenhum interesse em competir com o pai, toca simplesmente porque se sente melhor fazendo. Para quem não sabe, Anu Shankar é irmã de Norah Jones que faz uma música ocidental, mas também é filha de Ravi Shankar. Podemos dizer, então, que Shankar é iluminado não apenas na música e divulgação dela, mas por ter filhas talentosas, reconhecidas mundialmente. Indico as músicas dela para que a conheçam, quem pratica yoga pode usar nas aulas práticas porque é um tipo de música bem gostosa e ela toca de uma maneira magnifica. Vou deixar um link de um texto escrito pelo Cristian Barbosa sobre ela, ele comentou comigo sobre o que disse no episódio passado, vou deixar aqui uma correção e o texto dele como uma lembrança e um reconhecimento. Quando ele veio falar comigo, inclusive, eu já havia lido texto dele, e achava muito bom por ele trazer o conceito da manifestação da arte independentemente dos resultados. Vocês vão ver, mais detalhes no link abaixo. Finalizamos aqui mais um podcast, espero que ele tenha trazido uma reflexão de que você não precisa desprezar a competição, mas ela não é a coisa mais importante na sua vida ou das pessoas. Cada um tem que saber efetivamente, ouvindo a voz interna qual é o seu papel, qual é o seu Dharma, é isso que nos preenche de satisfação, é o que nos mantem motivados e focados no que é a manifestação do nosso eu. Namastê!  

Podcast de Yoga | 25 fev 2020 | Daniel De Nardi

Yoga é uma filosofia? Podcast #45

Yoga é uma filosofia? Podcast #45 Yoga é uma filosofia? Filosofia prática? Mas as filosofias não vem apenas da Grécia? Responda por você mesmo após ouvir o podcast de hoje!   https://soundcloud.com/yogin-cast/yoga-e-filosofia-podcast-45   LINKS     Impressionismo Texto que escrevi sobre Impressionismo em 2007 https://yoginapp.com/o-novo-impressionismo   YOGA PARA LONGEVIDADE – LIVE DE PAUTA DO PODCAST #45   https://youtu.be/0iQaNfpXyMM   Podcast que fala sobre a música de Saint Saens   https://yoginapp.com/ioga-brasileira-yoga-e-politica-podcast-44   Músicas da série Reflexões de um YogIN Contemporâneo   https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa Transcrição: Yoga é Filosofia – Podcast #45   Olá, o meu nome é Daniel De Nardi e está começando o 45º episódio de “Reflexões de um YogIN Contemporâneo”. Ravel com a música Pavane. O tema de hoje é como o yoga pode se posicionar como uma filosofia prática. O que é efetivamente uma filosofia prática? E se de fato as filosofia só podem ter uma origem grega, uma origem helênica. Se você quiser estudar a filosofia como algo puramente acadêmico, e tentar encaixá-la no padrão da academia, pode até ser que pense que ela seja algo exclusivamente grego. “Filos” vem do grego e, por aí, se tem toda a construção grega. Não existe prática da filosofia, apenas a teoria, até porque ela precisa ser debatida. Discordo desta afirmação, a filosofia discute alguns conceitos e traz reflexões que propõe algum tipo de mudança, seja ela na nossa visão de vida ou no nosso comportamento. Se for esse o intuito o yoga pode efetivamente se classificar como uma filosofia, porque o yoga faz debates, ele faz reflexões. Não é à toa que exista esse podcast semana com 45 episódios, trazendo diferentes conceito do yoga. Esses conceitos todos quando debatidos podem ser sim uma filosofia, não de origem grega (o yoga é de origem indiana, como já mencionamos aqui, e é ainda mais antigo que as filosofias gregas, como o hedonismo). Existe um debate e um conhecimento sendo debatido, a gente pode classificar. E como você falaria que não existe filosofia prática? Existe sim. Se pensarmos em todo o debate que existe na Grécia com Aristóteles, com Platão, todo o debate que existe, inclusive, antes de Cristo, ele chegou como reflexão não só para os gregos como, também, para o império seguinte, o romano. O império romano bebeu muito do que estava sendo debatido na Grécia e aplicou a constituição das leis. Se vê, então, uma aplicabilidade da filosofia, a filosofia do direito. Quando se usa um conhecimento para contribuir com a vida das pessoas. Foi que Roma fez, aplicou muito da filosofia grega, e a própria Grécia fez uso de sua própria sabedoria para, de alguma forma, contribuir com a cultura daquele ambiente. O yoga faz isso de diferentes formas, tudo aquilo que é compreendido na parte teórica, nessa parte especulativa e reflexiva, se aplica, de alguma forma, com as técnicas, com os exercícios. Um exemplo: o yoga vê a importância de se reduzir a agitação da mente, de reduzir o que chamamos de Vitris, que é todo o tipo modificação, de agitação. Então, se o intuito for diminuir a agitação, parar de pensar em várias coisas e focar, a prática faz com que o indivíduo que se centra mantenha o conceito de estabilidade praticando. Se executa o conceito de estabilidade e se observa a resposta e o funcionamento deste conceito. No yoga se estuda, também, a importância de se ter a energia vital para processar mudanças, para a longevidade. Tudo isso é trabalhado nas escrituras e dos textos de yoga, na prática isso é trabalhado na ampliação da capacidade pulmonar, em absorver oxigênio e eliminar gás carbônico. Um ganho de energia vital e de saúde, um conceito aplicado na prática. É trabalhado no yoga a desidentificação, o desapego e o envolvimento com o corpo em determinadas situações. E não seria negar o corpo ou mortificá-lo, mas vê-lo de maneira distante. Isso é trabalhado nas técnicas quando, por exemplo, se está em uma posição desconfortável e se sente uma área do corpo e a atenção é transferida para a respiração ou para alguma outra área ou, até, para uma mentalização específica. Neste caso também existe uma desidentificação para focar em algo que se considera importante. Aplicando algo que foi teoria, inicialmente. O yoga também trata, desde suas primeiras escrituras, o descondicionamento. O ser humano é bastante condicionado, e quando só se produz condicionamento, não se sai da roda do sofrimento, há apenas a repetição de condicionamentos, muitas vezes repetidos por outras pessoas, como por exemplo os pais, ou pelo ambiente. A função do yoga é de descondicionar, de despertar a consciência à sua forma mais espontânea, sem nenhum direcionamento pré-determinado. O descondicionamento é realizado de diversas formas como, por exemplo, o jejum. Estamos acostumados a nos alimentar a todo momento ou a cada três horas. Mas dentro da prática, o que seria? Existem várias formas, uma delas é a respiração, geralmente respiramos de maneiro curta no nosso dia-a-dia, ampliando a respiração já se modifica o condicionamento respiratório que muda, por consequência, o padrão emocional. Além disso, o nosso corpo tem, por hábito, se mexer o tempo todo, até quando a gente dorme a gente se mexe. Com o trabalho de condicionamento do asana, se manter em uma postura às vezes simples, mas sem se mexer, é um conceito, que o yoga entende como importante, sendo transferido para a prática. Por fim, as escrituras, desde os Vedas, falam sobre ouvir o silencia, ouvir a meditação. O que seria a meditação senão a melhor forma que se tem para construir isso? Para finalizar, esse é o “coroamento”, quando a gente para tudo e olha para dentro, o que não é tão simples, o corpo não pode estar incomodado, a respiração não pode ser rápida para que não haja ansiedade, é preciso estar numa posição de conforto, aí então, a partir de tudo que já foi investigado, se consegue um mergulho no coração que não seria bem realizado se todo este trabalho não tivesse sido feito anteriormente. A música que vocês ouviram hoje é Pavane, de Ravel. Este compositor é muito conhecido pelo “Bolero de Ravel que, inclusive, já foi tocado aqui no episódio 15, em que eu coloquei Debussy e Ravel, que são dois compositores contemporâneos que tentavam trabalhar com estilos de músicas bem diferentes. Debussy construiu uma obra que ele chamava de impressionista, ele era o líder deste movimento e a ideia central era a de acompanhar o movimento artístico que acontecia na França naquela época. O impressionismo expôs uma fidelidade ao que se via na tela, a incidência da luz em determinado ângulo ou horário. Como a câmera fotográfica foi inventada e difundida naquela mesma época, no final do século XIX, a pintura que anteriormente tinha como principal trunfo retratar as imagens perdeu um pouco o sentido. A partir daí, os impressionistas passaram a trazer, além da forma visual, emoção para o que eles pintavam. Claro que antigamente as telas também tinha emoção, mas o movimento Impressionista foi o primeiro a, através das cores, dar a emoção necessária a pintura. O movimento foi liderado, especialmente, por Monet, mas teve outros nomes como: Manet, Degard e Renoir. E a pintura impressionista tenta tirar a impressão, não tem um acabamento perfeito porque as coisas se diluem conforme damos cor a elas, muitas vezes se misturam pela própria cor. Então, as músicas de Debussy não finalizavam a frase. Geralmente as melodias tem uma frase completa construída, Debussy finalizava tirando o “tônus” do final, como se a frase não tivesse sido finalizada e se mantivesse ali, flutuando como a pintura impressionista. Não sou o maio fã de Debussy, embora é necessário reconhecer que ele tem um trabalho expressivo. Sou mais da linha do romântico, como falei no episódio passado, Ravel estudou com Samsei, que era mais romântico e apegado a estrutura da música que estava sendo construída com pequenas modificações, mas Ravel criou um estilo próprio de música. Estreou recentemente no cinema um filme chamado “Van Gogh com Amor”. Todo mundo deve saber que Van Gogh fez parte do movimento impressionista no começo, porém nunca se adequou e sempre quis desenvolver uma arte própria, algo que era dele e que ninguém conseguisse imitar. Ele acabou produzindo um estilo próprio em cima do movimento que existia na época, exatamente como Ravel. Esse filme vale muito a pena assistir, quem está assistindo pelo aplicativo do YogIN App está vendo algumas cenas e consegue ver como que elas foram construídas O idealizador do filme fizeram uma grande pesquisa em torno da vida de Van Gogh e usaram os personagens que ele havia pintado e construíram uma trama em cima da dúvida sobre qual teria sido o motivo para o suicídio de Van Gogh ou se poderia ter acontecido algum tipo de assassinato. Toda a história se passa dentro dos quadros dele. É uma animação, porém não foi usado nenhum tipo de computador, foram cem artistas que pintaram frame a frame, quadro a quadro. É muito interessante porque quadros famosos, como o Dr. Gachê, são vistos primeiramente estáticos e, depois, em movimento e o personagem do quadro passa a falar. Recomendo muito este filme, é quase uma viagem alucinógena, mas o filme é uma perfeição e de uma beleza incrível, além dos fator serem correspondentes com que conhecemos da  história (não conheço muito a história do Van Gogh, mas todo mundo sabe um pouco sobre o relacionamento muito próximo que ele tinha com o Gauguin, que ele cortou a orelha e deu para uma amante do Gauguin e que, depois, disso, Van Gogh se isolou para tentar se tratar, mas a vida dele acabou seguindo um rumo não muito bom), o filme constrói de uma forma tão boa que se enxerga que tudo isso pode ter sido razão para o suicídio. Ele está em cartaz no cinema, mas, caso você esteja escutando este podcast muito à frente, porque no Now ou na Netflix. Agora vou deixar vocês com Pavane de Ravel.