Blog

yogaem


Por que meditar parece tão difícil?
Qualidade de Vida | 14 jan 2021 | Equipe YogIN App

Yoga no Everest

Yoga no Everest Dr Jon Kedrowski alpinista profissional 🧗‍♀️ com 4 cumes do Everest (ponto mais alto do globo 🌍). Jonkedski é praticante de Yoga 🧘🏻‍♂️ e usa as técnicas nos momentos mais extremos nas expedições em montanhas 🏔 . Nesta foto, ele ensina algumas posturas a outros alpinistas do seu grupo no heliponto do acampamento 🏕 base do Everest 🏔.    

yoga na netflix
Podcast de Yoga | 22 dez 2020 | Daniel De Nardi

On Yoga, Arquitetura da Paz – Crítica do Filme – Podcast #42

On Yoga, Arquitetura da Paz - Crítica do Filme O documentário do diretor Heitor Dhalia, inspirado no livro homônimo do fotógrafo americano Michael O\'Neil, traz opiniões de diferentes gurus e professores de Yoga sobre o que significa essa filosofia de vida para cada um deles. Neste podcast, o que mais me chamou a atenção no filme de Dhalia. Asatoma Saggamaya!   https://soundcloud.com/yogin-cast/on-yoga-a-arquitetura-da-paz-comentarios-do-filme-podcast-42   LINKS   Episódio do podcast que se passa no Kailash Ashram em Rishikesh https://yoginapp.com/encontro-com-um-mestre-podcast-18     https://youtu.be/Mfbeim7Bro4 Kailash Ashram   Livro que inspirou o filme   Dharma Mitra             Mantra - asato ma sadgamaya asato ma sadgamaya tamaso ma jyotirgamaya mrtyor ma amrtam gamaya (Brhadaranyaka Upanishad — I.iii.28)     Trilha sonora da série de Podcast - Reflexões de um YogIN Contemporâneo https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa     Transcrição On Yoga, Arquitetura da Paz – Comentários do Filme – Podcast #42 O meu nome é Daniel De Nardi, o podcast de hoje começa com o mantra “Ohm Assatoma Sadgamaya” porque hoje nós vamos falar sobre um filme de yoga que estreou hoje mesmo em todo o Brasil. “On Yoga, Arquitetura da Paz” é o novo documentário do diretor brasileiro Heitor Dhalia, mas a histórica começa na visão de um americano, o fotógrafo Michael O’Neal que é conhecido no meio do yoga por um livro com fotos de sadhus e praticantes de yoga pela Índia e pelo mundo todo, e este livro é bastante conhecido por retratar com imagens belíssimas a experiência do yoga na prática. O Michael O’Neal abre esse documentário expondo um pouco do trabalho que eu já fez. Ele já fotografou grandes ícones de Hollywood como Scorsese, Leonardo DiCaprio, Jack Nicholson e outros. Ele já publicou na capa da Times uma foto com o ator Paul Newman e outras personalidades e ele tinha um trabalho bastante exaustivo devido a rotina de viagens e os horários de trabalho, essa vida de extrema pressão fez com que ele tivesse lesões no pescoço que necessitaram de cirurgia. Após a cirurgia, ele teve uma paralisação no braço, justamente o que ele utilizava para fotografar, o próprio neurologista que o acompanhava disse que ele não conseguiria mais realizar as suas funções. Para quem trabalha e coloca toda a energia em seu ofício é devastador, mata o artista. Ele passou por um período de muita dor de muita dificuldade e nisso ele começou a ir atrás do yoga, primeiro por uma questão física, depois ele foi revendo o rumo que a vida dele poderia tomar a partir do momento em que ele não poderá mais fazer o que fazia antes. Essa busca a partir da dor é muito comum, o próprio yoga reconhece a dor como algo que está em todas as pessoas e se coloca numa proposta de resolver a questão ou de, ao menos, diminuir o sofrimento humano, assim é a história que o Heitor Dhalia começa a contar a partir da vida do Michael O’Neal. Eles vão para Índia e começam a revisitar os Sadhus que O’Neal tinha fotografado quando fez o livro há doze anos atrás. Justamente por ele ser um fotógrafo famoso, por ele ter sido financiado para produzir este tipo de foto, ele conseguiu ficar muito tempo neste tipo de inspeção e ele fala, inclusive, que tinha muita abertura com os grandes pensadores do mundo e os grandes mestres da Índia e, com isso, ele ia fotografando e tentado extrair daquelas figuras o que era mais plástico, a imagem. Mas nesse segundo momento, quando eles vão fazer o documentário, além das fotos, eles extraem entrevistas com os grandes gurus da Índia. O filme não se propõe a falar minuciosamente sobre o yoga, até porque isso poderia ir para uma linha de documentário que diminuiria o interesse do público em geral, porque isso é importante para quem já é praticante e estudioso sobre yoga, mas para quem está começando a se interessar, talvez a informação se tornaria muito massiva, e o filme sai dessa linha e vai para um depoimento dos próprios gurus sobre o que ele consideram importante dentro do yoga. O aspecto das imagens, visual do filme é belíssimo, porque o Sadhu praticando yoga é algo que chama a atenção, é muito bonito. Não só os Sadhus, como os praticantes em geral. O asana como expressão física é muito completo como consciência corporal, tem muito asana durante o filme, asanas muito bem filmados. O filme na parte visual está de parabéns, mas os depoimentos ressaltam que o yoga não é só a parte física. Isto me preocupa um pouco com relação a evolução do yoga como um todo, porque ele tem ido para essa linha física e desde a sua origem o yoga sempre foi meditação. A proposta que os gurus vão falando no filme, dessa saída do sofrimento, ela sempre passa por algo que vai além de se fazer um alongamento, um asana, é algo muito mais elevado e que envolve um processo meditativo. Como o filme não se propõe a dizer sobre uma única história do yoga, ele mostra muitas visões de diferentes linhas, de diferentes tipos de yoga e até mesmo coisas que não são yoga, como, por exemplo, aqueles sadhus que suspendem o pênis. Eles explicam que há a suspensão do pênis e o deslocamento para traz, o amarra num cabo de aço, eles mortificam a região por acreditarem que ali seja a fonte de muitos desejos e como o intuito deles é o controle dos desejos ele optam por este tipo de método. Esta é uma linha, uma visão bastante presente na Índia, simplesmente eliminar o corpo para uma ascensão espiritual. Não são todas as linha que veem desta forma, o Tantra vê de uma outra forma, vê o corpo como parte do processo. Como você pode ver, o próprio filme apresenta diferentes visões do que essa mensagem do yoga que está em diferentes áreas e linhas. O yoga, pela sua antiguidade, sempre teve esse movimento que é de ser mais libertário e ele não tem uma administração central como, por exemplo, a Igreja Católica e isso faz com que a individualidade dos próprios professores seja transmitida como forma de conhecimento, o yoga é bastante permissivo neste sentido, do professor com a sua experiência conseguir transmitir algo que não necessariamente está num livro ou em uma regra. Acho que isso producente para a evolução do yoga porque faz com que aquilo que está mais presente no nosso dia-a-dia, seja transmitido para o aluno que está ali fazendo a aula, a meditação, o que quer que seja. Embora o filme apresente muitas visões, há algo central, que é algo da cultura sânscrita, a cultura que produziu esse conhecimento desde os vedas. Essa visão central é da ilusão que existe quando nos identificamos com o que sentimos ou pensamos, quando há essa identificação, há o sofrimento e todos ali tem essa visão em comum, embora nem todos falem disso, muitos falam, que é a visão da consciência observadora, a consciência que está por trás olhando o mundo manifesto e que a consciência que observa é a verdadeira essência, é o verdadeiro eu, e a busca para a eliminação desse sofrimento é esse distanciamento, aproximando-se da consciência que vê e não estando imerso, totalmente envolvido com os sentidos, que no filme passa mesmo a sensação sobre isso. Se há uma identificação muito grande com as sensações, com os sentidos, um envolvimento com as oscilações da natureza e isso vai gerar necessariamente sofrimento. O primeiro Sadhu que aparece falando, diz para não ficar incessantemente desejando coisas, porque os desejos acabam gerando ou frustração ou um desejo ainda maior. E esse Sadhu fala sobre se ter menos (inint. 09:59), menos coisas a se atingir e ter uma aceitação da vida, como ela é. Achei interessante porque vai nesse sentido, de diminuir essa identificação para não ficar totalmente sujeito aos acontecimentos da matéria. O primeiro ashram que aparece na matéria é o Kayla Ashram. Nessa parte que aparece o ashram eles estão falando que os yôgins desde os tempos mais remotos, ou as pessoas que faziam essa busca pela espiritualidade, iam para o meio da floresta em busca de um professor ou alguém que também estivesse fazendo essa busca espiritual que pudesse ensinar algo e que nos dias de hoje esse ashram seriam essas florestas dentro das cidades, onde os suamis e os sadhus se isolam para praticar a meditação e a espiritualidade. Esse Kayla Ashram é o mais antigo de Rishikesh, eu falo desse ashram no episódio “Como Encontrar um Guru” e também um outro local que eu identifiquei que eu já fui também é um ambiente em que aparece uns yôgins de laranja praticando vários asanas, são três meninos fazendo vários asanas no rio Ganges. E aquela é uma pedra que quando se faz um rafting no Ganges, em Rishikesh, se para na pedra e dá um salto no rio, mesmo no inverno também é possível se banhar no rio e eles fazem o asana bem no local (vou deixar uma foto minha pulando na pedra). O filme se passa a maior parte do tempo em Rishikesh, que é uma cidade no noroeste da Índia, que os yôgins todos que vão para a Índia acabam conhecendo por ser um importante centro de yoga no País. Ele começou justamente com esse Kayla Ashram, os Beatles foram pra Índia, Shivananda fundou depois o seu ashram lá e por aí vai, depois vários gurus se fixaram em Rishikesh para fixar conhecimento. O Michael O’Neal fala do Yoganandadi que foi um mestre que viveu em Rishikesh, e que morreu aos 108 anos, ele tem imagens dele praticando yoga aos 98 anos. Essa parte também da longevidade dos yôgins é algo que vem impressionando as pessoas que acompanham yôgins pelo mundo. Então, efetivamente o yoga produz um ganho na nossa saúde e disposição, por que está mais próximo a você, mais conectado com as suas sensações, é natural que se tome decisões mais prudentes com o seus hábitos e com a saúde como um todo porque se a saúde não está bem, é impossível começar um processo de meditação de elevação espiritual se não foi resolvido a base. O yôgin tem essa preocupação com a saúde, e isso é bastante falado no filme. Uma outra cidade que aparece no filme é Nova York, pelo fato do próprio O’Neal viver na cidade. Eles entrevistam vários professores de yoga de Nova York, inclusive o brasileiro Dharma Mittra que ficou famoso após uma fotografia do Michael O’Neal que mostra ele fazendo um Shirsasana sem as mãos. Aliás, a contracapa do livro de O’Neal que deu origem ao filme é justamente esta foto. E na imagem de Nova York aparece um guru que está dando aula com um pano branco na cabeça e começa a falar sobre a filosofia ocidental e oriental. Achei interessante explicação porque muitas pessoas acreditam que a filosofia tem que ser algo vindo da Grécia. A explicação que ele dá é bastante interessante, ele fala que esta filosofia oriunda da Grécia é basicamente um debate acadêmico, você discute teses até que haja um conhecimento, um entendimento intelectual dos conceitos. Já a filosofia oriental ela teria também esses conceitos, mas eles teriam de ser aplicado na prática, vivido. Esse tipo de filosofia transportado para o yoga seria algo, por exemplo, o yôgin manter a estabilidade da mente nas situações mais difíceis. Ele se coloca em um asana difícil e mesmo com o incômodo, ele tenta manter a mente tranquila, a respiração profunda e o foco em manter-se atento a postura e finalizar a sua permanência. Assim teria a filosofia na prática, com o ensinamento sendo aplicado e sendo vivido nos conceitos. A minha recomendação é que vocês assistam o filme, não sei há em todas as cidade, acredito que logo mais será lançado no Rio, mas em breve estará disponível online e você poderá assistir. Acho que é um retrato muito bacana de alguém que não é um professor, é alguém de fora que pratica, o Heitor é um praticante de yoga, e que trouxe essa visão com a profundidade que é possível num filme. Acho que não dá para se esperar uma aula acadêmica ou um debate completo a partir de um filme, mas acho que o filme traz muitas reflexões sobre o nosso propósito de vida, o nosso momento de olhar para nós mesmos, as liberdades que devem ser praticadas com responsabilidade. Tudo isso é algo que pelo menos pra mim o filme tocou e me fez refletir e acho cada um vai ter a sua experiência do que é falado ali. Para finalizar, eu vou deixar um mantra que aparece no começo do filme que é o “Ohm Assatoma Sadgamaya”.  Esse mantra tem como significado justamente esse ponto em comum que eu falei anteriormente que todas as linhas acabam abraçando, da consciência observadora, “Ohm Assatoma Sadgamaya” é um pedido para que o eu saia daquele mundo sofrido, de que a consciência observadora saia daquele mundo sofrido, de que a consciência observadora saia do envolvimento e do sofrimento que existe na natureza, que ele se veja como observador, como aquele que vê. Então aproveite e se quiser a letra no mantra, eu vu deixar na descrição do episódio. Ohm Assatoma Sadgamaya!

Postura de Lótus
Dicas de Yoga | 18 out 2020 | Adri Borges

Como o Yoga pode ajudar na sua intuição

Como o Yoga pode ajudar na sua intuição Você acredita no seu poder de intuição? Sabe como o Yoga pode te ajudar? A princípio, você sabe o que é intuição? Segundo o dicionário intuição é: substantivo feminino 1. faculdade ou ato de perceber, discernir ou pressentir coisas, independentemente de raciocínio ou de análise. 2. forma de conhecimento direta, clara e imediata, capaz de investigar objetos pertencentes ao âmbito intelectual, a uma dimensão metafísica ou à realidade concreta. 3. visão clara e direta de Deus como a que possuem os bem-aventurados.Apesar de sermos Corpo Mente e Espírito, quando nos encontramos em algum momento desafiador ou de stress, a tendência é nos focar em nosso lado racional. Quando focamos nosso lado racional, perdemos nossa conexão com nosso lado criativo, com nossas emoções e consequentemente com nosso poder de intuição. Segundo Bill George,Professor da Harvard Bussiness School, jamais deixaremos nossa intuição fluir se não nos observarmos. Ele ainda completa que todas as decisões são intuitivas. Se não fossem poderíamos procurar no computador e teríamos todas as respostas. Muitas vezes nosso pensamento racional domina a situação. Tomamos nossas decisões baseado na nossa mente consciente. Com o ritmo alucinante das grandes cidades, overdoses diárias de informações e obrigações o tempo se torna escasso. Não há tempo para respirar, silenciar e nos observar. Sem esta observação perdemos nossa conexão e nos fechamos para nossa habilidade de intuir. Sobrecarregamos nossa agenda com inúmeras programações: compromissos sociais e profissionais, atividades físicas, projetos intermináveis e happy hours com pessoas que muitas vezes nem nos lembramos os nomes. Todas essas distrações nós chamamos de entretenimento. E são elas que muitas vezes nos afastam de nós mesmos impedindo-nos de nos observar e deixar a intuição fluir. Mas qual seria a importância da intuição em nossa vida? Segundo o psiquiatra e autor Iain Mac Glchirist, a intuição é a tomada da consciência das coisas sutis que estão fora do foco da atenção. Coisas das quais temos consciência de forma inconsciente. Ele ainda completa que se passamos muito tempo focados na nossa mente consciente não vemos o que deveria ser importante e consequentemente, eliminamos essa informação. O que me surpreendeu nesta entrevista, foi quando ele disse que bem pouco de nosso processo mental é consciente. 95% possivelmente 99% não é nada consciente e agem para nos alertar de coisas que nossa mente não está ciente. São portanto coisas implícitas, coisas sútis. Como o Yoga pode te ajudar a despertar sua intuição? A prática da meditação é uma importante ferramenta para que você possa se observar e trabalhar sua intuição. Que tal experimentar? Permaneça sentado com as pernas cruzadas (postura meditativa). Mantenha seus olhos fechados e sua coluna bem ereta. Repouse suas mãos sob seus joelhos mantendo seus ombros voltados para baixo e para trás. Permaneça com seu queixo paralelo ao solo. Agora apenas inspire e expire. É chegado o momento de você se aquietar. Mantenha sua respiração nasal, lenta, profunda e consciente. Através dela você irá cessar o fluxo de pensamentos permanecendo assim em seu momento presente. Preste atenção em sua respiração estabelecendo assim uma conexão com seu mundo interior. Abstraia-se de ruídos externos temperatura do ambiente e peso do seu corpo. Agora apenas se observe. Sem se julgar e se envolver com seus pensamentos. Apenas observe! Quando entramos em estado meditativo e começamos a nos observar não há lugar para escapar exceto em si mesmo. Quando esta conexão se estabelece você realmente começa a ser você mesmo. Você começa a entrar em contato com o que há de mais verdadeiro, a essência do seu ser. A partir da sua observação você abre as portas para sua intuição fluir. Vamos meditar? Namastê.

Vídeos de Yoga | 24 ago 2020 | Daniel De Nardi

COMO FAZER PASCHMOTTANASANA

COMO FAZER PASCHMOTTANASANA O paschmottanasana é postura que mais produz relaxamento por alongamento ao longo do corpo. Paschmottana significa alongamento posterior, a palavra diz sobre o local de atuação da postura. O treinamento desse asana produz relaxamento em toda musculatura posterior das pernas, coxas, glúteos, costas e pescoço. É ótimo para desfazer dores e desconfortos nas costas.  

Documentário de Yoga - Trilogia de Aprofundamento no Yoga
Filosofia do Yoga | 18 ago 2020 | Equipe YogIN App

Documentário de Yoga – Trilogia de Aprofundamento no Yoga

Trilogia de Aprofundamento no Yoga - Documentário de Yoga! Documentário de Yoga produzido pelo YogIN App. Esta documentário de Yoga de 3 vídeos tem o intuito de apresentar uma visão mais ampla do que é o Yoga. O primeiro episódio traz a origem do Yoga na Índia, o segundo explica como esta prática se expandiu no Ocidente e o terceiro vídeo explica como é o dia a dia de quem dá aulas. O 1º Documentário de Yoga do YogIN App Assista aos 3 vídeos e saiba mais sobre essa filosofia que há milênios produz benefícios aos seus praticantes. O Yoga na Índia - episódio 01 Esta a 1ª aula da série de aprofundamento. Nela trataremos das raízes desta filosofia e como ele se desenvolveu por toda Índia. Na 1ª parte do documentério de Yoga do YogIN App voltamos 4 mil anos no tempo para entender como a Índia começou a investigar a espiritualidade humana. Assista clicando AQUI. https://youtu.be/8_3KRJL3-XE O Yoga no Ocidente - episódio 02 O 2º episódio da série explica como o Yoga foi trazido para Ocidente e como se desenvolveu por aqui. Além disso, esta aula traz estudos científicos sobre os efeitos da prática e da Meditação e apresenta depoimentos de praticantes. A profissão de Professor de Yoga - episódio 03 Nesse último episódio,  você vai entender melhor o que faz um professor, como produz dinheiro, qual o tipo de aula que dá e com quais públicos trabalha. Ao final da aula gravamos depoimentos de professores que já atuam na área para que você se familiarize. E para o fechamento da série e esclarecimento de qualquer dúvida teremos um webinário (ao vivo) na semana que vem com um dos ministrantes do Curso de Formação. A Profissão de Professor de Yoga - Episódio 03 da Trilogia from YogIN App on YouTube.   Webinário de revisão do conteúdo  Nesta aula fizemos uma revisão de todos os temas abortados nesse documentário de Yoga. Além disso tiramos dúvidas dos alunos que participaram ao vivo dessa aula.   Livros de Yoga Se você tem interesse em conhecer o Yoga mais a fundo fizemos um post com 6 melhores livros de Yoga na nossa opinião. CLIQUE AQUI PARA SABER QUAIS SÃO.   https://yoginapp.com/livros-de-yoga/ Deixe seu email no formulário abaixo e mandaremos mais dicas de Yoga para você! new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Por que o Yoga não é uma atividade física
Filosofia do Yoga | 14 ago 2020 | Fernanda Magalhães

Por que o Yoga não é uma atividade física

Quais a diferenças de uma atividade física e de uma prática de Yoga. Porque o Yoga não é uma atividade física é uma pergunta feita por alunos de Yoga, mas também por profissionais de Educação física que eventualmente querem saber mais sobre a prática de Yoga. O motivo do Yoga não ser uma atividade física é explicado neste post, mas você poderá aprender mais acessando o canal de Podcasts do YogIN App clicando na imagem abaixo. https://soundcloud.com/yogin-cast Sou professora de Ashtanga e Vinyasa no Rio de Janeiro e, além das aulas no estúdio e aqui pela plataforma do YoginApp, dou aulas também em uma academia de ginástica. Recebo muita gente me perguntando se seria melhor fazer yoga ou pilates, ou se há problemas em sair direto da aula de yoga para o spinning ou vice e versa. Esse tipo de pergunta é natural de quem observa uma aula de Yoga baseada na execução de posturas, chamadas de Asanas. O que sempre tento explicar à estas pessoas é que o Yoga não é um exercício físico e sugiro que separem as coisas. Sim, movimentamos o corpo, suamos, alongamos a musculatura e fazemos  força durante uma sequência de asanas, mas tudo isso é apenas uma parte do Yoga, que por trabalhar aspectos do corpo físico, provoca a confusão aos olhos ocidentais. “Em primeiro lugar, se expõem os asanas, pois eles constituem o primeiro passo do Hatha Yoga. Os asanas se praticam para conquistar postura firme, saúde e flexibilidade” (Hatha Yoga Pradípika 1:17) Embora a saúde, a força física e o equilíbrio hormonal sejam extremamente importantes para a prática do Yoga, são apenas alicerces para a construção de um caminho de volta ao Eu. Aquele Eu que é parte do todo e não está preso a visão do ego. [caption id=\"attachment_527464\" align=\"aligncenter\" width=\"364\"] Por que o Yoga não é uma atividade física?[/caption] E se o Yoga não é exercício, o que ele é? O que é o Yoga? O Yoga é um dos seis sistemas ortodoxos da filosofia indiana, o que trata da relação com a mente. O grande tratado de Yoga foi compilado por Patanjali entre 400 e 200 A.C. É deste tratado, o Yoga Sutra, que obtemos a afirmação de que Yoga é a supressão das instabilidades da mente (em sânscrito: yoga chitta vritti nirodha). A partir desta afirmação, Patanjali descreve oito passos para o sucesso da tarefa e, entre esses passos, é apresentada a parte do trabalho corporal (asanas). É bem razoável compreender que, sendo seres humanos, vivendo em um corpo físico, nada seria mais natural do que usá-lo como veículo para vivenciar todas as outras 7 partes deste caminho ao Yoga. Nosso engano ocorre ao tentar compreender uma Cultura pelo olhar de outra. Não há a mesma bagagem para gerar a mesma compreensão. Principalmente nós, ocidentais, que estando muito identificados com o físico, acreditamos que nós somos o nosso corpo, enaltecendo tudo que é executado por ele. Neste corpo, incluo a mente como conhecemos, esta que lê o mundo através dos nossos sentidos (visão, olfato, paladar, audição e tato) e traduz em uma língua de condicionamentos adquiridos e pré-estabelecidos em nossa mente. Então as posturas psicofísicas (chamadas de asanas) caem como uma luva para desviar a atenção da mente condicionada direcionando para uma percepção mais ampla do Eu, desconectado dos processos mentais que geram ansiedade, estresse e depressão através do foco no corpo. Ansiedade, estresse e depressão são três dois problemas mais comuns gerados pela mente inquieta e descontrolada. E quem nunca? Existe uma relação direta entre Estados mentais e o corpo, como a respiração acelerada provocada pelo medo ou os ombros e pescoço rígidos por estresse. Um dos benefícios da prática de asanas (as posturas psicofísicas) é trazer a relação oposta trabalhando o corpo  para provocar o estado mental desejado. Por exemplo, a tensão da mente pode ser eliminada através do alongamento de músculos e a ansiedade afastada pelo controle do tempo de inspiração e exalação. E da mesma forma medos podem ser ultrapassados e traumas vencidos. Este trabalho corporal inclui não só a execução de alguma sequência de ásanas, mas também exercícios respiratórios e técnicas de limpeza e purificação. “À medida que aperfeiçoamos o asana, começamos a entender a verdadeira natureza da nossa corporificação, do nosso ser e da divindade que nos anima… Para compreender isso, é preciso mais do que proficiência técnica; cada asana deve ser realizado não como um simples exercício físico, mas como meio de entender o corpo e então integrá-lo com a respiração, a mente, a inteligência, a consciência e o centro” (B.K.S. Iyengar, Luz na Vida)   Então, o Yoga, antes de atividade física é uma atividade para o controle da mente, onde o físico é utilizado para acessarmos estados diferenciados de consciência. E por isso, não é errado iniciar seu estudo do Yoga através da prática de asanas, pois precisamos vencer essa barreira de identificação material para conectar com as partes mais sutis da prática. Essa é só uma forma contemporânea de nos voltarmos ao centro. Na próxima vez que você subir no seu tapetinho, observe mais os efeitos que o Yoga tem em sua vida, não só no seu corpo físico, ou ta tonificação de seus músculos e flexibilidade. Yoga é união, trabalhando você por inteiro, como parte de um todo. Namastê! new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Qual a diferença de Praticar Yoga pelo YouTube de ter seu próprio Studio de Yoga Online? No YogIN App Studio temos aulas de Yoga ao vivo todos os dias e você também pode fazer aulas gravadas montadas em formato de série conforme seu objetivo na prática. Digamos que seu objetivo com o Yoga seja Alongar. No YogIN App Studio você encontra uma série que vai passo a passo produzir melhor alongamento. Agora, se o que você quer no Yoga é Silenciar a Mente. Neste caso, você também encontra Séries de Aulas que Silenciam a Mente a partir da Respiração ou Meditação. Além disso, os alunos do YogIN App Studio recebem materiais complementares para conhecer melhor tudo o que está por trás dessa prática milenar. Aulas de Yoga Ao Vivo Todos os Dias No YogIN App Studio você pode fazer aulas de Yoga ao vivo todos os dias. Para conferir a programação com toda a agenda de aulas dos próximos dias - CLIQUE AQUI e busque o que espera com a prática de Yoga. Aulas de Yoga Gravadas com seu Objetivo Para entender melhor como as aulas no YogIN App Studio estão organizadas - CLIQUE AQUI e busque o que espera com a prática de Yoga. Então se está buscando o Yoga com algum desses objetivos, faça a aula recomenda acima e perceba em si mesmo se a prática funciona. Não vai custar nada essa aula de yoga online gratis e acho que você vai gostar.

Pranayama respiracao yogin
Respiração e Relaxamento | 19 jul 2020 | Equipe YogIN App

Pranayama, Respiração Consciente

Pranayama, Respiração Consciente, Respiração Yogin! Pranayama são as técnicas de controle e auto observação da mente usando a respiração. A respiração é uma das formas mais usada pelos yogins para a reconexão. Usando um movimento natural do corpo para depositar a atenção. Essa técnica funciona muito bem e se você já praticou pranayama sabe do que eu estou falando. Recentemente liberamos uma série de pranayamas para você vivenciar na prática os efeitos da respiração consciente Pratique Pranayama Respiração Consciente Acesse Aulas Gravadas e Busque por Respiração Consciente https://yoginapp.com/aulas-gravadas/ Prāṇāyāma (प्राणायाम) = controle ou extensão da respiração. De prāṇa (respiração, força vital) + āyāma (controle, extensão). cale väte calaṃ cittaṃ niścale niścalam bhavet | yogī sthāṇutvam āpnoti tato vāyuṃ nirodhayet || “Quando a respiração está instável, a mente está instável. Quando [a respiração] fica imóvel, [a mente] fica imóvel, [e] o iogue obtém quietude. Assim, deve-se conter a respiração. ”—Haṭhapradīpikā 2.2                       Qual a diferença de Praticar Yoga pelo YouTube de ter seu próprio Studio de Yoga Online? No YogIN App Studio vocêpode praticar Yoga ao vivo todos os dias com diferentes professores. O estímulo do professor ajuda muito para quem quer praticar Yoga de verdade. Nossos alunos podem confirmar isso. 😀😀😀😀😀😀😀😀😀 Poderá também fazer aulas gravadas montadas em formato de série conforme seu objetivo na prática. Digamos que seu objetivo com o Yoga seja Alongar. No YogIN App Studio você encontra uma série que vai passo a passo produzir melhor alongamento. Agora, se o que você quer no Yoga é Silenciar a Mente. 🙏🙏🙏 Neste caso, você também encontra Séries de Aulas que Silenciam a Mente a partir da Respiração ou Meditação. Alunos do YogIN App Studio recebem materiais complementares para conhecer melhor tudo o que está por trás dessa prática milenar. São livros exclusivos, aulas teóricas espciais e todo o acompanhamento no nosso fórum das dúvidas com relação aos diferentes aspectos da prática. Aulas de Yoga Ao Vivo Todos os Dias No YogIN App Studio você pode fazer aulas de Yoga ao vivo todos os dias. Para conferir a programação com toda a agenda de aulas dos próximos dias - CLIQUE AQUI ! Aulas de Yoga Gravadas com seu Objetivo Para entender melhor como as aulas no YogIN App Studio estão organizadas - CLIQUE AQUI e busque o que espera com a prática de Yoga. Se você está buscando o Yoga com algum desses objetivos, faça a aula recomenda acima e perceba em si mesmo se a prática funciona, achamos que você vai gostar. Depois escreve nos comentários como se sentiu  😊😊😊 🙏🙏🙏🙏 Namaste! 🙏🙏🙏🙏   Conheça mais sobre pranayama respiração yogin e outros assuntos  no Blog de Conteúdo de Yoga do YogIN App https://youtu.be/ivh1fHfiBIY new RDStationForms(\'formulario-post-yoga-online-e50c2f5f6660fd97cfa8\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Dicas de Yoga | 27 maio 2020 | Daniel De Nardi

Como Fazer – Bhujangasana, a postura da Cobra

Como Fazer Bhujangasana Conhecida como postura da cobra, o bhujangasana é um dos asanas mais importantes do Yoga. Uma excelente compensação de posturas como o paschmottanasana e adho mukha. A professora Fernanda Degilio explica como executar perfeitamente essa postura no vídeo abaixo. Confira:   new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();      

Dicas de Yoga | 7 maio 2020 | Equipe YogIN App

Como Fazer Bakasana, a postura da garça

Como a postura da garça! O bakasana é uma das posturas mais estéticas do Yoga. É uma postura que treina diferentes habilidades no yogin, entre elas concentração, equilíbrio e força. Aproveite essa aula que além de ensinar tecnicamente a postura dá dicas de treinamento para aperfeiçoamento da execução. Fique de olho nos próximos episódios da série COMO FAZER e deixe nos comentários quais posturas você gostaria de treinar mais? Boa prática !   https://youtu.be/vPvKuiCHdlc   Saiba mais sobre as posturas do Yoga, os Asanas. Baixe gratuitamente o new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm();

YogIN App
Filosofia do Yoga | 27 abr 2020 | Lucas De Nardi

O Yoga jamais o abandona

O Yoga está sempre presente. No ano passado, enquanto buscava um aplicativo sobre treinamento físico, cheguei ao Freeletics. Ele prometia deixar-me em forma, dar-me mais força e resistência com um treinamento que utilizava-se apenas - e isso foi o que mais me atraiu - o peso do meu corpo. Eu me tornaria um atleta livre, daí o nome do app. Achei a proposta interessante e os exercícios desafiadores. Baixei, fiz duas semanas de teste e acabei deixando o treinamento funcional de lado para dedicar-me apenas ao aplicativo por algum tempo. É claro que o início foi penoso, especialmente porque você mesmo define quando irá treinar. Não há compromisso com mais ninguém além de você. E isso exige uma disciplina e uma força de vontade enormes. Foi então que me dei conta que uma das coisas que mais me cativou na prática do Yoga foi justamente isso, sua capacidade de dar ao praticante autossuficiência e a necessidade de quase nada para ser praticado, apenas um corpo, uma vontade e o chão. Nem mesmo o silêncio é essencial, dias atrás fiz meu sádhana praticamente ao lado de um show de reggaeton. Lembro-me que alguns meses depois de começar a praticar Yoga, mudei-me para Ibiraquera, perseguindo o sonho de tornar-me surfista. Lá não havia uma escola, nem professores, muito menos colegas de prática. Mesmo assim, o Yoga foi comigo e eu o praticava pelo menos três vezes por semana. Depois que comecei a lecionar, mudei-me para São Paulo. Tinha turmas bem cedo e passava algumas horas da manhã sozinho na escola. O surf tinha me deixado, já que na capital paulista não poderia praticá-lo, mas o Yôga acompanhou-me diariamente em minhas horas de solidão matinal. O Yoga nunca o abandona. Isso porque a partir do momento que você o aprende, ele estará sempre dentro de si, fará parte da sua visão de mundo, pois em algum momento de sua história, ele o fez olhar para dentro e conhecer-se melhor. O Yoga estará sempre aí, acessível e disposto a fazê-lo evoluir. Porque o Yoga só existe quando você o pratica. E somente você pode fazer isso para si. Ninguém o fará. Mesmo dentro de uma classe, o professor o ensina a praticar, ele lhe transmite as técnicas, mas jamais poderá fazê-las por você. Nunca poderá insuflar em seu corpo a evolução que esta filosofia produz. E mesmo que você conheça pouco, mesmo que tenha esquecido de uma parte, mesmo se achava que não era bom o suficiente ou que nunca atingiu os resultados almejados ainda assim o Yoga não o abandona. Porque ele pode ser praticado de maneiras muito simples. Ele pode estar presente no momento que você se determina a manter o foco para realizar uma tarefa exigente da sua rotina, naquele mantra que você se esforça por lembrar e lhe traz um contentamento espontâneo enquanto esta preso num trânsito caótico, numa atenção plena que você escolheu viver ao conversar com um amigo, em uma invertida que você fez depois de um dia inteiro em pé a produzir algo, no momento em que você decidiu parar de pensar um pouco para clarear as ideias, num dia que você resolveu expressar gratidão aos que lhe fazem bem, quando manteve a consciência no corpo enquanto praticava seu esporte favorito ou quando fez aquela série bem simples de alongamento ao final de um dia de trabalho extenuante. Existem atividades que cessam quando não temos os elementos essenciais para sua execução, tal como tentar surfar sem ondas, jogar tênis sem quadra ou andar de skate sem asfalto. Mas o Yoga não exige nada, apenas seu corpo, sua vontade e o chão, quase como o aplicativo que passei a usar para me exercitar. Portanto, não é por falta de tempo ou vontade que você deixou o Yoga, é uma questão de escolha. Basta escolher vivenciá-lo que ele estará disponível, mesmo que de maneira muito singela. E quanto mais você o pratica, mais gana terá de conhecê-lo e conhecer-se melhor. E ele estará sempre ali, pronto para a próxima prática. Pois o Yoga jamais o abandona.