Blog

comofazerposturasyoga


Por que meditar parece tão difícil?
Qualidade de Vida | 14 jan 2021 | Equipe YogIN App

Yoga no Everest

Yoga no Everest Dr Jon Kedrowski alpinista profissional 🧗‍♀️ com 4 cumes do Everest (ponto mais alto do globo 🌍). Jonkedski é praticante de Yoga 🧘🏻‍♂️ e usa as técnicas nos momentos mais extremos nas expedições em montanhas 🏔 . Nesta foto, ele ensina algumas posturas a outros alpinistas do seu grupo no heliponto do acampamento 🏕 base do Everest 🏔.    

YogIN App
Dicas de Yoga | 8 jan 2021 |

Adho Mukha Svanasana, uma das posturas que faz parte da sequência do Surya Namaskar.

Adho Mukha Svanasa, entenda a postura.  Ao praticar os asanas, o corpo do yogui assume formas que se assemelham à diversas criaturas. É portanto desta forma que sua mente aprende a não desprezar nenhuma criatura, pois sabe que o mesmo Espírito Universal sopra em toda a criação,desde o menor inseto até o sábio mais perfeito. Algumas posturas têm nome de plantas, outras de insetos, animais aquáticos, quadrúpedes ou anfíbios. A postura Adho Mukha Svanasana, lembra a de um cachorro estendendo-se com a cabeça e as patas dianteiras para baixo e a traseira para cima. Adho Mukha significa ter a cara virada para baixo.Svana significa cachorro. Esta postura é popularmente conhecida como a postura do cachorro olhando para baixo. Segundo B.K.S.Iyengar a postura é especialmente apropriada para corredores cansados após uma corrida dura. Ela proporciona aos velocistas rapidez e leveza nas pernas. Ele completa dizendo que uma longa permanência nesta postura, quando se está exausto,remove a fadiga e recupera a energia perdida. A postura alivia a dor e a rigidez nos calcanhares e ajuda a suavizar esporões do calcâneo. Ela fortalece os tornozelos e modela as pernas. A prática deste asana auxilia a erradicar a rigidez na região das escápulas e aliviar a artrite nas articulações dos ombros. Os músculos abdominais são tonificadas e levados em direção à coluna. Como o diafragma é levado para a cavidade do tórax, a frequência cardíaca é reduzida.  Ao abaixar o tronco,aumentamos o fluxo de sangue para a parte superior do corpo retirando a pressão do coração,fazendo fluir o sangue para o cérebro. Esta é uma postura estimulante. Durante a execução,os músculos isquiotibiais assim como os glúteos se alongam e a coluna se mantém de forma neutra completamente alinhada. Os ombros se mantém rotacionados para fora distantes das orelhas, enquanto que os cotovelos rotacionados para dentro. Nesta postura as articulações dos ombros assim como dos quadris se flexionam enquanto que as articulações dos joelhos e cotovelos se estendem. Os Chakras Sahasrara, Manipura e Muladhara estão completamente envolvidos nessa postura. Acompanhe no vídeo como fazer com o auxílio da parede. Espero ter contribuído com sua prática. Namastê. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();    Bibliografia Utilizada: Luz sobre o Yoga | B. K. S Iyengar. Yogasana The Encyclopedia of Yoga Poses | Yogrishi Vishvketu Anatomia da Yoga | Leslie Kaminoff e Amy Matthews  

Invertida sobre a Cabeça Como fazer shirshasana
Vídeos de Yoga | 6 jan 2021 | Daniel De Nardi

Invertida sobre a Cabeça – Como Fazer Sirshasana

Aprenda a fazer a Invertida sobre a Cabeça. O sirshasana ou invertida sobre a cabeça é uma das posturas mais icônicas do Yoga. Todo yogin sonha em dominar a invertida. É uma postura de longa permanência (+ de 5min) exige que o praticante esteja preparado. Nessa aula, ensinamos como cair da invertida sem riscos de lesões e como subir com a tranquilidade necessária para uma longa permanência. Quer saber como da postura surgiu? Clique ABAIXO E ENTENDA O NOME SIRSHASANA https://yoginapp.com/o-nome-sirshasana/ Aprenda tudo isso e mais dicas neste vídeo com os professores Daniel De Nardi e Fernanda Degilio. https://youtu.be/sNvROeMMaOQ Quer saber mais sobre Yoga? Deixe seu email abixao! new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm();

yoga na netflix
Podcast de Yoga | 22 dez 2020 | Daniel De Nardi

On Yoga, Arquitetura da Paz – Crítica do Filme – Podcast #42

On Yoga, Arquitetura da Paz - Crítica do Filme O documentário do diretor Heitor Dhalia, inspirado no livro homônimo do fotógrafo americano Michael O\'Neil, traz opiniões de diferentes gurus e professores de Yoga sobre o que significa essa filosofia de vida para cada um deles. Neste podcast, o que mais me chamou a atenção no filme de Dhalia. Asatoma Saggamaya!   https://soundcloud.com/yogin-cast/on-yoga-a-arquitetura-da-paz-comentarios-do-filme-podcast-42   LINKS   Episódio do podcast que se passa no Kailash Ashram em Rishikesh https://yoginapp.com/encontro-com-um-mestre-podcast-18     https://youtu.be/Mfbeim7Bro4 Kailash Ashram   Livro que inspirou o filme   Dharma Mitra             Mantra - asato ma sadgamaya asato ma sadgamaya tamaso ma jyotirgamaya mrtyor ma amrtam gamaya (Brhadaranyaka Upanishad — I.iii.28)     Trilha sonora da série de Podcast - Reflexões de um YogIN Contemporâneo https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa     Transcrição On Yoga, Arquitetura da Paz – Comentários do Filme – Podcast #42 O meu nome é Daniel De Nardi, o podcast de hoje começa com o mantra “Ohm Assatoma Sadgamaya” porque hoje nós vamos falar sobre um filme de yoga que estreou hoje mesmo em todo o Brasil. “On Yoga, Arquitetura da Paz” é o novo documentário do diretor brasileiro Heitor Dhalia, mas a histórica começa na visão de um americano, o fotógrafo Michael O’Neal que é conhecido no meio do yoga por um livro com fotos de sadhus e praticantes de yoga pela Índia e pelo mundo todo, e este livro é bastante conhecido por retratar com imagens belíssimas a experiência do yoga na prática. O Michael O’Neal abre esse documentário expondo um pouco do trabalho que eu já fez. Ele já fotografou grandes ícones de Hollywood como Scorsese, Leonardo DiCaprio, Jack Nicholson e outros. Ele já publicou na capa da Times uma foto com o ator Paul Newman e outras personalidades e ele tinha um trabalho bastante exaustivo devido a rotina de viagens e os horários de trabalho, essa vida de extrema pressão fez com que ele tivesse lesões no pescoço que necessitaram de cirurgia. Após a cirurgia, ele teve uma paralisação no braço, justamente o que ele utilizava para fotografar, o próprio neurologista que o acompanhava disse que ele não conseguiria mais realizar as suas funções. Para quem trabalha e coloca toda a energia em seu ofício é devastador, mata o artista. Ele passou por um período de muita dor de muita dificuldade e nisso ele começou a ir atrás do yoga, primeiro por uma questão física, depois ele foi revendo o rumo que a vida dele poderia tomar a partir do momento em que ele não poderá mais fazer o que fazia antes. Essa busca a partir da dor é muito comum, o próprio yoga reconhece a dor como algo que está em todas as pessoas e se coloca numa proposta de resolver a questão ou de, ao menos, diminuir o sofrimento humano, assim é a história que o Heitor Dhalia começa a contar a partir da vida do Michael O’Neal. Eles vão para Índia e começam a revisitar os Sadhus que O’Neal tinha fotografado quando fez o livro há doze anos atrás. Justamente por ele ser um fotógrafo famoso, por ele ter sido financiado para produzir este tipo de foto, ele conseguiu ficar muito tempo neste tipo de inspeção e ele fala, inclusive, que tinha muita abertura com os grandes pensadores do mundo e os grandes mestres da Índia e, com isso, ele ia fotografando e tentado extrair daquelas figuras o que era mais plástico, a imagem. Mas nesse segundo momento, quando eles vão fazer o documentário, além das fotos, eles extraem entrevistas com os grandes gurus da Índia. O filme não se propõe a falar minuciosamente sobre o yoga, até porque isso poderia ir para uma linha de documentário que diminuiria o interesse do público em geral, porque isso é importante para quem já é praticante e estudioso sobre yoga, mas para quem está começando a se interessar, talvez a informação se tornaria muito massiva, e o filme sai dessa linha e vai para um depoimento dos próprios gurus sobre o que ele consideram importante dentro do yoga. O aspecto das imagens, visual do filme é belíssimo, porque o Sadhu praticando yoga é algo que chama a atenção, é muito bonito. Não só os Sadhus, como os praticantes em geral. O asana como expressão física é muito completo como consciência corporal, tem muito asana durante o filme, asanas muito bem filmados. O filme na parte visual está de parabéns, mas os depoimentos ressaltam que o yoga não é só a parte física. Isto me preocupa um pouco com relação a evolução do yoga como um todo, porque ele tem ido para essa linha física e desde a sua origem o yoga sempre foi meditação. A proposta que os gurus vão falando no filme, dessa saída do sofrimento, ela sempre passa por algo que vai além de se fazer um alongamento, um asana, é algo muito mais elevado e que envolve um processo meditativo. Como o filme não se propõe a dizer sobre uma única história do yoga, ele mostra muitas visões de diferentes linhas, de diferentes tipos de yoga e até mesmo coisas que não são yoga, como, por exemplo, aqueles sadhus que suspendem o pênis. Eles explicam que há a suspensão do pênis e o deslocamento para traz, o amarra num cabo de aço, eles mortificam a região por acreditarem que ali seja a fonte de muitos desejos e como o intuito deles é o controle dos desejos ele optam por este tipo de método. Esta é uma linha, uma visão bastante presente na Índia, simplesmente eliminar o corpo para uma ascensão espiritual. Não são todas as linha que veem desta forma, o Tantra vê de uma outra forma, vê o corpo como parte do processo. Como você pode ver, o próprio filme apresenta diferentes visões do que essa mensagem do yoga que está em diferentes áreas e linhas. O yoga, pela sua antiguidade, sempre teve esse movimento que é de ser mais libertário e ele não tem uma administração central como, por exemplo, a Igreja Católica e isso faz com que a individualidade dos próprios professores seja transmitida como forma de conhecimento, o yoga é bastante permissivo neste sentido, do professor com a sua experiência conseguir transmitir algo que não necessariamente está num livro ou em uma regra. Acho que isso producente para a evolução do yoga porque faz com que aquilo que está mais presente no nosso dia-a-dia, seja transmitido para o aluno que está ali fazendo a aula, a meditação, o que quer que seja. Embora o filme apresente muitas visões, há algo central, que é algo da cultura sânscrita, a cultura que produziu esse conhecimento desde os vedas. Essa visão central é da ilusão que existe quando nos identificamos com o que sentimos ou pensamos, quando há essa identificação, há o sofrimento e todos ali tem essa visão em comum, embora nem todos falem disso, muitos falam, que é a visão da consciência observadora, a consciência que está por trás olhando o mundo manifesto e que a consciência que observa é a verdadeira essência, é o verdadeiro eu, e a busca para a eliminação desse sofrimento é esse distanciamento, aproximando-se da consciência que vê e não estando imerso, totalmente envolvido com os sentidos, que no filme passa mesmo a sensação sobre isso. Se há uma identificação muito grande com as sensações, com os sentidos, um envolvimento com as oscilações da natureza e isso vai gerar necessariamente sofrimento. O primeiro Sadhu que aparece falando, diz para não ficar incessantemente desejando coisas, porque os desejos acabam gerando ou frustração ou um desejo ainda maior. E esse Sadhu fala sobre se ter menos (inint. 09:59), menos coisas a se atingir e ter uma aceitação da vida, como ela é. Achei interessante porque vai nesse sentido, de diminuir essa identificação para não ficar totalmente sujeito aos acontecimentos da matéria. O primeiro ashram que aparece na matéria é o Kayla Ashram. Nessa parte que aparece o ashram eles estão falando que os yôgins desde os tempos mais remotos, ou as pessoas que faziam essa busca pela espiritualidade, iam para o meio da floresta em busca de um professor ou alguém que também estivesse fazendo essa busca espiritual que pudesse ensinar algo e que nos dias de hoje esse ashram seriam essas florestas dentro das cidades, onde os suamis e os sadhus se isolam para praticar a meditação e a espiritualidade. Esse Kayla Ashram é o mais antigo de Rishikesh, eu falo desse ashram no episódio “Como Encontrar um Guru” e também um outro local que eu identifiquei que eu já fui também é um ambiente em que aparece uns yôgins de laranja praticando vários asanas, são três meninos fazendo vários asanas no rio Ganges. E aquela é uma pedra que quando se faz um rafting no Ganges, em Rishikesh, se para na pedra e dá um salto no rio, mesmo no inverno também é possível se banhar no rio e eles fazem o asana bem no local (vou deixar uma foto minha pulando na pedra). O filme se passa a maior parte do tempo em Rishikesh, que é uma cidade no noroeste da Índia, que os yôgins todos que vão para a Índia acabam conhecendo por ser um importante centro de yoga no País. Ele começou justamente com esse Kayla Ashram, os Beatles foram pra Índia, Shivananda fundou depois o seu ashram lá e por aí vai, depois vários gurus se fixaram em Rishikesh para fixar conhecimento. O Michael O’Neal fala do Yoganandadi que foi um mestre que viveu em Rishikesh, e que morreu aos 108 anos, ele tem imagens dele praticando yoga aos 98 anos. Essa parte também da longevidade dos yôgins é algo que vem impressionando as pessoas que acompanham yôgins pelo mundo. Então, efetivamente o yoga produz um ganho na nossa saúde e disposição, por que está mais próximo a você, mais conectado com as suas sensações, é natural que se tome decisões mais prudentes com o seus hábitos e com a saúde como um todo porque se a saúde não está bem, é impossível começar um processo de meditação de elevação espiritual se não foi resolvido a base. O yôgin tem essa preocupação com a saúde, e isso é bastante falado no filme. Uma outra cidade que aparece no filme é Nova York, pelo fato do próprio O’Neal viver na cidade. Eles entrevistam vários professores de yoga de Nova York, inclusive o brasileiro Dharma Mittra que ficou famoso após uma fotografia do Michael O’Neal que mostra ele fazendo um Shirsasana sem as mãos. Aliás, a contracapa do livro de O’Neal que deu origem ao filme é justamente esta foto. E na imagem de Nova York aparece um guru que está dando aula com um pano branco na cabeça e começa a falar sobre a filosofia ocidental e oriental. Achei interessante explicação porque muitas pessoas acreditam que a filosofia tem que ser algo vindo da Grécia. A explicação que ele dá é bastante interessante, ele fala que esta filosofia oriunda da Grécia é basicamente um debate acadêmico, você discute teses até que haja um conhecimento, um entendimento intelectual dos conceitos. Já a filosofia oriental ela teria também esses conceitos, mas eles teriam de ser aplicado na prática, vivido. Esse tipo de filosofia transportado para o yoga seria algo, por exemplo, o yôgin manter a estabilidade da mente nas situações mais difíceis. Ele se coloca em um asana difícil e mesmo com o incômodo, ele tenta manter a mente tranquila, a respiração profunda e o foco em manter-se atento a postura e finalizar a sua permanência. Assim teria a filosofia na prática, com o ensinamento sendo aplicado e sendo vivido nos conceitos. A minha recomendação é que vocês assistam o filme, não sei há em todas as cidade, acredito que logo mais será lançado no Rio, mas em breve estará disponível online e você poderá assistir. Acho que é um retrato muito bacana de alguém que não é um professor, é alguém de fora que pratica, o Heitor é um praticante de yoga, e que trouxe essa visão com a profundidade que é possível num filme. Acho que não dá para se esperar uma aula acadêmica ou um debate completo a partir de um filme, mas acho que o filme traz muitas reflexões sobre o nosso propósito de vida, o nosso momento de olhar para nós mesmos, as liberdades que devem ser praticadas com responsabilidade. Tudo isso é algo que pelo menos pra mim o filme tocou e me fez refletir e acho cada um vai ter a sua experiência do que é falado ali. Para finalizar, eu vou deixar um mantra que aparece no começo do filme que é o “Ohm Assatoma Sadgamaya”.  Esse mantra tem como significado justamente esse ponto em comum que eu falei anteriormente que todas as linhas acabam abraçando, da consciência observadora, “Ohm Assatoma Sadgamaya” é um pedido para que o eu saia daquele mundo sofrido, de que a consciência observadora saia daquele mundo sofrido, de que a consciência observadora saia do envolvimento e do sofrimento que existe na natureza, que ele se veja como observador, como aquele que vê. Então aproveite e se quiser a letra no mantra, eu vu deixar na descrição do episódio. Ohm Assatoma Sadgamaya!

Dicas de Yoga | 6 dez 2020 | Equipe YogIN App

Corvo Invertido – Como Fazer

Corvo Invertido -- Variação de Bakasana Está parecendo difícil, não é mesmo?   No Yogin App você encontra todos os níveis de dificuldade, aulas que começam para iniciantes e vão até o nível mais avançado do Yoga!   Namastê ॐ

yoga sutra
Filosofia do Yoga | 11 nov 2020 |

Você sabe o que é DHARANA?

Você sabe o que é DHARANA? DHARANA em Sânscrito significa CONCENTRAR. A CONCENTRAÇÃO é um dos pré-requisitos para a MEDITAÇÃO. Ela é uma das partes do Yoga, citadas por Patanjali, em o Yoga Sutras. DHARANA concentração, DHYANA a meditação e SAMADHI a absorção, são conjuntamente chamados de Samyama. Os 3 constituem o processo natural de meditação. A CONCENTRAÇÃO é o ato de fixar a mente em algum lugar. Segundo Gloria Arieira, não se trata somente de fixá-la em um ponto, mas de estabilizá- la em algum assunto como exercício. A mente pode focar um ponto, como o ponto entre as sobrancelhas, o coração, ou o topo da cabeça. Através deste exercício de firmar a mente, ela pode aprender a se libertar da agitação. O exercício de concentração, disciplina a mente, possibilitando a meditação como diz Sri Krsna no verso 6.26 da Bhagavadgita: “Seja qual for a razão pela qual a mente inconstante e sempre em movimento se disperse, que a pessoa afastando a mente dessa razão, traga-a de volta sob seu controle.” CONCENTRAR é um estado da mente e significa que a mente está focada em um único ponto. Em geral nossa mente está sempre se movendo e quando ela se move é desafiador pensar apenas em um assunto. Concentrar é ser capaz de esquecer o mundo à volta e colocar toda a sua consciência em uma única coisa. Segundo Osho a CONCENTRAÇÃO é a restrição da sua consciência. Quanto mais restrita ela se torna mais poderosa ela será. Para se concentrar é necessário esforço. A concentração não é natural para a mente. É natural da mente se dispersar. Segundo Iyengar, em Luz sobre o Yoga, DHARANA é quando o indivíduo está totalmente concentrado e um único ponto ou tarefa que o absorve completamente. Ele completa dizendo que é preciso pacificar a mente para atingir esse estado de completa absorção. A mente é um instrumento que classifica, julga e coordena as impressões do mundo exterior assim como as que surgem dentro do indivíduo. Uma das mais poderosas técnicas utilizadas nas práticas de Yoga para ajudar a mente a se concentrar é a RESPIRAÇÃO CONSCIENTE – PRANAYAMA. Leve toda a sua atenção para a sua respiração. Apenas observe a entrada e saída de ar através de suas narinas. Coloque uma mesma contagem mental para sua inspiração e sua expiração. Leve toda a sua atenção para a sua contagem mental. Quando levamos nossa atenção para nossa respiração, há um cessar das oscilações da mente nos permitindo assim estar em nosso momento presente. Outra técnica utilizada para a CONCENTRAÇÃO é a repetição de mantras que pode ser tanto mental ou por meio da vocalização. O OM é o som sagrado e primordial que nos conecta ao divino. A vocalização através de repetições ajuda no cessar das oscilações da mente mantendo-a concentrada induzindo assim a um estado meditativo. Sua vibração sonora produz efeitos também no corpo físico e energético Nas escrituras sagradas da Índia, a recomendação é vocalizar OM 11 X diariamente. Esta prática traz vitalidade,poder e proteção. Sente-se com suas pernas cruzadas, coluna ereta, queixo paralelo ao solo e mentalmente repita o mantra OM. Experimente também, sentar-se com a pernas cruzadas, mantendo seu olhar fixo à chama de uma vela. Esta exercício de limpeza do globo ocular (kriya) denominado TRATAKA , também é uma ótima maneira para você praticar a CONCENTRAÇÃO. Coloque uma vela à sua frente e mantenha seu olhar fixo à chama da vela por alguns minutos. É importante você colocar a vela em um posicionamento onde seu queixo permaneça paralelo ao solo e sua coluna alinhada. Feche seus olhos e continue mesmo que mentalmente visualizando a chama da vela entre suas sobrancelhas.   Clique aqui e assista agora uma Aula Restaurativa. Boa Prática.

Astavakrasana
Dicas de Yoga | 2 nov 2020 | Equipe YogIN App

Como fazer | ASTAVAKRASANA | POSTURA DOS 8 ÂNGULOS

Como fazer | ASTAVAKRASANA | POSTURA DOS 8 ÂNGULOS Astavakrasana ou postura dos 8 ângulos, virou uma das mais pedidas para um COMO FAZER. Aqui está! No vídeo atente-se para o movimento dos quadris para trás e dos ombros para frente. Pratique que tudo vem. Permita-se ser um iniciante, trabalhe sua humildade. Habilidade nasce com a prática. Asana é uma poderosa ferramenta de autoconhecimento e autosuperação. Benefícios de Astavakrasana: * Fortalece a musculatura dorsal e abdominal * Fortalece mãos, punhos e braços * Melhora o equilíbrio * Excelente trabalho para quadris e pernas * O equilíbrio exigido para praticar ajuda a concentrar a mente A prática constante trabalha perseverança, o conceito de tapas, autosuperação. Saiba mais sobre esse importante conceito do Yoga no meu e-book de yamas e niyamas. Clique aqui e baixe gratuitamente.   https://www.youtube.com/watch?v=-756suC26MM new RDStationForms(\'e-book-yamas-e-niyamas-1f965e8db29fe9c4625b-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

YogIN App
Filosofia do Yoga | 28 ago 2020 |

Quando entendi o significado de NAMASTÊ

Quando entendi o significado de NAMASTÊ O Yoga chegou até mim através de imagens de posturas desafiadoras onde mostravam pessoas de corpos esbeltos, tatuados e com um enorme e lindo sorriso no rosto. Comprei de cara a ideia. A partir de então eu não tinha ideia do que poderia acontecer dentro de uma sala de prática entre 4 paredes. Fui totalmente atraída por aquelas imagens de plasticidade únicas e rara beleza. Confesso que me encanto sempre com a beleza das formas. Mal sabia que a partir de uma bela postura entraria em um mundo tão repleto de possibilidades. Pelas posturas asanas conheci literalmente o real significado do \" silenciar a mente\", \" mantenha-se no seu momento presente\" e \" inspire, expire apenas pelas suas narinas\". Através daquelas posturas  desafiadoras publicadas em alguma mídia social comecei minha trajetória dentro do Yoga. Entre um sirsasana e um bakasana percebi minhas limitações, dons e potencialidades. Fechei meus olhos ,inspirei ,expirei profundamente, e através do silêncio profundo mensagens sutis de orientação começaram a aparecer bem  diante do meu nariz. Daquela mistura mágica de posturas desafiadoras alinhadas com minha respiração percebi uma nova forma de comunicação. Vi-me em plena consciência sendo levada a um lugar onde as fronteiras do corpo e a plasticidade das formas não eram tão importantes e nem limitantes. Foi aí que tudo se fez oração. Quando entendi o significado de NAMASTÊ. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); O Deus que há em mim saúda o Deus que há em você. Foi naquele exato momento que me dei conta de que quando a nossa mente se une com a mente de Deus tomamos a consciência de que Deus está em todas as coisas, inclusive e primordialmente dentro de nós. Segundo Hermógenes a postura do yoga apesar de parecer simplesmente uma atitude do corpo é muito mais do que isso é uma expressão do homem holístico manifestando-o em todos os seus níveis: no corpo no pensamento na emoção na ação no corpo sutil e no espírito. Assim como uma postura expressa um determinado estado de alma reciprocamente com o aperfeiçoamento desta arte ao assumir determinada postura o praticante é induzido ao estado psicológico a ela ligado como se fosse um psicotrópico isto é algo capaz de mover (trópico)  a alma (psiquê). Para Iyengar o yogi conquista o corpo pela prática dos asanas e faz dele um veículo adequado para o espírito. Ele sabe que o corpo é um veículo necessário para o espírito. Uma alma sem um corpo é como um pássaro privado de seu poder de voar . Ele ainda completa dizendo que o corpo é um templo que abriga a Centelha Divina. Negligenciar ou negar as necessidades do corpo e pensar nele como algo não divino é negligenciar ou negar a vida universal da qual faz parte. As necessidades do corpo são as necessidades do espírito divino que vive através do corpo. O yogi não olhar para o céu para encontrar Deus porque sabe que Deus encontra-se em seu interior.   Namastê. Adri Borges @plienamaste @plienamastestudio  

Vídeos de Yoga | 24 ago 2020 | Daniel De Nardi

COMO FAZER PASCHMOTTANASANA

COMO FAZER PASCHMOTTANASANA O paschmottanasana é postura que mais produz relaxamento por alongamento ao longo do corpo. Paschmottana significa alongamento posterior, a palavra diz sobre o local de atuação da postura. O treinamento desse asana produz relaxamento em toda musculatura posterior das pernas, coxas, glúteos, costas e pescoço. É ótimo para desfazer dores e desconfortos nas costas.  

Postura de Lótus
Dicas de Yoga | 18 jul 2020 |

Padmasana – Como montar a Postura de Lótus

Padmasana: Dicas para montar a Postura de Lótus! Padmasana é um dos asanas mais importantes e úteis segundo B.K.S Iyengar. É a postura utilizada tradicionalmente durante a meditação, onde a pessoa sentada entrelaça as pernas permanecendo com as mãos sobre seus joelhos. É frequentemente utilizada também durante o pranayama (técnica de respiração). Padma em sânscrito significa lótus. Lótus é o nome de uma planta aquática que floresce sobre a água. Na Índia representa a pureza e o pleno desenvolvimento da consciência. Ela nasce do lodo, florescendo sobre as águas sem se sujar pela água que a envolve. Do ambiente escuro e sujo ela se transforma em flor exalando perfume e cores deslumbrantes. É sobre esta transformação que o Yoga vai retratar. Durante as práticas de Yoga, nos deparamos com aspectos de nossa individualidade que muitas vezes não nos agradamos, nosso lodo. Através do conhecimento sobre nós mesmos adquiridos através das práticas, a idéia é transmutar, florescer. Segundo Hermógenes, esta postura tem o nome de lótus não só pela bela configuração plástica tomada pelo corpo, bem lembrando a flor de lótus, como também pela pureza e paz psicológica que induz. Segundo ele, em seu livro Auto Perfeição com Hatha Yoga, quando estamos em Padmasana, aumentamos a irrigação sanguínea na região pélvica, o que vitaliza os nervos sacro e os do cóccix, tonificando e facilitando a absorção das secreções das gônadas    (glândulas sexuais). Acredita-se que esta absorção das secreções gonádicas contribui para a pacificação da sensualidade e para melhor harmonização do físico. Sentar-se por algum tempo imóvel em Padmasana é a maneira mais eficiente de elevar-se à Consciência Divina. Hermógenes completa dizendo que, mais do que em qualquer outra postura, os Chakras inferiores, ligados ao psiquismo primitivo, são anulados, trazendo maior tranquilidade. As escrituras de Hatha Yoga dizem que o Padmasana purifica os 72 milhões de nadis. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-e-o-stress-ebbbd5c51665ef24833c-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); A partir da execução do Padmasana completo, é possível o Yogin se aventurar em posturas mais desafiadoras que são executadas a partir do Padmasana como o Baddha Padmasana, Kukutasana e Garbha Pindasana. Segundo Iyengar depois de superada a dor inicial nos joelhos, Padmasana é uma das posturas mais relaxantes. A posição das pernas cruzadas e das costas eretas mantém a mente atenta e alerta. Segundo ele, no aspecto físico, a postura é boa para curar rigidez nos joelhos e tornozelos. Ao promover a circulação sanguínea na região lombar e abdominal, a coluna e os órgãos abdominais são tonificados. Para que possamos dominar a postura completa, é necessário tornozelos e joelhos flexíveis assim como uma boa mobilidade dos quadris. Veja a seguir, algumas imagens de preparatórios para você aprimorar seu Padmasana. Assista uma aula com foco em Padmasana clicando aqui.                   Boa Prática. Namastê   Treine a Postura do Lótus - clicando AQUI https://yoginapp.com/como-fazer-padmasana-postura-de-lotus/ CLIQUE PARA FAZER A AULA DE PADMASANA https://youtu.be/tE0iNqo4pyI new RDStationForms(\'formulario-post-yoga-online-e50c2f5f6660fd97cfa8\', \'UA-68279709-2\').createForm();