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Filosofia do Yoga | 30 nov 2017 | Daniel De Nardi

YOGA, CONSIDERADO PELA UNESCO PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE

O YOGA FOI CONSIDERADO PELA UNESCO COMO PATRIMÔNIO IMATERIAL DA HUMANIDADE A comunidade YogIN recebeu a notícia com muita felicidade. Há uns anos, organizações internacionais de Yoga iniciaram o processo para demonstrar o valor dessa filosofia milenar. A Unesco reconheceu no dia 30 de novembro de 2016 o valor dos ensinamentos do Yoga para diferentes áreas na sociedade indiana como cultura, saúde e educação. O reconhecimento abrange praticantes espalhados pelos diferentes países do mundo. O site oficial da UNESCO divulgou a notícia apresentando um vídeo explicativo do Yoga, sua História e raízes. A notícia do reconhecimento do Yoga como patrimônio imaterial da humanidade repercutiu em toda mídia mundial. Importantes meios de comunicação como o jornal inglês The Guardian divulgaram o acontecimento em seus sites. Acredito que para nós, professores e praticantes, seja apenas mais uma afirmação do que percebemos ao final de cada aula de Yoga. O Yoga tem sim o poder de nos aprimorar, de nos fazer nos sentirmos melhor e mais conectados com algo que está lá dentro de cada um. Se esse prêmio ajudará mais pessoas a passarem por esta experiência, que coisa boa.     Para receber conteúdos semanais sobre Yoga, clique no botão

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Vídeos de Yoga | 29 nov 2017 | Daniel De Nardi

A vida ao longo do Rio Ganges

A vida ao longo do Rio Ganges O Ganges é um dos principais rios da Índia, sua importância para a vida dos indianos está descrita em inúmeras escrituras. O Rio é considerado sagrado e possui até Deuses com seu nome! https://www.youtube.com/watch?v=c18NoB2JAEI&feature=youtu.be

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Vídeos de Yoga | 24 nov 2017 | Daniel De Nardi

E-Motion é o novo What bleep do we know?

Quem não acompanha documentários relacionados a desenvolvimento pessoal pode não entender o título deste post, mas vamos lá. O primeiro blockbuster a tratar de habilidades humanas \"não reconhecidas pela ciência\" foi um documentário de 2006 chamado -  O Segredo. A boa produção apresentando assuntos como mentalização e gratidão, vendeu milhões de DVDs e até hoje, livros da série permanecem no topo de listas dos mais vendidos. Acredito que tudo que venda bem, de alguma forma está ajudando as pessoas. Afinal, ninguém compra um livro por obrigação. Seu sucesso não é fruto do acaso, O Segredo tem muitos pontos interessantes, mas também algumas lacunas. Leio sobre mentalização desde que comecei o Yoga. Já fiz experiências que comprovaram o poder desta técnica (se quiser reproduzir, pegue dois copos, mesma quantidade de algodão e 5 grãos de feijão em cada, num escreva cresça e mentalize ele crescendo todos os dias, no outro não faça nada). Tenho dezenas de fotos dos meus alunos com os feijões do copo de cresça enormes e os outros ainda sementes. Só que a mentalização apenas não muda o rumo da vida de ninguém. Pra algo de fato acontecer também é preciso Ação. Modificações internas, crescimento e aprendizados. O filme fala muito de mentalização e pouco de transformação interna e sem isso nada muda. Posso mentalizar durante uma década 8 horas por dia que vou ganhar uma partida de tênis do Roger Federer, mas se eu não jogar muito, não aprender a modificar meu entendimento tanto físico quanto mental do jogo, minha chance de ganhar um único game é praticamente zero. Em seguida, o sucesso foi de Quem Somos Nós? (What bleep do we know?), apesar do documentário ser anterior (2004), só ficou conhecido no Brasil depois do sucesso de O Segredo. Quem Somos Nós? apresenta relações entre física quântica e ensinamentos ancestrais. Uma das teorias é a de que a cada milionésimo de segundo, podemos decidir como faremos a leitura de tudo o que acontece conosco e inclusive modificar a realidade material em torno de nós.  A física quântica é uma ciência recente e subjetiva. É cheia de contradições e polêmicas. Albert Einstein por exemplo, se interessou muito por ela no início das pesquisas quânticas, mas depois negou seu valor até o final de vida. Dizendo que era um equívoco. Amit Go Swami, é um dos cientista deste documentário. PhD em Física Quântica pela Universidade de Calcutá, Índia, ex-professor da Universidade de Oregon nos EUA, foi banido do meio acadêmico por suas colocações filosóficas especialmente a respeito do papel da consciência no mundo físico. Suas pesquisas de laboratório tentam deixar cada vez mais evidente, algo que a antiga filosofia naturalista de seu país chamada Sámkhya já havia descoberto por empirismo há pelo menos 4000 anos. A consciência que cada um possui dentro de si, e que o Yoga chama de Purusha é o que permite as manifestações materiais se realizarem. [caption id=\"attachment_15904\" align=\"alignleft\" width=\"268\"] Amit Go Swami, escritor de diversos livros sobre física quântica e filosofia.[/caption] A ciência ainda não conseguiu tirar conclusões precisas a respeito da consciência. É um tema difícil de ser mensurado e por isso contradiz os princípios da ciência atual. E quem se aventura por esse caminho, pode acabar como Amit, excluido do meio científico.   “A voz da consciência é tão delicada que é fácil ignorá-la. Mas também é tão clara que se torna impossível iludi-la”.  Madame de Stael    Apesar de ser extremamente elaborada, a teoria quântica também tem suas lacunas.  Segundo sua ideologia apresentado no filme, estamos o tempo todo, escolhendo, de forma consciente ou não, qual a estrutura do mundo se apresentará para nós. A luz pode ser tanto partícula (fóton) quanto uma onda, dependendo apenas de como decidimos vê-la. Caso a coloquemos em uma câmara de condensação a luz se torna matéria (fóton) e quando acendemos a lâmpada do quarto ela é onda. O que será a luz? Depende apenas da sua decisão. Acabamos vendo o mundo sempre da mesma forma pois somos ensinados a ver as coisas dentro de padrões. Não conseguimos mentalmente conceber que o sólido pode instantaneamente se tornar líquido, e que isso dependa apenas de uma reorganização da matéria diretamente relacionada com a consciência. Neste contexto, nosso livre-arbítrio seria pleno. O que impede isso segundo a teoria de Quem Somos Nós? é que desde que nascemos, somos condicionados a entender o sólido como sólido e o líquido como líquido. Vemos o mundo de forma previsível, é bem mais seguro e nos poupa de ter que decidir a todo momento. Os problemas da teoria quântica começam a aparecer em casos cotidianos como uma simples parada num sinal de trânsito. Se tenho livre-arbítrio pleno, posso decidir sobre a matéria que me rodeia e escolher que o sinal vermelho, se torne verde em determinado momento, mas como a matéria a minha frente irá se comportar se outra pessoa decidir que o sinal deve ficar vermelho?      Esses dias, a Liana Linhares me apresentou E-Motion, quem tem tudo para ser o blockbuster da vez do nosso meio. Psicólogos, PhDs, nutricionista e outros profissionais discutem a interferência que o inconsciente, com seus comportamentos condicionados e traumas, produz no corpo e como isso está diretamente ligado à nossa saúde e bem-estar. Gostei bastante da narrativa, especialmente por explicarem de forma mais científica diversos conceitos do Sámkhya Yoga e Hatha Yoga. Tal como a vibração das emoções influenciando o corpo físico   https://www.youtube.com/watch?v=zyN7JwAyl84   E-motion trata da importância de reconhecermos nossos condicionamentos para sermos mais livres nas escolhas. O Yoga desde sua origem tratou o tema da liberdade como seu foco principal e percebeu que para isso é imprescindível a observação atenta à questão dos condicionamentos. \"A Índia aplicou-se com rigor inigualável à análise dos diversos condicionamentos do ser humano. Apressemo-nos a acrescentar que ela o fez, não para chegar  a uma explicação precisa e coerente do homem (como, por exemplo, na Europa do século XIX, quando se acreditava possível explicar o homem através do seu condicionamentos hereditário ou social), mas para saber até onde se estendiam as zonas condicionadas do ser humano e ver se existe algo além desses condicionamento hereditário ou social), mas para saber até onde se estendiam as zonas condicionadas do ser humano e ver se existe algo além desses condicionamentos. É por esta razão que, bem antes da psicologia profunda, os sábios e ascetas indianos foram levados a explorar zonas obscuras do inconsciente. Eles haviam constatado que os condicionamentos fisiológicos, sociais, culturais, religiosos, eram relativamente fáceis de serem delimitados, e, em consequência, controlados; os grandes obstáculos para a vida ascéticas,  e contemplativa surgiam da atividade do insconsciente, dos samskáras e dos vásanas, impressões ou resíduos, latências que constituem aquilo que a psicologia profunda designa como conteúdo e estrutura do insconsciente. Por outro lado, não é esta antecipação pragmática de certas técnicas psicológicas modernas que é valiosa, mas sua utilização para o \"descondicionamento\" do homem. Pois, para a Índia o conhecimento dos sistemas de \"condicionamento\" não podia ter seu fim nele mesmo; o importante não era conhecê-los, mas dominá-los, trabalhava-se sobre os conteúdos do inconsciente para \"queimá-los\".\" Mircea Eliade, Yoga Imortalidade e Liberdade.   Os YogINs do período da Renascença Indiana (século VII D. C.) trocaram muita informação com budistas, jainistas e médicos ayurvêdicos e começaram a entender que poderiam usar o corpo para o trabalho de \"descondicionamento\" de comportamentos. Tudo o que sentimos e o que pensamos de alguma forma é absorvido pelo corpo, logo o corpo é uma ferramenta de aprendizado de informações do nosso insconsciente. O Yoga explora essa ferramenta ao máximo a partir do Hatha Yoga, especialmente com as posturas (asanas) e respiratórios (pranayama). O Kulārnava Tantra (I:18) deixa isso bem claro: Sem o corpo, como realizar o [supremo] objetivo humano? Portanto, depois de adquirir uma morada corpórea, o ser deve realizar ações meritórias (puṇya). E a Śiva Saṁhitā (II:1-5) reafirma a mesma ideia: Neste corpo, o monte Meru [a coluna vertebral] está rodeado por sete ilhas: há rios, mares, campos e senhores dos campos. Há ṛṣis e sábios, e nele estão todas as estrelas e planetas. Há peregrinações sagradas, templos e deidades nos templos. O sol e a lua, agentes da criação e da destruição, movem-se nele. O espaço, o ar, o fogo, a água e a terra também se encontram aqui. Todos os seres que existem no mundo estão igualmente no corpo. Rodeando o monte Meru, fazem suas tarefas. Aquele que sabe disto é um yogi. Não há dúvida sobre isto. Os YogINs entenderam que o corpo é um mapa muito preciso do que acontece em nosso psiquismo. Atentar aos sinais do corpo é uma forma brilhante de entender a si mesmo. Quando tomamos decisões contrárias ao que sabemos ser certo, o corpo vai apresentando sinais e se esse tipo de decisão persiste, pode-se gerar doenças graves. O filme mostra um exemplo de um rapaz que passa por uma situação de stress e começa a ter sintomas como dor de cabeça. Ao invés de perceber aquele sinal do corpo e tentar entender o que está acontecendo com suas emoções, ele toma a atitude mais fácil de tomar um comprimido para dor de cabeça. O comprimido, inibe os sinais neurais que o sistema nervoso central estava enviando. Ele corta o sinal do corpo e assim que a dor passar, provavelmente vai repetir o comportamento maléfico. A prática do Yoga é o momento em que você para pra observar essas incoerências comportamentais que temos no dia a dia e que de alguma forma, são absorvidas pelo corpo. A dor nunca é à toa, ela tem uma causa que pode ser um hábito errado, uma emoção pesada ou um pensamento destrutivo. Não podemos ignorar isso, a dor é um sinal preciosíssimo para nosso bem-estar, é um aviso que algo está em desequilíbrio e precisa ser revisto. Temos a sorte de que isso tem sido comprovado pela ciência e psicologias modernas que estão usando técnicas YogINs como respiratórios e meditação para melhorar as relações corpo/mente. Realmente, parar pra se observar e sentir-se melhor, ajustando comportamentos para uma vida mais equilibrada é uma oportunidade que o Yoga nos dá todos os dias quando sentamos no mat. Boas práticas!     Se quiser receber semanalmente conteúdos como esse clique no botão        

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Vídeos de Yoga | 22 nov 2017 | Daniel De Nardi

Que tal meditar ao som do Rio Ganges?

Que tal meditar ao som do Rio Ganges? https://youtu.be/W0i0OwPxE_8

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Filosofia do Yoga | 29 out 2017 | Daniel De Nardi

O SÂNSCRITO NO YOGA

Por que usar termos em sânscrito para as técnicas do Yoga?   Para responder esta pergunta é essencial que você entenda o valor que a cultura do Yoga tem em sua prática. Esta filosofia possui mais de 5000 anos, o valor desses milhares de anos e das milhões de pessoas que passaram por esse processo é inestimável na construção dessa cultura. O Yoga não possui uma hierarquia engessada, mas há liberdade entre professores para adequar as práticas aos anseios dos alunos. O Yogin valoriza a cultura ancestral, valoriza o poder dessa transmissão de conhecimento ao longo de centenas de gerações de praticantes. O Yoga está vivo graças a esse compromisso com a cultura precedente. Usar a língua que possivelmente foi falada por Shiva, o primeiro praticante, é um respeito à tradição desta filosofia.   LEIA SOBRE OS EFEITOS DOS MANTRAS VOCALIZADOS EM SANSCRITO    Outras facilidades que a utilização do sânscrito traz é o rápido reconhecimento das técnicas por uma linguagem universal. Claro que há diferenças nas nomenclaturas, mas mesmo assim, ainda vale a pena saber o mínimo.    Além disso, usar uma língua como padrão é praxe em várias atividades. Se você dança ballet irá escutar o nome dos passos em francês, se estuda música, os ritmos serão ditados em italiano e se estuda tecnologia, terá que ler os termos em inglês. Você não precisa ser um sânscritista, são poucas técnicas que vale a pena aprender o nome o que será muito útil em uma sala cheia em que você não consegue perguntar nada ao professor. Vamos ajudá-lo a vencer o trauma do sânscrito indicando um dicionário on-line para pesquisas rápidas ;)   http://spokensanskrit.de/   Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão

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Meditação | 21 out 2017 | Mayara Beckhauser

Meditação guiada online

Meditar é o estado conhecido no Yoga como Dhyana. Dhyana é parar as flutuações da mente. É quando não há mais a dualidade de concentrar em algo, é um passo além da concentração, é o mergulho em se tornar um com o objeto de concentração. A definição de Yoga segundo Patanjali, o primeiro compilador de uma obra de Yoga, é exatamente esta: Yoga é parar as flutuações da mente. Dessa forma, Yoga é meditação. Não existe Yoga e meditação, como coisas separadas. Meditação online Em nossa plataforma, temos diferente tipos de técnicas de meditação, de diferentes durações: 5, 10 e 15 minutos. Existem diferentes formas para chegar ao estado meditativo: concentração no som, concentração em imagem, concentração na respiração, concentração em isolar os sentidos, atenção plena, etc. Você encontra todas elas aqui em nossa plataforma. Meditar proporciona ferramentas para atuarmos fisiologicamente no corpo e diminuirmos a somatização do stress no corpo. Meditar estimula o sistema para-simpático, contrário ao simpático que gera o stress. Meditar faz os níveis de cortisol baixar conforme as pesquisas de Rinad Minvallev, um fisiologista da Universidade de São Petersburgo que chegaram a detectar até 33% de redução com a prática do Yoga.  Leia nesse texto os efeitos de meditar à noite. Pratique a nova aula de meditação de nossa plataforma: O isolamento da pecepção

Filosofia do Yoga | 18 set 2017 | Daniel De Nardi

A construção do Yoga no Brasil

A construção do Yoga no Brasil O Doutor em Ciência da Religião Roberto Simões vem desenvolvendo há pelo menos 5 anos, uma rica pesquisa sobre a construção do Yoga no Brasil! Nessa nova série de podcasts ele traz importantes reflexões sobre como o Yoga vem sendo transplantado no nosso país. É inegável que fatores como a língua e a cultura brasileira influenciaram a forma como o Yoga é ensinado no no Brasil. Gostaria de ressaltar dois pontos que para mim são centrais. O fato de indianos não falarem português (a não ser os poucos que vivem em Goa) dificultou a entrada de referências no Yoga no Brasil. Isso abriu espaço para criações e fusões que só aconteceram por aqui. Roberto fala bastante dessa luta eterna entre tradicionalistas X permissivos - até que ponto o Yoga pode ser ensinado adaptado a vida moderna para pessoas que não desejam vivar sadhus e até onde podemos determinar o que é Yoga?  

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Filosofia do Yoga | 24 jun 2016 | Daniel De Nardi

O que é o Yoga?

O que é o Yoga? Acredito que uma das coisas mais fascinantes do Yoga, foi ele ter passado por todos esses anos de história com liberdade para sua definição. Nem mesmo Patanjali, considerado o pai do Yoga, conseguiu determinar exatamente o que é essa prática. Isto permitiu que o Yoga fosse evoluindo conforme as necessidades dos seus praticantes ao logo da História. Não tenho a mínima pretensão de fazer uma definição definitiva, mas um pouco do conhecimento da História pode ajudar o iniciante que ainda se vê perdido nesse emaranhado de conceitos. O primeiro tratado sobre Yoga foi escrito por um sábio chamado Patanjali, no século III A.C. Em seu livro, Yoga- Sutra, ele define o Yoga como um processo para reduzir as instabilidades da consciência e encontrar sua verdadeira identidade. Patanjali acreditava que quando não estamos conectados com essa identidade, vivemos diferentes tipos de angústias (klêshas) tais como ignorância, apego, aversão, egoísmo e medo. SE QUISER VER O VIDEO SOBRE ESSA DEFINIÇÃO DO YOGA CLIQUE AQUI O Yoga de Patanjali, tinha um caráter de debates. Discutia-se sobre a existência de uma \"alma imortal\" que o YogIN deveria descobrir através da meditação e quais seriam as consequências para quem vivia enredado nos papeis que a sociedade impõe. As únicas pessoas que podiam fazer parte dessas discussões eram os brahmanes, sacerdotes que conheciam sânscrito (língua dos textos sagrados), conduziam os rituais e escreviam as escrituras. Aproximadamente no século VII D.C. um grupo de revolucionários chamados de Nathas, começaram a questionar a autoridade dos Shastras (escrituras dos Brahmanes). Para eles, o que estava escrito era secundário, o importante é o que sentiam quando praticavam. A escritura é mais reveladora de todas só poderia ser o próprio corpo, com suas sensações e memórias de tudo o que vivemos. Tudo está no corpo, experiências, traumas, prazeres... Não como mentir para seu corpo, ele é a sua autobiografia. E o Yoga é uma ferramenta para entender a si mesmo a partir de um contato corporal mais íntimo com seu próprio corpo. Segundo os Nathas, a doença acontece por algum tipo de desequilíbrio energético, seja por maus hábitos, emoções viscosas ou pensamentos negativos. Logo, o YogIN deve praticar asanas para liberar pontos de tensão que podem geram esses desequilíbrios. Os Nathas criaram boa parte dos asanas que conhecemos hoje e também vários tipos de pranayamas, respiratórios para aumentar a energia corporal. No início do século XX, professores de Yoga começam a dialogar com acadêmicos britânicos e levam YogINs para dentro de laboratórios. Seu objetivo era provar os efeitos que o Yoga gera no corpo e na mente. Obtém-se muitos êxitos com essas pesquisas e o Yoga passa a ser difundido com embasamento científico para o Ocidente. Mesmo com todas as modificações que o Yoga sofreu desde a época de Patanjali, os YogINs continuam praticando com o intuito de se aproximar mais da sua verdadeira identidade. Os exercícios corporais, respiratórios e meditações ampliam percepções corporais e melhoram a saúde o que ajuda na conexão com essa essência. Nos dias de hoje, o YogIN usa a prática como um meio de lidar melhor com o stress e com outras situações emocionais turbulentas. A prática traz o YogIN de volta ao seu eixo, ou seu equilíbrio. Independentemente do tipo de Yoga que você pratica, a busca será sempre uma aproximação desse EU e o YogIN tem o objetivo de trazer esse EU para o dia a dia e não deixar que essa experiência dure apenas o tempo da sua meditação. Ser você mesmo nas situações cotidianas é o que o Yoga mais deseja despertar em você.   Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão  

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Dicas de Yoga | 21 jun 2016 | Mayara Beckhauser

Dia Internacional do Yoga

Esse é o segundo ano que é comemorado o Dia Internacional do Yoga no dia 21 de junho. A data foi oficializada no dia 11 de dezembro de 2014 pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Para celebrar a data comemorando essa linda filosofia prática, começamos o dia com uma meditação ao vivo na nossa página do Facebook ministrada pela professora Liana Linhares, para assistir CLIQUE AQUI À noite tivemos uma transmissão ao vivo também pela fan page. Assista a aula de Pranayama e Mentalizações comigo: CLIQUE AQUI Além disso, temos as aulas aqui do YogIN App dessa semana para quem se cadastrar NESTE LINK, basta preencher e esperar ser redirecionado para outra página, na nova página você deve clicar em comprar (é grátis) e se cadastrar no site. Próximo passo praticar bastante e descobrir que dia do yoga é todo dia :)   O OM é o símbolo que o Yoga adotou para representa-lo. O OM é o corpo sonoro do Absoluto. [caption id=\"attachment_2837\" align=\"aligncenter\" width=\"126\"]<a \"http://yoginapp.com/12543305_478018299049934_949411593_n/\"> Om Namah Shivaya![/caption] Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão  

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