Blog

Qualidade de Vida


como fazer as posturas do yoga
Qualidade de Vida | 18 nov 2020 | Fernanda Magalhães

Por que fazer Yoga?

Por que fazer Yoga? Bom, eu sei porque eu pratico e os meus motivos pessoais sofreram grandes mudanças ao longo do tempo de prática, mas levantar esta questão realmente me fez parar para pensar. A maior parte das pessoas que buscam o Yoga através de mim chegam com a expectativa de ganhar flexibilidade no corpo ou para relaxar a mente. De fato, são duas excelentes consequências da prática e por isso, vamos começar com elas: O Yoga te deixa mais flexível, forte e trabalha seu equilíbrio Muita gente acha que não deve praticar por não ser flexível, quando na verdade, a flexibilidade é a grande consequência positiva para o seu corpo no trabalho com asanas. Todas as posturas possuem variações que cabem em qualquer nível de flexibilidade. Yoga é para todos. Trabalhar a flexibilidade de quadris e coluna melhora a mobilidade geral do corpo. O fortalecimento da musculatura do core ajuda a melhorar a postura e é capaz até de te fazer crescer alguns milímetros. Todas as questões físicas são trabalhadas também no emocional durante a prática, e o equilíbrio não fica para trás. Quando você se torna mais flexível e forte através do yoga, não estamos falando unicamente do corpo, mas também da mente. É sempre um trabalho em conjunto que te fortalece de dentro para fora. Com o equilíbrio acontece o mesmo. Equilíbrio é foco. É lógico que existem musculaturas a serem trabalhadas (e serão durante a prática) que contribuem para a estabilização do corpo e ajudam a trabalhar desafios de equilíbrio, mas sem uma mente concentrada, de nada serve tanta estabilidade física. Por isso, vamos para o segundo motivo para você praticar. O Yoga te traz para o momento presente Vida acelerada gera pensamento acelerado. Nossa mente está sempre a frente do nosso corpo, desejando, planejando, especulando. Por alguns momentos ela retorna ao passado, em geral trazendo algum arrependimento ou questionamento. Dessa forma seguimos o nosso dia a dia com a “mente fora do corpo” trazendo sofrimento para momentos perfeitamente equilibrados. Quero que você pare por um instante e pense: neste exato momento eu tenho um problema? E não estou dizendo dá conta que vence hoje ou da reunião agendada para a tarde… Digo agora, neste exato momento. Provavelmente a resposta é não! Criar expectativas gera ansiedade, quando nada disso é real. O Yoga traz sua mente de volta para o corpo e o corpo está sempre no presente. Estar unido com o corpo é o objetivo da prática física. Se você fizer um esforço para se lembrar de um momento quando foi realmente feliz, vai entender o que é estar no próprio corpo. São os momentos que te trazem para o presente que fazem você perceber que possui tudo aquilo que precisa. O Yoga te desacelera Por mais agitada que seja a sua prática, ainda sim ela funciona em um ritmo mais leve que a vida cotidiana. Ela provavelmente funciona no ritmo da sua respiração, que também toma um ritmo modificado nesse momento. Te faz conectar com um ritmo só seu, que é perdido durante o dia com todas as exigências externas. Você volta para si e não para fora. Você aprende o seu tempo de funcionamento e o respeita durante esses minutos de prática. Além disso, ao final de toda prática física é realizado um relaxamento. O estado mental proporcionado por alguns minutos pós pratica onde você se concentra em soltar mente e corpo, pode te ajudar a dormir melhor à noite contribuindo também no alívio da insônia. A respiração correta libera a tensão e o estresse do seu corpo, por isso o próximo benefício é: Você melhora a qualidade da sua respiração Exercícios respiratórios são parte importante da prática de Yoga. Exercitar a respiração traz consciência para o ato de respirar. Aprender a respirar pelo nariz é um benefício pouco comentado da prática de Yoga. Você não tem ideia de quantas pessoas respiram pela boca sem perceber. A respiração oral altera a forma como a língua funciona e a anatomia do rosto, o que pode afetar a fala, deglutição e mastigação de formas problemáticas. Também aumenta o risco de infecções já que o ar não está sendo filtrado pelo nariz. A respiração leva oxigênio ao sangue, controla a nossa energia vital (prana) e, proporciona domínio emocional. Nós sabemos que nossa respiração pode oscilar de acordo com o nosso estado emocional, e o contrário também é verdadeiro, alterando nossa respiração, podemos afetar nosso estado emocional. Através de alterações no ritmo respiratório com exercícios como Kapalabhati podemos também trazer vitalidade para mente e corpo. Podemos acelerar ou desacelerar atraves da respiração consciente. Você já observou sua respiração em um momento de estresse intenso, medo, pânico? Respiração curta e acelerada = descontrole emocional, logo, uma respiração consciente, profunda e nasal traz o equilíbrio. Por isso, o último e mais importante benefício da prática de Yoga: O Yoga trabalha o domínio de suas emoções Já mencionamos acima que nossas emoções e respiração estão conectadas. Trazendo a consciência para a respiração, você consegue clareza para enxergar seu estado emocional. Por exemplo, talvez usar a consciência na respiração te impeça de dizer algo que o faria se arrepender. Aquela velha historia de realizar 10 respirações conscientes antes de tomar uma atitude. Você já ouviu isso? Se nunca testou, faça da próxima vez que começar a sentir o sangue subindo a cabeça, especialmente se você é uma pessoa impulsiva. Aguarde essa clareza chegar antes de reagir e observe as diferenças na sua relação com os outros. Somos todos pessoas feridas que não aprendemos a lidar com as emoções. Muitas destas emoções ficam guardadas em nossa mente e corpo. Nosso corpo é um reservatório dessas emoções. O encontro da mente com o corpo torna o espaço silencioso no tapete de yoga um lugar seguro para encontra-las e cura-las. Sem o barulho mental usual podemos nos ouvir de verdade, chegar no íntimo, na intuição, no eu. Quando algo dá errado é natural fugir e querer deixar o desconforto da experiência. É assim que nossas emoções são afogadas no nosso interior ao longo da vida, para que não seja preciso enfrentá-las. Mas isso apenas adia e aumenta as questões relacionadas aquela emoção que está guardadinha, fazendo com que a cura, em algum momento, seja necessária. É provável também que com o tempo de prática você comece a reconhecer algumas emoções dentro de si que até hoje eram desconhecidas. E pode ser que nesse momento você queira fugir da prática. Talvez você comece a chorar copiosamente em uma postura. Mas preciso te explicar que é totalmente normal, não controle ou fuja do que surgir no tapete, permita que a cura aconteça. Agora podemos compreender que o que foi dito sobre o equilíbrio no primeiro item do nosso texto, possui um sentido muito maior nos benefícios da prática de Yoga. O equilíbrio físico, como consequência de um equilíbrio mental e emocional, é proporcionado pelo trabalho interno totalmente conectado ao seu corpo material. Porque é através do nosso corpo que vivenciamos as experiências, e como consequência as emoções. E é através dele que nos relacionamos com o outro, gerando um ciclo de novas emoções, que podem ser desenvolvidas com essa nova consciência trabalhada no seu tapetinho. Então, se você deseja ser uma pessoa flexível, forte e equilibrada, pratique Yoga! “Seja a mudança que você quer ver no mundo”. - Mahatma Gandhi Namaste

Qualidade de Vida | 3 nov 2020 | Equipe YogIN App

Pesquisas Provam que Yoga atua contra o declínio cognitivo no envelhecimento

Pesquisas Provam que Yoga atua contra o declínio cognitivo no envelhecimento   ​   Cientistas do Instituto do Cérebro (Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein), da Universidade Federal do ABC e da Harvard Medical School fizeram imagens do cérebro de mulheres idosas praticantes de yoga e encontraram um córtex pré-frontal mais espesso em regiões associadas a funções cognitivas como atenção e memória. Os resultados sugerem que o yoga pode ser uma maneira de proteger o cérebro contra o declínio cognitivo que ocorre no envelhecimento. Quando envelhecemos, ocorrem mudanças estruturais e funcionais do cérebro e isto frequentemente leva ao declínio cognitivo, incluindo deficiências na atenção e memória. Uma das mudanças é a redução da espessura do córtex cerebral, o que os cientistas têm associado ao declínio cognitivo. Então, como podemos retardar ou reverter estas mudanças? Para continuar lendo CLIQUE AQUI   https://www.einstein.br/noticias/noticia/estudo-sugere-praticantes-yoga-tenham-protecao-contra-declinio-cognitivo-envelhecimento  

Postura de Lótus
Dicas de Yoga | 18 out 2020 | Adri Borges

Como o Yoga pode ajudar na sua intuição

Como o Yoga pode ajudar na sua intuição Você acredita no seu poder de intuição? Sabe como o Yoga pode te ajudar? A princípio, você sabe o que é intuição? Segundo o dicionário intuição é: substantivo feminino 1. faculdade ou ato de perceber, discernir ou pressentir coisas, independentemente de raciocínio ou de análise. 2. forma de conhecimento direta, clara e imediata, capaz de investigar objetos pertencentes ao âmbito intelectual, a uma dimensão metafísica ou à realidade concreta. 3. visão clara e direta de Deus como a que possuem os bem-aventurados.Apesar de sermos Corpo Mente e Espírito, quando nos encontramos em algum momento desafiador ou de stress, a tendência é nos focar em nosso lado racional. Quando focamos nosso lado racional, perdemos nossa conexão com nosso lado criativo, com nossas emoções e consequentemente com nosso poder de intuição. Segundo Bill George,Professor da Harvard Bussiness School, jamais deixaremos nossa intuição fluir se não nos observarmos. Ele ainda completa que todas as decisões são intuitivas. Se não fossem poderíamos procurar no computador e teríamos todas as respostas. Muitas vezes nosso pensamento racional domina a situação. Tomamos nossas decisões baseado na nossa mente consciente. Com o ritmo alucinante das grandes cidades, overdoses diárias de informações e obrigações o tempo se torna escasso. Não há tempo para respirar, silenciar e nos observar. Sem esta observação perdemos nossa conexão e nos fechamos para nossa habilidade de intuir. Sobrecarregamos nossa agenda com inúmeras programações: compromissos sociais e profissionais, atividades físicas, projetos intermináveis e happy hours com pessoas que muitas vezes nem nos lembramos os nomes. Todas essas distrações nós chamamos de entretenimento. E são elas que muitas vezes nos afastam de nós mesmos impedindo-nos de nos observar e deixar a intuição fluir. Mas qual seria a importância da intuição em nossa vida? Segundo o psiquiatra e autor Iain Mac Glchirist, a intuição é a tomada da consciência das coisas sutis que estão fora do foco da atenção. Coisas das quais temos consciência de forma inconsciente. Ele ainda completa que se passamos muito tempo focados na nossa mente consciente não vemos o que deveria ser importante e consequentemente, eliminamos essa informação. O que me surpreendeu nesta entrevista, foi quando ele disse que bem pouco de nosso processo mental é consciente. 95% possivelmente 99% não é nada consciente e agem para nos alertar de coisas que nossa mente não está ciente. São portanto coisas implícitas, coisas sútis. Como o Yoga pode te ajudar a despertar sua intuição? A prática da meditação é uma importante ferramenta para que você possa se observar e trabalhar sua intuição. Que tal experimentar? Permaneça sentado com as pernas cruzadas (postura meditativa). Mantenha seus olhos fechados e sua coluna bem ereta. Repouse suas mãos sob seus joelhos mantendo seus ombros voltados para baixo e para trás. Permaneça com seu queixo paralelo ao solo. Agora apenas inspire e expire. É chegado o momento de você se aquietar. Mantenha sua respiração nasal, lenta, profunda e consciente. Através dela você irá cessar o fluxo de pensamentos permanecendo assim em seu momento presente. Preste atenção em sua respiração estabelecendo assim uma conexão com seu mundo interior. Abstraia-se de ruídos externos temperatura do ambiente e peso do seu corpo. Agora apenas se observe. Sem se julgar e se envolver com seus pensamentos. Apenas observe! Quando entramos em estado meditativo e começamos a nos observar não há lugar para escapar exceto em si mesmo. Quando esta conexão se estabelece você realmente começa a ser você mesmo. Você começa a entrar em contato com o que há de mais verdadeiro, a essência do seu ser. A partir da sua observação você abre as portas para sua intuição fluir. Vamos meditar? Namastê.

Dicas de Yoga | 1 out 2020 | Daniel De Nardi

Como a meditação pode ajudar um estudante?

Como a meditação pode ajudar um estudante? Se você tirar toda a filosofia por de trás da meditação, o que sobra é um excelente exercício de concentração que já teve seus efeitos comprovados por inúmeros experimentos. No final do dia, o que mais importa no processo de aprendizado é o tempo que você consegue reter sua atenção naquilo que está aprendendo. Toda dispersão cria vácuos no aprendizado, se a dispersão for muito longa o estudante perde o fio de meada e não consegue mais entender a matéria. Sendo assim, a concentração é a habilidade mais importante a ser desenvolvida por quem quer melhorar seu processo de aprendizado. A meditação ensina o praticante a retomar sua concentração o mais rapidamente possível. O processo de aprendizado sempre possui essa dificuldade do aluno começar a estudar a matéria e poucos minutos depois já estar pensando em outro assunto. Para se aprender deve-se aprofundar no assunto, e aprofundar passa necessariamente por mais tempo de atenção. A meditação para estudantes pode sim, ser um excelente aliado para bons resultados. Acesse nosso canal de podcast com diversos exercícios de meditação para você treinar. CLIQUE PARA MEDITAR   Para começar a praticar Yoga, Meditação, Exercícios de respiração (pranayamas), ter acesso a conteúdos exclusivos e se tornar um aluno YogIN App, clique em : Quero Praticar Yoga    new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

VRKSASANA
Dicas de Yoga | 26 set 2020 | Vitória Dantas

VRKSASANA e a importância do equilíbrio

VRKSASANA e a importância do equilíbrio Vrksa (pronuncia-se vrik-chá) Quando você vê uma árvore, vê apenas o que está acima do chão, vê seu tronco, galhos, folhas, flores e frutos e tudo isso é sustentando por raízes firmes e profundas no solo, é assim que a árvore se mantém em equilíbrio. Samatva em sânscrito, significa equilíbrio, algo fundamental no yoga e essa semana nosso yoga asana é Vrksasana, a postura da árvore. https://youtu.be/2F8dncLRHzo Qual a importância de se ter equilíbrio? Quando trabalhamos o equilíbrio do corpo, este reflete no equilíbrio da mente e vice - versa. Quando estamos equilibrados, somos imparciais, tratamos os outros com igual justiça, bondade e compaixão. Vem junto conosco praticar Vrksasana e descobrir como criar suas \"raízes\" e cultivá-las. Você irá também: Aumentar seu foco Aumentar a concentração Melhorar o equilíbrio Melhorar a estabilidade Fortalecer pernas, braços e ombros Abrir quadris e virilha  

impressionismo
Dicas de Yoga | 30 jul 2020 | Fernanda Magalhães

Brahma Muhurta – Arte de Acordar antes de Todos

Brahma Muhurta: o melhor horário para a prática de Yoga e Meditação! O Brahma Muhurta já me acompanha desde que sou criança. Engraçado né? Eu sempre fui uma pessoa da manhã. Sim, criança meio estranha que acordava antes da hora necessária para me arrumar com calma para a escola. Na verdade, durante a infância, dormir não era uma atividade atrativa para mim. Sempre apreciei esse tempo de silêncio, às vezes ainda escuro onde executava as tarefas matutinas com calma, sem  acordar “no susto”. Mas, há uns 6 anos atrás, quando comecei a acordar às 5 horas da manhã para fazer atividade física antes do dia iniciar, esse momento tomou um significado maior. Ele se tornou o meu momento do dia, onde não havia demandas externas a serem atendidas e eu podia me escutar, me conectar. Semana passada, ganhei um livro que se chama “O Milagre da Manhã” que fala sobre como transformar sua vida incluindo certas atividades como meditação, planejamento, exercícios físicos e escrita antes das 8h da manhã. Venho percebido que está crescendo uma onda de acordar às 5h, ou até mesmo as 4h da manhã, para estimular mudança para a qualidade de vida e eficiência. É, inclusive, uma dica dada pelos grandes empresários visando o sucesso financeiro. De fato, senti mudanças internas nesse período que venho acordando 1 hora mais cedo do que o necessário para poder estar comigo. Não sei o que veio primeiro, o ovo ou a galinha, mas o Yoga entrou justamente nessa época na minha rotina, ainda que devagar,  somente duas vezes por semana. Existem pesquisas que indicam até mesmo que quem acorda mais cedo é mais magro e feliz do que a média! Conforme fui estudando o Yoga e compreendendo as diretrizes para a prática, percebi que utilizar este horário matutino para uma prática de autoconhecimento não era uma questão de encaixe perfeito na minha rotina ou gosto pessoal. Eu, ainda sem saber, estava usufruindo dos efeitos de brahma muhurta - \"A Hora de Deus\" ou \"A Hora do Criador\". Brahma muhurta é um período de dois muhurtas (1 muhurta= 48 minutos), ou cerca de uma hora e meia antes do amanhecer, variando de 3 às 6h da manhã, dependendo do horário do nascer do sol. Este período de tempo, quando a alma humana e o Universo se unem, é dedicado a Brahma, Deus da Criação. É o momento em que você se recria para um novo dia. Unindo a sabedoria dos antigos Yogins e a experiência das pessoas eficientes de nossa era, podemos listar algumas das recompensas em atender ao despertador tocando mais cedo:   Sincronização com o Ciclo Circadiano Nosso organismo funciona de forma cíclica em relação a produção de hormônios que regulam nossas atividades diárias. Esse nosso “relógio biológico” é controlado pela luz, que comanda a produção de cortisol durante o dia e melatonina durante a noite. [caption id=\"attachment_493577\" align=\"aligncenter\" width=\"620\"] Ciclo Circadiano e o Brahma Muhurta[/caption]   A melatonina é vista como um estabilizador do estado mental, algo que o deixa confortável por um longo tempo. Ficar mentalmente confortável significa que você não sofre flutuações. Respeitar os ciclos biológicos faz com que possamos utilizar nosso corpo em sua máxima potência. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Você estará adiantado Dê adeus aquele pulo da cama para não se atrasar. Você já estará acordado há um tempo quando precisar sair de casa ou iniciar uma tarefa. Estar adiantado te deixa um tempo de planejamento para fazer a programação do seu dia e deixar preparado o necessário como por exemplo, preparar uma marmita saudável se seu plano é melhorar a alimentação no dia a dia. Este fato te deixa também uma vantagem psicológica de que você iniciou seu dia antes de todos, contribuindo para o próximo benefício. Trabalhar por ação, e não por reação Como eu disse acima, acordar antes de todos te deixa sem demandas externas, fazendo com que você priorize o mais importante e não o mais urgente. Se colocando nesse momento de prioridade, você estará muito mais preparado para atender as demandas quando elas chegarem. Então, não é só começar o dia antes, mas é importante o como começar seu dia. Se você ainda não tem um ritual matinal, recomendo que coloque isso nas suas prioridades. O seu dia deve ser tratado com um evento importante onde a preparação se dá nessa “hora extra”. Silêncio e o Brahma Muhurta Não que precise explicar esse benefício… Mas é criada a atmosfera perfeita para estudo, trabalho, ou qualquer tarefa que exija concentração. Além do silêncio, se estão todos dormindo ainda, não será interrompido por cônjuges, emails ou mensagens no whatsapp. Quando acordamos nossa mente está calma, e clara e a medida que os estímulos externos vão chegando ela vai se poluindo, desfocando. Aproveitar sua mente nesse estado, significa mais produtividade, mais insights, mais controle, que será levado para o resto do dia. SE QUISER MAIS SOBRE COMO DESENVOLVER DISCIPLINA - CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO https://yoginapp.com/meditar-exige-disciplina/ Disciplina e Brahma Muhurta Ok, para a maioria das pessoas, acordar cedo não é fácil (embora grande parte destas apenas não tenha desenvolvido o hábito ainda) mas a determinação em levantar com o despertador mais cedo desenvolve a disciplina. Toda situação que desafia nossa zona de conforto é um excelente trabalho de controle mental. Para alcançar qualquer objetivo, seja a vida de Yoga ou o sucesso financeiro, é preciso aprender a fazer o que deve ser feito e não o que nos convém. Assim desenvolvemos Tapas, a autodisciplina. Vivemos no mundo imediatista, atropelando tarefas importantes em prol de tarefas urgentes. O importante sempre vai sendo deixado para o tempo livre, que às vezes não acontece. Não é só o acordar mais cedo, mas sim colocar as coisas mais importantes em primeiro lugar. Como você passa as primeiras horas do dia determina como será o resto dele. “Pratique, pratique e tudo virá” - Sri K Pattabhi Jois new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

nauli kriya
Dicas de Yoga | 8 jul 2020 | Equipe YogIN App

Nauli Kriya – Limpeza Interna

Nauli Kriya: Aprenda a Fazer! Nauli Kriya é uma técnica para a purificação interna. Kriya significa atividade. Dentro da prática do Yoga, representa as atividades de purificações internas. Existem dezenas de kriyas que atuam na limpeza das mais diferentes e inimagináveis partes do corpo. Existe até hrd kriya que limpa o coração. É interessante pensar que os primeiros YogINs já se preocupavam com uma limpeza completa do corpo, algo que vai além da parte externa. Tudo isso numa época em que não havia grandes quantidades de dióxido de carbono do ar, a água nunca era poluída e não existia pizza 4 queijos. Entretanto, a sensibilidade aguçada permitiu que eles percebessem que sem um corpo limpo, não conseguiriam produzir todos os efeitos da prática. new RDStationForms(\'e-book-treinamento-yogin-de-respiracao-bdf2969b9eeaf2b1af79-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Uma máquina boa só funciona bem se o motor estiver limpo Alguém já falou que o corpo humano é a mais perfeita máquina já criada, um motor que mais precisa do máximo de cuidados. Pensar que somente tomando banho, escovando os dentes você já está suficiente limpo é esquecer que há além da pele. Para que a limpeza seja plena ela tem que atuar interna e externamente. Os kriyas chamam para si a responsabilidade de resolver esse gap de higiene contemporânea. Veja o vídeo abaixo. https://youtu.be/4lg3Jt8WhKM   Como o nauli kriya atua na limpeza dos intestinos? No colégio, você deve ter estudado microvilosidades, mas como acho que você não lembra mais, vou dar uma ajuda. As microvilosidades são como uma grama sintética por dentro dos intestinos. Possuem tipos de células especializados em absorção, para captar todos os elementos dos alimentos que passam por aqui. Elas estão o tempo todo se movimentando para conduzir o alimento que entra em direção ao sistema excretor. Nesse percurso que o alimento faz, sempre ficam resquícios. Detritos de alimento podem se instalar nas paredes intestinais e caso fiquem por muito tempo, podem causar sérias doenças entre elas o câncer. As compressões abdominais que o nauli produz favorecem a aceleração do movimento peristáltico. Boa parte dos detritos que podem ficar depositados nos intestinos, com a prática do nauli, acelerando o movimento interno, serão expulsos até o aparelho excretor. Limpar os intestinos significa diminuir o desgaste que a digestão gera. E este desgaste não é insignificante, você já deve ter ouvido a expressão enfezado, criada em cima do incomodo que uma pessoa que não tem um bom funcionamento digestivo sente. Aprenda sobre o Detox do Yoga - CLIQUE AQUI https://yoginapp.com/detox-do-yoga/   Praticar nauli kryia não é tão simples sem a orientação de um professor. Entretanto existem alternativas para começar a aprender estas técnicas que podem ser feitas por qualquer pessoa. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

YogIN App
Dicas de Yoga | 16 jun 2020 | Cherrine Cardoso

Identificando nossos ciclos de aprendizado

Identificando nossos ciclos de aprendizado É sabido que nós passamos por ciclos ao longo do nosso amadurecimento. Temos a infância, temos a adolescência, fase adulta, velhice. Porém, dentro de cada destas fases, passamos por momentos que acarretam para uma série de transformações profundas na nossa vida. Não falo de coisas da rotina e sim de situações que acontecem para nos fazer experienciar os aprendizados que precisamos. Estudos dizem que estes ciclos são sentidos de 7 em 7 anos. Talvez por isso este número também seja considerado meio azarão, mas se formos fazer uma retrospectiva pela nossa vida, de sete em sete anos é possível mesmo identificar momentos que se tornaram relevantes por algum tipo de escolha ou direção que tomamos. Quando crianças fica mais difícil analisar isso, pois estamos num fluxo natural de absorção e assimilação de tudo o que o mundo tem para nos ensinar. De tudo o que nossos pais representam na formação de nossos valores e caráter, e também de como nos guiamos através deles como espelhos. Porém, a partir dos sete anos, a mesma criança passa a se manifestar diante de sua individualidade de forma mais impositiva. E nos sete anos que se seguem até a entrada da puberdade vem as mudanças no corpo e na percepção de mundo. É nesta fase que vamos desenvolvendo nossas reais habilidades e demonstrando nossos verdadeiros desejos. Como se estivéssemos saindo do casulo para nos tornar a borboleta que quer alçar vôos mais altos, enxergando o mundo sob outra perspectiva. Depois da fase da adolescência, os próximos sete anos nos levam aos 21. Os vinte e um representam a emancipação. É quase como quando o mundo nos diz (pelo menos aqui no Ocidente, ok?): agora é com você! Sabemos que se houver necessidade, nossa base maior que é a família, estará sempre ali (em sua maioria) para apoiar e contribuir no que for necessário. Mas, se alguma de suas escolhas te levar a lugares que você não esperava ir ou se te trouxerem resultados que não eram os que você gostaria, esta responsabilidade é só sua. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Outro ponto relevante é que mesmo sendo de sete em sete anos, não significa necessariamente que você perceberá de forma assim precisa (7, 14, 21, 28 etc), muitas vezes algo fica marcado numa determinada idade e dali para frente é possível observar os anos que se seguem e perceber que após os sete, outro marco será sentido novamente. Resolvi focar nesse tema pois somos muitos ingratos com como estes ciclos muitas vezes nos são apresentados pela vida. Vou dar um exemplo do que aconteceu comigo e que talvez você leitor se identifique e compreenda melhor onde quero chegar. Em 2010 a minha vida profissional e pessoal me parecia estagnada. Eu me sentia sem motivação, sugada pela rotina, cansada de viver os dias sem uma emoção maior. Trabalhava numa instituição que me possibilitava trabalhar em outros lugares do mundo, fazendo uma transferência de forma mais simples do que as habituais. Resolvi que queria ir embora do Brasil por um tempo e assim foi. Desta simples decisão até os anos que se seguiram muita, mas muita coisa mesmo, aconteceu. Eu fui para Portugal, fiquei lá muito menos tempo do que queria. Voltei pro Brasil, mas indo direto para outro Estado (sou nascida em SP). Cheguei com praticamente zero em dinheiro para re-iniciar a vida. Corri atrás, trabalhei muito mais do que já trabalhava. Abri mão do conforto, das facilidades que tinha quando estava na minha cidade natal e próximo da minha família, passei por tristezas e questionamentos profundos, incertezas e medos constantes. Acabei casando. Indo morar em outra cidade de novo, e me vi em outro recomeço, ainda mais difícil! Outro início, outra luta. Uma busca por me reencontrar, por entender porque me sentia mergulhando tão profundo em mudanças, que de certa forma não me representavam. Por vezes me identificava e achava que gostava de tudo o que estava vivendo, e outras sentia uma insatisfação enorme, sem entender porquê. Pois bem, esta última mudança teve fim em 2017, quando após muitas descobertas, mudanças, incertezas, dores, ganhos e perdas, resolvi voltar da onde tinha saído em 2010. Entenda, nestes sete anos que se passaram eu cheguei a me ver num poço bem fundo, tendo que me agarrar em cordas imaginárias buscando subir dali, com bem poucas forças. Quem via ao longe, observava apenas a representação da mulher forte, da guerreira, daquela que encarava desafios constante, saindo-se por cima. Mas as coisas não são bem assim nos bastidores. E ali, por detrás das cortinas deste grande palco que se chama vida, vivi os meus anos de maiores aprendizados. Ensinamentos que só mesmo as nossas escolhas nos dão. E sem dúvida é aí que te digo onde o Yoga entrou nisso tudo! Ter o Yoga como o meu guia, a minha prática, o meu lifestyle, fez eu entender que nem tudo na nossa evolução pessoal serão flores. Que os maiores desafios acontecem para que consigamos entender de fato, por exemplo, o sentido dos yamas e nyamas de Patáñjali. Não foi sem propósitos reais que este sábio, por volta do século III a.C, pontuou preceitos éticos e morais que precisam ser observados antes de uma pessoa querer travar contato com as técnicas do Yoga. Que sentido teria focar em respirar melhor, em estabilizar o corpo num pé só, ficar de ponta cabeça, se nem conseguimos passar pelos obstáculos em busca da auto-superação (tapas)? Ou se extrair contentamento (santôsha) de todas as situações parece impossível? O que dirá entender o que tudo isso pode contribuir com nosso auto-estudo (swadhyaya)? E imaginar tudo o que fui abrindo mão em cada momento de mudança que aconteceu nos sete anos? É desapego (aparigraha) que chama não? Até então tudo me parecia perfeitamente compreensível, enquanto estava teoricamente explicado. Passar na prática, me fazendo experienciar estes ensinamentos, me fez também entender seu contexto real e sua necessidade para nos tornarmos verdadeiros yogíns. E não, não posso culpar ninguém e nem nada do que escolhi viver ao longo desse processo. Entendo que este foi o meu karma, e que através da lei natural de ação e reação, eu não vivi nada daquilo que não tivesse sido buscado por mim. O que eu posso afirmar é que re-signifiquei minhas experiências. Enquanto imersa naquele processo tudo parecia pior do que foi realmente. E isso acontece por estarmos dentro de uma bolha de emoções, das quais não temos consciência. Só percebemos o quanto estes sentimentos são passageiros quando conseguimos nos afastar desta redoma nociva de sentimentos pesados e os aceitamos como parte do que temos que viver. E que nem a pior dor que sentimos, durará para sempre! Vale ressaltar também que, a partir do momento em que se consegue identificar o ciclo, percebemos também que trata-se de um processo de aprendizados necessários. Portanto, tire proveito da fase e aprenda realmente o que a vida esta querendo te mostrar Pois se isso não acontecer, é provável que as mesmas coisas se repitam num futuro próximo. Hoje percebo que, a maturidade adquirida com as experiências me permitem dizer não ao que eu não quero viver de novo e também transformar aquilo que quero experienciar novamente, só que de outra maneira. Temos este poder! Ele se chama livre arbítrio. É a sua liberdade de ir para onde quiser. Com toda a consciência de que as consequências e a responsabilidade de suas escolhas são apenas suas! Olha o karma aí de novo. Vejo muita gente se lamentando, sofrendo, desistindo da vida, reclamando por tão pouco, quando há tanta gente com motivos reais e pesados e que seguem firmes e fortes. Vamos exercer mais a gratidão com nossos ciclos dos sete? Agora que você leu até aqui, observe o seu momento. Você esta passando por uma fase difícil? Há quanto tempo sente que as coisas estão assim? Faça as contas de verdade. Não que as coisas não possam mudar do dia pra noite; ou que você não possa quebrar o ciclo com uma nova atitude mental e emocional. Mas se te parece difícil, não tenha pressa. Absorva o máximo de entendimento do momento, permita-se compreender aquilo pelo qual está passando, desfrute das lições e tenha paciência, vai passar! E se está numa fase boa, melhor ainda, oras. Fique ainda mais feliz. Prolongue os sete por mais sete nesta mesma energia, nesta mesma vibração. Por que não? Depois de estarmos mais conscientes do processo, escolher seguir mal ou escolher seguir bem também são escolhas, não é mesmo? Lembre: livre arbítrio. A escolha é sempre nossa! E se vale a dica, curta os seus ciclos.

YogIN App
Dicas de Yoga | 4 jun 2020 | Daniel De Nardi

Como Fazer | Bhastrika – A Respiração Acelerada

Aprenda sobre a Respiração Acelerada, Bhastrika Este respiratório é chamado bhástrika e tem o efeito de intensificar a eliminação de gás carbônico gerando uma sensação de revigoramento corporal. Katil Udupa, médico da universidade indiana de Benares, cidade sagrada do Ganges, produziu um vasto estudo comprovando a atuação das técnicas de Yoga no sistema hormonal. Os experimentos mostraram que o yoga poderia reduzir o cortisol, o hormônio responsável pelo instinto de luta ou fuga. Katil publicou sua pesquisa no livro Stress and Its Management by Yoga, numa tradução livre A administração do stress pelo Yoga. O mais interessante da sua pesquisa é que ele não apontou apenas os ganhos de redução de cortisol, mas os inesperados aumentos de testosterona, hormônio responsável pela atividade sexual tanto masculina quanto feminina. A testosterona é também uma importante aliada na capacidade de realização, é a energia que precisamos para fazer as coisas acontecerem.   [embed]https://youtu.be/ZX_wppAsGuI[/embed] O bhástika estimula plexo solar e consequentemente toda a produção hormonal desta região. Foi uma das técnicas escolhidas por Katil na sua pesquisa. O respiratório é descrito por Iyengar em Light on Pranayama, como uma respiração que cria um estado de euforia. Agora vamos praticar! Sente-se com a coluna ereta. Inspire pelo nariz e expire de forma rápida também pelo nariz sentindo o abdômen ir para dentro, como se estivesse fazendo força para o abdômen ir pra dentro ao mesmo tempo em que expira forte, curto e rápido. Movimentando o diafragma que é o músculo da respiração. Tente não sacudir os ombros e contrair tanto os músculos da face. Para começar, entre 10 e 30 repetições. Mas se puder, repita de 20 a 50 vezes. E Se por acaso ficar com tontura, pare! Relaxe! A tontura é normal, uma vez que há hiperventilação. O bhástrika deve ser feito sempre que o YogIN precisa de uma energia extra para vencer seus obstáculos e é um ótimo aliado para o controle do frio. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

YogIN App
Qualidade de Vida | 9 mar 2020 | Daniel De Nardi

O Desapego da Felicidade

O DESAPEGO DA FELICIDADE A melhor descrição de felicidade para mim é a de um estado de tamanha satisfação que você não tem a necessidade de mais nada, deseja apenas que aquele momento se prolongue ao máximo. Quando isso acontece conseguimos vivenciar absolutamente o momento presente, não tendo expectativas e nem receios. Simplesmente nos deixamos preencher por aqueles instantes e uma alegria plena toma conta de nós. Por incrível que pareça, essa felicidade aparece em muitos momentos todos os dias, entretanto nós, seres humanos, com nossa incrível capacidade de nunca nos sentirmos satisfeitos, não percebemos esse estado e o perdemos com pensamentos que projetam nossa satisfação para o futuro ou para o passado. Sentenças como  \"esse momento está tão bom mas se... seria muito melhor \" ou \"naquela época quando ...\"vagueiam por nossas mentes fazendo com que percamos momentos muito gostosos de se viver. Se nos dois casos acima tivéssemos preenchido a expectativa daquele que levou a satisfação para o futuro ou, se conseguíssemos nos transportar para o passado e vivenciar o momento que ele achava que era feliz, com certeza outra necessidade surgiria para atrapalhar a constatação da felicidade. Como diz o filósofo contemporâneo Ricardo Mallet: \"Ser feliz é fácil, difícil é perceber isso.\" Pois é justamente para essa percepção dos momentos agradáveis que vivenciamos todos os dias, que devemos estar atentos, para não perde-los com o vício da transferência do contentamento. Outro grande filósofo indiano, Pátañjali que viveu por volta do séc. III a. C. diz que se compreendermos a mensagem do desapego entenderemos o sentido da vida. O desapego ao qual ele se refere não é abrir mão de todos os bens materiais e ir viver na montanha. Esses bens não devem ser desprezados, devemos inclusive desejar tudo aquilo que possa nos trazer mais bem-estar. No entanto o que não pode acontecer, e esse é o grande ensinamento de Pátañjali, é projetarmos nossa felicidade para algo que esta fora de nós mesmos. Se o sentido da vida é ser feliz, a melhor maneira de cumpri-lo é chegar a isso sem depender de outras pessoas ou de objetos. Quando conseguirmos vivenciar este estado de desapego, vamos continuar valorizando o que temos, mas sem deixar isso interferir em nosso bem-estar. Pensar com desapego é construir esse tipo de pensamento: `` Eu adoro meu carro, vou zelar por ele, mas caso o perca isso não vai interferir na minha felicidade, pois esse estado é algo que me pertence e nada pode tirá-lo de mim.´´ Apesar de não podermos nos deixar influenciar por fatores externos, a valorização do que temos é parte do processo para nos mantermos mais tempo no estado de contentamento. A gratidão pelas pessoas que nos rodeiam e por tudo aquilo que temos faz com que consigamos transportar nossa vivência para o momento presente, enchendo de sentido o que possuímos. Domenico de Masi em seu mais famoso livro O ócio criativo diz: \"As poucas coisas que o filósofo tem lhe bastam, já que ele sabe enriquecê-las de significado.\" A felicidade só pode ser vivenciada no momento presente. A meditação é um treinamento deste estado, pois nos ensina a nos transportar para o aqui e o agora com todas as nossas forças. Seja você praticante desta técnica ou não, treinemos mais a vivência da seguinte sentença em nosso dia-a-dia: \"Eu não gostaria de estar em outro lugar ou momento que não fosse este\", e passemos a valorizar mais aquilo que temos não deixando que a felicidade nos escape entre os dedos, ou melhor, entre os pensamentos.   Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão