EBOOK – COMO ATINGIR O ESTADO DE RELAXAMENTO?

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Respiração e Relaxamento | 10 jun 2021 | Débora Rocha


EBOOK – COMO ATINGIR O ESTADO DE RELAXAMENTO?

Orientações simples, rápidas e práticas baseadas no ensinamento ancestral do Yoga para você entrar em um estado de paz interior, serenidade e tranquilidade!

  • Acompanhe o passo-a-passo para conseguir produzir um relaxamento
  • Local para prática, postura para o relaxamento, qual música escutar entre outras dicas
  • Entendendo sobre o SHAVASANA e YOGANIDRA e seus benefícios
  • Qual a relação entre SHAVASANA e YOGANIDRA?

 

 

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Débora Rocha

Sou gaúcha, formada em Administração e entusiasta do estilo de vida saudável. Pratico Yoga desde 2015 e comecei por motivos físicos... mas eu não imaginava que as técnicas dessa filosofia milenar pudessem levar a um mergulho tão profundo em mim mesma e gerar transformações positivas para minha vida! Como Professora de Yoga desde 2017 e sócia do YogIN App, tenho o mesmo propósito de nossa empresa: Levar a sabedoria do Yoga a milhares de pessoas, ajudando-as na sua autotransformação! Namastê! Instagram: @deb_rocha189

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Dicas de Yoga | 10 jul 2021 |
É através da desconstrução de um Corpo que passamos a desconstruir uma Mente

Corpo e Mente! Nosso corpo é um centro de informações de nós mesmos. Ele é uma linguagem não verbal que não mente. Conhecer o corpo é saber lidar melhor consigo mesmo e com os outros. Seu corpo é o registro de sua mente. Observe seu corpo neste momento. Leve toda sua atenção à região dos seus ombros e do seu pescoço. Sinta como se encontram os músculos da região do alto de suas costas. Faça respirações nasais e profundas procurando a cada expiração relaxar toda essa musculatura que envolve a região mencionada. Procure agora observar seu colega ao lado. Observe sua respiração seus ombros e o movimento do seu pescoço. É possível detectar o estado emocional de uma pessoa olhando apenas fixamente para seu tórax e para a região de seus ombros. Ombros contraídos e respiração curta geralmente são sinais de stress preocupações e ansiedade. Como o Yoga pode te ajudar? A prática do Yoga te propõe uma auto observação. Através das posturas do Yoga você aprende a reorganizar seu corpo e consequentemente sua mente. Você começa a entender como seu corpo funciona a partir da sua auto observação. Encontrando novos hábitos posturais trazendo maior consciência à todas as partes do corpo. Através das ferramentas do Yoga começamos a perceber o reflexo de nossas emoções projetadas em nosso corpo. Observe-se durante seu ambiente de trabalho quando é necessário entregar um relatório e seu filho já está na saída da escola te esperando e você acabou de se lembrar que esqueceu sua chave dentro da outra bolsa que ficou em casa. A respiração oscila os ombros enrijecem. Através das posturas do Yoga observamos nossa musculatura tensionada. A medida que passamos a nos tornar conscientes de nós mesmos adquirimos domínio sobre nosso corpo e mente e encontramos a paz. Mudando aspectos corporais mudamos também nosso estado emocional.Ao trabalharmos a musculatura do corpo dissolvemos tensões e emoções reprimidas. As emoções ficam retidas em nossa musculatura. Através das posturas do Yoga podemos trabalhar descondicionamentos. Através de posturas que muitos consideram malucas atuamos na desconstrução de um corpo moldado através da mente. Preparei para vocês uma prática com foco na flexibilização da região dos ombros pescoço alto das costas e braços. Procure se observar antes da prática durante e pós prática e faça seu auto estudo. É através da desconstrução de um Corpo que passamos a desconstruir uma Mente.  

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Dicas de Yoga | 2 jul 2021 |
A maneira correta de ficar em pé

A maneira correta de ficar em pé “É portanto essencial dominar a arte de ficar em pé corretamente.” B.K.S Iyengar É necessário prestar atenção à maneira correta de ficar em pé. ⠀ Frequentemente colocamos o peso do corpo sobre os calcanhares ou nas bordas dos pés ou até mesmo deslocamos todo o peso do corpo para os dedos dos pés. ⠀ Isso pode ser notado observando como a sola e saltos dos sapatos se desgastam. ⠀ Devido a má distribuição do peso do corpo sobre os pés adquirimos deformidades particulares que prejudicam a elasticidade da coluna. Passamos muito tempo do dia com os pés presos em sapatos de salto e tênis. Perdemos a aderência da sola dos pés no solo assim como a flexibilidade da musculatura dos pés. ⠀ É importante sentir o contato dos seus dedos dos pés metatarsos e calcanhares no solo. Procure concentrar o peso do seu corpo em ambas partes de forma igual. Sentir o toque dos pés no solo é sentir a nossa relação com a realidade. ⠀⠀ Segundo Iyengar se ficamos em pé com o peso do corpo jogado somente sobre os calcanhares sentimos uma mudança no eixo de gravidade os quadris ficam soltos o abdômen fica protuberante o corpo se inclina para trás a coluna sente esforço e como consequência logo sentimos cansaço e a mente embotada. É portanto essencial dominar a arte de ficar em pé corretamente. Sente-se leveza no corpo e a mente adquire agilidade. Tadasana também denominada a postura da montanha é a postura básica de pé realizada nas práticas de Yoga. Esta postura consiste em permanecer em pé firme e ereto. Permancer em Tadasana além de atuar no âmbito físico atua também no energético equilibrando assim o Muladhara Chakra. O Muladhara Chakra é conhecido também como Chakra raíz ou de base. Muladhara é uma palavra sânscrita que significa “apoio da raiz”, mula significa raiz e adhara, suporte ou apoio. Este Chakra está localizado na base da coluna na região do períneo e está relacionado à sobrevivência. Desequilíbrios neste chakra são comuns em pessoas que não tiveram estabilidade na primeira infância. O sentimento de medo é portanto uma das características do desequilíbrio deste chakra. Medo de ser quem você é ou de mudanças pode estar relacionado a este desequilíbrio. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Mas o que são Chakras? Chakras são centros de energia que se conectam com o corpo físico. São centros energéticos de captação, armazenamento e distribuição de energia vital (o prana) no corpo. Quando tocamos nossos pés corretamente no solo estabelecemos conexão com o elemento terra trabalhando assim nossa segurança e estabilidade. Além do âmbito físico e energético o Tadasana também atua no mental. Quando permanecemos estáveis em Tadasana a mente também ganha estabilidade. Em Tadasana mantemos o queixo paralelo ao solo e a verticalidade da coluna. Os ombros são projetados para trás e para baixo. Quando levamos nossos ombros para trás abrimos o peito aumentando assim nossa capacidade pulmonar. Quando respiramos melhor melhoramos nosso bem-estar nossa saúde e alteramos nosso padrão emocional. A qualidade da nossa respiração está intimamente ligada ao nosso padrão emocional Uma vez em Tadasana quando projetamos o peito a frente e os nossos ombros para trás incorporamos uma atitude corporal de confiança e estabilidade. Observe uma pessoa com ombros arqueados para frente. Uma das causas pode ser a falta de fortalecimento da musculatura da região das costas Por outro lado pode ser sinal de timidez medo de enfrentar as situações ou medo de se expôr ou simplesmente um mal hábito. Atualmente quantos de nós passamos longos períodos com o queixo projetado para baixo por conta do uso abusivo dos computadores e celulares. Com a projeção do queixo para baixo automaticamente arqueamos nossos ombros para frente desestabilizando nossa postura. Desta forma limitamos nosso ângulo de visão assim como reduzimos nossa mobilidade da região cervical. A má postura como esta descrita acima a longo prazo pode gerar padrões corporais e condicionamentos. Trabalhando a permanência em Tadasana através da consciência sobre seu próprio corpo é possível reconhecer esses padrões. Uma vez detectado podemos desconstruí-los. Se não tomamos consciência disso começamos a criar registros e marcas em nosso corpo. Ao permanecer em Tadasana procure afastar seus ombros das orelhas relaxando a região dos ombros onde acumulamos tensões do dia a dia. Muitas das tensões do dia a dia ficam registradas em nossa musculatura gerando dores e limitações de movimentos. Por isso que muitas vezes durante uma prática de yoga algumas pessoas choram pois passam por uma verdadeira catarse de emoções reprimidas uma vez que suas emoções estiveram impregnadas em sua musculatura. Quando relaxamos conseguimos agir sobre os músculos tensionados. Muitas vezes essas tensões estão associadas a acontecimentos passados ou emoções não resolvidas. Segundo Pierre Weil e Roland Tompakow em O Corpo Fala nosso corpo é antes de tudo um centro de informações para nós mesmos. É uma linguagem que não mente. Através de uma postura correta que começa desde o apoio correto dos pés no solo a energia circula melhor assim como o fluxo sanguíneo. A boa postura está relacionada aos aspectos físicos energéticos fisiológicos mentais e comportamentais. Através do corpo também enviamos mensagens. O corpo também é o nosso meio de comunicação. Ele manifesta posicionamentos internos e expressam sentimentos Quando nos comunicamos a maioria da comunicação não é explícita. A comunicação também pode estar implícita na sua atitude corporal. O corpo é uma linguagem não verbal silenciosa. Uma ferramenta poderosa para quem está em busca do auto-conhecimento.  Namastê.  

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Filosofia do Yoga | 30 maio 2021 | Débora Rocha
Você sabe o que significa Adesh no Yoga?

Você sabe o que significa Adesh no Yoga? Em \"Siddha-siddhanta-paddhati\" (Escritura Natha - leia mais sobre a Tradição Natha, que é a Tradição do Yoga aqui: https://en.wikipedia.org/wiki/Nath), Gorakshanath (Criador do Hatha Yoga) diz que: \"Adesh significa unidade entre Atma, Jivatma e Paramatma\".  Ficou confuso? Não se preocupe, vou explicar melhor essa sopa de letrinhas! 😅😅😅 Paramatma é a Alma ou Espírito Supremo que existe em todas as criaturas vivas e está além de quaisquer limitações. Atma é a Alma individual eterna, que é transcendental por sua natureza e além dos limites das formas.  Jivatma é a Alma eterna encarnada no corpo.   As pessoas em seu estado de consciência habitual não percebem essa unidade. Essa ignorância (avidya) na visão do Yoga é a causa de todo o sofrimento.   Os Nathas consideram o mundo uma energia espiritual única. Na qual, não há divisão entre o sagrado e o profano. Toda manifestação da realidade é parte do Espírito Supremo. Numa visão Ocidental é a presença de Deus em tudo que existe, sem existir diferença entre o que está além de tudo e o chão que pode ser sentido abaixo dos seus pés nesse momento. A prática do Yoga ajuda a perceber essa conexão do todo. No entanto, a compreensão da unicidade entre a Alma individual e a Alma Suprema não é compreendida de uma só vez, mas no processo da prática de Yoga. Adesh é este estado no qual compreende-se que não somos nossa mente, nosso corpo e emoções. Parando de nos identificar com estas manifestações,  todos os limites ilusórios desaparecem. Ao dizer \"Adesh\", queremos dizer esse estado. Adesh é a vontade de Shiva de realizar o EU como o Universo revelado e a grande consciência encarnada em diferentes seres. Também temos essa vontade de nos convertermos na origem que sempre fomos, que somos e que sempre seremos. Usando a saudação “Adesh”, lembramos um ao outro que somos Yogins.    Adesh  🙏🙏🙏🙏 Fonte: https://nathas.org/en/articles/meaning-of-the-word-adesh/?sphrase_id=15186

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Dicas de Yoga | 28 maio 2021 |
Pragmatismo, ceticismo e meditação

Ceticismo e meditação! Para um cientista a palavra transcender significa elevar sob ou  ir além de um determinado limite, superar. Logo, quando pensamos que a todo o momento estamos superando limites, a todo o momento estamos transcendendo algum tipo de obstáculo. Talvez pela minha formação ou mesmo minha criação, acredito que transcender é simplesmente transpor um obstáculo, seja ele conseguir o emprego dos sonhos, ou obter o desempenho desejado num determinado esporte. Assim, quando comecei a praticar Yoga há 10 anos, sempre me fascinou a meditação, que implica em transcender matéria, corpo e se conectar com seu eu (o tão famoso self, estar presente). As ideias de estar presente, viver o agora,  essa noção Renato Russo: é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque na realidade não há. Era isso que buscava quando comecei minha jornada. Era uma manhã fria quando saí de casa para minha primeira aula. Pensei, é agora que consigo ficar uma hora no silêncio dos meus pensamentos, até aquietá-los. No entanto, não foi o que aconteceu, ao contrário, fizemos uma série de exercícios físicos, alguns respiratórios e a professora, na sua calma, explicava o propósito de cada Asana e cada movimento que nosso corpo fazia. Confesso que quando saí da aula, senti que talvez não era bem aquilo que procurava, senti também partes do meu corpo que não sabia que estavam lá. Fiquei intrigada e resolvi ir uma segunda vez. Também não meditamos, fizemos alguns exercícios respiratórios que não entendi bem o propósito, fiquei montando mentalmente, para ser sincera, minhas aulas de administração que iria dar aquele dia. E assim foi por um longo tempo. Anos acho....não tenho  muita certeza. Quando tinha uns 4 ou 5 anos de prática, me mudei e também passei a frequentar outro espaço de Yoga. Tive a feliz constatação de que nesse novo espaço tinha uma aula específica para meditar. Foi então que nos primeiros 5 minutos a professora nos explicou que deveríamos liberar nossa mente de pensamentos. E fez uma brincadeira que não sabia ser uma história, uma parábola feita a outro Yogin muitos milênios atrás. Disse ela então: pessoal, meditar é simples. Fechem os olhos, se concentrem na respiração e não pensem em macacos. Mas por que diabos eu iria pensar nisso? Todos que praticam conhecem a parábola e foi exatamente isso que me aconteceu, eu só vi macacos durante uns 35/40 minutos que ficamos em silêncio. Nessa aula fizemos vários exercícios, meditações guiadas, exercícios de concentração, de memória. Eles corriam em paralelo com a prática de asanas. A prática física permitiu o vigor mental para que depois de uns 6/7 anos de prática eu finalmente conseguisse sentar confortavelmente sem dor ou formigamentos em nenhuma região. Isso vai de cada um,, cada um tem seu tempo. new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();   Alguns efeitos interessantes que senti foram maior clareza mental, controle e tranquilidade após todas as sessões meditativas. Na prática ficamos sentados com a mente num estado interessante de”não pensar”. É a melhor descrição que pude encontrar do processo. No entanto, em sendo pragmática e cética, nunca pensei que ficar alguns minutos do dia ou algumas horas pudessem provocar algum efeito sob o corpo ou a mente. Claro que a prática física permite que você tenha resultados efetivos de força, flexibilidade, mobilidade, superação, transcendência. Mas a prática mental também. Sabemos, como cientistas, que o cérebro também pode e deve ser exercitado, sejam com exercícios matemáticos ou mesmo com exercícios de alta concentração mental. Sabemos que em se praticando podemos até produzir mais ou menos impulsos elétricos que permitem melhor funcionamento do coração, dos órgãos em geral e até mesmo do sistema imunológico. Isso tudo é comprovado, não preciso aqui me ater a isto. Tão somente quero deixar registrado um depoimento pessoal, de uma pessoa cética e pesquisadora curiosa. Sou formada em administração e nos anos que participei de pesquisa, sempre procuramos testar hipóteses. Como por exemplo, será que existe relação da variável A e B. Fácil saber:  basta você testar a relação. Mas como cientista social também sei a dificuldade de testes usando como cobaias seres humanos. Assim, com esse enquadramento mental, passei a fazer testes pessoais: meditar antes de palestras importantes, entrevistas, reuniões. Tentar usar a meditação como simplesmente aquietamento. Percebi que fico mais perceptiva e empática a outras pessoas. Isso significa que percebo melhor o que o aluno, por exemplo, quer saber, está com dúvidas. Parece simples, mas isso melhora a qualidade da aula. Seja ela uma aula de Yoga ou uma aula na faculdade de administração. No dia a dia, também percebi mudanças circunstâncias, fiquei mais calma, com a fala mais mansa, e com melhor claridade para resolver qualquer problema que por ventura ocorre. Faz muitos anos que não tenho uma explosão emocional, TPM não conta..... Mas o mais engraçado disso tudo foi como aprendi a meditar. Todas às sextas durante muitos anos faço uma aula que trabalha articulações e por acaso ela é voltada para mobilidade na terceira idade. Uma das alunas que tivemos foi a Lúcia ( que já está em outro plano, para os que acreditam). A Lucia tinha coleção de contadores de passos e vivia me contando que tinha um fascínio por contar passos, nos diversos locais que ia a pé no centro da minha cidade. Ela me mostrava seu contador sempre que chegava na sala, para dizer que tinha se exercitado, o que iria melhorar a prática dela de yoga. Sempre me contava e a professora que isso aliviava sua cabeça e a distraia, já que era muito sozinha. Numa das práticas de meditação a Lúcia me falou que contar a ajudava a relaxar. A professora sempre falava para nos fazermos isso e eu achava banal que não levaria a lugar nenhum. Daí comecei a mentalizar minha ida a pé até a universidade e contar os passo até lá....rs Ufa anos depois meditei. E te falar que o tempo não passou, como se você ficasse boiando num tempo paralelo, numa sensação de leveza. Voltei revigorada. Cada um, tenho certeza, tem a sua história com a meditação e com o Yoga. Mas meditar implica num trabalho de dedicação que não somente mental, mas também físico de flexibilização da mente e do corpo. De acordo com os textos védicos, a meditação é uma prática onde o individuo foca a mente num objetivo, visando alcançar um estado de clareza mental e emocional. Talvez os textos hinduístas védicos sejam os primeiros a terem usado a meditação como forma de encontrar a libertação, ela entendido como sendo a libertação de tudo, inclusive emocional e material. É comum encontrarmos figuras e deidades em posturas meditativas dentro da tradição hinduísta. Já a chegada da meditação no ocidente trouxe a evolução do estudo sobre o self e a acuidade mental. Questões de atenção plena, desenvolvimento mental para alterar estruturas do corpo físico. Tudo isto feito numa perspectiva cientifica. Acredito que ainda temos um longo caminho a evoluir. Assim, como professora, pesquisadora e curiosa continuo nos meus estudos. E seguimos na contagem dos passos da vida para que assim possamos tranquilizar e sintonizar com nossa verdadeira essência. Namastê