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Meditação | 31 jan 2020 | Daniel De Nardi

Meditação, 3ª dica do YogIN App

Meditação, 3ª dica do YogIN App A Meditação é uma das técnicas que mais contribui para o aprimoramento do autoconhecimento. Essa aula faz parte da série PASSO A PASSO DO YOGIN na qual os alunos aprendem sobre os conceitos e como praticar os exercícios mais importantes do Yoga. https://vimeo.com/328025911/c30b714c33 Boa Meditação !

Filosofia do Yoga | 10 fev 2020 | Daniel De Nardi

A maior aula de Yoga do Mundo

A maior aula de Yoga do mundo A maior aula regular de Yoga do mundo . O vídeo mostra uma dessas aulas que acontecem em Red Rocks, no estado americano do Colorado. Esta aula que acontece apenas nos finais de semana e durante os meses de junho a agosto pode ser considerada a maior aula regular de Yoga do mundo. Veja mais informações no vídeo! Obrigado a Raissa de Souza Rossi pelas imagens ;)      

Filosofia do Yoga | 15 fev 2020 | Daniel De Nardi

Qual a definição de Yoga?

Qual a definição de Yoga? Yoga (योग) da raiz sânscrita √yuj (fazer jugo, consertar, unir, aproveitar, adequar concentrar-se) é uma palavra com múltiplas traduções e com significado amplo, embora hoje em dia nos círculos modernos de Yoga, a tradução mais comum seja “união”. As definições de Yoga são tão diversas quanto seus praticantes, eu mesmo já publiquei aqui diversos vídeos, textos e podcasts dando diferentes definições de Yoga. Nas antigas escrituras como as Upanishads, o termo Yoga frequentemente se refere ao objetivo da prática Yogi  ou, a disciplina para atingir esse objetivo. Abaixo você pode ler 4 diferentes definições de Yoga tiradas de escrituras importantes. “Quando os sentidos estão firmemente dominados, isso é Yoga” (tāṃ yogam iti sthirām indriyadhāraṇām) - Kaṭha Upaniṣad 6.11 “Yoga é a parada das agitações da mente (Yogaś cittavṛttinirodhaḥ) - Yogasūtra 1.2 “Yoga é a união do Eu e da alma” (ātmeśvarasaṃyogo yogaḥ) - Pañcārthabhāṣya 1.1.43 “Yoga é equanimidade” (samatvaṃ yoga ucyate) - Bhagavadgītā 2.48 Ouça o podcast - O que é o Yoga e entenda mais sobre a definição.   https://yoginapp.com/o-que-e-o-yoga-podcast-61 No próximo curso de Formação de Yoga aprofundamos esse assunto trazendo o contexto histórico das definições. Saiba mais sobre a evolução da História do Yoga e os vários significados do Yoga acessando à pagina do curso.   https://yoginapp.com/aulas-abertas-do-curso-de-formacao

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Dicas de Yoga | 26 fev 2020 | Fernanda Magalhães

Paschimottanasana

Paschimottanasana Talvez você esteja se perguntando o porquê de um texto sobre uma postura tão simples. É que eu gosto das posturas simples. É muito fácil para o nosso ego se sentir estimulado a entrar em um asana difícil, ou tentar. Lutar pelo desfiador é estimulante, é o que nos move. E não me leve a mal, não é errado. Somos humanos, sem o desejo, não nos movemos, ficamos estagnados. Mas o que acontece quando praticamos focados no ego, é que as posturas ganham valores diferentes, quando, na verdade, o exercício mais importante da prática é a presença. E presença é SER, em todas as posturas com o mesmo empenho. Se você já praticou Yoga alguma vez na vida, é bem provável que você já tenha executado um paschimottanasana. Uma das mais tradicionais posturas do Hatha Yoga, descrita no Hatha Yoga Pradipika, o texto sagrado escrito há mais de 500 anos atrás, é também uma postura muito popular.  Por ser classificada como de fácil execução, aparece com frequência nas sequências de asanas sentados. Mas não se engane pela aparente simplicidade do movimento, há muito trabalho envolvido neste alongamento posterior intenso… Paschima - Oeste, considerando a parte traseira do corpo quando se é praticado conforme a tradição, voltado ao nascer do sol (leste). Uttana - Alongamento Intenso. Asana - Postura Sânscrito: पश्चिमोत्तानासन;   PASCHIMOTTANASANA   Segundo Lino Miele, no Astanga Yoga, o controle de mulabandha e uddiyanabandha durante a execução, permite que o ar estimule Sushumna Nadi. A inalação e exalação ativam o fogo digestivo (agni) ajudando a purificar os órgãos.   Paschimottanasana A, B, C e D por John Scott - Astanga Yoga, Lino Miele Sushumna Nadi é o canal mais importante do nosso corpo energético por onde passa a energia mais preciosa para a prática de Yoga, a Kundalini. Sushumna segue pelo eixo da coluna vertebral até a extremidade da cabeça. “É considerável seu efeito (de paschimottanasana) sobre baço e rins, Vitalizando os centros nervosos lombares e sacros, beneficia todos os órgãos por eles inervados (sexuais, bexiga, próstata e reto). É de excepcional eficácia contra os distúrbios do estômago, onde estimula a produção de suco gástrico. Normaliza fígado, rins e intestinos, varrendo deles o catarro, curando também a prisão de ventre. Para melhor efeito contra hemorroidas, pode-se associar a este abençoado asana o que os yoguins chamam de aswini-mudra - contrair e descontrair o esfíncter. É especificamente indicado para vencer a dilatação do baço e fígado. Controla e estabiliza o diabete e polução noturna. Vence insuficiência hepática e restaura o apetite. Tem sido constatada, por médicos de institutos da India, a cura do lumbago cronico e das dores ciáticas. Incomparável para rejuvenescimento e emagrecimento. É indicado para restaurar a força das senhoras depois de seus trabalhos diários. Tanto são os benefícios que os yoguins o chamam de - a fonte da energia vital” - Hermógenes, Autoperfeição com Hatha Yoga Paschimottanasana ainda é conhecido por energizar o manipura chakra, aumentando a autoconfiança e a energia. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-e-o-stress-ebbbd5c51665ef24833c-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Alonga toda a parte posterior do corpo dos tornozelos até a cabeça. E além de tudo isso, é uma delícia! É uma postura revigorante e introspectiva. É espetacular o quanto você consegue se sentir relaxado apesar de todas as ações que ocorrem durante a execução.   Como executar:   Como toda prática física de yoga, é ideal estar com estômagos e intestinos vazios antes de entrar no asana. Programe-se para ao menos algumas horas de jejum. Inicie sentado em Dandasana, pernas esticadas à frente, dedos dos pés flexionados em direção ao seu abdômen. Ao inspirar, sinta o espaço criado entre as suas costelas e a sacro-ilíaca. Rotacione a bacia para trás, de maneira que o cóccix fique voltado para trás. Ao exalar, incline-se para frente a partir das articulações dos quadris, não da cintura, com objetivo de levar seu queixo até canela e deitar seu abdômen em suas coxas. O ventre inferior deve tocar primeiro as coxas, depois o ventre superior, depois as costelas e a cabeça por último. Leve os dedos indicadores e médios abraçando os dedões dos pés para paschimottanasana A, ou segure os pés para as demais versões. Segure firme para ajudar a intensificar a postura, mas não tensione seus ombros. Mantenha pescoço alongado e relaxado. A cada inspiração em paschimottanasana, alongue a sua coluna permitindo-se ir mais a frente. Exalando, tente deitar o rosto entre as canelas. Desta forma, o corpo alonga e flui na postura quase imperceptivelmente junto com a respiração. Talvez você consiga até mesmo esticar os braços além dos pés no chão e segurar seus punhos. Mantenha por no minimo 5 respirações. Para sair da postura, ao inspirar alongue a coluna mantendo o gancho feito com as mãos e esticando os braços. Exale ainda nesta parcial da postura e na próxima inspiração, retorne o corpo a dandasana.   Não deixe suas coxas rotacionarem para fora ou a sola de seus pés se fecharem uma em direção a outra. Mantenha as pernas ativas como se estivesse em pé no chão Não arredonde as costas, afastando o tronco das pernas. Isso criará tensão e inibirá sua respiração, o que pode prejudicar suas costas. Se você é iniciante e/ou necessita de adaptações, dobre os joelhos para manter a coluna alongada. Para maior conforto, coloque um cobertor enrolado ou um bolster abaixo dos joelhos. Outra variação é usar uma faixa passando pela sola dos pés para manter os joelhos esticados. Não se preocupe em tocar os pés. Ou em esticar os joelhos. Escute onde o asana quer te levar mas nunca sacrifique seu corpo para “fechar” uma postura. Com a prática, e o tempo necessário, seu corpo se tornará muito mais flexível. Evite paschimottanasana se tiver asma, diarreia ou estiver grávida. Em caso de lesões nas costas, procure orientação especializada. Eu gosto de paschimottanasana, eu gosto dos asanas fáceis. Daqueles que você sente seu corpo inteirinho entrando na postura. Que você pode relaxar e sentir a expansão a cada inspiração. Que você pode sentir com facilidade. E que se deixa levar à entrega e intensidade de cada exalação. Quando sua consciência percorre cada cantinho seu, e vem um conforto de estar na sua pele. Pratique sua presença onde quer que esteje. Não importa se é em um asana fácil ou na fila do pão.   Om Namah Shivaya  

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Filosofia do Yoga | 27 abr 2020 | Lucas De Nardi

O Yoga jamais o abandona

O Yoga está sempre presente. No ano passado, enquanto buscava um aplicativo sobre treinamento físico, cheguei ao Freeletics. Ele prometia deixar-me em forma, dar-me mais força e resistência com um treinamento que utilizava-se apenas - e isso foi o que mais me atraiu - o peso do meu corpo. Eu me tornaria um atleta livre, daí o nome do app. Achei a proposta interessante e os exercícios desafiadores. Baixei, fiz duas semanas de teste e acabei deixando o treinamento funcional de lado para dedicar-me apenas ao aplicativo por algum tempo. É claro que o início foi penoso, especialmente porque você mesmo define quando irá treinar. Não há compromisso com mais ninguém além de você. E isso exige uma disciplina e uma força de vontade enormes. Foi então que me dei conta que uma das coisas que mais me cativou na prática do Yoga foi justamente isso, sua capacidade de dar ao praticante autossuficiência e a necessidade de quase nada para ser praticado, apenas um corpo, uma vontade e o chão. Nem mesmo o silêncio é essencial, dias atrás fiz meu sádhana praticamente ao lado de um show de reggaeton. Lembro-me que alguns meses depois de começar a praticar Yoga, mudei-me para Ibiraquera, perseguindo o sonho de tornar-me surfista. Lá não havia uma escola, nem professores, muito menos colegas de prática. Mesmo assim, o Yoga foi comigo e eu o praticava pelo menos três vezes por semana. Depois que comecei a lecionar, mudei-me para São Paulo. Tinha turmas bem cedo e passava algumas horas da manhã sozinho na escola. O surf tinha me deixado, já que na capital paulista não poderia praticá-lo, mas o Yôga acompanhou-me diariamente em minhas horas de solidão matinal. O Yoga nunca o abandona. Isso porque a partir do momento que você o aprende, ele estará sempre dentro de si, fará parte da sua visão de mundo, pois em algum momento de sua história, ele o fez olhar para dentro e conhecer-se melhor. O Yoga estará sempre aí, acessível e disposto a fazê-lo evoluir. Porque o Yoga só existe quando você o pratica. E somente você pode fazer isso para si. Ninguém o fará. Mesmo dentro de uma classe, o professor o ensina a praticar, ele lhe transmite as técnicas, mas jamais poderá fazê-las por você. Nunca poderá insuflar em seu corpo a evolução que esta filosofia produz. E mesmo que você conheça pouco, mesmo que tenha esquecido de uma parte, mesmo se achava que não era bom o suficiente ou que nunca atingiu os resultados almejados ainda assim o Yoga não o abandona. Porque ele pode ser praticado de maneiras muito simples. Ele pode estar presente no momento que você se determina a manter o foco para realizar uma tarefa exigente da sua rotina, naquele mantra que você se esforça por lembrar e lhe traz um contentamento espontâneo enquanto esta preso num trânsito caótico, numa atenção plena que você escolheu viver ao conversar com um amigo, em uma invertida que você fez depois de um dia inteiro em pé a produzir algo, no momento em que você decidiu parar de pensar um pouco para clarear as ideias, num dia que você resolveu expressar gratidão aos que lhe fazem bem, quando manteve a consciência no corpo enquanto praticava seu esporte favorito ou quando fez aquela série bem simples de alongamento ao final de um dia de trabalho extenuante. Existem atividades que cessam quando não temos os elementos essenciais para sua execução, tal como tentar surfar sem ondas, jogar tênis sem quadra ou andar de skate sem asfalto. Mas o Yoga não exige nada, apenas seu corpo, sua vontade e o chão, quase como o aplicativo que passei a usar para me exercitar. Portanto, não é por falta de tempo ou vontade que você deixou o Yoga, é uma questão de escolha. Basta escolher vivenciá-lo que ele estará disponível, mesmo que de maneira muito singela. E quanto mais você o pratica, mais gana terá de conhecê-lo e conhecer-se melhor. E ele estará sempre ali, pronto para a próxima prática. Pois o Yoga jamais o abandona.    

Dicas de Yoga | 7 maio 2020 | Equipe YogIN App

Como Fazer Bakasana, a postura da garça

Como a postura da garça! O bakasana é uma das posturas mais estéticas do Yoga. É uma postura que treina diferentes habilidades no yogin, entre elas concentração, equilíbrio e força. Aproveite essa aula que além de ensinar tecnicamente a postura dá dicas de treinamento para aperfeiçoamento da execução. Fique de olho nos próximos episódios da série COMO FAZER e deixe nos comentários quais posturas você gostaria de treinar mais? Boa prática !   https://youtu.be/vPvKuiCHdlc   Saiba mais sobre as posturas do Yoga, os Asanas. Baixe gratuitamente o new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Dicas de Yoga | 27 maio 2020 | Daniel De Nardi

Como Fazer – Bhujangasana, a postura da Cobra

Como Fazer Bhujangasana Conhecida como postura da cobra, o bhujangasana é um dos asanas mais importantes do Yoga. Uma excelente compensação de posturas como o paschmottanasana e adho mukha. A professora Fernanda Degilio explica como executar perfeitamente essa postura no vídeo abaixo. Confira:   new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();      

o nome sirshasana - Sirsasana
Dicas de Yoga | 1 jul 2020 | Fernanda Magalhães

Criando uma base para seu Sirsasana

Sirsasana: montando sua invertida sobre a cabeça! Sirsasana, considerado o Rei dos asanas, também é o queridinho dos aspirantes a Yogin. Não importa se você pertence ao grupo daqueles que tem medo da postura ou daqueles que desejam muito a invertida, o momento da prática onde o professor sugere o Sirsasana em uma turma com pouca experiência na postura é carregado de tensão. A experiência de inverter te tira do padrão conhecido pelo seu corpo e mente e é preciso entregar o controle para vivenciá-la integralmente. Naturalmente a grande maioria expressa medo a princípio, portanto, este é o primeiro desafio a ser vencido. “A melhor maneira de superar o medo é encarar com equanimidade a situação da qual temos receio.” B.K.S. Iyengar Conheço uma tática muito boa que tem funcionado com meus alunos para a liberação do controle e, consequentemente, do medo: cambalhotas! Sim, aquelas que você não se lembra mais como faz, pois parou na infância. Os principais medos da inversão são a queda e a fragilidade da cervical. A maneira mais suave de cair em Sirsasana é a cambalhota, curvando a coluna e suavizando o impacto. Então, etapa 1 na conquista da sua invertida: estenda um colchonete e dê algumas cambalhotas! Passada a questão do medo, trataremos da proteção da cervical, ativando a musculatura necessária para a sustentação da postura. Com o corpo completamente invertido, é necessário possuir um core estruturado antes de se aventurar neste asana. O peso do corpo deve ser mantido nos antebraços e não na cabeça, liberando a cervical de compressões desnecessárias e perigosas. Este fortalecimento é feito com a prática constante de diversos asanas, com ênfase no apoio de braços e na ativação da musculatura da parte superior do tronco, mas podemos também trabalhar com movimentos ativos que auxiliam na compreensão dessa ativação. new RDStationForms(\'ebook-stress-b13b1734210d84c18a6a-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Algumas contra indicações para a postura e consequentemente para alguns dos exercícios preparatórios são: lesão na coluna dor de cabeça doenças do coração pressão alta menstruação gravidez: somente se já havia prática da postura antes da gravidez e sugere-se realizar a postura com apoio de uma parede durante a gestação. Se você nunca experimentou o Sirsasana, busque acompanhamento de um professor para iniciar sua jornada. Para você que vem conquistando a tão sonhada invertida aos poucos, divirta-se: Kumbhakasana (prancha) Sobre o apoio das mãos e pés, alinhe seu corpo e não deixe o quadril descer provocando uma curvatura na lombar. Distribua bem o peso nas suas mãos ativando também os dedos como se segurasse o chão. Então afaste as escápulas e empurre mais o chão ativando toda musculatura do core como se fosse levar seu umbigo ao teto. Se sentir que a sustentação está sacrificando sua respiração ou se ainda não possuir a força necessária, apoie os joelho no chão realizando uma variação mais suave. Repita o movimento algumas vezes e sustente por 10 respirações. Outra variação, mais avançada, é realizar o mesmo exercício com os cotovelos no chão como a terceira foto abaixo: Navasana Uma das minhas posturas preferidas é uma das mais polêmicas, há quem ame e quem odeie, sem meio termo… Mas há navasana para todos os níveis de fortalecimento de core. Abaixo começamos do mais simples ao mais avançado, da esquerda para a direita. O ponto principal em Navasana é manter os ombros abertos e o tronco longo e sem curvatura. As coxas querem encontrar o baixo ventre, braços paralelos ao chão na altura dos joelhos, mãos com as palmas voltadas uma para a outra. Faça 3 sequências de permanência com 5 respirações cada. Golfinho Partindo de Adho Mukha Svanasana (famoso cachorro olhando para baixo) leve os cotovelos no chão na largura de seus ombros e entrelace as mãos. Mantenha a coluna longa, o baixo ventre sugado, as pernas ativas e o peso nos antebraços, eleve os calcanhares e tente levar seu queixo o mais próximo possível das mãos e retorne a postura inicial. De 3 a 6 repetições só para começar! Preparando a subida: Faço parte daqueles que defendem a subida em Sirsasana somente quando o posicionamento do quadril está estável no ar, sem saltos, e não indicam o auxílio da parede no início. O importante neste método é encontrar a estabilidade da postura pelo correto posicionamento do quadril, para então subir as pernas juntas trabalhando o equilíbrio. Conforme as fotos abaixo, inicie o movimento partindo do golfinho. Coloque o topo da cabeça no chão encostando a cabeça suavemente nas mãos. Leve os pés cada vez mais próximos aos cotovelos. Se você ainda não está com a musculatura posterior da coxa bem alongada, dobre os joelhos quando sentir necessário, mas desta forma, dependendo de suas proporções corporais, pode ficar mais difícil. Você precisa caminhar até que o peso do seu corpo seja transferido dos pés para os antebraços, mas é necessário que neste momento toda musculatura do core esteja ativa e o apoio dos antebraços no chão bem firmes. Naturalmente, com menos peso nos pés, pode-se então dobrar uma perna e iniciar a busca do equilíbrio do seu quadril no ar. Quando sentir segurança, tire também o outro pé do chão e sustente por 5 respirações.   Agora sim você está pronto para subir em Sirsasana com os pés juntos! Lembre-se sempre de compensar a invertida com algumas respirações em Balasana. ASSISTA O VÍDEO DE COMO FAZER A INVERTIDA SOBRE A CABEÇA https://youtu.be/sNvROeMMaOQ Antes de iniciar a preparação para sua invertida sobre a cabeça, compreenda que o Yoga e, qualquer uma de suas ferramentas, exigem um comprometimento duradouro e constante para funcionar. A prática é sempre um trabalho em construção, sem data de entrega. Portanto, tenha paciência e persistência que cada postura chega para você no seu devido tempo. Boa prática! Quer saber mais sobre a Invertida sobre a Cabeça? Clique na imagem abaixo e veja como montar a postura de invertida sobre a cabeça https://yoginapp.com/como-fazer-sirshasana-invertida-sobre-a-cabeca/

Invertida sobre a Cabeça Como fazer shirshasana
Vídeos de Yoga | 1 jul 2020 | Daniel De Nardi

Invertida sobre a Cabeça – Como Fazer Sirshasana

Aprenda a fazer a Invertida sobre a Cabeça. O sirshasana ou invertida sobre a cabeça é uma das posturas mais icônicas do Yoga. Todo yogin sonha em dominar a invertida. É uma postura de longa permanência (+ de 5min) exige que o praticante esteja preparado. Nessa aula, ensinamos como cair da invertida sem riscos de lesões e como subir com a tranquilidade necessária para uma longa permanência. Quer saber como da postura surgiu? Clique ABAIXO E ENTENDA O NOME SIRSHASANA https://yoginapp.com/o-nome-sirshasana/ Aprenda tudo isso e mais dicas neste vídeo com os professores Daniel De Nardi e Fernanda Degilio. https://youtu.be/sNvROeMMaOQ Quer saber mais sobre Yoga? Deixe seu email abixao! new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm();

yoga quanto tempo - Padmasana
Dicas de Yoga | 5 jul 2020 | Equipe YogIN App

Quanto tempo o yoga demora para “fazer efeito”?

Yoga: quanto tempo os efeitos aparecem. A grande maioria das pessoas começa a praticar yoga por recomendação médica ou por iniciativa própria para resolver algum incômodo. Seja por um problema de coluna, auxílio na recuperação de uma lesão, insônia, ansiedade, depressão. Essas pessoas tem um interesse imediato em saber se a prática de Yoga em quanto tempo resolverá seu problema.. A verdade é que muitos chegam aos estúdios com um objetivo definido, o que, como tudo na vida, tem um lado bom e um lado ruim. Ao mesmo tempo em que essa definição estimula o praticante a persistir nas aulas, ela também gera uma ansiedade. SE PREFERIR, PODE OUVIR ESSE TEXTO CLICANDO NA IMAGEM ABAIXO   Ouça também via:   A imagem estereotipada dos professores e praticantes avançados começa a tomar conta do imaginário, e o recém-chegado nessa longa jornada yogin se deixa levar pelo fim. O aluno com hérnia de disco fica rezando pelo dia em que ele vai poder executar ustrasana (postura do camelo) completamente; aquele que está se recuperando de uma lesão no pulso sonha em tirar uma foto em bakasana (postura do corvo); o insone fica horas acordado pensando em quando terá uma noite de descanso tranquila e reparadora; e o ansioso desenvolve mais uma ansiedade para se livrar da ânsia diária. Não se pode culpar ninguém por esses comportamentos, o estilo de vida atual exige resultados, e eles precisam ser rápidos, pois “tempo é dinheiro”. Isso acaba fazendo o aluno esquecer que o mais importante no yoga é o caminho percorrido e o que se aprende nele. Não é à toa que esta frase, de autor desconhecido, se popularizou na internet: “Yoga is not about touching your toes, it’s about what you learn on the way down.” / “Yoga não é apenas tocar os dedos dos pés, e sim o que você aprende no caminho até eles.” (tradução livre). Todos sabem claramente porquê iniciaram a prática de yoga, mas, quando esse motivo deixa de ser buscado cegamente, a razão pela qual se continua a desenrolar o tapete semana a semana pode ser completamente outra. Durante uma aula, os inúmeros asanas promovem grandes movimentações de prana (energia) no organismo, trabalham vários chakras (círculos de energia espalhados pelo corpo) e até nos coloca em posições nunca antes experimentadas. Todos esses elementos acabam trazendo à tona diversas emoções e nos levam a iniciar uma reflexão profunda sobre pensamentos e ações. Ao conhecer o yoga além dos asanas (yamas, niyamas, pranayamas, prathyahara, dharana, dhyana, samadhi) cada novidade diária já se torna um objetivo alcançado, sem ao menos tê-lo traçado.   Baixe o Ebook - As Origens da Meditação e do Yoga   Se meu corpo não permite ustrasana, eu aprendo a me ouvir, busco os benefícios da gomukasana (postura da cara de vaca) e até me surpreendo com o que o paschimottanasana (postura da pinça) me faz sentir. Se o pulso me impede de postar uma foto em bakasana, eu começo a diminuir meu ego e vaidade e sinto o contentamento em janushirshasana. Se eu perco o sono em sua busca, me lembro dos exercícios de respiração para acalmar a mente e, além dele, muitas coisas novas vêm. Se eu não vejo a hora de ser menos ansioso, me convido diariamente à meditação para me tornar um observador de mim mesmo e entender a razão pela qual a ansiedade me domina. E então? A preocupação ainda é quanto tempo o yoga demora para fazer efeito? Os efeitos começam na primeira aula e não terminam nunca, é só ter a serenidade de aproveitá-los, assim com o professor Hermógenes traduziu perfeitamente em seu mantra “entrego, confio, aceito e agradeço.”   Pratique Yoga Online quando quiser e Onde Estiver O mais importante é praticar, a hora que der. Nem que sejam nossas aulas de 15 minutos da plataforma. Temos aulas de diferentes objetivos e com tempos que podem ser escolhidos por você no filtro das Aulas. Em aulas que vão de 5 a 60 minutos, você poderá alongar, espreguiçar, respirar, meditar e começar o dia com afirmações positivas. Tempo não é desculpa para não praticar com o YogIN App, pois você faz de casa e a hora que melhor se encaixar no seu dia. CLIQUE AQUI PARA CONHECER NOSSAS ASSINATURAS new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();