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O que é o Prana
Teoria do Yoga | 8 mar 2022 | Equipe YogIN App

O que é o Prana

O que é o Prana O Yoga trata de questões de energia desde seus primórdios. A definição do Prana, a energia biológica, aparece pela primeira vez nas Upanishads, textos que explicam conceitos do Yoga escritos muitos séculos antes de Cristo. Essas escrituras definem o Prana como a energia que sustenta a vida de todos os seres vivos.  Esse conceito de Prana como a força essencial à vida persiste até hoje na literatura do Yoga tal como podemos ver na definição de um dos professores mais conhecidos do Yoga, BKS Iyengar. “Prana é o sopro da vida para todos os seres do universo”.  A fonte do Prana é o Sol e esta energia pode ser absorvida a partir de: Alimentos Água  Respiração    Sendo, a respiração a principal forma de captação de prana. Por isso, podemos ficar dias sem comer, horas sem tomar água, mas não passamos minutos sem respirar.  Por motivos que vão de alimentação desregulada até o estado emocional, o prana pode ser impedido de fluir livremente pelo corpo.  A má circulação do prana acarreta enfermidades que vão desde dores musculares, mal funcionamento de órgãos até agitação mental. Práticas como os Pranayamas visam ampliar a quantidade de energia no corpo através da respiração, produzindo com isso mais disposição, saúde e capacidade meditativa.   Assista ao vídeo clicando abaixo!   https://youtu.be/t7ulq5TMAEo   A Formação do YogIN App é o Maior Curso Online de Formação do Brasil já tendo formado mais de 500 professores de Yoga desde 2016. Saiba mais sobre nosso Curso de Formação em Yoga acessando o site do Curso clicando no botão abaixo.  

Dicas de Yoga | 8 maio 2021 | Daniel De Nardi

Reflexões de um jovem veterano yogin

Reflexões yogin de mais de duas décadas! Eu poderia começar este texto citando Vyása ou passagens das Upanishads. Acho que você não me daria nem duas linhas. Por falar em atenção, vamos ao que interessa - os benefícios do Yoga. Podemos dizer que o mundo está corrompido por um imediatismo e que hoje em dia ninguém se dedica a algo \"pela arte\". Verdade, mas será que nossos ancestrais também não agiam pensando no retorno que seu esforço proveria? Ou - será que o mais puro dos artistas também não age por alguma vantagem pessoal? Acredito que sim, tanto a arte quanto o esporte, trabalho, são meios pelos quais agimos buscando algo em troca.   Isto não tira a nobreza da ação, pelo contrário, se algo se perdura pelos séculos é sinal que de alguma forma aquilo vem gerando benefícios aos seus praticantes. O Yoga está vivo, cinco mil anos depois de sua criação, se não tivesse importância na vida das pessoas, já teria sido perdido ao longo da História. Depois dessa breve introdução - ou seria uma defesa prévia? - posso responder:   PARA QUE SERVE O YOGA? Poderia abrir outro parêntese para falar das mil vantagens de um estado de consciência expandida que os praticantes podem alcançar quando dedicam sua vida a isto, mas no final do dia, aqueles 99% dos praticantes que fazem Yoga 2x por semana, o que eles ganham? Há incontáveis benefícios em parar 2 horas na semana para se observar mais. Diminuir um pouco o inesgotável fluxo de informações que se recebe de fora para dentro o tempo todo. Há gente que não desliga nunca. E se nos aproximássemos mais da voz da consciência, que está sempre presente e que esses turbilhões de pensamentos nos impedem de ouvir com clareza - já seria um bom motivo.   “A voz da consciência é tão delicada que é fácil ignorá-la. Mas também é tão clara que se torna impossível iludi-la”. Madame de Stael        OS EFEITOS MAIS RELEVANTES A disciplina da mente - não é apenas o Yoga que produz esse tipo de habilidade. Se você deseja aprofundar-se em alguma atividade como estudo, esporte ou trabalho, terá que, necessariamente, repetir ações ao invés de ceder à tentação da dispersão. A vantagem que vejo no Yoga em relação às outras atividades é que há técnicas para educar a mente a fazer isto. No dia a dia, a mente quer sempre fugir da repetição. Aí está o poder - decidir de cima, como o senhor que ordena as rédeas das suas atitudes, que agora é o momento do foco e não da distração. No treinamento do ritmo respiratório, quando o praticante trava contato pela primeira vez com a contagem do tempo das fases da respiração, se dá conta que não é tão simples quanto parece repetir o mesmo tempo para inspirar, reter o ar nos pulmões, expirar e reter com os pulmões vazios. A mente, que é dispersa por natureza, não gosta de ritmos cadenciados. Ela sempre vai preferir a diversidade, as variações, é sedenta pelo seu alimento vital - as dispersões. Mas a experiência de se notar que a mente foge do ritmo e ao observar esta atitude, volta a manter a cadência respiratória, nos dá aquela sensação de missão cumprida. E este é apenas um exemplo das dezenas de técnicas do Yoga que atuam neste sentido. Aprender isso com um exercício e depois transferir para as tarefas do dia a dia é algo que a prática nos ensina. A auto-observação - este processo é tão importante dentro da prática que o Yoga Clássico possui entre seus passos iniciais, uma fase chamada de swádhyaya, ou auto-estudo. Vou dar, mais uma vez, um exemplo de técnica, pois no final, Yoga nada mais é que a prática dos exercícios desta filosofia. Quando treinamos as posições de equilíbrio com os olhos fechados, somos obrigados a observarmo-nos internamente. Sem uma percepção de como o peso está distribuído no único pé que ficou no chão, torna-se impossível manter a posição por mais de alguns segundos. Mais uma vez, a técnica ensina o praticante a permanecer no melhor caminho, observando e atuando. Unindo - disciplina da mente e auto observação - temos o melhor dos cenários na busca para se alcançar objetivos desafiadores. Para tanto, é imprescindível que nos aproximemos cada vez mais daquilo que realmente somos, estabelecendo uma ligação mais próxima com a nossa consciência, que é a mais expressiva manifestação da nossa essência. Somente quando a pessoa está intimamente conectada consigo poderá reconhecer melhor seus defeitos e transformá-los em virtudes, conhecer suas vocações para poder realizar seu pleno potencial. A conexão interna nos proporciona uma grande confiança para traçarmos metas audaciosas. Ela nos conscientiza de que só depende da nossa própria capacidade de autoaprimoramento para que alcancemos tais objetivos e o Yoga pode ajudar qualquer um nesse processo. Talvez este seja seu maior benefício. É praticar para crer.   new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Invertida sobre a Cabeça Como fazer shirshasana
Dicas de Yoga | 7 jan 2021 | Equipe YogIN App

Como funciona a Posição Invertida?

 Postura Invertida - Conheça seus benefícios. Postura invertida é o tipo de posição é muito conhecida e executada e isso não é a toa! A mais comum é esta da foto acima, com a cabeça apoiada no solo, mas existem outras variações e tipos de invertidas que se adequam a qualquer tipo de pessoa, cada um tem a sua ideal. Se por exemplo você tem alguma restrição no pescoço, faça a variação do escorpião que está na foto abaixo, onde a cabeça não toca o solo e assim não leva peso algum ao pescoço. Postura invertida As invertidas servem para inverter o fluxo de energia do nosso corpo para a parte superior dele, concentrando uma quantidade maior de prana (energia vital) onde temos os chakras (pontos de captação e distribuição de energia) mais importantes e os órgãos mais vitais. Por isso, o momento ideal para realizar é no final da aula, onde já temos uma quantidade de energia maior e dinamizada pela pratica e que aí será direcionada para a parte superior do corpo. Como as invertidas também invertem o fluxo sangüíneo, são ótimas para quem tem problema de circulação nas pernas e para quem trabalha muito em pé. Uma dica é fazer no final do dia para revitalizar o corpo e aliviar a circulação sangüínea das pernas. Um detalhe importante é sempre fazer um descanso logo em seguida, na postura da criança que está na foto abaixo, para que o corpo normalize o fluxo de energia e sangue e você não sinta nenhum desconforto ou tontura ao elevar a cabeça. Para seus efeitos aparecerem quanto mais tempo você permanecer na posição melhor, mas comece aos poucos e sempre respeitando-se. E assim,com o tempo de pratica você conseguirá permanecer bastante tempo, mas de forma confortável e segura, fazendo sempre uma evolução gradual e metabolizável. Boas invertidas e namastê! new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Boa prática! Quer aprender outras posturas do Yoga? Clicando na IMAGEM ABAIXO você terá acesso a uma playlist com treinamento de diversas posturas do Yoga. https://yoginapp.com/como-fazer-as-posturas-do-yoga/ Quer saber mais sobre Asana, as posturas do Yoga? Baixe gratuitamente o livro preenchendo o formulário abaixo. new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Nadis e polaridades - Prana, a energia vital
Filosofia do Yoga | 7 ago 2020 | Equipe YogIN App

Nadis e polaridades – Prana, a energia vital

Saiba mais sobre as Nadis, Canais de Energia e suas polaridades As Nadis são canais energéticos por onde flui a energia do corpo. Esses canais são responsáveis por produzir os centros de força conhecidos por chakras. Se fizermos uma comparação com a visão ocidental, as nadís seriam as veias e artérias e os chakras os órgãos ou glândulas. Para ouvir a explicação sobre Nadis e polaridades - O prana, a energia vital , clique na imagem a baixo Ouça também via Spotify ou Soundcloud. Quando praticar Yoga, procure analisar como ela está emocionalmente, fisicamente e energeticamente. Pratique o que o Yoga chama de swádhyaya, o auto estudo, a auto observação que deve estar presente durante todo o sádhana (prática de yoga). Uma das formas do praticante fazer esse estudo é observando qual narina está mais ativa. Nossa narina direita está relacionada à nadi pingala, canal energético de polaridade positiva; a narina esquerda está relacionada à nadi ida, canal energético de polaridade negativa. Imagem 1: nadis principais do corpo Na foto acima, estão representadas as três nadis principais do corpo: ida, pingala e sushumna. Cada cruzamento de ida e pingala é a região de um chakra, no total 7 e ida e pingala acabam no sexto chakra, apenas o canal central, sushumna, de polaridade neutra e outras nadis secundárias chegam até o chakra coronário. Estima-se que temos 72.000 nadis pelo corpo. As nadis são como veias do nosso corpo sutil. Enquanto pelas veias correm o sangue em nosso corpo físico denso, pelas nadis, circulam o prana, a energia vital. Quando fazemos asanas, as posturas do yoga, um dos objetivos é fazer circular a energia por todo esse emaranhado de fios, aumentando nossa vitalidade. Os respiratórios, pranayamas, desobstruem esse canais, os mesmos que a acupuntura trabalha desobstruindo através das agulhas. Enquanto o conhecimento tantrico chama de nadis a medicina indiana chama de meridianos por onde circula chi, a energia vital que aqui chamamos de prana. Vamos aprofundar o conhecimento das nadis principais NADI IDA Ida está associada com a energia da Lua, representa o aspecto feminino da personalidade. Esse canal controla as funções do sistema nervoso parassimpático. Esse sistema acalma a mente e corpo, pois está relacionada com emoções, sentimentos e memórias. Quando a Ida se torna muito forte ou dominante, o cansaço, depressão, introversão e uma incapacidade de ver as coisas com uma perspectiva clara podem tomar lugar meio a mente. NADI PINGALA Pingala é associada com a energia do Sol, representando o aspecto masculino da personalidade e geralmente é representado na cor vermelha (Yang). Ele controla o sistema nervoso simpático, estimula as atividades, planejamento do corpo e da mente. É responsável pela parte lógica, racional e analítica do intelecto. Quando a Pingala é sobrecarregada devido à agitação da vida da cidade (por exemplo), podemos ter dificuldade em dormir, de concentração, também podemos ficar ansiosos, irritados e impulsivos. NADI SUSHUMNA É o principal canal energético no corpo humano. Circula da base da espinha até o topo da cabeça (como mostra a imagem 1) carregando a energia da Kundalini, a força evolutiva primordial interna que vem de dentro pra cima e que desperta a partir das práticas de Yoga e meditação. Sushumna apenas se abre e flui livremente quando Ida e Pingala estão balanceadas e em equilíbrio, a purificação das três nadis são extremamente importantes para a saúde do corpo e da mente. Na sua próxima prática de Yoga observe que polaridade está mais ativa e faça uma prática mais introvertida (posturas de alongamento pra frente, respiratórios calmos) se for pingala. Faça uma uma prática de Yoga de expansão (posturas de retroflexão, musculares, respiratórios acelerados) se for ida. Assim você  consegue equalizar sua energia.   O Prana é Real? Assista a Live e compreenda melhor como esse conceito pode ser entendido. https://youtu.be/ibNTVL5tM3A   Quer compreender como o prana circula pelas nadís na prática? Conheça as aulas de Yoga Online do YogIN App e vivencie essa experiência. CLIQUE AQUI PARA CONHECER NOSSAS ASSINATURAS

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Dicas de Yoga | 1 dez 2018 | Daniel De Nardi

O Yoga e seus ritmos respiratórios

O Yoga e seus ritmos respiratórios Você já parou para pensar o quanto sua respiração é afetada pelas suas emoções? A ansiedade, por exemplo, produz uma respiração mais curta e acelerada, já um estado de serenidade produz uma respiração mais profunda e lenta. É inegável a relação entre padrões respiratórios e estados emocionais ou de consciência. Os YogINs perceberam desde muito cedo antigo povo que criou as técnicas usadas no Yoga, perceberam que se dominassem a respiração conseguiriam interferir nos estados de consciência e controlar melhor suas emoções. LEIA SOBRE O RESPIRATORIO ALTERNADO E SEUS EFEITOS Deixando as coisas mais práticas, quando, por exemplo, você exala o ar mais devagar você se recupera mais rápido, seja de um cansaço físico ou um stress emocional. Não é que você vai deixar de sentir cansaço ou mesmo de ter essa sensação emocional, mas o fato é que existe um desgaste tanto para o cansaço físico quanto emocional. Quando sentimos emoções pesadas, como ódio, medo, stress etc. internamente liberamos uma grande quantidade de toxinas, que, se liberadas em excesso, se tornam prejudiciais à nossa saúde. Além disso, fisicamente, quanto mais rápido nos recuperamos de um cansaço, melhor. Então, o simples fato de conseguirmos controlar melhor a saída do ar, tomando consciência do movimento muscular envolvido na respiração e fazendo com que o ar saia mais devagar, podemos reduzir esse desgaste tanto no âmbito físico como emocional. Os YogINs catalogaram diferentes proporções de ritmos respiratórios para gerar diferentes estados de consciência. O ritmo é sempre descrito como uma proporção e sempre com a ordem Inspiração - Retenção com Ar - Expiração - Retenção sem ar. Quando escreve-se o número pode-se colocar qualquer valor desde que a proporção seja respeitada. Exemplo, ritmo 1-1-1-0. Você deve inspirar, reter o ar e expirar no mesmo tempo e não fará retenção sem ar. Portanto, se inspirar em 4 segundos vai manter a mesma proporção também nas demais fases que tem o número 1.   Os principais ritmos são: 1-1-1-1 - Nossa respiração é arrítmica por natureza e isso interfere também no fluxo inconstante dos nossos pensamentos. Disciplinar a respiração a manter uma cadência é disciplinar a mente a manter foco. O ritmo é algo que nossa mente não gosta. Ela prefere a distração. Veja, por exemplo, quando você começa a batucar uma música. Em sua introdução é mais fácil manter o ritmo. Quando a voz entra entonando a melodia, se você não estiver muito concentrado naquilo irá se atrapalhar e perder a cadência. Concluindo, manter o mesmo tempo para todas as fases contribui para o foco mental e um estado de estabilidade. 1-2-1-2 - Esse ritmo é importante para dar ao corpo mais tempo de assimilação do oxigênio e energia que estão sendo captados na respiração. Dobrar o tempo das retenções produz, na retenção com ar, essa assimilação, e na retenção sem ar, um tempo para uma maior introspecção, pois é isso que a parada sem ar nos pulmões produz. 1-2-3-0 - Essa proporção amplia a saída do ar dos pulmões e isto como já foi explicado ajuda na recuperação do desgaste. Seja ele físico ou emocional. 1-4-2-0 - Esse é o ritmo mais avançado que existe daqueles que foram catalogados e testados por milhares de anos. Segundo as escrituras que descrevem tais técnicas, esta proporção é associada a estados meditativos e à expansão da consciência. Respirar é viver, quem respira melhor vive melhor. Respirando com mais consciência você não estará apenas ampliando sua consciência corporal, mas também emocional e do fluxo dos seus pensamentos. Dominar ritmos respiratórios vai totalmente ao encontro desse propósito, pois a mente gosta de diversificação e manter uma cadência respiratória é discipliná-la para mais foco e produtividade.   Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão