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Filosofia do Yoga | 22 ago 2021 | Daniel De Nardi

Quais asanas estimulam o chakra do coração?

Quais técnicas do Yoga podem estimular so chakras - Descobertas da neurociência mostram que estímulos corporais modificam a estrutura do cérebro. Sim, dependendo do que sentimos mudamos o formato do órgão dentro da nossa cabeça. Quando aprendemos algo novo por exemplo, o cérebro modifica sua estrutura física para conectar os neurônios necessários na assimilação do novo conhecimento. Pode acreditar, isto está acontecendo com você agora mesmo enquanto você lê e pensa sobre esse texto. Do lado YogIN, essas investigações começaram antes, durante o período chamado de Renascimento Indiano, no séc. X d.c. Explorar o corpo era a palavra de ordem deste movimento cultural que tinha como objetivo dar mais liberdade aos indivíduos. O sistema de castas mantinha o poder nas mãos dos brahmanes, os sacerdotes que conduzem os rituais e ensinam as escrituras sagradas. Estes pregavam que a única forma de realização pessoal seria seguir exatamente o que está escrito nos Vedas e nas outras escrituras importantes. Só que um grupo de YogINs começou a questionar essa infalibilidade das escrituras. Começaram a investigar o que o corpo, em suas diferentes formas de manifestação, tem a dizer em relação às verdades de cada um. Para eles, o corpo seria o local onde estariam nossas respostas Isso incomodou os brahmanes que perderam poder à medida em que as pessoas entendiam que sentindo mais o corpo poderiam saber mais sobre elas mesmas e não ouvindo os rituais. Estas definições do corpo humano vão além do que se pode ver ou tocar. Os YogINs elaboraram explicações minuciosas de conceitos como prana, chakras e nadis. Escreveram sobre esses assuntos durante séculos até que no séc. XIX, intelectuais ocidentais como o pesquisador Sir John Woodroffe traduziram os principais deles para o inglês. Nesta época, assuntos relacionados ao Yoga eram vistos como religiosos ou filosóficos e não eram verificados por pesquisas científicas. Hoje em dia, a precisão das ferramentas de mensuração e das pesquisas tem aproximado cada vez mais as visões de corpo humano segundo os antigos indianos e o que a ciência sabe sobre nós. Muitas das comprovações podem ser encontradas no livro A  Moderna Ciência do Yoga do jornalista americano Willian Broad. Desprezar as observações feitas por toda a Índia ao longo de séculos é pensar que o conhecimento só passou a ser válido depois da criação dos métodos científicos propostos por Descartes no século XVII. Muita verdade foi relatada nesses textos, obviamente com linguagens diferentes e menos precisão que um artigo de Harvard, mas nem por isso menos valioso.   Chakras possuem estreita relação com partes importantes do nosso corpo Quando falo de importância, me refiro a quantidade de neurônios presentes na região. Possuímos neurônios espalhados pelo corpo todo; e claro, as partes que contem mais neurônios têm mais sensibilidade que as que possuem poucas terminações nervosas. Uma terminação nervosa é um acúmulo de neurônios, como se fosse um cabo formado por esse tipo de célula. Os neurônios são responsáveis por transmitir comandos de reação ao corpo. Quanto mais elaborada é a função de uma parte do corpo, mais neurônios precisará para cumprir seu papel. O cérebro é a região do corpo que mais concentra esse tipo de célula, mas também há grande quantidade deles no abdômen por causa das funções relacionadas a digestão e também ao longo da coluna. Para deixar claro, se alguém bater com bastante força a perna, a maior probabilidade é que tenha problemas apenas nessa região. Agora se a pessoa se ferir com violência em qualquer parte da coluna, corre risco de perder todos os movimentos voluntários do corpo. Regiões com grande quantidade de terminações nervosas, são as partes mais caras ao corpo. Voltando para o Oriente, os YogINs fizeram grandes descobertas de sensações relacionadas aos 6 principais chakras. Todos eles, localizados ao longo da coluna em pontos com grande quantidade de terminações nervosas. Se pensarmos de forma totalmente científica e começarmos a percorrer o corpo dos pés em direção a cabeça, qual é o primeiro ponto onde encontramos uma grande quantidade de neurônios ? No joelho? NÃO!!!!! Resposta correta = períneo; região situada entre o anus e os órgão genitais. Mesmo local em que os textos descrevem o primeiro chakra: muládhara (mula = raiz). Esta é uma parte do corpo que canaliza muitas dessas terminações nervosas para dentro da coluna, afetando diretamente o sistema nervoso central. É uma região muito sensível e essencial para o funcionamento dos órgãos genitais e de funções como o movimento das pernas. O Hatha Yoga Pradipika, importante tratado do Yoga do Renascimento Indiano, fala de um canal central no campo energético chamado sushumna. Dele brotam os principais chakras. A medula espinal é considerada um centro de transmissão de informações que recebe e transmite mensagens do cérebro para as partes periféricas e delas para o cérebro. Até mesmo as informações de estímulos involuntários como a digestão ou o piscar dos olhos, passam pela coluna. Nossa coluna funciona como um grande chip que distribui informação por aqueles canaizinhos que  partem para a borda. Tanto na visão anatômica científica quanto na visão de um corpo sutil, a parte central do corpo é essencial para o funcionamento de todo o resto. O sistema nervoso central precisa estar funcionando bem, com seus comandos sendo atendidos, para que a pessoa desempenhe suas funções, especialmente aquelas relacionadas a sensações ou pensamentos elaborados. Na visão YogIN, o canal central sushumna, tem que estar desobstruído para que uma energia situada na base da coluna chamada kundaliní seja despertada. Kundaliní é descrita como uma serpente adormecida ou como uma chama congelada. Refere-se ao potencial humano, oprimido por falta de autoconhecimento. Para que esse potencial seja despertado, tanto as funções do sistema nervoso central devem estar funcionando perfeitamente quanto na visão indiana, a sushumna deve estar desobstruídas. Há muitos outros casos em que essas duas formas de entender o corpo humano se assemelham. Por exemplo na relação entre amígdalas e o vishuddha chakra. A região da garganta é conhecida por inflamar em estados de stress quando o corpo dá respostas a algum perigo eminente. O vishuddha é relacionado aos pensamentos e como externalizá-los (voz). A ciência sabe que pensamento acelerado é um dos efeitos de altos níveis de stress. A proposta do Yoga com suas diferentes técnicas é canalizar prana (bioenergia) para os chakras. O direcionamento da atenção para uma parte do corpo, pode ampliar a circulação sanguínea naquela região. Se você não acredita, comprove com um experimento que está ao alcance das suas mãos. Ele também demonstrará a capacidade que você possui de interferir no seu corpo e que provavelmente não usa.  Olhe para as palmas das suas mãos. Se conseguir fotografe-as. Mantenha durante 5 minutos, sem nenhuma interrupção (sem Whatsapp até), toda sua atenção apenas em uma delas. Observe se não há diferença nas sensações das mãos e na cor delas. A mão que recebe mais atenção costuma aumentar a circulação de sangue. E o que isso tem a ver com os chakras? A concentração de sangue é usada no nosso corpo como um recurso para modificações. Quando uma parte do corpo começa a dar sinais de fraqueza, o corpo envia sangue como um mecanismo de resposta ao problema. Junto com o sangue, irão todos os nutrientes que o corpo possui para tentar resolver o problema. Mas não apenas quando estamos doentes o corpo usa sua capacidade de concentração sanguínea. Quando fazemos exercícios e precisamos melhorar o desempenho de algum músculo, ele também direciona mais sangue para a região trabalhada. A concentração de sangue contribui para diversos tipos de mudanças que vão desde o ganho de resistência, passando pela regeneração celular, oxigenação das células até a cura. O Yoga atua de diferentes forma para estimular os centros de força Mentalização (manaskriya) - o direcionamento de atenção para diferentes partes do corpo é parte do treinamento YogIN em qualquer tipo de prática (sadhana). Compressões de glândulas (bandhas) - compreensões estimulam a circulação do sangue (aqui você também pode fazer um teste simplesmente apertando sua mão com força por alguns segundos) esses movimentos de contração atuam em regiões com grande quantidade de neurônios. Períneo estimulado pelo mula bandha, e o plexo solar, que é região do abdômen onde há milhões de terminações nervosas por causa da digestão (manipura chakra); Posturas (asanas) - através do alongamento forçamos o corpo a direcionar sangue às partes mais trabalhadas. E finalmente respondendo a pergunta do título -  Quais asanas estimulam o chakra do coração? Portanto, não apenas o asana, mas toda técnica que estimule o fluxo de consciência/sangue/prana vai estimular o funcionamento de uma parte sensível e por isso mesmo, importante ao funcionamento do corpo. Mentalização, bandhas e asanas que atuam estimulando a região do coração ou do anahata chakra vão ajudar a trazer à tona informações que estão ali presentes e que podem ser muito úteis ao seu desenvolvimento pessoal. Boas práticas e muito amor! Quer saber mais sobre os Asanas, posturas do Yoga, baixe o livroi gratuitamente new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Podcast de Yoga | 1 jul 2021 | Daniel De Nardi

Liberdade de Expressão – Podcast #29

Liberdade de Expressão - Podcast #29 Liberdade de expressão é um assunto bem mais complexo do que eu conseguia imaginar. https://soundcloud.com/yogin-cast/liberdade-de-expressao-podcast-29 Links Página de Ebooks gratuitos do YogIN App https://yoginapp.com/ebook-yoga/ Grupo do Facebook - Conhecendo o Yoga a Fundo Paganini Trilha Sonora da série, Reflexões de um YogIN Contemporâneo   https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa   Liberdade e expressão – Podcast #29 Olá, o meu nome é Daniel De Nardi, essa é Hilary Hahn interpretando uma música de Paganini. Esse é o 29º episódio de “Reflexões de um YogIN Contemporâneo”. Acho que dentro de todos os episódios, eu sempre acabei concluindo o tema trazido, hoje não irei concluir, o tema ficará aberto para reflexão de cada um. É sobre a liberdade de expressão. Este tema é bem delicado e atual, por conta dos acontecimentos que ocorreram nos Estados Unidos recentemente, em Charlottesville, onde ouve um embate de dois grupos supremacistas (negros e brancos) defendendo a ideia de que existe uma raça superior. O triste episódio ocorrido no EUA é de um nível tribal, como se o ser humano não tivesse compreendido nada no decorrer do tempo, sendo que como é possível determinar uma raça superior por uma questão geográfica? Por ter nascido em determinado local se seria superior? Isso vai contra tudo o que a ciência tem descoberto e que a filosofia ou as religiões acabam observando também, a gente vê no caso do yoga que o Purusha, que é a essência, está dentro de cada um, então não teria como existir uma raça superior, uma vez que todo mundo tem dentro de si, não é distinto de acordo com o local e época de nascimento. Essa essência está dentro de cada um e é o papel de cada um deixar vir, trazer, despertar. Esse assunto, que acabou criando esse embate nos EUA, é fruto de uma outra discussão que é a liberdade de expressão. Como eu disse, a liberdade de expressão é um assunto muito delicado, é necessário um estímulo dela, há uma vantagem nos ambientes em que a liberdade de expressão é possível ser explorada e, então, surgem ideias novas, surgem soluções diferentes, isso é muito visto nos locais que são abertos para as ideias em que há o desenvolvimento da sociedade muito maior do que nos locais em que todas as ideias novas são castradas e obstruídas, ficando atrás em relação ao desenvolvimento da sociedade como um todo. Por outro lado, a liberdade de expressão nos dá acesso a ideias como a de grupos extremistas como o nazismo ou qualquer outo grupo que de intitule superior racialmente. Usando como pretexto a liberdade de expressão, fala-se sobre o nazismo ou qualquer outro grupo excludente. No Brasil e em outros países, como a Alemanha, isto é proibido, não se pode criar grupos nazistas, enquanto nos EUA pode. Há leis diferentes de acordo com o entendimento de cada país com a questão. Nos EUA se parte do pressuposto de que o debate pode ocorrer desde que ele não se torne em uma ação prejudicial a alguém, no caso, como vimos, teve mortes e isso é em uma escala macro, com consequências enormes. Numa escala micro, o debate e a liberdade de expressão está em várias áreas da nossa vida. Recentemente a gente teve um caso bastante interessante com o nosso grupo de yoga no Facebook, um grupo de discussão chamado “Conhecendo o Yoga a fundo”, sempre foi um grupo em que as pessoas expuseram as ideias, havia alguma discordância, mas existia uma harmonia no grupo, até qganadosue dois integrantes o grupo começaram a atacar e falar de forma mais agressiva, alegando que os participantes do grupo estavam sendo enganados e que eles detinham a verdade sobre o que era o yoga verdadeiro. A gente tem uma dificuldade em relação ao yoga porque diferentemente de outras regiões, como Roma e Grécia que se preocupavam em data, no yoga e no hinduísmo como um todo não há essa preocupação, os textos não possuem datações. E naquela discussão do grupo no Facebook, um dos participantes se diz ser de uma tradição que antecede o yoga de Patanjali, a dos Nathas, então, segundo ele, quem teria a verdade seria os Nathas, no extremo do conhecimento acaba-se chegando num limite de fé, como neste caso. Porque se há uma história que foi contada, que seria primeiro os Vedas, depois as Upanishads, depois o começo do Tantra no século III ou IV e que vai se desenvolvendo de acordo com a dinastia Gupta. Os detentores da tradição Natha dizem que ela é anterior a Patanjali, que o que Patanjali escreveu seria consequência dessa sabedoria e aí há essa postura de um dos participantes de se colocar como alguém que sabe de algo e os outros como os ludibriados. É um pouco complicado porque, como eu falei, se restringe apenas uma visão e temos que respeitar, mas cada um deve olhar pra si e ver o que mais faz sentido dentro deste quebra-cabeça, dentro das evidências mais fortes que conseguimos construir uma verdade. Não vi totalmente o debate, como chegaram algumas reclamações acabei dando uma olhada e identifiquei esse ponto limítrofe que esbarra na fé, mas isso não acontece somente na parte histórica, mas na ciência também. O fato de eu não ter participado do debate é pelo fato de eu estar escrevendo o terceiro livro de uma série de cinco que irei publicar, este livro trata de um assunto que acaba se aproximando dessa discussão, uma ala da ciência que tenta provar que os pensamentos são apenas reflexos de uma série e estímulos anteriores no cérebro. Então a gente tem uma ideia que surge, um pensamento, que acaba gerando uma descarga ou influenciando o cérebro. Esta área da ciência, chamada de Fisicalismo, tenta provar o contrário, que no fundo tudo é consequência de estímulos cerebrais, que não temos o controle sobre esses estímulos, o que a gente tem é apenas uma justificativa consciente, o que a gente faz é uma decisão a priori com impulsos nervosos e liberações endócrinas. É um assunto bastante delicado, mas que se esbarra na questão da fé ou de reconhecimento de evidências, então existe de fato uma consciência que seria o que comanda ou simplesmente é uma enganação do tipo de estimulo que os pensamentos geram que nos dão a impressão de que a gente percebe algo antes, mas no fundo tudo acontece no nosso cérebro, sem nenhum livre arbítrio efetivo nosso. Então chega nesse ponto que é a fé, uma questão de opinião baseada numa crença, porque como se saber qual tradição veio antes ou como saber se existe tal percepção por trás, vai sendo da evidência de cada um. O ponto é que se deve liberar a discussão sobre os diferentes assuntos, tem que estimular, mas daí vem o outro lado porque na vida a gente nunca tem o ganho dos dois lados. Estamos passando agora pela era da comunicação, dos smartphones, que é interessante, a gente fala com todo mundo a na hora que em entende, mas há de convir que o mundo como um todo está ficando aparentemente mais “retardado”, com todos concentrados em seus aparelhos. Então sempre tem um lado que ganha, outro que perde. No caso da liberdade de expressão temos risco no que aconteceu nos Estados Unidos e no nosso grupo o que acaba acontecendo é que pode-se até criar fakes para mostrar ter receber apoio, e quando há pessoas te apoiando já é muita coisa. O que é complicado porque o interesse de quem faz isso pode ser financeiro, comercial. O fato é que esta pessoa teria mais tempo para trabalhar e desenvolver as ideias, o que acaba desestimulando as pessoas que se dispunham a fazer um debate mais tranquilo, que passam a se sentir desmotivadas pelo tipo de comportamento agressivo de um integrante. É uma situação delicada, o que fazer? Censurar, retirar a pessoa do grupo? Ou não, vai tentar fazer com que ela se adeque, mas enfim...Como eu disse no início, este episódio não terá uma conclusão, apenas um ponto de vista e como a liberdade de expressão tem as duas facetas e como, no geral, as duas tem em todas as coisas da nossa vida, as mudanças sempre trazem os dois lado, sempre uma ambivalência, um ganha e um perde, é isso que eu quero dizer. Pra finalizar vou deixar a música completa do Paganini, quem estiver assistindo pelo App conseguirá ver as imagens da violinista Hilary Hahn tocando Paganini que foi um violinista e compositor do século XVIII (1772 a 1840), ele tinha um virtuosismo, tocava acima dos outros, de uma forma que ninguém conseguia tocar, por esta razão foi considerado ter pacto com o diabo. Vou deixar com vocês a Caprice 24 que, em sua época, era o único que consegui tocar, mesmo não sendo uma das músicas mais lindas é das mais difíceis de tocar.  

Formação de Professores | 30 jun 2021 | Daniel De Nardi

Depoimentos do Curso Formação Yoga

Curso Formação Yoga Com muita satisfação finalizamos mais um ciclo do Curso de Formação Yoga semi-presencial do YogIN App. Neste curso os alunos recebem o conteúdo online semanalmente. Mensalmente há um encontro ao vivo para tirar dúvidas e duas vezes nos encontramos presencialmente para ver correções e alinhamentos para quem quer dar aula. O curso online de Yoga permite o estudo a hora que o aluno consegue e ele pode rever a aula quantas vezes quiser. Além disso há perguntas ao final de cada aula que são corrigidas individualmente pelos professores que ministram o curso. Esta é a segunda turma em que 100% dos participantes finalizam o curso. Para nós da equipe da Formação, isso é um excelente sinal, acima até mesmo das nossas expectativas e comparações com outros cursos online. Isso nos deixa muito felizes em saber que as alunas estão gostando do conteúdo. Temos consciência que sempre há espaço para melhorias. A cada edição, gravamos novas aulas que são disponibilizadas para as turmas anteriores. Acho que já falamos demais. Para nós é fácil falar com paixão desse curso de Formação em Yoga, mas preferimos deixar a palavra com as alunas que compartilharam suas experiências.   https://yoginappacademy.com/formacao-yoga-online/              

Filosofia do Yoga | 29 jun 2021 | Daniel De Nardi

Como o Yoga pode ajudar você a aprender

Como o Yoga pode ajudar você a aprender - Para falar de aprendizado temos que entender o princípio básico de funcionamento do cérebro, que explorei melhor nesse outro artigo, o cérebro humano foi projetado para a sobrevivência. Sendo assim o que rege suas decisões é o princípio de conservação de energia. O cérebro trabalha incansavelmente para fazer as coisas com o mínimo de esforço possível. Toda mudança significa readaptação, logo desgaste. Como o cérebro não quer desperdiçar energia, luta contra as mudança, produzindo estímulos que prejudicam a mudança na forma como fazemos as coisas. Esse princípio de preservar a energia e evitar novos aprendizados não é ruim, ele foi necessário para nossa perpetuação como espécie, especialmente quando passávamos constantemente por situações de perigo. Não podíamos aprender uma nova técnica a cada vez que nos deparássemos com um animal predador. Não dava nem para pensar, usávamos sempre o que funcionou. Inventar moda podia custar a vida. Continuamos precisando de padrões, sem eles a vida congela. Se você tentar uma nova forma de amarrar o cadarço cada vez que tiver que por um tênis, sua vida se tornará um estorvo. Só que de vez em quando, pode tentar amarrar diferente, não vai fazer mal. O condicionamento de manter padrões aprendidos e confirmados como eficientes é atávico. Para o cérebro, há pelo menos 100.000 anos continua funcionando a mesma fórmula: [ mudança = gasto de energia] [Plano de ação = produzir hormônios que estimulem análises mostrando que a mudança não vale mesmo a pena. Medo pode ajudar aqui também. Que fique claro - em time que está ganhando não se mexe.] {Conclusão: Estamos vivos, PRA QUE MUDAR????} new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-e-o-stress-ebbbd5c51665ef24833c-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Até 10 anos de idade (pode passar um pouco), o cérebro humano mantém-se extremamente propenso ao aprendizado. O mundo é uma novidade e precisamos aprender a habitá-lo. Todos os estímulos que uma criança nessa fase inicial recebe, serão determinantes para seus hábitos como adulto. O que é apresentado à criança começa a definir os caminhos no cérebro que serão revisitados ao longo da sua vida adulta. Criamos trilhas para facilitar nosso vida, temos trilhas para estímulos corporais, forma de se relacionar com as pessoas, para gostos de música ou comida. O exemplo clássico de Mozart é somente entre os milhares de gênios que tiveram uma infância repleta de estímulos nas áreas que depois despontaram. Com esses estímulos da infância o cérebro já começa a entender que não precisa mais muita coisa para se manter vivo. Aquilo que aprendeu já serve para sobreviver. Logo, qualquer coisa a mais representa gasto energético e ele tentará impedir. É como se ele tivesse já traçado suas trilhas e já sabe como chegar nos lugares que precisa. Toda vez que começamos a aprender algo novo, a primeira reação do cérebro é tentar convencê-lo de que aquilo não vai servir para nada. Desnecessário. Não há porque aprender algo novo se você já sabe se virar na vida. Borá fazer o que funciona. Devido aos estímulos iniciais tendemos a seguir essas mesmas trilhas, elas são seguras, funcionam e não geram desconforto. Novos horizontes de aprendizados demandam gasto energético e o cérebro não gosta disso. Se você gosta de filme de ação, quando começa a ver um filme de diálogos, acha a situação absolutamente inútil e desnecessária. Que Coisa Chata!!! Em 30 minutos você já dormiu ou saiu da sala. Vou chamar esses atalhos da infância de trilhas de 10 anos. Elas não são criadas apenas nas nossas habilidades mentais, mas também nas questões emocionais e corporais. O tipo de estímulo corporal que você teve nas trilhas de 10 anos é o que o cérebro entendeu que é o melhor a se fazer, mesmo que o esporte gere um monte de lesões, você continuará achando que é a melhor atividade do mundo. Atividades corporais que geram tipos de habilidades que você não está habituado a fazer são excelentes para tirar o cérebro de sua zona de conforto e começar a jogá-lo em situações que precisa se readaptar. O ásana, é um excelente exercício para forçar o cérebro a sair de sua zona de conforto. Para aprender a sair das trilhas de 10 anos você ter que forçar  sua readaptação. Isto será importante não apenas para favorecer sua capacidade de aprendizado como fará você segurar melhor a barra em situações difíceis que todos passamos. Quem não passou dificuldade até os 10 anos, deve começar a pensar em formas de incomodar um pouco o seu cérebro. Fará bem para sua vida. Quem passou, não se iluda, se perder o treino, não continuará sabendo se readaptar. mexa ele também para manter-se em forma. O cérebro precisa sair da sua zona de conforto para se manter capaz de se readaptar, se ele não for estimulado a se readaptar ficará acomodado e isso sim é perigoso, pois além de dificultar novos aprendizados, qualquer situação de stress real como relacionamentos ou saúde podem levar um cérebro acomodado à tragédia. Crianças que passam por dificuldades na infância e conseguem se adaptar tem mais tendência à felicidade. O cérebro reclama menos, aprendeu a se virar. Passou por poucas e boas e o que acontecer a parti de agora é lucro. Lugares pobres como Índia, Indonésia, Peru parecem concentram mais pessoas felizes que os desenvolvidos países europeus. Nada contra a civilidade, mas não há como negar que facilidades prejudicam o psiquismo das pessoas. Não precisamos ir longe, basta olhar para as partes mais pobres do Brasil e constatar essa relação de:   Necessidade de se adaptar   X   Reclamar menos e aproveitar mais a vida. E o que dizer de jovens mimados que passam o tempo todo reclamando de coisas inexpressivas? Podemos gerar essas necessidades de readaptação forçando o cérebro a se ajustar à situações desconhecidas. Você pode fazer isso se forçando para aprender uma língua por exemplo (onde usarei italiano?) X (se você pensar esse aprendizado novo apenas como um treino de capacidade de readaptação do cérebro que interferirá diretamente na sua felicidade, será que não vale a pena aprender italiano? De quebra pode assistir La Traviata sem precisar olhar para o letreiro.) Assistir filmes que você sabe que não gosta, experimente iranianos, japoneses, indianos. Na parte emocional é complicado gerar esse tipo de desconforto. Não posso ligar para você e dizer que seu chefe vai demiti-lo amanhã. Não será legal e talvez você bloqueie nas redes sociais. Agora garanto que se você vem se forçando a se readaptar a situações desconhecidas, você passará melhor por uma situação real de demissão ou qualquer outro stress emocional. Experiências de desconforto corporal podem ensinar ao cérebro o funcionamento da readaptação. Que tal conhecer um tipo de arte que você nunca ouviu falar ou ler revistas que nunca lê? Tal como um músculo, a medida que você vai treinando seu cérebro a aprender sobre assuntos diversos, ele começa a reclamar menos de cada novo aprendizado, tal como um músculo está mais maleável e já sabe que não vai morrer por gastar um pouco mais de energia. Mircea Eliade, falava no Yoga como uma técnica de transcender a condição humana. O que seria mais insuportável para o órgão dos comandos que parar de dar ordens? Talvez a meditação seja a tarefa que ele vai lutar mais para não fazer, mas imagina a capacidade de flexibilidade e consequentemente de aprendizado que ela pode te dar?   aaaaaaaa não vai dar...... vou morrerrrrrrrr.... não tudo menos parar os pensamentos, aprendo italiano,isso não.....      

Filosofia do Yoga | 27 jun 2021 | Daniel De Nardi

O Oriente encontra o Ocidente, o início do Yoga por aqui – Podcast #13

Como o Yoga começou por aqui - Podcast #13 No podcast de hoje vamos entender quando o Yoga chega ao ocidente trazido pela influência de um violinista. O desconhecido no mundo do Yoga e famoso no mundo da música Yehudi Menuhin, primeiro aluno ocidental de B.K.S. Iyengar. A primeira aparição do Yoga no ocidente acontece em 1893 na Conferência Internacional das Religiões em Chicago. Vivekanada, o yogin que primeiro falou sobre o Yoga no ocidente foi homenageado com o nome dessa rua na cidade onde a conferência aconteceu. Depois disso, as ideias do Yoga não criaram raízes no pensamento ocidental. A prática de Yoga começa a ganhar força apenas na década de 50 quando o violinista Yehudi conhece Iyengar e começa a traze-lo regularmente para palestrar no ocidente. Primeiro na Suíça em 1952 e depois em várias cidades americanas, onde funda escolas e começa a difusão do Yoga no Ocidente. Iyengar conheceu Menuhin em 1952 em Bombaim, Índia. Menuhin estudou com Krishnamurti que recomendou que Iyengar ensinasse Yoga ao violinista. Quando se encontraram, Menuhin disse que estava muito cansado e que não ia poder ficar muito tempo com o professor. Iyengar lhe ensinou uma invertida e o músico executou. Menuhin adorou a técnica e ficou praticando por mais uma hora com Iyengar. Menuhin começou a perceber que o Yoga melhorava sua performance na música. Tornou-se um yogin disciplinado e estudioso. Manteve contato com Iyengar por toda a vida dedicando seu mais famoso livro - Light on Yoga ao seu aluno Äo meu melhor professor de violino.\"B.K.S. Iyengar.             Links Álbum gravado por Yehudi e Ravi Shankar - West Meets East Curso de Formação do YogIN App https://yoginapp.com/curso-yoga-formacao-de-professores Trilha Sonora da série - Reflexões de um YogIN Contemporâneo Praça de Chicago onde há uma ruela homenageando Vivekananda   Documentário sobre Menuhin Yehudian https://youtu.be/sMTFMVvzHfQ Curso de Mantra com Sandro Shankar - Audiobookm de Iyengar B.K.S. Iyengar O que Iyengar pensa da evolução do Yoga https://youtu.be/mv4SkZVGxU8 Iyengar foi homenageado na página do Goolge em seu \"97\" aniversário https://youtu.be/Jot8PoRASh0   https://yoginapp.com/aulas/hatha-yoga-com-props/   Yoga com Props com Mariel Gunsch Aulas YogIN App Apresentação da aula de Yoga com Props no YouTube https://youtu.be/4DwvplhcYJg   Planos de assinatura de aulas de Yoga online Boas reflexões e até o próximo Reflexões de um YogIN Contemporâneo. Transcrição do Podcast   O Oriente Encontra o Ocidente, O Início do Yoga por Aqui #13 Olá, o meu nome é Daniel De Nardi e hoje é o dia em que a gente vai unir a música clássica com o nascimento do yoga no ocidente ou a vinda do yoga para o ocidente. No curso de formação do YogIN App, nós temos uma aula bem extensa que explica detalhadamente qual é o contexto histórico tanto na índia quanto no ocidente quando o yoga passa a ser difundido e praticado e reconhecido. Hoje a gente vai falar um trecho desta história porque vamos comentar sobre quem canta esta música com Ravi Shankar, é um violinista chamado Yehudi Menuhin, podemos considerá-lo o padrinho do yoga no ocidente. Oficialmente o yoga chega ao ocidente em 1893, na Conferência Internacional da Religiões, um grande mestre de yoga indiano chamado Vivekananda é convidado para falar sobre o yoga e o hinduísmo e ali se pode dizer que o yoga foi explicado como conceito pela primeira vez no ocidente, em Chicago. Inclusive, na praça principal da cidade, onde tem alargada da maratona de Chicago, tem uma ruela chamada Vivekananda way, em homenagem ao mestre, por ter trazido o yoga ao ocidente. Mas após a palestra o assunto não fica presente, não cria raiz, tanto que passa-se muitos anos e demora para que se tenha uma escola de yoga por aqui. Fala-se que em 1940 abriu a primeira escola de yoga, de uma russa em Cuba, porém não foi nada expressivo. O yoga começa de fato ser conhecido no ocidente a partir desse violinista, o Yehudi que eu já mencionei. Yehudi Menuhin não é muito conhecido como popstar, mas dentro do meio da música clássica ele é bastante reconhecido, ele foi um dos maiores violinistas do mundo de sua época, ele nasceu em 1916 e morreu em 1999, e ele era um prodígio desde o início de sua carreira ele tocava de forma magnifica, começou muito cedo e tinha muita habilidade para aquilo. E ele esgotou os recursos da música ocidental e começou a pesquisar os padrões orientais, ele começou a observar que a Índia não seguia o mesmo padrão de notas musicais e ritmos, e passou a estudar a música inicialmente indiana, mas você fizer um estudo profundo sobre a música indiana (e a gente tem um outro curso de mantra do Sandro Shankara que pesquisa a música indiana clássica) vem junto muitos conceitos do hinduísmo não é só a música pura. E, a partir dali, Menuhin começa a travar contato com a inteligência indiana, filosofia, modo de viver, especulações sobre a vida, então ele começou a estudar um autor famoso no ocidente chamado Krishnamurti que recomendou a ele que conhecesse o Iyengar e praticasse yoga. Um dia Menuhin estava na Índia e chamou o Iyengar para fazer algumas posições pra ele (esta história é conhecida ela, inclusive, está na página do Iyengar), ele estava muito cansado e, então, o Iyengar chegou lá e disse que ensinaria um exercício que iria melhorar o cansaço dele, pediu para que ele levantasse as pernas, provavelmente pediu para que ele fizesse um sarvangasana – uma invertida sobre os ombros – , Menuhin gostou daquilo, sentiu os efeitos e ficou mais de uma hora praticando com Iyengar. Depois passou a chamá-lo porque sentiu-se muito bem, assim tornou-se um exímio praticante. Em 1952 ele chama Iyengar para ir a Suíça para dar uma palestra, foi aí que o yoga começou, realmente, a criar raiz no ocidente.  Depois Iyengar vai para os EUA e começa a fundar as primeiras escolas de yoga, então o yoga funda-se realmente como uma estrutura, como uma marca indiana no ocidente, a partir desse movimento desses dois importantes ícones da cultura do yoga e foi esse acaso que fez com que o yoga fosse difundido, porque ele ganha corpo no ocidente com o Iyengar que, inclusive em 2004, entrou para a lista da revista Times como um dos cem homens mais importantes do mundo, ele chegou a um patamar que nenhum outro mestre de yoga chegou, e talvez chegue, ele foi mundialmente reconhecido e quando você vê entrevistas ou estuda a obra dele (eu sempre falo da audible, que tem muitos livros dele para quem gosta de ouvir, mas que gosta e ler tem a obra toda traduzida para o português) percebe que e não era a intenção dele ficar conhecido no mundo todo, tanto que ele ficou morando na cidade dele a vida toda. Ele era um difusor, ele sobre levar a mensagem do yoga com um aspecto terapêutico, mostrando fato os efeitos que prática fazia nos praticantes e adequando a pratica como um estilo de vida para a vida inteira. Ele inclui props que são aquele bloquinhos e também faixas. Se você for muito tradicionalista você vai dizer “ah, imagina, na antiguidade não se praticava com bloco e nem com faixas” mas e daí? Na antiguidade se dormia na pedra, então vamos dormir também? Isso não faz sentido, o yoga é um filosofia que venceu ao tempo justamente pela sua adequação, ele não ficou preso a dogmas inflexíveis, e foi mantendo o centro essa busca por uma paz interna, por uma sensação de auto-observação mais precisa, o yoga manteve isso apesar das técnicas irem mudando ao longo do tempo e isso se preservou e isso é o que se tem de mais valioso no yoga, agora, “não vou usar o props porque os primeiros praticantes não tinham” isso eu acho uma besteira muito grande, eu uso e me ajuda muito na prática, assim como as faixas, determinadas posições você não consegue realizar (como alcançar o pé ou levantar a perna)  e você não vai usar a faixa porque é um tradicionalista, mas se usasse conseguiria realizar a posição, relaxando o músculo sem fazer força, qual é a escolha mais inteligente? Então o Iyengar trouxe esses materiais e a adequação do yoga como um estilo de vida para as pessoas praticarem ao longo dos anos, inclusive ele era um crítico dos altos, no Ashtanga ele dizia “como é que você vai saltar aos 80 anos?”. A prática dele tem esse objetivo, ficar a vida inteira praticando (como ele, existe imagens dele bem velhinho praticando) porque ele usou desse método, se o yoga é uma prática que desenvolve longevidade, precisa ser uma prática que você consiga levar para a longevidade, então o estilo de yoga do Iyengar faz esse trabalho. A gente tem uma aula de yoga com props da professora Mariel, eu vou deixar o link pra quem for aluno e quiser praticar, pra quem não for aluno eu vou deixar uma apresentação dessa aula que a gente tem o YouTube e também o link das nossas aulas, pra você ver quantas aulas o YogIN App tem disponível. A gente mais de cem aulas e o aluno pode escolher por diferentes períodos e estilos, você poderá fazer uma triagem de acordo com as suas necessidades, praticar quantas vezes quiser, salvar nos favoritos, então você poderá acessar facilmente essa aula e fazer tudo isso pelo aplicativo ou pelo site. Quem não conhece e quer conhecer aproveita que a gente está por um período, que eu não sei quanto tempo irá durar, para baixar o aplicativo e tem trinta dias grátis para experimentar, pode cancelar antes dos trinta dias, sem custo. Uma oportunidade para você que não pratica yoga começar. A ideia não é substituir a aula presencial, algumas pessoas não tem a possibilidade de frequentar aulas de yoga, às vezes não tem na cidade delas, então para ela seria interessante. Quem  faz em uma escola pode conciliar, aulas online tem essa vantagem de a gente fazer na hora que a gente quiser ou nos momentos em que não tem aula, hoje, por exemplo, eu estou gravando numa sexta-feira de feriado e muitas escolas podem estar fechadas e quando o aluno quiser praticar ele tem a opção do yoga on line, pode fazer um plano simples, tem planos a partir de R$29,00 e escolher um plano pra você ter como um plano B. E pra quem faz regularmente e só tem essa opção, eu sugiro que faça um plano que vocês consigam interagir com os professores (é uma opção, você pode continuar com a aula gravada), o plano Premium a gente consegue interagir e vê-los durante a prática. Então eu encerro por aqui, esse foi mais um Reflexões de um YogIN Contemporâneo, e eu vou deixar o link do álbum que eles gravaram do Menuhin com Ravi Shankar que começa a ligação do yoga com o ocidente, vou deixar o álbum pra quem quiser ouvir. Até o próximo podcast. Om Namah Shivaya!     https://yoginapp.com/reflexoes-de-um-yogin-contemporaneo-serie-de-podcasts-yoga-pro-seu-dia-dia

medite - acordar bem
Vídeos de Yoga | 12 jun 2021 | Daniel De Nardi

Live com Dicas para Acordar Bem – Medite

Meditar para começar bem o dia! Live sobre a primeira dica para acordar bem - Medite. Nesta aula explicamos a Meditação da Memória dos Sonhos, técnica muito eficiente para o autoconhecimento. Entenda melhor assistindo o vídeo até o final.   https://youtu.be/zUB7AM4P-i4   new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

nao pule o shavasana
Respiração e Relaxamento | 10 jun 2021 | Déb

EBOOK – COMO ATINGIR O ESTADO DE RELAXAMENTO?

EBOOK - COMO ATINGIR O ESTADO DE RELAXAMENTO? Orientações simples, rápidas e práticas baseadas no ensinamento ancestral do Yoga para você entrar em um estado de paz interior, serenidade e tranquilidade! Acompanhe o passo-a-passo para conseguir produzir um relaxamento Local para prática, postura para o relaxamento, qual música escutar entre outras dicas Entendendo sobre o SHAVASANA e YOGANIDRA e seus benefícios Qual a relação entre SHAVASANA e YOGANIDRA?     Clique no botão abaixo e aprenda isso e muito mais com o nosso e-book gratuito!     new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Acordar bem - Respire
Dicas de Yoga | 3 jun 2021 | Daniel De Nardi

Dica para Acordar Bem – Respire

Como a Respiração é essencial! Nesta live falamos da Segunda Dica para Acordar Bem - Respire. Entenda como a respiração pode melhorar o começo do seu dia e aprenda quais técnicas do Yoga podem ajudar nisso. Respirar é viver e quem respira melhor vive melhor.   YogIN App - Escola de Yoga OnLine · Live Dica para Acordar Bem - Respire  

Filosofia do Yoga | 2 jun 2021 | Daniel De Nardi

Resumo da Tese de Doutorado sobre Yoga Contemporâneo do Doutor Roberto Simões

  Fiz um resumo da incrível pesquisa feita pelo Doutor Roberto Simões sobre os desígnios do Yoga no Brasil. Recomendo o estudo da pesquisa completa no podcast Yoga Contemporâneo. https://soundcloud.com/yogin-cast/resumo-da-tese-de-doutorado-sobre-yoga-de-roberto-simoes Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão  

YogIN App
Respiração e Relaxamento | 31 maio 2021 | Ellen Lima

RESPIRE COM CONSCIÊNCIA, SAIA DO AUTOMÁTICO

RESPIRE COM CONSCIÊNCIA, SAIA DO AUTOMÁTICO Respirar é um ato tão involuntário e automático que damos pouquíssima ou nenhuma atenção a ele. A questão é que respiração e emoção estão diretamente ligadas, uma influencia a outra, portanto se reaprendermos a respirar desenvolveremos uma ferramenta muito poderosa para o controle emocional. O yoga já tinha como foco, há mais de 4000 anos atrás, o que a ciência vem comprovando por meio de pesquisas e estudos relativamente recentes: a respiração, embora seja ato involuntário, deve ser realizada de maneira correta (nasal), e pode ser alterada de forma voluntária e com consciência, o que contribui de forma significativa para a melhora na qualidade de vida das pessoas que praticam essas técnicas (pranayamas). Pantanjali inicia os Yoga Sutras definindo yoga como supressão da instabilidade da mente. No Bhagavad Gita, canto VI, verso 19 diz: “o yogue que tem a mente dominada e, recolhido em si mesmo pratica a yoga, é como uma chama luminosa que, ao brigo do vento, não sofre nenhuma oscilação.” No Hatha Yoga Pradipika diz que a mente pode ser estabilizada através da respiração: “Enquanto a respiração for irregular, a mente permanecerá instável; quando a respiração se acalmar, a mente permanecerá imóvel e o yogi conseguirá a estabilidade. Por conseguinte, deve-se controlar a respiração.” Hatha Yoga Pradipika, II:2 Em Árvore do yoga, comparando a respiração á uma arvore, Iyengar demonstra a importância dos pranayamas: “Como as folhas que arejam a árvore e fornecem nutrientes para que seu crescimento seja saudável, também o Prāṇāyāma alimenta e areja as células, os nervos, os órgãos, a inteligência e a consciência do sistema humano. Quando estamos realizando um àsana-(postura física), só podemos entender plenamente o corpo se sincronizarmos a respiração com o movimento. Prāṇā é energia. Ayama é criação, distribuição e manutenção. Prāṇāyāma é a ciência da respiração, que leva à criação, distribuição e manutenção da energia vital.” A respiração é algo tão importante que a Associação Brasileira de Rinologia, lançou no ano passado (2015) uma campanha chamada “Cuide Bem do Seu Nariz”, onde abordou a importância da respiração correta, a começar pelo fato da respiração adequada ser nasal e sua função: “Quando inspirado pelo nariz, o ar é umedecido, aquecido e filtrado, evitando que as impurezas cheguem ao organismo. Por sua vez, a respiração pela boca não prejudica apenas o sistema respiratório, mas também gera impactos no desenvolvimento da estrutura óssea facial. Além disso, a vida social de quem sofre deste problema também é prejudicada. “Em todas as faixas etárias, quem não respira pelo nariz apresenta irritação, ansiedade e depressão. Outros têm problemas com a audição, voz e até nas atividades sexuais. Por estes motivos, o desempenho no trabalho e nas atividades sociais é afetado”, afirma Roithmann. “A pessoa que respira bem pelo nariz tem melhor qualidade de vida em relação ao que respira mais pela boca. A respiração oral atinge a garganta, o sentido do olfato, a qualidade do sono, a função pulmonar, além de trazer muitos outros malefícios”, afirma o otorrinolaringologista. Mas não basta uma respiração nasal, é preciso trazer consciência para o ato de respirar. Não inspiramos apenas oxigênio para dentro no corpo, mas também energia prânica. As técnicas de pranayama tem como objetivo a expansão dessa energia vital. “O pranaiama não é uma respiração normal, nem simplesmente a respiração profunda. É a técnica de gerar energia vital. Somente as técnicas do pranaiama, que regulam, canalizam e (ao reter a respiração) represam o fluxo para melhor controlar e extrair sua energia inerente, é que produzimos energia suficiente para realizar todo nosso potencial. A jornada para o centro infinito da existência é árdua. Só a energia prânica pode nos levar até lá.” (Luz na Vida, Iyengar) São inúmeros os efeitos das técnicas respiratórias no organismo como: estabilização do sistema nervoso autônomo, aumento da variabilidade da frequência cardíaca, diminuição da pressão arterial, aumento da função pulmonar, aumento do sistema imunológico, melhora na qualidade e padrão de sono e aumento do bem estar e qualidade de vida. (Tecnicas de respiração para redução do estresse em terapia cognitivo-comportamental) No seu livro Treinamento YogIN de Respiração, Daniel De Nardi ensina como realizar as técnicas respiratórias através de um treinamento passo a passo, e tem uma frase que deixo para terminar esse texto, que nos faz repensar na importância da respiração: “O ser humano é capaz de ficar dias sem comer, horas sem tomar água, mas não passa minutos sem respirar. A vida depende desesperadamente da respiração, por tanto se respiramos melhor, vivemos melhor. Quanto mais ar, mais vida.”   Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão

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