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Dicas de Yoga | 2 abr 2021 | Juliana Beneton

O que comer antes e depois da prática de Yoga

Entenda a melhor alimentação para antes da prática de Yoga Quem está começando a praticar Yoga regularmente já incluiu a prática no seu cotidiano e se interessa em saber o que comer antes e depois da prática de Yoga. Existem tipos de alimentação específica para cada atividade e com o Yoga não é diferente, entenda melhor o que comer para melhorar sua prática de Yoga. SE DESEJA OUNVIR O PODCAST QUE ENSINA  O QUE COMER ANTES E DEPOIS DO YOGA - CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO   Quantas vezes você já se pegou pensando qual seria a refeição mais adequada após a sua prática de yoga? Ou melhor, o que você deveria comer dependendo do período do dia em que faça aula? De forma geral, fazer uma refeição ou um lanche contendo carboidrato, proteína, gordura e muitos outros nutrientes - independente de ser logo após, ou até uma hora depois da prática - é a melhor opção para a maioria das pessoas. Devido a essas e outras dúvidas, resolvi compartilhar dicas bem simples para depois de uma boa prática de yoga. Estas ideias são baseadas em quatro diferentes circunstâncias, pois o que você deve comer após a sua prática matinal é diferente do que você deve comer após sua prática noturna, por exemplo. Lembrando também que essas são apenas sugestões, você pode adaptá-las de acordo com sua necessidades individuais.   Após a prática pela manhã Se você tem o hábito de praticar yoga bem cedo, pela manhã, a melhor opção seria estar em jejum. Depois da aula, eu recomendo que você se hidrate de forma adequada, ingerindo dois copos de água mineral em temperatura ambiente (ou mais, se sentir necessidade). Depois disso você pode tomar seu café da manhã e investir em alimentos alcalizantes e ricos em antioxidantes: smoothie/shake com frutas, folhas verdes escuras, chia ou semente de linhaça, leite de amêndoas ou sua proteína vegana de preferência; mingau de aveia cozido com leite de amêndoas, mel e especiarias, acompanhado de algumas frutas frescas; tofu orgânico refogado ou ovos mexidos no óleo de coco e uma batata doce cozida; frutas frescas salpicadas com aveia e flocos de quinoa e um suco verde. Essas opções visam repor os nutrientes depois de uma longa noite de sono e a prática dos seus asanas, além de fazer com que você começe o dia mais energizado. Optar por acompanhar uma das opções citadas acima com uma xícara de chá da sua preferência pode ser uma ótima ideia. Os meus preferidos são chá verde, gengibre, menta e dente de leão. Aula durante o almoço Se o único horário do dia disponível para sua prática for o horário do almoço, sem problemas. Comer algo leve, alguns minutos antes, para poder dar energia durante a aula e ajudar a controlar seu apetite depois. Comer uma fruta pequena seria uma ótima opção. Após a aula, algumas opções balanceadas de almoço seriam: Homus: pasta de grão bico, proteína vegana de qualidade salada grande de folhas verdes com quinoa ou grão de bico; tradicional arroz integral e feijão, acompanhado de verduras refogadas e cruas; sanduíche de pão integral com homus, avocado (ou abacate) e muita salada (tomate, pepino, brotos...). Se você não é vegetariano ou vegano, pode optar por adicionar uma carne magra nessas refeições . Mas lembre-se: consumir carnes e outros derivados animais não significa necessariamente que você está se nutrindo de forma mais completa.   O que comer para a prática de Yoga no meio do dia Se a sua aula acontece no meio da tarde, provavelmente você terá energia de sobra proveniente do seu almoço. Portanto, eu aconselho não comer nada antes da aula. Entretanto, se você tiver muita fome por optar por algo de fácil digestão, como um pedaço de fruta. Depois da prática, um lanche leve é mais do que o suficiente para dar energia até o horário do jantar. maçã com manteiga de amendoim ou amêndoas; punhado de amêndoas e sementes variadas; suco de açaí sem xarope de guaraná (você pode optar por mel ou adoçante 100% stevia); suco de morango, água de coco e mel.   O que comer para a prática de Yoga à noite Se sua aula é por volta das 18h, você provavelmente já fez o lanche da tarde e está pronta para aula. Após a prática, opte por um jantar leve e que satisfaça as suas necessidades. Porém, se a sua aula é mais tarde, por exemplo às 21h, você pode jantar antes (aconselho duas horas antes) e depois da prática optar por algum lanche leve para não ir para a cama com fome. Para uma boa noite de sono é essencial que tenhamos nos alimentado de forma adequada. Algumas opções para o jantar seriam: sopa de legumes com lentilhas; arroz integral, grão de bico, avocado (ou abacate)e verduras cozidas; macarrão com molho de sua preferência (eu, particularmente, prefiro massas feitas de farinha de grão de bico, acompanhadas de molho tomate). Normalmente, saladas e vegetais crus à noite, não são recomendados por serem de difícil digestão. No período da noite seu corpo está se preparando para uma noite de descanso e sobrecarregar seu sistema digestivo com uma refeição pesada ou cheia de fibras não seria a melhor opção. Portanto, escute o seu corpo! Agora durante o verão, com o clima mais quente, talvez você perceba que seu corpo pede algo mais gelado e refrescante, então permita-se optar por uma deliciosa salada colorida, um gazpacho (sopa fria) ou um alimento balanceado e também refrescante, que lhe apeteça.    Namastê.   Ouça também via:      

Invertida sobre a Cabeça Como fazer shirshasana
Dicas de Yoga | 7 jan 2021 | Equipe YogIN App

Como funciona a Posição Invertida?

 Postura Invertida - Conheça seus benefícios. Postura invertida é o tipo de posição é muito conhecida e executada e isso não é a toa! A mais comum é esta da foto acima, com a cabeça apoiada no solo, mas existem outras variações e tipos de invertidas que se adequam a qualquer tipo de pessoa, cada um tem a sua ideal. Se por exemplo você tem alguma restrição no pescoço, faça a variação do escorpião que está na foto abaixo, onde a cabeça não toca o solo e assim não leva peso algum ao pescoço. Postura invertida As invertidas servem para inverter o fluxo de energia do nosso corpo para a parte superior dele, concentrando uma quantidade maior de prana (energia vital) onde temos os chakras (pontos de captação e distribuição de energia) mais importantes e os órgãos mais vitais. Por isso, o momento ideal para realizar é no final da aula, onde já temos uma quantidade de energia maior e dinamizada pela pratica e que aí será direcionada para a parte superior do corpo. Como as invertidas também invertem o fluxo sangüíneo, são ótimas para quem tem problema de circulação nas pernas e para quem trabalha muito em pé. Uma dica é fazer no final do dia para revitalizar o corpo e aliviar a circulação sangüínea das pernas. Um detalhe importante é sempre fazer um descanso logo em seguida, na postura da criança que está na foto abaixo, para que o corpo normalize o fluxo de energia e sangue e você não sinta nenhum desconforto ou tontura ao elevar a cabeça. Para seus efeitos aparecerem quanto mais tempo você permanecer na posição melhor, mas comece aos poucos e sempre respeitando-se. E assim,com o tempo de pratica você conseguirá permanecer bastante tempo, mas de forma confortável e segura, fazendo sempre uma evolução gradual e metabolizável. Boas invertidas e namastê! new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Boa prática! Quer aprender outras posturas do Yoga? Clicando na IMAGEM ABAIXO você terá acesso a uma playlist com treinamento de diversas posturas do Yoga. https://yoginapp.com/como-fazer-as-posturas-do-yoga/ Quer saber mais sobre Asana, as posturas do Yoga? Baixe gratuitamente o livro preenchendo o formulário abaixo. new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Filosofia do Yoga | 1 dez 2020 | Daniel De Nardi

HÁ PROVAS QUE O YOGA PODE AUMENTAR O CONTROLE EMOCIONAL? – Yoga Falado#24

HÁ PROVAS QUE O YOGA PODE AUMENTAR O CONTROLE EMOCIONAL? - Yoga Falado#24   Professores de Yoga costumam falar bastante sobre a utilização das técnicas, especialmente as respiratórias, no controle das emoções. Embora as evidências do que já vivenciei e os depoimentos dos meus alunos já sejam suficientemente fortes para afirmar que isso de fato funciona, fui atrás de alguma pesquisa científica que provasse isso. Pesquisas científicas não são tão comuns no Yoga e o motivos é que não há um real interesse por parte de quem normalmente financia este tipo de trabalho - Estado e indústrias. Nenhum remédio novo será desenvolvido com o que será descoberto (pode ser até que alguns tornem-se inúteis), nenhum aparelho novo poderá ser vendido, acho que deu para entender. Para nossa sorte, há alguns voluntários comprometidos em trazer à luz da ciência aquilo que acontece em cima dos mats. Muitos desses estudos foram apresentados por William J. Broad, articulista do New York Times e autor de A Nova Ciência do Yoga.      Leia mais sobre exercícios respiratórios aqui. Esta pesquisa foi realizada por Khalsa, yogin e neurofisiologista da Escola de Medicina da Universidade de Harvard.   \"Khalsa trabalhou em estudos talhados para verificar se o ajustamento do estado emocional poderia ter benefícios demonstráveis para carreiras e estágios diversos da vida. Um centrou-se em músicos. Khalsa fez sua investigação com professores de Kripalu e focalizou a pesquisa em um renomado estabelecimento logo na rua dos centros de yoga de Berkshire — Tanglewood, a casa de veraneio da Orquestra Sinfônica de Boston e sua academia de estudos avançados para jovens músicos. O objetivo era verificar se fazer yoga poderia ajudar os iniciantes a dominar uma fobia de palco em geral, e, mais especificamente, ter um melhor desempenho diante do público exigente que ia à Tanglewood para os concertos de verão. Em 2005, Khalsa e Stephen Cope, de Kripalu, recrutaram dez voluntários dos prestigiados programas de bolsistas de Tanglewood. Os cinco homens e cinco mulheres tinham idades entre 21 e 30 anos, a média logo acima dos 25 anos. Isso incluía cantores, assim como aqueles que tocavam violino e viola, trompa e violoncelo. Por dois meses, os dez voluntários seguiram o treinamento de Kripalu. As opções incluíam sessões matinais e vespertinas sete dias por semana, uma sessão noturna semanal, uma sessão de meditação de manhã cedo e refeições vegetarianas em Kripalu. A pesquisa também incluía bolsistas recrutados como integrantes do grupo de controle que não tinham treinamento em yoga. Os resultados, embora não sensacionais, eram estimulantes, como Khalsa e Cope relataram em seu artigo científico de 2006. O artigo avaliava a performance da ansiedade que os músicos sentiam nas sessões de ensaios, de prática em grupos e em solos. Os yogis não apresentaram diferenças do grupo de controle em ensaios e na prática em grupo, mas de fato demonstraram uma impressionante queda da ansiedade durante os solos. Isso fazia sentido, Khalsa e Cope observaram. A pesquisa mostrou que tal nervosismo era baixo durante os ensaios, moderado em práticas em grupo e alto nas performances solo. Ele e Kripalu responderam com uma pesquisa expandida. Trinta jovens músicos fizeram imersões no yoga, meditação e Kripalu. E se revelou que a prática de dois meses deixou o estado emocional deles ainda mais elevado. Em 2009, Khalsa e seus colegas relataram que os músicos yogis, comparados ao grupo de controle, exibiram provas evidentes de não apenas menos ansiedade nas apresentações, mas significativamente menos raiva, depressão, ansiedade geral e tensão. Eles adoraram aquilo, como os seus antecessores. Além disso, os cientistas rastrearam os alunos um ano após o programa de verão e perguntaram se a vida deles tinha mudado. A maioria relatou que continuou fazendo yoga e meditação, e que toda aquela experiência tinha melhorado suas habilidades em apresentações.\" Quem já experimentou a redução do nervosismo antes de uma competição ou de uma entrevista importante sabe exatamente o que Khalsa provou. Usar as técnicas a seu favor neste momento em que as pessoas literalmente não sabem o que fazer torna-se um grande diferencial competitivo. Experimente!     Ouça também via:

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Filosofia do Yoga | 11 fev 2018 | Daniel De Nardi

O QUE É O YOGA?

O QUE É O YOGA? Esta é uma pergunta (o que é o Yoga?) que muita gente faz para nós, profissionais, mesmo com a quantidade de informações que vêm saindo na mídia nos últimos anos. O Yoga deixou de ser uma moda para se tornar uma tendência, e vem provando seu valor desde muito antes que Sylvia Rank, a superstar de La Dolce Vita, obra-prima de Fellini, ao ser questionada sobre o que faz para manter o corpo em forma, responde simplesmente: Yoga. Os antigos sábios hindus gostavam de começar suas explanações definindo o que entendiam pelo assunto. Seguindo seu exemplo,  vou adotar a definição mais clássica do Yoga, feita por Pátañjali, importante mestre indiano do século III A.C. Pátañjali tem uma importância grande dentro da história desta filosofia. Foi o primeiro a escrever um livro falando somente desta prática, o famoso Yoga Sutra. O livro serve até hoje para pesquisa de yogins de todas as linhas. Escrito em forma de aforismos, frases concisas repletas de conhecimento, começa desta forma, na tradução do professor Luis Carlos Barbosa.   I - 1 Eis os postulados mais elevados do Yoga I - 2 O Yoga é o recolhimento dos meios de expressão da mente   Para Pátañjali, o Yoga é tudo aquilo que conduza o praticante a uma parada das ondas mentais, mas não no sentido de parada cerebral, mas apenas dos pensamentos para que a consciência possa fluir por uma canal mais sutil que é a intuição. A intuição ensina muito sobre nós mesmos. Quando diminui-se as influências externas (veja a definição de Patanjali), brota algo próprio. Aquilo que só você poderia produzir ou pensar, aquilo que mais te representa. A intuição só acontece quando há um contato direto do praticante com aquilo que ele verdadeiramente é. A intuição é tão falada no meio do Yoga, pois ela é o que mais aproxima o YogIN da sua essência, chamado no Yoga de purusha.   Para Pátãnjali, o que importava era esse caminho para o praticante chegar a meta e por isso os capítulos do seu livro são chamados de páda, que em sânscrito significam passos ou caminho.   LEIA AQUI SOBRE AS DEFINIÇÕES DO YOGA - O QUE É O YOGA?   Praticar Yoga é buscar estabilidade física, emocional ou mental. Em determinada parte da prática, os yogins aprendem a direcionar sua atenção para um som (mantra) em outra para a respiração (pránáyáma), depois para uma única imagem (dhyána) ou para o corpo (ásana). Esse treinamento de deslocamento da atenção para as diferentes partes é um dos mais importantes aprendizados da prática. Melhorando isso durante as aulas, conseguirá fazer o mesmo no seu trabalho, focando no que é mais importante, na leitura, conseguindo ler sem precisar voltar páginas ou mesmo numa troca de carinho tornando a experiência mais proveitosa. Yoga para mim é isso, um grande universo de descobertas, experiências e aprendizados. Um despertar da essência, um encontro consigo mesmo.   Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão