Sapiens, comentando uma breve História – Revolução Agrícola – Podcast #78

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Podcast de Yoga | 10 fev 2021 | Daniel De Nardi


Revolução Agrícola.

No 2º episódio da série Sapiens, falaremos da Revolução Agrícola, mudanças no estilo de vida dos humanos fizeram com que ele mudasse completamente todo o habitat em que permanecia. Mudamos a estrutura dos ecossistemas e passamos a atuar cade fez mais no comportamento da fauna e da flora para nossos benefícios.

 

 

 

Göbekli Tepe é considerada a cidade mais antiga do mundo. Situada na Turquia, esse centro reuniu centenas de sumérios que cultivavam trigo e outras plantas. Estima-se que Göbekli Tepe tenha surgido em 9500 A.C.

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https://yoginapp.com/sapiens-comentando-uma-breve-historia-revolucao-cognitiva-podcast-77

 

 

 

Revolução Agrícola

 

05 A Maior Fraude da História

Neste episódio trataremos da Revolução agrícola, que o autor considera a maior fraude da História e nós entenderemos isso ao longo deste capítulo. O estilo de vida dos caçadores/coletores era muito ativo e repleto de riscos diários. Isso era vantajoso em alguns aspectos como a saúde, pois além de nos mantermos ativos, comíamos uma grande variedade de alimentos. Por outro lado, mudar constantemente de habitat dificultava a gestação.  

A facilidade de não precisar se esforçar para poder comer e não necessariamente a qualidade do alimento ou um melhor estilo de vida, foi o que fez com que o homem fosse ao longo dos anos trocando o estilo de vida coletor/caçador pelo sedentário.

A Revolução Agrícola começou há 11 mil anos, quando as pessoas começaram a trocar o risco da caça, pela facilidade de domesticar plantas e animais próximos a residências fixas. A evolução desse processo foi extremamente rápida se comparada às dezenas de milhares de anos que demoravam as modificações na Revolução Cognitiva. A aceleração com que cada movimento acontece foi aumentando muito ao longo do tempo e isso ficará nítido ao longo da série.

Até 3500 A.C (5500 anos atrás) todas as espécies de plantas e animais que nos interessavam haviam sido domesticadas.

Até hoje 90% das calorias que consumimos vem das mesmas plantas que foram cultivadas nessa época. Trigo, batata, cevada, arroz etc.

Há 18 mil anos durante uma época de aquecimento global, essa planta se desenvolveu muito na área do Oriente Médio. Quando os homens saiam para caçar e pegavam trigo, ele crescia próximo a aldeia. Quando queimavam as florestas, isso também favorecia o crescimento do trigo. Göbekli Tepe cidade de 9500 a.C. e centro do cultivo de uma das espécies de trigo. Quem mais se beneficiou com a Revolução Agrícola do ponto de vista evolucionista e individual foi o trigo. Animais cresceram em números mas se ferraram, ser humano cresceu em população mas ficou mais doente.

Apesar de parecer contra-intuitivo, havia mais violência entre os agricultores na Revolução Agrícola do que entre caçadores/coletores, pois tinha algo mais a proteger, suas propriedades. Havia melhor proteção contra predadores e contra o frio, mas para uma pessoa média a vida como agricultor era muito mais difícil do que como caçador/coletor. Até construírem os grandes Estados organizados.

A era agrícola possibilitou o crescimento da população, que vivia pior, mas cresceu muito mais que na Revolução Cognitiva.

Em 8500 A.C haviam centenas de aldeias no Oriente Médio como Jericó, em que os habitantes passavam a maior parte do tempo cultivando plantas domesticadas. As mulheres que quando caçadoras/coletoras tinham 1 filho a cada 4 anos, na Era Agrícola passaram a poder ter uma cada ano. A mortalidade infantil também cresceu muito nesse período, mas como o número de filhos feitos superava os perdidos, as mulher foram tendo um número cada vez maior de filhos.

Ele mostra que os homens não voltaram aos costumes anteriores porque a medida que a família crescia, ele tinha que trabalhar mais e assim se envolvia mais com o processo agrícola. Esse é o ponto mais delicado da argumentação de Harari, pois muita coisa que ele vai afirmar mais para frente está relacionado com essa ideia de que a Era Agrícola poderia estar sendo pior para o ser humano, mas ele já estava tão envolvido nela que não havia mais como retornar. Hoje em dia ninguém cogita voltar a ter hábitos caçadores para ter uma vida melhor e sim, trabalhar mais duro no sistema que já existe.

Surgiram tribos de pastores, que cultivavam animais o que não era tão normal quanto cultivar o campo. Algumas espécies como vacas, ovelhas, porcos e galinhas cresceram muito no período agrícola. No ponto de vista evolucionista, foi uma época próspera para eles e para os humanos, mas será que individualmente isso é verdade?

 

06 Construindo Pirâmides

Agricultura fez a população crescer tão rápido que se tornou impossível voltar ao sistema antigo de caça e coleta. Em 10.000 A.C. a Terra tinha entre 5 e 8 milhões de coletores/caçadores. No século I D.C. tinha apenas 1 a 2 milhões contra 250 milhões de agricultores em todo o Mundo.

As pessoas passaram a desenvolver a cidade alterando completamente o habitat e valorizar muito sua casa e não o ambiente como um todo. Isso tornou o ser humano muito mais egocêntrico. O futuro também passou a ser muito mais importante durante a Revolução Agrícola, pois as plantações são sempre planejadas em forma de estações. Os camponeses tentavam acumular ao máximo pois sabiam que sempre vinha uma safra ruim, então tinham que estar estocados ou morreriam.

Durante a Revolução Agrícola, 90% das pessoas dedicaram suas vidas às funções agrícolas, porém o excedente de alimentos produzido acabava destinando-se a uma elite de políticos, soldados, sacerdotes, pensadores, artistas que foram os responsáveis por registrar e fazer parte dos principais fatos da História.

As mudanças produzidas nesse período, como grandes cidades e impérios, só foram possíveis porque a grande maioria da população trabalhava de sol a sol para manter as lavouras funcionando. Foram os excedentes produzidos pelos camponeses que permitiram que as pessoas se reunisse em aldeias cada vez maiores que deram origem às cidades e reinados. O fato de todos terem o que comer não significava que os conflitos entres os indivíduos não existissem. A transição de pequenos grupos de caçadores até milhares de pessoas numa cidade foi bastante rápida e não fez com que o ser humano desenvolvesse um senso de cooperação em comum.

Grupos mais complexos exigiam mitos mais elaborados como divindades, Estado e Leis, tudo isso parte do mundo imaginário.

Em 3000 A.C. próximo ao Rio Nilo, houve a primeiro unificação de um império que cobria milhares de quilômetros e abarcava centenas de milhares de pessoas. Depois outros impérios foram ainda maiores como o babilônico, sírio, chinês e romano todos esses passaram de 1 milhão de súditos. Esses impérios foram fundados em cima de grandes ordens imaginárias. Mitos compartilhados que faziam as pessoas seguirem e agirem de determinada forma.

3500 A.C – Código de Hamurabi – era um exemplo de justiça para época. As leis ditadas pelo Imperador determinavam que se alguém matasse a filha de outrem, sua filha também deveria ser morta. O fato de uma criança ser punida com a própria vida por um ato que não fez, apesar de hoje soar estúpido, parecia ser a atitude mais justa a ser tomada. O código era vistos pelos sábios de outros reinados da época como um exemplo de evolução intelectual. Leis que classificavam os homens entre inferiores e superiores era a forma mais justa, segundo Hamurabi, de não prejudicar nenhum cidadão.

1776 D.C. – Declaração de independência dos Estados Unidos. Moradores de 13 colônias britânicas. Achavam que o Rei da Inglaterra os tratava injustamente. Então, no dia 4 de julho de 1776 na cidade de Filadélfia escreveram um dos textos mais influentes da História. “Todos são iguais e têm direito à vida, à liberdade e a busca pela felicidade.”  Só que alguns dos founders fathers, os pais criadores da América eram donos de escravos e não viam incoerência entre declarar liberdade a todos os indivíduos e manter negros escravizados.

É fácil moralizar esses julgamentos do momentos atual, no entanto podemos estar cometendo esses mesmos tipos de incoerências sem que percebamos, pois o conceito de justiça, muda no decorrer dos tempos.  

Os dois tratados procuraram ser o mais justos possíveis dentro da visão no seu tempo. Só que a justiça, só existe dentro de normas criadas pelos Sapiens. Na vida natural, não existe justiça. Crer nessas realidades imaginárias nos ajuda a cooperar e tentar atuar para uma realidade mais justa, mas nos mecanismos físicos da vida, não há igualdades. Só que as ordens imaginadas são os mitos atuais, a única forma que um grande número de pessoas conseguirá atuar de forma conjunta e minimamente ordenada.

As ordens imaginárias são frágeis e podem deixar de existir a partir do momento que as pessoas deixam de acreditar nela. Legisladores, juízes e tribunais trabalham para que a ordem imaginária se mantenha viva, mas no fundo ela não passa de imaginação.

É necessário certo grau de violência e coação para manter a ordem imaginária, mas ela não se sustenta apenas com a violência, que é a forma mais difícil de organizar os homens. O que mantém mesmo essa ordem são os verdadeiros crentes.

Por que é tão difícil perceber que estamos incrustados numa realidade imaginária?

  1. Porque ela está enlaçada com o mundo material.

Individualismo atualmente é um grande valor. Se alguém recebe bullying os pais e professores dizem para a criança não se importar e que somente cada pessoa conhece o seu valor. Esse crença é transferida para a arquitetura sendo que hoje em dia as crianças já nascem com seu quarto próprio e isolado. Uma habitação privada e individualizada.

Na Idade Média, o valor de alguém era determinado pela sua posição social e pelo que as outras pessoas falavam de você. Os nobres ensinavam seus filhos a defender o nome a qualquer preço. Castelos não tinham habitação privadas ou porta s fechadas que seus pais não podiam abrir. Dormiam em sala com muitos outros jovens e cresciam com a certeza que o que importava na vida eram as opiniões dos outros sobre você e seu grau na hierarquia social.  

 

  1. Todos nascemos em ordens imaginárias já existentes e nossos desejos são determinados por essas ideias. Atualmente existe o mito de que para se desenvolver temos que ter o máximo de experiências possíveis. Isso criou uma “necessidade” de viagens ao exterior e as atividades mais variadas. Aqui ele cita novamente o Yoga como uma opção para experiências diferentes que as pessoas sentem necessidade de fazer.

 

  1. A ordem imaginada inter subjetivo. Um fenômeno objetivo acontecem independente das crenças humanas. Radioatividade acontece mesmo que a descobridora não acredite Marie Curie.  

Subjetivo – algo que só existe na cabeça de um único indivíduo, como o amigo imaginário de uma criança.
Inter-subjetivo acontece na cabeça, mas de várias pessoas o que faz o fenômeno parecer mais real, pois está sendo observado por outras testemunhas.  Se um indivíduo para de acreditar nisso, o fenômeno continua existindo. Não são brincadeiras ou charadas, são realidades diferentes que exercem forte impacto sobre a realidade objetiva. A Peugeot não existe porque o diretor acredita nela, se ele deixar de acreditar será substituído e os investidores, funcionários e sociedade continuarão acreditando. O mesmo acontece com o dólar, os Estados Unidos, os direitos humanos e não há um único indivíduo capaz de ameaçar sua existência.

Para destruir uma realidade imaginária você precisa reunir um grande grupo de pessoas que por sua vez também precisarão acreditar em mitos de outra realidade imaginária para agir dessa forma. Quem pode destruir a Peugeot? Uma realidade imaginária maior que a empresa – as leis francesas. Quem pode destruir as leis francesas, o Estado francês. Então por mais que se liberte de uma realidade imaginária adentra-se a outra ainda mais abrangente. É como se a saída da prisão fosse apenas a saída do pátio de uma prisão maior.

 

07 Sobrecarga de memória

Os cachorros não precisam saber regras para brincarem, mesmo que violentamente. Essas regras assim como o funcionamento de uma colméia, já tem introjetado como os espécimes devem se comportar nessas situações. Já o homem, não tem em sua genética a informação para instintivamente jogar futebol. Isso só é possível porque todos conhecem as regras, elas são imaginárias, mas são regras simples e qualquer um pode guardar. Já as regras de funcionamento de uma sociedade são impossíveis de serem guardadas por um único indivíduo. Por isso existe a burocracia estatal para guardar e garantir todas essas regras.

Os agrupamentos cada vez maiores passaram a exigir cada vez mais dados (transações, registros, informações, estudos) que antes eram desnecessários aos coletores. No início, os profissionais da memória conseguiam fazer esse trabalho, mas guardar informação apenas no cérebro dos humanos não é eficaz.

Em 3000 A.C. os sumérios, um povo do sul da Mesopotâmia, desenvolveu um sistema para armazenar dados fora do seu cérebro, as Escrituras. Um método de armazenar informações mediante signos materiais. Usavam um sistema numérico de base 6 e 10. Outros signos representavam animais, construções e aspectos da natureza. As primeiras gravações só registravam as informações essenciais. Como dívidas, pagamento de impostos e informações comerciais.

Os Incas, um império de 10 milhões de pessoas por toda o continente americano também usavam uma linguagem parcial, como a matemática e as notas musicais e não sentiram necessidade de evoluir a comunicação. Usavam os Quipus, um sistema de dados armazenados em nós de lã. O sistema era tão eficiente que foi usado pelos espanhóis quando colonizaram a América.

Em 2500A.C., os Mesopotâmios começaram a escrever algo que não era apenas os dados matemáticos. Essas linguagens chamadas coniformes apareceram também em vários outros locais do planeta. São linguagens completas que conseguem expressar ideias.

Fala de várias escrituras, inclusive o Mahabharata que eram parte da tradição oral e teriam sido preservadas mesmo que a linguagem não fosse inventada. Só que as informações mais importantes eram registradas pela linguagem parcial dos números.     

Os números arábicos, que foram inventados pelos indianos no século IX são a linguagem mais usada no mundo. Em seguida o código binário.

 

08 Não existe justiça na história

Aqui ele fala da crença de que tudo nasceu do purusha e que as castas eram frutos de vontades divinas. Fala das 4 castas sendo que os brahmanes , sacerdotes teriam nascido da boca. Os kshatriyas, guerreiros, dos seus braços. Os Vaishyas, camponeses e comerciantes dos os suas coxas e shudryas das pernas.

Vimos sobre o conceito de castas no episódio #62 da série Reflexões.

As leis e normas é que acabam determinando a hierarquia da sociedade. Todas as sociedades complexas criam discriminação e preconceitos.

Fala da discriminação que os negros sofrem nos Estados Unidos e agora que a mulher sempre teve menos direitos nas sociedade.

Divisão entre sexo e gênero.

Patriarcalismo se perpetua: a) homens são mais fortes fisicamente b) homens são mais violentos

Por outro lado, chefes de crimes organizados nunca são os mais fortes e nem os mais violentos.

No próximo episódio falaremos como os Homo Sapiens se espalharam pelo mundo.

 


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Daniel De Nardi>

Daniel De Nardi

Sou Professor de Yoga há mais de 25 anos certificado pelo Yoga Alliance E-RYT 500, reconhecida como uma marca registrada de treinamento de Yoga de alta qualidade, seguro, acessível e equitativo. Também sou o fundador do YogIN App Escola de Yoga Online que se divide em: YogIN App Studio - Aulas de Yoga Online YogIN App Academy - Cursos de Yoga Online Tenho interesse no estudo do Yoga e das raízes dessa Filosofia Milenar. Sou autor dos livros: Asana: Posturas do Yoga Como o Conhecimento Liberta do Sofrimento Sámkhya: Ancestral Filosofia Moderna O Yoga do Autoconhecimento As origens do Yoga e da Meditação Pra que Meditar? Como Funciona a Meditação O Yoga e o Stress Produzo a série de podcasts "Reflexões de um YogIN Contemporâneo" do YogIN Cast, o canal de podcasts de Yoga mais acessado do Brasil. Instagram: @reflexoesdeumyogin

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