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Podcast de Yoga


Podcast de Yoga | 16 jun 2021 | Daniel De Nardi

Yoga é uma filosofia? Podcast #45

Yoga é uma filosofia? Podcast #45 Yoga é uma filosofia? Filosofia prática? Mas as filosofias não vem apenas da Grécia? Responda por você mesmo após ouvir o podcast de hoje!   https://soundcloud.com/yogin-cast/yoga-e-filosofia-podcast-45   LINKS     Impressionismo Texto que escrevi sobre Impressionismo em 2007 https://yoginapp.com/o-novo-impressionismo   YOGA PARA LONGEVIDADE – LIVE DE PAUTA DO PODCAST #45   https://youtu.be/0iQaNfpXyMM   Podcast que fala sobre a música de Saint Saens   https://yoginapp.com/ioga-brasileira-yoga-e-politica-podcast-44   Músicas da série Reflexões de um YogIN Contemporâneo   https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa Transcrição: Yoga é Filosofia – Podcast #45   Olá, o meu nome é Daniel De Nardi e está começando o 45º episódio de “Reflexões de um YogIN Contemporâneo”. Ravel com a música Pavane. O tema de hoje é como o yoga pode se posicionar como uma filosofia prática. O que é efetivamente uma filosofia prática? E se de fato as filosofia só podem ter uma origem grega, uma origem helênica. Se você quiser estudar a filosofia como algo puramente acadêmico, e tentar encaixá-la no padrão da academia, pode até ser que pense que ela seja algo exclusivamente grego. “Filos” vem do grego e, por aí, se tem toda a construção grega. Não existe prática da filosofia, apenas a teoria, até porque ela precisa ser debatida. Discordo desta afirmação, a filosofia discute alguns conceitos e traz reflexões que propõe algum tipo de mudança, seja ela na nossa visão de vida ou no nosso comportamento. Se for esse o intuito o yoga pode efetivamente se classificar como uma filosofia, porque o yoga faz debates, ele faz reflexões. Não é à toa que exista esse podcast semana com 45 episódios, trazendo diferentes conceito do yoga. Esses conceitos todos quando debatidos podem ser sim uma filosofia, não de origem grega (o yoga é de origem indiana, como já mencionamos aqui, e é ainda mais antigo que as filosofias gregas, como o hedonismo). Existe um debate e um conhecimento sendo debatido, a gente pode classificar. E como você falaria que não existe filosofia prática? Existe sim. Se pensarmos em todo o debate que existe na Grécia com Aristóteles, com Platão, todo o debate que existe, inclusive, antes de Cristo, ele chegou como reflexão não só para os gregos como, também, para o império seguinte, o romano. O império romano bebeu muito do que estava sendo debatido na Grécia e aplicou a constituição das leis. Se vê, então, uma aplicabilidade da filosofia, a filosofia do direito. Quando se usa um conhecimento para contribuir com a vida das pessoas. Foi que Roma fez, aplicou muito da filosofia grega, e a própria Grécia fez uso de sua própria sabedoria para, de alguma forma, contribuir com a cultura daquele ambiente. O yoga faz isso de diferentes formas, tudo aquilo que é compreendido na parte teórica, nessa parte especulativa e reflexiva, se aplica, de alguma forma, com as técnicas, com os exercícios. Um exemplo: o yoga vê a importância de se reduzir a agitação da mente, de reduzir o que chamamos de Vitris, que é todo o tipo modificação, de agitação. Então, se o intuito for diminuir a agitação, parar de pensar em várias coisas e focar, a prática faz com que o indivíduo que se centra mantenha o conceito de estabilidade praticando. Se executa o conceito de estabilidade e se observa a resposta e o funcionamento deste conceito. No yoga se estuda, também, a importância de se ter a energia vital para processar mudanças, para a longevidade. Tudo isso é trabalhado nas escrituras e dos textos de yoga, na prática isso é trabalhado na ampliação da capacidade pulmonar, em absorver oxigênio e eliminar gás carbônico. Um ganho de energia vital e de saúde, um conceito aplicado na prática. É trabalhado no yoga a desidentificação, o desapego e o envolvimento com o corpo em determinadas situações. E não seria negar o corpo ou mortificá-lo, mas vê-lo de maneira distante. Isso é trabalhado nas técnicas quando, por exemplo, se está em uma posição desconfortável e se sente uma área do corpo e a atenção é transferida para a respiração ou para alguma outra área ou, até, para uma mentalização específica. Neste caso também existe uma desidentificação para focar em algo que se considera importante. Aplicando algo que foi teoria, inicialmente. O yoga também trata, desde suas primeiras escrituras, o descondicionamento. O ser humano é bastante condicionado, e quando só se produz condicionamento, não se sai da roda do sofrimento, há apenas a repetição de condicionamentos, muitas vezes repetidos por outras pessoas, como por exemplo os pais, ou pelo ambiente. A função do yoga é de descondicionar, de despertar a consciência à sua forma mais espontânea, sem nenhum direcionamento pré-determinado. O descondicionamento é realizado de diversas formas como, por exemplo, o jejum. Estamos acostumados a nos alimentar a todo momento ou a cada três horas. Mas dentro da prática, o que seria? Existem várias formas, uma delas é a respiração, geralmente respiramos de maneiro curta no nosso dia-a-dia, ampliando a respiração já se modifica o condicionamento respiratório que muda, por consequência, o padrão emocional. Além disso, o nosso corpo tem, por hábito, se mexer o tempo todo, até quando a gente dorme a gente se mexe. Com o trabalho de condicionamento do asana, se manter em uma postura às vezes simples, mas sem se mexer, é um conceito, que o yoga entende como importante, sendo transferido para a prática. Por fim, as escrituras, desde os Vedas, falam sobre ouvir o silencia, ouvir a meditação. O que seria a meditação senão a melhor forma que se tem para construir isso? Para finalizar, esse é o “coroamento”, quando a gente para tudo e olha para dentro, o que não é tão simples, o corpo não pode estar incomodado, a respiração não pode ser rápida para que não haja ansiedade, é preciso estar numa posição de conforto, aí então, a partir de tudo que já foi investigado, se consegue um mergulho no coração que não seria bem realizado se todo este trabalho não tivesse sido feito anteriormente. A música que vocês ouviram hoje é Pavane, de Ravel. Este compositor é muito conhecido pelo “Bolero de Ravel que, inclusive, já foi tocado aqui no episódio 15, em que eu coloquei Debussy e Ravel, que são dois compositores contemporâneos que tentavam trabalhar com estilos de músicas bem diferentes. Debussy construiu uma obra que ele chamava de impressionista, ele era o líder deste movimento e a ideia central era a de acompanhar o movimento artístico que acontecia na França naquela época. O impressionismo expôs uma fidelidade ao que se via na tela, a incidência da luz em determinado ângulo ou horário. Como a câmera fotográfica foi inventada e difundida naquela mesma época, no final do século XIX, a pintura que anteriormente tinha como principal trunfo retratar as imagens perdeu um pouco o sentido. A partir daí, os impressionistas passaram a trazer, além da forma visual, emoção para o que eles pintavam. Claro que antigamente as telas também tinha emoção, mas o movimento Impressionista foi o primeiro a, através das cores, dar a emoção necessária a pintura. O movimento foi liderado, especialmente, por Monet, mas teve outros nomes como: Manet, Degard e Renoir. E a pintura impressionista tenta tirar a impressão, não tem um acabamento perfeito porque as coisas se diluem conforme damos cor a elas, muitas vezes se misturam pela própria cor. Então, as músicas de Debussy não finalizavam a frase. Geralmente as melodias tem uma frase completa construída, Debussy finalizava tirando o “tônus” do final, como se a frase não tivesse sido finalizada e se mantivesse ali, flutuando como a pintura impressionista. Não sou o maio fã de Debussy, embora é necessário reconhecer que ele tem um trabalho expressivo. Sou mais da linha do romântico, como falei no episódio passado, Ravel estudou com Samsei, que era mais romântico e apegado a estrutura da música que estava sendo construída com pequenas modificações, mas Ravel criou um estilo próprio de música. Estreou recentemente no cinema um filme chamado “Van Gogh com Amor”. Todo mundo deve saber que Van Gogh fez parte do movimento impressionista no começo, porém nunca se adequou e sempre quis desenvolver uma arte própria, algo que era dele e que ninguém conseguisse imitar. Ele acabou produzindo um estilo próprio em cima do movimento que existia na época, exatamente como Ravel. Esse filme vale muito a pena assistir, quem está assistindo pelo aplicativo do YogIN App está vendo algumas cenas e consegue ver como que elas foram construídas O idealizador do filme fizeram uma grande pesquisa em torno da vida de Van Gogh e usaram os personagens que ele havia pintado e construíram uma trama em cima da dúvida sobre qual teria sido o motivo para o suicídio de Van Gogh ou se poderia ter acontecido algum tipo de assassinato. Toda a história se passa dentro dos quadros dele. É uma animação, porém não foi usado nenhum tipo de computador, foram cem artistas que pintaram frame a frame, quadro a quadro. É muito interessante porque quadros famosos, como o Dr. Gachê, são vistos primeiramente estáticos e, depois, em movimento e o personagem do quadro passa a falar. Recomendo muito este filme, é quase uma viagem alucinógena, mas o filme é uma perfeição e de uma beleza incrível, além dos fator serem correspondentes com que conhecemos da  história (não conheço muito a história do Van Gogh, mas todo mundo sabe um pouco sobre o relacionamento muito próximo que ele tinha com o Gauguin, que ele cortou a orelha e deu para uma amante do Gauguin e que, depois, disso, Van Gogh se isolou para tentar se tratar, mas a vida dele acabou seguindo um rumo não muito bom), o filme constrói de uma forma tão boa que se enxerga que tudo isso pode ter sido razão para o suicídio. Ele está em cartaz no cinema, mas, caso você esteja escutando este podcast muito à frente, porque no Now ou na Netflix. Agora vou deixar vocês com Pavane de Ravel.

o futuro da inteligencia artificial
Podcast de Yoga | 13 jun 2021 | Daniel De Nardi

O Futuro da Inteligência Artificial – SÉRIE COMPLETA

O FUTURO DA INTELIGENCIA ARTIFICIAL - PODCAST - A Inteligência Artificial é a tecnologia que mais afetará a vida das pessoas nos próximos 100 anos. Para tentar prever o que essa tecnologia pode fazer com o mundo no próximo século, pegamos as ideias de 3 pesquisadores de A.I. e produzimos uma série de 3 episódio, um para cada pensador. O Futuro da Inteligência Artificial será o assunto de Yuval Noah Harari, Nick Bostron e Kau Fu Lee.   Assista todos os 3 episódios da série o Futuro da Inteligência Artificial nesta playlist ou procure pelo YogIN Cast no Spotify ou no seu leitor de podcasts favoritos.  

Podcast de Yoga | 11 jun 2021 | Daniel De Nardi

Tá Pago Múmia – Podcast #96

Tá Pago Múmia - Podcast #96 O título desse podcast foi para criar buzz mesmo. Múmia era o apelido que Nelson Rodrigues se deu e que seus amigos gostavam de brincar. Nelson é tido pelos estudiosos como o Shakespeare brasileiro, mas na prática não tem o reconhecimento que merece. Esse podcast está sendo publicado no meu aniversário de 39 anos, 12 de dezembro, então decidi colocar uma entrevista dele e do Otto Lara Resende que eu acho muito oportuna, pois eles tratam de assuntos existenciais e outros simples com a mesma leveza e sinceridade.   LINKS   Curso online de Formação em Yoga https://yoginapp.com/curso-yoga-formacao-de-professores/   Miguel De Falla Entrevista de Nelson Rodrigues e Otto Lara Resende https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa Playlist do Spotify com as músicas da série Perfil do Instagram da série https://yoginapp.com/planos/   Para quem quer saber mais sobre Nelson Rodrigues   Leia A filosofia da adúltera, do Pondé. Ele mostra a base filosófica de Nelson Leia a peça - Otto Lara Rezende Bonitinha, mas ordinária. Uma crítica da sociedade que se estende aos dias de hoje. Vá em alguma peça na sua cidade. Veja essa entrevista - TUDO O QUE EU PEÇO Pus nessa playlist tudo o que achei de bom do Nelson na Internet Há uns 4 podcasts bons do Nelson, com especialistas e dramaturgos. Procure no seu app de podcast.        TRANSCRIÇÃO O título desse podcast foi para criar buzz mesmo. Múmia era o apelido que Nelson Rodrigues se deu e que seus amigos gostavam de brincar. Nelson é tido pelos estudiosos como o Shakespeare brasileiro, mas na prática não tem o reconhecimento que merece. Esse podcast está sendo publicado no meu aniversário de 39 anos, 12 de dezembro, então decidi colocar uma entrevista dele e do Otto Lara Resende que eu acho muito oportuna, pois eles tratam de assuntos existenciais e outros simples com a mesma leveza e sinceridade. Em 2016 fiz um período de estudos à obra do Nelson e escrevi um texto ao final. Vou lê-lo e depois deixo vocês com a entrevista de Otto e Nelson. A música é de Manuel De Falla, um pianista e compositor espanhol que morou em Buenos Aires boa parte da sua vida, após sair de Madri no início da ditadura de Franco em 1936. El Amor Brujo é uma música com forte influência dos ciganos da região de andaluzia, que exerce influência na música de Falla.   Vamos às Histórias Apesar de ser reconhecido como um dos grandes retratista da vida carioca de quase todo século passado, Nelson nasceu em Recife em 1912 e com 4 anos partiu para o Rio de Janeiro de onde pouco saiu. Nelson veio duas vezes a São Paulo e fez mais uma outra viagem e jamais saiu do Brasil. Dizia frases \"porque rico de verdade só tem em São Paulo, pois no Rio de Janeiro não há como ser rico, aqui não tem dinheiro.\" Seu pai, Mario Rodrigues era dono de um dos maiores jornais do Rio, o A manhã. Nelson começou a escrever no jornal do pai com 14 anos e ditou textos na véspera de sua morte. Era fascinado pela morte, se considerava um escritor do sexo e da morte. Pediu ao pai para parar o colégio e continuar escrevendo, Mario deixou. Quando Nelson tinha 17 anos, o jornal estava sem notícia para publicar, era 26 de dezembro de 1929, e puseram a foto de uma senhora dizendo que ela havia se desquitado o que era um insulto na época. A moça entrou na redação e perguntou pelo Mario (que ela sabia que era o dono do jornal), Mario havia saído e quem lhe atendeu foi Roberto um ilustrador que Nelson dizia ser o único realmente gênio da família. Ela atirou em Roberto na frente de Nelson. No enterro, Mario repetia o tempo todo \"esse tiro era meu.\" o pai da família não suportou a dor e morreu um mês depois. A morte do pai e apedrejamento e destruição do jornal desestruturaram toda a família e os Rodrigues passaram fome. Nelson quase morreu de tuberculose nessa época e só sobreviveu porque Roberto Marinho, que era amigo de seu pai, bancou o tratamento do jovem em Campos do Jordão. Quando se recuperou, voltou ao Rio empregado pelo jornal O Globo e começou a escrever sobre tudo. Como via filas nos teatros decidiu escrever peças de teatro para ganhar um dinheiro extra. Com 25 anos faz sua primeira peça, A mulher sem pecado, dois anos depois escreve Vestido de Noiva e da noite para o dia é alçado para maior dramaturgo de todos os tempos. Nelson tinha acima de tudo coragem. Ele viveu o céu depois de Vestido de Noiva, era ovacionado, mas não deixou a fama afetar sua originalidade e quando estreiou Album de família foi censurado e visto como o pior dos seres humanos por boa parte da sociedade carioca. Nelson continuou acertando e errando, mas acima de tudo sendo original e deixando sua marca. Escreveu de tudo, crônica esportiva, romance, peças de teatro, poesia, todas as formas, mas suas favoritas eram as histórias de crimes passionais. Era fã de seus amigos e os homenageava constantemente em suas obras como é o caso da famosa peça - Otto Lara Rezende ou Bonitinha, mas ordinária em que o tempo todo se discute uma frase do escritor Otto Lara Rezende amigo de Nelson \"o mineiro só é solidário no cancer.\" \"o problema é que não é só mineiro, somos todos nós.\"diz Edgar. Combatia a esquerda alertando para a questão que a esquerda estava usando bandeiras como justiça social para ter direito a impor ideias e padrões sociais, como o politicamente correto. \"A esquerda tomou o lugar da direita;\" Foi a autor mais censurado da História, tendo 6 obras proibidas durante as exibições. Não se importava com a opinião pública o importante era trazer o âmago das pessoas à cena, se incomodasse, azar o seu. E como isso incomoda muito, Nelson vivia sendo atacado de todos os lados, dos socialistas que o chamavam de reacionário de alta sociedade a quem ele não perdoava.   Era um apaixonado pela velhice \"os anos são soluções para muitos problemas.\" Era, acima de tudo o que a filosofia tem como conceito de moralista, um dissecador da alma humana.

Podcast de Yoga | 8 jun 2021 | Daniel De Nardi

Jornada para ser Professor de Yoga – Podcast #106

Jornada para ser Professor de Yoga Série do YogIN App Academy - Jornada para Ser Professor de Yoga. Saiba mais sobre o que é preciso para dar aulas de Yoga e quais as possibilidades de trabalho para os professores de Yoga.    https://www.youtube.com/watch?v=8qu0NKW6YNs&list=PL3Y5CFIJsp-yeKTVL_nqHzGbzYtWKbrws LINKS Curso online para Formação de Professores de Yoga -  Série de podcasts gravados na Índia https://yoginapp.com/diariodeumyoginpelaindia/    

Podcast de Yoga | 6 jun 2021 | Daniel De Nardi

Yoga não combina com Alta Performance – Podcast #30

Yoga não combina com Alta Performance Um método de Yoga que busque alta performance pode ser coerente? Eu acho que não, a explicação está nesse podcast.   https://soundcloud.com/yogin-cast/yoga-nao-combina-com-alta-performance-podcast-30   Links   Podcast sobre os 3 EUs https://yoginapp.com/o-cerebro-boicotando-o-eu-podcast-03/#axzz4qgdXngzX Podcast sobre Violinista Menuhin que tocou com Ravi Shankar https://yoginapp.com/o-oriente-encontra-o-ocidente-o-inicio-yoga-por-aqui-podcast-13/#axzz4qgdXngzX   Texto do Christian Rocha sobre Anoushka Shankar   Perfil Anoushka Shankar no Spotify   https://open.spotify.com/artist/6MTByljF8u5omBltY2VKPU     Trilha Sonora da Série Reflexões de um YogIN Contemporêneo  https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa Perfil Norah Jones no Spotify https://open.spotify.com/artist/2Kx7MNY7cI1ENniW7vT30N     Transcrição do Podcast Yoga não Combina com Alta Performance – Podcast #30 Olá, o meu nome é Daniel De Nardi e está começando o 30º episódio de “Reflexões de um YogIN Contemporâneo”, um podcast semanal a respeito do yoga e dos assuntos do nosso dia-a-dia. Há muitos anos atrás eu vi uma entrevista do Teco Padaratz (um dos primeiros surfistas brasileiros a levar o surf como uma profissão séria, ele morou fora do Brasil para estudar inglês, porque seria importante pra ele dentro das competições, ele começou a elaborar um treinamento técnico para desenvolver os fundamentos importantes para ele. O Teco serviu como referência para as gerações seguintes, e a geração atual do Medina, Toledo e Mineirinho colhem muito do que o Teco, o Fábio Gouveia e dos primeiros surfistas que começaram a levar o surf a sério, construíram) em que falava que a pratica do yoga o fez refletir sobre o seu momento de sair das competições. Na época, eu já praticava yoga e eu pensava nele como uma instrumento de alta performance, de gerar campeões e fiquei um pouco indignado com aquilo, pensei que o yoga tivesse desestimulado ele a ser um vencedor, mas efetivamente a minha visão sobre o yoga estava errada e desajustada. É fato que o yoga pode produzir efeitos no corpo, como alongamento, flexibilidade, o ganho de consciência corporal. É fato que quando você aprende a focar e fazer as suas tarefas com mais precisão e concentrado, seja escrever um texto ou jogar uma bola na parede. Agora a proposta do yoga a te fazer campeão não é condizente com o que o yoga busca, e você passa a entender isso quando entende o conceito da Mandukya Upanishad dos três “eu’s”. Já gravei um episódio falando sobre isso, inclusive é o episódio 3, inclusive é um dos mais importantes do podcast, justamente porque fala que não interessa ser o campeão ou o melhor. A Mandukya fala dos três eu’s (o do corpo, da mente e do coração) e o ajustamento deles leva a um quarto estado, o corpo está relacionado as nossas questões física, a mente o que leva a atenção para o físico ou deixa a voz do coração vir à tona. Então a mente, na verdade escolhe se é mais importante naquele momento destinar a atenção para o corpo ou ouvir a voz interna. Ela tem esse poder e pode, inclusive, excluir a voz do coração dando só importância ao físico, o trabalho do yoga é trazer o ajustamento, não viver uma vida só de contemplação, mas fazer o ajustamento do que é mais importante naquele momento, o que essa voz interna está falando e expressando o que é melhor. A mente está relacionada a escassez, o nosso cérebro está sempre trabalha pensando em acumular e gatar o mínimo possível de energia, porque o seu princípio é manter a sobrevivência do homem, isso é importante, sem isso não sobreviveríamos. O ponto que o yoga traz é que não é apenas o corpo e a mente, existe algo maior que também deve ser levado em conta no dia a dia. Esta outra forma de manifestação é a voz interna que vem do nosso coração. A pratica do yoga, o intuito de aquietar a mente quer trazer mais essa voz tornando mais clara. Como a mente sempre trabalha com a escassez ela funciona no ritmo de competição, porque a competição tem a ver com ganhos e perdas, com acúmulos de ganhos e a mente vai obtendo satisfação. Não há nada contra a competição, o ser humano só avançou em sociedade, na tecnologia porque houve competição, a questão é que ela – a competição – não é a realização de todos, um tipo de competição pode funcionar para uns e não para outros. E quem vai efetivamente mostrar isso é a voz do coração que não está ligada ao fato de ganhar e perder, porque ela nos mostra quem somos, o que realmente temos que fazer independentemente das circunstâncias. Quando se expressa o que realmente é importante para si não se pensa em ganhar ou perder, há a manifestação do eu que não se importa diretamente com as consequências e resultados, mas com a tarefa em si, independente. Não existe dualidade, apenas o que se é. A competição lida com perdas, decepções, de “um ganhar para o outro perder”, a voz do eu não trabalha com isso e não há a necessidade de ser o melhor para se realizar porque, como eu falei, esta voz não trabalha com dualidades, ela apenas manifesta o que devemos fazer. Esta visão de alto performance sempre vai trabalhar no sentido de estimular a competição, o ganho. No caso do Teco ele conseguiu ver isso, ele conseguiu parar e refletir, porque quando se está no frenesi da mente a visão sempre será dual, mas internamente está algo mais tranquilo dizendo apenas o que de fato se deve fazer, o Teco observou que o ponto dele era fazer, a partir daquele momento, um outro tipo de trabalho, ainda relacionado ao surf (ele criou campeonatos que hoje são bem reconhecidos), ele deu outros passos. E por que eu falo isso sobre a alto performance e o yoga? Porque a alto performance sempre irá trabalhar com ganhos, não que eu seja contra isso, se vermos como exemplo o técnico Bernardinho, certamente os seus treinos irão desenvolver a alto performance, o ponto é que a proposta do yoga de trazer o Dharma, e o que de fato somos, não condiz com a proposta de dualidade no meio competitivo. Um yoga voltado para a alto performance não deixaria o Teco sair, porque o objetivo seria justamente ganhar e competir. Já na Mandukya Upanishad aquilo tinha total sentido porque a meditação, o relaxamento fez com que ele tivesse acesso ao que de fato era importante para ele e mudou o seu rumo. Não significa que ele tenha perdido, como achei na época em que tinha uma visão do certo e do errado, hoje a minha visão é que o yoga contribui para a gente manifestar o nosso Dharma, o nosso eu, não está relacionado com ganhar ou perder. Hoje, por exemplo, o Teco faz um lindo trabalho. E se, por exemplo, você quiser ser um poeta de rua? Nunca será considerado o “melhor”, nunca será rico, mas vai ser o que a voz interna está dizendo para você ser, poeta de rua, daqueles que ficam no Centro recitando e vendendo a sua poesia. Isto não está errado na visão da Mandukya Upanishad, mas está errado na visão de um yoga que tem a alta performance como busca. Não há como se medir a alta performance sendo poeta, não há métrica. Por isso que eu acho que a proposta do yoga que busca alta performance, campeões incoerente com a proposta verdadeira do yoga e não é só a Mandukya que traz esse conceito da voz do coração, mas diversos outros textos, assim você tem a proposta verdadeira do yoga, aquietar a mente e ter acesso a voz do coração que não está relacionada a um julgamento. Para finalizar uma música clássica indiana, já que estamos ouvindo muita ocidental, tocada pela Anu Shankar. O sobrenome dela vem do Ravi Shankar, que foi um musico muito famoso na Índia e, depois de Gandhi, é o indiano mais conhecido no mundo. Ele fez um trabalho que atraiu os olhares dos músicos ocidentais, isso eu conto no episódio 13 em que falo de como o yoga se fortaleceu no ocidente. O yoga passou a ser difundido no ocidente devido a um violinista que quis tocar com Ravi Shankar, chegando na Índia ele estava com muitas dores nas costas e cansado, sugeriram que ele fizesse aulas com o Ayengar, ele fez e gostou muito então o levou para a Europa e para os EUA. O Ayengar foi o primeiro a trazer escolas, métodos e começar a formar uma comunidade de yoga fora da Índia. Então devemos boa parte disto aos personagens muitas vezes desconhecidos, Ravi Shankar e Yehudi Menuhin são alguns deles. Anu Shankar é filha de Ravi Shankar, e ela toca pela arte, percebe-se que não nenhum interesse em competir com o pai, toca simplesmente porque se sente melhor fazendo. Para quem não sabe, Anu Shankar é irmã de Norah Jones que faz uma música ocidental, mas também é filha de Ravi Shankar. Podemos dizer, então, que Shankar é iluminado não apenas na música e divulgação dela, mas por ter filhas talentosas, reconhecidas mundialmente. Indico as músicas dela para que a conheçam, quem pratica yoga pode usar nas aulas práticas porque é um tipo de música bem gostosa e ela toca de uma maneira magnifica. Vou deixar um link de um texto escrito pelo Cristian Barbosa sobre ela, ele comentou comigo sobre o que disse no episódio passado, vou deixar aqui uma correção e o texto dele como uma lembrança e um reconhecimento. Quando ele veio falar comigo, inclusive, eu já havia lido texto dele, e achava muito bom por ele trazer o conceito da manifestação da arte independentemente dos resultados. Vocês vão ver, mais detalhes no link abaixo. Finalizamos aqui mais um podcast, espero que ele tenha trazido uma reflexão de que você não precisa desprezar a competição, mas ela não é a coisa mais importante na sua vida ou das pessoas. Cada um tem que saber efetivamente, ouvindo a voz interna qual é o seu papel, qual é o seu Dharma, é isso que nos preenche de satisfação, é o que nos mantem motivados e focados no que é a manifestação do nosso eu. Namastê!  

Trilogia de Aprofundamento no Yoga
Formação de Professores | 5 jun 2021 | Daniel De Nardi

Conclusões da Trilogia de Aprofundamento no Yoga – Podcast #81

Trilogia de Aprofundamento no Yoga. No 81º episódio da série Reflexões de um YogIN Contemporâneo vamos debater a Trilogia de Aprofundamento no Yoga, uma série de 3 vídeos que o YogIN App disponibilizou e que deu muito o que falar entre os professores de Yoga. Trilogia de Aprofundamento no Yoga Entenda os pontos mais importantes da série Trilogia de Aprofundamento no Yoga LINKS Curso de Formação do YogIN App https://yoginapp.com/curso-yoga-formacao-de-professores/ Ubook - Plataforma de Audiobook português/espanhol para ouvir Sapiens Audible - Plataforma de Audiobook inglês para ouvir Sapiens Estante Virtual - Marketplace de Sebos  

Acordar bem - Respire
Dicas de Yoga | 3 jun 2021 | Daniel De Nardi

Dica para Acordar Bem – Respire

Como a Respiração é essencial! Nesta live falamos da Segunda Dica para Acordar Bem - Respire. Entenda como a respiração pode melhorar o começo do seu dia e aprenda quais técnicas do Yoga podem ajudar nisso. Respirar é viver e quem respira melhor vive melhor.   YogIN App - Escola de Yoga OnLine · Live Dica para Acordar Bem - Respire  

Filosofia do Yoga | 2 jun 2021 | Daniel De Nardi

Resumo da Tese de Doutorado sobre Yoga Contemporâneo do Doutor Roberto Simões

  Fiz um resumo da incrível pesquisa feita pelo Doutor Roberto Simões sobre os desígnios do Yoga no Brasil. Recomendo o estudo da pesquisa completa no podcast Yoga Contemporâneo. https://soundcloud.com/yogin-cast/resumo-da-tese-de-doutorado-sobre-yoga-de-roberto-simoes Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão  

Yoga para Todos
Podcast de Yoga | 26 maio 2021 | Daniel De Nardi

Yoga para Todos – Podcast

Yoga para Todo Mundo! Nosso primeiro movimento no Yoga Para Todos, foi disponibilizar conteúdos práticos, inclusive aqui no podcast para que qualquer pessoa que tivesse interesse em Yoga, pudesse praticar as técnicas ouvindo-as no celular. Também disponibilizamos gratuitamente, algumas aulas do acervo de assinaturas para o canal do YouTube, YogIN TV. Ouça o podcast Yoga para Todos clicando no botão abaixo.   Yoga para Todos A música deste episódio é do compositor mais tocado na série Reflexões de um YogIN Contemporâneo, o grande John Williams que aqui também está conduzindo a orquestra. No Violoncello, Yo-Yo Ma, considerado um dos maiores músicos da atualidade. A música é o tema do filme 7 anos no Tibet. Vamos dar uma volta para entender porque essa é a música tema do episódio: Yoga para Todos. Desde que o YogIN App surgiu, em 2015, já tínhamos a proposta de democratização do Yoga. Desde 2015, já usávamos a expressão Yoga para Todos, inclusive em hashtags como #YogaParaTodos . O Yoga no Brasil tinha um grande empecilho para o crescimento que é o fato de cidades pequenas, com menos de 100 mil de habitantes, costumam não ter escolas de Yoga por não haver densidade demográfica suficiente que justifique uma escola.   Yoga Para Todos no YogIN App Nosso primeiro movimento no Yoga Para Todos, foi disponibilizar conteúdos práticos, inclusive aqui no podcast para que qualquer pessoa que tivesse interesse em Yoga, pudesse praticar as técnicas ouvindo-as no celular. Também disponibilizamos gratuitamente, algumas aulas do acervo de assinaturas para o canal do YouTube, YogIN TV. Nossa 2ª contribuição no #YogaParaTodos foi não discriminar interessados na prática segundo a idade ou outra dificuldade física. Por mais absurdo que pareça, essa discriminação existe em algumas escolas, que apenas permitem que as pessoas que se encaixam em seu perfil de cliente possam praticar. O YogIN App sempre gravou aulas para todos os níveis de praticantes e jamais colocou o corpo como uma adversidade para a prática de Yoga. O custo das mensalidades em studios de Yoga costuma também ser proibitivo para muita gente. Em São Paulo, o custo para se fazer Yoga em um bom espaço, não fica abaixo de R$500,00. Quando o YogIN App oferece um acervo de mais de 700 aulas e aulas ao vivo todos os dias com correção dos professores, por R$49,00, menos de 10% de uma mensalidade presencial, possibilitamos que qualquer um que queira um acompanhamento personalizado na prática para evoluir mais do que fazendo aulas no YouTube, possa fazer. R$49 ou R$39 se o plano for semestral é um valor acessível a qualquer pessoa que queira estabelecer um compromisso de evolução pessoal. Para não estender ad infinitum, uma última contribuição que considero muito relevante é o fato de que muitos, eu diria a maioria, dos mais de 300 professores que formaram-se no Curso de Formação do YogIN App, fazem algum tipo de atividade aberta, oferecendo o Yoga gratuitamente a quem tem interesse em praticar em mais de 300 cidades pelo Brasil.   A popularização do Yoga na Índia O Yoga sempre foi uma prática reclusa, conhecida por poucos privilegiados. A partir do século III D.C há um movimento de popularização do conhecimento que tornou o Yoga mais acessível ao grande público. Esse movimento cultural foi posteriormente foi chamado de Tantra. Para entender como o Tantra aconteceu, podemos fazer um paralelo com a Reforma de Lutero na Igreja Cristã.  Até Lutero, somente quem lia em Latim, podia aprender com os textos sagrados. O mesmo acontecia na Índia do século III D.C. O sânscrito, língua usada para escrever os shastras, escrituras, não é a língua do povo. Por isso, somente os brâmanes, sacerdotes, casta mais alta da hierarquia social hindu, podiam estudar essas ciências como o Yoga e Sámkhya, só para citar duas delas. O movimento tântrico começou a produzir textos nas línguas locais, sejam elas hindi, tamil ou bengalês. Isso fez com que as informações se propagassem, tornando as pessoas menos dependentes do sacerdotes e das instituições. A partir do movimento tântrico, qualquer um que soubesse ler,  poderia aprender com os registros dos sábios.  No entanto, alguns conceitos, na visão dos natha, um dos grupos tântricos, deveriam ser acessados somente por quem tinha merecimento para aprender aquilo. É o caso de diversas, sadhanas, práticas tântricas, que só são ensinadas em determinado estágio do chela (discípulo).  Por isso, para proteger o conhecimento, os nathas adotam até hoje uma linguagem chamada sandhya bhasha.  Para compreender, porque os nathas usam esse tipo de linguagem iniciática para proteger e não para divulgar seus ensinamentos, sugiro que ouça o podcast #39 – Sem Proselitismo. CLIQUE AQUI PARA OUVIR O PODCAST #39 SEM PROSELITISMO Existem ideologias ou religiões que não fazem proselitismo, não querem convencer mais pessoas a aderirem às suas crenças. O próprio hinduísmo como religião segue essa lógica. Uma vez que os escolhidos, são os moradores das terras banhadas pelo rio Indu. Então, algumas tradições tentam preservar seu conhecimento para que os ensinamentos não sejam propagados, mas que também não sejam perdidos. Sandhya Bhasha Sandhya Bhasha é uma linguagem iniciática que tem o objetivo de proteger uma tradição. Essa linguagem é cifrada e só tem o entendimento quem receber instruções de algum guru pessoalmente. Além disso, o sexo era usado, pois como a cultura indiana é extremamente conservadora, evitava que muitas pessoas tivessem interesse nisso. Por isso, as expressões pênis (lingam), vagina (yoni)  ou esperma (bindu) aparecem em escrituras, mas o conceito não é de uma relação sexual, até porque os fundadores do Tantra são celibatários, mas de um encontro entre os mundos subjetivos e objetivos, sendo bindu o Atman ou alma. CLIQUE PARA OUVIR UM PODCAST EXPLICANDO A LINGUAGEM CIFRADA DOS TÂNTRICOS Dizem que os tântricos usavam essas expressões, pois como a Índia é muito conservadora na questão sexual, isso afastaria os curiosos e os deixaria constrangidos por estudarem aquele tema. No entanto, outros estudiosos, acham que usar expressões de cunho sexual para ensinar conceitos filosóficos, foi uma estratégia para expandir a divulgação, pois no final do dia, as pessoas comentavam umas com as outras as coisas polêmicas que haviam sido contadas nos textos, levando assim, a mensagem central do que as histórias queriam ensinar para frente. Meditagram Toda difusão rápida de conhecimento, precisa desses agentes da divulgação. O Porta dos Fundos, produziu um vídeo chamado Meditagram e é um meditante, encenado pelo Gregorio Duvivier que vai até o Tibet num retiro e fica o tempo todo postando fotos e falando no stories com seus seguidores. O vídeo é engraçado e vou deixar o link na descrição do podcast para quem quiser ver. E a conclusão mais óbvia é que esse meditante, que vou chamar de Greg, é um fake, está ali só para fazer um personagem e blablabla. No entanto, eu acho que mesmo que alguém possa estar fazendo um papel deslocado, como o Greg, de alguma forma, ele está chamando a atenção para a Meditação que pode ser visto como algo sério e provado que funciona. Greg parecer mesmo um bobo, mas mesmo atrapalhado, pode despertar o interesse de algum seguidor que não prestaria a atenção, pelo menos inicialmente, na opinião de um meditador sábio, mas foi as brincadeiras de Greg que despertaram seu interesse para pesquisar algo mais sério.  Se você quiser entender melhor como esses agentes de propagação de algum movimento são essenciais para o crescimento, sugiro o livro O ponto da virada como pequenas coisas podem fazer uma grande diferença, de Malcolm Gladwell e você entenderá que sem agentes, mesmo que inconscientes do processo, não há grandes transformações. 7 anos no Tibet No sketch do Porta dos Fundos, Greg fala \"daquele filme do Brad Pitt\" que no caso é 7 Anos no Tibet, um clássico do cinema que pode ser visto no Netflix, o link está na descrição Sete Anos no Tibete é um livro de viagem autobiográfico escrito pelo autor e alpinista austríaco Heinrich Harrer baseado em sua experiência real no Tibete entre 1944 e 1951, durante a II Guerra e o período intercalar antes do exército comunista chinês de invadir o Tibete em 1950. Heinrich Harrer (Brad Pitt), o mais famoso alpinista austríaco, tentou algo quase impossível: escalar o Nanga Parbat, o 9º pico mais alto do mundo entre 1943-1950 em que a recém-nascida República Popular da China propôs \"libertar\" o Tibete. A pequena nação protestou dizendo que já era livre, porém, com base no argumento de que o território tibetano era controlado por imperialistas internacionais, a China enviou o seu exército e o pequeno contingente militar tibetano não resistiu. O Dalai Lama, líder secular e espiritual do país, então com 15 anos de idade, pediu - em vão - ajuda às Nações Unidas.  Egocêntrico e, visando somente a glória pessoal, Heinrich viajou para o outro lado do mundo deixando sua mulher grávida e um casamento em crise. Ele não conseguiu o feito, mas quando a Inglaterra declarou guerra à Alemanha ele foi considerado inimigo, por estar em domínio inglês. Feito prisioneiro de guerra, ele fugiu após várias tentativas junto com Peter Aufschnaiter, outro alpinista, se tornando os únicos estrangeiros na sagrada cidade de Lhasa, Tibet. Lá a vida de Heinrich mudaria radicalmente, pois no tempo em que passou no Tibet se tornou um pessoa generosa além de se tornar confidente do Dalai Lama. Assista o filme: uma lição de espiritualidade.    Recados Queria dar boas vindas a todos os novos alunos que aproveitaram a oportunidade da Black Friday. Convido vocês a comparecerem nas minhas aulas ao vivo e também a dos outros professores. Agora que se inscreveu, tem que praticar ! Quem tem interesse no Curso de Formação de Professores de Yoga, estamos com uma lista de interessados que vão receber um condição especial para fazer o curso. Colocando seu nome na lista, você será avisado da melhor forma de pagamento, com maior desconto que vamos oferecer em qualquer outra campanha, quem deixa o nome na lista, realmente vai receber a promoção com o menor valor possível. Se o seu objetivo é conhecer profundamente o Yoga e receber um certificado para poder dar aulas profissionalmente, deixe seu email no 1º link da descrição. Até o próximo episódio! Namastê! LINKS   Lista de Espera para o Curso de Formação Aulas YogIN App Série de 108 episódios - Reflexões de um YogIN Contemporâneo  https://yoginapp.com/reflexoes-de-um-yogin-contemporaneo-serie-de-podcasts Filme 7 anos no Tibet -  Sem proselitismo - Podcast  A Desculpa de Prem Baba - Podcast explicando a linguagem iniciática dos Nathas, Sandhya Bhasha -  Meditagram - Filme do Porta dos Fundos -  Ponto de Virada - Livro -  Perfil do Instagram da série de Podcasts -  Playlist com as músicas da série Canal do YouTube do YogIN App, YogIN Cast https://youtu.be/9YcGvpbqJn0

Juventude filme de Paolo Sorrentino
Podcast de Yoga | 19 maio 2021 | Daniel De Nardi

A Vida Começa aos 40 – Juventude – Podcast

A Vida Com Juventude! Juventude, filme de Paolo Sorrentino é o pano de fundo para uma reflexão em comemoração aos meus 40 anos. Será mesmo que a vida começa aos 40? Para ouvir o podcast, clique no botão abaixo   Links   Link para assinar o YogIN App A Juventude no IMDB A Grande Beleza no IMDB Perfil do Instagram do Podcast Playlist da série Reflexões de um YogIN