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o nome sirshasana - Sirsasana
Dicas de Yoga | 1 jul 2020 | Fernanda Magalhães

Criando uma base para seu Sirsasana

Sirsasana: montando sua invertida sobre a cabeça! Sirsasana, considerado o Rei dos asanas, também é o queridinho dos aspirantes a Yogin. Não importa se você pertence ao grupo daqueles que tem medo da postura ou daqueles que desejam muito a invertida, o momento da prática onde o professor sugere o Sirsasana em uma turma com pouca experiência na postura é carregado de tensão. A experiência de inverter te tira do padrão conhecido pelo seu corpo e mente e é preciso entregar o controle para vivenciá-la integralmente. Naturalmente a grande maioria expressa medo a princípio, portanto, este é o primeiro desafio a ser vencido. “A melhor maneira de superar o medo é encarar com equanimidade a situação da qual temos receio.” B.K.S. Iyengar Conheço uma tática muito boa que tem funcionado com meus alunos para a liberação do controle e, consequentemente, do medo: cambalhotas! Sim, aquelas que você não se lembra mais como faz, pois parou na infância. Os principais medos da inversão são a queda e a fragilidade da cervical. A maneira mais suave de cair em Sirsasana é a cambalhota, curvando a coluna e suavizando o impacto. Então, etapa 1 na conquista da sua invertida: estenda um colchonete e dê algumas cambalhotas! Passada a questão do medo, trataremos da proteção da cervical, ativando a musculatura necessária para a sustentação da postura. Com o corpo completamente invertido, é necessário possuir um core estruturado antes de se aventurar neste asana. O peso do corpo deve ser mantido nos antebraços e não na cabeça, liberando a cervical de compressões desnecessárias e perigosas. Este fortalecimento é feito com a prática constante de diversos asanas, com ênfase no apoio de braços e na ativação da musculatura da parte superior do tronco, mas podemos também trabalhar com movimentos ativos que auxiliam na compreensão dessa ativação. new RDStationForms(\'ebook-stress-b13b1734210d84c18a6a-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Algumas contra indicações para a postura e consequentemente para alguns dos exercícios preparatórios são: lesão na coluna dor de cabeça doenças do coração pressão alta menstruação gravidez: somente se já havia prática da postura antes da gravidez e sugere-se realizar a postura com apoio de uma parede durante a gestação. Se você nunca experimentou o Sirsasana, busque acompanhamento de um professor para iniciar sua jornada. Para você que vem conquistando a tão sonhada invertida aos poucos, divirta-se: Kumbhakasana (prancha) Sobre o apoio das mãos e pés, alinhe seu corpo e não deixe o quadril descer provocando uma curvatura na lombar. Distribua bem o peso nas suas mãos ativando também os dedos como se segurasse o chão. Então afaste as escápulas e empurre mais o chão ativando toda musculatura do core como se fosse levar seu umbigo ao teto. Se sentir que a sustentação está sacrificando sua respiração ou se ainda não possuir a força necessária, apoie os joelho no chão realizando uma variação mais suave. Repita o movimento algumas vezes e sustente por 10 respirações. Outra variação, mais avançada, é realizar o mesmo exercício com os cotovelos no chão como a terceira foto abaixo: Navasana Uma das minhas posturas preferidas é uma das mais polêmicas, há quem ame e quem odeie, sem meio termo… Mas há navasana para todos os níveis de fortalecimento de core. Abaixo começamos do mais simples ao mais avançado, da esquerda para a direita. O ponto principal em Navasana é manter os ombros abertos e o tronco longo e sem curvatura. As coxas querem encontrar o baixo ventre, braços paralelos ao chão na altura dos joelhos, mãos com as palmas voltadas uma para a outra. Faça 3 sequências de permanência com 5 respirações cada. Golfinho Partindo de Adho Mukha Svanasana (famoso cachorro olhando para baixo) leve os cotovelos no chão na largura de seus ombros e entrelace as mãos. Mantenha a coluna longa, o baixo ventre sugado, as pernas ativas e o peso nos antebraços, eleve os calcanhares e tente levar seu queixo o mais próximo possível das mãos e retorne a postura inicial. De 3 a 6 repetições só para começar! Preparando a subida: Faço parte daqueles que defendem a subida em Sirsasana somente quando o posicionamento do quadril está estável no ar, sem saltos, e não indicam o auxílio da parede no início. O importante neste método é encontrar a estabilidade da postura pelo correto posicionamento do quadril, para então subir as pernas juntas trabalhando o equilíbrio. Conforme as fotos abaixo, inicie o movimento partindo do golfinho. Coloque o topo da cabeça no chão encostando a cabeça suavemente nas mãos. Leve os pés cada vez mais próximos aos cotovelos. Se você ainda não está com a musculatura posterior da coxa bem alongada, dobre os joelhos quando sentir necessário, mas desta forma, dependendo de suas proporções corporais, pode ficar mais difícil. Você precisa caminhar até que o peso do seu corpo seja transferido dos pés para os antebraços, mas é necessário que neste momento toda musculatura do core esteja ativa e o apoio dos antebraços no chão bem firmes. Naturalmente, com menos peso nos pés, pode-se então dobrar uma perna e iniciar a busca do equilíbrio do seu quadril no ar. Quando sentir segurança, tire também o outro pé do chão e sustente por 5 respirações.   Agora sim você está pronto para subir em Sirsasana com os pés juntos! Lembre-se sempre de compensar a invertida com algumas respirações em Balasana. ASSISTA O VÍDEO DE COMO FAZER A INVERTIDA SOBRE A CABEÇA https://youtu.be/sNvROeMMaOQ Antes de iniciar a preparação para sua invertida sobre a cabeça, compreenda que o Yoga e, qualquer uma de suas ferramentas, exigem um comprometimento duradouro e constante para funcionar. A prática é sempre um trabalho em construção, sem data de entrega. Portanto, tenha paciência e persistência que cada postura chega para você no seu devido tempo. Boa prática! Quer saber mais sobre a Invertida sobre a Cabeça? Clique na imagem abaixo e veja como montar a postura de invertida sobre a cabeça https://yoginapp.com/como-fazer-sirshasana-invertida-sobre-a-cabeca/

Dicas de Yoga | 27 maio 2020 | Daniel De Nardi

Como Fazer – Bhujangasana, a postura da Cobra

Como Fazer Bhujangasana Conhecida como postura da cobra, o bhujangasana é um dos asanas mais importantes do Yoga. Uma excelente compensação de posturas como o paschmottanasana e adho mukha. A professora Fernanda Degilio explica como executar perfeitamente essa postura no vídeo abaixo. Confira:   new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();      

Dicas de Yoga | 7 maio 2020 | Equipe YogIN App

Como Fazer Bakasana, a postura da garça

Como a postura da garça! O bakasana é uma das posturas mais estéticas do Yoga. É uma postura que treina diferentes habilidades no yogin, entre elas concentração, equilíbrio e força. Aproveite essa aula que além de ensinar tecnicamente a postura dá dicas de treinamento para aperfeiçoamento da execução. Fique de olho nos próximos episódios da série COMO FAZER e deixe nos comentários quais posturas você gostaria de treinar mais? Boa prática !   https://youtu.be/vPvKuiCHdlc   Saiba mais sobre as posturas do Yoga, os Asanas. Baixe gratuitamente o new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm();

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Filosofia do Yoga | 27 abr 2020 | Lucas De Nardi

O Yoga jamais o abandona

O Yoga está sempre presente. No ano passado, enquanto buscava um aplicativo sobre treinamento físico, cheguei ao Freeletics. Ele prometia deixar-me em forma, dar-me mais força e resistência com um treinamento que utilizava-se apenas - e isso foi o que mais me atraiu - o peso do meu corpo. Eu me tornaria um atleta livre, daí o nome do app. Achei a proposta interessante e os exercícios desafiadores. Baixei, fiz duas semanas de teste e acabei deixando o treinamento funcional de lado para dedicar-me apenas ao aplicativo por algum tempo. É claro que o início foi penoso, especialmente porque você mesmo define quando irá treinar. Não há compromisso com mais ninguém além de você. E isso exige uma disciplina e uma força de vontade enormes. Foi então que me dei conta que uma das coisas que mais me cativou na prática do Yoga foi justamente isso, sua capacidade de dar ao praticante autossuficiência e a necessidade de quase nada para ser praticado, apenas um corpo, uma vontade e o chão. Nem mesmo o silêncio é essencial, dias atrás fiz meu sádhana praticamente ao lado de um show de reggaeton. Lembro-me que alguns meses depois de começar a praticar Yoga, mudei-me para Ibiraquera, perseguindo o sonho de tornar-me surfista. Lá não havia uma escola, nem professores, muito menos colegas de prática. Mesmo assim, o Yoga foi comigo e eu o praticava pelo menos três vezes por semana. Depois que comecei a lecionar, mudei-me para São Paulo. Tinha turmas bem cedo e passava algumas horas da manhã sozinho na escola. O surf tinha me deixado, já que na capital paulista não poderia praticá-lo, mas o Yôga acompanhou-me diariamente em minhas horas de solidão matinal. O Yoga nunca o abandona. Isso porque a partir do momento que você o aprende, ele estará sempre dentro de si, fará parte da sua visão de mundo, pois em algum momento de sua história, ele o fez olhar para dentro e conhecer-se melhor. O Yoga estará sempre aí, acessível e disposto a fazê-lo evoluir. Porque o Yoga só existe quando você o pratica. E somente você pode fazer isso para si. Ninguém o fará. Mesmo dentro de uma classe, o professor o ensina a praticar, ele lhe transmite as técnicas, mas jamais poderá fazê-las por você. Nunca poderá insuflar em seu corpo a evolução que esta filosofia produz. E mesmo que você conheça pouco, mesmo que tenha esquecido de uma parte, mesmo se achava que não era bom o suficiente ou que nunca atingiu os resultados almejados ainda assim o Yoga não o abandona. Porque ele pode ser praticado de maneiras muito simples. Ele pode estar presente no momento que você se determina a manter o foco para realizar uma tarefa exigente da sua rotina, naquele mantra que você se esforça por lembrar e lhe traz um contentamento espontâneo enquanto esta preso num trânsito caótico, numa atenção plena que você escolheu viver ao conversar com um amigo, em uma invertida que você fez depois de um dia inteiro em pé a produzir algo, no momento em que você decidiu parar de pensar um pouco para clarear as ideias, num dia que você resolveu expressar gratidão aos que lhe fazem bem, quando manteve a consciência no corpo enquanto praticava seu esporte favorito ou quando fez aquela série bem simples de alongamento ao final de um dia de trabalho extenuante. Existem atividades que cessam quando não temos os elementos essenciais para sua execução, tal como tentar surfar sem ondas, jogar tênis sem quadra ou andar de skate sem asfalto. Mas o Yoga não exige nada, apenas seu corpo, sua vontade e o chão, quase como o aplicativo que passei a usar para me exercitar. Portanto, não é por falta de tempo ou vontade que você deixou o Yoga, é uma questão de escolha. Basta escolher vivenciá-lo que ele estará disponível, mesmo que de maneira muito singela. E quanto mais você o pratica, mais gana terá de conhecê-lo e conhecer-se melhor. E ele estará sempre ali, pronto para a próxima prática. Pois o Yoga jamais o abandona.    

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Dicas de Yoga | 26 fev 2020 | Fernanda Magalhães

Paschimottanasana

Paschimottanasana Talvez você esteja se perguntando o porquê de um texto sobre uma postura tão simples. É que eu gosto das posturas simples. É muito fácil para o nosso ego se sentir estimulado a entrar em um asana difícil, ou tentar. Lutar pelo desfiador é estimulante, é o que nos move. E não me leve a mal, não é errado. Somos humanos, sem o desejo, não nos movemos, ficamos estagnados. Mas o que acontece quando praticamos focados no ego, é que as posturas ganham valores diferentes, quando, na verdade, o exercício mais importante da prática é a presença. E presença é SER, em todas as posturas com o mesmo empenho. Se você já praticou Yoga alguma vez na vida, é bem provável que você já tenha executado um paschimottanasana. Uma das mais tradicionais posturas do Hatha Yoga, descrita no Hatha Yoga Pradipika, o texto sagrado escrito há mais de 500 anos atrás, é também uma postura muito popular.  Por ser classificada como de fácil execução, aparece com frequência nas sequências de asanas sentados. Mas não se engane pela aparente simplicidade do movimento, há muito trabalho envolvido neste alongamento posterior intenso… Paschima - Oeste, considerando a parte traseira do corpo quando se é praticado conforme a tradição, voltado ao nascer do sol (leste). Uttana - Alongamento Intenso. Asana - Postura Sânscrito: पश्चिमोत्तानासन;   PASCHIMOTTANASANA   Segundo Lino Miele, no Astanga Yoga, o controle de mulabandha e uddiyanabandha durante a execução, permite que o ar estimule Sushumna Nadi. A inalação e exalação ativam o fogo digestivo (agni) ajudando a purificar os órgãos.   Paschimottanasana A, B, C e D por John Scott - Astanga Yoga, Lino Miele Sushumna Nadi é o canal mais importante do nosso corpo energético por onde passa a energia mais preciosa para a prática de Yoga, a Kundalini. Sushumna segue pelo eixo da coluna vertebral até a extremidade da cabeça. “É considerável seu efeito (de paschimottanasana) sobre baço e rins, Vitalizando os centros nervosos lombares e sacros, beneficia todos os órgãos por eles inervados (sexuais, bexiga, próstata e reto). É de excepcional eficácia contra os distúrbios do estômago, onde estimula a produção de suco gástrico. Normaliza fígado, rins e intestinos, varrendo deles o catarro, curando também a prisão de ventre. Para melhor efeito contra hemorroidas, pode-se associar a este abençoado asana o que os yoguins chamam de aswini-mudra - contrair e descontrair o esfíncter. É especificamente indicado para vencer a dilatação do baço e fígado. Controla e estabiliza o diabete e polução noturna. Vence insuficiência hepática e restaura o apetite. Tem sido constatada, por médicos de institutos da India, a cura do lumbago cronico e das dores ciáticas. Incomparável para rejuvenescimento e emagrecimento. É indicado para restaurar a força das senhoras depois de seus trabalhos diários. Tanto são os benefícios que os yoguins o chamam de - a fonte da energia vital” - Hermógenes, Autoperfeição com Hatha Yoga Paschimottanasana ainda é conhecido por energizar o manipura chakra, aumentando a autoconfiança e a energia. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-e-o-stress-ebbbd5c51665ef24833c-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Alonga toda a parte posterior do corpo dos tornozelos até a cabeça. E além de tudo isso, é uma delícia! É uma postura revigorante e introspectiva. É espetacular o quanto você consegue se sentir relaxado apesar de todas as ações que ocorrem durante a execução.   Como executar:   Como toda prática física de yoga, é ideal estar com estômagos e intestinos vazios antes de entrar no asana. Programe-se para ao menos algumas horas de jejum. Inicie sentado em Dandasana, pernas esticadas à frente, dedos dos pés flexionados em direção ao seu abdômen. Ao inspirar, sinta o espaço criado entre as suas costelas e a sacro-ilíaca. Rotacione a bacia para trás, de maneira que o cóccix fique voltado para trás. Ao exalar, incline-se para frente a partir das articulações dos quadris, não da cintura, com objetivo de levar seu queixo até canela e deitar seu abdômen em suas coxas. O ventre inferior deve tocar primeiro as coxas, depois o ventre superior, depois as costelas e a cabeça por último. Leve os dedos indicadores e médios abraçando os dedões dos pés para paschimottanasana A, ou segure os pés para as demais versões. Segure firme para ajudar a intensificar a postura, mas não tensione seus ombros. Mantenha pescoço alongado e relaxado. A cada inspiração em paschimottanasana, alongue a sua coluna permitindo-se ir mais a frente. Exalando, tente deitar o rosto entre as canelas. Desta forma, o corpo alonga e flui na postura quase imperceptivelmente junto com a respiração. Talvez você consiga até mesmo esticar os braços além dos pés no chão e segurar seus punhos. Mantenha por no minimo 5 respirações. Para sair da postura, ao inspirar alongue a coluna mantendo o gancho feito com as mãos e esticando os braços. Exale ainda nesta parcial da postura e na próxima inspiração, retorne o corpo a dandasana.   Não deixe suas coxas rotacionarem para fora ou a sola de seus pés se fecharem uma em direção a outra. Mantenha as pernas ativas como se estivesse em pé no chão Não arredonde as costas, afastando o tronco das pernas. Isso criará tensão e inibirá sua respiração, o que pode prejudicar suas costas. Se você é iniciante e/ou necessita de adaptações, dobre os joelhos para manter a coluna alongada. Para maior conforto, coloque um cobertor enrolado ou um bolster abaixo dos joelhos. Outra variação é usar uma faixa passando pela sola dos pés para manter os joelhos esticados. Não se preocupe em tocar os pés. Ou em esticar os joelhos. Escute onde o asana quer te levar mas nunca sacrifique seu corpo para “fechar” uma postura. Com a prática, e o tempo necessário, seu corpo se tornará muito mais flexível. Evite paschimottanasana se tiver asma, diarreia ou estiver grávida. Em caso de lesões nas costas, procure orientação especializada. Eu gosto de paschimottanasana, eu gosto dos asanas fáceis. Daqueles que você sente seu corpo inteirinho entrando na postura. Que você pode relaxar e sentir a expansão a cada inspiração. Que você pode sentir com facilidade. E que se deixa levar à entrega e intensidade de cada exalação. Quando sua consciência percorre cada cantinho seu, e vem um conforto de estar na sua pele. Pratique sua presença onde quer que esteje. Não importa se é em um asana fácil ou na fila do pão.   Om Namah Shivaya  

Filosofia do Yoga | 15 fev 2020 | Daniel De Nardi

Qual a definição de Yoga?

Qual a definição de Yoga? Yoga (योग) da raiz sânscrita √yuj (fazer jugo, consertar, unir, aproveitar, adequar concentrar-se) é uma palavra com múltiplas traduções e com significado amplo, embora hoje em dia nos círculos modernos de Yoga, a tradução mais comum seja “união”. As definições de Yoga são tão diversas quanto seus praticantes, eu mesmo já publiquei aqui diversos vídeos, textos e podcasts dando diferentes definições de Yoga. Nas antigas escrituras como as Upanishads, o termo Yoga frequentemente se refere ao objetivo da prática Yogi  ou, a disciplina para atingir esse objetivo. Abaixo você pode ler 4 diferentes definições de Yoga tiradas de escrituras importantes. “Quando os sentidos estão firmemente dominados, isso é Yoga” (tāṃ yogam iti sthirām indriyadhāraṇām) - Kaṭha Upaniṣad 6.11 “Yoga é a parada das agitações da mente (Yogaś cittavṛttinirodhaḥ) - Yogasūtra 1.2 “Yoga é a união do Eu e da alma” (ātmeśvarasaṃyogo yogaḥ) - Pañcārthabhāṣya 1.1.43 “Yoga é equanimidade” (samatvaṃ yoga ucyate) - Bhagavadgītā 2.48 Ouça o podcast - O que é o Yoga e entenda mais sobre a definição.   https://yoginapp.com/o-que-e-o-yoga-podcast-61 No próximo curso de Formação de Yoga aprofundamos esse assunto trazendo o contexto histórico das definições. Saiba mais sobre a evolução da História do Yoga e os vários significados do Yoga acessando à pagina do curso.   https://yoginapp.com/aulas-abertas-do-curso-de-formacao

Filosofia do Yoga | 10 fev 2020 | Daniel De Nardi

A maior aula de Yoga do Mundo

A maior aula de Yoga do mundo A maior aula regular de Yoga do mundo . O vídeo mostra uma dessas aulas que acontecem em Red Rocks, no estado americano do Colorado. Esta aula que acontece apenas nos finais de semana e durante os meses de junho a agosto pode ser considerada a maior aula regular de Yoga do mundo. Veja mais informações no vídeo! Obrigado a Raissa de Souza Rossi pelas imagens ;)      

Meditação | 31 jan 2020 | Daniel De Nardi

Meditação, 3ª dica do YogIN App

Meditação, 3ª dica do YogIN App A Meditação é uma das técnicas que mais contribui para o aprimoramento do autoconhecimento. Essa aula faz parte da série PASSO A PASSO DO YOGIN na qual os alunos aprendem sobre os conceitos e como praticar os exercícios mais importantes do Yoga. https://vimeo.com/328025911/c30b714c33 Boa Meditação !

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Dicas de Yoga | 6 jan 2020 | Fernanda Magalhães

Por Que o Ashtanga Yoga?

Por Que o Ashtanga Yoga? Começo o texto adiantando que cada um deve buscar seu caminho de autoconhecimento. Principalmente quando colocamos “auto” na frente do conhecimento, fica claro que cada caminho é individual.   Para mim, a prática de Ashtanga Yoga faz sentido principalmente pelo que não é visto nos vídeos do Youtube, muito mais do que a estética de uma sequência de asanas.   Para muitas pessoas, inclusive praticantes de outros métodos, entrar pela primeira vez em um Shala de Ashtanga Yoga pode ser uma experiência intrigante.   O método tradicional para o ensino do Ashtanga Yoga se chama Mysore, mesmo nome da cidade, localizada no sul da Índia, onde está o coração do Yoga disseminado por Shri Pattabhi Jois, o Ashtanga Yoga Instutute (KPJAYI).   “Ashtanga Yoga é um antigo sistema de Yoga que foi ensinado por Vamana Rishi no Yoga Korunta. Este texto foi transmitido a Sri T. Krishnamacharya no início de 1900 pelo seu Guru Rama Mohan Brahmachari, e mais tarde foi passado para Pattabhi Jois durante seus estudos com Krishnamacharya, iniciados em 1927.” - http://sharathjois.com/   Eu mesma me lembro da primeira vez em que entrei em uma sala para a prática de estilo Mysore, onde havia um silêncio rasgado pelo som da respiração dos praticantes em Ujjayi e cada pessoa suava em uma postura completamente diferente da outra. Era verão, então estava realmente quente e úmido, o professor sentado no chão, ao lado de um dos praticantes, falando baixinho. Olhares não se cruzavam, todos absorvidos pela própria prática. A única coisa em comum era o padrão de movimento repetido por todos. O professor notou minha chegada, se aproximou, fez algumas perguntas sobre a minha prática e me instruiu sobre o que fazer. Eu já havia feito algumas aulas guiadas de Ashtanga e tinha alguma noção da série, então prossegui. E toda vez que eu precisava de ajuda, ele estava lá, mas eu estava só. Apesar de amparada, eu estava só, ou melhor, estava comigo mesma pela primeira vez em muito tempo de prática.   Conheço muitos praticantes que não se esquecem de sua primeira aula de Ashtanga Yoga. Provoca um sentimento de estranheza, incomoda, te deixa meio inseguro e te faz olhar para dentro, apesar dos olhos estarem abertos durante toda a prática.   Um grande equívoco pode acontecer observando a prática de longe, que é acreditar que porque as pessoas utilizam a força física e suam, essa é uma prática primordialmente física. Há um perigo sim, e deve ser uma preocupação genuína, de não deixar a beleza e intensidade da prática estimularem o ego. O que pode acontecer em qualquer prática, em qualquer estilo, se o praticante não se conecta com a verdade e a essência do Yoga, que não está no externo, onde a aparência é importante, está dentro de si.   Reconheço o Ashtanga como uma prática muito íntima e pessoal, onde você se reconhece como único, mas não importante, somente parte de um grande conjunto. Ali você não “segue a manada”, mas está com seus iguais.   Você pode estar se perguntando como estou defendendo um método onde há séries fixas como prática a ser ajustada individualmente.   O fato é que, na verdade, o Ashtanga Yoga é uma semente que contém o conhecimento tradicional e é passada mantendo sua essência, mas adquirindo particularidades individuais.   Tradicionalmente, e foi desta forma que Pattabhi Jois recebeu os ensinamentos de Krishnamacharya, o Yoga era passado de mestre para discípulo individualmente. Não haviam turmas de yoga disponíveis e diversos estilos a escolher como atualmente. Existia o Yoga, baseado nos Sutras de Patanjali, que adquiriu características diferentes de cada praticante. Assim, cada discípulo e suas individualidades formavam um novo mestre.   Dr Ronald Steiner, fundador do método AYI, que une Ashtanga e Yogaterapia,  explicou muito bem isto que estou querendo transmitir com uma analogia sobre iogurtes em um de seus textos. Ele diz que o Ashtanga Yoga é como fermento de iogurte. Se um pouco de fermentação é adicionado ao leite, as bactérias do leite vão transformá-lo em iogurte. Não importa em que país o fermento é adicionado ao leite, o resultado será sempre o mesmo. Ainda assim, o iogurte sempre será um pouco diferente. O fermento permanece o mesmo, mas o leite muda. Da mesma forma, Ashtanga Yoga também sempre tem um sabor ligeiramente diferente, mas no final, permanece Ashtanga Yoga.   O mais importante é compreender o caminho proposto para seguir o seu próprio, mantendo o original, a semente, aquilo que vem sido preservado como essência.   O Ashtanga é, na verdade, quando compreendido, uma prática muito amorosa e acolhedora. Não há quem não possa praticar, existem variações exatamente para tal. Quando se trabalha em conjunto com uma variedade de público, o professor não pode levar o praticante a compreender os seus limites e ultrapassá-los enquanto todos executam em determinado tempo, as variações propostas de uma determinada postura. A série fixa te liberta de aguardar por uma guia constante e permite que você siga o ritmo da sua própria respiração, do seu corpo, sua mente e emoções - a sua prática.   É no momento de troca, mestre - discípulo, que as questões individuais são levadas em consideração e aqueles “aha!” acontecem com mais frequência.   As séries do ashtanga, como toda prática de asanas visa a preparação do seu corpo físico, onde aqui incluo sua mente, para o gerenciamento do prana, a sua energia vital. Não há como trabalhar com profundidade elementos sutis da sua natureza quando seu corpo físico chama atenção com dores e inflexibilidade. Sua mente não foi preparada para a concentração, para superar obstáculos e ser forte. Então a prática é sim, intensa, também fisicamente, para que sua mente, assim como o corpo, supere os limites estabelecidos previamente por condicionamentos adquiridos. new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); O que você descobre com alguns anos de prática e entrega ao método é que a intensidade maior da prática não é física. Não há mente forte que não saiba lidar com as próprias emoções.   É então quando essa desintoxicação feita através da prática, se torna completa, nos campos físico, emocional e energético.   E se você pretende seguir este caminho, tenho uma boa e uma má notícia para você… A boa é que você vai ficar mais forte, mas a má, é que antes vai doer.   É por isso que sempre digo aos meus alunos: Coragem!   OM NAMAH SHIVAYA    

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Formação de Professores | 12 ago 2019 | Equipe YogIN App

A sua Jornada para ser Professor de Yoga começa aqui!

A sua Jornada para ser Professor de Yoga começa aqui!   Essa é uma série de vídeos GRATUITOS que mostram a jornada a ser trilhada para você se tornar um Professor de Yoga! Já formamos mais de 300 professores no Brasil e no Exterior e queremos proporcionar essa transformação também na sua vida e na sua carreira conquistando o seu Certificado de Professor de Yoga ajudando a levar bem-estar e as técnicas dessa filosofia milenar a milhares de pessoas!   SAIBA O QUE VOCÊ VAI ENCONTRAR NESTA JORNADA:   📍 Como é ser professor de Yoga?   📍 Business do Yoga   📍 Como é a certificação de Professor de Yoga?   📍 Qual é a transformação que o Curso de Formação do YogIN App vai gerar?   📍 Sobre o maior Curso Online de Formação de Professores de Yoga do Brasil!   📍 WEBINÁRIO com os Coordenadores do Curso Online de Formação de Professores de Yoga do YogIN App para falar sobre a Jornada e tirar dúvidas sobre o Curso   Inscreva-se GRATUITAMENTE clicando aqui.