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Speisn resumo


Sapiens - A Unificação da Humanidade
Podcast de Yoga | 9 fev 2021 | Daniel De Nardi

Sapiens, comentando uma breve História – A Unificação da Humanidade – Podcast #79

A Unificação da Humanidade - Livro Sapiens - Capítulo Final O 3º episódio da série Sapiens vai falar sobre os motivos que fizeram o mundo tornar-se uma grande aldeia. Fatores como o dinheiro, os Impérios e as Religiões foram essenciais nesse processo. LINKS Assinatura do Ubook para ouvir Sapiens em audiobook Livro Sapiens na Estante Virtual Ridley Scot vai filmar Sapiens Playlist com as músicas da série https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa   Podcast tratando das castas na Índia   Álbum Spiritchaser da banda Dead Can Dance que foi usado como trilha de toda a série Podcast mostrando porque não há proselitismo no Hinduísmo     A Unificação da Humanidade     09 - A seta da história As pessoas desenvolveram costumes e normas compartilhadas como instintos artificiais que possibilitaram a vida em sociedade. Esses instintos artificiais são chamados de Cultura. No século III A.C. haviam mundos diferentes na terra. De forma que a capital Inca, Techicaguan abrigava 250 mil pessoas e tinha o mesmo tamanho na época que Roma e nenhuma delas sabia da existência da outra.   Em 1450 D.C a Terra, após o início das grandes navegações, ainda existiam locais inabitados como Tazmania, entretanto 90% da população mundial habitavam o mundo de Afro-EuraÁsiatico. O resto do mundo era dividido em: O mundo mesoamericano; O mundo andino; O mundo australiano; O mundo oceanico; Aproximadamente 1520 o Mundo Afro/Ásia/Europeu conquistou o mundo andino, beliscou o meso-americano e conquistou o oceânico. Em mais alguns anos, conquistou o australiano. Desde essa época, iniciou um movimento para ser regido por um único conjunto de leis. A primeira ordem foi econômica, a ordem monetária, depois foi a ordem política, a ordem imperial e por fim a ordem religiosa, uma ordem criada pelas religiões universais como budismo, cristianismo e islamismo. Para os comerciantes, os primeiros a se beneficiar diretamente com as grandes navegações, o mundo se transformara em um mercado único, no qual as todas as pessoas eram clientes em potencial. Esse foi o motivo pelo qual o dinheiro foi o primeiro unificador do mundo.     10 - O Cheiro do dinheiro O dinheiro foi capaz de unificar valores e organizar o comércio. Numa pequena aldeia, você consegue trocar facilmente o que precisa e ter sua subsistência sanada. Entretanto, numa cidade grande, a complexidade dos problemas cotidianos, foi gerando profissões especializadas que tornaram as trocas impossíveis, afinal para que uma troca acontecesse, as demandas e ofertas das mesmas pessoas precisavam ser idênticas e simultâneas. O dinheiro foi a ferramenta que intermediou isso tudo. Experimentos tentaram criar outros sistemas de trocas. Na União Soviética comunista, o governo centralizava esta organização, pegando de quem produzia para distribuir para quem precisava. O sistema fracassou tremendamente e acabou tendo que usar da violência para que esse tipo de “distribuição justa” fosse implementada. Da frase “todos trabalharão de acordo com suas capacidades e receberão de acordo com suas necessidades se transformou em “todos trabalharão o mínimo possível e receberão tudo o que possam conseguir.” A criação do dinheiro surgiu naturalmente em várias partes do planeta em momentos diferentes. A medida que as pessoas começaram a trocar mais, perceberam a dificuldade de compatibilizar aquilo que produziam com o que precisavam, e isso criou o dinhrito. O dinheiro como uma realidade intersubjetiva foi o principal responsável por unir as pessoas e fazer do mundo uma grande aldeia. O sistema em que o dinheiro funciona só é possível pois existe uma cadeia de confiança que todos vão fazer valer o valor que está ali. O dinheiro também surgiu entre os sumérios em 3000 A.C., era um dinheiro de cevada. A semente da planta funcionava como moeda para as trocas. Tudo era avaliado pelo peso da cevada e caso a pessoa não conseguisse mais trocar, poderia comê-las. A dificuldade para o transporte de grandes quantias acabou extinguindo esse sistema. Na Mesopotâmia em 300 A.C. teve início o ciclo de prata, quando esse material passou a ser usado como moeda para as trocas. A prata funcionou bem no início, mas também tinha um problema grave, podia ser raspada. Isso exigia que fosse pesada a cada transação. Como já existia um Estado constituído, criaram um sistema em que o governo é que atestava o valor da moeda, que podia ser de qualquer material. O dinheiro é uma ideia que une todos os povos e não discrimina nenhum indivíduo por religião ou gênero. Osama Bin Laden que fazia discursos de ódio contra os americanos, adorava receber dólares americanos. O problema de uma orientação voltada unicamente para o acúmulo de dinheiro é que ela pode acabar com tradições e valores que não são orientadas por algo que se pode medir como lealdade, amor etc.     11 Visões imperiais Para ser considerado Império é preciso duas características:  1 - dominar povos com culturas distintas. 2 - fronteiras flexíveis e apetite pela expansão territorial. Clichê ensinado nas aulas de História: Os impérios não funcionam. É impossível administrar um território muito grande; Se funcionam, não deveriam, pois cada povo deve ter direito a se auto-gerenciar. 476 D.C queda do Império Romano. Sempre que um império caia, isso não significava a liberdade para os povos, o que de fato acontecia era que outro via e ocupava seu lugar. Pois, alguém terá que proteger as pessoas de ataques externos e fazer com que as normas funcionem, então quando um império desaparecia, outro grupo, normalmente sem experiência é que vinha fazer esse papel. Dos Impérios vieram grandes contribuições para as Artes, Filosofia e até para a caridade. Os legados dos impérios estão enlaçados com a Cultura moderna. Como negar a contribuição filosófica da Grécia ou as contribuições jurídicas do Império Romano? O Primeiro Império a surgir foi o Mesopotâmico em 2500 A.C e dominou a região Síria, Iraque e Iran.   Na China, a ideia que nos é contada nas aulas de História que os Impérios são sempre os malvadões e responsáveis por tudo o que de ruim acontece com os indivíduos era vista como absurda e contrária à realidade. Para os chineses, o perigo era maior quando o Império se dissolvia, pois eram nesses períodos que aconteciam as maiores atrocidades. Os chineses acreditavam que a paz só acontecia na unificação de um grande império. Então toda vez que o Império se dissolvia, o povo atuava para uma reunificação. A questão de apropriação cultural é errada, pois todos os impérios absorveram parte das culturas que dominavam. 48 D.C O imperador romano Cláudio aceitou senadores galos em seu governo e em seguida houveram imperadores que não eram originalmente romanos, mas que também fizeram grandes reinados. 7 D.C Império Árabe possuia os Egípcios, Sírios e Mesopotâmios todos considerados como árabes e lutando por causas árabes. No século XX, o mundo Ocidental ampliou suas influências ideológicas de forma que suas colonizações foram contestadas com ideias e movimentos ocidentais como liberalismo, patriotismo, feminismo, socialismo e  comunismo. Ideologias modernas se propõe a destruir todas as ideias da sociedade e deixar vir à tona o que é puro nos seus indivíduos. Isso é no mínimo ingenuidade. O resultado dessas ideias quando aplicadas à sociedade apenas cria o espaço para que outras ideias sejam impostas. Não existe cultura pura. Toda cultura é fruto de heranças de impérios que por sua vez, receberam influência de diferentes costumes e culturas menores. Na época da colonização britânica na Índia (1858 - 1947) muitos indianos adotaram valores e ideias britânicas como os direitos humanos e o individualismo e começaram a usá-los como argumento para questionar o império britânico quando este não agia de acordo com seu discurso. Os britânicos cobravam altas taxas para comercializar na Índia, por outro lado foi durante sua colonização que o Estado conseguiu organizar as centenas de principados indianos numa organização única. O Império britânico construiu ferrovias e ensinou inglês nas escolas públicas,  coisas que são essenciais no funcionamento da Índia de hoje. Da mesma forma, quando a Índia ficou independente em 1947, adotou a democracia ocidental como forma de governo. O costume do chai e do críquete também são heranças dos ingleses, só que os indianos se reconhecem tomando chai e assistindo partidas de críquete tanto no seu povoado quanto nas ligas profissionais. Tentar tirar a herança cultural de um povo porque ele foi influenciado pelo colonizador é trabalhar num mundo de utopias, pois no dia a dia, as pessoas acabam adotando os costumes mais convenientes para sua vida. Na Índia, é bastante nítido, pois o país passou por muitas invasões. Qual seria a verdadeira cultura indiana? Entretanto, há uma mudança no sistema de decisões políticas que aconteceu desde que a Constituição dos Estados Unidos foi escrita em 1787 que Harari ignora, pois isso vai contra a ideia de que o globalismo seria a melhor solução para resolver os problemas globais.    Yuval apresenta o império Inglês como o último grande Estado a dominar diferentes partes do mundo. Entretanto, não pode se ignorar que aqui há uma quebra na tendência dos movimentos que ele vem apresentando. A grande mudança no sistema de decisões políticas que os Estados Unidos implementaram e que não se pode ignorar foi que as decisões mais importantes para o cidadão devem ser tomadas mais próximas a sua residência. A Democracia na América, de Alexis Toucqueville, um intelectual francês que visitou os Estados Unidos em 1830 e ficou impressionado como havia organizações locais que resolviam ali mesmo os problemas de cada cidade. Transferir o poder de decisão do cidadão para um governo global, afastado das decisões das pessoas no dia a dia me parece perigoso além de ineficiente. Isso seria uma quebra na tendência de organização governamental, pois entre o modelo chinês que centraliza todas as decisões num governo central e os Estados Unidos com suas centenas de condados, eu ainda prefiro o sistema americano. Com relação a como resolver os problemas globais na Unificação da Humanidade? Certamente eu não ignoraria as decisões locais, o dia a dia do cidadão comum que quer resolver as questões do seu bairro, essas opiniões não podem ser ignoradas, mesmo que as decisões sejam interplanetárias.   1ª CONFUSÃO NA NARRATIVA na Unificação da Humanidade No meu ponto de vista do livro, que ele praticamente ignora o livre arbítrio humano e passa a ideia que tudo é curso da História, mas ele mesmo diz que não podemos tentar prever os rumos da História pois isso é impossível, temos que estudá-la para entender o que está acontecendo agora, só que aí ao mesmo tempo que ele diz que podemos escolher realidades imaginárias mais justas, parece pela narrativa que o indivíduo mesmo, não tem poder algum. As vantagens do globalismo para sanar problemos são globais, como aquecimento global e direitos humanos.   2ª CONFUSÃO NA NARRATIVA na Unificação da Humanidade O problema do aquecimento global é certamente um dos maiores desafios que nossa espécie já enfrentou, entretanto trazer como solução para isso a criação de um governo global, que já está se formando, talvez não seja realmente a melhor solução para o problema. Ele mostra que os Impérios, sempre tiveram decisões centralizadas o que produziu maior engajamento e maiores conquistas e construções. Logo, como temos atualmente problemas globais como aquecimento global e crises migratórias, precisamos repetir o padrão histórico e concentrar o poder num grande governo global que resolverá esse tipo de problema.   12 A lei da religião Como os outros unificadores da Humanidade, dinheiro e Impérios são construtos imaginários, eles precisam das Religiões para legitimar suas estruturas para algo além do humano. Religiões são um sistema de normas e valores humanos que se fazem sobre a crença de uma ordem sobre humana. Ora ser uma  Religião unifversal deve ter uma ordem universal que possa ser seguida em todas as partes e um sistema de evangelização. Tem que ser universal e missioneira. Esse tipo de Religião só começou a parecer no século I A.C. Até então as crenças eram locais e não tinham interesse em fazer outras pessoas acreditarem nisso. O Hinduísmo ortodoxo não aceita conversão, pois é justamente o fato das pessoas nascerem naquele local a graça divina capaz de fazer o indivíduo se libertar.   O Animismo é um sistema ancestral de crença em que os elementos da Natureza ganham conotações divinas. Todos os símbolos usados no animismo são locais, logo todos suas crenças são regionais e não vão servir num local que não tenha os bichos ou as plantas sagrados. O Animismo praticado na revolução cognitiva não via o homem diferente dos deuses. A elaboração desses deuses aconteceu na Era Agrícola e pode ter ocorrido pelo fato de que os homens percebiam que não tinham controle total da Natureza, logo os deuses serviam de um intermediário entre os homens e a natureza. A era agrícola produziu politeísmo gerando uma constante relação dos homens com os deuses. Sendo que qualquer poderia ser punido a qualquer momento pelo erro de outros seres humanos. O politeísmo do ponto de vista de 2000 anos de monoteísmo pode parecer infantil. As religiões politeísta reconhecem um poder supremo por trás de todos os santos, deuses e rochas sagradas. Nas religiões gregas, por trás de Zeus, Hera e Apolo estavam submetido a um poder maior que todos, o destino, Moira Ananke. No hinduísmo um único princípio, atman, controla a existência divina e física. Atman é a essência de todo o Universo, de todo ser vivo e de toda ação. A diferença do politeísmo é que o princípio criador parece desinteressado das atitudes humanas. Não faz sentido pedir algo a esse tipo de deus, pois pra ele tanto faz as atitudes dos humanos, tanto faz quem vencerá a guerra ou prosperará ou que uma pessoa se cure ou morra. Os hindus não constroem templos ao Atman. Nesse caso, a lição desse tipo de crença é aceitar da melhor forma possível os desígnios da vida como a doença, a pobreza ou a morte. Os sadhus sannyasin dedicam a vida a unir-se ao atman para obter a iluminação. Se esforçam por ver o mundo do ponto de vista desse princípio fundamental para se dar-se conta que de uma perspectiva eterna, todos os desejos e temores mundanos são completamente insignificantes, sem sentido e efêmeros, mas a maioria dos hindus não são sadhus e estão preocupados com a vida mundana. Para resolver esses assuntos os hindus se aproximam dos deuses com poderes parciais. Justamente pelos poderes serem parciais é que pode haver algum tipo de prejuízos que deuses como lakshmi, ganesha e parvati dividem as atenções dos hindus. O politeísmo aceita diferentes crenças e por isso dificilmente persegue hereges. O politeísmo tende a ser um sistema mais liberal de crenças. Mesmo quando conquistaram outros impérios, os politeístas não tentaram converter seus súditos. O Império Romanos era politeísta e perseguiu apenas aqueles que queriam que apenas um Deus fosse aceito. Quando o cristianismo ganhou mais poder político. Cristãos católicos e protestantes  mataram-se mais uns aos outros entre protestantes e católicos mais que todo império romanos. A primeira Religião monoteísta surgiu no Egito em 1300 A. C quando o faraó Akhenaton declarou que um dos deuses do panteão tinha o poder supremo. Determinou que aquele era o Deus do Estado e que os outros cultos deveriam ser perseguidos. As religiões monoteísta tomaram conta do mundo e o sistema jurídico mundial é baseado no monoteísmo, mas na prática as crenças politeístas são mais comum na vida cotidiana. Outro sistema religioso que já teve mais expressividade é o Dualismo.  Esse sistema entende que há duas forças cósmicas brigando eternamente numa luta entre bem e mal. Essa visão de mundo explica uma questão mal resolvida pelas outras religiões - se Deus é bom, por que há maldade no mundo? Por que um Deus bom permite tanto sofrimento? Só que se há essa luta entre bem e mal, quem criou a ordem a luta, o motivo pelo qual brigam? O Zoroastrismo foi a primeira religião dual do mundo. Nela há uma batalha entre dois deuses, um bom e um mal e o papel dos humanos é ajudar o deus bom. Foi uma religião importante no Império Persa entre 550 A.C. a 330 A.C. Depois voltou em 220 até 600 D.C. O maniqueísmo que também era dual quase ganhou o coração do Império Romano na época pós a morte de Jesus, mas foi derrubado pelo cristianismo. Entretanto, ideias dualistas ainda são presentes em religiões monoteístas. Apesar das contradições entre entre o Deus ser onipotente e o inimigo independente. O monoteísmo se desenvolveu com características de todos os sistemas anteriores. Um cristão não praticante crê num Deus monoteísta, mas num diabo dualista, em santos politeístas e em espíritos animistas. Isso chama-se sincretismo, que pode ser considerado a única religião universal do mundo. Conta a história de Sidarta Gautama, que em 5 A.C. cria uma religião de ordem natural. Na sua visão os deuses existiam, mas tinham um papel secundário.   QUEM QUISER ENTENDER DE ONDE VIERAM AS INSPIRACOES DO PENSAMENTO DE BUDHA, ASSISTA O 1º EPISODIO DA TRILOGIA DE APROFUNDAMENTO NO YOGA. https://yoginapp.com/documentario-de-yoga/   O sofrimento na visão de Buddha é gerado pelo funcionamento da mente, que está sempre insatisfeita e inquieta. Tanto no sofrimento quanto no prazer a mente busca mais ou menos. Se quando a mente experimenta coisas prazerosas ou desagradáveis e entende que as coisas são como são, aí não há sofrimento. A sabedoria é entender que as coisas são como são. Se você sofre é por tentar mudar o estado. Quando sente prazer quer mais prazer e quando sente dor quer que a dor passe. A saída para o sofrimento, segundo Buddha, seria deixar que as manifestações aconteçam e não ser afetadas por elas. O treinamento do budismo via encarar a vida tal como ela é sem gerar expectativas ou frustrações. Passar a experimentar o que está acontecendo e não o que você gostaria que estivesse acontecendo. Para isso, os seguidores deveriam evitar o sexo, o roubo e outras coisas que atiçassem o fogo do desejo. Chegando a um estado onde os desejos se extinguem e o que sobra é um estado de plenitude chamado Nirvana. O sofrimento surge do desejo e a única forma de se livrar do sofrimento é observar a vida como ela é. O budismo não nega os deuses e os considera seres poderosos capazes de fazer chover, mas coloca a redução do sofrimento como ponto central. Os praticantes que chegam ao Nirvana são considerados bodhisattvas e dedicam a vida a ensinar a mensagem de Buddha. Só que muitos budistas vão até esses mestres para pedir coisas a esses monges que nada tem a ver com o caminho professado por Buddha. Nesse ponto Harari traça diversas analogias comparando o comunismo com um religião tais como: crer em princípios que todos deveriam seguir, escrituras sagradas, festividades, teólogos, propagadores da mensagem. Humanistas acreditam que o Homem por ser uma espécie especial é responsável por tudo o que ocorre no mundo. Exemplo: liberalismo, comunismo e nazismo. Muita gente está disposta a gerar sobre-humanos.   13 O Segredo do sucesso na Unificação da Humanidade Uma sociedade global nasceu e qual será seu modelo? O Império Romano passou por uma encruzilhada quando Constantino, percebeu que unificar o Império num sistema único de crenças poderia ser vantajoso para sua administração. Memética - a transmissão de informações da cultura (memes) é feita por cada indivíduo que passa essas ideias para frente enquanto vivo. O pós-modernismo - a transmissão de informações da cultura é feita através dos discursos. A História pode acontecer totalmente do acaso: Podemos assumir uma verdade científica e torná-la inquestionável ou pode-se assumir uma realidade imaginada que suplante inclusive a forma analítica de ver o mundo e passemos por uma guerra por crenças.