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controle emocional


Podcast de Yoga | 1 jul 2021 | Daniel De Nardi

Liberdade de Expressão – Podcast #29

Liberdade de Expressão - Podcast #29 Liberdade de expressão é um assunto bem mais complexo do que eu conseguia imaginar. https://soundcloud.com/yogin-cast/liberdade-de-expressao-podcast-29 Links Página de Ebooks gratuitos do YogIN App https://yoginapp.com/ebook-yoga/ Grupo do Facebook - Conhecendo o Yoga a Fundo Paganini Trilha Sonora da série, Reflexões de um YogIN Contemporâneo   https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa   Liberdade e expressão – Podcast #29 Olá, o meu nome é Daniel De Nardi, essa é Hilary Hahn interpretando uma música de Paganini. Esse é o 29º episódio de “Reflexões de um YogIN Contemporâneo”. Acho que dentro de todos os episódios, eu sempre acabei concluindo o tema trazido, hoje não irei concluir, o tema ficará aberto para reflexão de cada um. É sobre a liberdade de expressão. Este tema é bem delicado e atual, por conta dos acontecimentos que ocorreram nos Estados Unidos recentemente, em Charlottesville, onde ouve um embate de dois grupos supremacistas (negros e brancos) defendendo a ideia de que existe uma raça superior. O triste episódio ocorrido no EUA é de um nível tribal, como se o ser humano não tivesse compreendido nada no decorrer do tempo, sendo que como é possível determinar uma raça superior por uma questão geográfica? Por ter nascido em determinado local se seria superior? Isso vai contra tudo o que a ciência tem descoberto e que a filosofia ou as religiões acabam observando também, a gente vê no caso do yoga que o Purusha, que é a essência, está dentro de cada um, então não teria como existir uma raça superior, uma vez que todo mundo tem dentro de si, não é distinto de acordo com o local e época de nascimento. Essa essência está dentro de cada um e é o papel de cada um deixar vir, trazer, despertar. Esse assunto, que acabou criando esse embate nos EUA, é fruto de uma outra discussão que é a liberdade de expressão. Como eu disse, a liberdade de expressão é um assunto muito delicado, é necessário um estímulo dela, há uma vantagem nos ambientes em que a liberdade de expressão é possível ser explorada e, então, surgem ideias novas, surgem soluções diferentes, isso é muito visto nos locais que são abertos para as ideias em que há o desenvolvimento da sociedade muito maior do que nos locais em que todas as ideias novas são castradas e obstruídas, ficando atrás em relação ao desenvolvimento da sociedade como um todo. Por outro lado, a liberdade de expressão nos dá acesso a ideias como a de grupos extremistas como o nazismo ou qualquer outo grupo que de intitule superior racialmente. Usando como pretexto a liberdade de expressão, fala-se sobre o nazismo ou qualquer outro grupo excludente. No Brasil e em outros países, como a Alemanha, isto é proibido, não se pode criar grupos nazistas, enquanto nos EUA pode. Há leis diferentes de acordo com o entendimento de cada país com a questão. Nos EUA se parte do pressuposto de que o debate pode ocorrer desde que ele não se torne em uma ação prejudicial a alguém, no caso, como vimos, teve mortes e isso é em uma escala macro, com consequências enormes. Numa escala micro, o debate e a liberdade de expressão está em várias áreas da nossa vida. Recentemente a gente teve um caso bastante interessante com o nosso grupo de yoga no Facebook, um grupo de discussão chamado “Conhecendo o Yoga a fundo”, sempre foi um grupo em que as pessoas expuseram as ideias, havia alguma discordância, mas existia uma harmonia no grupo, até qganadosue dois integrantes o grupo começaram a atacar e falar de forma mais agressiva, alegando que os participantes do grupo estavam sendo enganados e que eles detinham a verdade sobre o que era o yoga verdadeiro. A gente tem uma dificuldade em relação ao yoga porque diferentemente de outras regiões, como Roma e Grécia que se preocupavam em data, no yoga e no hinduísmo como um todo não há essa preocupação, os textos não possuem datações. E naquela discussão do grupo no Facebook, um dos participantes se diz ser de uma tradição que antecede o yoga de Patanjali, a dos Nathas, então, segundo ele, quem teria a verdade seria os Nathas, no extremo do conhecimento acaba-se chegando num limite de fé, como neste caso. Porque se há uma história que foi contada, que seria primeiro os Vedas, depois as Upanishads, depois o começo do Tantra no século III ou IV e que vai se desenvolvendo de acordo com a dinastia Gupta. Os detentores da tradição Natha dizem que ela é anterior a Patanjali, que o que Patanjali escreveu seria consequência dessa sabedoria e aí há essa postura de um dos participantes de se colocar como alguém que sabe de algo e os outros como os ludibriados. É um pouco complicado porque, como eu falei, se restringe apenas uma visão e temos que respeitar, mas cada um deve olhar pra si e ver o que mais faz sentido dentro deste quebra-cabeça, dentro das evidências mais fortes que conseguimos construir uma verdade. Não vi totalmente o debate, como chegaram algumas reclamações acabei dando uma olhada e identifiquei esse ponto limítrofe que esbarra na fé, mas isso não acontece somente na parte histórica, mas na ciência também. O fato de eu não ter participado do debate é pelo fato de eu estar escrevendo o terceiro livro de uma série de cinco que irei publicar, este livro trata de um assunto que acaba se aproximando dessa discussão, uma ala da ciência que tenta provar que os pensamentos são apenas reflexos de uma série e estímulos anteriores no cérebro. Então a gente tem uma ideia que surge, um pensamento, que acaba gerando uma descarga ou influenciando o cérebro. Esta área da ciência, chamada de Fisicalismo, tenta provar o contrário, que no fundo tudo é consequência de estímulos cerebrais, que não temos o controle sobre esses estímulos, o que a gente tem é apenas uma justificativa consciente, o que a gente faz é uma decisão a priori com impulsos nervosos e liberações endócrinas. É um assunto bastante delicado, mas que se esbarra na questão da fé ou de reconhecimento de evidências, então existe de fato uma consciência que seria o que comanda ou simplesmente é uma enganação do tipo de estimulo que os pensamentos geram que nos dão a impressão de que a gente percebe algo antes, mas no fundo tudo acontece no nosso cérebro, sem nenhum livre arbítrio efetivo nosso. Então chega nesse ponto que é a fé, uma questão de opinião baseada numa crença, porque como se saber qual tradição veio antes ou como saber se existe tal percepção por trás, vai sendo da evidência de cada um. O ponto é que se deve liberar a discussão sobre os diferentes assuntos, tem que estimular, mas daí vem o outro lado porque na vida a gente nunca tem o ganho dos dois lados. Estamos passando agora pela era da comunicação, dos smartphones, que é interessante, a gente fala com todo mundo a na hora que em entende, mas há de convir que o mundo como um todo está ficando aparentemente mais “retardado”, com todos concentrados em seus aparelhos. Então sempre tem um lado que ganha, outro que perde. No caso da liberdade de expressão temos risco no que aconteceu nos Estados Unidos e no nosso grupo o que acaba acontecendo é que pode-se até criar fakes para mostrar ter receber apoio, e quando há pessoas te apoiando já é muita coisa. O que é complicado porque o interesse de quem faz isso pode ser financeiro, comercial. O fato é que esta pessoa teria mais tempo para trabalhar e desenvolver as ideias, o que acaba desestimulando as pessoas que se dispunham a fazer um debate mais tranquilo, que passam a se sentir desmotivadas pelo tipo de comportamento agressivo de um integrante. É uma situação delicada, o que fazer? Censurar, retirar a pessoa do grupo? Ou não, vai tentar fazer com que ela se adeque, mas enfim...Como eu disse no início, este episódio não terá uma conclusão, apenas um ponto de vista e como a liberdade de expressão tem as duas facetas e como, no geral, as duas tem em todas as coisas da nossa vida, as mudanças sempre trazem os dois lado, sempre uma ambivalência, um ganha e um perde, é isso que eu quero dizer. Pra finalizar vou deixar a música completa do Paganini, quem estiver assistindo pelo App conseguirá ver as imagens da violinista Hilary Hahn tocando Paganini que foi um violinista e compositor do século XVIII (1772 a 1840), ele tinha um virtuosismo, tocava acima dos outros, de uma forma que ninguém conseguia tocar, por esta razão foi considerado ter pacto com o diabo. Vou deixar com vocês a Caprice 24 que, em sua época, era o único que consegui tocar, mesmo não sendo uma das músicas mais lindas é das mais difíceis de tocar.  

Filosofia do Yoga | 1 dez 2020 | Daniel De Nardi

HÁ PROVAS QUE O YOGA PODE AUMENTAR O CONTROLE EMOCIONAL? – Yoga Falado#24

HÁ PROVAS QUE O YOGA PODE AUMENTAR O CONTROLE EMOCIONAL? - Yoga Falado#24   Professores de Yoga costumam falar bastante sobre a utilização das técnicas, especialmente as respiratórias, no controle das emoções. Embora as evidências do que já vivenciei e os depoimentos dos meus alunos já sejam suficientemente fortes para afirmar que isso de fato funciona, fui atrás de alguma pesquisa científica que provasse isso. Pesquisas científicas não são tão comuns no Yoga e o motivos é que não há um real interesse por parte de quem normalmente financia este tipo de trabalho - Estado e indústrias. Nenhum remédio novo será desenvolvido com o que será descoberto (pode ser até que alguns tornem-se inúteis), nenhum aparelho novo poderá ser vendido, acho que deu para entender. Para nossa sorte, há alguns voluntários comprometidos em trazer à luz da ciência aquilo que acontece em cima dos mats. Muitos desses estudos foram apresentados por William J. Broad, articulista do New York Times e autor de A Nova Ciência do Yoga.      Leia mais sobre exercícios respiratórios aqui. Esta pesquisa foi realizada por Khalsa, yogin e neurofisiologista da Escola de Medicina da Universidade de Harvard.   \"Khalsa trabalhou em estudos talhados para verificar se o ajustamento do estado emocional poderia ter benefícios demonstráveis para carreiras e estágios diversos da vida. Um centrou-se em músicos. Khalsa fez sua investigação com professores de Kripalu e focalizou a pesquisa em um renomado estabelecimento logo na rua dos centros de yoga de Berkshire — Tanglewood, a casa de veraneio da Orquestra Sinfônica de Boston e sua academia de estudos avançados para jovens músicos. O objetivo era verificar se fazer yoga poderia ajudar os iniciantes a dominar uma fobia de palco em geral, e, mais especificamente, ter um melhor desempenho diante do público exigente que ia à Tanglewood para os concertos de verão. Em 2005, Khalsa e Stephen Cope, de Kripalu, recrutaram dez voluntários dos prestigiados programas de bolsistas de Tanglewood. Os cinco homens e cinco mulheres tinham idades entre 21 e 30 anos, a média logo acima dos 25 anos. Isso incluía cantores, assim como aqueles que tocavam violino e viola, trompa e violoncelo. Por dois meses, os dez voluntários seguiram o treinamento de Kripalu. As opções incluíam sessões matinais e vespertinas sete dias por semana, uma sessão noturna semanal, uma sessão de meditação de manhã cedo e refeições vegetarianas em Kripalu. A pesquisa também incluía bolsistas recrutados como integrantes do grupo de controle que não tinham treinamento em yoga. Os resultados, embora não sensacionais, eram estimulantes, como Khalsa e Cope relataram em seu artigo científico de 2006. O artigo avaliava a performance da ansiedade que os músicos sentiam nas sessões de ensaios, de prática em grupos e em solos. Os yogis não apresentaram diferenças do grupo de controle em ensaios e na prática em grupo, mas de fato demonstraram uma impressionante queda da ansiedade durante os solos. Isso fazia sentido, Khalsa e Cope observaram. A pesquisa mostrou que tal nervosismo era baixo durante os ensaios, moderado em práticas em grupo e alto nas performances solo. Ele e Kripalu responderam com uma pesquisa expandida. Trinta jovens músicos fizeram imersões no yoga, meditação e Kripalu. E se revelou que a prática de dois meses deixou o estado emocional deles ainda mais elevado. Em 2009, Khalsa e seus colegas relataram que os músicos yogis, comparados ao grupo de controle, exibiram provas evidentes de não apenas menos ansiedade nas apresentações, mas significativamente menos raiva, depressão, ansiedade geral e tensão. Eles adoraram aquilo, como os seus antecessores. Além disso, os cientistas rastrearam os alunos um ano após o programa de verão e perguntaram se a vida deles tinha mudado. A maioria relatou que continuou fazendo yoga e meditação, e que toda aquela experiência tinha melhorado suas habilidades em apresentações.\" Quem já experimentou a redução do nervosismo antes de uma competição ou de uma entrevista importante sabe exatamente o que Khalsa provou. Usar as técnicas a seu favor neste momento em que as pessoas literalmente não sabem o que fazer torna-se um grande diferencial competitivo. Experimente!     Ouça também via:

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Dicas de Yoga | 31 ago 2020 | Daniel De Nardi

TUDO É UMA QUESTÃO DE FOCO

Mantenha a Disciplina. Pode parecer surpreendente, mas praticamente todos nós somos capazes de completar um IronMan (famosa prova de triatlo que consiste em nadar 3,6km, pedalar 180km e correr 42km ininterruptamente; vale dizer que a distância da corrida, isoladamente, corresponde a uma maratona completa): há atletas com mais de 65 anos que, a despeito de terem começado a treinar em idade avançada, conseguem, assim como os mais jovens, cruzar a chegada desta prova que leva ao extremo os limites humanos. O exemplo vale para qualquer objetivo que desejemos alcançar; pode parecer algo distante para alguém que não esteja treinando para isso hoje, mas, com bastante determinação para tanto, é possível conquistá-lo. Como dizem no golfe, “It’s a mind game”. A vida pode ser compreendida como um grande jogo mental no qual tudo tem início dentro da nossa cabeça. Os obstáculos são criados também em nossa mente; eles realmente não existem, nós é que os colocamos (ou não) em nossa realidade, a partir de nossos paradigmas, experiências e crenças pessoais. TUDO É UMA QUESTÃO DE FOCO Há uma outra frase, de autor desconhecido, que complementa a ideia: “Não sabia que era impossível, foi lá e fez”. No caso: se completar o IronMan do Havaí é a sua verdadeira decisão, simplesmente você começa a correr, depois a nadar e, em seguida, a pedalar; então, passará a treinar as três modalidades simultaneamente, a participar de provas curtas de triatlo, a conviver com outros atletas que também desejam concluir esta prova - agora, você já é um deles. Mais tarde, virá a conhecer atletas que já terminaram a mítica prova, e começará a se ver como um deles também. Quando der por si, depois de muito treino e envolvimento, estará numa bela manhã de primavera na Ilha de Oahu, após algumas horas de prova, finalmente cruzando a tão sonhada linha de chegada do IronMan do Havaí. Tudo é uma questão de determinação e foco, mas, principalmente, de atitude interior.   new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

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Meditação | 20 jul 2020 | Equipe YogIN App

Meditação no som do Rio Ganges – Índia

Exercício de Meditação no som do Rio Ganges na Índia! Pratique uma Meditação neste som. Meditar é uma forma excelente para você treinar sua concentração e atingir um estado de profundo aquietamento. O som contínuo do Rio irá ajudar você a silenciar a mente e gerar um estado de consciência propício ao autoconhecimento. Experimente fazer esse exercício de Meditação clicando na IMAGEM AQUI     YogIN App - Escola de Yoga OnLine · #ProjetoYogIN - Meditação ao som do Rio Ganges Este exercíco de Meditação faz parte do Canal de Podcasts do YogIN App. Se quiser fazer outros exercícios como esse e ainda aprender mais sobre a teoria do Yoga. CLIQUE ABAIXO. https://yoginapp.com/podcast-de-yoga-2 Para ficar sabendo mais sobre o Universo do Yoga, deixe seu email no formulário abaixo que indicaremos mais exercícios para você fazer. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

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Filosofia do Yoga | 31 maio 2020 | Daniel De Nardi

Como o Yoga melhora a administração do Stress

Yoga e o Stress! Já que vamos falar de stress, e medo é o maior dos stresses - o Hitchcock, rei do medo, dizia que a parte mais rápida na produção dos seus filmes era filmá-los. Quando começava a filmar, já tinha pensado tanto no tema que era só por em prática. Já fiz o mesmo em relação a stress e Yoga. Pesquisei e  usei essas ferramentas e este texto será um resumo dessa experiência. Entender o funcionamento do stress é essencial para compreender como o Yoga pode atuar na melhor administração deste estado. Stress é bom ou ruim? Acusar o stress de o \"mal da nossa era\" é forçar um rótulo que ele não merece. Stress não é bom nem ruim. Stress é uma energia extra que o corpo consegue produzir num curto espaço de tempo e que como qualquer energia, se for bem usada será benéfica, mal manipulada volta-se contra. Imagine-se na época em que vivíamos dentro das cavernas. Andávamos pela mata tentando caçar algo e repentinamente nos deparávamos com uma onça. Pausa para reflexão - qual a chance de numa situação normal você conseguir fugir de uma onça? Chance quase zero, mesmo que você seja o Usain Bolt. Minha pergunta foi numa situação normal, mas quando o stress acontece não é, ou pelo menos não deveria ser, uma situação normal. Ao ver os olhos da onça, o estado de stress é imediatamente acionado. Tudo muda! O sangue sai dos órgãos em direção aos músculos, as pupilas se dilatam, o coração dispara e todos os sentidos se aguçam. O corpo libera uma quantidade enorme de adrenalina deixando-o pronto para a ação. Você entra num estado de total alerta e somente por causa do stress você terá alguma chance de sobreviver. O stress não é maléfico, desde que você só passe a ver a próxima onça daqui um tempo. Todo bônus tem um ônus e como este estado de alerta demanda muita energia, também gera muito desgaste e se você repeti-lo constantemente, o corpo começará pagar em forma de redução no sistema imunológico, perda de produtividade e aumento dos níveis de irritabilidade.   Para atacar o stress você precisa observar duas frentes: Ganho de energia: uma vez que o stress é gerado quando o desafio é maior que a capacidade, aumente a energia corporal e terá mais capacidade de vencer desafios sem precisar se stressar. Recuperação mais rápida: descansar do desgaste emocional é essencial para a recuperação. Deixando o corpo pronto para o próximo grande desafio.     Ganho de energia  - Bhujangasana   new RDStationForms(\'baixe-gratis-ebook-stress-50040b322edf6548ef67-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Para mensurar ganhos de energia que atuarão na redução de situações de stress pode-se usar como métrica os níveis de testosterona, hormônio essencial para agirmos nas situações que exigem esforço. Com mais energia, diminuísse a incidência do stress. Boa parte dessa redução se deve a uma diferença entre o stress gerado por animais e pelo ser humano. Os animais geram este estado apenas quando realmente se veem de frente com o perigo, tal como o exemplo citado acima. Entretanto, o ser humano com sua capacidade de imaginação mais aguçada, cria em sua mente situações imaginárias de medo que na prática não estão acontecendo. Com mais energia, a preocupação diminui, pois você sente mais confiança para vencer as ameaças e por isso se stressa antecipadamente. Uma pesquisa conduzida por um fisiologista praticante de Yoga demonstrou que somente a execução do bhujangasana por dois ou três minutos todos os dias durante poucos meses exibiu aumentos que variavam de 2% a 33% nas taxas de testosterona. \"Rinad Minvaleev é pesquisador na Universidade de São Petersburgo e na Medical Academy of Postgraduate Studies. A equipe se limitou a estudar as repercussões fisiológicas daquela única postura. A Cobra, ou Bhujangásana, do sânscrito para “serpente”, é uma das posturas mais antigas do Hatha. O Bhujangásana é elogiada como um fator de ignição. Feita corretamente, a postura exerce muita pressão nos genitais. Como diz Iyengar delicadamente em A luz da ioga, o pupilo deve levantar o tronco “até que o púbis esteja em contato com o chão e fique nessa posição”. Mas o prêmio de maior aumento foi para a única mulher do estudo. Os níveis de testosterona dela subiram acima daqueles dos homens e continuaram crescendo até chegarem a 55%. Corredores, por exemplo, exibem níveis de testosterona mais baixos que não corredores. As quedas podem ser o resultado do contínuo estresse do impacto no chão.\" A Moderna Ciência do Yoga de Willian Broad Essa energia extra que o stress gera, deve ser usada a seu favor. Como foi demonstrado, o stress já nos salvou de muitas situações e quando bem utilizado pode melhorar produtividade e fazer você vencer mais desafios. Por tanto, algo importante a fazer é não entrar em desespero quando os sintomas do stress aparecerem, é o seu corpo tentando trabalhar a seu favor, aproveite isso. Alian Crum, psicóloga da Universidade de Stanford liderou uma pesquisa em que expunha pessoas a entrevistas de emprego em que todos eram severamente criticados. Dividiu os participantes em dois grupos. No primeiro ela explicava os efeitos benéficos do stress, como ganho de produtividade e concentração. O segundo grupo foi para a entrevista sem saber de nada. Todos tiveram os níveis de stress bastante altos, mas o primeiro grupo se saiu melhor, pois a medida que observavam os efeitos sabiam que era o corpo querendo ajudá-los a vencer o desafio. O modo como você encara as coisas determina a reação do seu corpo: se vai disparar ou não uma carga de medo ou ansiedade.     Recuperação mais rápida - sarvangasana [caption id=\"attachment_1654\" align=\"aligncenter\" width=\"367\"] Mick Jagger executando sarvangasana no camarim.[/caption]   Mel Robin escreveu PhysiPhysiological Handbook for Teachers of Yogasana onde apresenta entre outras pesquisas, uma a Postura da Vela explicando que ao pressionar o queixo contra o peito, você aciona sensores nas carótidas que entendem que a pressão corporal aumentou. Com isso o corpo começa a reagir liberando acetilcolina, neurotransmissor que baixar a pressão arterial e os batimentos cardíacos. Os sensores embutidos nas paredes arteriais monitoram a contração ou expansão que indica as mudanças na pressão arterial. Com a liberação deste e de outros hormônios tranqulizantes, o corpo começa a baixar os níveis de cortisol que é o hormônio que sobe quando é gerado o stress. Quando o estado de stress acontece, o corpo trabalha desesperadamente para voltar ao normal, e o sarvangasana assim como a técnica de relaxamento podem contribuir para acelerar a recuperação do desgaste corporal que o stress produz. Além destas técnicas há muitas outras que podem ajudar você a ganhar mais energia, recuperar-se mais rápido e administrar melhor seus níveis de stress. O Yoga é uma forma muito eficiente para reduzir o cortisol, hormônio responsável pelo stress e quando isso acontece o corpo consegue se recuperar mais rápido e estar pronto para o próximo desafio.