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gesto da paz
Dicas de Yoga | 7 maio 2021 | Fernanda Magalhães

O Gesto da Paz

O Gesto da Paz O gesto (Mudra) mais conhecido no mundo o Yoga também é um gesto muito conhecido mundialmente. Unir as palmas em frente ao corpo, remete a imagem de uma pessoa em oração, mas o anjali mudra, na verdade é um gesto de saudação. Em sânscrito, mudra significa gesto, selo, senha ou chave. Provém da raiz mud, alegrar-se, gostar, e refere-se não apenas a gestos sagrados de mão, mas também a posições do corpo inteiro que provocam um certo estado interior ou simbolizam um significado particular para o Yoga. Anjali mudra é apenas um dos milhares de tipos de mudras que são usados ​​em rituais hindus, dança clássica e yoga. Añjali significa saudar, elevar, invocar, trazer, cultivar. Transmite sentimentos positivos, cordialidade e boas intenções. new RDStationForms(\'e-book-yamas-e-niyamas-1f965e8db29fe9c4625b-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();   Na Índia, este gesto equivale ao nosso aperto de mãos. Quando você coloca as mãos na frente do coração, conecta poderosamente os lados esquerdo e direito do cérebro unindo seu feminino e masculino. Descansar as mãos no centro do peito alinhado ao chakra cardíaco, reforça a conexão coração-mão, manifestando gratidão, amor e paz. Este gesto pode dirigir-se à deidade quando as mãos estão unidas sobre a cabeça; ao mestre, com as mãos frente à testa ou a saudação entre as pessoas, com as palmas frente ao peito. Ao executar este mudra, não provoque tensão nas mãos ou punhos gerando pressão entre as palmas. Conecte especialmente as pontas dos dedos e as bordas das mãos permitindo um espaço no centro das palmas, como uma flor que irá se abrir pelos seus dedos, podendo transformar o anjali mudra em um lotus mudra. Encoste os dedões no esterno e sinta a conexão com seu coração. O Anjali Mudra conecta o praticante com a espiritualidade e promove o respeito por si mesmo e pelos outros. Não importa a quem você está saudando, sempre coloque o coração na sua intenção. Hari Om  

yoga e paternidade
Filosofia do Yoga | 5 maio 2021 | Willy Bugner

Yoga e a paternidade

A importância da paternidade Sempre busquei uma vida saudável e algo equilibrada, mas induzido pelo senso comum e pela vaidade pessoal, entendia que a prática de exercícios significava ir à academia e “ ficar forte”. Como a maioria, eu estava absolutamente desconectado da minha saúde mental e emocional. Com a notícia da gravidez de minha esposa e o título de pai batendo à minha porta, minha vida se transformou. Olhei para dentro de mim e vi pouca coisa, pois nunca tinha nenhuma auto-análise. Algo precisava ser feito. Meu objetivo passou a ser o aumento da qualidade e expectativa de vida. Comecei a meditar, abandonei a academia e procurei um estúdio de yoga. Ao final de cada meditação, sentia minha mente renovada. Ao final de cada prática de yoga, sentia meu corpo renovado. Com o nascimento do meu filho e aumento das responsabilidades domésticas, abandonei o estúdio e procurei uma resposta on-line. Encontrei o YoginApp e reencontrei a mim mesmo. Intensifiquei as aulas, a meditação, a dedicação e acabei me tornando, com muito orgulho, um professor de yoga. Enfim, depois desse longo intróito, qual a relação entre o yoga e a paternidade? É simples, o yoga te faz um pai melhor. Por primeiro, os yomas e nyamas te fazem uma pessoa melhor. Conforme o ditado castrense, as palavras convencem, mas o exemplo arrasta. Segundo, os asanas te dão flexibilidade, não apenas físicas, mas emocional e mental. Te ensina a ser flexível com a sua agenda, horários, compromissos, ou seja, com a própria vida. Terceiro, os pranayamas te dão vitalidade e ensinam que respirar é preciso. Quarto, o pratyahara te mostra como esquecer o celular, o trabalho, o sono e se concentrar apenas no objeto principal, seu filho. E, por fim, a meditação - samyama (dharana, dhyana e samadhi), te ensina a ter paciência, calma, aproveitar o momento e esquecer as dificuldades passageiras, como sono, sujeira, falta de tempo pessoal e percalços da paternidade. Hoje tenho não um, mas um casal de filhos que são alegria da minha vida. E ambos adoram subir no yoga mat, brincar como props e dormir ouvindo mantra. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Yoga e India
Dicas de Yoga | 4 maio 2021 | Cherrine Cardoso

A prática de yoga NÃO substitui outras práticas! – Yoga Falado #29

A prática de yoga NÃO substitui outras práticas!   Esta dúvida sempre surge quando as pessoas começam a praticar yoga. E por um tempo até eu achava que praticar yoga era o suficiente. Afinal, dentro de uma aula você tem trabalho de força, resistência, flexibilidade, respiratórios, relaxamento e até meditação, o que mais seria necessário, né? Pois é, mas o corpo precisa de um conjunto e da soma de várias coisas para ter resultados específicos. Por exemplo: se você quer ser um triatleta o yoga é uma ferramenta poderosa para te conduzir a sua meta, ou seja, terminar uma maratona. Por quê? Porque vai te dar estabilidade emocional para vencer os maiores desafios que encontrar com o treinamento intenso. Você é levado a limites e muitas vezes eles não são físicos. Numa modalidade como esta, o que muitas vezes impede o competidor de chegar ao fim é se conectar com as dores físicas de forma emocional e não dar os estímulos mentais positivos que precisa pra chegar ao fim e o yoga poderá auxiliar nesse processo. Mas não substitui nunca o treino de corrida, natação e pedalada, certo? Da mesma forma para aqueles que querem ter um corpo de halterofilista. O yoga não servirá para esta meta, porque mesmo fazendo muita repetição dos ásanas (posições físicas), você não vai conseguir fazer seu músculo crescer tanto quanto num treino de musculação. No entanto, se você praticar yoga junto aos treinos de hipertrofia chegará num bom resultado dos músculos, mantendo a flexibilidade articular, muscular e nervosa do seu corpo, algo que muitas pessoas que treinam musculação apenas para crescer, perdem!   Há também quem questione parar com suas sessões de terapia porque praticam yoga. Este é um outro erro comum, achar que o yoga poderá substituir profissionais especializados em tratamentos. Não, não vai. Ele poderá auxiliar em uma melhora? Sim! Praticando você será levado a percepções muito íntimas do que acontece com você e de quem você é.     Ouça também via:   A terapia te induz a isso? Dependendo do caso sim. Mas em casos de tratamentos por conta de situações mais sérias, seria um erro parar o acompanhamento médico só porque está praticando yoga ou se sentindo melhor com a prática. Até porque, o yoga te mostra aos poucos o que você tem de melhor, mas também o que você tem de pior. E algumas pessoas não sabem lidar bem com essas autopercepções. Quem pratica disciplinadamente poderá resolver isso progressivamente, mas se já está em tratamento, não pare logo de cara. Faça os dois! Se observe. Perceba o quão você está bem efetivamente (e principalmente, quando o seu médico virar para você e disser que poderá diminuir sessões ou até parar com elas) ou se de repente a terapia virou uma muleta, que com o tempo você pode abrir mão.   Outro erro comum é achar que porque você é um yogín (praticante de yoga) não precisa de médicos ou da medicina. Praticantes a médio e longo prazo naturalmente precisam menos de uso de medicação ou vão menos à médicos porque sua imunidade aumenta. O praticante está em observância do que come, de que hábitos são bons ou nocivos para seu corpo etc, e uma vez se sentindo bem e tendo menos tendência a ficar doente, obviamente precisará menos de consultas. No entanto, não significa que não sejam necessárias ou que quando você sentir algo acontecendo com seu corpo, deva negligenciar isso.   Justamente por estar mais consciente do que acontece com você da pele para dentro é que tem que ouvir o seu corpo e respeitá-lo, buscando auxílio sempre que necessário. Mas, naturalmente, você aprende mais como pode evitar o consumo exagerado de remédios para qualquer desconforto que sinta. Dores de cabeça, dores de barriga por consumo exagerado de algo que comeu, dores musculares, nariz entupido, enfim, uma série de pequenas coisas que por vezes sentimos e que automaticamente por hábito recorremos a um remedinho, pode ser evitado e você com algumas técnicas pode eliminar o desconforto. Isso tudo só acontece com tempo, com dedicação, com auto-estudo. Portanto, voltando ao título de hoje: yoga não substitui efetivamente nada, ele é um complementar e te auxilia a ser melhor, a estar melhor, a se sentir bem e a ter resultados melhores em outras práticas físicas e no desenvolvimento de suas reais habilidades como ser humano. Por si só já é incrível, combinado com outras coisas então, imagina, é maravilhoso!!    

Meditação | 3 maio 2021 | Daniel De Nardi

Ebook – Como funciona a Meditação

Ebook ! Este livro é o 3º da série Yoga e Meditação e ele aborda o ponto como - A consciência pode ser medida? Se não pode ser medida, pode-se afirmar que existe? O livro traz esse embate de ideias científicas e filosóficas tendo a Meditação como um instrumento de verificação dessas verdades. Baixe gratuitamente o livro Como funciona a Meditação clicando no botão abaixo.    

pés de yogins
Dicas de Yoga | 1 maio 2021 | Fernanda Magalhães

Pés de Yogins

Pés de Yogins Há alguns meses a Adri Borges escreveu um artigo sobre um assunto tão importante quanto negligenciado no Yoga e na vida, sobre como ficar corretamente de pé. Porque como acontece no tapete, acontece fora dele, temos tendência a não observar os detalhes mais importantes e básicos quando não estamos exercitando a presença. A ansiedade gerada pelo fluxo constante de estímulos e cobranças do mundo moderno faz com que a gente queira resultados rápidos olhando sempre tão a frente que acabamos por pular etapas de uma construção de caminho.   Se você ainda não leu “A Maneira Correta de Ficar em Pé” da Adri, segue o link: https://yoginapp.com/454684-2/#axzz5Y34P253S . Lendo este artigo, me veio a mente que precisávamos falar sobre nosso pés! Prestar atenção no modo como seus pés se conectam com a Terra pode corrigir problemas nos pés e tornozelos. Sendo nossa base, eles têm o poder de impactar todo o resto de nossa estrutura física, sobrecarregando joelhos e a coluna vertebral quando usados em desequilíbrio.   Conceitualmente todos sabemos quanto importante é a base em um projeto (seja um negócio, um asana ou a criação de uma criança), mas na prática, e digo isso também com minha experiência como arquiteta e não só como professora de Yoga, colocamos todo o valor no que vem acima. Porque, às vezes, a base de uma construção não é nem mesmo possível de ser vista.   Nossos pés são a parte do corpo mais distante de nossa cabeça, talvez por isso tenhamos a tendência a negligenciá-los tanto. Eles ficam alí, o tempo todo só sustentando todo o peso do seu corpo até que você machuca um de seus pés e percebe sua importância. O desequilíbrio de ter um dos pés em funcionamento alterado é um impacto enorme no esforço da sua musculatura para se reequilibrar. E, posso dizer por experiência (após machucar o dedo do pé caindo do pincha mayurasana) a sua musculatura sofre, e você sente!   Agora imagina o impacto de levar uma vida com os pés em desequilíbrio? É claro que todos temos as nossas compensações no corpo como consequência da falta de simetria entre os lados direito e esquerdo, mas existe uma grande quantidade de ações impactando esse desequilíbrio que podem ser suavizadas com uso de consciência corporal.   Os pés são uma das partes do meu corpo que mais mudou com o Yoga. Não só sua forma, mas também como posiciono eles no chão. Lógico que reduzir o uso de sapatos apertados nesse período contribuiu, mas eu considero inclusive essa redução, uma consequência do ganho de consciência corporal. Porque só é possível maltratar seus pés em um sapato apertado se estivermos desconectados do sentir.   Então, o primeiro passo para essa nova consciência é trazer a atenção para os pés. Em Tadasana, como você sente os seus pés no chão? Feche os olhos e observe. Talvez você tenha tendência a colocar seu peso na borda interna do pé, fazendo as pernas se curvarem para dentro, ou na borda externa, fazendo um leve giro externo nos joelhos. E talvez ainda esteja tão desconectado do sentir seus pés que não consiga perceber, então, olhe a sola dos seus sapatos. Eles tendem a estar mais gastos onde você coloca mais pressão e peso.   Use essa análise ao entrar em tadasana e comece a brincar com a mudança do peso para cada parte dos seus pés. Tente sempre separar bem os seus dedos e espalhar o pé no chão. Se ajudar, puxe seu metatarso (ali, na linha do dedão) com as mãos para o mais distante possível da borda externa dos seus pés. Assim, com os pés bem espalhados, ative o arco de seus pés como se “sugasse” eles para o alto. Para quem está familiarizado com o uddiyana bandha, é como se fosse aplicado algo similar no arco dos pés, você vai realizar uma troca com o chão. Enquanto seu peso empurra o chão igualmente em todas as partes do seu pé que estão apoiadas, você tem a sensação de puxar a energia do chão com o arco dos pés.   Assim como a má distribuição do peso corporal pode gerar compensações no corpo durante nossa vida, o alinhamento dos pés durante a execução de ásanas pode ter um impacto profundo na postura como um todo. As posturas executadas em pé podem ajudar a construir uma base sólida e estável nos pés, quando executadas com essa consciência. Alongamentos podem aliviar os músculos tensos, os ligamentos e os tendões.   Vamos agora cuidar de nossos pés com algumas posturas, alongamentos ativos e passivos e até massagens. Lembre-se sempre de exercitar a presença em cada uma das atividades sugeridas a seguir.   Adho Mukha Svanasana - Cachorro olhando para baixo Asana excelente para alongar toda a parte posterior do corpo, e em especial, tratando-se dos pés, as panturrilhas e o tendão de aquiles. Aqui o importante é tentar levar seus calcanhares ao chão, mesmo que estejam distantes. A intenção é o que importa e não de fato que eles toquem o chão (quem sabe um dia? ;)) Aproveite para dobrar o joelho direito em direção ao esquerdo levando mais peso para o calcanhar esquerdo e repita do outro lado.   Virasana - Herói Ajoelhe-se com joelhos posicionados na largura do quadril e afaste um pouco os pés para que possa se sentar entre eles. Seus calcanhares ficarão bem ao lado do quadril, um de cada lado. Se seu quadril não conseguir alcançar confortavelmente o chão ou se sentir dor nos joelhos, coloque um bolster ou um bloco entre as pernas para apoio do quadril. Virasana com bloco   Vrksasana -  árvore (variação com bloco) Com um dos pés sobre um bloco eleve a outra perna com o joelho dobrado e rotacionado para fora, apoiando o pé no tornozelo, canela ou coxa (nunca no joelho) da perna que está suportando o peso do seu corpo. O bloco vai desestabilizar o equilíbrio do pé que suporta o peso e ajudar a fortalecer os músculos. Certifique-se de não agarrar o bloco com os dedos dos pés como na foto:   Dandasana - Bastão Sente-se com a coluna longa e pernas estendidas à frente. Talvez, dependendo do seu nível de alongamento, seja necessário elevar o assento com um bloco ou almofada para manter ao mesmo tempo as pernas estendidas e a coluna alinhada. Braços ao longo do corpo, se possivel, mãos apoiadas no chão. Coxas ativas. Empurre os calcanhares para longe do corpo enquanto puxe seus dedos em direção ao seu abdômen. Não esqueça de manter seus dedos afastados e a sola dos seus pés como se estivessem apoiados no chão, não permitindo que elas estejam suavemente direcionadas uma para a outra. O mesmo trabalho pode ser feito de forma mais intensa em paschimottanasana.   Ainda em dandasana, afastando um pouco os pés, podemos trabalhar a mobilidade flexionando e estendendo os pés lentamente e circulando os pés para fora e para dentro.   Traga seu tornozelo direito na coxa esquerda e tente entrelaçar os dedos das mãos nos dedos dos pés. Se te provoca dor entrelaçar todos os dedos, tente tres dedos por vez. Com esse gancho, segure seu pé e massageie a articulação do tornozelo girando  ele para um lado e para o outro. Solte o entrelace e massageie a sola do seu pé e seus dedos com os dedões das mãos. Pare em qualquer ponto de tensão que encontrar. Leve a massagem até os calcanhares e suba para a junção com o tornozelo fazendo movimentos circulares com dedos em pinça. Repita com o pé esquerdo. Liberação da fascia Fique em pé em uma bola de tênis e role-a para frente e para trás sob o pé, trabalhando os dedos dos pés, a bola do pé, o arco e o calcanhar.  Pare a bola um pouco abaixo da almofada dos dedos e permita soltar o peso do seu corpo por um ou dois minutos ali. Após esse tempo, deslize a bola mais para o centro da sola do pé e direcione novamente seu peso por mais um ou dois minutos. Faça isso até onde for possível em direção ao calcanhar. Essa pressão libera a fascia.   Ainda há diversas outras maneiras de cuidar dos seus pés. Experimente a calmaria após um escalda pés com água morna e sais. E esteja presente. Durante o exercício ou o relaxamento, esteja conectado com o sentir. Quanto mais sólida a base, mais firme é a construção. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Abhyasa
Dicas de Yoga | 29 abr 2021 | Fernanda Magalhães

Abhyasa – A Prática Leva a Excelência

Abhyasa - A Prática Leva a Excelência Chove aqui desde a semana passada e o número de praticantes em sala reduziu drasticamente. As últimas aulas antes da frente fria estavam lotadas. Tudo bem que cariocas não gostam de dias nublados, mas vamos encarar o fato, não podemos esperar as condições perfeitas para praticar. Tenho alunos que praticam uma semana inteira e param por duas, outros passam meses firmes na prática e somem por outros meses. As férias das crianças, as viagens, a preguiça, a chuva, o trabalho, o cansaço e aquele drink no dia anterior (ai, ai, como eu ouço sobre esses drinks...) estão te levando para longe do seu objetivo? Praticamos saudáveis ou doentes, felizes ou emocionalmente abalados. Praticamos fortes ou fracos, em jejum ou alimentados, no frio e no calor. Praticamos lesionados, aprendendo a compreender novos limites e a ser gentil com o corpo, desenvolvendo novas formas de se fazer o mesmo. São poucas as justificativas reais para não se praticar. Se não há uma hora inteira de disponibilidade, pratica-se 15 minutos, faz-se 10 respirações conscientes, medita-se no horário de almoço. O maior dos erros cometidos por nós, é negligenciar a prática quando mais precisamos, porque é nestes momentos que não queremos praticar. Permitimos que nosso ego tome lugar de decisão acima dos nossos objetivos reais e nos entregamos a emoções passageiras quebrando a regularidade de prática necessária à evolução. new RDStationForms(\'ebook-stress-b13b1734210d84c18a6a-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();   Hoje, observando esse fenômeno de inconstância, decidi escrever sobre um conceito primordial no Yoga, Abhyasa.   Abhyasa, em sânscrito, significa sem interrupção, repetição ou perseverança. Também é traduzido como vigilância. Uma vigilância de si próprio, onde você se supervisiona para manter-se no caminho proposto.   Segundo Patanjali, o controle das flutuações da mente (ou, o objetivo do Yoga, a não ser que você queira somente ficar de cabeça para baixo) é realizado através de repetição e desapego.   Abhyasavairagyabhyam tannirodhah (Yoga Sutras 1.12)   O mesmo foi simplificado por Pattabhi Jois em uma de suas frases mais famosas e, algumas vezes, mal interpretada: “Pratique, pratique e tudo virá” Os Yogis compreenderam muito antes de “O Poder do Hábito” se tornar um best seller que aplicar pequenas rotinas positivas no dia a dia transforma a vida de forma geral. A repetição é aplicada na vida de um Yogi de diversas formas. Através de rotinas de limpeza do corpo físico, da execução diária de asana e pranayama e do canto de mantras - Japa. Todas elas com objetivo de evolução.   Todo conhecimento de yoga era passado, na antiguidade, através de repetição. Assim se mantém na tradição do Ashtanga Yoga, por exemplo. Os mantras, a sequência de asanas, os exercícios respiratórios, tudo é ensinado através da relação mestre-discípulo e repetido inúmeras vezes até que aquela informação esteja totalmente absorvida, demonstrando a capacidade de seguir adiante.   Abhyasa é a repetição por um período muito longo e sem interrupções, o que contrasta com nossa mente imediatista que deseja tudo em curto prazo. Lembre-se que é esta mesma mente que cria grande parte de nossos problemas. Aplicar o caminho reverso é lutar contra esse fluxo viciado de uma mente condicionada para o sofrimento.   Aliás, a repetição também é o que nos causa os condicionamentos mentais dos quais estamos todos batalhando para mudar. Ou você não passou a vida inteira escutando coisas como \"Muito riso é sinal de choro.\" e \"Dia de muito é véspera de pouco.\" Parece bobagem, mas essas frases, repetidas inúmeras vezes durante a infância, são capazes de se tornar condicionamentos enraizados em nossa mente que nos fazem duvidar da abundância existente no universo, trazendo ansiedade. Através da repetição reversa, positiva, acontece a oportunidade de cura. Abhyasa exige dedicação, disciplina e força de vontade. Nem sempre é prazeroso realizar a mesma tarefa diariamente, mas você já deixou de escovar os dentes por isso? A repetição também é excelente ferramenta de auto-estudo. Quando se faz todos os dias a mesma coisa, percebe-se que nunca é realmente feito igual. E não é igual devido a influências externas e como você lida com elas. Esta percepção por si já é svadhyaya - auto-estudo. Abhyasa também é uma prática de repetida lembrança de nossa natureza real. Não se permita esquecer que somos ilimitados. Abhyasa é estar presente.   Pratique!  

Filosofia do Yoga | 19 abr 2021 | Fernanda Magalhães

Exercendo a Gratidão para um Encontro com Santosha – Yoga Falado #18

Exercendo a Gratidão para um Encontro com Santosha Pode até ser moda entre a comunidade Yogin, parecer meio bobo, e um pouco otimista demais, talvez, mas o exercício da gratidão pode transformar completamente a sua maneira de ver as coisas. Quem aí não conhece uma pessoa que apesar das adversidades está sempre alegre e ainda consegue elevar o astral de quem se conecta a ela? Mesmo, e talvez principalmente, possuindo poucos bens materiais essas pessoas parecem sempre felizes. Você já parou para pensar nisso? Estas pessoas estão no momento presente, apreciando o pagode de domingo sem pensar em acordar às 4h na segunda-feira... Somos buscadores. É natural que tenhamos desejos e normalmente falhamos em reconhecer o que já está presente em nossa vida. Esta é uma percepção que pode ser alterada para uma vida mais equilibrada, onde nossos desejos não serão mais valiosos do que a realidade.   O ser humano aprende a associar a felicidade com objetos desde o seu nascimento. Objetos, neste caso, também são outras pessoas, ou qualquer coisa que não seja ele mesmo. Tudo que é lido e compreendido neste mundo através de seus órgãos de sentido.   Então buscamos a vida inteira pelo outro, pelo homem ou a mulher, pelo carro, pela casa, pelo filho, pelo emprego, pela estética, pela grama mais verde do vizinho… É uma busca incansável por mais e mais um pouco.   O sentimento de alegria e o reconhecimento da felicidade pode vir quando nos reunimos com o tal objeto de desejo, mas isso é passageiro, porque está relacionado com esse o desejo e não com o objeto em si. O mesmo objeto tem um valor diferente se é desejado ou se já se faz presente.   E esta busca se torna interminável, por toda a vida, desejando o amanhã. Mas assim que conseguimos nosso grande desejo, surge um novo. Reconhece o sentimento?   Tem uma frase que sempre me faz parar e refletir, você já até deve ter lido por aí nas mídias sociais: “Você se lembra de quando você queria o que você tem hoje?”   É aí que colocamos nossa felicidade para depois, quando eu tiver tal coisa. Quando eu estiver em tal lugar. Quando estiver com tal pessoa. Ah, aí sim, eu serei feliz! E a tal felicidade nunca chega. Porque ela não mora em um objeto, ela mora na ausência de desejos a estes objetos. Ao reconhecer que ela já está dentro de você pois é um ser completo, que já possui tudo que precisa.   Se você já possui tudo que precisa, seja grato! Agora! Presença!   Não digo que é fácil, afinal, somos buscadores, é nossa natureza. Mas se mudarmos nossa forma de pensar e começarmos a enxergar o que é no lugar do que queremos?   Aquilo que você pensa, onde coloca seu foco, cresce. E, se sentimentos são resultados de pensamentos, você escolhe o que quer sentir hoje. O que vai ser?   Passei um ano inteiro escrevendo diariamente no meu pote da gratidão e percebi que os dias mais difíceis de reconhecer o que havia para ser grata eram aqueles onde não houveram flutuações, distrações ou inconvenientes. Naqueles dias onde tudo correu bem, dentro da minha rotina. Não era naquele dia onde tudo deu errado, sabe como é esse dia, né? Nos dias “ruins” é ainda mais fácil encontrar razões para ser grato do que em um dia neutro. Eram nestes dias neutros que eu precisava enxergar a vida pelos olhos de Santosha para exercitar minha gratidão.   Santosha, o segundo Niyama do Yoga é o contentamento. Não é alegria exacerbada, estar sempre sorrindo, aquele estereótipo de buda feliz que parece nem perceber o estresse externo. Santosha é equilíbrio. É reencontrar a felicidade que mora dentro de você independente dos cenários externos. É se sentir completo. Santosha é compreender que neste mundo, tudo é finito e mutavel, principalmente as emoções - incluindo alegria e tristeza.   Para mim, gratidão é instrumento ideal para obtenção de Santosha. Todo mundo sabe o quanto é fácil ser grato quando se está alegre. Os momentos turbulentos são reconhecidos e até mesmo enaltecidos atualmente como momentos de grande aprendizado. O difícil de verdade é ser grato pelo “comum”.   A Gratidão precisa se tornar um hábito. Quando exercido diariamente, programa o seu cérebro para se sentir agradecido mais frequentemente, afastando emoções negativas. Hábitos são ações que você se propõe a realizar até que se tornem cada vez mais natural. E pode confiar, essa mudança de olhar acontece. Fica cada vez mais frequente no dia a dia.   Como? new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Se ao invés de reclamar do formato do seu corpo, você olhar para todo o complexo funcionamento dos seus sistemas que te permitem estar vivo lendo este texto? Então neste caso, você escolhe no cardápio de emoções que sua mente te proporciona, entre sofrimento pela vergonha e gratidão pela vida que vibra em todo seu corpo.     E durante a sua prática de asanas, você vai reclamar da mão que não chega até o pé ou você vai agradecer por ela abraçar seus tornozelos?   Meu pote da gratidão foi um excelente instrumento para desenvolver essa visão de presença através da gratidão, mas você pode começar apenas com um caderninho mesmo. Todos os dias um motivo de gratidão. Anote, tente não repetir. Use o mesmo horário, todos os dias. Se for fazer a noite, relacione com o dia que passou e se lembre de tudo que você viveu. De quanta vida você tem aí dentro.   Além dos benefícios relacionados a felicidade, segundo Emmons, psicólogo estudioso dos efeitos da gratidão, existem também benefícios físicos relacionados ao exercício da gratidão como: fortalecimento do sistema imunológico, diminuição das queixas de dores, diminuição da pressão arterial, melhora no sono e mais disposição ao acordar.   O exercício da gratidão nos faz perceber que estamos no poder do direcionamento de nossas emoções. Algumas mais fáceis de lidar que outras, certamente... Mas somos mestres da nossa mente e podemos alterar o curso de nossos pensamentos com ferramentas simples como “sou grato”.     Então faça sua mente trabalhar de forma positiva. Tirar o negativismo proporciona fluidez, desbloqueia e abre caminhos. Valorizar tudo que te fez chegar onde você está agora te tira do vitimismo. Você está exatamente onde deveria estar e tudo na sua vida te trouxe para este momento.   Respire, olhe para o lado e perceba, neste momento, do que você pode ser grato?   Sou grata por poder escrever semanalmente para vocês!   Gratidão!   Ouça também via:

Dicas de Yoga | 18 abr 2021 | Fernanda Magalhães

Uma Sequência para Dar Adeus à Dor nas Costas

Uma Sequência para Dar Adeus à Dor nas Costas Uma das boas consequências da prática de yoga é a redução do desconforto ou dor nas costas, sendo a atividade, inclusive, indicada por alguns médicos como parte de tratamento ou prevenção para este mal. E o desconforto na região das costas é um dos problemas mais comuns hoje em dia. Quando o problema não é muito grave, pode ser resolvido com simples exercícios, se liberados pelo médico. O Yoga é um deles por evitar a dor nas costas através de fortalecimento e alongamento da musculatura ao longo da coluna, que em geral fica encurtada e relaxada grande parte do nosso dia. Manter a postura sentada grande parte do dia encurta os flexores de quadril trazendo a má postura também para a posição de pé. Desta forma, nos mantemos em má postura durante todo o dia, sentados, de pé e até mesmo em movimento, agravando a pressão nos discos vertebrais e causando a famosa dor nas costas. Além do alongamento deste grupo muscular, a prática de yoga  traz a consciência corporal necessária para a manutenção da boa postura ao longo do dia. Alongar também promove um relaxamento da tensão da musculatura aumentando o fluxo sangüíneo e permitindo que os nutrientes fluam para dentro e as toxinas para fora, permitindo a nutrição de músculos e tecidos moles das costas. Mas a prática de asanas não trabalha somente o alongamento. É no fortalecimento que se concentra todo o poder de prevenção dos problemas de coluna. A construção de força no chamado core, ou parte central do nosso corpo, é a chave para a saúde, mobilidade e segurança da coluna. Como os Yogis tem objetivo de sentar-se confortavelmente para a meditação com a coluna ereta, muitas posturas trabalham com o fortalecimento desta área para sustentação das costas. As posturas que incorporam força abdominal e nas costas contribuem para suportar esse alinhamento e criar estabilidade ao corpo. Lembre-se que a maior parte de seus órgãos vitais se encontra no core. Se temos um tronco estável, todo o resto funciona melhor. Então vamos propor a seguir uma sequência de exercícios simples e rápidos para fortalecer essa nossa estrutura tão importante para uma longa vida saudável. O movimento é a chave para a saúde da coluna vertebral e por isso começaremos aquecendo com exercício de mobilidade para a coluna e consciência corporal: Gato-vaca   O movimento limitado da coluna pode torná-la inflexível, aumentando a dor. Para criar movimento entre na postura de quatro apoios, joelhos na largura do quadril, punhos abaixo dos ombros. A partir da posição neutra da coluna, inspire elevando seus ísquios e a cabeça enquanto desce o umbigo em direção ao chão. Na exalação faça o movimento contrário levando o umbigo em direção ao teto, direcione o coxis para o chão e o queixo em direção ao peito. Comece devagar com movimentos suaves, sempre seguindo uma respiração lenta e consciente. Vá cada vez aumentando a mobilidade com movimentos mais amplos. Repita de 5 a 10 voltas.   Navasana                                 Sim, não adianta querer a saúde de sua coluna e fugir de navasana. Navasana assusta justamente por exigir força em musculaturas que não estamos acostumados a ativar, e por isso é tão importante de ser praticada. Sente-se no apoio entre os ísquios e o coxis dobrando os joelhos, solas dos pés no chão. Mantenha uma inclinação no tronco e eleve os braços paralelos ao chão vá tirando o peso dos pés e equilibrando o corpo. Verifique o quanto você consegue elevar os pés sem arredondar a coluna. Se não é possível manter o equilíbrio esticando as pernas, sustente em uma das variações intermediárias com os joelhos dobrados. Segure a postura por 5 respirações em 3 repetições.   Esfinge   Deite-se de bruços e posicione os cotovelos abaixo dos ombros deixando as palmas das mãos voltadas para o chão. Pernas firmes esticadas e unidas. Pés em ponta. Pressione o baixo ventre contra o chão elevando o assoalho pélvico em direção ao umbigo. Eleve a cabeça e olhe a frente. Sustente por 5 a 10 respirações, leve uma palma sobre a outra, deite-se levando a testa sobre o dorso das mãos e relaxe as coxas deixando os dedos dos pés para fora. descanse e repita mais 2 vezes.   Prancha                       Partindo da esfinge eleve o corpo ativando o core, os glúteos e o quádriceps. Leve os ombros alinhados com os cotovelos e mantenha o corpo em linha reta. Não deixe o quadril descer ou subir em relação ao alinhamento entre o tronco e as pernas. Pressione o chão com os antebraços ativando as escápulas. Mantenha por 5 respirações em 3 repetições.   Prancha Lateral   Partindo da prancha com os cotovelos no chão, suba esticando os braços com os punhos abaixo dos ombros. Gire o corpo para o lado direito soltando a mão direita do chão e elevando em direção ao teto Gire os pés levando os calcanhares ao chão de forma que o pé direito fique posicionado na frente do esquerdo. Mantenha o quadril alto ativando o músculo oblíquo do abdômen. Se esta postura é muito forte, leve o joelho da perna esquerda ao chão. Mantenha as 5 respirações, volte ao centro e gire.       para o lado esquerdo.  Descanse e repita mais 2 vezes.       Deite-se de bruços com as palmas das mãos no chão abaixo dos ombros. Firme as mãos empurrando o chão para baixo e para tras, como se tentasse deslizar seu corpo para a frente. Faça uma ativação da musculatura da área das escápulas como se quisesse unir seus cotovelos atrás das costas. Pernas firmes. Pés em ponta. Pressione o baixo ventre contra o chão elevando o assoalho pélvico em direção ao umbigo. Se estiver confortável, empurre com mais intensidade o chão e eleve o peito. Não deixe o pescoço “afogar” entre os ombros, mantenha as escápulas baixas.       Sustente por 5 respirações, desça o topo da testa ao chão mantendo os cotovelos altos e a ativação das escápulas. Descanse e repita mais duas vezes.   Balasana   Finalize relaxando com a postura da criança. Afaste os joelhos para maior conforto e sente-se sobre os calcanhares.   Os exercícios não devem ser realizados durante as crises e em momentos de dor, mas sim como forma preventiva para melhorar a sustentação e saúde de nossas vértebras.   Inclua essa sequência em sua prática pessoal e abandone a dor nas costas.   Namastê!   new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Dicas de Yoga | 17 abr 2021 | Adri Borges

A importância da música como ferramenta para o bem – estar

A importância da música como ferramenta para o bem - estar Hoje em dia fala-se muito sobre a importância do autocuidado e do bem-estar para a nossa saúde. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade. A saúde plena é uma forma de total bem-estar, alcançado não apenas através da prevenção ou do tratamento de doenças, mas sim através de qualidade de vida, incluindo emocional e social. O hábito de praticar Yoga regularmente e ouvir música clássica nos ajuda a elevar nosso nível de saúde. Procuro manter o hábito de realizar minhas práticas de Yoga ao som de música clássica. Você já experimentou? Ouvir música clássica mobiliza os sentidos e causa sensações mentais e, até mesmo, físicas, ajustando frequências de ondas cerebrais, nos inspirando, dando prazer, acalmando, e elevando nosso espírito. Ter o hábito de ouvir música nos deixa mais felizes. Neste processo o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor que gera o bem-estar. Pesquisas realizadas por neurocientistas mostram, através de tomografias,  grandes quantidades de dopamina que foram liberadas durante o processo de ouvir música  o que levou os participantes da pesquisa sentirem emoções como felicidade e excitação. Ouvir música clássica diminui os níveis do hormônio do estresse cortisol em nosso corpo. A música clássica, tem efeitos relaxantes e positivos sobre nosso humor. Estudos também mostram que ouvir música clássica relaxante durante 45 minutos antes de dormir,  nos ajuda a manter uma boa noite de sono, combatendo assim a insônia. Imagine então uma prática de Yoga relaxante com música clássica antes de dormir? new RDStationForms(\'e-book-treinamento-yogin-de-respiracao-bdf2969b9eeaf2b1af79-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Outras pesquisas mostraram que a música pode diminuir a dor em pacientes em cuidados intensivos e pacientes de cuidados geriátricos. Quando ouvimos música, o cérebro libera os neurotransmissores ligados ao prazer, de modo a aliviar dores e proporcionar sensação de bem-estar. Segundo uma pesquisa do Psicólogo Dr. Jim Coan, da Universidade da Virginia, quando ouvimos música, é possível temporariamente melhorarmos o desempenho espacial do nosso cérebro. Ele responde liberando endorfinas e outras substâncias que permitem melhorar temporariamente o foco, a habilidade de raciocínio e até as habilidades criativas. Já é comprovado que a música pode alterar nossa fisiologia, elevando ou baixando a pressão sanguínea e aumentando ou diminuindo os batimentos cardíacos. Estudos realizados na Universidade de Brunel, em Londres , comprovam que o organismo entra em sintonia com os sons ambientes. Algumas composições musicais podem ser relaxantes outras estimulantes ou estressantes. A musicoterapia recomenda certos gêneros musicais. Composições clássicas de Bach, Vivaldi e Handel, nos trazem a sensação de segurança e estabilidade. Mas de todo os sons do universo, o mais benéfico e restaurador é o som do silêncio. Sente-se confortavelmente com as pernas cruzadas e com a coluna ereta. Feche seus olhos e leve toda a sua atenção para a sua respiração. Ouça seus sons internos. Ouça as batidas do seu coração. Ouça o som da sua respiração. Mentalize OMMMMMM.   Aí vai uma playlist pra você: Momento SAVASANA de Adriana Borges   E também uma do YogIN App:  

Dicas de Yoga | 12 abr 2021 | Daniel De Nardi

Quando fazer a postura da Criança – balasana ?

Quando fazer a postura da Criança - balasana ? Essa foi uma brincadeira que fizemos no Instagram, mas que o pessoal gostou bastante. Ria de si mesmo, aprenda com brincadeiras e não se leve tão a sério  

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