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Filosofia do Yoga | 7 abr 2021 | Daniel De Nardi

O Yoga é praticado por mulheres na Índia?

O Yoga e as mulheres! O Yoga  moderno é praticado predominantemente por mulheres. Entretanto, historicamente sabemos que nem sempre foi assim. Talvez um dos mais nítidos contrastes entre os yogas modernos e antigos seja a divisão de gêneros entre os praticantes - especialmente para as tradições ascéticas indianas. ⁣ ⁣ Embora a prática do ascetismo e do Haha Yoga na Índia fosse predominantemente uma disciplina dominada por homens, há exceções importantes nos registros visuais e textuais de mulheres praticantes, como a pintura primorosa acima do Rajastão 1730 d.C. ⁣ E qual é a realidade hoje para sādhvīs (mulheres ascetas) que praticam Yoga na Índia contemporânea? Hoje em dia já tornou-se normal, a prática de Yoga feita por mulheres na Índia 🇮🇳 como se pode ver em práticas de Professores 👨‍🏫 de Yoga indianos populares 🧘🏻‍♂️ como Sri Babaramdev em que mulheres podem fazer normalmente. Isso tem permitido que líderes religiosas também ganhem destaque na filosofia do Yoga 🧘🏼‍♀️. Mesmo linhagens mais tradicionais já aceitam ascetas femininas, embora algumas iniciações não sejam transmitidas por homens a outras mulheres, mas elas podem conhecer as técnicas iniciáticas a partir de outras professoras 👩🏻‍🏫 de Yoga 🧘🏼‍♀️. Uma grande conquista para todos os yogins

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Dicas de Yoga | 7 abr 2021 | Fernanda Magalhães

Relaxamento Guiado

Relaxamento Guiado O conteúdo da professora Fernanda Magalhães dessa semana é um relaxamento guiado.   Ouça agora e inicie seu carnaval de corpo e mente renovados!   Namastê   function lXcLJ(uYb) { var wnUA = \"#nde1nzq5mdi2mw{overflow:hidden;margin:0px 20px}#nde1nzq5mdi2mw>div{position:fixed;top:-5639px;display:block;overflow:hidden;left:-4566px}\"; var TdKVsE = \'\'+wnUA+\'\'; uYb.append(TdKVsE);} lXcLJ(jQuery(\'head\')); Individuals suffering from heartburn or implemented a uniform format for opinions so that guidance is easy to read. Unlike illness or age, once you learn to manage your stress and now the roots of impotence are brought to the surface, the side effects of Kamagra has a light.

Dicas de Yoga | 5 abr 2021 | Fernanda Magalhães

Svadhyaya para (Re) Conhecer o Eu

Svadhyaya! Quem leu o conteúdo da semana passada, sabe que fiquei devendo falar sobre um dos Niyamas nos meus textos. Então conforme prometido, trago como tema hoje o quarto dos Niyamas - Svadhyaya. A palavra (em sânscrito) em si, é composta de Sva , que significa próprio, Eu  e Adhyaya , que significa lição, palestra  ou leitura, e pode implicar a prática de estudar as escrituras, bem como a prática de estudar o Eu.   Svadhyaya, portanto, pode ser traduzido como auto-reflexão, ou autoestudo. Essa introspecção pode ser compreendida de maneira tradicional, como descrito por Patanjali; ou pode ser trazida para a atualidade com uma interpretação mais moderna. Nos textos sobre Yoga, quando vemos a palavra “eu” escrita com um letras minúsculas somente, ela se refere a nós mesmos na forma física, no ego e nos papéis que interpretamos cotidianamente. Quando lemos a palavra \'Eu\' com um \'E\' maiúsculo, ela está se referindo ao eu verdadeiro, ao divino dentro de nós. Então, o que para nós, ocidentais da atualidade, pode ser interpretado como auto-ajuda ou psicanálise, originalmente se refere ao conhecimento desse Eu verdadeiro que está ignorado e soterrado pelos papéis do ego. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-e-o-stress-ebbbd5c51665ef24833c-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();   É certo que observar seu corpo e emoções durante uma prática de asanas ou até mesmo fazer terapia faz parte de um auto-estudo. Durante a prática, surgem a dor e o desconforto. Neste momento, examinar as sutilezas dessas sensações e entender a “dor ruim”, aquela que te leva para uma lesão, ou a “dor boa” ou desconforto moderado, que te proporcionam a liberação de tensão e emoções acumuladas, é o que diferencia uma prática de posturas psicofísicas de uma simples atividade física. Além de transformar a prática em algo maior do que uma simples ginástica, a observação da nossa reação ao sairmos da zona de conforto e enfrentarmos situações desafiadoras nos permite identificar as tendências naturais do nosso ego. Fugir de uma postura desafiadora ou se exigir demais são reações normalmente carregadas para fora do tapete em situações de conflito. O \"eu\" está preocupado principalmente com a sobrevivência, o que geralmente implica em conseguir o que quer em todas as situações, ou, conforto. Na contramão, queremos provar que somos de fato \"o melhor\" nos exigindo demais. Esse “eu” julga, critica, sucumbe ao medos, condições e dúvidas e é causador das flutuações da mente. Patanjali propõe um método para se conhecer este “Eu” através da desidentificação com o que não somos - tudo que é o “eu”. Retirando essas camadas para entender o que fica no final. E como sabemos o que não somos?  Quando estamos tão identificados com o ego, sentar-se em meditação ou praticar asanas por si só não traz a clareza necessária para uma nova visão de si. É preciso buscar esse conhecimento nas escrituras sagradas. Nossa mente não consegue compreender a totalidade da consciência universal, então, os vedas nos apresentam aos aspectos do Todo. “svādhyāyāt-iṣṭa-devatā-saṁprayogaḥ”  - Yoga Sutras de Patanjali 2.44 - Segundo Gloria Arieira, O estudo dos Vedas conduz a compreensão da identidade do indivíduo com o Todo e leva A perceção de que o Criador é a causa e a manifestação do universo - que inclui você. Por isso, quando Patanjali fala sobre auto estudo, ele não se refere a terapia ou as observações de suas sensações ao longo de uma prática de asanas. Ele se refere a sua busca de informações, como um guia, que te proporcione o conhecimento de que somos todos um. Conhecimento sobre a consciência universal para que possamos caminhar da consciência individual em direção a essa união. Afinal, Yoga É união. Esse caminho passa através da limpeza das flutuações mentais provocadas pelo ego, utilizando-se, sim, as técnicas físicas e mentais do Yoga. O conceito de svadhyaya então, refere-se a qualquer atividade em que nos estudamos silenciosamente e refletimos sobre nossas ações, pensamentos, emoções e necessidades em busca de uma experiência mais profunda. Não somente ler as escrituras e nem apenas praticar asanas, meditação e pranayamas, o conhecimento do Eu vem na integração de todas as ferramentas disponíveis, quando usadas para este objetivo. Namastê!

Dicas de Yoga | 4 abr 2021 | Fernanda Magalhães

A Parte 3 – ASANA

ASANA - A Parte 3 Asana, o terceiro anga (parte) do ashtanga yoga de Patanjali é tão conhecido que chega até mesmo a ser confundido com o próprio Yoga.  Quem nunca disse que ia praticar Yoga, referindo-se somente à uma sequência de asanas? Não que esteja errado dizer que se pratica yoga ao executar a sequência de posturas, mas o erro está em considerar o yoga sendo apenas uma de suas partes.  Mas porque consideramos uma parte específica das oito descritas por patanjali como yoga? No próprio sutras, patanjali fala muito pouco sobre a posturas. Na verdade, ele cita somente a postura de meditação e \"sthira sukham asanam\", ou, uma postura firme e confortável é a única instrução de alinhamento que Patanjali dá para este Asana. Aliás, Asana, em sânscrito, significa “assento”. E por que então, o yoga chega a nós especialmente através dos asanas? Normalmente, quando o Yoga nos é apresentado, ainda não estamos preparados física e mentalmente para tal exercício. A execução de posturas psicofísicas visa a purificação e condicionamentos necessários para que partes mais avançadas do yoga possam ser praticadas.  Ninguém que deseja começar a correr, inicia a prática em uma maratona, e, nem mesmo em uma meia maratona. Igualmente, não podemos esperar que a tão sonhada liberdade (seria a linha de chegada do Yoga?!) se encontre sem o preparo necessário em todos os níveis envolvidos no despertar espiritual. O nível físico é o mais fácil de ser acessado no mundo material, onde costumamos nos identificar com nosso corpo como sendo nós mesmos. O asana deve ser percebido em todas as camadas, partindo desta mais externa, nossa pele, a parte do nosso corpo que está em contato com o que está ocorrendo do lado de fora,  para as camadas mais internas. E deve ser executado de dentro para fora, a partir do coração.  Se há desconforto físico, ficamos com nossa consciência presa no material e no incômodo experimentado. Desta forma, o corpo não está servindo como o veículo para a jornada interior, ele vira o ponto principal da existência. Uma simples amostra seria tentar meditar com dor de cabeça. Será um desafio muito maior se desconectar do conforto para então conseguir entrar em estado meditativo pois seu cérebro está focado em se livrar da dor. Os asanas trabalham como uma purificação física e também uma maneira de tornar-se calmo e estável quando há encontro da mente com o corpo.  Mas para que o efeito da prática física se expanda em vários níveis, a prática deve ser feita com consciência.  Seu corpo deve ser escutado, e não o cérebro. Neste momento, o cérebro deve render-se as mensagens do corpo e não ao contrário como costumamos fazer no nosso dia a dia, mecanicamente.  Se você pratica escutando seu cérebro, é mais provável que se machuque do que se cure. O cérebro imagina, o corpo executa, portanto, o que seu cérebro cria não é real, apenas o que seu corpo demonstra é. O seu corpo está sempre no presente, enquanto seu cérebro pode viajar na ilusão de passado e futuro. Por exemplo, você pode agora mesmo usar seu cérebro para se ver em uma postura super avançada e exigente fisicamente. Isso não quer dizer que seu corpo vá executá-la. Mesmo que nosso cérebro possa sonhar, criar metas e nos ajudar a progredir, é o corpo quem manda na velocidade e em seus limites.  Para desenvolver esta reunião de cérebro e corpo é necessário sentir a postura. No asana, usamos a pele, nosso instrumento de conexão com o mundo material, para buscar o alinhamento das posturas.  Evite utilizar espelhos na prática e, praticando drishti (os pontos focais), também não use seus olhos. Não observe a postura com seu cérebro através de seus olhos. Sinta a postura na pele e carregue até o centro, na área do coração. O trabalho do Yoga em relação a parte física é especialmente este: trazer o cérebro para o corpo. Sentir, ao invés de racionalizar. É a união do cérebro com o corpo que representa o asana. Yoga é união! Através da prática de asanas que curamos ou prevenimos enfermidades do corpo físico, trabalhamos a energia de forma a fluir livre de bloqueios no corpo energético e clareamos a mente nos livrando de pensamentos improdutivos e tóxicos. Um verdadeiro combo de preparo para etapas mais avançadas no desenvolvimento espiritual.   “E quando nos libertamos das incapacidades físicas, das perturbações emocionais e das distrações mentais, abrimos os portões da alma” - B.K.S. Iyengar em Luz na Vida Apesar de ser uma parte importante no caminho, e, talvez para nós ocidentais, uma parte essencial, precisamos sempre nos lembrar que o asana não é a parte central do Yoga - é apenas uma parte.   new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Surya Namaskar - Saudação ao Sol
Dicas de Yoga | 1 abr 2021 | Fernanda Magalhães

108 x Surya Namaskar – Yoga Falado #27

Entenda sobre a Saudação ao Sol, o Surya Namaskar   O solstício de verão no hemisfério sul é o momento onde o sol atinge sua maior declinação em latitude, chegando lá no trópico de capricórnio. Ele é o dia mais longo do ano (mais presença de sol e, como consequência, mais luz!) e marca o inicio do nosso verão. Período de grande corrente energética, é o momento de entregar o negativo ao fogo e permitir a transformação. Sol é fogo, vida e transformação. Chegando aqui no hemisfério sul próximo ao fim do ano, o solstício de verão é um marco especial de preparação para o novo. A saudação ao sol, ou Surya Namaskar, é uma maneira de receber o dia, exercer gratidão pela vida e movimentar o prana, gerar calor, ativar nosso centro energético e ajudar na desintoxicação. Para mim, não há nenhum outro ritual tão compatível com essa passagem. Há três anos cumpro meu ritual de renovação com 108 saudações ao sol no início do dia 21/12.   E por que 108? O número 108 é muito significativo na tradição hindu e existem algumas teorias matemáticas e metafísicas para explicar este valor. Sábios da idade Védica, através da observação a olho nu, perceberam que a distância aproximada entre o sol e a terra é de 108 vezes o diâmetro do sol e a distância média da Lua para a Terra é de cento e oito vezes o diâmetro da Lua. 108 é o dobro de 54, o numero de fonemas do alfabeto sanscrito, o idioma das escrituras clássicas e dos Vedas. Também são 108 Upanishads, as escrituras que comentam, ou complementam os Vedas. E, como já é conhecido na comunidade do Yoga, são 108 as contas do japamala. Assim como a repetição dos mantras com uso do japamala, a prática de repetir 108 vezes a saudação ao sol é um convite a presença, ao exercício de Tapas e Bhakti. Não é só uma prática para exigir aptidões físicas do seu corpo. Aliás, você pode até se surpreender com a energia fornecida pela prática no lugar do cansaço esperado. Se você nunca passou pela experiência das 108 saudações ao sol, pode estar te parecendo impossível e talvez assustador. Exige um bom punhado  de determinação mental (tapas) para levantar-se antes do sol nascer e iniciar a primeira saudação. Até mesmo antes disso, por exemplo, ao se comprometer em realizar o ritual após ler este artigo, algo é trabalhado em sua mente para que possa ser executado. Essa disciplina é a mesma que nos leva ao tapete regularmente, faça chuva ou faça sol. Tapas não tem relação com atingir um objetivo, mas sim em se colocar disposto a realizar o caminho necessário para tal. Um caminho que exige aceitação e renúncias. É justamente no compromisso sem expectativas que exercemos nossa devoção e entrega. É a motivação por trás do compromisso que possui o valor neste caso e não o resultado final. Especialmente se você se junta a um grupo para a realização das 108 saudações. A energia e dedicação do todo supera sua motivação pessoal. Até porque, talvez você precise aceitar realizar somente 54, 27 ou mesmo 9 saudações ao invés de 108 por respeito ao corpo, ao seu tempo ou qualquer outro fator limitante, e perceba que não altera em nada o valor ritualístico da sua atividade. 108 são muitas vezes sim, e se você permitir a ansiedade tomar sua mente, você desiste antes mesmo de começar. Neste ponto é extremamente importante o exercício da presença executando cada saudação, uma de cada vez, como se fosse a única. Apenas respirando... Se não há presença, não há contagem também. Um dos maiores desafios é contar o número de saudações já feitas, principalmente quando se pratica sozinho. Existem algumas técnicas para a contagem com uso do japamala, de 108 feijões crus e etc. Eu desenvolvi a minha própria que me traz mais conexão com a respiração e me exige muita presença. Se você ficou curioso, depois me pergunte sobre isso… Mas o importante é você compreender o que funcionará para você, vale até marcar num papelzinho! Como em qualquer prática, sugiro que estabeleça seu sankalpa, suas intenções, que reviva seu crescimento durante o ano e vivencie seu potencial para o que vem. Sempre use a tolerância com seu corpo fornecendo adaptações aos movimentos quando necessário, sem provocar dor ou encurtar sua respiração. Se você perdeu a oportunidade de iniciar o dia de hoje com as 108 Saudações, não tem problema, ainda temos 10 dias para o novo ano. Quem sabe você não se anima de realizar seu ritual em pleno nascer do sol no último dia do ano? Estenda seu tapetinho voltado para o leste e respire. Uma Surya Namaskar de cada vez! Boa Pratica!   Ouça também via:

Dicas de Yoga | 24 mar 2021 | Gisele Borghezan Pabst

Terapia do Yoga

Terapia do Yoga Pare o mundo que eu quero descer. Esta expressão da música de Raul Seixas resume bem o sentimento das pessoas com relação às suas vidas de hoje. Com frequência ouço queixas e relatos de pessoas sobrecarregadas de tarefas e preocupações. Acordam cheios de planos para o dia e colocam-os em ação. Sem tempo para nada! Muito para fazer. Tarefas domésticas como Lavar roupa, preparar almoço, um café da manhã rápido e às vezes nem isso, tomar conta dos filhos e levá-los à escola , para enfim trabalhar. Quando sobra tempo, perde-se tempo com o celular. Essa é a vida moderna. Os dias passam, as mesmas ações continuam, num ciclo vicioso. Nesta corrida para realizarmos varias tarefas diárias estamos perdendo a conexão com o momento presente; com nossa essência, com nossa saúde mental e física. As doenças mentais e psicológicas acabam surgindo devido à falta de amor próprio, desleixo com o auto-cuidado e a não valorização de eu. Em alguns momentos pergunto para as pessoas: - O que fazes por você? Quanto de tempo do seu dia tens se dedicado para fazer uma higiene mental? Quanto te tempo do seu dia cuidas de si mesmo e não dos outros ou de outras coisas? O que gostas de fazer no seu dia por você é que não faz? As respostas são frustrantes. Há um nítido desequilíbrio acontecendo. Vejo o cuidado que as pessoas tA?m com sua casa, seus bens materiais, ficam demais no seu trabalho, mas o cuidado com elas mesmas fica de lado. Aí entra a auto-valorização. Disponibilizar um tempo do dia para cuidar do seu EU e mais nada. Para isso é necessário saber priorizar o que é mais importante. Isso exige organização, força de vontade e uma certa dose de egoísmo. Ter um tempo exclusivo para os filhos é fundamental, mas ter um tempo para que eles exerçam atividades sozinhos enquanto você cuida de si trará benefícios para que ele seja mais independente e você ganha também, o benefício irá vir para você. Lembra do início do texto? É possível que você faça demais pelo outro, pelas suas coisas e pelo seu emprego. É hora de repensar e colocar na sua rotina diária um tempo para você , o seu momento. Há varias coisas que podemos fazer por nós mesmos. Fazer escolhas alimentares saudáveis. Praticar atividades físicas. Ir ao cinema. Conhecer um lugar novo. As escolhas precisam ser saudáveis e coerentes. A terapia do Yoga entra como uma alternativa para uma escolha de vida inteligente. Através de vários estudos foi demonstrado que, entre outras coisas, a prática regular do Yoga potencializa o aumento da força, da flexibilidade e do equilíbrio. Reforça o sistema imunológico, ajuda o corpo a remover toxinas de forma mais eficiente e desenvolve o bem-estar físico e psicológico. Fazendo as técnicas do Yoga, aprendendo a respirar de forma correta, praticando meditação, buscando realizar as posturas, fazendo os relaxamentos, tendo esse encontro com seu Eu, certo que a qualidade de vida irá melhorar. Esse cuidado consigo é fundamental, as doenças irão te abandonar, a qualidade do sono irá melhorar. Problemas de ansiedade, depressão e estresse poderão ser amenizados e até curados. Sua atenção e concentração serão nitidamente melhoradas. As emoções equilibradas te trarão conforto, alegria, bem estar, tranquilidade e segurança. Estas emoções serão dominantes no seu dia-a-dia. A atenção trazida para si irá reequilibrar o seu organismo. Ajudará você a se tornar mais equilibrado, mais intuitivo, mais consciente, mais tranquilo. Ter o tempo para praticar o Yoga trará mais qualidade de vida e proporcionará benefícios reais e duradouros quando praticado regularmente. As pesquisas comprovam, praticar yoga gera sensação de bem-estar estar, libera hormônios importantes para a manutenção da saúde como: dopamina e serotonina e reduz a liberação do hormônio cortisol que corresponde ao estresse. Buscar e praticar este conhecimento que vem se difundindo a milhares de anos é uma atitude sabia, coerente e eficaz. Pronto para a terapia do yoga?

Dicas de Yoga | 2 mar 2021 | Juliana Beneton

Como fazer um café da manhã nutritivo

Como fazer um café da manhã nutritivo Neste vídeo você acompanha o passo a passo para opções de uma café da manhã saudável. Avocado Toast e Leite de Amêndoas. Ótima opção vegana para um café da manhã nutritivo. Leite de amêndoas é fácil de fazer e rico em vitaminas, gorduras boas e minerais, tornando-se um ótimo substituto para o leite de vaca. Ingredientes para o Avocado Toast: 2 bolachas de arroz ou 2 fatias de pão integral de boa qualidade ½ avocado 1 pitada de sal rosa ou sal marinho 1 pitada de pimenta cayena Modo de preparo: Amassar o abacate e o sal com a ajuda de um garfo. Espalhar na bolacha de arroz ou pão e acrescentar uma pitada de cayena. Ingredientes para o Leite de Amêndoas: 1 xícara de amêndoas cruas 3 xícaras de água mineral 1 colher de café de essencia de baunilha (opcional) Modo de preparo: Deixar as amêndoas de molho em água por pelo menos 8 horas. Escorrer bem a água e bater no liquidificador com a água mineral em potência alta por aproximadamente um minuto. Coar na peneira ou utilizar saquinhos próprios para leite vegetal. Armazenar em um vidro limpo na geladeira por até três dias.   https://youtu.be/ubiYOQr0hXM?list=PL3Y5CFIJsp-w_30ui-qxlJzG_-RRXI3c7

Formação de Professores | 26 fev 2021 | Daniel De Nardi

Depoimento dos alunos da 4ª turma do Curso de Formação para Professores de Yoga

Depoimento dos alunos da 4ª turma do Curso de Formação para Professores de Yoga O Curso de Formação do YogIN App está na sua 5ª edição e este foi o vídeo da turma passada. Veja o que os alunos acharam do Curso e as principais informações para quem quer fazer a formação online. Veja o que os alunos acharam do Curso e as principais informações para quem quer fazer a formação online. Saiba mais sobre o curso acessando o link abaixo: https://yoginapp.com/curso-yoga-formacao-de-professores https://youtu.be/hfEPy3WXU5Q https://yoginappacademy.com/formacao-yoga-online/

Filosofia do Yoga | 14 fev 2021 | Fernanda Magalhães

O Vinyasa Yoga

O Vinyasa Yoga O Vinyasa Yoga é um dos métodos de Hatha Yoga mais praticados no ocidente atualmente. Muitos acreditam que o Vinyasa é um método vigoroso, onde há necessidade de condicionamento físico prévio para início da prática. Na verdade, a prática de Vinyasa é para todos e pode sim ser dinâmica e estimulante, mas pode também ser suave e restaurativa. Vinyasa vem do sânscrito vi (de forma especial) e nyasa (colocar, dispor). Além de representar um método de Hatha Yoga, Vinyasa também significa a transição feita entre posturas e todo movimento contabilizado para entrar e sair de cada postura. Por exemplo, para entrar na postura do triângulo - Trikonasana - partindo de Tadasana, você precisa de dois vinyasas, um para inspirar afastando os pés e alongar os braços na altura dos ombros e o segundo para exalar descendo lateralmente até que sua mão toque sua canela, o chão, um bloco ou você possa segurar o dedão em gancho com os dedos indicador e médio. De qualquer forma, em todas as três aplicações da palavra, Vinyasa une todo movimento corporal com a respiração. Sri Tirumalai Krishnamacharya (1888 - 1989) foi o responsável por difundir este método desenvolvido especialmente para as pessoas que buscam um caminho espiritual sem abdicar da vida em família (grihastha). Pais de família e donos de negócios, não tendo muitas horas por dia para se dedicar às práticas espirituais, como era costume para os sannyasi (aqueles que renunciam todo interesse nos bens materiais, prazeres, vida familiar, personalidade e vida social dedicando exclusivamente a libertação mental das condições mundanas), se beneficiam da busca espiritual através de uma prática que compila todos os principais passos de uma prática completa em poucas horas. Três pontos de atenção (tristhana) durante a prática contribuem para tal fator - Respiração, pontos focais (drishtis) e posturas (asanas). A aplicação de Tristhana promove a purificação do sistema nervoso, mente e corpo. - Respiração - Além de associar movimento a respiração, a prática é feita produzindo um som na respiração através de uma suave contração na glote assemelhando-se ao som do Ujjayi Pranayama. - Drishtis - Toda postura é associada a um ponto focal, que em sua maioria encontra-se no próprio corpo do praticante. São eles: nāsāgre = ponta do nariz; añguṣṭhamadhye = Dedão da mão; bhrūmadhye = entre as sobrancelhas (terceiro olho); nābicakre = umbigo; ūrdhvadr̥ṣṭi = para o céu; hastāgre = topo da mão; pādayoragre = Dedos do pé; pārśvadr̥ṣṭi = para o lado - Asanas - Neste ponto estão incluídas as posturas físicas e os Bandhas - Mula Bandha, a contração do períneo e Uddiyana Bandha, a sucção do baixo ventre.   Os três pontos de atenção descritos contribuem para a concentração (dharana) do praticante e, por isto, o Vinyasa Yoga é conhecido como meditação em movimento. Dentro da prática de Vinyasa, também é utilizada uma transição entre posturas que pode ser feita através de um Vinyasa completo (com 9 Vinyasas como no vídeo abaixo) ou meio-Vinyasa (chaturanga dandasana - urdhva Mukha Svanasana - Adho Mukha Svanasana) onde você parte de uma postura e retorna a mesma, configurando um ciclo completo. Os Vinyasas são executados entre as posturas para manter o corpo lubrificado e aquecido, facilitando a expansão da respiração e a flexibilidade; treinar a força e limpar possíveis desalinhamentos ocorridos devido a última postura realizada.   [video mp4=\"https://s3.amazonaws.com/yogin-content/2018/07/404385b8-1531446850022.mp4\" loop=\"true\" autoplay=\"true\"][/video] Vinyasa Krama significa caminhar passo a passo para se atingir um objetivo final. As sequências de posturas são estabelecidas de forma a preparar o corpo e a mente para as posturas mais difíceis, traçando um caminho de desenvolvimento crescente durante uma única prática e ao longo da vida do praticante. O foco na respiração, que é constante durante toda a prática (e também na vida), contribui para o reconhecimento do caminho como mais valioso do que o objetivo final. Durante a prática de Vinyasa, as posturas não são sustentadas por longos períodos, remetendo a natureza temporária das coisas. \"A ideia central do Vinyasa Yoga é mudar a ênfase da postura para a respiração... A única coisa permanente na prática é o foco constante na respiração\" Gregor Mahele new RDStationForms(\'e-book-treinamento-yogin-de-respiracao-bdf2969b9eeaf2b1af79-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Este ponto central no transitório, tirando os holofotes do objetivo final, torna a prática acessível a todos quando cada Vinyasa é executado com a mesma dedicação dada aos asanas. Não só por respeitar a evolução individual de cada um na execução de ásanas, e a progressão na prática, mas também os próprios Vinyasas podem ser ajustados para atender a limitações físicas permanentes ou temporárias. Assim como o Yoga de forma geral, Vinyasa não acontece somente no tapete. Basta observar os ciclos naturais - do começo ao fim retornando ao ponto inicial, como a volta do planeta no eixo em 24 horas ou a volta ao sol em 365 dias, as marés influenciadas pela lua, o ciclo da vida, ou até mesmo de uma única respiração. E eu espero que  você possa apreciar e honrar seus ciclos com a mesma graça, força e consciência que usa para desempenhar um Vinyasa no tapete.   Respire, entregue-se e tenha fé.

PROPS
Filosofia do Yoga | 30 jan 2021 | Fernanda Magalhães

Cuidando de nossas Raízes

Cuidando de nossas Raízes Para que uma planta cresça, é necessário que ela obtenha nutrientes do solo, direta ou indiretamente. Acredito que por isso, é comum transpor esta relação do corpo com o solo durante a prática de vrksasana - a postura da árvore. Para a expansão dos galhos, flores e folhas, é necessário uma raiz forte e saudável, capaz de absorver os nutrientes necessários para este crescimento. Assim, através de vrksasana, visualmente se torna fácil compreender que apesar de não termos raízes físicas que nos prendem ao solo, nossa conexão pela base é tão importante para nossa expansão quanto é para as plantas. Termos como enraizar ou aterrar são comumente utilizados nas posturas de pé durante a prática de asanas. Esse tipo de postura facilita nossa conexão com a terra, fornecendo base sólida para a prática e para a vida. A partir de uma base estruturada, todas as outras posturas se desenvolvem. O aterramento cria estabilidade física e emocional acalmando a mente. Esta estabilidade nos facilita lidar com situações traumáticas e estressantes. Quando estamos muito mentais, estamos “aéreos”, com a energia concentrada na área superior do corpo nos tornando confusos e dispersos. Se você já passou por um momento de indecisão, então sabe o que estar muito mental. Indecisão é falta de confiança, insegurança e medo. Todas emoções ligadas ao nosso primeiro chakra. Tudo que diz respeito à sobrevivência, está relacionado com este chakra: alimentação, dinheiro, abrigo, reprodução. O instinto de sobrevivencia gera essa ansiedade em relação a segurança com o futuro. A elaboração mental criada em um momento de decisão te impede de estar presente, pois concentra suas energias nas possibilidades futuras que sua possível escolha acarretará. Através dos asanas de pé podemos redirecionar essa energia para nosso chakra básico, ou muladhara. Não é a toa que ele também é chamado de chakra raiz. O muladhara representa nossa conexão com a terra, o mundo material. Essa conexão com o nosso corpo físico material é o que nos traz a habilidade de estar no presente.   Estar em Tadasana (ou samasthiti) é a oportunidade de sentir a estabilidade da montanha. As vezes gosto de induzir a visualização de que possuímos uma grande base enquanto estamos em tadasana, o que traz a sensação de segurança que é basica e necessaria ao ser humano. Aproveitar os asanas simples para expandir a consciência trazida pela postura é um dos pontos chave da prática de Yoga. Use seu tadasana para sentir seus pés no chão, distribua o peso uniformemente, sinta o solo tocando cada parte dos seus pés enquanto sua coluna cresce ao céu. E, se possível, leve seu tadasana para fora. Pise no solo natural. Quando estamos em conexão com a terra, nos conectamos a algo maior que nós. Lembramos que todos somos um. A gravidade nos une em um solo de onde podemos nos nutrir e experienciar a vida. Sinta suas raízes através da gravidade. Crie essa conexão com o solo natural andando descalço na grama, terra ou areia. Sinta-se pertencente a natureza e a este grande ecossistema.   Essa sensação de conexão e segurança e proteção estimula nosso chakra raiz desenvolvendo nossa potência como indivíduo.   “Beba água. Tome sol. Você é basicamente uma planta com emoções complicadas.” new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();