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Yoga, Aprendizado e Liberdade

Yoga, Aprendizado e Liberdade

01 Apresentacao do curso Yoga, Aprendizado e Liberdade from YogIN App on Vimeo.
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2016 foi o ano que mais aprendi na minha vida. Removi crenças estúpidas que dificultam os aprendizados. Foi nesse ano que descobri minha vocação – quero ajudar as pessoas a aprenderem mais.

Ministrar, filmar e editar sozinho esse curso é a realização de um aprendizado que venho desenvolvendo desde que voltei da Índia em janeiro de 2016.

 

Na verdade foi um pouco antes de janeiro, eu comecei a aprofundar o estudo da cultura indiana e a rever toda minha visão de Yoga. Esse estudo foi o fio condutor do meu ano que começou com Yoga na Índia e terminou com um curso que também tem como fio condutor o Yoga.

Em 2016 decidi que aprenderia inglês
Sempre tive dificuldade com inglês. Eu sabia falar o inglês de turista (sabe pedir informações, dizer um pouco sobre seu país e nada além disso). Quando se lê apenas em português, não se tem ideia da quantidade de informações que não se tem acesso e isso só descobri agora, depois que me dediquei a aprender inglês a ponto de poder ouvir um audiobook e compreender o conteúdo.
Claro que não existe milagre em aprendizado e ainda possuo lacunas gigantes no inglês. Por outro lado, estou satisfeito em poder ver filmes sem legenda e ouvir os livros que são limitadíssimos na nossa língua.
Consegui dedicar um tempo à Literatura. Acho importante termos um meio de manifestar ideias de coisas que não necessariamente tem relação com nosso trabalho. A Arte é uma forma de vazão do subconsciente. Um trabalho importante para o autoconhecimento.

A Índia valoriza seus poetas, pois poeta é aquele que fala mais precisamente o que diz a consciência.

Fiz um curso on-line com um escritor que eu gosto chamado Fábio Barreto. O curso ensinava técnicas práticas de escrita e tinha como objetivo que cada aluno escrevesse um romance durante os 4 meses de curso. Há um tempo escrevo contos e sempre quis terminar um romance. Mais por satisfação pessoal do que para publicar, mas não conseguia passar de 20 páginas.

Como o curso era bem prático e nos colocava para escrever de verdade, terminei um romance de 150 páginas ao final do curso. Foi uma realização pessoal terminar um livro inteiro. Depois do curso, contratei o Fábio para ele analisar meu texto. Ele fez breves elogios, e apontou muitas falhas. Falhas que podem ser corrigidas, mas é preciso pelo menos mais 6 meses dormindo com o texto para torná-lo publicável. Não desisti do projeto, acho que ali tem uma história boa, mas por uma questão de prioridades, não consegui continuar isso.
Em agosto comecei outro curso online, agora de videos com o Michael Oliveira. Um professor de vídeos. Até a viagem da Índia, eu nunca havia usado uma máquina fotográfica. Desde que comecei a viajar para fora do Brasil em 2005, sempre usei o celular e nunca me interessei muito por fotografia. Mesmo na Índia, a máquina do meu irmão que levei ficou o tempo todo no automático e quem fez as melhores fotos foi o Bharat, meu guia nos Himalayas. Mas em 2016, comecei a perceber que a forma mais eficaz que tenho para passar uma mensagem para as pessoas é através dos vídeos. Não tenho $ para bancar alguém para filmar todas as ideias que eu tenho. Aprendi no curso as etapas da produção de um vídeo – iluminação, audio, equipamentos, gravação e edição.

Como o curso não aprofundava a prática de editar vídeos, me inscrevi numa escola de tecnologia online onde há cursos sobre vários programas. Na Alura,, aprimorei a edição e estou estudando outros programas de edição gráfica como o Illustrator e o Photoshop.
Fiz outros cursos online ao longo do ano, mas acho que esses me trouxeram até esse curso que vou chamar de Yoga, Aprendizado e Liberdade.

O curso pretende ajudar pessoas curiosas como eu a aprender mais facilmente e aplicar o que aprenderam com mais efetividade.

Por que Liberdade no nome do curso?
O nome do curso é uma homenagem ao ilustre Yogin e intelectual, Mircea Eliade e seu livro Yoga, Imortalidade e Liberdade.
O que significa Liberdade no livro de Mircea Eliade? Um homem que libertou-se dos condicionamentos e vive uma vida espelhada na consciência.
Liberdade para mim também é conseguir ser quem você já sabe que é, embora não acredite que se consiga chegar a plenitude nisso. A Liberdade é uma busca que se vence aos poucos. Sempre teremos influências externas, mas quanto mais consigo ver os condicionamentos em mim, mais posso escolher aqueles que refletem mais quem eu sou.
Aquela frase clichê (e por isso possivelmente verdadeira) disciplina é liberdade.
Ela é verdadeira em termos, porque se a disciplina não envolver aprendizado, ela não vai aumentar a liberdade necessariamente. O aprendizado, esse sim liberta.


O que impede você de aprender tudo o que deseja?
O curso vai começar mostrando que temos crenças muito arraigadas que dificultam todo tipo de aprendizagem. As principais crenças que eram minhas, mas que também podem ser de muita gente são:

1a crença – A mente tem um limite de armazenamento
Essa crença torna os curiosos temerosos e os preguiçosos c0m a desculpa perfeita para não aprender.

Realidade – A neurociência estima que para a memória humana se esgotar a pessoa precisaria estudar 12h por dia durante 80 anos.

2a crença A especialização é a única maneira de se chegar a excelência
Realidade – No curso abordarei um conceito de aprendizado chamado chunks, que significa pedaços. Esse conceito mostra que quanto mais aprendizados diversos você possui, mais facilidade terá aprender outras coisas.
3a crença – Princípio de conservação de energia dificulta a aprendizagem
Realidade – O cérebro tem como função principal evitar a morte e qualquer desperdício de energia, pode significar morte. Todo novo aprendizado é visto pelo cérebro como um gasto de energia, algo que deve ser evitado. Assim como o corpo gera desconforto quando nos movimentamos, o cérebro não gosta de muito pensamento concentrado em coisas novas. Isto é uma realidade e no curso vamos ver algumas forma de driblar essa força do cérebro.

4a crença – Só gênios conseguem aprender rapidamente
Realidade – Eu não acredito em genialidade como um poder paranormal. Eu acho que qualquer um poder ser excelente em todas as coisas, o único impedimento real para isso é o tempo. O conceito que temos de gênios se deve a alguns fatores bem mais práticos do que uma dádiva que atinge poucos sortudos. Um dos pontos da genialidade é que aquela habilidade específica tem que acontecer num determinado momento histórico e numa determinada região. Se Mozart tivesse nascido no interior da Bolívia hoje em dia, com a mesma capacidade que tinha em Viena no século XVIII seria considerado gênio?
Bill Gates é realmente mais inteligente que você, ou ele teve o privilégio de estímulos na infância (como um supercomputador que nem algumas universidades americanas tinham), época em que o aprendizado é mais intenso e possibilita melhor assimilação. Passou anos programando em supercomputadores que as pessoas comuns não tinham acesso e quando os softwares começaram a fazer sucesso ele já tinha anos de programação em supermáquinas antes de todo mundo?

Não há mérito no mundo?
Sou um fã declarado da meritocracia e acho o trabalho que Bill Gates fez e ainda faz algo digno de cada centavo que ele tem na conta e de cada aplauso que já recebeu.
O que vou tentar ajudar as pessoas a fazer é vencer essa ideia que o mundo é de poucos gênios sortudos.
A capacidade está em todos nós.
Claro que não largamos do mesmo ponto. Os estímulos iniciais dado a uma criança são marcas muito fortes, pois na infância, como o cérebro ainda não entendeu bem as coisas, se apega aos primeiros ensinamentos fortemente na tentativa de continuar sobrevivendo. Isso afeta muito cada um de nós, mas não é irreversível.

O que impede um lavrador do interior a escrever igual a Proust?
Exatamente igual a Proust, só Proust. Cada pessoa recebe estímulos que  não são replicáveis e a obra de Proust mostra isso. Agora, o que impede qualquer um de aprender algo importante? Somente, o tempo e a vontade. Só isso. A vontade, depende de você, na economia de tempo é o que me proponho a ajudar.

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