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Dicas de Yoga | 8 nov 2020 | Fernanda Magalhães

Padangusthasana

Padangusthasana   Quem já fez minha aula sabe que Padangusthasana está incluída em 99% das vezes. Não só por usar como base o conhecimento proveniente do Ashtanga Yoga, mas também por considerá-la uma postura ao mesmo tempo fácil e intensa. Assim como ocorre na prática do ashtanga (Padangusthasana é a primeira postura da série fundamental) costumo colocá-la no início da prática para “acordar o corpo. Segundo Lino Miele, junto com Padahastasana, Padangusthasana possui um papel importante para o início do processo de purificação. Padangusthasana é uma flexão em pé para a frente. O nome é derivado do sânscrito pada= pé, angustha= dedão do pé, sendo a postura segurando o dedão do pé. A postura trabalha especialmente dois chakras, o Ajna Chakra (o terceiro olho) e o Swadhisthana (o Chakra sacral ou sexual), trabalhando sabedoria, intuição e emoções inconscientes. A posição mais baixa da cabeça ajuda a irrigação sanguínea da área e facilita a concentração, equilibrando mente e corpo, sendo um excelente asana de preparação para meditação. Para executar a postura: Inicie de pé, em tadasana. Afaste os pés na largura de seus quadris, ou com aproximadamente 15cm entre eles. Mantenha os pés paralelos, com Arcos elevados e dedos ativos. Contraia o quadríceps, subindo a patela dos joelhos. Mantendo esta atividade nas pernas, incline-se para a frente a partir do quadril, mantendo as costas alongadas, o máximo que for possível. Enganche os dedões dos pés com os dedos indicador e médio das mãos. Se precisar dobrar os joelhos para chegar aos dedões, faça, mantendo a coluna alongada, como se quisesse colar o abdome nas coxas. As vezes, é útil realizar uma inspiração alongando ainda mais a coluna e esticando os braços, já com os dedos em gancho, criando espaço antes de descer na exalação. Desça o tronco como se quisesse deitar nas suas coxas e levar o topo de sua cabeça entre os pés no chão. Libere os isquiotibiais fazendo uma leve espiral para dentro nas pernas. Ative seu uddiyana bandha para criar mais espaço na coluna e aproximar mais o abdômen das coxas. Verifique se seu peso está bem distribuído nos pés e traga seu quadril para o alinhamento dos tornozelos. Ao descer, dobre os cotovelos e puxe o gancho entre mãos e pés. Relaxe os ombros e mantenha o espaço no pescoço. Se seus isquiotibiais estão encurtados, não curve a coluna para tentar descer mais a cabeça. Mantenha sua base da coluna bem alinhada e ísquios apontados para trás. Mantenha a postura por, no mínimo 5 respirações e siga para padahastasana, ou suba na inspiração com a coluna ainda alongada. Padangusthasana trabalha os órgãos internos do abdômen, estimula fígado e rins, alonga isquiotibiais e panturrilha, fortalece coxas, melhora a digestão e alivia dores de cabeça e insônia. Evite a postura se sentir dores nas costas ou pescoço ao executar. Padangusthasana apesar de simples é capaz de alongar diversos músculos do seu corpo trabalhando ele por completo. Entre as ações de puxar e empurrar, a tensão pode ser aliviada, tornando a postura relaxante e prazerosa. As flexões para a frente em geral estão relacionadas a nossa capacidade de se entregar e confiar. Aprendendo a confiar que há uma inteligência que mantém tudo em ordem, mesmo que não pareça a nossos olhos. Entregue-se a Pagangusthasa!   Boa prática!   new RDStationForms(\'e-book-treinamento-yogin-de-respiracao-bdf2969b9eeaf2b1af79-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();    

Meditação e Positividade
Filosofia do Yoga | 7 nov 2020 | Fernanda Magalhães

Muladhara

Muladhara No artigo passado falamos sobre a relação entre as posturas de pé e o chakra básico, o muladhara chakra. O chakra básico, sendo o primeiro da fila, está mais conectado ao material, à terra e nossas necessidades de sobrevivência. Se nosso objetivo no yoga é crescimento espiritual, tendemos muito a valorizar os chakras superiores, que estariam ligados à iluminação, dando pouca atenção aos chakras inferiores. Mas calma, vamos passar rapidamente por alguns conceitos sobre os chakras para compreender a importância da nossa raiz. Chakras são os vórtices circulares de energia espalhados por todo nosso corpo energético. Sete deles, são os mais importantes e estão posicionados em sete pontos diferentes ao longo da coluna vertebral. Eles são carregados e recarregados através do contato com a corrente de energia cósmica na atmosfera ou Prana. Então, considerando o alinhamento dos sete principais chakras na coluna é como se possuíssemos um tubo que permite a energia subir e descer do topo da cabeça a base do assoalho pélvico. Podemos considerar que somos como flores, nos voltamos a luz pelo topo, mas nos alimentamos da terra a partir da base. Essa conexão entre nossa raiz e a luz é feita nesse “tubo de energia”. Nosso nosso tubo energético “entope” ocasionalmente por causa de questões emocionais, causando problemas físicos ou mentais. Estes problemas podem se apresentar na forma de fechamentos emocionais e físicos. Como os ombros para frente e para baixo de quem está deprimido e sentindo-se só, “protegendo” seu chakra cardíaco. Ou com a hiperatividade de um chakra laríngeo, por exemplo, que faz uma pessoa falar demais deixando-a com dificuldade de ouvir o outro. Podemos cuidar para manter livre o fluxo de energia através do equilíbrio entre os sete chakras através da prática de asanas, pranayama e meditação. Nosso chakra raiz, que fica na base da coluna, simboliza nosso relacionamento com a terra e com o material, influenciando nossa vitalidade, paixão, vontade de viver e instinto de sobrevivência. Está relacionado com nossos sentimentos mais básicos e primários e instintos primitivos. Ele traz a necessidade do pensamento lógico e da ordem em nossas vidas. Há também uma relação deste chakra com nossas estruturas de sustentação, pés, pernas, quadril, coluna, ossos e músculos. Por isso, um muladhara chakra desequilibrado gera insegurança.   Nosso primeiro chakra carrega registros de nossos ancestrais e praticamente todos experimentamos desequilíbrio neste chakra iniciando a existência a partir de memórias de guerra, fome e desastres naturais. Passando de geração a geração padrões inconscientes. O mais instintivo de todos os chakras, é o que inicia a reação de fuga frente a uma ameaça. Quando em desequilíbrio, gera a resposta de reação a ameaças não reais, incluindo as reações aos padrões inconscientes herdados de gerações anteriores e grupos sociais onde estamos inseridos. Pessoas com mente inquieta possuem dificuldade de “aterrar”, necessitando de estímulos para este chakra. Como dito no texto da semana passada, vivem mais na mente do que no corpo gerando dificuldade de materializar as ideias.   Clique abaixo e conheça o Curso - Práticas para os Chakras       Muita atividade no muladhara provoca agressividade e materialismo, muito apego ao corpo e dificuldade de conectar com a sensibilidade. Mudanças, que simbolicamente tiram nossas raízes, podem gerar o desequilíbrio do muladhara. Não só mudanças físicas de residência, cidade ou país, mas também demissões, alterações na constituição da família ou no corpo provocam a sensação de insegurança típica do desequilíbrio energético do chakra básico. Neste desequilíbrio nasce o medo e, as vezes, o apego. A necessidade de se sentir seguro através de um objeto exterior ao próprio corpo é a prova da falta de confiança de que tudo que precisa será fornecido a você através de suas próprias raízes. Este objeto pode ser dinheiro, um emprego estável, um cônjuge ou nossos pais. Qualquer coisa onde podemos segurar e criar a falsa sensação de que estamos salvos ali. O grande propósito deste chakra, é nos desafiar a praticar o desapego e vencer os medos. Para toda transformação há necessidade de estabelecer base firme e permitir florescer. As posturas que trabalham nossos pés, pernas e base da coluna nos trazem a sensação de estar em casa em nosso próprio corpo desenvolvendo coragem de enfrentar os desafios. Os sete chakras são importantes e, equilibrar um chakra pode provocar mudanças em outro chakra, mas antes de tentar trabalhar nossos chakras superiores, é importante equilibrar o raiz primeiro. Sem este chakra equilibrado, não temos a estabilidade e a segurança necessária para a transformação.   Namaste!   new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();      

YogIN App
Filosofia do Yoga | 28 ago 2020 | Adri Borges

Quando entendi o significado de NAMASTÊ

Quando entendi o significado de NAMASTÊ O Yoga chegou até mim através de imagens de posturas desafiadoras onde mostravam pessoas de corpos esbeltos, tatuados e com um enorme e lindo sorriso no rosto. Comprei de cara a ideia. A partir de então eu não tinha ideia do que poderia acontecer dentro de uma sala de prática entre 4 paredes. Fui totalmente atraída por aquelas imagens de plasticidade únicas e rara beleza. Confesso que me encanto sempre com a beleza das formas. Mal sabia que a partir de uma bela postura entraria em um mundo tão repleto de possibilidades. Pelas posturas asanas conheci literalmente o real significado do \" silenciar a mente\", \" mantenha-se no seu momento presente\" e \" inspire, expire apenas pelas suas narinas\". Através daquelas posturas  desafiadoras publicadas em alguma mídia social comecei minha trajetória dentro do Yoga. Entre um sirsasana e um bakasana percebi minhas limitações, dons e potencialidades. Fechei meus olhos ,inspirei ,expirei profundamente, e através do silêncio profundo mensagens sutis de orientação começaram a aparecer bem  diante do meu nariz. Daquela mistura mágica de posturas desafiadoras alinhadas com minha respiração percebi uma nova forma de comunicação. Vi-me em plena consciência sendo levada a um lugar onde as fronteiras do corpo e a plasticidade das formas não eram tão importantes e nem limitantes. Foi aí que tudo se fez oração. Quando entendi o significado de NAMASTÊ. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); O Deus que há em mim saúda o Deus que há em você. Foi naquele exato momento que me dei conta de que quando a nossa mente se une com a mente de Deus tomamos a consciência de que Deus está em todas as coisas, inclusive e primordialmente dentro de nós. Segundo Hermógenes a postura do yoga apesar de parecer simplesmente uma atitude do corpo é muito mais do que isso é uma expressão do homem holístico manifestando-o em todos os seus níveis: no corpo no pensamento na emoção na ação no corpo sutil e no espírito. Assim como uma postura expressa um determinado estado de alma reciprocamente com o aperfeiçoamento desta arte ao assumir determinada postura o praticante é induzido ao estado psicológico a ela ligado como se fosse um psicotrópico isto é algo capaz de mover (trópico)  a alma (psiquê). Para Iyengar o yogi conquista o corpo pela prática dos asanas e faz dele um veículo adequado para o espírito. Ele sabe que o corpo é um veículo necessário para o espírito. Uma alma sem um corpo é como um pássaro privado de seu poder de voar . Ele ainda completa dizendo que o corpo é um templo que abriga a Centelha Divina. Negligenciar ou negar as necessidades do corpo e pensar nele como algo não divino é negligenciar ou negar a vida universal da qual faz parte. As necessidades do corpo são as necessidades do espírito divino que vive através do corpo. O yogi não olhar para o céu para encontrar Deus porque sabe que Deus encontra-se em seu interior.   Namastê. Adri Borges @plienamaste @plienamastestudio  

Vídeos de Yoga | 24 ago 2020 | Daniel De Nardi

COMO FAZER PASCHMOTTANASANA

COMO FAZER PASCHMOTTANASANA O paschmottanasana é postura que mais produz relaxamento por alongamento ao longo do corpo. Paschmottana significa alongamento posterior, a palavra diz sobre o local de atuação da postura. O treinamento desse asana produz relaxamento em toda musculatura posterior das pernas, coxas, glúteos, costas e pescoço. É ótimo para desfazer dores e desconfortos nas costas.  

Documentário de Yoga - Trilogia de Aprofundamento no Yoga
Filosofia do Yoga | 18 ago 2020 | Equipe YogIN App

Documentário de Yoga – Trilogia de Aprofundamento no Yoga

Trilogia de Aprofundamento no Yoga - Documentário de Yoga! Documentário de Yoga produzido pelo YogIN App. Esta documentário de Yoga de 3 vídeos tem o intuito de apresentar uma visão mais ampla do que é o Yoga. O primeiro episódio traz a origem do Yoga na Índia, o segundo explica como esta prática se expandiu no Ocidente e o terceiro vídeo explica como é o dia a dia de quem dá aulas. O 1º Documentário de Yoga do YogIN App Assista aos 3 vídeos e saiba mais sobre essa filosofia que há milênios produz benefícios aos seus praticantes. O Yoga na Índia - episódio 01 Esta a 1ª aula da série de aprofundamento. Nela trataremos das raízes desta filosofia e como ele se desenvolveu por toda Índia. Na 1ª parte do documentério de Yoga do YogIN App voltamos 4 mil anos no tempo para entender como a Índia começou a investigar a espiritualidade humana. Assista clicando AQUI. https://youtu.be/8_3KRJL3-XE O Yoga no Ocidente - episódio 02 O 2º episódio da série explica como o Yoga foi trazido para Ocidente e como se desenvolveu por aqui. Além disso, esta aula traz estudos científicos sobre os efeitos da prática e da Meditação e apresenta depoimentos de praticantes. A profissão de Professor de Yoga - episódio 03 Nesse último episódio,  você vai entender melhor o que faz um professor, como produz dinheiro, qual o tipo de aula que dá e com quais públicos trabalha. Ao final da aula gravamos depoimentos de professores que já atuam na área para que você se familiarize. E para o fechamento da série e esclarecimento de qualquer dúvida teremos um webinário (ao vivo) na semana que vem com um dos ministrantes do Curso de Formação. A Profissão de Professor de Yoga - Episódio 03 da Trilogia from YogIN App on YouTube.   Webinário de revisão do conteúdo  Nesta aula fizemos uma revisão de todos os temas abortados nesse documentário de Yoga. Além disso tiramos dúvidas dos alunos que participaram ao vivo dessa aula.   Livros de Yoga Se você tem interesse em conhecer o Yoga mais a fundo fizemos um post com 6 melhores livros de Yoga na nossa opinião. CLIQUE AQUI PARA SABER QUAIS SÃO.   https://yoginapp.com/livros-de-yoga/ Deixe seu email no formulário abaixo e mandaremos mais dicas de Yoga para você! new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Por que o Yoga não é uma atividade física
Filosofia do Yoga | 14 ago 2020 | Fernanda Magalhães

Por que o Yoga não é uma atividade física

Quais a diferenças de uma atividade física e de uma prática de Yoga. Porque o Yoga não é uma atividade física é uma pergunta feita por alunos de Yoga, mas também por profissionais de Educação física que eventualmente querem saber mais sobre a prática de Yoga. O motivo do Yoga não ser uma atividade física é explicado neste post, mas você poderá aprender mais acessando o canal de Podcasts do YogIN App clicando na imagem abaixo. https://soundcloud.com/yogin-cast Sou professora de Ashtanga e Vinyasa no Rio de Janeiro e, além das aulas no estúdio e aqui pela plataforma do YoginApp, dou aulas também em uma academia de ginástica. Recebo muita gente me perguntando se seria melhor fazer yoga ou pilates, ou se há problemas em sair direto da aula de yoga para o spinning ou vice e versa. Esse tipo de pergunta é natural de quem observa uma aula de Yoga baseada na execução de posturas, chamadas de Asanas. O que sempre tento explicar à estas pessoas é que o Yoga não é um exercício físico e sugiro que separem as coisas. Sim, movimentamos o corpo, suamos, alongamos a musculatura e fazemos  força durante uma sequência de asanas, mas tudo isso é apenas uma parte do Yoga, que por trabalhar aspectos do corpo físico, provoca a confusão aos olhos ocidentais. “Em primeiro lugar, se expõem os asanas, pois eles constituem o primeiro passo do Hatha Yoga. Os asanas se praticam para conquistar postura firme, saúde e flexibilidade” (Hatha Yoga Pradípika 1:17) Embora a saúde, a força física e o equilíbrio hormonal sejam extremamente importantes para a prática do Yoga, são apenas alicerces para a construção de um caminho de volta ao Eu. Aquele Eu que é parte do todo e não está preso a visão do ego. [caption id=\"attachment_527464\" align=\"aligncenter\" width=\"364\"] Por que o Yoga não é uma atividade física?[/caption] E se o Yoga não é exercício, o que ele é? O que é o Yoga? O Yoga é um dos seis sistemas ortodoxos da filosofia indiana, o que trata da relação com a mente. O grande tratado de Yoga foi compilado por Patanjali entre 400 e 200 A.C. É deste tratado, o Yoga Sutra, que obtemos a afirmação de que Yoga é a supressão das instabilidades da mente (em sânscrito: yoga chitta vritti nirodha). A partir desta afirmação, Patanjali descreve oito passos para o sucesso da tarefa e, entre esses passos, é apresentada a parte do trabalho corporal (asanas). É bem razoável compreender que, sendo seres humanos, vivendo em um corpo físico, nada seria mais natural do que usá-lo como veículo para vivenciar todas as outras 7 partes deste caminho ao Yoga. Nosso engano ocorre ao tentar compreender uma Cultura pelo olhar de outra. Não há a mesma bagagem para gerar a mesma compreensão. Principalmente nós, ocidentais, que estando muito identificados com o físico, acreditamos que nós somos o nosso corpo, enaltecendo tudo que é executado por ele. Neste corpo, incluo a mente como conhecemos, esta que lê o mundo através dos nossos sentidos (visão, olfato, paladar, audição e tato) e traduz em uma língua de condicionamentos adquiridos e pré-estabelecidos em nossa mente. Então as posturas psicofísicas (chamadas de asanas) caem como uma luva para desviar a atenção da mente condicionada direcionando para uma percepção mais ampla do Eu, desconectado dos processos mentais que geram ansiedade, estresse e depressão através do foco no corpo. Ansiedade, estresse e depressão são três dois problemas mais comuns gerados pela mente inquieta e descontrolada. E quem nunca? Existe uma relação direta entre Estados mentais e o corpo, como a respiração acelerada provocada pelo medo ou os ombros e pescoço rígidos por estresse. Um dos benefícios da prática de asanas (as posturas psicofísicas) é trazer a relação oposta trabalhando o corpo  para provocar o estado mental desejado. Por exemplo, a tensão da mente pode ser eliminada através do alongamento de músculos e a ansiedade afastada pelo controle do tempo de inspiração e exalação. E da mesma forma medos podem ser ultrapassados e traumas vencidos. Este trabalho corporal inclui não só a execução de alguma sequência de ásanas, mas também exercícios respiratórios e técnicas de limpeza e purificação. “À medida que aperfeiçoamos o asana, começamos a entender a verdadeira natureza da nossa corporificação, do nosso ser e da divindade que nos anima… Para compreender isso, é preciso mais do que proficiência técnica; cada asana deve ser realizado não como um simples exercício físico, mas como meio de entender o corpo e então integrá-lo com a respiração, a mente, a inteligência, a consciência e o centro” (B.K.S. Iyengar, Luz na Vida)   Então, o Yoga, antes de atividade física é uma atividade para o controle da mente, onde o físico é utilizado para acessarmos estados diferenciados de consciência. E por isso, não é errado iniciar seu estudo do Yoga através da prática de asanas, pois precisamos vencer essa barreira de identificação material para conectar com as partes mais sutis da prática. Essa é só uma forma contemporânea de nos voltarmos ao centro. Na próxima vez que você subir no seu tapetinho, observe mais os efeitos que o Yoga tem em sua vida, não só no seu corpo físico, ou ta tonificação de seus músculos e flexibilidade. Yoga é união, trabalhando você por inteiro, como parte de um todo. Namastê! new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Qual a diferença de Praticar Yoga pelo YouTube de ter seu próprio Studio de Yoga Online? No YogIN App Studio temos aulas de Yoga ao vivo todos os dias e você também pode fazer aulas gravadas montadas em formato de série conforme seu objetivo na prática. Digamos que seu objetivo com o Yoga seja Alongar. No YogIN App Studio você encontra uma série que vai passo a passo produzir melhor alongamento. Agora, se o que você quer no Yoga é Silenciar a Mente. Neste caso, você também encontra Séries de Aulas que Silenciam a Mente a partir da Respiração ou Meditação. Além disso, os alunos do YogIN App Studio recebem materiais complementares para conhecer melhor tudo o que está por trás dessa prática milenar. Aulas de Yoga Ao Vivo Todos os Dias No YogIN App Studio você pode fazer aulas de Yoga ao vivo todos os dias. Para conferir a programação com toda a agenda de aulas dos próximos dias - CLIQUE AQUI e busque o que espera com a prática de Yoga. Aulas de Yoga Gravadas com seu Objetivo Para entender melhor como as aulas no YogIN App Studio estão organizadas - CLIQUE AQUI e busque o que espera com a prática de Yoga. Então se está buscando o Yoga com algum desses objetivos, faça a aula recomenda acima e perceba em si mesmo se a prática funciona. Não vai custar nada essa aula de yoga online gratis e acho que você vai gostar.

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Dicas de Yoga | 21 jul 2020 | Fernanda Magalhães

Sankalpa-Estabeleça!

Estabeleça seu Sankalpa   Tudo nasce do desejo.Sankalpa é a oportunidade de nos conectarmos com esse desejo, inclusive, foi o desejo que iniciou a criação do universo. Sem desejo, não estaríamos vivenciando este mundo material que nos proporciona a oportunidade do desenvolvimento espiritual.   No material temos a possibilidade de discernir nossos impulsos instintivos e desejos verdadeiros, atravessando nossa experiência humana objetivando um propósito maior. Não há necessidade de negar os impulsos instintivos, provenientes do ego, mas sim de reconhecê-los e honrá-los para que as nossas decisões em segui-los ou não sejam baseadas em verdade.   O Sankalpa é a oportunidade de nos conectarmos com estes desejos verdadeiros, a intenção mais elevada do coração.   Sankalpa é uma frase clara, curta, objetiva e positiva feita mentalmente mas que é proveniente do coração. É realizada no início da prática como intenção daquele momento onde você estará dedicado ao seu trabalho espiritual.   O sankalpa não é impulsionado pelo ego como nossos desejos usuais do dia a dia e tem mais relação com a energia que queremos entregar ao mundo.   O termo em sânscrito vem de San - conexão com a verdade e Kalpa - voto ou regra a ser seguida. Sankalpa é nosso compromisso com a verdade.   Existem duas formas de realizar seu sankalpa. A primeira, através de afirmações positivas que não requerem movimento e mudanças, apenas como reconhecimento da verdade interior como “eu sou amor”. A segunda forma reflete a intenção de desenvolver características positivas ou ajustar as negativas em um nível subconsciente, através de metas. Como, quando há alguma doença a ser superada em seu corpo físico, repetir “estou curado” funciona como impulsionador dessa mudança.   Independente do tipo de sankalpa, deve ser realizado sempre através de afirmações positivas, evitando a negatividade.   Entrar em contato com nossos verdadeiros desejos é investigar através dos desejos do ego o que realmente buscamos. Quando desejamos ser aceitos através de qualquer anseio usual como emagrecer ou ser bem sucedido financeiramente, precisamos ouvir o que este desejo nos sinaliza. O que há para ser nutrido por baixo desta superficialidade?   Seguindo este exemplo, precisar ser aceito através de comprovações materiais aprovadas pela sociedade talvez esconda uma crença de que não merecemos amor. Quando na verdade, o amor incondicional não necessita de comprovações, ele apenas existe, disponível para todos.   Trabalhando desde o superficial até o interior desenvolvemos nosso sankalpa de forma mais profunda a cada etapa de autoconhecimento ultrapassada. Podemos começar com “Tudo vem a mim com facilidade” passando para “Eu mereço ser amado”, para “Eu sou amado” até chegar ao “Eu sou amor”. Do material, emoções e questionamentos humanos até o Ser.   Estando relacionado a uma busca da verdade e autoconhecimento, o sankalpa é realizado no momento presente, pois nenhum outro momento é real e nossa mente subconsciente não reconhece outro tempo que não o presente. Não deve ser realizado como pedido ou oração, mas pode surgir em forma de agradecimento.   Usando o momento presente também somos lembrados de que tudo que nos é necessário já existe em nós.   Toda nossa busca humana gira em torno de cessar o sofrimento causado por estes anseios do ego. Se nos permitimos ser soterrados pelas emoções, nos perdemos no caminho da verdade, residente no Ser.   No momento de estabelecer seu sankalpa, traga a sua mente para um estado de unidade, relaxada e calma. Não verbalize seu sankalpa, mas repita mentalmente tres vezes para reafirmar sua intenção. Concentre-se e mantenha o foco com uma intenção de cada vez. Não multiplique desejos a cada etapa de mudança e crescimento e mantenha a mesma direção durante alguns meses. Uma imagem também pode ser associada ao seu sankalpa para fortalecê-lo.   Mudar não é fácil e a resistência é esperada. Use a conexão com seu poder pessoal, residente em seu manipura chakra para impulsionar a mudança desejada. Conecte-se com sua verdade no centro do peito e sua determinação na área logo acima do umbigo no momento de mentalizar seu sankalpa.   Para encontrar seu sankalpa, é necessário apenas focar a mente e conectar-se com seus desejos mais verdadeiros, canalizando a energia para dentro.   Boa prática!     Baixe grátis o e-book  - O YOGA DO AUTOCONHECIMENTO  

yoga quanto tempo - Padmasana
Dicas de Yoga | 5 jul 2020 | Equipe YogIN App

Quanto tempo o yoga demora para “fazer efeito”?

Yoga: quanto tempo os efeitos aparecem. A grande maioria das pessoas começa a praticar yoga por recomendação médica ou por iniciativa própria para resolver algum incômodo. Seja por um problema de coluna, auxílio na recuperação de uma lesão, insônia, ansiedade, depressão. Essas pessoas tem um interesse imediato em saber se a prática de Yoga em quanto tempo resolverá seu problema.. A verdade é que muitos chegam aos estúdios com um objetivo definido, o que, como tudo na vida, tem um lado bom e um lado ruim. Ao mesmo tempo em que essa definição estimula o praticante a persistir nas aulas, ela também gera uma ansiedade. SE PREFERIR, PODE OUVIR ESSE TEXTO CLICANDO NA IMAGEM ABAIXO   Ouça também via:   A imagem estereotipada dos professores e praticantes avançados começa a tomar conta do imaginário, e o recém-chegado nessa longa jornada yogin se deixa levar pelo fim. O aluno com hérnia de disco fica rezando pelo dia em que ele vai poder executar ustrasana (postura do camelo) completamente; aquele que está se recuperando de uma lesão no pulso sonha em tirar uma foto em bakasana (postura do corvo); o insone fica horas acordado pensando em quando terá uma noite de descanso tranquila e reparadora; e o ansioso desenvolve mais uma ansiedade para se livrar da ânsia diária. Não se pode culpar ninguém por esses comportamentos, o estilo de vida atual exige resultados, e eles precisam ser rápidos, pois “tempo é dinheiro”. Isso acaba fazendo o aluno esquecer que o mais importante no yoga é o caminho percorrido e o que se aprende nele. Não é à toa que esta frase, de autor desconhecido, se popularizou na internet: “Yoga is not about touching your toes, it’s about what you learn on the way down.” / “Yoga não é apenas tocar os dedos dos pés, e sim o que você aprende no caminho até eles.” (tradução livre). Todos sabem claramente porquê iniciaram a prática de yoga, mas, quando esse motivo deixa de ser buscado cegamente, a razão pela qual se continua a desenrolar o tapete semana a semana pode ser completamente outra. Durante uma aula, os inúmeros asanas promovem grandes movimentações de prana (energia) no organismo, trabalham vários chakras (círculos de energia espalhados pelo corpo) e até nos coloca em posições nunca antes experimentadas. Todos esses elementos acabam trazendo à tona diversas emoções e nos levam a iniciar uma reflexão profunda sobre pensamentos e ações. Ao conhecer o yoga além dos asanas (yamas, niyamas, pranayamas, prathyahara, dharana, dhyana, samadhi) cada novidade diária já se torna um objetivo alcançado, sem ao menos tê-lo traçado.   Baixe o Ebook - As Origens da Meditação e do Yoga   Se meu corpo não permite ustrasana, eu aprendo a me ouvir, busco os benefícios da gomukasana (postura da cara de vaca) e até me surpreendo com o que o paschimottanasana (postura da pinça) me faz sentir. Se o pulso me impede de postar uma foto em bakasana, eu começo a diminuir meu ego e vaidade e sinto o contentamento em janushirshasana. Se eu perco o sono em sua busca, me lembro dos exercícios de respiração para acalmar a mente e, além dele, muitas coisas novas vêm. Se eu não vejo a hora de ser menos ansioso, me convido diariamente à meditação para me tornar um observador de mim mesmo e entender a razão pela qual a ansiedade me domina. E então? A preocupação ainda é quanto tempo o yoga demora para fazer efeito? Os efeitos começam na primeira aula e não terminam nunca, é só ter a serenidade de aproveitá-los, assim com o professor Hermógenes traduziu perfeitamente em seu mantra “entrego, confio, aceito e agradeço.”   Pratique Yoga Online quando quiser e Onde Estiver O mais importante é praticar, a hora que der. Nem que sejam nossas aulas de 15 minutos da plataforma. Temos aulas de diferentes objetivos e com tempos que podem ser escolhidos por você no filtro das Aulas. Em aulas que vão de 5 a 60 minutos, você poderá alongar, espreguiçar, respirar, meditar e começar o dia com afirmações positivas. Tempo não é desculpa para não praticar com o YogIN App, pois você faz de casa e a hora que melhor se encaixar no seu dia. CLIQUE AQUI PARA CONHECER NOSSAS ASSINATURAS new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();  

Invertida sobre a Cabeça Como fazer shirshasana
Vídeos de Yoga | 1 jul 2020 | Daniel De Nardi

Invertida sobre a Cabeça – Como Fazer Sirshasana

Aprenda a fazer a Invertida sobre a Cabeça. O sirshasana ou invertida sobre a cabeça é uma das posturas mais icônicas do Yoga. Todo yogin sonha em dominar a invertida. É uma postura de longa permanência (+ de 5min) exige que o praticante esteja preparado. Nessa aula, ensinamos como cair da invertida sem riscos de lesões e como subir com a tranquilidade necessária para uma longa permanência. Quer saber como da postura surgiu? Clique ABAIXO E ENTENDA O NOME SIRSHASANA https://yoginapp.com/o-nome-sirshasana/ Aprenda tudo isso e mais dicas neste vídeo com os professores Daniel De Nardi e Fernanda Degilio. https://youtu.be/sNvROeMMaOQ Quer saber mais sobre Yoga? Deixe seu email abixao! new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm();

o nome sirshasana - Sirsasana
Dicas de Yoga | 1 jul 2020 | Fernanda Magalhães

Criando uma base para seu Sirsasana

Sirsasana: montando sua invertida sobre a cabeça! Sirsasana, considerado o Rei dos asanas, também é o queridinho dos aspirantes a Yogin. Não importa se você pertence ao grupo daqueles que tem medo da postura ou daqueles que desejam muito a invertida, o momento da prática onde o professor sugere o Sirsasana em uma turma com pouca experiência na postura é carregado de tensão. A experiência de inverter te tira do padrão conhecido pelo seu corpo e mente e é preciso entregar o controle para vivenciá-la integralmente. Naturalmente a grande maioria expressa medo a princípio, portanto, este é o primeiro desafio a ser vencido. “A melhor maneira de superar o medo é encarar com equanimidade a situação da qual temos receio.” B.K.S. Iyengar Conheço uma tática muito boa que tem funcionado com meus alunos para a liberação do controle e, consequentemente, do medo: cambalhotas! Sim, aquelas que você não se lembra mais como faz, pois parou na infância. Os principais medos da inversão são a queda e a fragilidade da cervical. A maneira mais suave de cair em Sirsasana é a cambalhota, curvando a coluna e suavizando o impacto. Então, etapa 1 na conquista da sua invertida: estenda um colchonete e dê algumas cambalhotas! Passada a questão do medo, trataremos da proteção da cervical, ativando a musculatura necessária para a sustentação da postura. Com o corpo completamente invertido, é necessário possuir um core estruturado antes de se aventurar neste asana. O peso do corpo deve ser mantido nos antebraços e não na cabeça, liberando a cervical de compressões desnecessárias e perigosas. Este fortalecimento é feito com a prática constante de diversos asanas, com ênfase no apoio de braços e na ativação da musculatura da parte superior do tronco, mas podemos também trabalhar com movimentos ativos que auxiliam na compreensão dessa ativação. new RDStationForms(\'ebook-stress-b13b1734210d84c18a6a-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Algumas contra indicações para a postura e consequentemente para alguns dos exercícios preparatórios são: lesão na coluna dor de cabeça doenças do coração pressão alta menstruação gravidez: somente se já havia prática da postura antes da gravidez e sugere-se realizar a postura com apoio de uma parede durante a gestação. Se você nunca experimentou o Sirsasana, busque acompanhamento de um professor para iniciar sua jornada. Para você que vem conquistando a tão sonhada invertida aos poucos, divirta-se: Kumbhakasana (prancha) Sobre o apoio das mãos e pés, alinhe seu corpo e não deixe o quadril descer provocando uma curvatura na lombar. Distribua bem o peso nas suas mãos ativando também os dedos como se segurasse o chão. Então afaste as escápulas e empurre mais o chão ativando toda musculatura do core como se fosse levar seu umbigo ao teto. Se sentir que a sustentação está sacrificando sua respiração ou se ainda não possuir a força necessária, apoie os joelho no chão realizando uma variação mais suave. Repita o movimento algumas vezes e sustente por 10 respirações. Outra variação, mais avançada, é realizar o mesmo exercício com os cotovelos no chão como a terceira foto abaixo: Navasana Uma das minhas posturas preferidas é uma das mais polêmicas, há quem ame e quem odeie, sem meio termo… Mas há navasana para todos os níveis de fortalecimento de core. Abaixo começamos do mais simples ao mais avançado, da esquerda para a direita. O ponto principal em Navasana é manter os ombros abertos e o tronco longo e sem curvatura. As coxas querem encontrar o baixo ventre, braços paralelos ao chão na altura dos joelhos, mãos com as palmas voltadas uma para a outra. Faça 3 sequências de permanência com 5 respirações cada. Golfinho Partindo de Adho Mukha Svanasana (famoso cachorro olhando para baixo) leve os cotovelos no chão na largura de seus ombros e entrelace as mãos. Mantenha a coluna longa, o baixo ventre sugado, as pernas ativas e o peso nos antebraços, eleve os calcanhares e tente levar seu queixo o mais próximo possível das mãos e retorne a postura inicial. De 3 a 6 repetições só para começar! Preparando a subida: Faço parte daqueles que defendem a subida em Sirsasana somente quando o posicionamento do quadril está estável no ar, sem saltos, e não indicam o auxílio da parede no início. O importante neste método é encontrar a estabilidade da postura pelo correto posicionamento do quadril, para então subir as pernas juntas trabalhando o equilíbrio. Conforme as fotos abaixo, inicie o movimento partindo do golfinho. Coloque o topo da cabeça no chão encostando a cabeça suavemente nas mãos. Leve os pés cada vez mais próximos aos cotovelos. Se você ainda não está com a musculatura posterior da coxa bem alongada, dobre os joelhos quando sentir necessário, mas desta forma, dependendo de suas proporções corporais, pode ficar mais difícil. Você precisa caminhar até que o peso do seu corpo seja transferido dos pés para os antebraços, mas é necessário que neste momento toda musculatura do core esteja ativa e o apoio dos antebraços no chão bem firmes. Naturalmente, com menos peso nos pés, pode-se então dobrar uma perna e iniciar a busca do equilíbrio do seu quadril no ar. Quando sentir segurança, tire também o outro pé do chão e sustente por 5 respirações.   Agora sim você está pronto para subir em Sirsasana com os pés juntos! Lembre-se sempre de compensar a invertida com algumas respirações em Balasana. ASSISTA O VÍDEO DE COMO FAZER A INVERTIDA SOBRE A CABEÇA https://youtu.be/sNvROeMMaOQ Antes de iniciar a preparação para sua invertida sobre a cabeça, compreenda que o Yoga e, qualquer uma de suas ferramentas, exigem um comprometimento duradouro e constante para funcionar. A prática é sempre um trabalho em construção, sem data de entrega. Portanto, tenha paciência e persistência que cada postura chega para você no seu devido tempo. Boa prática! Quer saber mais sobre a Invertida sobre a Cabeça? Clique na imagem abaixo e veja como montar a postura de invertida sobre a cabeça https://yoginapp.com/como-fazer-sirshasana-invertida-sobre-a-cabeca/