Blog

meditação


YogIN App
Dicas de Yoga | 29 dez 2018 | Daniel De Nardi

Que cores mentalizar

Que cores mentalizar Por mais incrível que pareça, a visualização de cores pode interferir nas sensações. Quando o YogIN toma conhecimento dos efeitos das cores, manipula-as conforme seus objetivos na prática. Todas as cores podem ser mentalizadas. O verde por exemplo, por ser uma cor associada à natureza, favorece a regeneração celular, saúde e longevidade. Dentro da prática de ásana, posições psicofísicas, trabalha-se muito com o laranja quando há necessidade de estímulo e azul celeste para relaxamento.   Como as cores conseguem interferir nas sensações?     Quando falamos de reações corporais como as desencadeadas por este tipo de mentalização, estamos falando de sistema nervosos autônomo, o qual responde automaticamente às situações. Reagindo muitas vezes até mesmo contra à nossa \"vontade.\" Ao longo de milhares de anos, o Homem se colocou em situações em que não havia tempo para processar a melhor forma de reagir. Era preciso agir imediatamente para não perder a vida. A repetição deste tipo de situação por milhares de anos, fez com que se automatizasse determinados comportamentos para determinadas situações. Imagine você no meio da selva.  Surge à sua frente um animal enorme. Não há tempo para pensar o que seria melhor fazer - bom esse animal não é carnívoro, então não deve estar atrás de mim, basta correr moderadamente na direção leste que ele desiste. Nada disso! O corpo gera medo, uma descarga descomunal de adrenalina e milhares de outras substâncias são jogadas na corrente sanguínea, você está pronto para lutar pela sua vida, o sangue sai dos órgãos e se desloca para os músculos e imediatamente você corre o mais rápido que pode. Este é o tipo de reação gerada pelo sistema nervoso autônomo simpático, responsável pelo que nossos ancestrais viam como fuga ou luta e que hoje chamamos de stress. O sistema oposto ao simpático, o parassimpático, também reage de forma involuntária, sempre tentando frear a aceleração do simpático. O parassimpático é quem baixa a pressão sanguínea, reduz a euforia e relaxa. Assim como a sensação de pânico ativa o stress, a sensação de segurança gera o relaxamento. Não conseguimos relaxar se não nos sentimos seguros. Nossos ancestrais, foram geração após geração automatizando o comportamento - se há perigo, deve haver estímulos para a luta ou a fuga, se há segurança, pode-se descansar.   Como o ser humano se via 50 mil anos atrás? Voltemos à remota época em que vivíamos nas cavernas ou em cima das árvores. Por mais que não pareça, vivemos pelo menos 50 vezes mais tempo desta maneira do que de uma forma aproximada do estilo de vida da nossa era. Nosso corpo traz muita informação que foi introjetada durante estes milhares de anos em que vivemos com poucos recursos. O Homem olha para o lado, certamente sente desespero. Não sabe descrever verbalmente, mas consegue perceber que praticamente todos os animais são mais fortes que ele. Os predadores deslocam-se mais rápido, enxergam à noite, possuem dentes enormes e afiados e presas assassinas. Sente-se desprotegido, logo tenso, especialmente à noite. Éramos uma das espécies mais frágeis que existia. Só sobrevivemos devido a fatores, como a proximidade dos genitores que passavam anos e até hoje passam nos dando instruções de sobrevivência. O Homem foi o animal que melhor conseguiu transformar suas dificuldades em diferenciais competitivos de sobrevivência. Quando o sol se punha, ficávamos extremamente expostos aos perigos dos animais predadores que possuíam o diferencial da visão noturna. Noite era sinônimo de muita preocupação para nós. Este é um dos motivos pelos quais as crianças costumam ter tanto medo do escuro. Muitos desses medos atávicos continuam no nosso subconsciente. Quando o dia clareava, víamos o céu azul. Céu azul representa mais capacidade de proteção, segurança e consequentemente relaxamento. Por gerar sensação de segurança, o azul ativa o sistema parassimpático, responsável pela descontração. Mentalizar luz azul para uma parte do corpo enquanto você executa uma posição de alongamento é trazer a lembrança de que amanheceu e se há luz, você pode relaxar pois está menos exposto ao riscos noturnos. Do outro lado, temos o laranja. Na paleta de cores, o laranja é uma derivação branda do vermelho. A cor vermelha tinha neste passado, associação quase imediata com o sangue. Sangue significa perigo, risco, logo sistema nervoso simpático. Inclusive um dos efeitos do stress é aumentar a capacidade de coagulação do sangue. Se há perigo, há possibilidade de sangrarmos, o corpo precisa dificultar essa saída. O vermelho desperta esse sentido de urgência, dando estímulo ao sistema simpático. O laranja sendo um tom de vermelho atenuado, não possui essa forte ativação, mas gera estímulos, sem  o desespero. É a cor ideal para mentalizar em posições que exigem força ou maior nível de esforço. É a cor da energia, da euforia positiva, da força de vontade! Procure usar bastante as visualizações de cores durante a prática. Quando estiver bem treinado, aproveite-as também no seu dia a dia. Aquela força extra da auto superação pode vir junto com a mentalização do laranja e o sono pode ser embalado pela descontração do azul celeste. Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão  

YogIN App
Filosofia do Yoga | 2 jul 2018 | Daniel De Nardi

Yoga – definições

Yoga - definições Quando os antigos sábios começavam a falar de um determinado assunto, faziam questão de definir o que entendiam por tal matéria. Patañjáli, criador do Yoga-Clássico, fez isso pegando emprestada uma definição de um texto ainda mais antigo a   Yogashara Upanishad e disse que Yoga é a supressão da instabilidade da consciência. Uma ótima definição, uma vez que buscamos no Yoga, através da estabilidade de todos os nossos planos de consciência, conhecer aquilo que realmente somos.   PARA SABER MAIS LEIA O ARTIGO - O QUE É O YOGA   Minha capacidade de síntese ainda não alcançou o patamar dos grandes Mestres, mas vou me atrever a fazer a minha definição de Yoga. Antes de qualquer coisa gostaria de esclarecer que o Yoga atua em esferas muito profundas do ser humano. Talvez nosso conhecimento intelectual, jamais chegue a entender o manancial de sabedoria que as técnicas do Yoga possuem. O Yoga é, por excelência, uma filosofia que busca revelar-nos nossa verdadeira identidade. É um processo desencadeado pelas práticas de auto-percepção e de permissão que a consciência se manifeste no dia-a-dia. Sinto que quando estou em um período de maior constância de práticas, meu cotidiano se torna uma grande prática e, se passo um tempo sem praticar, acabo por me afastar de minha consciência e me torno menos eu mesmo e conseqüentemente menos feliz. Talvez essa felicidade seja o melhor indicador para a evolução nessa filosofia. Uma felicidade que independe de situações externas, uma felicidade que necessita ser compartilhada e que com mais práticas se torna cada vez mais presente em minha vida.   Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão  

YogIN App
Filosofia do Yoga | 25 mar 2018 | Daniel De Nardi

O que é o Yoga?

O que é o Yoga? Não é simples definir uma filosofia que vence o tempo e perdura por mais de 5mil anos. Como você pode ver NESTE VÍDEO, o Yoga vem se resinificando ao longo da história, mudando sua linguagem, incorporando técnicas e conceitos mas mantendo sua proposta original, dar subsídios para que o YogIN conquiste um estado de libertação (moksha) quando o YogIN toma consciência de sua verdadeira essência e consegue manifestá-la no dia a dia. As primeiras escrituras (Vedas e Yoga-Sutra) a falar sobre Yoga tratam de liberdade (kaivalya) como o objetivo final desta prática. Para se vivenciar a liberdade é preciso entender o que nos aprisiona. O que nos impede de revelar o EU? O Yoga reconhece que o ser humano possui uma grande carga de condicionamentos (vasanas) que lhe impedem de manifestar o EU (purusha). Os condicionamentos são impostos pela educação dentro de uma sociedade e muitas vezes eles são contrários aos anseios da essência (Purusha). A vida condicionada impede o desenvolvimento do potencial e gera angústias (klêshas). O processo não é ignorar toda a educação recebida, mas identificar dentro dos comportamentos que foram impostos, quais são realmente favoráveis e alinhados com o EU e quais não. O Yoga vê o ser humano como um sistema integrado no qual, corpo, emoções, pensamentos e intuição possuem relações diretas. Cada uma dessas partes, interfere diretamente na outra e para alcançar o objetivo da revelação do EU, a prática tem que atuar nestes diferentes aspectos. Os asanas (posturas) atuam mais no nosso aspecto físico, entretanto, irão também atuar na parte emocional, diminuindo a agitação do corpo e reduzindo a ansiedade. Os pranayamas (respiratórios) priorizam o aspecto emocional, pois as emoções estão diretamente associadas à respiração. Uma pessoa ansiosa respira de forma superficial e acelerada. Por outro lado, um estado de serenidade combina mais com respirações mais profundas e lentas. A meditação (dhyana) faz uma expedição pela intuição exigindo que o praticante concentre-se apenas nele mesmo para trazer à tona o que é puramente seu. Um tipo de manifestação da intuição são insights que a meditação desenvolve em seus praticantes. O Yoga é uma grande aventura. Uma aventura num terreno um tanto desconhecido, uma busca por essa revelação que pode também ser chamada de realização espiritual, a união consigo mesmo. Alcançada a partir da tomada de consciência de aspectos comportamentais profundos que estavam inconscientes e que a prática despertou. Uma transformação integral (físico, emocional, mental e intuicional). A palavra Yoga, vem do sânscrito e possui muitas traduções. Dentre elas, União e Disciplina. Disciplina do corpo e da mente, unindo e integrando as diferentes manifestações do ser humano para que ele possa revelar seu verdadeiro EU e trazê-lo para o dia a dia. Somente assim, integrando a prática com sua vivência do dia a dia, é que o YogIN consegue se realizar e ser quem realmente é em sua essência.     Para receber conteúdo de Yoga semanalmente no seu email clique no botão

Dicas de Yoga | 10 mar 2018 | Daniel De Nardi

Como começar a Meditar

Como começar a Meditar - Passo a Passo do YogIN Todo novo aluno do YogIN App recebe uma série de aulas para saber praticar as partes fundamentais do Yoga. Chamamos esse programa de Passo a Passo do YogIN e nele são ensinados os principais respiratórios, técnicas de relaxamento e meditação. Nesta aula, a professora Mayara Beckhauser ensina os primeiros passos para quem está começando a meditar.   https://www.youtube.com/watch?v=FaRAVonbs_o ---------------------- YogIN App é a primeira plataforma online do Brasil com aulas de Yoga interativas. Nossos professores podem corrigi-lo durante a prática. ॐ  

YogIN App
Filosofia do Yoga | 11 fev 2018 | Daniel De Nardi

O QUE É O YOGA?

O QUE É O YOGA? Esta é uma pergunta (o que é o Yoga?) que muita gente faz para nós, profissionais, mesmo com a quantidade de informações que vêm saindo na mídia nos últimos anos. O Yoga deixou de ser uma moda para se tornar uma tendência, e vem provando seu valor desde muito antes que Sylvia Rank, a superstar de La Dolce Vita, obra-prima de Fellini, ao ser questionada sobre o que faz para manter o corpo em forma, responde simplesmente: Yoga. Os antigos sábios hindus gostavam de começar suas explanações definindo o que entendiam pelo assunto. Seguindo seu exemplo,  vou adotar a definição mais clássica do Yoga, feita por Pátañjali, importante mestre indiano do século III A.C. Pátañjali tem uma importância grande dentro da história desta filosofia. Foi o primeiro a escrever um livro falando somente desta prática, o famoso Yoga Sutra. O livro serve até hoje para pesquisa de yogins de todas as linhas. Escrito em forma de aforismos, frases concisas repletas de conhecimento, começa desta forma, na tradução do professor Luis Carlos Barbosa.   I - 1 Eis os postulados mais elevados do Yoga I - 2 O Yoga é o recolhimento dos meios de expressão da mente   Para Pátañjali, o Yoga é tudo aquilo que conduza o praticante a uma parada das ondas mentais, mas não no sentido de parada cerebral, mas apenas dos pensamentos para que a consciência possa fluir por uma canal mais sutil que é a intuição. A intuição ensina muito sobre nós mesmos. Quando diminui-se as influências externas (veja a definição de Patanjali), brota algo próprio. Aquilo que só você poderia produzir ou pensar, aquilo que mais te representa. A intuição só acontece quando há um contato direto do praticante com aquilo que ele verdadeiramente é. A intuição é tão falada no meio do Yoga, pois ela é o que mais aproxima o YogIN da sua essência, chamado no Yoga de purusha.   Para Pátãnjali, o que importava era esse caminho para o praticante chegar a meta e por isso os capítulos do seu livro são chamados de páda, que em sânscrito significam passos ou caminho.   LEIA AQUI SOBRE AS DEFINIÇÕES DO YOGA - O QUE É O YOGA?   Praticar Yoga é buscar estabilidade física, emocional ou mental. Em determinada parte da prática, os yogins aprendem a direcionar sua atenção para um som (mantra) em outra para a respiração (pránáyáma), depois para uma única imagem (dhyána) ou para o corpo (ásana). Esse treinamento de deslocamento da atenção para as diferentes partes é um dos mais importantes aprendizados da prática. Melhorando isso durante as aulas, conseguirá fazer o mesmo no seu trabalho, focando no que é mais importante, na leitura, conseguindo ler sem precisar voltar páginas ou mesmo numa troca de carinho tornando a experiência mais proveitosa. Yoga para mim é isso, um grande universo de descobertas, experiências e aprendizados. Um despertar da essência, um encontro consigo mesmo.   Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão

YogIN App
Meditação | 21 out 2017 | Mayara Beckhauser

Meditação guiada online

Meditar é o estado conhecido no Yoga como Dhyana. Dhyana é parar as flutuações da mente. É quando não há mais a dualidade de concentrar em algo, é um passo além da concentração, é o mergulho em se tornar um com o objeto de concentração. A definição de Yoga segundo Patanjali, o primeiro compilador de uma obra de Yoga, é exatamente esta: Yoga é parar as flutuações da mente. Dessa forma, Yoga é meditação. Não existe Yoga e meditação, como coisas separadas. Meditação online Em nossa plataforma, temos diferente tipos de técnicas de meditação, de diferentes durações: 5, 10 e 15 minutos. Existem diferentes formas para chegar ao estado meditativo: concentração no som, concentração em imagem, concentração na respiração, concentração em isolar os sentidos, atenção plena, etc. Você encontra todas elas aqui em nossa plataforma. Meditar proporciona ferramentas para atuarmos fisiologicamente no corpo e diminuirmos a somatização do stress no corpo. Meditar estimula o sistema para-simpático, contrário ao simpático que gera o stress. Meditar faz os níveis de cortisol baixar conforme as pesquisas de Rinad Minvallev, um fisiologista da Universidade de São Petersburgo que chegaram a detectar até 33% de redução com a prática do Yoga.  Leia nesse texto os efeitos de meditar à noite. Pratique a nova aula de meditação de nossa plataforma: O isolamento da pecepção

YogIN App
Filosofia do Yoga | 24 jun 2016 | Daniel De Nardi

O que é o Yoga?

O que é o Yoga? Acredito que uma das coisas mais fascinantes do Yoga, foi ele ter passado por todos esses anos de história com liberdade para sua definição. Nem mesmo Patanjali, considerado o pai do Yoga, conseguiu determinar exatamente o que é essa prática. Isto permitiu que o Yoga fosse evoluindo conforme as necessidades dos seus praticantes ao logo da História. Não tenho a mínima pretensão de fazer uma definição definitiva, mas um pouco do conhecimento da História pode ajudar o iniciante que ainda se vê perdido nesse emaranhado de conceitos. O primeiro tratado sobre Yoga foi escrito por um sábio chamado Patanjali, no século III A.C. Em seu livro, Yoga- Sutra, ele define o Yoga como um processo para reduzir as instabilidades da consciência e encontrar sua verdadeira identidade. Patanjali acreditava que quando não estamos conectados com essa identidade, vivemos diferentes tipos de angústias (klêshas) tais como ignorância, apego, aversão, egoísmo e medo. SE QUISER VER O VIDEO SOBRE ESSA DEFINIÇÃO DO YOGA CLIQUE AQUI O Yoga de Patanjali, tinha um caráter de debates. Discutia-se sobre a existência de uma \"alma imortal\" que o YogIN deveria descobrir através da meditação e quais seriam as consequências para quem vivia enredado nos papeis que a sociedade impõe. As únicas pessoas que podiam fazer parte dessas discussões eram os brahmanes, sacerdotes que conheciam sânscrito (língua dos textos sagrados), conduziam os rituais e escreviam as escrituras. Aproximadamente no século VII D.C. um grupo de revolucionários chamados de Nathas, começaram a questionar a autoridade dos Shastras (escrituras dos Brahmanes). Para eles, o que estava escrito era secundário, o importante é o que sentiam quando praticavam. A escritura é mais reveladora de todas só poderia ser o próprio corpo, com suas sensações e memórias de tudo o que vivemos. Tudo está no corpo, experiências, traumas, prazeres... Não como mentir para seu corpo, ele é a sua autobiografia. E o Yoga é uma ferramenta para entender a si mesmo a partir de um contato corporal mais íntimo com seu próprio corpo. Segundo os Nathas, a doença acontece por algum tipo de desequilíbrio energético, seja por maus hábitos, emoções viscosas ou pensamentos negativos. Logo, o YogIN deve praticar asanas para liberar pontos de tensão que podem geram esses desequilíbrios. Os Nathas criaram boa parte dos asanas que conhecemos hoje e também vários tipos de pranayamas, respiratórios para aumentar a energia corporal. No início do século XX, professores de Yoga começam a dialogar com acadêmicos britânicos e levam YogINs para dentro de laboratórios. Seu objetivo era provar os efeitos que o Yoga gera no corpo e na mente. Obtém-se muitos êxitos com essas pesquisas e o Yoga passa a ser difundido com embasamento científico para o Ocidente. Mesmo com todas as modificações que o Yoga sofreu desde a época de Patanjali, os YogINs continuam praticando com o intuito de se aproximar mais da sua verdadeira identidade. Os exercícios corporais, respiratórios e meditações ampliam percepções corporais e melhoram a saúde o que ajuda na conexão com essa essência. Nos dias de hoje, o YogIN usa a prática como um meio de lidar melhor com o stress e com outras situações emocionais turbulentas. A prática traz o YogIN de volta ao seu eixo, ou seu equilíbrio. Independentemente do tipo de Yoga que você pratica, a busca será sempre uma aproximação desse EU e o YogIN tem o objetivo de trazer esse EU para o dia a dia e não deixar que essa experiência dure apenas o tempo da sua meditação. Ser você mesmo nas situações cotidianas é o que o Yoga mais deseja despertar em você.   Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão  

1 8 9 10