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YogIN


YogIN | 5 jul 2019 | Fernanda Magalhães

Um Carinho para o Corpo – Yoga Suave

Um Carinho para o Corpo - Yoga Suave Nessa semana teve dia de lua. Como alguns já sabem, eu, praticante de Ashtanga Yoga não faço minha sequência de asanas nos dias de lua cheia e lua nova. (Se você ainda não sabe o porquê, tem explicação aqui: https://yoginapp.com/moonday/#axzz5sfaKSpet ) Mas mesmo assim eu gosto de me preparar antes de dar as minhas aulas. Minha preparação envolve uma sequência de Yoga suave, curta e gentil. Essa mesma sequência é ótima para ser usada em dias de indisposição física e estresse mental. Não tem restrições ou faixa etária, é apenas uma grande gentileza para o corpo. A sequência nutre a coluna e cria espaço enquanto o movimento e a mente acompanham a respiração. É sobre apenas respirar e permitir um movimento fluido sem grandes esforços. Encontre um lugar silencioso e deixe seu corpo ser levado pela respiração. Comece sentando-se confortavelmente, se possível no seu tapete de prática. Se te dá mais conforto elevar o quadril, sente-se em uma almofada firme, cobertor dobrado ou bloco. Mãos repousando sobre os joelhos.  Traga toda sua atenção para o corpo físico e enquanto faz um escaneamento mental desde o topo da cabeça até a sola dos pés, relaxe toda tensão no corpo e alinhe a coluna, tentando levar o topo da cabeça ao teto, enquanto mantém ísquios apoiados e queixo paralelo ao chão. Suavize os músculos faciais. Perceba sua respiração e a torne consciente. Cada vez mais longa e profunda, tentando igualar o tempo de inspiração e exalação. Relaxe a mordedura em uma expiração. Comece a elevar os braços paralelos com as palmas uma voltada para a outra sem subir ombros em direção às orelhas durante a inspiração. Aproveite este início para sincronizar seu movimento com a respiração chegando com as mãos acima da cabeça no final na inspiração e deixando o corpo descer a frente na exalação. Permita que a respiração leve seu movimento, como quando se é conduzido em uma dança.     Respire algumas vezes deixando o topo da testa tocar (ou tentar tocar) o chão. Fique por algumas respirações e durante uma inspiração vá desenrolando a coluna enquanto caminha as mãos em direção aos joelhos. A cabeça sobe por último e aproveite um giro de ombros para trás para retomar sua postura. Inspirando eleve novamente seus braços acima da cabeça. Exalando, desça a mão direita no chão. Inspire e cresça o braço esquerdo em direção ao teto e exale apoiando-se na mão direita e dobrando o cotovelo até o máximo que puder ir sem que seu braço esquerdo tampe a sua visão do teto. Respire de 5 a 10 vezes nesta postura e suba os braços acima da cabeça inspirando para começar tudo para o lado esquerdo. Termine com os braços acima da cabeça para execução do próximo movimento.     Agora para a torção dinâmica, desça os braços torcendo enquanto exala e suba retornando o corpo ao centro enquanto inspira. Para torcer para o lado direito, a mão esquerda apoia no joelho direito e a mão direita ao chão, mais próximo possível do cóccix, para torcer para a esquerda, a mão direita abraça o joelho esquerdo. Repita três vezes para cada lado.     Terminando com os braços novamente acima da cabeça, entrelace os dedos das mãos e gire as palmas para o teto. Concentre seus esforços em expandir a área das costelas na inspiração e manter os ombros afastados das orelhas. Exale girando a palma das mãos para o chão, descendo até a nuca e relaxando o pescoço com queixo em direção ao peito. O apoio das mãos é suave para intensificar levemente o alongamento da cervical. Lembre-se que não estamos testando nosso limites nessa prática.     Mantenha por 10 respirações. Inspire elevando o rosto e desentrelaçando os dedos. Exale descendo as mãos sobre os joelhos. Leve as mãos ao chão a frente de suas pernas e com um suave impulso entre em quatro apoios. Punhos abaixo dos ombros, joelhos na largura do quadril     Comece a fluir no gato-vaca. Inspirando rosto e ísquios apontam ao tetos, exalando olhar no umbigo e cóccix direcionado para o chão. Repita o fluxo por 5 vezes, pare na neutralidade da coluna e empurre o chão para entrar no seu Adho Mukha Svanasana, ou, o cachorro olhando para baixo.     Em adho mukha, dobre o joelho direito tentando encostá-lo no esquerdo durante a exalação. Retorne as duas pernas esticadas inspirando e repita dobrando agora o joelho esquerdo. Faça o movimento 3 x para cada perna.   Se estiver disposto, eleve o pé direito inspirando em eka pada adho mukha svanasana e exale trazendo entre as mãos para anjaneyasana. Se seu corpo te pede mais gentileza, apenas traga o pé direito entre as mãos.     Inspire esticando o joelho direito e exale levando o queixo em direção a sua canela. Permaneça 5 respirações, inspire subindo o tronco e dobrando novamente o joelho e exale levando-o ao lado do esquerdo no chão.      Inspire esticando o joelho direito e exale levando o queixo em direção a sua canela. Permaneça 5 respirações, inspire subindo o tronco e dobrando novamente o joelho e exale levando-o ao lado do esquerdo no chão.   Faça uma inspiração e exale voltando para seu adho mukha svanasana. Repita tudo com a perna esquerda. Um lado é sempre diferente do outro, não julgue. Se precisar de pausa em qualquer postura, aceite o que seu corpo te pede hoje. Finalizando o movimento em adho mukha, leve os joelhos ao chão e sente-se nos calcanhares em balasana. Pode ser mais confortável afastando os joelhos e ainda mais confortável apoiando um bloco ou almofada entre os calcanhares. Respire pelo tempo que for confortável e inspire elevando o tronco. Deixe o peso deslizar seu quadril para o lado esquerdo e estique as pernas.     Junte as solas dos pés, abra-os com as mãos como se fosse um livro e exale descendo em baddha konasana tentando levar o peito ao chão. Não é necessário descer muito, apenas concentre-se em manter a lombar alongada e respire 5 vezes.      Inspire subindo o tronco, exale fechando as solas dos pés. Afaste as pernas inspirando e exalando vá caminhando com as mãos para longe do tronco. Para maior conforto, apoie a testa em um bloco. Respire por 10 vezes.   Inspire caminhando as mãos cada vez mais próximas a virilha e vá unindo devagar as pernas. Dobre os joelhos e desenrole o corpo deitando-se devagar. Prepare-se para torcer elevando o joelho direito na inspiração e segurando-o com a mão esquerda. Exalando, leve o joelho ao chão enquanto olha sobre o ombro direito. Se puder, mantenha ombro e joelho direitos no chão. Se for confortável, estique o braço direito na altura do ombro. Respire 10 vezes, inspire subindo o joelho e voltando o rosto ao centro. Exale descendo a perna ao lado da perna esquerda e prepare o outro lado. Monte seu ardha setu bandhasana apoiado dobrando os joelhos e elevando o quadril do chão. Apoie um bloco na parte baixa da lombar ou sustente com as mãos. Respire por 10 vezes e desça exalando.     Observe o fluxo de ar nas narinas direita e esquerda. Deite-se de lado em postura fetal para o lado de sua narina mais aberta. Faça algumas respirações com joelhos recolhidos ao peito e cabeça apoiada no braço de baixo.   new RDStationForms(\'e-book-treinamento-yogin-de-respiracao-bdf2969b9eeaf2b1af79-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();   Empurre o chão com uma mão e outra e sente-se novamente. Cruze as pernas ou escolha a maneira mais confortável de sentar-se. Respire por alguns instantes de olhos fechados. Tome consciência do seu ritmo respiratório e mental. Sem julgar, observe a relação entre eles. Leve as mãos unidas ao peito em anjali mudra. Direcione o rosto as mãos e agradeça ao seu corpo pela sua prática!     Namastê!  

yoga para dor nas costas
YogIN | 7 jun 2019 | Fernanda Magalhães

Uma Sequência para Dar Adeus à Dor nas Costas

Uma Sequência para Dar Adeus à Dor nas Costas Uma das boas consequências da prática de yoga é a redução do desconforto ou dor nas costas, sendo a atividade, inclusive, indicada por alguns médicos como parte de tratamento ou prevenção para este mal.   E o desconforto na região das costas é um dos problemas mais comuns hoje em dia. Quando o problema não é muito grave, pode ser resolvido com simples exercícios, se liberados pelo médico. O Yoga é um deles por evitar a dor nas costas através de fortalecimento e alongamento da musculatura ao longo da coluna, que em geral fica encurtada e relaxada grande parte do nosso dia.   Manter a postura sentada grande parte do dia encurta os flexores de quadril trazendo a má postura também para a posição de pé. Desta forma, nos mantemos em má postura durante todo o dia, sentados, de pé e até mesmo em movimento, agravando a pressão nos discos vertebrais e causando a famosa dor nas costas.   Além do alongamento deste grupo muscular, a prática de yoga  traz a consciência corporal necessária para a manutenção da boa postura ao longo do dia.   Alongar também promove um relaxamento da tensão da musculatura aumentando o fluxo sangüíneo e permitindo que os nutrientes fluam para dentro e as toxinas para fora, permitindo a nutrição de músculos e tecidos moles das costas.   Mas a prática de asanas não trabalha somente o alongamento. É no fortalecimento que se concentra todo o poder de prevenção dos problemas de coluna.   A construção de força no chamado core, ou parte central do nosso corpo, é a chave para a saúde, mobilidade e segurança da coluna.   Como os Yogis tem objetivo de sentar-se confortavelmente para a meditação com a coluna ereta, muitas posturas trabalham com o fortalecimento desta área para sustentação das costas.   As posturas que incorporam força abdominal e nas costas contribuem para suportar esse alinhamento e criar estabilidade ao corpo. Lembre-se que a maior parte de seus órgãos vitais se encontra no core. Se temos um tronco estável, todo o resto funciona melhor.   Então vamos propor a seguir uma sequência de exercícios simples e rápidos para fortalecer essa nossa estrutura tão importante para uma longa vida saudável.   O movimento é a chave para a saúde da coluna vertebral e por isso começaremos aquecendo com exercício de mobilidade para a coluna e consciência corporal:   Gato-vaca   O movimento limitado da coluna pode torná-la inflexível, aumentando a dor. Para criar movimento entre na postura de quatro apoios, joelhos na largura do quadril, punhos abaixo dos ombros. A partir da posição neutra da coluna, inspire elevando seus ísquios e a cabeça enquanto desce o umbigo em direção ao chão. Na exalação faça o movimento contrário levando o umbigo em direção ao teto, direcione o coxis para o chão e o queixo em direção ao peito. Comece devagar com movimentos suaves, sempre seguindo uma respiração lenta e consciente. Vá cada vez aumentando a mobilidade com movimentos mais amplos. Repita de 5 a 10 voltas.   Navasana                                 Sim, não adianta querer a saúde de sua coluna e fugir de navasana. Navasana assusta justamente por exigir força em musculaturas que não estamos acostumados a ativar, e por isso é tão importante de ser praticada. Sente-se no apoio entre os ísquios e o coxis dobrando os joelhos, solas dos pés no chão. Mantenha uma inclinação no tronco e eleve os braços paralelos ao chão vá tirando o peso dos pés e equilibrando o corpo. Verifique o quanto você consegue elevar os pés sem arredondar a coluna. Se não é possível manter o equilíbrio esticando as pernas, sustente em uma das variações intermediárias com os joelhos dobrados. Segure a postura por 5 respirações em 3 repetições.   Esfinge   Deite-se de bruços e posicione os cotovelos abaixo dos ombros deixando as palmas das mãos voltadas para o chão. Pernas firmes esticadas e unidas. Pés em ponta. Pressione o baixo ventre contra o chão elevando o assoalho pélvico em direção ao umbigo. Eleve a cabeça e olhe a frente. Sustente por 5 a 10 respirações, leve uma palma sobre a outra, deite-se levando a testa sobre o dorso das mãos e relaxe as coxas deixando os dedos dos pés para fora. descanse e repita mais 2 vezes.       Prancha                       Partindo da esfinge eleve o corpo ativando o core, os glúteos e o quádriceps. Leve os ombros alinhados com os cotovelos e mantenha o corpo em linha reta. Não deixe o quadril descer ou subir em relação ao alinhamento entre o tronco e as pernas. Pressione o chão com os antebraços ativando as escápulas. Mantenha por 5 respirações em 3 repetições.   Prancha Lateral   Partindo da prancha com os cotovelos no chão, suba esticando os braços com os punhos abaixo dos ombros. Gire o corpo para o lado direito soltando a mão direita do chão e elevando em direção ao teto Gire os pés levando os calcanhares ao chão de forma que o pé direito fique posicionado na frente do esquerdo. Mantenha o quadril alto ativando o músculo oblíquo do abdômen.   Se esta postura é muito forte, leve o joelho da perna esquerda ao chão.   Mantenha as 5 respirações, volte ao centro e gire.       para o lado esquerdo.  Descanse e repita mais 2 vezes.       Deite-se de bruços com as palmas das mãos no chão abaixo dos ombros. Firme as mãos empurrando o chão para baixo e para tras, como se tentasse deslizar seu corpo para a frente. Faça uma ativação da musculatura da área das escápulas como se quisesse unir seus cotovelos atrás das costas. Pernas firmes. Pés em ponta. Pressione o baixo ventre contra o chão elevando o assoalho pélvico em direção ao umbigo.   Se estiver confortável, empurre com mais intensidade o chão e eleve o peito. Não deixe o pescoço “afogar” entre os ombros, mantenha as escápulas baixas.       Sustente por 5 respirações, desça o topo da testa ao chão mantendo os cotovelos altos e a ativação das escápulas. Descanse e repita mais duas vezes.   Balasana   Finalize relaxando com a postura da criança. Afaste os joelhos para maior conforto e sente-se sobre os calcanhares.   Os exercícios não devem ser realizados durante as crises e em momentos de dor, mas sim como forma preventiva para melhorar a sustentação e saúde de nossas vértebras.   Inclua essa sequência em sua prática pessoal e abandone a dor nas costas.   Namastê!   new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Yamas e Niyamas filosofia do Yoga
YogIN | 5 jun 2019 | Fer Degilio

Yamas e Niyamas, a moral e a ética do Yoga

Yamas e Niyamas, a moral e a ética do Yoga   Nos meus próximos textos vou falar de cada um dos Yamas e Niyamas. Eu adoro esse assunto e uso cada um deles como instrumento para a minha trajetória de evolução. Comecei a estudá-los em 2004 durante o meu Mestrado em Bioética, sem saber nada sobre Yoga, sem saber que estava aprendendo sobre o fundamento desta filosofia milenar maravilhosa!   Para Patañjali, dentro do Yoga Clássico há 5 Yamas: Ahimsa, Satya, Asteya, Brahmacharya, Aparighara. E 5 Niyamas: Tapas, Swadhyaya, Saucha, Santosha, Ishwara Pranidhana. Falaremos de cada um deles!   Mas antes de iniciar com o primeiro Yama, vamos diferenciar dois conceitos que confundimos com frequência: moral e ética.   Moral é tudo aquilo que vem de fora como uma regra de boa conduta a ser seguida. Por meio da moral é possível manter a ordem, os bons costumes, uma certa harmonia social. Acredito que sem a moral: leis, regras sociais, estaríamos extintos como espécie. Pois ela surge da necessidade de aceitar as diferenças e viver em unidade. No Yoga, a moral são os Yamas: observâncias externas, normas de convivência.   Ética é a reflexão da moral. Aquilo que vem de dentro para fora. O que observamos internamente quando buscamos o melhor. Ética é o melhor que podemos ser ou agir, independente ou além das convenções sociais. Ética são os valores e virtudes que adotamos quando desejamos agir da forma mais benéfica possível, para todas as partes envolvidas, incluindo nós mesmos. Ética é um esforço que nos aproxima mais de nós mesmos e dos nossos semelhantes. Os Niyamas do Yoga estão relacionados com a ética.   Yamas são o alicerce do Yoga, é o código de conduta moral. É perceber o que precisa ser EVITADO e freado. Assim, Yama exige uma atenção aos nossos impulsos e reações automáticas do dia a dia. Praticar Yamas é um tanto desafiador, pois implica em aplicá-los em todas as áreas da vida e em todos os tipos de relacionamentos, em todas as negociações sobre as necessidades humanas e do meio ambiente!!   Patañjali, chama os Yamas de “O Grande Voto” para ser praticado no mundo todo. Já que os que aderem à prática de Yamas diminuem o egocentrismo e passam a ter um olhar e uma atuação mais branda, pacífica e colaborativista, consigo, com os outros, com o planeta.   Niyamas para o Yoga podem ser considerados o tronco que desenvolve a força física e mental para a autorrealização do praticante. São as disciplinas individuais que devem ser realizadas com o intuito de aprimoramento de si mesmo e consequentemente uma melhor ação externa. É a organização pessoal do yogi que quando vivenciados trarão mudanças psicofísicas e harmonia e poder interior.   Os Niyamas nos ajudam a estabelecer a conduta correta, destruindo as sementes das aflições da mente e das situações adversas.   Acredito que praticar Yamas e Niyamas minimiza exponencialmente os nossos Karmas negativos, pois quanto mais nos dedicamos a agir para o bem, de forma correta e justa, com nós mesmos, mas principalmente com o mundo fora de nós, mais nos elevamos. E quanto mais nos elevamos, mais próximos chegamos das nossas aspirações superiores, da nossa transcendência, da nossa iluminação, da libertação do ciclo de samsara!   No próximo texto falaremos sobre o Primeiro Yama: Ahimsa! Aguarde!!! Até lá!   Namastê   new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

YogIN | 3 jun 2019 | Daniel De Nardi

Yoga no Everest

Yoga no Everest Dr Jon Kedrowski alpinista profissional 🧗‍♀️ com 4 cumes do Everest (ponto mais alto do globo 🌍). Jonkedski é praticante de Yoga 🧘🏻‍♂️ e usa as técnicas nos momentos mais extremos nas expedições em montanhas 🏔 . Nesta foto, ele ensina algumas posturas a outros alpinistas do seu grupo no heliponto do acampamento 🏕 base do Everest 🏔.    

Curso de Satsang
YogIN | 28 Maio 2019 | Daniel De Nardi

Curso Satsang – Autoconhecimento no Yoga

Curso Satsang - Autoconhecimento no Yoga SatSang é tradicionalmente uma conversa de investigação pessoal. Um bate papo sobre autoconhecimento e como a tradição em questão vê a saída do sofrimento. Neste curso, o professor Daniel De Nardi fala como o Yoga propõe essa saída e o que um praticante deve saber para chegar lá.     Clique no botão abaixo e adquira esse curso agora mesmo!

yoga e esportes de ação
YogIN | 22 Maio 2019 | Delano Pozzetti

O Yoga e os esportes de Ação

O Yoga e os esportes de Ação. Eu sempre pratiquei esportes de Ação, desde os 07 anos de idade, os quais têm um alto risco de acidentes inerentes a eles, como o skate de velocidade, atingindo velocidades acima dos 100km/h, o Surf de Rio praticado nas corredeiras dos Rios, o Skate Vertical, praticado em rampas de 4 metros de altura. Também sou praticante da capoeira desde os 16 anos de idade e tive a oportunidade de ter contato com algumas partes do Yoga, em razão do Meu Mestre de Capoeira ser praticante de yoga também. Em 2011,  depois de ter duas graves lesões no joelho e ombro, com rompimento de todos os ligamentos. Fiz a cirurgia de LCA (ligamento colateral anterior) no joelho esquerdo em 2012 e de todos os ligamentos do manguito rotador do meu ombro esquerdo em 2014. Neste momento, em 2014, eu já me encontrava desacreditado em voltar a praticar qualquer tipo de esporte. Foi quando eu comecei a praticar o Yoga realmente, com ajuda da minha esposa, a professora Adri Borges. Senti muita dificuldade no começo, quase chegando a desistir, mas persisti e fui me reabilitando e conhecendo mais o Yoga e a mim também. O resultado disto foi a minha completa reabilitação. Desde 2014 não sofro nenhum tipo de lesão e voltei a praticar todos estes esportes, com performances ainda melhores, que as realizadas anteriormente. Através dos Pranayamas (respiratórios), Dharana (concentração), Dhyana (meditação) e àsanas (posturas), aumentei a minha consciência corporal, diminuí a descarga adrenal inerente aos esportes de alto risco, aumentei a minha estabilidade mental e como consequência é a longevidade dentro destes esportes que tanto amo. Fica aqui este meu breve relato e meus sinceros agradecimentos ao Yoga e a Professora Adri Borges por ter me mostrado o caminho. Namastê    new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

ebook gratuito as origens da meditação e do yoga
YogIN | 21 Maio 2019 | Daniel De Nardi

Ebook – As Origens do Yoga e da Meditação

Ebook - As Origens do Yoga e da Meditação Este livro explica o contexto em que os conceitos do pensamento indiano começam a ser registrados nas escrituras. Ele apresenta o contexto histórico sobre o primeiro livro falando exclusivamente de Yoga, o Yoga-Sutra.     Clique no botão abaixo para abrir o livro   Boa leitura!

YogIN | 17 Maio 2019 | Fernanda Magalhães

A Força que abre Espaço – Apana Vayu

A Força que abre Espaço - Apana Vayu Os Vayus são correntes dentro do corpo que transportam energia em diferentes direções. Em sânscrito, Vayu significa vento, aquilo que flui, transporta ou move.   O Prana, energia criadora circula dentro do nosso corpo pelas diversas correntes - Vayus.   Existem cinco destas forças que trabalham em um nível físico, mental e emocional. Cada uma delas é responsável por controlar percepção, absorção, circulação, distribuição e eliminação em todos os níveis. Em geral, somos capazes de experimentar os Vayus no corpo, pensamentos e emoções. Por isso há uma relação direta entre doenças físicas e os bloqueios nestes fluxos.   O Apana Vayu é nosso sistema de eliminação energético e nossa força de ancoragem. Cada Vayu está ligado a um elemento e o de Apana Vayu é terra. Nos permite deixar ir fazendo-nos sentir enraizados, claros e presentes.   Junto com Prana Vayu, Apana é considerado um dos mais importantes dos 5. Os dois trabalham juntos na conexão com o todo, o que não cabe no corpo físico - enquanto Prana recebe, Apana elimina.   Ele influencia a digestão, a eliminação e a reprodução, localizando-se na área entre umbigo e pelve. E, por natureza, seu movimento é sempre descendente, para baixo, para a terra trabalhando na excreção do corpo - função renal, parto,exalação, ciclo menstrual, ejaculação, etc…   A ação de mula bandha, a contração do períneo, é associada ao movimento de Apana Vayu.   Emocional e mentalmente Apana trabalha da mesma forma, regulando a liberação de pensamentos e experiências que não nos servem no momento. Um Apana Vayu equilibrado ajuda a se desprender de pensamentos negativos, condicionamentos mentais, expectativas e julgamentos, diminuindo a bagagem emocional.   Se Apana está fraco, o apego aparece. Memórias são carregadas por muito tempo, ocupando a mente. Sobrecarregados pelo excesso de resíduos, experimentamos constipação, preguiça, ciclos menstruais irregulares, instabilidade mental e indecisão. Nos sentimos sem direção.   Quando não há eliminação dos resíduos, não há espaço para absorção e assimilação do novo.   O oposto também pode ocorrer: Um Apana muito forte promove uma liberação tão rápida que impede a assimilação no tempo natural e necessário. Pense na última vez que você teve diarreia… Se sentiu fraco, não foi? Isso aconteceu porque corpo não teve tempo de assimilar os nutrientes da alimentação antes que acontecesse a eliminação. Assim também acontece com o Prana que é absorvido pelo seu corpo quando apana está muito forte. A consequência é a falta de energia.   Especialmente por isso, na prática de asanas e pranayama, o Apana não deve ser estimulado em gestantes durante grande parte inicial da gestação ou bloqueado em mulheres durante o início do ciclo menstrual. Não é desejável acelerar a eliminação na primeira e nem impedir na segunda.   O importante é perceber seus vayus para entender quando estão desequilibrados e precisam de atenção. Levar consciência aos seus vayus através da prática de Yoga ajuda a voltar-se ao presente, principalmente com Apana e seu potencial de aterramento.   Vejo Apana, que quando equilibrado promove uma desintoxicação, nos liberando de resíduos do corpo, mente e emoções, totalmente conectado com Vairagya, o desapego.   O que você anda segurando que não te serve mais?   Om Namah Shivaya   new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

YogIN | 8 Maio 2019 | Daniel De Nardi

O CORPO E O ÁSANA

O Corpo e o Ásana UM POUCO DE HISTÓRIA A proposta deste texto é falar sobre a parte corporal do Yoga, o ásana. O Yoga é uma filosofia de vida que tem como objetivo o perceber sua verdadeira identidade uma Identificação com o EU. Para alcançar essa meta, o Yoga dispõe de uma variedade de técnicas que vão obrigando o YogIN a prestar mais a atenção em si mesmo. É como se o YogIN ligasse uma chave de consciência e a deslocasse ora para respiração ora para uma parte do corpo. Com isso o YogIN aprende a lidar com sua capacidade de observador, característica da identificação com a consciência - observar-se mais.  As técnicas para que o o YogIN aprenda a habilidade de comandar a direção do seu complexo (mente/emoção) vão desde exercícios com as mãos (mudrás) até meditação (samyama), podemos também citar os respiratórios (pranáyámás), vocalização de sons e ultra-sons (mantras) e a técnica corporal (ásana), a qual iremos abordar. Cada uma dessas técnicas atua em diferentes áreas do ser humano a fim de que ele possa ampliar sua capacidade de auto observação e ganhar mais energia vital para realizar seus objetivos. O Tantra divide as técnicas em dois gurpos  Shivas - voltadas para a aproximação desta consciência pura  Shaktis - técnicas de geração de energia, processo indispensável ao desenvolvimento do YogIN. Apesar de poder se meditar em um ásana (dhyanásanas), a prática de ásanas que envolvem movimentação e diferentes níveis de esforço tem como objetivo esse movimento da energia no corpo, prána. Tanto para desobstruir canais de energia (nadís) quanto para gerar mesmo energia, com bandhas e outras técnicas. Quando o yogin começa a fazer uma posição é muito importante que ele se sinta bem executando-a, pois no Yoga valoriza-se a permanência e é muito difícil permanecer muito tempo se você não está se sentindo bem na posição. Da permanência longa depende a evolução na execução, ganhando-se alongamento, força e flexibilidade e também a ampliação a capacidade de auto-observação já citada como um dos objetivos da prática. Mencionei também os respiratórios (pránáyámas) que podem ser praticados a parte, em qualquer posição sentada, ou dentro do ásana. Escolas como o Ashtanga, aconselham a execução do ujjay um respiratório que aquece o corpo e produz um soa parecido com ressoar. A respiração é uma das ferramentas mais importantes do Yoga. “A mente é senhora dos sentidos, mas a expiração é senhora da mente.” diz o Hatha Yoga Pradipika, principal obra de ásanas no Yoga. Com a respiração consciente, consegue-se atuar na melhor administração do emocional e na redução do desgaste, seja este físico ou por uma situação de stress. O princípio disso é que assim como o nosso emocional influencia a respiração, podemos fazer o caminho inverso e a partir da respiração também influenciar o emocional. Não significa que você vai parar de sentir ou que nunca ficará cansado, mas o fato é que sempre quando sentimos um stress muito grande ou um cansaço forte o corpo fica se desgastando para se recuperar. Liberando diversas substâncias, nem sempre saudáveis para as células. Essa recuperação poderá ser mais rápida a medida que se controla o processo respiratório. Dentro do ásana a respiração vai contribuir nesses dois sentidos, diminuindo o desgaste físico e permitindo um mergulho maior para dentro de si a medida que se executa a posição. Além disso, pode-se aplicar vocalizações (mantras), meditações em alguma parte do corpo (samyama) e mentalizações. Tudo isso, amplia a vivência e os efeitos de cada posição. O QUE AS ANTIGAS ESCRITURAS HINDUS DIZEM DO ÁSANA Que fique bem claro: não se trata em absoluto de convidar os doutos europeus a praticar Yoga (o que aliás é menos fácil do que dão a entender certos amadores), nem de propor às diversas disciplinas ocidentais que aplique métodos do Yoga ou adotem sua ideologia. Uma possibilidade que nos parece bem mais fecunda é estudar o mais atentamente possível os resultados obtidos por tais métodos de investigação da psique. Assim, abre-se ao pesquisador europeu toda uma experiência imemorial referente ao comportamento humano em geral. Seria imprudência não se tirar proveito disso. Mircea Eliade, Yoga Imortalidade e liberdade.   Os antigos sábios hindus gostavam de começar suas explanações definindo o que entendiam pelo assunto que iriam abordar. Seguindo seu exemplo, vou começar pela definição de Yoga mais clássica que existe, feita por Pátañjali um importante mestre que viveu na Índia no século III A.C. Pátãnjali tem uma importância muito grande dentro da história desta filosofia, é considerado o pai do Yoga pois ele foi o primeiro a escrever um livro falando somente desta prática, o famoso Yoga Sútra. Este livro é escrito em aforismos, frases concisas repletas de conhecimento, começando desta forma. I - 1 Agora o conhecimento do Yoga I - 2 Yoga é a supressão da instabilidade da consciência Então para o Yoga o importante é reduzir todas as formas de instabilidade, sejam elas físicas, emocionais ou mentais para que a consciência em sua forma mais limpa possa ser vislumbrada. Esse processo vai sendo conquistado de diferentes formas, os yogins aprendem a direcionar sua atenção ora para um som (mantras) ora para a respiração (pránáyáma), ora para uma única imagem (samyama) ou para o corpo (ásana) e neste último ponto que começa o nosso trabalho. O corpo é portanto, uma importante ferramenta para que o yoga atinja sua meta. O ÁSANA Começaremos mais uma vez usando uma definição de Patáñjali para ásana, feita no Yoga Sútra capítulo II, versículo 46 \"ásana é toda posição firme e agradável.\" Patánjáli viveu em uma sociedade extremamente patriarcal. No século III A.C., a cultura do guerreiro era bastante presente na Índia. Os arianos haviam dominado o país e imposto sua filosofia comportamental, na qual, a repressão ao prazer era prática regular. Treinamentos militares primitivos eram comuns entre os jovens e os guerreiros gozavam de prestígio dentro da sociedade. Apesar disso tudo, Patánjali define a parte corporal da filosofia que desejava propagar como algo \"agradável\", portanto prazeroso. Isto certamente deve ter gerado muitos questionamentos quando foi apresentado. Entretanto, Patánjáli não estava criando um método novo. O Yoga já existia na Índia há pelo menos dois mil anos antes dele escrever seu livro. Os textos mais antigos do hinduísmo, Vêdas, Ithásas e Upanishads já citavam expressamente suas técnicas e efeitos.   \"É por isso que o YogIN une dessa maneira o prána, a sílaba OM e este universo com todas as suas inumeráveis formas [...], razão pela qual esse processo chama-se Yoga. A unidade da respiração da consciência e dos sentidos, seguida pela extinção de todos os conceitos: isso é o Yoga,\" Maitri Upanishad (VI, 25)   Além disso, selos que datam mais de 6000 anos e que eram usados para marcar mercadorias mostram imagens de YogINs em posições de meditação. O outro ponto citado por Pátañjali é a firmeza, \"firme e confortável.\" Essa cartacterística é relacionada com a busca pela estabilidade \"supressão da instabilidade da consciência\" citada no início. No capítulo 2 versículo 47 Pátañjali fala da técnica corporal \"Ela é dominada quando elimina-se a tensão e medita-se no infinito.\" Se a permanência fosse sofrida, pois neste caso a luta interna seria para se livrar daquela sensação e não por aprofundá-la. O trabalho de Patáñjali foi resgatar um conhecimento bem mais antigo que ele, de uma civilização anterior a ariana chamada drávida ou harapiana. Esse povo, ao contrário dos arianos, era avesso à guerra e consequentemente valorizava o prazer. Por conta disso, não havia como tirar o prazer da técnica corporal. Do prazer durante a prática, dependia a evolução nessa filosofia. Somente quando o YogIN consegue se sentir bem executando uma posição ele consegue estabelecer uma relação mais íntima com seu corpo, consegue aprofundar a experiência de senti-lo na totalidade. Quando o YogIN se coloca num ásana, é essencial que ali permaneça por bastante tempo para que os efeitos de descobertas e autoconhecimento venham a tona. Isto seria impossível sem o conforto e a permanência longa. Cada vez mais a medicina e a psicologia modernas tem observado que tudo o que sentimos, de alguma forma fica impregnado no nosso corpo. Uma tensão emocional gera uma tensão dos músculos, assim como uma situação descontraída faz com que eles relaxem. Sendo assim, hoje algumas linhas de psicologia, como a de Reich, tem usado um trabalho corporal para liberar tensões ou até traumas do pisiquismo dos pacientes. O Yoga já vem trabalhando nesse sentido há todos esses anos. Atuando não necessariamente em casos extremos como Reich, mas para todas as pessoas que desejam se conhecer mais. A medida que paramos alguns minutos numa posição e observamos às reações do nosso corpo à ela, conseguimos obter informações importantes para a nossa melhoria como ser humano. Uma pessoa ansiosa por exemplo, que consiga se superar no sentido de estabilizar o corpo por um tempo, terá invariavelmente um reflexo positivo disso em seu comportamento. Além disso como o corpo é agitado e arritmico por natureza, movimentando-se até mesmo quando dormimos, estabilizá-lo pode significar um controle sobre humano. O Yoga tem essa ambição de tornar seus praticantes mais que simples viventes, mas pessoas que conseguem algo a mais que simplesmente seguir seus condicionamentos e boa parte desses resultados é conquistado graças ao ásana.      (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({ google_ad_client: \"ca-pub-2658722709412110\", enable_page_level_ads: true }); Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão

YogIN | 3 Maio 2019 | Fernanda Magalhães

Yoga é para Todos – 3 Mitos sobre Yoga para Quebrar seu Preconceito

Yoga é para Todos - 3 Mitos sobre Yoga para Quebrar seu Preconceito Quase todo mundo já ouviu falar de yoga, mas ainda hoje, existem equívocos na compreensão do que é essa prática milenar.   Quem é o praticante de Yoga? Ou, quais os requisitos para a prática de yoga?   “Sou muito duro”, “não consigo ficar parado”, “mas eu já faço crossfit/ natação/ corrida”… são algumas das justificativas dadas para não se praticar yoga.   Existe uma frase famosa de  SRI K Pattabhi Jois que diz que Yoga é para todos, menos para os preguiçosos.   Mas, talvez, nossa “ocidentalização” do yoga, que mostra a prática como uma performance acrobática realizada por mulheres magras e longilíneas seja o culpado pela má compreensão do que vem a ser um estudante de Yoga.   Sim, digo estudante de Yoga para introduzir o primeiro mito em questão:   1.Yoga é atividade física Eu mesma já escrevi aqui no blog sobre a questão de yoga ser confundido com atividade física por conter componentes relacionados ao movimento do corpo em parte de suas técnicas. Sim, existe a parte física, que pode ser, dependendo da sua pratica, bem exigente. Mas as posturas, ou asanas, são apenas um dos componentes da tradição.   Yoga é uma filosofia que trata da relação com a mente. Sim, mente. O objetivo do Yoga é sempre um trabalho interior, mesmo quando acessado pelo corpo. Através de técnicas, que incluem a execução de posturas psicofísicas, é traçado um caminho para o controle das flutuações da mente. Estas flutuações são as camadas que adquirimos ao longo da vida e nos impedem de ver o verdadeiro Eu. Yoga é o caminho para conhecer este Eu verdadeiro, inteiro e feliz. Yoga é autoestudo.   Nunca apenas o físico pelo físico. O corpo é o instrumento para acessar camadas mais sutis.   Por isso não há comparação entre Yoga e pilates, como é comum de acontecer, ou qualquer outra atividade de capacitação física. Os objetivos são diferentes, pois yoga é o que acontece por dentro.   2. Yoga é para pessoas flexíveis e magras Não existe corpo certo para a prática de Yoga. Se yoga não é uma atividade física, não há sentido em existirem atributos físicos que tornem a pessoa apta ou não à prática de yoga. Tamanho, sexo ou idade não definem um praticante de Yoga.   A prática física é apenas uma parte do Yoga, mas ainda assim, qualquer asana é passível de variações que se encaixem ao seu corpo. A não ser que você esteja com a ideia de praticar yoga para postar a foto no instagram, sua prática será bem sucedida independente da sua estrutura física. Porque yoga não é sobre a postura perfeita, ou sobre se sobressair. Não se guie pelas imagens de asanas aparentemente perfeitos em fotos nas redes sociais. Como disse B.K.S Iyengar: \"A mente é a parte mais difícil de se ajustar no asana.\" e isso não se vê em fotos.   Yoga é para experimentar, descobrir seus limites e criar intimidade com seu próprio corpo. Relaxando a tensão de exercer o desempenho criado e esperado por nós mesmos, nasce espaço para uma flexibilidade que você nunca viu em si.   A flexibilidade, é sim uma boa consequência da prática de asanas, não um pré-requisito. Ao contrário, uma pessoa que inicia a prática de asanas com muita flexibilidade no corpo tem dificuldade de encontrar o desafio necessário a ser enfrentado para que aconteça o crescimento. Se tudo é muito fácil para ela, também é fácil permitir que a mente se distraia.   A liberação das articulações e alongamento dos músculos é uma conquista trabalhada nos níveis físico, emocional e espiritual. A flexibilidade adquirida no yoga é resultado da prática de tapas (autodisciplina) e ahimsa (não violência) dentro do tapete.   Eu já ouvi, inclusive, que a inflexibilidade é uma benção.   3. Yoga é muito parado Bom, dizer que yoga é parado chega a ser engraçado para quem já praticou métodos dinâmicos de sequências de asanas. Mas a questão principal é que se você se considera muito agitado para ficar parado, isso significa que você precisa aprender a ficar parado mais do que quem tem facilidade para isto.   Yoga é sobre equilíbrio e existem diversas técnicas capazes de desacelerar a mente mais agitada. Um dos benefícios da prática é proporcionar relaxamento.   Da mesma forma, a pessoa muito apática colhe os mesmos benefícios, pois equilibrando corpo, mente e emoções, evitamos a oscilação destes extremos, preservando nossa energia.   Além de tudo, estar parado não significa estar sem fazer nada. Mas se você tem muita dificuldade com permanências, busque uma prática dinâmica que te leve da agitação ao relaxamento através do movimento. Existem diversos métodos de aprendizado de Yoga e um deles é compatível com seu momento, experimente.   E, acima de tudo, divirta-se com o processo.   Namastê!   new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

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