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O CORONAVÍRUS SERÁ EXTERMINADO PELA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

o corona virus sera exterminado pela inteligencia artificial

O CORONAVÍRUS SERÁ EXTERMINADO PELA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL – Podcast –

Minha convicção de que encontraremos a cura para o COVID19, doença produzida pelo Coronavírus., é de 100%.

Neste episódio, explico meu otimismo para a solução da pandemia e explico também porque acho que isso não vai demorar muito a accontecer e que a solução provavelmente virá da China.

 

 

 

O CORONAVÍRUS SERÁ EXTERMINADO PELA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

 

  • Estou gravando esse podcast no sábados, 14 de março. Nesta semana, a Organização Mundial de Saúde determinou que o coronavírus tornou-se uma pandemia global. Mercados responderam com nervosismo a Bolsa de Valores brasileira teve o circuit breaker, sistema de proteção que trava as negociações por 30 minutos e é acionado quando a desvalorização do Índice Bovespa cai mais de 10%. Isso é muito raro e só tinha acontecido poucas vezes na História como no crash de 1929 e no colapso financeiro de 2008. A economia deve sofrer fortes impactos negativos nos próximos anos. 

  • Mas se você abriu esse podcast para ouvir esse notícia, SIM, A RAÇA HUMANA conseguirá exterminar o Coronavírus.  Apesar do pânico geral, minha convicção pessoal sobre a cura para o coronavírus é de 100%. Ao longo desse episódio vou explicar porque acho que isso não demorará muito e porque acredito que a solução virá da China. 

  • Hoje, música de esperança, Rachmaninov, com a serenata em G menor, opus 19.

  • Eu concordo, está chato viver nessa época, agora mesmo eu estava pedalando e só de eu ficar um pouco cansado minha mente já criou uma história que eu estava em risco de vida. Só que crises sempre vão acontecer. Vez por outra, a humanidade inteira tem que se juntar para resolver um problema comum que afeta a todos. A última vez que isso tinha acontecido foi há 12 anos, em 2008, quando o sistema de financiamento de casas dos Estados Unidos e Europa quebraram e colocaram todos os mercados em recessão. Os Estados Unidos chegaram a ter mais de 10% de desempregados.

  • Recentemente gravei uma série – O Futuro da Inteligência Artificial – em três episódios, se você não ouviu, sugiro que ouça os 3 episódios antes de ouvir o de hoje, pois vou justificar minhas convicções baseado nos livros explorados na série.

  • O 1* autor da série foi Yuval Noah Harari especialmente pelo seu livro Homo Deus. Neste livro, Harari fala que os maiores devastadores de vidas humanas já não são mais risco para a sociedade atual. Os 3 perigos que a humanidade tinham eram: 1. Fome – Há 200 anos, em 1820, mais de 90% da população vivia na miséria como você pode ver no gráfico no post do blog ou no Instagram do podcast. Hoje esse número é menor que 3%. Em alguns anos, a fome não será mais um problema que encurta a vida das pessoas. 

 

  

 

  1. Guerras: As Guerras também não são mais uma grande causa de mortes no mundo se comparado com décadas passadas. Na prática, as guerras tornaram-se caras e com impacto eleitoral sempre negativo. Depois que democracias liberais compreenderam que a paz permite o fluxo do comércio entre os países, o assunto Guerra não assusta mais como fazia há apenas 100 anos atrás.  

 

  1. Epidemias: Bom, mas e agora? Estamos indo para trás na História?

Nesse caso Harari conta a história da Peste Negra, que em 10 anos (1343-1353) matou mais de 200 milhões de pessoas. 

Naquela época, ninguém sabia explicar porque aquilo estava acontecendo. A proliferação não era tão rápida, pois os meios de transporte eram inacessíveis, mas como não havia informação para conter a pandemia ninguém sabia como agir para evitar o contágio. As pessoas pensavam ser um castigo divino. Reuniam-se nas Igrejas para pedir perdão e infectavam-se mais.

Apesar de hoje termos mais capacidade de espalhar um vírus pelo planeta, a capacidade de difundir informações acaba superando o risco de um contágio tão grande quanto nas pandemias passadas.

Eu acredito que esse seja o primeiro fator que ajudará a controlar o coronavírus. A China foi a mais prejudicada por ter menos informações sobre o problema. Quando o corona chegou na Itália, seus efeitos foram de certa forma ignorados e a contaminação também escalou. A tendência é que a partir de agora, como as pessoas já tem mais informações, a proliferação do vírus será menor. Tenho ciência de que o vírus pode causar caos nos sistema de atendimento médico e ceifar a vida de muita gente, mas o ponto que quero defender nesse podcast é a CURA FINAL PARA O CORONAVÍRUS.

  • Quando isso vai acontecer é impossível de prever por causa de um um problema exposto por Nick Bostrom, autor do 2* episódio da série – O Futuro da Inteligência Artificial – ao tratar do tempo que demoraremos para alcançar um nível de alto de A.I. (como é chamada tecnicamente a Inteligência Artificial) Hornby expõe um problema da programação de códigos que é encontrar no meio do caminho problemas que não eram previstos e que começam a demorar meses ou anos para serem resolvidos. Isso torna impossível precisão na previsão de desenvolvimento tecnológico, especialmente quando se trata de problemas que nunca foram resolvidos antes, como é o caso do corona. 
  • Entretanto, Bostrom apresenta no seu livro qual a capacidade computacional é necessária para escanear todas as informações de diferentes seres vivos. Atualmente, já temos a capacidade de fazer isso com um ameba, o ser vivo mais simples que existe. Os vírus são organismos bem mais complexos que as amebas e como possuem uma capacidade de mutação muito rápida, torna-se mais difícil encontrar o caminho para resolver o problema, no entanto, na visão de Bostrom, que eu concordo, resolver problemas causados por um vírus, é uma questão de quantidade de dados que precisarão ser processados para se chegar a solução.

  • Quem ouviu o 3* episódio da série com as ideias do programador Kai Fu Lee, entendeu que nenhum lugar do mundo possui tanta informação sendo processada do que a China. E é de lá que vem minha maior esperança e tenho motivos para isso.

  • 1* motivo – Quantidade de dados sobre a doença – a China é o local mais contaminado do mundo, onde o vírus surgiu e onde o governo não tem restrições para coletar informações sobre os pacientes.

  • 2* motivo – Há 5 empresas de tecnologia na China (GRUPO ALIBABA, XIAOMI, TENCENT, WEIBO e QIHOO 360) a redução da atividade na China está fazendo essas empresas perderem bilhões de dólares todos os dias. Essa perda estimula o investimento em pesquisas para resolver o problema do vírus. A Inteligência Artificial é capaz de fazer uma quantidade quase infinita de associações para se resolver problemas específicos. Quando o Ebola surgiu na década de 90, fizeram milhares de testes até chegar a conclusão que sangue de cavalo podia servir como parte da solução para a doença.
    Com a capacidade computacional que temos hoje, na qual é possível fazer milhões de simulações, o tempo que demoramos para chegar a substância do sangue do cavalo seria bem menor.
     
  • 3* motivo – Você conhece uma exposição mundialmente famosa chamada CORPOS? É uma exposição chinesa que percorre o mundo e apresenta corpos humanos em perfeito estado de conservação. É uma espécie de escultura com os cadáveres em perfeito estado. A identidade daquelas pessoas nunca foi revelada e dizem que são todos corpos de pessoas que discordaram do governo comunista.
    Kai Fu Lee mostra no seu livro, uma crença chinesa, que também acontece na Índia, ambos países extremamente populosos, nos quais, o indivíduo não tem o mesmo valor do que nos países ocidentais. Lee explica que o governo chinês não se importa em sacrificar algumas vidas para que muitas sejam beneficiadas, essa é inclusive uma premissa do comunismo. Sendo assim, a quantidade de testes em pessoas que já deve estar acontecendo na China deve ser enorme e eles não vão demorar muito para apresentar uma solução ao mundo.

  • Não pode-se descartar que a solução venha do Vale do Silício, onde as maiores startups de medicina estão localizadas. Os Estados Unidos sempre tema  favor de si, pesquisas de ponta e os melhores profissionais do mundo.

  • Há uma série no NetFlix chamada Seleção Artificial. Ela trata do biohacking. Que são milhares de pessoas que comprar materiais genéticos e programam os DNAs em suas casas ou pequenos laboratórios. Há chance da solução vir de uma dessas comunidades de biohacking que estão testando milhares de soluções todos os dias.

  • O que você pode fazer enquanto a cura para o corona não chega?

  • Questões básicas de higiene são a primeira e mais fácil precaução para o contágio e proliferação do vírus.

  • Mas vou contar um pouco do que aprendi para evitar doenças contagiosas.

  • Tenho que reconhecer que uma parte da minha saúde é consequência da educação dos meus pais que sempre exigiram que a gente comesse comida de verdade e nos colocaram para fazer muito esporte quando éramos crianças. Mas eu desenvolvi alguns hábitos que estão funcionando para me precaver de doenças e vou compartilhá-los com você. 
    Quando digo que tenho uma saúde de ferro é porque lembro da data da última vez que fiquei doente, foi do dia 3 ao dia 6 de junho de 2015. Já são quase 5 anos que eu não precisei parar um único dia de trabalhar ou de fazer as atividades dos finais de semana.

O motivo do problema de eu ter ficado doente em 2015 é justificável e é mais uma validação de que o que vou ensinar agora funciona.
        

  • O sistema imunológico é composto por todas as ferramentas que seu corpo possui para se defender de ataques de vírus e bactérias. Se o sistema imunológico está forte, mesmo que a pessoa contraia um vírus, o corpo conseguirá se livrar disso sem danos à saúde. No entanto, se o sistema imunológico está fraco, o invasor entra e destrói tudo. No caso, do coronavírus isso pode significar a morte, mas as informações que temos até hoje dizem que pessoas com sistema imunológico forte conseguiram livrar-se do vírus, como o caso do 1* brasileiro diagnosticado com o corona.

  • Quando decidi que iria completar um Ironman em 2013, comecei a entender que se eu ficasse doente por uma semana ou mesmo alguns dias, seria obrigado a parar todo treinamento e teria que voltar com ritmos mais leves e só depois de algumas semanas recuperaria o ritmo. Quando você treina para provas de resistência, chamadas de endurance, você leva seu corpo ao limite e baixa muito o sistema imunológico devido ao cansaço. Para se ter uma ideia disso, se você fizer um teste no final de um Ironman os atletas estão com o sistema imunológico mais fragilizados que pessoas com HIV positivo. Por isso, esses atletas são muito mais expostos a doenças que as pessoas normais, se não tiveram um nível quase neurótico de cuidados, não conseguirão evoluir no esporte, pois a evolução será sempre travada por interrupções de períodos de repouso por doença.

  • Foi assim que fui aprendendo o que torna o corpo suscetível à doenças.
        
  • Porque fiquei doente da última vez. Iron-Mentawai

  • Mas vamos as minhas dicas para manter seu sistema imunológico forte.

 

  • 1. Observação dos sinais – o corpo envia sinais de desconforto quando há algum problema para estourar. Esses sinais inicialmente são sutis e podem ser ignorados, o problema é que quando são ignorados demasiadamente o resultado é uma doença que impõe a paralisação total. Então, observe os sinais do seu corpo e respeite-os, eles tem muito a ensinar sobre você mesmo, ouça-os  

  • 2. Evite ficar cansado demais. Trabalho, festa e esporte.

  • 3. Não tenha vergonha de dormir sempre que tiver sono. Case RD dormitório.

  • 4. Não tenha receio de dizer não PARA compromisso. ou sair fora quando você não está se sentindo bem.

  • 5. Beba água, a desidratação tira recursos do sistema imunológico.

  • 6. Sempre leve mais agasalho do que você acha que precisa. A exposição ao frio, faz o corpo gastar muita energia para manter a temperatura e enfraquece o sistema imunológico.

  • 7. Incomode seu corpo. Asanas ou outros exercícios físicos funcionam para tirar o corpo da zona de conforto e exigir que ele aumente sua capacidade de resistir a dificuldade. Isso torna a reação do sistema imunológico mais imediata.

    Dica extra 8 número do Yoga
  • 8. O sistema imunológico é muito estimulado pela nossa percepção das situações, por isso minha última dica é TENHA ESPERANÇA E SEJA FELIZ. 

  • A música que serviu de trilha até aqui para esse episódio é do meu compositor favorito, Segei Rachmaninov, serenata em G menor, opus 19.

  • Rachmaninov é considerado um romântico tardio, já brinquei no Twitter que ele parodiou o Lulu Santos com a frase “talvez eu seja o último romântico, no litorais desse oceano atlântico.” Rach morreu em 1843 aos 70 anos em Nova York, após fugir do regime soviético.

  • Quando era adolescente, mudou-se para Moscou para estudar no mais exigente conservatório da Rússia. Lá, Tchaikovsky, que na época era o maior compositor vivo no mundo, reconheceu o talento de Rachmaninov e estimulou-o a compor.

  • Quando Rachmaninov foi realizar a execução de sua primeira grande obra, A Sinfonia n* 1, o maestro subiu no palco completamente bêbado e a execução foi um desastre.
     
  • Apesar de ser uma obra belíssima como você pode ouvir, ela foi escorraçada pelos críticos e Rachmaninov entrou em depressão.

  • Convencido pelo seu médico. Doutor Dahl a voltar a compor, Rachmaninov fez alguns experimentos, mas restreou para o grande público com o Concerto para Piano n* 2, que foi tema do 2* episódio da série Reflexões de um YogIN Contemporâneo e com certeza ocupa meu top 5 de músicas clássicas.

  • A música quer mostrar a voltar por cima de Rach, o desânimo, a desmotivação eram passado por isso, começa o concerto bem levinho e termina com intensidade máxima.

  • O concerto 2 trouxe tamanho entusiasmo para Rachmaninov que ele decidiu fazer o 3* como uma demonstração da grandeza humana. Essa música foi tema do episódio 33 da série Reflexões de um YogIN Contemporâneo e quem quiser saber mais sobre ela, o link do podcast ficará na descrição.
    A recomendação de Rachmaninov  para quem for tocar essa música é “Toque como se fosse a última vez”

  • A dica de filme desse episódio é a mesma que dei no episódio 33 que fala do concerto 3, o filme Shine, o Brilhante.
    A história é verídica sobre a vida do menino prodígio David Helfgott, levado ao desequilíbrio mental pela rejeição de seu pai e a pressão para que seus concertos fossem perfeitos. David sofre um AVC ao tentar apresentar o concerto n 3 de Rachmaninov. o filme também mostra como ele voltou a dividir seu talento com o mundo graças ao amor de sua mulher. Shine ganhou o oscar de melhor ator em 1997 e David Helfgott estava presente na cerimônia.

        
     

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Daniel De Nardi

Head de conteúdo do YogIN App. Autor de 6 livros sobre Yoga. Pesquisador da História do Pensamento Indiano.