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Dicas de Yoga | 22 jun 2020 | Adri Borges

Adho Mukha Svanasana, uma das posturas que faz parte da sequência do Surya Namaskar.

Adho Mukha Svanasa, entenda a postura.  Ao praticar os asanas, o corpo do yogui assume formas que se assemelham à diversas criaturas. É portanto desta forma que sua mente aprende a não desprezar nenhuma criatura, pois sabe que o mesmo Espírito Universal sopra em toda a criação,desde o menor inseto até o sábio mais perfeito. Algumas posturas têm nome de plantas, outras de insetos, animais aquáticos, quadrúpedes ou anfíbios. A postura Adho Mukha Svanasana, lembra a de um cachorro estendendo-se com a cabeça e as patas dianteiras para baixo e a traseira para cima. Adho Mukha significa ter a cara virada para baixo.Svana significa cachorro. Esta postura é popularmente conhecida como a postura do cachorro olhando para baixo. Segundo B.K.S.Iyengar a postura é especialmente apropriada para corredores cansados após uma corrida dura. Ela proporciona aos velocistas rapidez e leveza nas pernas. Ele completa dizendo que uma longa permanência nesta postura, quando se está exausto,remove a fadiga e recupera a energia perdida. A postura alivia a dor e a rigidez nos calcanhares e ajuda a suavizar esporões do calcâneo. Ela fortalece os tornozelos e modela as pernas. A prática deste asana auxilia a erradicar a rigidez na região das escápulas e aliviar a artrite nas articulações dos ombros. Os músculos abdominais são tonificadas e levados em direção à coluna. Como o diafragma é levado para a cavidade do tórax, a frequência cardíaca é reduzida.  Ao abaixar o tronco,aumentamos o fluxo de sangue para a parte superior do corpo retirando a pressão do coração,fazendo fluir o sangue para o cérebro. Esta é uma postura estimulante. Durante a execução,os músculos isquiotibiais assim como os glúteos se alongam e a coluna se mantém de forma neutra completamente alinhada. Os ombros se mantém rotacionados para fora distantes das orelhas, enquanto que os cotovelos rotacionados para dentro. Nesta postura as articulações dos ombros assim como dos quadris se flexionam enquanto que as articulações dos joelhos e cotovelos se estendem. Os Chakras Sahasrara, Manipura e Muladhara estão completamente envolvidos nessa postura. Acompanhe no vídeo como fazer com o auxílio da parede. Espero ter contribuído com sua prática. Namastê. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();    Bibliografia Utilizada: Luz sobre o Yoga | B. K. S Iyengar. Yogasana The Encyclopedia of Yoga Poses | Yogrishi Vishvketu Anatomia da Yoga | Leslie Kaminoff e Amy Matthews  

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Dicas de Yoga | 16 jun 2020 | Cherrine Cardoso

Identificando nossos ciclos de aprendizado

Identificando nossos ciclos de aprendizado É sabido que nós passamos por ciclos ao longo do nosso amadurecimento. Temos a infância, temos a adolescência, fase adulta, velhice. Porém, dentro de cada destas fases, passamos por momentos que acarretam para uma série de transformações profundas na nossa vida. Não falo de coisas da rotina e sim de situações que acontecem para nos fazer experienciar os aprendizados que precisamos. Estudos dizem que estes ciclos são sentidos de 7 em 7 anos. Talvez por isso este número também seja considerado meio azarão, mas se formos fazer uma retrospectiva pela nossa vida, de sete em sete anos é possível mesmo identificar momentos que se tornaram relevantes por algum tipo de escolha ou direção que tomamos. Quando crianças fica mais difícil analisar isso, pois estamos num fluxo natural de absorção e assimilação de tudo o que o mundo tem para nos ensinar. De tudo o que nossos pais representam na formação de nossos valores e caráter, e também de como nos guiamos através deles como espelhos. Porém, a partir dos sete anos, a mesma criança passa a se manifestar diante de sua individualidade de forma mais impositiva. E nos sete anos que se seguem até a entrada da puberdade vem as mudanças no corpo e na percepção de mundo. É nesta fase que vamos desenvolvendo nossas reais habilidades e demonstrando nossos verdadeiros desejos. Como se estivéssemos saindo do casulo para nos tornar a borboleta que quer alçar vôos mais altos, enxergando o mundo sob outra perspectiva. Depois da fase da adolescência, os próximos sete anos nos levam aos 21. Os vinte e um representam a emancipação. É quase como quando o mundo nos diz (pelo menos aqui no Ocidente, ok?): agora é com você! Sabemos que se houver necessidade, nossa base maior que é a família, estará sempre ali (em sua maioria) para apoiar e contribuir no que for necessário. Mas, se alguma de suas escolhas te levar a lugares que você não esperava ir ou se te trouxerem resultados que não eram os que você gostaria, esta responsabilidade é só sua. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Outro ponto relevante é que mesmo sendo de sete em sete anos, não significa necessariamente que você perceberá de forma assim precisa (7, 14, 21, 28 etc), muitas vezes algo fica marcado numa determinada idade e dali para frente é possível observar os anos que se seguem e perceber que após os sete, outro marco será sentido novamente. Resolvi focar nesse tema pois somos muitos ingratos com como estes ciclos muitas vezes nos são apresentados pela vida. Vou dar um exemplo do que aconteceu comigo e que talvez você leitor se identifique e compreenda melhor onde quero chegar. Em 2010 a minha vida profissional e pessoal me parecia estagnada. Eu me sentia sem motivação, sugada pela rotina, cansada de viver os dias sem uma emoção maior. Trabalhava numa instituição que me possibilitava trabalhar em outros lugares do mundo, fazendo uma transferência de forma mais simples do que as habituais. Resolvi que queria ir embora do Brasil por um tempo e assim foi. Desta simples decisão até os anos que se seguiram muita, mas muita coisa mesmo, aconteceu. Eu fui para Portugal, fiquei lá muito menos tempo do que queria. Voltei pro Brasil, mas indo direto para outro Estado (sou nascida em SP). Cheguei com praticamente zero em dinheiro para re-iniciar a vida. Corri atrás, trabalhei muito mais do que já trabalhava. Abri mão do conforto, das facilidades que tinha quando estava na minha cidade natal e próximo da minha família, passei por tristezas e questionamentos profundos, incertezas e medos constantes. Acabei casando. Indo morar em outra cidade de novo, e me vi em outro recomeço, ainda mais difícil! Outro início, outra luta. Uma busca por me reencontrar, por entender porque me sentia mergulhando tão profundo em mudanças, que de certa forma não me representavam. Por vezes me identificava e achava que gostava de tudo o que estava vivendo, e outras sentia uma insatisfação enorme, sem entender porquê. Pois bem, esta última mudança teve fim em 2017, quando após muitas descobertas, mudanças, incertezas, dores, ganhos e perdas, resolvi voltar da onde tinha saído em 2010. Entenda, nestes sete anos que se passaram eu cheguei a me ver num poço bem fundo, tendo que me agarrar em cordas imaginárias buscando subir dali, com bem poucas forças. Quem via ao longe, observava apenas a representação da mulher forte, da guerreira, daquela que encarava desafios constante, saindo-se por cima. Mas as coisas não são bem assim nos bastidores. E ali, por detrás das cortinas deste grande palco que se chama vida, vivi os meus anos de maiores aprendizados. Ensinamentos que só mesmo as nossas escolhas nos dão. E sem dúvida é aí que te digo onde o Yoga entrou nisso tudo! Ter o Yoga como o meu guia, a minha prática, o meu lifestyle, fez eu entender que nem tudo na nossa evolução pessoal serão flores. Que os maiores desafios acontecem para que consigamos entender de fato, por exemplo, o sentido dos yamas e nyamas de Patáñjali. Não foi sem propósitos reais que este sábio, por volta do século III a.C, pontuou preceitos éticos e morais que precisam ser observados antes de uma pessoa querer travar contato com as técnicas do Yoga. Que sentido teria focar em respirar melhor, em estabilizar o corpo num pé só, ficar de ponta cabeça, se nem conseguimos passar pelos obstáculos em busca da auto-superação (tapas)? Ou se extrair contentamento (santôsha) de todas as situações parece impossível? O que dirá entender o que tudo isso pode contribuir com nosso auto-estudo (swadhyaya)? E imaginar tudo o que fui abrindo mão em cada momento de mudança que aconteceu nos sete anos? É desapego (aparigraha) que chama não? Até então tudo me parecia perfeitamente compreensível, enquanto estava teoricamente explicado. Passar na prática, me fazendo experienciar estes ensinamentos, me fez também entender seu contexto real e sua necessidade para nos tornarmos verdadeiros yogíns. E não, não posso culpar ninguém e nem nada do que escolhi viver ao longo desse processo. Entendo que este foi o meu karma, e que através da lei natural de ação e reação, eu não vivi nada daquilo que não tivesse sido buscado por mim. O que eu posso afirmar é que re-signifiquei minhas experiências. Enquanto imersa naquele processo tudo parecia pior do que foi realmente. E isso acontece por estarmos dentro de uma bolha de emoções, das quais não temos consciência. Só percebemos o quanto estes sentimentos são passageiros quando conseguimos nos afastar desta redoma nociva de sentimentos pesados e os aceitamos como parte do que temos que viver. E que nem a pior dor que sentimos, durará para sempre! Vale ressaltar também que, a partir do momento em que se consegue identificar o ciclo, percebemos também que trata-se de um processo de aprendizados necessários. Portanto, tire proveito da fase e aprenda realmente o que a vida esta querendo te mostrar Pois se isso não acontecer, é provável que as mesmas coisas se repitam num futuro próximo. Hoje percebo que, a maturidade adquirida com as experiências me permitem dizer não ao que eu não quero viver de novo e também transformar aquilo que quero experienciar novamente, só que de outra maneira. Temos este poder! Ele se chama livre arbítrio. É a sua liberdade de ir para onde quiser. Com toda a consciência de que as consequências e a responsabilidade de suas escolhas são apenas suas! Olha o karma aí de novo. Vejo muita gente se lamentando, sofrendo, desistindo da vida, reclamando por tão pouco, quando há tanta gente com motivos reais e pesados e que seguem firmes e fortes. Vamos exercer mais a gratidão com nossos ciclos dos sete? Agora que você leu até aqui, observe o seu momento. Você esta passando por uma fase difícil? Há quanto tempo sente que as coisas estão assim? Faça as contas de verdade. Não que as coisas não possam mudar do dia pra noite; ou que você não possa quebrar o ciclo com uma nova atitude mental e emocional. Mas se te parece difícil, não tenha pressa. Absorva o máximo de entendimento do momento, permita-se compreender aquilo pelo qual está passando, desfrute das lições e tenha paciência, vai passar! E se está numa fase boa, melhor ainda, oras. Fique ainda mais feliz. Prolongue os sete por mais sete nesta mesma energia, nesta mesma vibração. Por que não? Depois de estarmos mais conscientes do processo, escolher seguir mal ou escolher seguir bem também são escolhas, não é mesmo? Lembre: livre arbítrio. A escolha é sempre nossa! E se vale a dica, curta os seus ciclos.

Dicas de Yoga | 27 maio 2020 | Daniel De Nardi

Como Fazer – Bhujangasana, a postura da Cobra

Como Fazer Bhujangasana Conhecida como postura da cobra, o bhujangasana é um dos asanas mais importantes do Yoga. Uma excelente compensação de posturas como o paschmottanasana e adho mukha. A professora Fernanda Degilio explica como executar perfeitamente essa postura no vídeo abaixo. Confira:   new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();      

o nome sirshasana - Sirsasana
Filosofia do Yoga | 23 maio 2020 | Daniel De Nardi

O Nome Sirshasana – Invertida Sobre a Cabeça

Entenda o nome sirshasana - postura mais excêntrica do Yoga, a invertida sobre a cabeça. Referindo-se a postura de invertida sobre a cabeça não aparece em nenhuma escritura antiga o que sugere duas hipótese, uma é que a posição seria uma técnica iniciática, ensinada apenas aos yogins avançados que passavam pelas provas do treinamento. Outra possibilidade é que a postura tenha sido criada em tempos recentes. No entanto, a cabeça é uma região com muitos significados na Cultura Yogin.  Esta parte representa o topo do corpo, o que existe de mais elevado na manifestação física. Atualmente, a Ciência reconhece o cérebro humano como a mais complexa manifestação física que temos conhecimento. Na Índia, o cume das montanhas é considerado um local sagrado, onde os grandes sábios se encontram. Segundo a mitologia Shiva, o criador do Yoga, habita o cume do monte Kailash, nos Himalayas. Ainda hoje, yogins ascetas isolam-se nas montanhas para períodos de intensificação de suas práticas. Por ser o local dos sábios, a cabeça representa a sabedoria. É também a sede dos chakras superiores, entre eles o ajña, na região do intercílio. Ajna, significa comando. Este chakra representa o comandante, aquele que tem a melhor visão das situações e que consegue agir com mais sabedoria. O ájña é o chakra que aceita o comando interno.  A posição invertida dá ao yogin, a possibilidade de ver sob outro ponto de vista. Enxergando tudo de cabeça para baixo, podemos encontrar soluções para situações aparentemente impossíveis de serem desvendadas com a visão normal das coisas. Ver o mundo ao contrário, mesmo que seja por alguns minutos pode fazer muito bem para a sua sabedoria. Experimente!   obs: esta foto foi tirada nos Himalaias, a cordilheira mais alta do mundo.   Saiba mais sobre as posturas do Yoga, os asanas! new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Dicas de Yoga | 7 maio 2020 | Equipe YogIN App

Como Fazer Bakasana, a postura da garça

Como a postura da garça! O bakasana é uma das posturas mais estéticas do Yoga. É uma postura que treina diferentes habilidades no yogin, entre elas concentração, equilíbrio e força. Aproveite essa aula que além de ensinar tecnicamente a postura dá dicas de treinamento para aperfeiçoamento da execução. Fique de olho nos próximos episódios da série COMO FAZER e deixe nos comentários quais posturas você gostaria de treinar mais? Boa prática !   https://youtu.be/vPvKuiCHdlc   Saiba mais sobre as posturas do Yoga, os Asanas. Baixe gratuitamente o new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm();

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Filosofia do Yoga | 25 abr 2020 | Equipe YogIN App

Prática de Yoga preserva memória e auxilia envelhecimento

Prática de Yoga preserva memória e auxilia envelhecimento Neste blog já apresentamos inúmeras pesquisas sobre os benefícios do Yoga. O mais interessante dessa nova pesquisa é que ela foi feita no Brasil, no Instituto do Cérebro do Hospital Israelita Albert Einstein. Além disso, envolveu prática de Hatha Yoga, com exercícios físicos e respiratórios, os quais você pode encontrar nas aulas do aplicativo YogIN App. O estudo constatou que praticantes dessa modalidade tinham um desenvolvimento córtex pré-frontal maior da região do cérebro “Os exames mostraram que o córtex pré-frontal das mulheres que praticavam hatha-yoga há pelo menos oito anos era mais espesso quando comparado ao das não praticantes. Esse resultado sugere que o exercício tenha um papel de neuroproteção, retardando a degeneração cerebral que ocorre com a idade da mesma maneira que retarda a perda de massa muscular”, disse Rui Afonso, primeiro autor do artigo com resultados do estudo publicado na revista Frontiers in Aging Neuroscience.   Para ler a reportagem completa que saiu na Revista ExaMe - CLIQUE AQUI

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Filosofia do Yoga | 27 fev 2020 | Cherrine Cardoso

A síndrome do “Ser Guru”

A síndrome do “Ser Guru” Estamos passando por uma fase interessante no desenvolvimento na classe humana, já reparou? Parece que estamos entrando num despertar coletivo na busca de algo que faça mais sentido para a grande dúvida do homem: quem sou eu? qual minha missão nessa vida? Pois bem, a resposta não vem de forma simples e juntamente com este despertar e com as perguntas, surgem aqueles que garantem te conduzir ao caminho das descobertas. Na verdade, os questionamentos não são recentes e nem a busca incessante por encontrar as respostas o são. Tanto que já passaram por este planetinha centenas de filósofos e profissionais ligados a psique humana para contribuir com essas dúvidas. E por conta deste ciclo, em que mais pessoas tem buscado algo que lhes auxilie nestas questões, surgem profissionais de vários calibres falando sobre autoconhecimento, alta performance, coachings, mentores, entendidos de todos os assuntos. Como em todo mercado a procura gera a demanda, né? Mas, como saber em quem confiar? Essa sim é uma pergunta difícil de responder. E por quê? Porque todos somos gurus em potencial. Todas as pessoas que somam experiências de vida, podem ser grandes professores. Cada coisa que aprendemos pode ser compartilhada e servir para alguém em sua jornada. No entanto, eu dividir com você coisas que aprendi nas fases da minha vida, não necessariamente servirão para as suas. Porque cada vida é uma e cada pessoa é um universo diferente e cheio de possibilidades. Os profissionais destas áreas, que visam contribuir para que você encontre o seu caminho e as suas verdades, têm um papel importante sim, mas é preciso um bom filtro para saber quem é o certo para você. E se a pessoa que você está seguindo têm algo real a contribuir; se só fará você se perder mais no seu caminho ou se estará fazendo você desperdiçar um tempo precioso no processo. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-e-o-stress-ebbbd5c51665ef24833c-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Não existe profissional perfeito, porque o profissional em si é uma pessoa. E todas as pessoas carregam suas imperfeições. E, não estamos imunes a elas. Mas dentro de uma gama bem ampla de opções, ainda mais nos dias de hoje com o advento da internet e redes sociais, você precisa deixar seu botão de alerta ativo, para que encontre profissionais sérios e não somente os grandes charlatões. E olha, tem vários. Bons mentores, bons professores, bons coachings são aqueles que escutam e contribuem com um norte para quem os segue, sem doutrinar ou impor as suas verdades. Profissionais sérios são aqueles que continuam estudando por toda a vida, pois só assim somam mais conhecimentos. Guru bom é o que não se vangloria de sua posição e nem guarda pra si o que aprende por medo de dividir seu conhecimento com outros, com receio de que sejam melhores do que ele. E por que esse assunto é importante? Para que seu crivo te ajude a escolher o melhor para você. Podemos ter vários gurus ao longo de nossa existência. Se parar para analisar, seus primeiros professores estavam dentro da sua casa. Foram seu espelho e referência pelos primeiros anos de sua vida até que chegassem os outros. E neste caminho, tantos puderam te levar a muitos aprendizados. Mas quando o questionamento é existencial como: quem sou eu, o que eu tenho que fazer, qual minha missão? Sua escolha deve ser cuidadosa, pois o caminho que seguir poderá te ajudar ou só deixa-lo ainda mais confuso. Uma outra dica que eu vejo como importante é: gurus que usam muito o pronome EU, talvez ainda estejam demasiadamente envoltos numa cortina de seu próprio ego. Eu sei, eu posso, eu consigo, eu conheço o melhor caminho para..., eu tenho as respostas... esse EU incessante demonstra pouca humildade e uma necessidade de reconhecimento constante. Dessa maneira, em algum momento, a admiração que temos por quem tem algo a nos ensinar, passa para uma grande frustração por alguém que promete e fala demais, mas não aplica seus próprios conhecimentos. Estamos todos neste caminho? Sim. Mas há quem reconheça que segue aprendendo, mesmo na polaridade de ensinante; e há quem já se julgue sábio o suficiente, a ponto de não precisar de feedbacks de ninguém. Destes, corra!  

Filosofia do Yoga | 15 fev 2020 | Daniel De Nardi

Qual a definição de Yoga?

Qual a definição de Yoga? Yoga (योग) da raiz sânscrita √yuj (fazer jugo, consertar, unir, aproveitar, adequar concentrar-se) é uma palavra com múltiplas traduções e com significado amplo, embora hoje em dia nos círculos modernos de Yoga, a tradução mais comum seja “união”. As definições de Yoga são tão diversas quanto seus praticantes, eu mesmo já publiquei aqui diversos vídeos, textos e podcasts dando diferentes definições de Yoga. Nas antigas escrituras como as Upanishads, o termo Yoga frequentemente se refere ao objetivo da prática Yogi  ou, a disciplina para atingir esse objetivo. Abaixo você pode ler 4 diferentes definições de Yoga tiradas de escrituras importantes. “Quando os sentidos estão firmemente dominados, isso é Yoga” (tāṃ yogam iti sthirām indriyadhāraṇām) - Kaṭha Upaniṣad 6.11 “Yoga é a parada das agitações da mente (Yogaś cittavṛttinirodhaḥ) - Yogasūtra 1.2 “Yoga é a união do Eu e da alma” (ātmeśvarasaṃyogo yogaḥ) - Pañcārthabhāṣya 1.1.43 “Yoga é equanimidade” (samatvaṃ yoga ucyate) - Bhagavadgītā 2.48 Ouça o podcast - O que é o Yoga e entenda mais sobre a definição.   https://yoginapp.com/o-que-e-o-yoga-podcast-61 No próximo curso de Formação de Yoga aprofundamos esse assunto trazendo o contexto histórico das definições. Saiba mais sobre a evolução da História do Yoga e os vários significados do Yoga acessando à pagina do curso.   https://yoginapp.com/aulas-abertas-do-curso-de-formacao

Filosofia do Yoga | 10 fev 2020 | Daniel De Nardi

A maior aula de Yoga do Mundo

A maior aula de Yoga do mundo A maior aula regular de Yoga do mundo . O vídeo mostra uma dessas aulas que acontecem em Red Rocks, no estado americano do Colorado. Esta aula que acontece apenas nos finais de semana e durante os meses de junho a agosto pode ser considerada a maior aula regular de Yoga do mundo. Veja mais informações no vídeo! Obrigado a Raissa de Souza Rossi pelas imagens ;)      

Meditação | 31 jan 2020 | Daniel De Nardi

Meditação, 3ª dica do YogIN App

Meditação, 3ª dica do YogIN App A Meditação é uma das técnicas que mais contribui para o aprimoramento do autoconhecimento. Essa aula faz parte da série PASSO A PASSO DO YOGIN na qual os alunos aprendem sobre os conceitos e como praticar os exercícios mais importantes do Yoga. https://vimeo.com/328025911/c30b714c33 Boa Meditação !