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Filosofia do Yoga | 24 jun 2021 | Equipe YogIN App

A maior aula de Yoga do Mundo

A maior aula de Yoga do mundo A maior aula regular de Yoga do mundo . O vídeo mostra uma dessas aulas que acontecem em Red Rocks, no estado americano do Colorado. Esta aula que acontece apenas nos finais de semana e durante os meses de junho a agosto pode ser considerada a maior aula regular de Yoga do mundo. Veja mais informações no vídeo! Obrigado a Raissa de Souza Rossi pelas imagens ;)      

Paschimottanasana
Dicas de Yoga | 15 jun 2021 | Fernanda Magalhães

Paschimottanasana

Paschimottanasana Talvez você esteja se perguntando o porquê de um texto sobre uma postura tão simples. É que eu gosto das posturas simples. É muito fácil para o nosso ego se sentir estimulado a entrar em um asana difícil, ou tentar. Lutar pelo desfiador é estimulante, é o que nos move. E não me leve a mal, não é errado. Somos humanos, sem o desejo, não nos movemos, ficamos estagnados. Mas o que acontece quando praticamos focados no ego, é que as posturas ganham valores diferentes, quando, na verdade, o exercício mais importante da prática é a presença. E presença é SER, em todas as posturas com o mesmo empenho. Se você já praticou Yoga alguma vez na vida, é bem provável que você já tenha executado um paschimottanasana. Uma das mais tradicionais posturas do Hatha Yoga, descrita no Hatha Yoga Pradipika, o texto sagrado escrito há mais de 500 anos atrás, é também uma postura muito popular.  Por ser classificada como de fácil execução, aparece com frequência nas sequências de asanas sentados. Mas não se engane pela aparente simplicidade do movimento, há muito trabalho envolvido neste alongamento posterior intenso… Paschima - Oeste, considerando a parte traseira do corpo quando se é praticado conforme a tradição, voltado ao nascer do sol (leste). Uttana - Alongamento Intenso. Asana - Postura Sânscrito: पश्चिमोत्तानासन;   PASCHIMOTTANASANA   Segundo Lino Miele, no Astanga Yoga, o controle de mulabandha e uddiyanabandha durante a execução, permite que o ar estimule Sushumna Nadi. A inalação e exalação ativam o fogo digestivo (agni) ajudando a purificar os órgãos.   Paschimottanasana A, B, C e D por John Scott - Astanga Yoga, Lino Miele Sushumna Nadi é o canal mais importante do nosso corpo energético por onde passa a energia mais preciosa para a prática de Yoga, a Kundalini. Sushumna segue pelo eixo da coluna vertebral até a extremidade da cabeça. “É considerável seu efeito (de paschimottanasana) sobre baço e rins, Vitalizando os centros nervosos lombares e sacros, beneficia todos os órgãos por eles inervados (sexuais, bexiga, próstata e reto). É de excepcional eficácia contra os distúrbios do estômago, onde estimula a produção de suco gástrico. Normaliza fígado, rins e intestinos, varrendo deles o catarro, curando também a prisão de ventre. Para melhor efeito contra hemorroidas, pode-se associar a este abençoado asana o que os yoguins chamam de aswini-mudra - contrair e descontrair o esfíncter. É especificamente indicado para vencer a dilatação do baço e fígado. Controla e estabiliza o diabete e polução noturna. Vence insuficiência hepática e restaura o apetite. Tem sido constatada, por médicos de institutos da India, a cura do lumbago cronico e das dores ciáticas. Incomparável para rejuvenescimento e emagrecimento. É indicado para restaurar a força das senhoras depois de seus trabalhos diários. Tanto são os benefícios que os yoguins o chamam de - a fonte da energia vital” - Hermógenes, Autoperfeição com Hatha Yoga Paschimottanasana ainda é conhecido por energizar o manipura chakra, aumentando a autoconfiança e a energia. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-e-o-stress-ebbbd5c51665ef24833c-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Alonga toda a parte posterior do corpo dos tornozelos até a cabeça. E além de tudo isso, é uma delícia! É uma postura revigorante e introspectiva. É espetacular o quanto você consegue se sentir relaxado apesar de todas as ações que ocorrem durante a execução.   Como executar:   Como toda prática física de yoga, é ideal estar com estômagos e intestinos vazios antes de entrar no asana. Programe-se para ao menos algumas horas de jejum. Inicie sentado em Dandasana, pernas esticadas à frente, dedos dos pés flexionados em direção ao seu abdômen. Ao inspirar, sinta o espaço criado entre as suas costelas e a sacro-ilíaca. Rotacione a bacia para trás, de maneira que o cóccix fique voltado para trás. Ao exalar, incline-se para frente a partir das articulações dos quadris, não da cintura, com objetivo de levar seu queixo até canela e deitar seu abdômen em suas coxas. O ventre inferior deve tocar primeiro as coxas, depois o ventre superior, depois as costelas e a cabeça por último. Leve os dedos indicadores e médios abraçando os dedões dos pés para paschimottanasana A, ou segure os pés para as demais versões. Segure firme para ajudar a intensificar a postura, mas não tensione seus ombros. Mantenha pescoço alongado e relaxado. A cada inspiração em paschimottanasana, alongue a sua coluna permitindo-se ir mais a frente. Exalando, tente deitar o rosto entre as canelas. Desta forma, o corpo alonga e flui na postura quase imperceptivelmente junto com a respiração. Talvez você consiga até mesmo esticar os braços além dos pés no chão e segurar seus punhos. Mantenha por no minimo 5 respirações. Para sair da postura, ao inspirar alongue a coluna mantendo o gancho feito com as mãos e esticando os braços. Exale ainda nesta parcial da postura e na próxima inspiração, retorne o corpo a dandasana.   Não deixe suas coxas rotacionarem para fora ou a sola de seus pés se fecharem uma em direção a outra. Mantenha as pernas ativas como se estivesse em pé no chão Não arredonde as costas, afastando o tronco das pernas. Isso criará tensão e inibirá sua respiração, o que pode prejudicar suas costas. Se você é iniciante e/ou necessita de adaptações, dobre os joelhos para manter a coluna alongada. Para maior conforto, coloque um cobertor enrolado ou um bolster abaixo dos joelhos. Outra variação é usar uma faixa passando pela sola dos pés para manter os joelhos esticados. Não se preocupe em tocar os pés. Ou em esticar os joelhos. Escute onde o asana quer te levar mas nunca sacrifique seu corpo para “fechar” uma postura. Com a prática, e o tempo necessário, seu corpo se tornará muito mais flexível. Evite paschimottanasana se tiver asma, diarreia ou estiver grávida. Em caso de lesões nas costas, procure orientação especializada. Eu gosto de paschimottanasana, eu gosto dos asanas fáceis. Daqueles que você sente seu corpo inteirinho entrando na postura. Que você pode relaxar e sentir a expansão a cada inspiração. Que você pode sentir com facilidade. E que se deixa levar à entrega e intensidade de cada exalação. Quando sua consciência percorre cada cantinho seu, e vem um conforto de estar na sua pele. Pratique sua presença onde quer que esteje. Não importa se é em um asana fácil ou na fila do pão.   Om Namah Shivaya  

nao pule o shavasana
Respiração e Relaxamento | 10 jun 2021 | Déb

EBOOK – COMO ATINGIR O ESTADO DE RELAXAMENTO?

EBOOK - COMO ATINGIR O ESTADO DE RELAXAMENTO? Orientações simples, rápidas e práticas baseadas no ensinamento ancestral do Yoga para você entrar em um estado de paz interior, serenidade e tranquilidade! Acompanhe o passo-a-passo para conseguir produzir um relaxamento Local para prática, postura para o relaxamento, qual música escutar entre outras dicas Entendendo sobre o SHAVASANA e YOGANIDRA e seus benefícios Qual a relação entre SHAVASANA e YOGANIDRA?     Clique no botão abaixo e aprenda isso e muito mais com o nosso e-book gratuito!     new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Formação de Professores | 4 jun 2021 | Equipe YogIN App

Curso de Formação de Yoga – 3ª turma

Curso de Formação de Yoga - 3ª turma Este post é uma homenagem a 3ª turma do curso de Formação de Yoga do YogIN App que finalizou em 2017. As avaliações aconteceram em São Paulo e para nossa realização, todos os participantes assistiram todas as aulas do curso até o final. https://youtu.be/WwHDq5vfXVs Preparamos um vídeo com os depoimentos das alunas que participaram para que quem está pensando em fazer a próxima turma do curso que começa em agosto possa ver o que as alunas acharam. https://yoginappacademy.com/formacao-yoga-online/

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Filosofia do Yoga | 29 maio 2021 | Willy Bugner

Você é um bom Yogin?

Como é ser um bom Yogin Ser capaz de fazer poses exóticas, invertidas e colocar as palmas das mãos no chão durante o Uttanasana significa, necessariamente, que você é um bom yogin? Não. O principal objetivo do yoga não é o aprimoramento físico, nem a flexibilidade, mas a meditação. O Yoga, segundo Patanjali, é a redução da instabilidade da mente. Significa ser capaz de direcionar a sua atenção para um ponto específico, não obstante o desconforto físico, psicológico e emocional, mantendo o foco e percebendo-se o observador externo ao corpo, mente e sentimentos. Isso é a meditação. Então basta ser capaz de meditar para ser um bom yogin? Não é só isso, mas estamos na direção correta. A meditação é o meio, o instrumental utilizado para transformação em uma melhor versão de si mesmo. A meditação é um treinamento da mente, que leva à autoavaliação. O objetivo não é meditar muito ou por muito tempo, mas se transformar em uma pessoa melhor. Se você está mais calmo, mais feliz e não se abala com as vicissitudes da vida, como acontecia anteriormente, você está no caminho certo. Se, além disso, não mais se compara a terceiros, mas sim a si próprio, de maneira gentil e responsável, está indo muito bem. Portanto, a prática constante do yoga, com asanas, pranayamas e, principalmente, meditação, permite a autorreflexão que leva ao aprimoramento moral e comportamental. Enfim, respondendo à pergunta inicial, o bom yogin é aquele que cresce durante sua jornada de autodescobrimento, iluminando a si próprio. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

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Dicas de Yoga | 28 maio 2021 |

Pragmatismo, ceticismo e meditação

Ceticismo e meditação! Para um cientista a palavra transcender significa elevar sob ou  ir além de um determinado limite, superar. Logo, quando pensamos que a todo o momento estamos superando limites, a todo o momento estamos transcendendo algum tipo de obstáculo. Talvez pela minha formação ou mesmo minha criação, acredito que transcender é simplesmente transpor um obstáculo, seja ele conseguir o emprego dos sonhos, ou obter o desempenho desejado num determinado esporte. Assim, quando comecei a praticar Yoga há 10 anos, sempre me fascinou a meditação, que implica em transcender matéria, corpo e se conectar com seu eu (o tão famoso self, estar presente). As ideias de estar presente, viver o agora,  essa noção Renato Russo: é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque na realidade não há. Era isso que buscava quando comecei minha jornada. Era uma manhã fria quando saí de casa para minha primeira aula. Pensei, é agora que consigo ficar uma hora no silêncio dos meus pensamentos, até aquietá-los. No entanto, não foi o que aconteceu, ao contrário, fizemos uma série de exercícios físicos, alguns respiratórios e a professora, na sua calma, explicava o propósito de cada Asana e cada movimento que nosso corpo fazia. Confesso que quando saí da aula, senti que talvez não era bem aquilo que procurava, senti também partes do meu corpo que não sabia que estavam lá. Fiquei intrigada e resolvi ir uma segunda vez. Também não meditamos, fizemos alguns exercícios respiratórios que não entendi bem o propósito, fiquei montando mentalmente, para ser sincera, minhas aulas de administração que iria dar aquele dia. E assim foi por um longo tempo. Anos acho....não tenho  muita certeza. Quando tinha uns 4 ou 5 anos de prática, me mudei e também passei a frequentar outro espaço de Yoga. Tive a feliz constatação de que nesse novo espaço tinha uma aula específica para meditar. Foi então que nos primeiros 5 minutos a professora nos explicou que deveríamos liberar nossa mente de pensamentos. E fez uma brincadeira que não sabia ser uma história, uma parábola feita a outro Yogin muitos milênios atrás. Disse ela então: pessoal, meditar é simples. Fechem os olhos, se concentrem na respiração e não pensem em macacos. Mas por que diabos eu iria pensar nisso? Todos que praticam conhecem a parábola e foi exatamente isso que me aconteceu, eu só vi macacos durante uns 35/40 minutos que ficamos em silêncio. Nessa aula fizemos vários exercícios, meditações guiadas, exercícios de concentração, de memória. Eles corriam em paralelo com a prática de asanas. A prática física permitiu o vigor mental para que depois de uns 6/7 anos de prática eu finalmente conseguisse sentar confortavelmente sem dor ou formigamentos em nenhuma região. Isso vai de cada um,, cada um tem seu tempo. new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();   Alguns efeitos interessantes que senti foram maior clareza mental, controle e tranquilidade após todas as sessões meditativas. Na prática ficamos sentados com a mente num estado interessante de”não pensar”. É a melhor descrição que pude encontrar do processo. No entanto, em sendo pragmática e cética, nunca pensei que ficar alguns minutos do dia ou algumas horas pudessem provocar algum efeito sob o corpo ou a mente. Claro que a prática física permite que você tenha resultados efetivos de força, flexibilidade, mobilidade, superação, transcendência. Mas a prática mental também. Sabemos, como cientistas, que o cérebro também pode e deve ser exercitado, sejam com exercícios matemáticos ou mesmo com exercícios de alta concentração mental. Sabemos que em se praticando podemos até produzir mais ou menos impulsos elétricos que permitem melhor funcionamento do coração, dos órgãos em geral e até mesmo do sistema imunológico. Isso tudo é comprovado, não preciso aqui me ater a isto. Tão somente quero deixar registrado um depoimento pessoal, de uma pessoa cética e pesquisadora curiosa. Sou formada em administração e nos anos que participei de pesquisa, sempre procuramos testar hipóteses. Como por exemplo, será que existe relação da variável A e B. Fácil saber:  basta você testar a relação. Mas como cientista social também sei a dificuldade de testes usando como cobaias seres humanos. Assim, com esse enquadramento mental, passei a fazer testes pessoais: meditar antes de palestras importantes, entrevistas, reuniões. Tentar usar a meditação como simplesmente aquietamento. Percebi que fico mais perceptiva e empática a outras pessoas. Isso significa que percebo melhor o que o aluno, por exemplo, quer saber, está com dúvidas. Parece simples, mas isso melhora a qualidade da aula. Seja ela uma aula de Yoga ou uma aula na faculdade de administração. No dia a dia, também percebi mudanças circunstâncias, fiquei mais calma, com a fala mais mansa, e com melhor claridade para resolver qualquer problema que por ventura ocorre. Faz muitos anos que não tenho uma explosão emocional, TPM não conta..... Mas o mais engraçado disso tudo foi como aprendi a meditar. Todas às sextas durante muitos anos faço uma aula que trabalha articulações e por acaso ela é voltada para mobilidade na terceira idade. Uma das alunas que tivemos foi a Lúcia ( que já está em outro plano, para os que acreditam). A Lucia tinha coleção de contadores de passos e vivia me contando que tinha um fascínio por contar passos, nos diversos locais que ia a pé no centro da minha cidade. Ela me mostrava seu contador sempre que chegava na sala, para dizer que tinha se exercitado, o que iria melhorar a prática dela de yoga. Sempre me contava e a professora que isso aliviava sua cabeça e a distraia, já que era muito sozinha. Numa das práticas de meditação a Lúcia me falou que contar a ajudava a relaxar. A professora sempre falava para nos fazermos isso e eu achava banal que não levaria a lugar nenhum. Daí comecei a mentalizar minha ida a pé até a universidade e contar os passo até lá....rs Ufa anos depois meditei. E te falar que o tempo não passou, como se você ficasse boiando num tempo paralelo, numa sensação de leveza. Voltei revigorada. Cada um, tenho certeza, tem a sua história com a meditação e com o Yoga. Mas meditar implica num trabalho de dedicação que não somente mental, mas também físico de flexibilização da mente e do corpo. De acordo com os textos védicos, a meditação é uma prática onde o individuo foca a mente num objetivo, visando alcançar um estado de clareza mental e emocional. Talvez os textos hinduístas védicos sejam os primeiros a terem usado a meditação como forma de encontrar a libertação, ela entendido como sendo a libertação de tudo, inclusive emocional e material. É comum encontrarmos figuras e deidades em posturas meditativas dentro da tradição hinduísta. Já a chegada da meditação no ocidente trouxe a evolução do estudo sobre o self e a acuidade mental. Questões de atenção plena, desenvolvimento mental para alterar estruturas do corpo físico. Tudo isto feito numa perspectiva cientifica. Acredito que ainda temos um longo caminho a evoluir. Assim, como professora, pesquisadora e curiosa continuo nos meus estudos. E seguimos na contagem dos passos da vida para que assim possamos tranquilizar e sintonizar com nossa verdadeira essência. Namastê 

Utthita Parsvakonasana
Dicas de Yoga | 21 maio 2021 | Fernanda Magalhães

Utthita Parsvakonasana – Postura de Yoga

Aprenda a executar o Utthita Parsvakonasana! Utthita = Estendido · Parsva = Lado ·  Kona = Ângulo · Asana = Postura Utthita Parsvakonasana ou Pose do ângulo lateral estendido utiliza todos os músculos do corpo, alongando os quadris, pernas, tornozelos, joelhos e isquiotibiais; tonifica os músculos abdominais e fortalece o assoalho pélvico. Esta postura de aparência simples também é conhecida somente como Parsvakonasana e ajuda a compor a série fundamental do método Ashtanga Yoga. Você pode se surpreender com a dificuldade de manter uma permanência longa nesta postura por ela reunir alongamento, equilíbrio e força. Diversas forças e ações trabalhando em oposição te obrigam a levar a consciência por todas as partes envolvidas. A postura trabalha o segundo chakra contribuindo para tratamento da fertilidade e de problemas menstruais. Melhora o funcionamento do intestino e a irrigação sanguínea dos órgãos abdominais, estimula a digestão e trabalha equilíbrio. Inicie em Tadasana. Afaste os pés e os braços na estrela. Deixando que as pernas formem um triângulo equilátero com o chão (3 a 4 pés de distância) e os braços se afastem na altura dos ombros. Palmas para o chão. Vire o pé direito 90º para fora. Mantenha os calcanhares alinhados. Durante uma exalação, dobre o joelho direito até alinhar com o tornozelo e desça a mão direita ao chão apoiada ao lado externo do pé direito. Tente deixar a coxa paralela ao chão. Eleve o braço esquerdo acima da cabeça, alinhando com a linha da sua orelha e direcione a palma para o chão. Feche levemente a axila em direção ao seu rosto com um movimento que inicia nas escápulas. Ombros afastados da orelha. Olhe para seus dedos da mão esquerda. Mantenha o tronco longo e a força de suporte da postura nas pernas e no tronco. Não deixe pesar na mão apoiada ao chão nem que o peso do seu quadril te “puxe” para baixo. Para isto, pise firme com o pé esquerdo no chão esticando a perna esquerda e apoiando bem a lateral externa do pé fazendo com que seu tronco e perna esquerda formem uma linha sem quebra. Mantenha uma rotação da coxa direita para fora, de forma que seu joelho permaneça acima do tornozelo. Mantenha peito aberto e alongado, não deixe seu tronco se fechar direcionando para o chão. Inspire e suba novamente na estrela. Nesse momento você irá perceber se estava centralizando a força corretamente. Quando estamos apoiados na mão, é mais difícil subir com a força dos músculos da perna e core. new RDStationForms(\'e-book-treinamento-yogin-de-respiracao-bdf2969b9eeaf2b1af79-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Gire o pé esquerdo e repita tudo para o outro lado. “Se todas as instruções fornecidas até agora foram seguidas com precisão, o rosto mostrará uma expressão de felicidade e serenidade. Se a expressão do rosto é de esforço ou ambição, há chances de termos nos perdido em algum extremo da postura, e é hora de recuar. Se tivermos alcançado o equilíbrio sutil entre todos os músculos envolvidos, resultará a liberdade, a leveza e o silêncio interior. Isso é yoga” - Gregor Maehle, Ashtanga Yoga Practice and Philosophy Pessoas que sofrem de insônia e pressão arterial alta devem evitar este asana. Faça uma variação sem mover a cervical se possuir sensibilidade na área e não pratique se tiver dor de cabeça. Se você é iniciante e/ou possui pouca flexibilidade, talvez seja válido executar a variação apoiando o cotovelo direito no joelho direito, no lugar de tentar levar a  mão ao chão ao lado do pé. Como na variação completa, não deixe o peso do seu corpo apoiado totalmente no cotovelo, faça a musculatura do seu tronco trabalhar. Sempre priorize o alinhamento pois o alongamento é uma conquista. Como sempre digo: Não sacrifique o alinhamento pelo alongamento! Bom treino de Utthita Parsvakonasana!

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Filosofia do Yoga | 17 maio 2021 | Fernanda Magalhães

Pranidhana – a entrega

Pranidhana - a entrega Ishvara Pranidhana é traduzido como “entrega a Deus”, “entrega à vida”, “depositar-se diante do senhor” e até mesmo “auto-entrega”. Ishvara Pranidhana é um dos 5 Nyamas listados no Yoga Sutras de Patanjali, uma das cinco observâncias internas que o Yogin deve ter ao seguir caminho do Yoga. Junto com os Yamas, os Nyamas fazem parte do que é considerado a ética do Yoga por tratar do modo que o Yogin trabalha seu interior e se comporta na sociedade. Digo que os Nyamas são trabalhos internos porque devem ser lembrados, exercitados e estabelecidos na sua rotina diária.   \'[O samádhi pode também obter-se] pela entrega a Íshvara.\' YS, I-23   A auto-entrega não costuma ser confortável e prazerosa em um primeiro instante, para nós, sempre acostumados a controlar, ou acreditar que possuímos o controle. Aguardar a compensação de nossos atos é ensinado a nós desde pequenos, como um cachorro que ganha biscoitos ao realizar a tarefa correta durante um adestramento. Não se sinta culpado, nosso cérebro adora compensações, o grande problema está na outra parte, a expectativa. A expectativa é oposto a Pranidhana, provoca ansiedade e como consequência todos aqueles problemas que conhecemos: medo, pânico, dores físicas, insônia e até mesmo depressão.   Treinar sua mente para a entrega requer disciplina e fé. Fé que não depende de religião para acontecer, nem mesmo na crença de um Deus pré-estabelecido. Se você possui um relacionamento com Deus, provavelmente será mais fácil praticar essa fé, mas independente da representação de Ishvara que cada indivíduo possui, há de se crer que existem forças maiores regendo nosso universo onde seu pequeno ego não pode exercer controle.   new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Quantas vezes na sua vida aconteceram situações onde você não julgou justo, ou não pode compreender a relação de causa-consequência? E em todas estas vezes você sofreu. Sofreu por não ter sido como seu ego projetou.  Toda situação é um aprendizado, e se você estiver preso a necessidade de controlar, perderá a oportunidade do conhecimento a ser adquirido. E para que algo novo entre, é sempre necessário esvaziar-se, deixar ir, entregar.   Para os iniciantes o desafio de exercitar a entrega começa já durante a prática. Você com certeza já ouviu seu professor de Yoga dizer “não julgue” ou “sem julgamentos”, e quantas dessas vezes você conseguiu obedecer? Provavelmente o número de vezes irá aumentar com o tempo de prática, afinal dissemos acima que a entrega também é um treinamento.   Todo resultado de um julgamento nosso é feito pelo ego, através da concepção do que acreditamos ser correto. Até mesmo as coisas simples como a percepção de como executamos um asana. Nosso controlador interno quer que a postura esteja esteticamente bela e alinhada, quando tudo que importa é o quão presente você esteve durante sua permanência. Presença que acontece se desconectarmos esse nosso controlador, exercendo nossa auto-entrega. O ato só se torna prazeroso com presença e sem expectativas.   Você ouve seu professor durante as aulas? Não estou falando só de aceitar críticas, correções ou sugestões, mas simplesmente ouvir. Entregar-se como um barro a ser moldado segundo as instruções de outro é uma forma muito representativa de demonstrar a auto-entrega. Quantas vezes, nós como professores, observamos alunos representando um padrão de movimento que não sugerimos que fosse executado? Muito comum por exemplo se um aluno troca de método, e vem de uma prática de hatha yoga para uma prática de ashtanga, no momento de executar a saudação ao sol, ele reproduz o que conhece ao invés de escutar o que seu novo professor guia. Às vezes, inclusive, pode se tornar uma luta entre seu ego querendo “mostrar serviço” e a entrega a algo novo.   Observe-se, reconheça seus padrões de controle. Sempre que sentir raiva ou ansiedade, pare, avalie e compreenda o que foi que saiu do seu controle e te deixou com essa emoção?   Entregar-se também é visto como fraqueza, mas há diferença entre entregar-se e esconder-se. Não estamos sugerindo aqui uma apatia, permitindo que algo comande sua vida sem definição de objetivos próprios. Não é controverso a pranidhana definir seus objetivos, mas há de se aceitar que acontecerá da forma e no tempo correto, onde seu ego não possui controle.   Responsabilidade é diferente de culpa, concentre-se nas suas  intenções e nos passos concretos que pode dar em direção aos seus objetivos, você é o personagem principal da sua vida, mas confie que tudo acontece como deve ser, mantenha-se sempre presente.   Assim seja!

Dicas de Yoga | 16 maio 2021 | Equipe YogIN App

Como Fazer a postura da Cobra

5ª dica do YogIN App! O bhujangasana ou postura da Cobra produz alongamento em toda região anterior do corpo. Trabalha mobilidade da coluna e é uma excelente compensação para a outra postura que vimos na 2ª dica, o paschmottanasana. Aproveite essa aula da professora Fernanda Degilio e aprenda todas as dicas para execução perfeita desta posição.  

chaturanga dandasana yoginapp blog
Dicas de Yoga | 13 maio 2021 | Fernanda Magalhães

Para Compreender a Chaturanga Nossa de Cada Dia

Para Compreender a Chaturanga. A grande “culpada” pelo corpo dolorido após a primeira prática de Ashtanga Yoga, ao menos para as mulheres, é, geralmente a quantidade de repetições de Chaturanga Dandasana. É realizada dezenas de vezes na transição entre Ardha Uttanasana para Adho Mukha Svanasana, passando rapidamente por uma prancha no meio do caminho. Vem do Sânscrito: chatur = quatro, anga = membro, danda = bastão e asana =  postura é o nome mais decorado pelos alunos… Quem não sabe o que é uma chaturanga? Uma má chaturanga dandasana pode provocar lesões em punhos, ombros, lombar e um grande desconforto físico e psicológico. Se executada corretamente, fortalece músculos das costas, braços, tronco e área pélvica, com a ativação dos bandhas. Trabalhar seu Chaturanga pode provocar um efeito benéfico no corpo através da melhora na postura. Manter o alinhamento neutro contra a força da gravidade aumenta a força e estabilidade da musculatura das costas. Esta é a musculatura responsável por nos mantermos eretos ao longo do dia. Energeticamente, em chaturanga ou outras posturas de yoga, onde os braços e as mãos estão sustentando o peso do corpo, é proporcionada a sensação de estar emocionalmente apoiado e fisicamente forte. Quais as sensações despertadas pela execução do Chaturanga Dandasana na sua prática? Dor nos ombros ou punhos? Sensação de fracasso? Fraqueza? Você foge do seu chaturanga? Precisamos ser honestos com chaturangas. Principalmente à medida que repetimos várias vezes a postura e sentimos o cansaço mudando a qualidade da execução. Independente de se você é daqueles que desistem e se jogam no chão, ou se você não respeita seus próprios limites compensando o cansaço em ombros e punhos, hoje vamos desenvolver um chaturanga forte e poderoso. Para treinar nosso Chaturanga Dandasana, começaremos na postura da prancha. Punhos abaixo dos ombros, corpo firme e alinhado, dedos dos pés apoiados no chão. Mão firmes e dedos bem afastados. Visualize uma linha reta entre sua cabeça e seus pés, sem deixar seu quadril apontado para cima ou para baixo. Ative seus bandhas, sugando o baixo ventre e contraindo o períneo. Recolha suavemente o cóccix mantendo a neutralidade da lombar. Firme as escápulas e afaste-as do centro das costas. Contraia os quadríceps mantendo as pernas firmes. Estruture a musculatura abdominal e levemente deslize seu corpo a frente enquanto desce o tronco dobrando os cotovelos para trás. Os cotovelos colam na lateral do tronco e chegam até um ângulo de 90º. Os ombros estão levemente a frente das mãos e afastados das orelhas. Mantenha o corpo firme afastado do chão, não deixe a cabeça tombar e mantenha seu olhar direcionado suavemente para a ponta do seu nariz. Para continuar seu treino e conquistar mais força física, empurre o chão retornando a prancha e repita o movimento de descida algumas vezes. Há uma tendência de compensação que ocorre, às vezes, pela falta de força nos músculos estabilizadores de hiperestender a coluna lombar e elevar o cóccix ao ar. Isso acontece quando usamos os flexores do quadril, como o psoas. para sustentar a postura. Normalmente, neste caso, os ombros descem mais do que o indicado e alinham verticalmente com as mãos no chão. Esta tendência pode ser corrigida ativando o glúteo máximo e reto abdominal. O envolvimento desses músculos neutraliza a hiperextensão lombar. Ative firmemente sua musculatura abdominal e depois incorpore a contração do glúteo máximo recolhendo a lombar e inclinando a pélvis para trás e para baixo, mantendo a neutralidade. Outra falha comum na execução é soltar a ativação dos bandhas e a musculatura abdominal permitindo que o quadril desça antes do resto do tronco. Para evitar esta tendência, é necessário ativar a musculatura abdominal com se tivesse a intenção de levar seu umbigo nas costas e manter as mesmas dicas do ajuste sugerido acima, direcionando a pélvis para trás e para baixo. Entender o limite da altura dos ombros é difícil, a princípio, e pode ser treinado com uso de blocos ou qualquer outro objeto que possa limitar a descida exagerada. Este ajuste ajuda a visualizar a correta posição dos ombros à frente das mãos, evitando tensão desnecessária nos ombros, para isto, o bloco deve ser posicionado logo à frente de seus dedos. Quem anda pulando ou desistindo de Chaturanga Dandasana pela falta de força nos membros superiores pode realizar a variação com os joelhos no chão até que desenvolva a força necessária para executar a postura completa.   Nesta variação, há menos ativação de coxas e menor peso sobre os braços, mas a mesma necessidade de sustentar a musculatura do tronco e a neutralidade da lombar recolhendo suavemente o cóccix. Escolher uma variação não é demonstração de fraqueza, mas sim de amor e respeito ao próprio corpo. Finalize seu treino de chaturanga seguindo para sequência Urdhva Mukha Svanasana - Adho Mukha Svanasana - Balasana e tome algumas respirações de descanso. A postura é desafiadora para a maioria dos iniciantes, mas podemos aplicar as lições aprendidas com chaturanga a qualquer outro asana que exija mais de nós. Ouvir as emoções que nos limitam buscando sempre o autoconhecimento. O trabalho externo mantendo sempre a conexão com o interno traz progressos sólidos e duradouros. A força utilizada na prática não é um conceito apenas físico, é um recurso existente em nosso interior que precisa ser encontrado.   Boa prática! new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();  

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