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homo deus livro resumido


Podcast de Yoga | 6 fev 2021 | Daniel De Nardi

Homo Deus – resumo parte 02 – Podcast #83

Homo Deus. A segunda parte do livro do escritor israelense Yuval Harari trata da busca pela felicidade eterna, o que a ciência está fazendo sobre eisso e quais as consequências desse avanço pra nossa vida futura. LINKS O que veneras te matará - Podcast #73 que trata da criação de expectativas e criação de frustrações   https://yoginapp.com/o-que-veneras-te-matara-podcast-73-isto-e-agua     Série do resumo de Sapiens - 4 episódios   https://soundcloud.com/yogin-cast/sets/sapiens-comentando-uma-breve     Série Homo Deus - 3 episódios   https://soundcloud.com/yogin-cast/sets/homo-deus-uma-breve-historia     Podcast sobre busca espiritual https://yoginapp.com/nao-seja-um-misticoide-podcast-74   Álbum da trilha sonora da séria Homo Deus Transcrição parcial     Parte 2   O Homo sapiens da sentido ao mundo   Capítulo 04 - Os Narradores   Os lobos e chimpanzés vivem numa realidade dual, de uma lado a parte física a outra tem consciência de medo, alegria e desejo, os homens tem 3 realidades, relatos sobre deuses nações e companhias. Os sumérios criaram a escrita e o $. Isso permitiu que as realidades imaginárias ampliassem seu alcance. Após isso, os egípcios criaram a instituição dos Faraós e mesmo depois que um faraó morria, o sistema continuava acontecendo. Mao Tse Tung concentrou a produção e vendas de alimentos, só que as informações era erradas e a China havia vendido todo o alimento e comprado muitas armas. Faliram e fizeram o povo passar fome. A escrita começou como uma forma de descrever a realidade, mas aos poucos tornou-se uma ferramenta para remodelá-la. As escrituras tinham coisas escritas que correspondiam com a realidade, como por exemplo mulheres não davam testemunho, deve-se pagar dízimo e todo mundo da e por ai vai. Como determinar apoiar a narrativa e como observar isso? Perguntando - Sofre? Se sofre, um sofrimento real é a realidade.   Capitulo 05 - a Estranha parceria O envolvimento com as grandes narrativas possibilitou o homem a criar coisas incríveis. Sempre aumentando o poder dessas entidades ao inves de focar no individuo. Qual a relação entre a Ciência e a Religião? A religião válida normas sociais, dando-lhe um aspecto que não foram criadas pelos homens, logo devem ser obedecidas. Na época medieval a igreja disse que Deus não gostava dos ricos. A Religião é um pacto enquanto a espiritualidade é uma viagem. Dualismo o Deus bom e o Deus mal, o mal que criou nos espiritos e o satanás criou a matéria. Para dar vida a suas matérias, satanás buscou deu prazer para as pessoas se manterem no corpo. Os viajantes espirituais ponham em questões todas as crenças espiritual. Essas buscas espirituais não são bem vistas nas Igrejas. Lutero começou a questionar verdades, pois fazia seus questionamentos espirituais. Levantou 96 questionamentos contra as ações da Igreja. Alguns acreditam que existe um luta entre Religião e Ciência. A Religião dá uma orientação para as pessoa, como no exemplo da represa chinesa. Outros acham que cada uma cuida de sua área.    Capitulo 06 - Aliança Moderna Esse capítulo mostra o quanto a ciência foi apoiada e desenvolveu o capitalismo. Desde que nascemos assinamos um pacto. Todo contrato se resume a uma frase, todos estamos de acordo em renunciar o sentido em prol do poder. Quando as religiões dominavam conta de toda a narrativa, o poder do homem tinha um limite. Éramos uma espécie de atores das obras de Deus. A ciência rechaça essa tese e demonstra que o UNiverso é um processo cego, violento e com consequências não deliberadas. Não há nenhum sentido nessa existência. O crescimento econômico tornou-se o centro de todas as buscas, pois é o que apresenta mais evidências de que a vida das pessoas melhoram. O desenvolvimento é a única verdade firme. O que for necessário para isso hoje em dia será feito.   Isso só faz sentido no mundo moderno. Dificilmente os antigos líderes prometiam que seus impérios iriam crescer sempre. Pode-se dizer hoje é uma religião o crescimento econômico. O capitalismo pode também ser considerado uma religião, mas inegavelmente fez as pessoas entenderem que os negócios não são um jogo de soma zero. Que a economia pode crescer para todos e isso sim, fez grande diferença na qualidade de vida das pessoas. Essa noção de que a contribuição produz benefícios mútuos é o principal fator da harmonia global. Isso trouxe mais paz para o mundo que todas as rezas juntas. O primeiro mandamento do capitalismo é reverter os ganhos em investimento para mais resultados. Durante séculos o crescimento dependeu de conquistas de mais territórios. Hoje a economia depende de melhores métodos de produção. O problema do crescimento é a degradação dos ecossistemas.     Capitulo 07 - A Revolução Humanista O pacto moderno nos diz que se abrimos mão da crença de um Deus organizador, teremos mais poder. Para isso, é preciso encontrar um  sentido para a vida que esteja relacionado com um plano cósmico deliberado. Até bem pouco tempo, grandes filósofos acreditavam que se deixássemos de acreditar em Deus, se instauraria um grande caos na sociedade. Isso não aconteceu de forma que as maiores ameaças de guerra que existem hoje, vem justamente de povos que creem fortemente em Deus. O Humanismo é uma religião que põe a humanidade no papel central e espera que ela faça o papel que o deus católico fazia.  Os humanistas esperam que as experiências internas deem sentido ao cosmos. Criar sentido para um mundo sem sentido. Na idade média europeia as pessoas não acreditavam que podiam saber o que era bonito o feio, o que era certo ou errado isso tudo tinha sido determinado por Deus na visão delas. Imagine uma mulher que teve um caso com o vizinho e confessa isso ao padre. Recebe um julgamento. Hoje ela conversa com uma amiga ou com o psicólogo e os dois casos ajudarão a pessoa a investigar seu universo interior e chegar no entendimento pessoa daquele ato e como deve reagir a ele. Não existe mais, uma atitude correta a ser tomada nesse caso e qual seria a melhor reação. Houve um grande movimento de valorização do Universo interior, como um orientador interno que toma decisões a partir das experiências. Anjos e demônios deixaram de ser algo externo e passaram a habitar o universo interno de cada indivíduo. O Homem matou Deus e a vida continuou funcionando normalmente.   O Humanismo pôs as experiências como a melhor forma de conhecer o mundo, Como se o uma vida bem vivida seria colher com experiência e sabedoria o máximo de coisas que existem no mundo. Isso fez crescer o desejo do consumidor que vale mais que tudo. Além disso, fez valer o sofrimento do soldado médio, que vê a Guerra com olhos de dentro e quem sempre pensara que a guerra não vale a pena.   Capitulo 07 - A Revolução Humanista Ossss Olá Daniel. Então… Falaria rapidamente dos primeiros capítulos e focaria na “religião humanista liberal”. Nesse capítulo ele questiona o liberalismo pq temos ao menos 2 eus.O eu da experiência momento a momento (consciência) e o eu da narrativa (o que fica remoendo o passado e projetando o futuro, o ego). Daí ele fala que não faz sentido pq não tem um eu só. E aí entra o yoga! O liberalismo supervaloriza o ego na verdade,né? É a busca do prazer. Na parte do futuro, danova religião do tecno-humanismo ele fala de humanos aperfeiçoados com eng genética, ciborgues, remédios. E aí entra o yoga novamente. Já temos os remédios nas técnicas do yoga, e na filosofia. Daí vamos direto no ponto! Yoga, meditação, meditação e meditação ou antidepressivos, anti-isso e anti-aquilo.     

Podcast de Yoga | 3 fev 2021 | Daniel De Nardi

Homo Deus – Resumo – parte final – Podcast #84

Homo Deus. Na 3ª parte de Homo Deus, vamos finalizar o resumo do livro. Neste episódio discutiremos a construção dessa nova espécie que vem surgindo a partir dos Sapiens, o Homo Deus. LINKS   Podcast sobre a Reprogramação dos Condicionamentos https://yoginapp.com/o-yoga-e-reprogramacao-de-condicionamentos-podcast-47/     Série Sapiens   https://soundcloud.com/yogin-cast/sets/sapiens-comentando-uma-breve   Audiobook - O Yoga do Autoconhecimento Assinatura da Ubook Ebook - O Yoga do Autoconhecimento Audiobooks do Harari em português Álbum Chants and Dances of Native Americans   https://open.spotify.com/album/4AjUn2beXTE1wY3BOGL5qe?si=w_wQcrvKT3CrBMGhOw16TQ Transliteração parcial Homo Sapiens perde o Controle   O ser humano poderá continuar fazendo o mundo funcionar e conseguirá dar-lhe algum sentido para a vida? Como  a tecnologia pode ameaçar o humanismo? Que outra religião poderia substituir o humanismo?   CAPÍTULO 08 A bomba do tempo no laboratório Em 2018 , a ideologia dominante é do individualismo, dos direitos humanos, a democracia e o mercado livre. A ciência no século XX gerou a estrutura para o liberalismo. Os liberais acreditam que o indivíduo possui livre-arbítrio e que suas decisões não são deterministas. Quando o indivíduo compra ou vota, ele exerce sua liberdade. Entretanto, a ciência tem feito descobertas que vão contra essa ideia de que o ser humano é livre quando toma decisões. O embate entre a ideia de liberdade individual e o que a ciência vem descobrindo nas pesquisas é o grande elefante no laboratório. No século XVIII, as reações humanas eram um grande mistério, por isso, quando alguém cometia um crime, a explicação que se dava era que o indivíduo tinha feito aquilo por decisão pessoal. As pesquisas científicas começaram a demonstrar que internamente, não havia alma, nem livre arbítrio, nem sequer um eu. O que havia eram apenas genes e hormônios que seguem as mesmas leis físicas que o restante da realidade. Hoje em dia quando alguém comete um crime, os cientistas tentam demonstrar que aquilo não foi uma decisão, mas fruto de estímulos que vem desde impulsos evolutivos, passando por construções genéticas somado a eventos aleatórios. A decisão pode ter ou não influência do aleatório, mas para a Ciência atual, nunca são livres. Quando se dispara uma carga elétrica no cérebro, pode ser algo determinista ou ter sido influenciado por algum evento externo aleatório. Nenhuma das decisões deixa margem para o livre-arbítrio. Quando as decisões combinam estímulos deterministas com eventos aleatórios, elas passam a ser probabilistas. Isso é o oposto de liberdade. Essa visão mostra que o poder de decisão do que tem mais desejo é igual no homem do que em outros animais. Não elegemos os desejos, a sensação que temos um poder na hora que decidimos é parte dos estímulos criados no cérebro para reforçar que existe liberdade. Mesmo em decisões mais elaboradas, a construção que leva a decisão é gerada por pensamentos que não foram construídos deliberadamente. A experiência de qual interruptor apertar é determinada antes e depois há a sensação de que a decisão foi pessoal. Os cientistas conseguem saber antes qual será a decisão que será tomada. Logo, não se elege algo, simplesmente se responde por um impulso e depois que vem a sensação que a decisão foi livre. A visão da ciência é que a consciência é um continuum de sensações que altera-se com eventos aleatórios, mas não existe um EU emanando esses desejos. O que há é uma reação aos acontecimentos e a produção de uma sensação de livre-arbítrio a cada decisão. Só que as decisões não são eleitas, elas são uma cadeia que envolve estímulos e respostas determinados pela construção prévia dessa cadeia de consciência. Yuval sugere uma experiência também propostas por Eckhart Tolle e que está em escrituras indianas, na qual você observa os pensamentos surgindo e percebe que não possui controle sobre qual será o próximo pensamento. Os pensamentos surgem espontaneamente e não é possível prever qual será o próximo pensamento. Entretanto, ele propôe que se somos donos dos pensamentos podemos provar ficando 60 segundos sem pensar em nada. Nós meditantes sabemos que isso é possível. Harari traz o exemplo de um experimento feito na Universidade de Estadual de Nova York no qual se instala eletrodos no cérebro de ratas e consegue-se determinar se elas irão para a esquerda ou direita, se subir numa grade ou correr na esteira. Quando questionados se não estariam mal tratando as ratas, o chefe do experimento disse que não, pois ao final eles produzem um bom tempo de estímulos de prazer. Empresas têm interesses nessas ratas, para investigar túneis, desarmar bombas e levar materiais a locais de difícil acesso. A questão que fica é que se a rata fosse questionada pelo seu livre arbítrio ela diria “é claro que eu possuo livre arbítrio, eu decidi vir até essa grade” se sua decisão foi tomada por estímulos elétricos ou hormonais, o que muda? Assim como as ratas, os humanos também podem passar por esse tipo de processo e inclusive extinguir memórias e reduzir ou aumentar sensações como ira, ódio e prazer. Esse tipo de experimento já foi reproduzido com seres humanos. Um deles acontece em Israel e é patrocinado pelo governo americano para tratar soldados com casos pós-traumáticos. Instala-se eletrodos no cérebro e no coração. Quando o detector do coração recebe a informação que um estado de melancolia está começando, ele avisa os eletrodos do cérebro para que diminuam a atividade da região responsável pela liberação de substâncias que produzem essa sensação. O projeto ainda é incipiente e produz mais alardes que resultados, mas de fato, muitos soldados descrevem que a sensação de angústia que vivenciavam, simplesmente desapareceu. NUm desses casos que teve sucesso por um tempo, começou a ter fortes recaídas para a depressão. Ao procurar os técnicos para ver o que poderia estar acontecendo, descobriram que a bateria de um dos detectores estava falhando. Ele conta também o caso da jornalista Lana Rayan que visitou um centro de treinamento do exército no qual produz-se simulação de situações de guerra em que utiliza-se estímulos cerebrais através de um capacete capaz de melhorar a concentração e diminuir a sensação de medo. A repórter conta que a primeira vez que fez a simulação e que não havia os estímulos do capacete, teve muito medo na simulação e errou quase todos os tiros. Na segunda vez, ao ativar o capacete, sentiu-se segura, via as coisas com mais clareza e nem sequer percebeu o tempo passar. Acertou todos os disparos. Após a simulação Lana, sentiu vontade de voltar a simulação, nunca havia se sentido tão segura de si anteriormente. Se ao fazer a simulação com o capacete tinha foco absoluto e nenhuma dispersão, perguntou-se sobre o que eram aquelas vozes que a amedrontavam-na na primeira tentativa? A conclusão é que eram vozes que misturavam traumas da infância, vergonha de amigos, instruções dos pais e professores. Lana fez um profundo questionamento de quem era o seu EU. A ciência tem demonstrado que cada decisão que tomamos leva em conta estímulos e tendências diferentes que muitas vezes entram em contradição interna. Experimento de Kanemman. Parte curta 14 graus 1min   Parte longa outra mão com 14 graus 1m Colocava água quente subia 15   Depois de 7min perguntavam qual preferiam e 80% preferiam a parte longa.   O experimento mostra existÊncia de 2 EUS, o narrador e o experimentador. O experimentador sabe que a opção longa não é a melhor, mas tem o EU narrador, focado no passado e futuro, esse toma muitos atalhos, e narra apenas os momento culminantes e  o os finais. Quando EU narrador toma decisões leva em conta e lembra apenas dos momentos culminante e do final. Apaga a experiência como um todo e foca apenas no que foi mais marcante. A ciência tem provado que o livre arbítrio não existe, mas isso não vai terminar com o liberalismo. Entretanto, todas as modificações tecnológicas irão aumentar ainda mais essa evidência da não liberdade do homem.        CAPÌTULO 09 A grande desconexão Liberais consideram a democracia e o mercado livre valores essenciais, pois acreditam no valor das decisões individuais, no entanto, os próximo avanços tecnológicos mudarão alguns fatores importantes como a necessidade de humanos para executar tarefas simples ou para combater em exércitos. O carro autônomo e o mundo interior de um taxista. Como funciona o Watson, novo sistema de IA da IBM. Os primeiros algoritmos usados no mercado financeiro já foi desportista, escolheu empresas que usavam algoritmo.   Se as realidades intersubjetivas podem dominar o mundo porque os algoritmos não poderão fazer? Dificilmente saberemos a dimensão que os algoritmos podem desejar e por isso,a espécie corre um grande risco a medida que algoritmos forem sendo programados para ignorar fatores para chegar a um resultado pré-determinado.   80% de probabilidade   Como os algoritmos conseguem analisar uma quantidade de dados instantaneamente muito maiores que qualquer pessoa, eles começam a ser considerados os melhores tomadores de decisões até mesmo para nós. Um exemplo é a lista de músicas do spotify que identifica o seu gosto. O IBM também toma as melhores decisões para questões de saúde dos pacientes. Google pode prever epidemias pelo cruzamento de dados dos emails com as buscas. Com o tempo o Google conseguirá criar um algoritmo que consiga tomar uma decisão por você melhor que você mesmo. Ele vai levar em conta todo o seu histórico e inclusive os níveis de dopamina e cortisol que você liberará em cada escolha. O Facebook consegue determinar exatamente quem são os eleitores  indecisos em cada eleição. Cortana, NOw, Siri, Alexa - estão usando algoritmos para escolher, mas há quem eles estão servindo? A ciências biológicas têm comprovado que a forma como os homens reagem aos estímulos é exatamente igual a forma como um algoritmo é montado.         CAPÌTULO 10 O Oceano da consciência É muito provável que uma nova religião surja no Silicon Valley. O Tecnohumanismo é a construção de um novo homem, que pode experimentar diferentes estados mentais.    Psicología positivista está crescendo. Estamos perdendo a capacidade de observar o entorno  e de sonhar. A criação de smartphones diminui a capacidade de apreensão do mundo, da mesma forma, o uso constante de capacetes pelos soldados do exército, pode torná-los mais indiferentes aos sentimentos das pessoas. Poderemos controlar a intensidade das vozes internas.     CAPÌTULO 11 A Religião dos dados O dataísmo é um sistema de crenças que vê tudo a partir dos dados gerados e coletados. Essa ideologia poderá unir todas as ciências e determinar o rumo dos acontecimentos. Os dataistas acreditam que o homem tem capacidade de tomada de decisões muito inferiores aos sistemas, logo os dados é que determinam as decisões. Há duas ciências que são a base do dataísmo, a informática e a biologia.   Todos os sistemas estarão conectados para produzir os dados mais precisos. Isso de alguma forma já acontece com os preços. A construção dos preços num mercado livre segundo Hayek e a construção dos preços no comunismo. O  geneticista Lisenco, acreditava que o DNA adquirido numa geração, passará a próxima, isso agradava a narrativa comunista, embora não tivesse vínculo com a realidade. Então ele enviou uma parte das plantações para a Sibéria, para que se adaptassem ao frio. A teoria não funcionou e a União Soviética teve que importar comida dos Estados Unidos. O capitalismo venceu o comunismo por ter um sistema de dados distribuído que até a invenção de supercomputadores, era melhor fazer sem centralização. Exemplo do especialista de Gorbachov que foi a Londres. O sistema é tão complexo que ninguém consegue o controlar. Políticos têm ficado cada vez mais longe de projetos de mudar completamente a sociedade, como foi o caso de Hitler e Stalin e tem se entendido apenas de questões burocráticas como déficit e folhas de pagamento. Isso isenta-os de debates de AI ou aquecimento global.  O fato é que dificilmente há um grupo que está controlando as diretrizes do mundo, pois não é possível atuar em todos os dados para gerar modificações em diversas áreas simultaneamente. Uma das formas de medir a evolução segundo o dataísmo é a quantidade de processadores de dados ao longo do tempo. Mais dados, mais processamento = mais evolução. O dataísmo começou como uma ideologia neutra, mas já se transformou numa religião que pretende determinar o que é certo ou errado. Se decidimos que o objetivo individual é a felicidade, os dados devem fluir com maior intensidade para que esse tipo de objetivo seja produzido. Internet de todas as coisas é uma interconexão de todas as informações dos homens e do planeta, conectados e integrados além da Terra por satélites. Algo como a reconstrução de um Deus onisciente, pois terá todas as informações. O dataísmo prevê que uma vez que tudo esteja conectado, cada movimento pode ser pre determinado, Se você tem desejo de comer ovos, será enviado uma informação para a produção do número de ovos que você deseja. O dataísmo vê como um pecado o bloqueio no fluxo de informações, pois quem não compartilha os dados, pode estar prejudicando a descoberta de alguma epidemias, por exemplo. O que é a morte se não o momento em que não se tem acesso a mais nenhuma informação? O dataísmo pode ser considerada a primeira religião a trazer algo novo para o debate desde que o humanismo começou a lutar pela liberdade individual, que incluia liberdade de expressão, propriedade privada e direitos humanos. Para o dataísmo, a premissa essencial, é a liberdade dos dados, pois somente assim o indivíduo poderá ser livre. Aaron Swartz, suicidou-se com 28 anos em NY, escreveu o manifesto do fluxo de informações, levantada ideias de compartilhamento de informações.  Temos que lutar pela guerrilha de open access. A liberdade de informações é proporcional à prosperidade dos países. As pessoas sentem cada vez mais uma necessidade de fazer parte do fluxo de produção de informações do mundo, mesmo que isso acarrete perda de privacidade. Quanto mais informação é produzida, mais emails e notificações aparecem exigindo mais produção de informações. A produção dessas informações vai conduzindo a resolução de outros problemas e habilidades que jamais se havia pensado antes. Esse fluxo de dados, produzindo resultados imprevisíveis, é considerado pelos dataístas como a mão invisível do mercado, ou a capacidade de omnisciência de Deus. Hoje o sentido da vida, não é mais construído internamente. O sentido é construído a partir das interações dos compartilhamentos de informações. Se estamos na índia e vemos um elefante não nos preocupamos em perceber o que sentimos ao ver o elefante se não, em pegar o telefone para compartilhar a experiência. O dataísmo vê tudo como informações, logo é possível determinar qual experiência musical é melhor a partir de uma análise dos dados. Pode-se saber qual produz mais informações ao ser ouvida por cada indivíduo. Da mesma forma, o dataísmo consegue ver na criação musical, um algoritmo que pode ser copiado e melhorado. Esse algoritmo poderá criar músicas melhores que a dos mais talentosos compositores, o argumento que a vida subjetiva humana não pode ser comparada, será rapidamente refutada com dados que metrificam a quantidade de informações produzidas durante qualquer experiência humana. Logo, o algoritmo que compõe música pode possuir tanta informação quanto um humano, e por que isso não seria sua vida subjetiva? Essa revolução dataísta pode levar algumas décadas ou talvez uns 2 séculos, mas a mudança de foco para o homem, também não aconteceu da noite para o dia. Os organismos são algoritmo tem consequências práticas. Até agora, o poder eram as informações, hoje o poder significa saber ler os dados. A ciência se converge num dogma Universal que prova que organismos são algoritmos e a vida não passa de um processamento de dados. A inteligência se desconecta da consciência. Algoritmos poderão nos conhecer melhor que nós mesmos. QUESTIONE-SE É mentira que os organismos são algoritmos e que a vida não passa de processamento de dados? O que tem mais valor, a inteligência ou a consciência? O que acontecerá com a política e a sociedade se algoritmos que nos conhecem mais que nós mesmos controlem as ações dos homens?    

Sapiens
Podcast de Yoga | 9 dez 2020 | Daniel De Nardi

Sapiens – Resumo do Livro de Yuval Harari

Sapiens Resumo do Livro Sapiens Resumo do Bast Seller de Yuval Hararri. O livro Sapiens é dividido em 4 capítulos que tratam da História da Humanidade, desde que os primeiros Homo-sapiens começaram sua aventura há 70 mil anos até os dias de hoje.   Episódio 01 - Revolução Cognitiva Um animal insignificante Homo Sapiens não tinha um papel relevante na fauna há 100 mil anos. https://yoginapp.com/revolucao-cognitiva-podcast-77/   Episódio 02 - Revolução Agrícola No 2º episódio da série Sapiens, falaremos da Revolução Agrícola, mudanças no estilo de vida dos humanos fizeram com que ele mudasse completamente todo o habitat em que permanecia. Mudamos a estrutura dos ecossistemas e passamos a atuar cade fez mais no comportamento da fauna e da flora para nossos benefícios.   https://yoginapp.com/sapiens-historia-revolucao-agricola/ Episódio 03 - A Unificação da Humanidade. O 3º episódio da série Sapiens vai falar sobre os motivos que fizeram o mundo tornar-se uma grande aldeia. Fatores como o dinheiro, os Impérios e as Religiões foram essenciais nesse processo. https://yoginapp.com/a-unificacao-da-humanidade-podcast-79/   Episódio 04 A Revolução Cognitiva – Podcast #80 Os Sapiens irão se extinguir em breve segundo Harari, nossa espécie dará origem a uma espécie tão diferente quanto nós e os Neandertais ou os macacos. Como isso vai acontecer é o que veremos nesse episódio. https://yoginapp.com/a-revolucao-cognitiva-podcast-80/ Para quem quer comprar o livro Sapiens - Uma Breve História da Humanidade Clique Aqui Abaixo você pode ouvir toda a Série de Podcasts com o Sapiens Resumo do Bast Seller. Clique abaixo! https://soundcloud.com/yogin-cast/sets/sapiens-comentando-uma-breve   Quer saber mais sobre Yoga? new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5\', \'UA-68279709-2\').createForm();