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Podcast de Yoga | 10 maio 2021 | Daniel De Nardi

Como acessar um podcast?

Como acessar um podcast? Sou declaradamente um fã de podcasts. Só que quando uso alguma referência e digo que ouvi isso num podcast, o interlocutor costuma me olhar com cara de interrogação. Já tentei resolver isso gravando um podcast pra falar como usar um podcast. Não funcionou bem, porque as pessoas já não ouviam podcasts então como iam ouvir um podcast que fala como acessar podcasts. O podcast pode ser acessado também pelo desktop com um click em um link (você pode testar com o de cima). Só que a boa utilidade dele, pelo menos para mim é usá-lo no celular. Assim posso ouvi-los no trânsito ou quando tenho que esperar. Na minha segunda tentativa como evangelizador de podcasts fiz esse vídeo que vai mostrar - como acessar um podcast do seu celular. Pra quem quer otimizar seu tempo e aprender sobre os assuntos que interessam, assista o vídeo e bons estudos!   Links Podcast sobre o que é um podcast Texto sobre Podcast  

Vontade de potencia podcast
Filosofia do Yoga | 31 mar 2021 | Daniel De Nardi

Vontade de Potência – Podcast #10

Vontade de Potência - Reflexões de um YogIN Contemporâneo - Episódio 10 Neste episódio trata-se de um conceito nietiano de Vontade de Potência que pode ter sido inspirado nas primeiras Upanishads. Saiba mais Links mencionados no podcast   2001 Uma Odisséia no Espaço cena de abertura música Assim Falou Zarathustra https://youtu.be/ypEaGQb6dJk   2001 Uma Odisséia no Espaço - música Danúbio Azul     https://www.youtube.com/watch?v=_SpqdoJYfV8   Episódio 03 - que fala dos 3 Eus Página de Cursos do YogIN App https://yoginapp.com/cursos-de-yoga/   Curso de Aprofundamento em Yoga https://yoginapp.com/curso/aprofundamento-yoga/   Playlist da série - Reflexões de um YogIN Contemporâneo PODCAST SOBRE NIETZSCHE  Transcrição do podcast   Vontade de Potência #10 Com esta música maravilhosa nós começamos o décimo episódio de “Reflexões de um YogIN Contemporâneo”. Hoje nós vamos começar pela música que é “Assim falou Zaratustra”, é uma música feita por Richard Strauss, talvez vocês já o conheçam por “Danúbio Azul”, que é uma outra música bastante famosa, mas esta ficou bem conhecida especialmente no cinema como trilha sonora do filme “2001 – Uma Odisseia no Espaço” que também tem um outra música do Strauss, que tem aquela cena clássica do início de um macaco batendo com um osso em uma pedra, e então essa música explode cortando, depois, para uma nave espacial. É uma música bastante repetida na tevê e a gente se habituou com essa música, então para nós é bastante marcante. Ela é baseada em um livro do Nietzsche de mesmo nome e a história é de um sábio que se retira e depois volta trazendo revelações para a comunidade. A cena do Kubrick também é bem emblemática, um macaco faz experiências, se destaca, e dele corta para o universo. Então, desse macaco audacioso surge uma nave espacial. Nietzsche é bastante conhecido por ter feito um rompimento com ideias que estavam presentes na filosofia como um todo e também um corte com os dogmas relacionados a religião, então ele foi disruptivo, questionou o idealismo do Platão (que tinha o mundo das ideia e o mundo real não conectados, um dia a gente atingiria o mundo das ideias) isso influenciou praticamente todas as religiões que tem uma ideia dualista de transcendência. Platão via dessa forma e Nietzsche rompe com isso, assim como outros pensadores como Spinoza, voltar o momento para o agora e não para o futuro, a existência para o momento presente. Algo que já nos aproxima do yoga, que de fato, é quando você está presenciando a prática, um pranayama é quando você está presente naquele momento, quando você está com o seu máximo. Um asana é diferente de um alongamento que, assim como a respiração, gera benefícios para a saúde, mas o yoga é você estar com a consciência presente no momento, e para isso a gente treina através da prática. Mas voltando, porque existe muito essa relação do pensamento nietzschiano, Nietzsche tinha como influencia Schopenhauer, e tanto um quanto o outro eles se voltavam a uma ciência chamada filologia, que trabalhava com as linguagens, com a tradução de textos antigos. Então eles traduziram do sânscrito para o alemão, então Schopenhauer bebeu muito em fontes védicas, em fontes indianas, tinha o hábito de ler as Upanishads antes de dormir, tem uma declaração dele que diz que “em todo o mundo não há estudo assim tão benéfico e tão elevado quanto aquelas das Upanishads, elas tem sido consolo para a minha vida e elas irão consolar a minha morte”. Ele era um estudioso de Upanishads e Nietzsche declarou que a pessoa que mais influenciou ele foi Schopenhauer, ele foi um discípulo, mas desenvolveu a sua própria linha de pensamento, apesar da influência. Nietzsche teve contato com o Budismo também, o que fica caracterizado é justamente essa influência desse grupo de textos indiano que são as Upanishads, porque Nietzsche fez esse rompimento com o sistema mais presente na filosofia e na religião, e as Upanishads fazem um trabalho parecido, só que três mil anos antes. Nietzsche tem um conceito que é central dentro do trabalho dele que é a vontade de potência, a potência sempre quer se expandir, se manifestar e por que isso não acontece? Porque existe forças antagônicas, forças reativas a potência que vão obstruí-la, essas forças são de todas as espécies. Por exemplo, você que jogar badminton, mas você mora no Brasil, então isso já é uma dificuldade, é uma força reativa a sua vontade de potência, outra força reativa a nossa potência são as outras pessoas dizendo “isso não dá, aquilo não dá”. Mas a principal, a mais forte, a que mais nos impede de expressar a nossa real potência é o medo, e quando você consegue vencer esse medo,  todas essas barreiras, colocar e expressar a sua máxima potência no momento presente, no agora (porque pra ele só existia a vida quando ela era agora, que é um pensamento muito parecido com o do yoga desde o início), Nietzsche dizia que quando você conseguia concentrar toda a sua potência em uma ação você tinha o estado de arte, que era um estado pessoal seu porque você colocava a sua potência, toda a sua foça, e quando você conseguia isso, você se tornava o que ele chamava de Super-Homem. Super-Homem é aquela pessoa que não depende de fatores externos, que não depende de rituais, ou de um guru, apenas dele mesmo para expressar a sua potência sem medo, então esse estado de arte é para todas as ações humanas com potência, a gente pode atingir esse estado desde que a gente tenha concentração, foco. Ele acreditava que esses movimentos eram transitórios, então você tinha aquele momento de máxima atenção, que você expressava a sua potência, e você tinha que tentar trabalhar pra isso, mas vinham forças para tentar te retirar desse estado. E agora a gente começa a analisar a visão indiana, onde Schopenhauer, que foi o professor de Nietzsche, bebeu e leu muito. Você tem um movimento muito importante da cultura hindu que é a escrita das Upanishads, que surgem depois dos vedas, então a Índia teve duas civilizações crescendo simultaneamente, a civilização do Vale do Indo que é bastante conhecida, e uma outra civilização que vem de Varanasi e vai também naquela direção de Urakanda, mas passando por Déli. Há registros dos Vedas, Rigveda e nos primeiros escritos que são de 3400 a.C. há muito ritual, uma valorização do ritual, os brâmanes que era os detentores dos rituais tinham muito poder, mas com o passar do tempo, a Índia foi se organizando, se desenvolvendo até mesmo num sistema jurídico consistente, que era independente do rei (então, o sistema jurídico independente na Índia surgiu bem antes do Romano), e naquele período a Índia começou a fazer um processo de valorização do indivíduo, de tirar o valor do ritual, o poder do ritual e trazer para o indivíduo. Isso é muito retratado nas Upanishads, tem uma Upanishad chamada Mundaka Upanhishad, Mundaka significa careca e tem este nome pelo fato dos brâmanes terem muito cabelo, e os novos poetas e escritores queriam se diferenciar daquele grupo, então na Mundaka Upanishad há passagens que diz que o conhecimento  dos Vedas são importantes, mas o conhecimento do coração, que vem de Brahma, é mais importante, o poder do indivíduo que está do coração, o poder da consciência, não uma ordem externa, de um “ser mais evoluído”, que podia ser os brâmanes ou qualquer outra pessoa, a Mundaka Upanishad é um texto de 1220 a.C. Trazendo mais uma vez o exemplo das Upanishads, a gente tem mais uma demonstração na Shvetashvatara Upanhishad, no momento em que ela diz com essas palavras “com os três aspectos do eu(...)” (uma breve explicação dos aspectos já comentados no episódio três: corpo - a expressão dos sentidos; mente – filtro entre a consciência e as demandas do corpo e o coração – a consciência) como algo natural, porque já foi explicado em outras Upanishads e era um conceito bastante conhecido. Shvetashvatara que é uma Upanishad que começa a trazer muita informação do yoga, e ela fala mais uma vez de você trazer a potência pra você. “Com os três aspectos do eu elevados, alinhado para o alto, tendo estabilizado o corpo da mesma maneira, tendo colocado sentidos com a mente no coração, com a barca de brama, que é esse eu interno, o conhecedor poderá cruzar todas as correntezas mais aterrorizantes”. E essas forças antagônicas que a gente viu de Nietzsche um pouco antes, são forças que nos impedem de revelar o nosso eu de expressar a nossa máxima potência, e isso é algo que a gente vai trazendo aos poucos. Muitas vezes as pessoas tem a ideia de que em uma meditação elas vão se iluminar e todo o universo se revelará para ela, não essa expressão de potência, esse conhecimento do eu, você vem trazendo aos poucos, a mente quando assenta ela facilita esta expressão e isso e tratado, inclusive, nos vedas e ainda mais nas Upanishads, a gente viu aqui na Shvetashvatara, ele fala “colocando os sentidos com a mente no coração”, então volta todos os sentidos para o coração. Tem uma outra Upanishad, que é a Katha Upanishad, que fala mais sobre os sentidos, “a cidade de onze portas, o corpo pertence a um comandante cujo a inteligência não está distorcida, tendo governado ele não sofre e é livre, foi libertado, esse comandante é brama”. Então, quando a voz de brama, que é a nossa voz interna, ela vem à tona, o comandante fica livre, você expressa, na verdade, essa máxima potência, o que o yoga chama de Moksha que é a libertação, quando é a pura voz interna sendo expressada. Nós ficamos por aqui, espero que tenham gostado. É sempre importante a gente pedir compartilhamento e divulgação porque é isso que faz a mensagem chegar a mais pessoas, eu sei que é chato, eu também acompanho vários canais de podcast e vídeos, sempre há essa solicitação, eu sei que é uma coisa inconveniente, mas isso faz muita diferença. Se realmente impactou, se você está gostando, eu peço para que você divulgue para os seus amigos para a gente fazer um movimento pela consciência, que é o trabalho que a gente faz no yoga. Além disso eu vou deixar o link na descrição da nossa página de cursos, que está crescendo a cada dia, tem agora mais de dez cursos, inclusive saiu um novo curso que vai ser sensacional. A gente vai coletar alguns vídeos, não todos, da formação que a gente já dá pelo YogIN App, é a terceira formação que a gente faz, então a gente coletou alguns vídeos num conteúdo mais condensado, e aí a pessoa vai poder fazer o curso intensivo que são vários módulos, com vários professores e que está disponível na nossa página de cursos. Eu espero você semana que vem, nós teremos mais podcast, pensem na sua potência. Om Namah Shivaya!   https://yoginapp.com/reflexoes-de-um-yogin-contemporaneo-serie-de-podcasts-yoga-pro-seu-dia-dia/#axzz4qgdXngzX

Como montar uma seita
Podcast de Yoga | 25 mar 2021 | Daniel De Nardi

Como montar uma Seita – Podcast #08

Como montar uma Seita - Podcast #08 Esse podcast vai falar sobre o perigo de sistemas coletivistas usando como exemplo o maravilhoso filme com Edward Norton e Brad Pitt - Clube da Luta.   Links Podcast falando de Chuck Palaniuk Playlist da série - Reflexões de um YogIN Contemporâneo  Meu curso - Yoga, Aprendizado e Liberdade Namastê!   Transcrição do Podcast #08 Como montar uma seita #08 Olá, meu nome é Daniel De Nardi e estamos começando mais um “Reflexões de um YogIN Contemporâneo”, o episódio de hoje vai falar em como montar uma seita. A busca do yoga é sempre uma busca por uma identidade pessoal, a busca por você encontra a sua real natureza e conseguir, de alguma forma, levar isso pro mundo, trazer isso à tona, externalizar aquilo que você tem apenas seu, e tem uma coisa que pode atrapalhar bastante o yôgin nesse objetivo que são ideias coletivistas, você seguir demais uma ideia que não é sua, uma ideia que é de um grupo, ou é formada por alguém e ditada como sendo de um grupo, isso vai automaticamente dificultar você expressar a sua real natureza, a gente vai entender bastante isso que esse é o sistema básico de funcionamento de uma seita, que é você ter ideias coletivista, ideias que aparentemente valem para todo mundo. E no yoga isso é muito presente, existem várias seitas dentro do yoga, grupos que utilizam essa busca das pessoas por um conhecimento diferenciado, e esses mestres ditos avançados, evoluídos acabam gerando uma espécie de doutrina muito particular que nem sempre tem a ver com a identidade de seus participantes. Então como funciona a construção de uma seita ou de qualquer outro grupo coletivista? Acaba-se assinando com algo que aparente é muito bom, existe a necessidade de naquele momento você resolver um problema bastante grande. No caso do yoga, fala-se muito dessa busca por uma vida melhor, de iluminação. De fato o yoga pode conduzir a isso, ele pode gerar nos seus praticantes um bem estar e uma busca e uma vida melhor. Só que isso não necessariamente vai passar por um processo coletivista, algum líder acena com essa resolução de um problema bastante difícil, começa a colocar a mensagem dele pessoal, junto com as técnicas do yoga porque o yoga por ele mesmo já vai produzir isso, ele não precisa da condução de um mestre tão direcionada assim, a prática em si já vai despertando no praticante essa busca de identidade, ele já vai sacando a partir da execução das técnicas o que de fato ali ele está buscando, o que de fato ele é, o que é melhor nele e o que precisa ser mais trabalhado. Pra gente deslocar um pouquinho e tentar entender melhor como esse movimento coletivista acontece, não no yoga, mas em outras áreas, a gente tem nitidamente isso acontecendo na área política, Então fala-se assim “eu vou resolver o problema dos pobres” e aí as pessoas acreditam nisso sem questionar aquela ideia e acabam tendo que seguir as outras coisas que esse líder queria e na verdade esse objetivo não era resolver o problema dos pobres, era um poder pessoal, riqueza pessoal, ele não estava preocupado com a resolução daquele problema.  Então se você tem um problema bastante utópico é mais fácil você vender uma ideia que as pessoas vão acreditar, a mudança ela vai acontecer de um pra um: o professor dando aula para um aluno e o aluno praticando. A mudança não acontece de maneira coletivista, o yoga não tem essa proposta de mudar todas as pessoas, é a pessoa praticando e ela vivenciando a sua própria mudança pessoal. Ela descobrindo a partir da meditação do estado de relaxamento, descobrindo a sua verdadeira natureza e, de alguma forma, externalizando isso. Esse é o processo do yoga, que não é uma pessoa mudando toda a comunidade, é a pessoa buscando a sua própria real natureza. Aí vem um outro ponto, que é dentro da cultura do Sankhya que é a cultura naturalista do yoga, você tem que externalizar essa consciência mais pura, você tem que coloca-la pra fora porque, dessa forma, você está fazendo o melhor uso, melhor proveito da sua vida. Quando você obstrui essa real natureza de ir pra fora você está prejudicando o andamento do mundo, uma rápida explicação, simplificando o sistema do Sankhya. Então na política isso também acontece e isso é muito perigoso, a individualidade não pode ser construída a partir da ideia de uma outra pessoa, ela precisa ser construída a partir de muitas referências que acabam construindo algo que ninguém consegue juntar, porque você tem muitas referências. A partir do momento que você segue uma única ideal coletivista eu faz todo o sentido pra você em todas as áreas da sua vida, a probabilidade de isso estar errado é muito grande porque como eu falei nós somos feitos de referências, se você sempre ouve os meus podcast concorda com tudo que eu falo, tem algo errado não pode estar certo. Eu faço construções a partir do que eu vivi e você não pode pegar tudo o que eu estou falando e achar que descobriu a forma de ser, a forma de ser você tem que construir a partir da sua vivência pessoal, do seu estudo, da sua busca por mais conhecimento, por entendimento próprio e por entendimento das coisas que o rodeiam. Então o ponto é que você tem que ouvir o que estou falando e falar “até entendo o porquê ele está falando sobre isso mas não concordo porque eu tenho um outro ponto de vista”, não ficar um chato questionando tudo, mas se você aceita tudo o que o seu guru está falando, tudo o que ele fala é verdade, não pode porque aquilo pode ser verdade só para ele mesmo, não pode ser mais verdade para outras pessoas. E aí como é que você vai ser essa construção, se ninguém pode te dizer? A construção ela tem que ser pessoal e precisa ser gerada a partir de, como eu falei, de diversas referências, de diversas influências e estudos e que alguns vão fazer sentido para a sua forma de ver o mundo, outros não. Mas se você segue uma única linha coletivista que te fala tudo, isso pode ter uma grande probabilidade de erro, não faz sentido todas as ideias de alguém serem totalmente de acordo com as suas, o mínimo de raciocínio a gente já pode entender sobre isso. Pra deixar uma ilustração mais clara exatamente do que a gente está falando aqui, eu poderia contar a história antes pra depois trazer o conceito, mas eu preferi falar do conceito porque agora a gente tem mais referência para analisar melhor a história. Aí tem um outro ponto, também, que quem não assistiu a esse filme e quer ver pela primeira vez, pode parar o podcast agora e ouvir depois, a partir desse momento, porque agora a gente contar toda a história do Clube da Luta, que é um filme muito famoso, vou falar detalhes sobre ele. Então se você quiser assistir o Clube da Luta pela primeira vez sem saber da história, pare o podcast agora, se você já viu esse filme, eu sugiro que ouça mesmo assim por que a gente vai ver pontos que você não tenha percebido e, também, se mesmo que você tenha visto é interessante depois dessa análise você rever o filme porque é um filme brilhante, com sacadas brilhantes que nos ensina muito sobre a vida, de como a gente segue coisas que não são nossas. O Clube da Luta é um filme bastante famoso no mundo do cinema, ele é muito respeitado como um filme que fez várias inovações, mas no Brasil, especialmente no cinema, ele não fez sucesso porque quando ele foi lançado teve um tiroteio no Shopping Morumbi, não sei exatamente a data, (talvez em 2000) mas naquele ano teve um tiroteio durante a exibição de filme e atirou e matou várias pessoas, uma tragédia aqui em São Paulo. Isso acabou afastando as pessoas desse filme, eu mesmo, depois de ver o atentando eu não vi, só vi depois em DVD. Mas desde a primeira vez que assisti ele já entrou na lista dos meus filmes preferidos, vi como uma ideia brilhante porque foi um filme que quando eu terminei eu pensei “quem de fato sou eu?” eu poderia dizer que foi o filme que mais gerou esse tipo de questionamento, de impacto em que foi qual é a minha real construção? Apesar de eu ser bem novo na época, eu lembro que aquilo reverberou, eu fui dormir com a sensação de quando o filme terminou, porque ele termina com um impacto muito grande, o final é muito forte. Esse filme é adaptado de um livro de um escritor americano chamado Chuck Palahniuk, ele é bem reverenciado no mundo literário, os escritores gostam muito da obra dele. Eu vou deixar um podcast como referência que é sobre um outro assunto que é a Jornada do Herói, que eu estou estudando agora par um outro curso que eu estou produzindo e, nesse podcast, eles falam sobre o obra do Palahniuk porque é uma obra que contradiz a linha do herói. Mas voltando ao Clube da Luta, o filme foi escrito por esse escritor brilhante, e filmado pelo David Fincher, de Seven, ele produziu também o filme sobre o Facebook, O Curioso caso de Benjamim Button, ele é o diretor d House of Cards, então é um diretor que na época o Seven já tinha saído, então ele já tinha uma certa fama, nunca ganhou o Oscar, mas é um diretor super famoso e tem uma obra que mostra muita construção e vale a pena ser vista. O filme começa, a primeira cena, pra quem não lembra exatamente, eu assisti agora recentemente na casa da minha tia, ela disse que nunca tinha assistido e eu fiquei com uma certa inveja, porque eu queria estar assistindo ao Clube da Luta pela primeira vez, depois que eu vi pela primeira vez eu alguns trechos do filme, mas não tinha assistido ao filme inteiro pela primeira vez. Como é um filme de memória e de mudança de personalidade, ele só fica interessante quando você vê pela primeira vez, como no caso de Os Suspeitos ou daquele outro do menino que vê os mortos, sãos filmes que quando você vê pela segunda vez ele ficam mais interessantes, porque você passa a entender a perspectiva de um outro ponto de vista agora que você já sabe o final. Então vale a pena assistir, eu indico muito, porque o filme é de uma sabedoria para o nosso envolvimento com o grupo e entendimento de ideias coletivistas fantástico. A primeira cena do filme é ele nos prédios, a noite, e ele está preparando para explodir os prédios e ai ele fala isso tudo aconteceu por causa da Marla, aí você se pergunta por que pela Marla? Bom, aí começa a história desde o começo, ele era um rapaz que tinha sido abandonado pelo pai, ele não demonstrava mas isso afetava muito ele, e ele era muito consumista, ele queria ter todas as coisas de lojas famosas, ele era um cara super metódico, super certinho, mas ele não ia até o ponto daquela dor dele, ele não investigava aquela dor daquela vida extremamente vazia e ele tentava resolver isso a partir de remédios porque ele não conseguia dormir, então ele tinha essa aflição. Só que quando ele retornou ao médico, este passou a negar os remédios, dizendo que não havia motivo para prescrição, à medida que ele não tinha dor, pelo contrário, tinha um emprego estável e coisas maravilhosas que todo mundo quer e se ele queria saber, de fato, quem tinha dor de verdade, poderia a ir uma reunião de homens com câncer de próstata. Ele vai por curiosidade, e ali tem outras pessoas que se confessam em exercícios, se abraçam e externalizam o que estão sentindo. Então ele entra numa catarse emocional, e põem pra fora toda a angústia, ele se libera, deixa vir à tona um pouco aquela dor e dorme como nunca tivesse dormido, então ele conclui que a solução para dormir é ir a esses encontros e chorar compulsivamente. Então ele começa a ir ao todo tipo de encontro, homens câncer, caras que não tem grana, viciados em sexo, ele passa a ir a esses encontros para chorar e poder dormir. Só que aparece uma menina, que é o arquétipo da maluca, a Marla, que acabou sendo namorada dele, quando ela chega aos encontros ele percebe que ela é uma farsa, exatamente igual a ele, e isso o deixa constrangido e ele não consegue mais colocar pra fora as angústias dele porque é como se alguém tivesse vendo a farsa. Ele não está colocando de forma legitima, ele está mascarando com um outro sofrimento e deixando a dor vir à tona. A Marla obstrui isso, o que o deixa maluco porque ele passa a não ir mais aos encontros e passa a não dormir mais uma vez. Quando a gente dorme, a gente dá um tempo para o nosso consciente se reorganizar e a gente dá também uma possibilidade de receber informações do nosso inconsciente, essa informação não pode vir a tona, de uma só vez, as informações do consciente devem ser trabalhadas e sendo liberadas gradualmente. No podcast passado eu falei sobre o curso do Roberto que eu estava editando, e eu vou fazer uma referência ao curso dele porque ele conta uma passagem muito interessante lá que é sobre esse retiros de um final de semana, e ele fala que o problema disso é justamente porque funciona ficar um tempo externalizando aquilo, botando pra fora, fazendo dança, liberando, fazendo uma hora de respiração, duras horas de meditação, coisa que você nunca fez antes e , de alguma forma, você traz coisas do inconsciente. Ok! Isso é bom e a gente não pode reprimir essa informação que a gente tem no subconsciente, mas a forma de a gente trazer, sem nenhum filtro, sem nada, ela pode ser bem prejudicial. Então você tem esse caso, de utilização de drogas, as drogas mais alucinógenas pode deixar a psiquê confusa e a pessoa a partir disso ter problemas psicológicos porque vem muita informação de uma vez só. Aí ele fala desses encontros, que informação de uma vez só, e que muitas pessoas acabam tendo consequências desastrosas porque veio muita coisa e, as vezes, ela não queria e o Roberto menciona no curso que o próprio Freud no final da vida falou que “tem coisas que é melhor deixar ali”. No filme, quando você já conhece a história, quando você vê a segunda vez, você começa a entender que quando você não dorme, você começa a trazer muita informação do subconsciente e começa a confundir a sua psiquê. O sono é a parte muito importante para a saúde mental, porque você dorme você reorganiza os seus pensamentos, você libera esse tipo de informação que tem que vir de forma filtrada, você não recebe tudo de uma vez. O narrador na verdade não tem nome – o personagem do Edward Norton é o narrador –, então ele começa a trazer tanta informação dentro do psiquismo dele que ele passa a ser outra pessoa, Tyler Durden, que é o personagem do Brad Pitt, um cara justamente o oposto dele. Então ele sempre tem diálogos em que o Tyler fala “Eu sou o que você queria ser”, então ele coloca todas as “podreiras” que o narrador, de repente, queria fazer: ele trabalha como garçom e faz xixi no prato dos ricos; ele recorta frames, corta na película um pênis, para as pessoas receberem aquele tipo de mensagem sem filtro, porque aquilo é tão rápido que ninguém vê, ele faz todo o tipo de coisa fora do padrão social que eventualmente o narrador queria fazer, mas que ele não conseguia por pra fora e aí ele acabava sendo uma outra pessoa que é o “certinho”. De fato o Tyler é a personalidade real dele ou ele é aquele cara certinho, porque o Tyler traz vários tipos de problemas pra ele, ele sendo dessa forma traz vários tipos de problemas que começam justamente nesse período que ele não tá conseguindo dormir e o Tyler toma conta dele e funda um clube de luta, a ideia do clube era lutar, colocar a sua energia pra fora, ninguém estava ali para se matar ou se machucar, as pessoas estava ali para externalizar as suas angústias, as suas tensões na forma da luta. E aí aquilo passa a ser muito bom para todo mundo que passa pela experiência que passa a ter gratidão pelo fundador, pelo Tyler, e aí dentro do movimento deixava as pessoas mais descontraídas, vivendo uma vida melhor (ele fala, inclusive que como ele passava por dificuldade na luta, o dia a dia do trabalho dele era muito simples porque a luta era difícil) e deram muita voz pra ele, Tyler. Aí surge as ideias coletivistas, porque o Tyler a partir do momento que ele libera a tensão das pessoas, elas passam a admirá-lo e a segui-lo mais ativos no clube da luta, passaram a seguir todas a ideias dele e ele tinha ideias absolutamente malucas. Ele fundou uma seita na casa dele e as pessoas ficavam trabalhando lá e produzindo sabões (ele sabia a fórmula do sabão – eles roubavam gordura das pessoas e produziam um sabão de melhor qualidade) com isso eles começaram a ter mais dinheiro e poder fazer essas loucuras do Tyler cada vez mais, chegando ao ponto de planejar a destruição de todo o sistema financeiro do mundo porque eles queriam destruir as máquinas e os prédios das principais operadoras de cartão e daí aquilo iria dar um bug no mundo. Com essa ideia por trás que ele tinha, que estava resolvendo a vida das pessoas, elas começaram a aceitar tudo o eu ele dizia sem nenhum tipo de questionamento. Então, o grupo tinha algo de repetição, eles repetiam ideias sem questionar, qualquer coisa que o Tyler dizia virava um mantra que ficava sendo repetido pelas pessoas lá de dentro como se fosse a maior verdade, todos falavam aquela mesma verdade e elas eram as verdades do próprio Tyler e aí você começa a perceber que projetos coletivistas sempre partem do objetivo do líder. Chega um momento que o Tyler quer ser demitido do trabalho e ele sabe que para isso acontecer ele precisa apanhar do chefe dele, mas ele sabe que isso não vai acontecer, então chega o ao grupo e diz a ele que todos precisam arranjar uma briga (no filme a ideia é interessante, ele fala de como as pessoas evitam brigas e isso é muito bacana porque as pessoas entendem que ninguém merece ser agredido, então faz-se um pacto por alguns direitos que são de todos, por exemplo, cumprir coisas de um contrato, falar a verdade, isso é um pacto social, todos aceitam e é um direito de todo mundo, isso não é um da ideia coletivista, é um direito de todo o ser humano: não ser agredido, cumprir as suas promessas e seus acordos, não roubar e ser roubado – existem direitos que são naturais, mas existem ideias que não são de todos que esses movimentos coletivistas acabam empurrando como algo bom pra todo mundo) então como o Tyler precisava ser demitido ele inventou isso, todos tentam arranjar uma briga, aí ele vai até o chefe e ele vai até o chefe e se automutila, começa a se dar soco e tudo o mais, mas era uma vontade dele e ele  transfere para o grupo. E chega um momento que o narrador percebe o que está fazendo, especialmente quando um amigo morre, o primeiro amigo que ele chora abraçado, não me lembro o nome dele agora, mas é um obeso, que fazia fisiculturismo e ficou com peitos enormes devido ao uso de anabolizantes, este foi um dos primeiros caras que começou a trabalhar na seita do sabão, ele toma um tiro. E o personagem do Edward Norton chega e vê as pessoas trabalhando e fazendo algo normal, empacotando o cara porque ele está morto, e ele fala “cara, o que eu vocês estão fazendo?”, eles respondem “ele estava participando de uma operação e morreu”, “mas ele é um ser humano” porque ele está se dando conta de que aquele inconsciente dele, que era o Tyler, estava fazendo. Então, como eu falei, botar tudo pra fora não é necessariamente uma coisa boa, mas a vida que ele vivia, angustiante de “certinho”, seguindo todas as normas da sociedade também não é, ele tinha que ter referencias diferentes pra essa construção pessoal do significado de vida. Eles mataram o cara, ele tomou um tiro de um policial, na verdade eles estavam botando ele num saco pra enterrar na casa e ele falou “isso não pode, ele era meu amigo” e eles falam pra ele “ninguém tem nome nas operações, senhor”, então você vê que esses processos coletivista não dá valor para o indivíduo, se de fato os coletivistas querem apoiar as minorias, como eles dizem, eles deveriam apoiar a menor minoria que é o indivíduo, se você tem os seus direitos naturais preservados, você não precisa de um outro direito, se você tem o direito à vida, o direito a sua felicidade pessoal, o direito aos seus bens, você não precisa de outros movimentos te protegendo, aqueles direitos bem protegidos eles já são suficientes para a sua felicidade, mas aqueles movimentos coletivistas falam “não vamos ter isso, aquilo mais”, a busca tem de ser da pessoa, ela que tem de busca o seu espaço , ela não pode dar pra outro essa possibilidade de construção, tanto de mérito quanto de satisfação pessoal, e ali e começa a perceber que esse movimento coletivista estava dando problemas, estava morrendo gente e as pessoas estavam tratando como algo normal, ele falava, não esse cara tem nome sim, o nome dele é John D, por exemplo, não me lembro o nome dele agora. E aí você vê que esse sistema de crenças simplifica as coisas, então os membros do clube não pararam pra pensar e falar “morreu um cara, será que isso não significa alguma coisa?”. Não, eles pegam e falam “na morte, os componentes passam a ter nome” e começam a repetir o nome dele como um mantra e ficam repetindo como se fosse uma verdade e se fosse algo inquestionável. Como eu disse a verdade só é inquestionável pra cada um, vindo do outro ela é em parte verdade ou não, a gente tem que aceitar que sempre as coisas podem estar erradas, se a gente parte desse pressuposto que é um pressuposto cientifico, as coisas podem estar erradas, eu estou provando cientificamente, mas pode estar errado, assim como eu estou falando tudo isso aqui, mas pode estar errado, porque pode ser que todos os seus valores casem realmente com o grupo, isso pode acontecer, pensa que a probabilidade é muito pequena, porque cada pessoa constrói a sua vida e seus valores pessoas, vai gostar de determinadas pessoas ou não, tem um grupo que tem determinado comportamento, a cara é perfeita alinha certinho com você, pode ser,  mas isso também tem chance de estar errado. Então como eu estou falando aqui que a construção tem que ser de diferentes referências eu posso estar errado nisso porque pode ser que você tem uma única referência a vida inteira e vive bem, sempre tem uma possibilidade de erro, a gente que aceitar isso e por isso que vale a pena refletir pensando no outro lado. No caso do Clube da Luta ele agia de duas formas, a própria Marla: ele tinha um desejo sexual por ela ele transava muito com ela quando ele era o Tyler, com vinha a vontade do inconsciente, aquele tesão, quando o sexo acabava ele voltava a ser o narrador, o Edward Norton e ele nem queria falar com ela, como um não sabia do outro, ele só acabava sabendo no final, ele não entendia quando ela tratava ele mal, para ele, ele estava sendo ele mesmo, que não tinha nenhuma relação com ela, mas pra Marla ele era o Tyler, com quem acabara de transar loucamente. Ele era duas pessoas em dois momentos diferentes. Então o Edward Norton começa a se conscientizar do processo todo, e vai atrás e descobre que fez operações em várias cidades, então quando ele achava que ele estava dormindo ele estava nas operações em vária cidades como Tyler Durden, ele tenta desfazer as coisas que o Tyler fez, mas as pessoas não deixam, não aceitam a mudança de ideia “não cara, você mesmo falou que ia mudar de ideia, mas não pode mudar de ideia, então a gente vai cortar o seu saco”, ele dá mesmo essa real pra eles. Então a pergunta que fica no final é: será que o Tyler é a real natureza do narrador, será que o Tyler é de fato o que o Edward Norton deveria ser? Eu acho que não, porque quando, no final, ele dá um tiro na boca o Tyler morre, o que demonstra que o Tyler não era ele, sua real identidade, porque se não essa identidade que ficaria, ela sobreviveria. E quem fica é um cara mais equilibrado, um cara que deixou algumas coisas virem à tona e também não seguiram totalmente o sistema, só que aí é tarde, ele já se deu um tiro na cabeça e a obra está construída assim, na verdade a grande merda (a palavra certa é essa) oi feita e os prédios acabam caindo, uma loucura dele porque ele era tão contra o sistema porque a vida dele era baseada naquilo, ele simplesmente  seguia o sistema, então ele criou uma revolta grande em cima disso e ele quis destruí-lo. Só que o sistema era ruim pra ele porque ele via o sistema de forma equivocada, o sistema não era ruim pra todo mundo, ele não tinha o direito de romper e querer destruir totalmente o sistema e usar um monte de pessoas dentro da sua ideia de revolução porque ele não gostava do sistema, porque ele não se adequava ao que estava imperando e que era bom pra muita gente, o sistema que dava liberdade de consumo para um monte de gente. Então aí fica essa questão, vejam o filme, a minha dica é essa e pra finalizar, agora eu comecei a comentar sobre as músicas, essa música como eu tinha planejado essa música para esse podcast eu já até deixei na playlist do podcast, então quem quiser ir lá consultar, é só ir lá, é a última música chamada Leningrado e porque eu escolhi essa música? Ela é de um compositor bastante conhecido no meio musical chamado Shostakovich, ele foi muito grande na época dele, mas ele foi um cara que ficou muito tempo preso no regime comunista, ele não conseguiu sair como outros (Prokofiev; Rachmaninoff; Stravinski, que foi pra França), ele ficou preso no sistema, mas ele ficou ali lutando contra esse sistema que era coletivista que entendia que todos os indivíduos serviam para o estado, um estado que ia resolver o problema das diferenças sociais e tudo o mais, e o Shostakovich ficou preso lá e tentando lutar com isso com a sua música. Leningrado foi bastante criticado na época, porque ela arrebatava as plateias, por onde ela passava ela levava um monte de gente para os concertos, ela fez um renascimento da música porque a música estava num período chato, experimentais com músicas atonais e, por conta disso, por Shostakovich fazer muito sucesso e tocar o público, o povão, na época ele foi considerado um charlatão porque não estava seguindo essa tendência revolucionaria de músicas atonais e tudo o mais. Mas, hoje em dia, tem pesquisadores como Leandro Oliveira, que é um grande pesquisador de música erudita, que considera o Shostakovich o maior e mais influente compositor do século XX, e é um período que tem bastante talento a gente tem o Mahler, tem o Strauss, tem o Sibelius, o Stavinski, que eu mencionei antes, tem o Gershwin, que é um americano que fazia música com jazz e música clássica, então tem muita gente boa e ele considera Shostakovich o melhor porque, de fato, ele tem uma obra forte, e essa música foi feita com o intuito de movimentar o povo mesmo, de fazer uma marcha para a libertação ela, inclusive foi chamada de “O Grito de Libertação” e o Shostakovich deixou uma palavra sobre essa música, ele deixou escrito o seguinte: “A peça não deve ser entendida contra as forças opressoras alemãs, mas contra todas as forças opressoras do mundo”” A música se chama Leningrado que também é um campo de batalha muito grande da Segunda Guerra e agora vou deixar com você o que é mais importante que é ouvi-la. Uma boa semana a todos, a atividade desta semana é assisti ao filme, pensar com a sua própria cabeça e tomar suas decisões, se quiser deixar algum comentário sobre o que você achou do filme, deixe o seu comentário aqui.

Filosofia do Yoga | 4 nov 2020 | Daniel De Nardi

Ganesha e Skanda – quem vale mais?

Ganesha e Skanda, filhos de Shiva. Um dia, os dois filhos de Shiva fizeram uma aposta que quem desse a volta ao mundo mais rápido seria o favorito dos pais. Veja o que aconteceu. https://youtu.be/_ba0xE8ygJI    

Podcasts de yoga
Filosofia do Yoga | 10 out 2020 | Daniel De Nardi

Reflexões de um YogIN Contemporâneo – série de podcasts Yoga pro seu dia a dia

Podcasts de Yoga para o seu dia a dia. O YogIN App tem uma série de podcasts semanais que trazem os ensinamentos do Yoga analisados numa visão contemporânea. Se você não sabe como acessar um podcast, nós fizemos um vídeo que vai ajudar o entendimento. O podcast nos ajuda a não perder tempo e aprender enquanto estamos no trânsito ou eu outra espera inútil. Experimente acessar nosso canal e conhecer melhor a série Reflexões de um YogIN Contemporâneo.