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Podcast de Yoga


Podcast de Yoga | 1 mar 2021 | Daniel De Nardi

Raiam Santos e Paulo Coelho – Perdas E Preconceitos – Podcast #04

Raiam Santos e Paulo Coelho – Perdas e preconceitos #04   Se você viu a foto, leu o nome Paulo Coelho e torceu nariz, talvez esse podcast seja útil pra você. Raiam é um jovem escritor brasileiro que tem como principal característica a sinceridade. Aproveitei seu último audiobook, MIssão Paulo Coelho para falar o quanto as opiniões geradas a partir de esteriótipos atrapalham nossa percepção do mundo. Mas não só isso, visões estereotipadas dificultam a convicção de que você pode trilhar sua própria história mesmo que ela não se encaixe no estereótipo. Ouça para ter sua própria opinião. https://soundcloud.com/yogin-cast/raiam-santos-e-paulo-coelho-perdas-e-preconceitos-podcast-04-reflexoes-de-um-yogin   Links App com Audiobooks em Português App com Audiobooks em Inglês Blog do Raiam Bons estudos!   Transcrição Podcast #04 Olá, meu nome é Daniel De Nardi e hoje eu vou falar sobre o livro do escritor Raiam Santos chamado “Missão Paulo Coelho”, vamos falar também sobre preconceitos, clichês e o quanto isso dificulta a nossa verdadeira impressão do mundo. Certamente quando você leu o título desse podcast, se você já acompanha os outros podcast você deve ter estranhado, “Paulo Coelho?”. Nos outros podcast a gente falou sobre veda, sobre Upanishad, sobre textos antigos e clássicos da índia e agora a gente vai falar sobre Paulo coelho. Bom, esse preconceito ele pode até ter impedido você de ouvir esse podcast, pode ser que você tenha pulado ele e aí ouviu os próximos que irão acontecer, mas que ainda não aconteceram, gostou e voltou para ouvir esse porque nos próximos em algum momento eu vou remeter a este podcast porque ele é importante pra gente entender justamente o quanto a gente perde quando cria esses estereótipos e não faz uma investigação da real natureza das coisas, do que de fato está por trás das opiniões e qual é a intenção das palavras. O podcast de hoje vai falar um pouco sobre linguagem e como isso dificulta ou facilita a gente de encontrar a nossa real natureza e colocar isso em prática. Bom, eu mesmo tinha bastante preconceito em relação ao Paulo Coelho, isso é de praxe no Brasil, você não pode falar que você gosta de Paulo Coelho que você é mal visto. Então, eu de fato li algumas páginas de “Brida”, só, e criei esse estereótipo por uma conveniência pessoal como todo mundo faz. No meio literário existe isso, de falar mal do Paulo Coelho, assim como no ramo das artes tem o clichê de falar mal do Romero Britto. E eu tinha um pouco desse preconceito, porque no primeiro livro que li do Raiam e ele menciona o Paulo Coelho como uma das pessoas que influenciou muito ele, daí você já cria um preconceito dizendo que o cara ama o Paulo Coelho, logo ele é um escrito de segunda linha. Só que o que inspira o Raiam nem é a obra do Paulo Coelho, mas o fato dele ser brasileiro e conseguir ter um sucesso internacional inegável. Porque o ponto aqui é justamente esse, se o Paulo Coelho está produzindo um tipo de literatura que as pessoas estão lendo, estão gostando e estão recomendando e estão comprando outros livros é que de fato alguma coisa que ele está transmitindo tem valor pra essas pessoas, pra muita gente não tem valor e a gente não pode achar que existe algo que é mais cultural, que é mais importante para a cultura das pessoas. O que é mais importante para a cultura de cada um, só a pessoa pode saber. Por exemplo, é clichê você falar mal de religião, mas para a pessoa que adota aquele religião, que segue tal religião aquilo de alguma forma tem valor, por que senão ela não iria. Um padre, um bispo ou quem quer que seja não aponta uma arma pra cabeça da pessoa para ela ir ao culto aos domingos ela vai por espontânea vontade porque de alguma forma aquilo tem valor pra ela. Da mesma forma, ninguém é obrigado a ler um livro do Paulo Coelho, e se ele vende em mais de 30 países, 200 milhões de cópias é por que de fato a obra dele tem algum valor para as pessoas, isso é inegável. Mas você criando esse clichê, talvez a obra tivesse algum valor pra você, mas quando a gente cria o estereótipo, a gente nem dá oportunidade de entender de conhecer aquilo, como no caso do Raiam que você já acha que ele é um leitor apaixonado, mas ele pode ter lido um ou dois livros do Paulo Coelho, mas ele tem uma admiração e o Paulo Coelho merece essa admiração pelo reconhecimento internacional como escritor, não é simples você vencer no Brasil como um todo, como escritor é ainda mais difícil, então alguém que conseguiu isso merece o reconhecimento da sociedade mesmo que o tipo de literatura não agrade a todos, mas o reconhecimento como um impacto social, como um impacto de conteúdo para as pessoas isso é inegável que Paulo Coelho tenha. Pra você entender como é difícil é ser escritor no Brasil, uma vez eu estava lendo uma biografia do Jean-Paul Sartre, que é um escritor francês, e ele contou que estava tendo um caso com uma prostituta e ela perguntou pra ele o que ele fazia e ele disse que era escritor e ela disse que também pretendia ser escritora, e naquele momento eu parei e falei como assim?, como a pessoa se propõe a profissão de escritor, isso no Brasil não cabe, dificilmente você sabe da história de alguém que virou para os pais e falou vou ser escritor, isso é muito difícil, muito raro mesmo no meio literário é comum as pessoas terem outros trabalhos e não se assumirem como escritores e aí começa já uma identificação do que o Raiam tem em relação ao Paulo Coelho e que o Raiam também assumiu essa postura que ele queria ser um escritor reconhecido mundialmente e jovem, brasileiro, não é algo simples você precisa ter de fato um nível de coragem, de confiança no seu próprio mérito bastante grande pra você assumir isso, largar emprego e começar a viver de renda de livros. Isso é muito difícil no Brasil. Só que o Raiam, apesar de ele querer ser escritor e já ter isso como uma missão desde pequeno ele não frequentou oficinas literárias, ele nunca foi ao Festival de Literatura de Paraty, como pode hoje, ele que é um dos escritores mais vendidos digitais do Brasil, como pode esse escritor que é número um da Amazon em algumas categorias nunca ter feito uma oficina de arte, ter tanto sucesso e nunca ter ido ou, quem sabe ser convidado, e nunca será convidado pra esse festival que é o festival mais importante de literatura, que acontece em Paraty. Porque o meio literário também tem os seus estereótipos, o meio literário tem uma estrutura que se você não se encaixa, dificilmente você vai ascender no meio. Falando especificamente sobre a literatura no Brasil, como um todo ela tem uma média, as pessoas que emitem opinião sobre a literatura no Brasil, a média é que os personagens tem que ser pessoas urbanas, que vivem dificuldades amorosas ou financeira e que fazem muitas reflexões em cima daquela vida difícil...O padrão de literatura, de narrativa como a do Raiam, que é você seguir a sua própria vontade, você ter confiança em você mesmo, você fazer os seus sonhos se tornarem realidade, esse padrão de narrativa não é aceito no meio literário brasileiro. Pra pessoa subir no meio literário brasileiro, ser reconhecida – isso não quer dizer vender livro, não quer dizer que os especialista vão dar nota pra você, vão falar sobre você – quem ganha o prêmio jabuti, esses prêmios todos são o padrão da literatura brasileira. E o Raiam não se encaixa nisso e, talvez, se ele tivesse frequentado essas oficinas literárias ou se tivesse ido a algumas FLIP’s, isso teria dificultado a sua carreira como escritor. E aí vem quanto do meio acaba influenciando e, muitas vezes, impedindo a pessoa de realizar a sua própria natureza, porque a força do meio é muito maior que a força do indivíduo, o indivíduo tem que ter de fato um conhecimento de si, uma certeza de que o que ele produz tem valor pra ir contra o meio, pode ser que se encaixe como, por exemplo, o caso literário, não é errado esse padrão de narrativa que existe hoje no meio literário brasileiro, mas pode ser que não se encaixe com aquela pessoa, como no caso do Raiam, não é o estilo dele fazer papel de vítima ou ficar o livro inteiro falando sobre o quanto o coração dele está desiludido por conta de uma mulher. O trabalho dele, a vida dele, o que é real nele é que ele corre atrás do que acredita, busca, trabalha, faz um esforço, passa dificuldades pra realizar o que ele acredita. E ele coloca, inclusive, o conceito de magia – porque Paulo Coelho é um mago -  como a magia é a capacidade que a gente tem de transformar a nossas vontades em realizações e isso não se encaixa como padrão literário. E é muito triste isso por que você tem a perda dos dois lados, o Raiam, nesses círculos de literatura poderia ganhar, ele poderia ganhar indo a uma FLIP, mas, por outro lado, a influência poderia ser tão grande desse meio que poderia tirar a sua narrativa que é própria, verdadeira, porque ela é muito sincera. Então esse é o ponto, como o trabalho dele é de uma sinceridade, ele não está lá para agradar ou para dizer “isso o crítico de arte da folha não ia gostar” ou “eu não citei Dostoievski” , essa não é a linha dele, a linha dele é ser verdadeiro, é ser sincero com aquilo que ele acredita, e esse último livro dele Missão Paulo Coelho mostra essa busca de uma verdade de algo que e totalmente seu, totalmente pessoal, que é uma busca que todo mundo deve procurar encontrar, o que de fato é seu, como que de fato aquilo que você tem pode ajudar as outras pessoas, pode contribuir para que de alguma forma a gente tenha uma sociedade melhor. Isso não é utópico no sentido de vamos resolver todos os problemas do mundo, o ser humano sempre vai ter problemas mais complexos, vai ter dificuldades, faz parte da vida essas dificuldades, e elas são até estimulantes e importantes, mas o ponto é que cada um pode fazer um pouco a mais, e isso acaba se refletindo coo realização profissional ou pessoal. Na medida que eu li um livro (no meu caso eu ouvi, eu prefiro ouvir os livros e o Raiam tem todos os livros dele num aplicativo chamado UBook, que é um aplicativo que você assina e tem audiobooks em português e outras línguas também, não tem um acervo tão grande quanto o Audible, que é o da Amazon, mas este é só em inglês, então quem quer ouvir em português UBook, e quem gosta de ouvir em inglês Audible, são duas sugestões para audiobooks). Então a contribuição para a sociedade é mostrada a medida que eu repito, ou sugiro o trabalho daquilo que influenciou a minha vida que de alguma forma me tocou de forma positiva e que me ajudou, então eu lendo um livro do Raiam e leio outro livro, de alguma forma ele está contribuindo pra mim e estou demonstrando isso, comprando deles eu não sei como é o sistema do UBook, mas eu estou consumindo um produto dele. Então, de fato, ele está fazendo um trabalho que é sincero, que é dele e está ajudando outras pessoas, se não fosse por isso ele não seria um dos maiores vendedor de livros digitais do Brasil. Então é essencial essa busca da verdade para que você possa ajudar e contribuir com as outras pessoas, não produzir algo para as pessoas do meio verem, mas algo que seja seu, profundamente sincero, só assim você consegue contribuir, ajudar as outras pessoas e a gente tornar o mundo um lugar um pouco melhor, eu acredito que se cada um fizer um pouquinho – a minha vida é muito ajudada por pessoas que contribuem e que produzem conteúdo relevantes que me ajudam a viver melhor, mais feliz, com a mente mais tranquila e eu agradeço a essas pessoas, um agradecimento especial ao Raiam  pelos diversos livros que eu li dele e que me impactaram, que de alguma forma trouxeram algo positivo. Espero que você também consiga buscar a sua verdadeira na a narrativa, seja ela como for, seja ajudando outras pessoas com o seu trabalho, com uma ação voluntária e que e a gente possa viver num mundo melhor. Uma boa semana a todos e nos vemos no próximo podcast.

Podcast de Yoga | 23 fev 2021 | Daniel De Nardi

Wild Wild Country – Documentário sobre Osho no Netflix – Parte 1 – Podcast #63

Wild Wild Country - Documentário sobre Osho no Netflix A Netflix produziu um documentário sobre a vida do líder espiritual Osho chamado na época do documentário de Rajneesh. Osho e sua comunidade construíram uma cidade do tamanho da ilha de Manhattan no centro do estado do Oregon. A experiência de construir uma cidade perfeita baseada no amor e na liberdade será comentada numa série de 8 episódios sendo esse o 1º deles. Nesse episódio falarei sobre Por que temos fascinação por revolucionários e como eles pensam em mudar nossas vidas. Bons estudos!   LINKS Audiobook - O Yoga do Autoconhecimento tem citações de Osho no capítulo final falando sobre Gorack Acharya primeiro nome usado por Osho significa professor ou guia espiritual Constituição Americana de 1787,Desde que a constituição entrou em vigor em 1789, foi alterada vinte e sete vezes. Em geral, as dez primeiras emendas, conhecidas coletivamente como o Bill of Rights (\"Carta de Direitos\"), oferecem proteções específicas de liberdade individual e de justiça, além de restringir os poderes do governo. A maioria das dezessete alterações posteriores visaram expandir os direitos civis individuais.   Playlist da série - Reflexões de um YogIN Contemporâneo https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Podcast de Yoga | 22 fev 2021 | Daniel De Nardi

Wild Wild Country – Crítica do documentário – Parte 2 – O início do Osho – Podcast #64

Wild Wild Country - Crítica do documentário - Parte 2 - O início do Osho - Podcast #64 Nesse podcast vamos entender como foi a vida do Osho antes do documentário começar a retratá-la. Saiba mais sobre a biografia do líder espiritual indiano e entenda como isso refletiu-se na sua trajetória. Maharish Mahesh Yogi, o Guru dos Beatles que instigou a carreira de Osho.      LINKS   Acharya primeiro nome usado por Osho significa professor ou guia espiritual         https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa   1957-25-professor de artes substituto depois de 4 meses desempregado apos formar-se 1959-27-viajar 1961-29-Jabalpur (De 60 a 67 dava palestras todo domingo as 20h) 1962-30-primeiro centro, atende pedindo doações e da um pequeno campo de meditação de 3 dias com menos de 50 pessoas num local aberto sem alojamento 1963-31-25 a 30 pessoas toda terca meditacao 20h e da o segundo pequeno retiro de meditação de 3 dias com cerca de 50 pessoas 1964-32-primeiro camp de 5 dias com bastante (60 pessoas) gente a cada 3 meses (primeiro livro) 3 Jun 1964 1965-33-JJK (segundo livro) 1966-34-revista em junho 1966-34-demissao em agosto e satsang no Lions em 16 dez 1968-36-palestra do sexo a supra (seu quarto livro) 1969- 37- Satsang no CCI Chambers em 26 Aug 1969- 37-prim sats pra turistas em 1 Oct Documento provando que o JJK iniciou aqui em 11 de Junho 1970-38-jabalpur Jun 27, festa de despedida -jabalpur Jun 29, parou de agendar novas viagens e deixou só as agendadas, até dezembro -mumbai CCI Chambers - Jul 1, mudou-se para Bombaim e começou a dar discursos diários para cerca de 50 pessoas -comecou dar diksha em 25 de Setembro para 6 pessoas (total 10 livros) 28 Set -Woodlands em 8 de Dezembro por 250.000 rupias 1971-39-adotou bhagwan (14 livros) 1972-40-falou q era iluminado. 3.800 chelas na Índia e 134 fora (21 livros) 1974-42-puna (ate aqui tinha 31 livros) 21 Mar 1974 Comecou a falar diariamente 1975-43-vender terapia e mudou o nome do JJK pra Rajneesh Foundation em 23 Outubro 1976-44-expandiu ashram e comecou a propagar a necessidade de \"nova comuna\" 1977-45-exige rendicao para moradores do ashram e Rajneesh International University (cuja mensalidade era a maior renda) 1979-47-darshans de energia 1981-49-eua (ate aqui tinha 145 livros)

Podcast de Yoga | 21 fev 2021 | Daniel De Nardi

Wild Wild Country – Crítica do documentário – Episódio 1 – Parte 3 – Yoga e Bhoga – Podcast #65

Wild Wild Country - Crítica do documentário - Episódio 1 - Parte 3 - Yoga e Bhoga - Podcast #65 Esse é o primeiro podcast da série que vai começar a comentar os episódios da série do Netflix sobre a Vida do Osho - Wild Wild Country. Neste episódio falarei sobre os Republicanos, os americanos chamados de conservadores que foram surpreendidos por uma invasão de estranhos na sua vizinhança. Também explicarei sobre bhoga, o conceito da mau uso dos prazeres. LINKS Sábios que Osho admirava   Krishnamurti Wilhem Reich George Gurdjieff Vasant Swaha, um dos mais famosos discípulos vivos do OSho é meu vizinho na praia Here, he could explore himself further in many levels. Becoming one of Osho’s bodyguards, Swaha had an intimate connection with his Master. Later, as a therapist, his openness to new ideas and therapies gave him a great opportunity to experiment and go through many different growth processes and meditations. This gave him a wide experience and insight into the psychology and heart of the modern man.   Vídeo Krishnamurti Playlist da série https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa    

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Podcast de Yoga | 20 fev 2021 | Daniel De Nardi

Wild Wild Country – Crítica do documentário – Parte 4 – A cidade do Osho – Episódio – 2 – Podcast #66

Wild Wild Country - A cidade do Osho - Episódio 2 A série Wild Wild Country da Netflix episódio 2 está no #66º podcast vai falar do 2º episódio da série Wild Wild Country que conta a vida do Osho, produzida pela Netflix. Nesta parte da série a cidade de Osho começa a fazer investidas na área pública e causa muito atrito com os moradores locais do Oregon.   Conheça a série toda de Reflexões de um YogIN Contemporâneo https://yoginapp.com/reflexoes-de-um-yogin-contemporaneo-serie-de-podcasts/ LINKS Constituição Americana de 1787,Desde que a constituição entrou em vigor em 1789, foi alterada vinte e sete vezes. Em geral, as dez primeiras emendas, conhecidas coletivamente como o Bill of Rights (\"Carta de Direitos\"), oferecem proteções específicas de liberdade individual e de justiça, além de restringir os poderes do governo. A maioria das dezessete alterações posteriores visaram expandir os direitos civis individuais. Playlist da série Reflexões de um YogIN Contemporâneo https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

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Podcast de Yoga | 19 fev 2021 | Daniel De Nardi

Wild Wild Country – Crítica do documentário – Parte 5 – Massa de Manobra – Episódio – 3 – podcast #67

Wild Wild Country - Crítica do documentário - Parte 5 - Massa de Manobra - Episódio - 3 - podcast #67 Neste podcast vou analisar o 3º episódio da série produzida pela Netflix, Wild Wild Country que conta a vida do líder espiritual Rajnessh ou Osho. LINKS As prisões comunistas Gulags Playlist da série - Reflexões de um YogIN Contemporâneo https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa  

Podcast de Yoga | 18 fev 2021 | Daniel De Nardi

Wild Wild Country – Crítica do documentário – Episódio – 4 – Matando o Doutor – Parte 6 – Podcast #68

Wild Wild Country - Crítica do documentário - Episódio - 4 - Matando o Doutor - Parte 6 - Podcast #68 Nesse episódio a grupo de Sheela trama matar o Doutor d Osho, DevaRaj. Rajnessh descobre o plano e Sheela foge do rancho. Entenda melhor ouvindo o #68º episódio da série Reflexões de um YogIN Contemporâneo.   LINKS Playlist da série Reflexões de um YogIN Contemporâneo https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa

Podcast de Yoga | 17 fev 2021 | Daniel De Nardi

Wild Wild Country – Crítica do documentário – Parte 7 – O fim do Rajismo – Episódio – 5 – Podcast #69

Wild Wild Country - Crítica do documentário - Parte 7 - O fim do Rajismo - Episódio - 5 - Podcast #69 Neste episódio Hasya assume o comando da instituição Rajnessh e demonstra reformas, queimando roupas da Sheela e livros excessivamente devocionais. LINKS   https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa

wild wild country #70 o suicidio do osho
Podcast de Yoga | 16 fev 2021 | Daniel De Nardi

Wild Wild Country – Crítica do documentário – Parte 8 – O suicídio do Osho na Índia

Wild Wild Country - Crítica do documentário - Parte 8 - O suicídio do Osho na Índia - Podcast #70 Último episódio da série comentarei o suicídio de Osho e a continuidade da Rajnessh Foundation. Ouça o último episódio comentado da série Wild Wild Country ! Se quiser assistir todos os episódios na sequência da série Wild Wild Country - CLIQUE AQUI https://yoginapp.com/wild-wild-wild-country-serie-comentada-completo/   LINKS https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa   Cronologia do Osho 1957-25-professor de artes substituto depois de 4 meses desempregado apos formar-se 1959-27-viajar 1961-29-Jabalpur (De 60 a 67 dava palestras todo domingo as 20h) 1962-30-primeiro centro, atende pedindo doações e da um pequeno campo de meditação de 3 dias com menos de 50 pessoas num local aberto sem alojamento 1963-31-25 a 30 pessoas toda terca meditacao 20h e da o segundo pequeno retiro de meditação de 3 dias com cerca de 50 pessoas 1964-32-primeiro camp de 5 dias com bastante (60 pessoas) gente a cada 3 meses (primeiro livro) 3 Jun 1964 1965-33-JJK (segundo livro) 1966-34-revista em junho 1966-34-demissao em agosto e satsang no Lions em 16 dez 1968-36-palestra do sexo a supra (seu quarto livro) 1969- 37- Satsang no CCI Chambers em 26 Aug 1969- 37-prim sats pra turistas em 1 Oct Documento provando que o JJK iniciou aqui em 11 de Junho 1970-38-jabalpur Jun 27, festa de despedida -jabalpur Jun 29, parou de agendar novas viagens e deixou só as agendadas, até dezembro -mumbai CCI Chambers - Jul 1, mudou-se para Bombaim e começou a dar discursos diários para cerca de 50 pessoas -comecou dar diksha em 25 de Setembro para 6 pessoas (total 10 livros) 28 Set -Woodlands em 8 de Dezembro por 250.000 rupias 1971-39-adotou bhagwan (14 livros) 1972-40-falou q era iluminado. 3.800 chelas na Índia e 134 fora (21 livros) 1974-42-puna (ate aqui tinha 31 livros) 21 Mar 1974 Comecou a falar diariamente 1975-43-vender terapia e mudou o nome do JJK pra Rajneesh Foundation em 23 Outubro 1976-44-expandiu ashram e comecou a propagar a necessidade de \"nova comuna\" 1977-45-exige rendicao para moradores do ashram e Rajneesh International University (cuja mensalidade era a maior renda) 1979-47-darshans de energia 1981-49-eua (ate aqui tinha 145 livros)

yoga-e-ironman - podcast 19
Filosofia do Yoga | 15 fev 2021 | Daniel De Nardi

IronMan e Yoga – Podcast #19

Quais as relações entre IronMan e Yoga ? O primeiro livro escrito sobre Yoga, fala de conceitos como a disciplina (abhyasa) e vairagya (desapego, no sentido de abrir mão do que não é importante). Esse podcast apresenta um caso prático desse treinamento com a preparação para uma prova de grande resistência como o IronMan. https://soundcloud.com/yogin-cast/yoga-e-ironman-podcast-19 Links do podcast #19 Carruagens de Fogo, filme completo A Preparação - Podcast #9, fala de Jim Collins, o escritor do livro lido no início do podcast Livro lido no início do podcast Empresas feitas para vencer: Por que algumas empresas alcançam a excelência... e outras não https://t.co/Am3zgDEYnw — Daniel De Nardi (@danieldenardi) June 1, 2017 Podcast com a trilha sonora do cinema, Nino Rota https://yoginapp.com/duvidando-eu-alheio-podcast-17/ Artigo para o Blog do YogIN App, mostrando algo que falo no podcast em que tudo é uma questão para onde você vai canalizar sua atenção Relato do primeiro Ironman, 2014 Textos do meu blog sobre o IronMan PDF Yoga-Sutra, tradução Carlos Eduardo Barbosa Neste texto eu falo sobre a largado do IronMan e a utilização da respiração para diminuir a tensão https://yoginapp.com/yoga-e-ansiedade   Texto sobre o processo meditativo em longos períodos de treinos https://yoginapp.com/esportes-e-meditacao/ 1492 - trilha sonora do filme new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Trilha sonora da série Reflexões de um YogIN Contemporâneo https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa https://yoginapp.com/reflexoes-de-um-yogin-contemporaneo-serie-de-podcasts-yoga-pro-seu-dia-dia/   Transcrição do Podcast   Yoga e Ironman #19 “Isso me lembra uma experiência pessoal em minha própria família, que busca uma diferença básica entre a bravata e a compreensão. A minha mulher, Joanne, começou a participar de maratonas e triatlos no início da década de 1980, à medida que acumulava experiência, tempos de trilhas, revezamentos de natação, resultados de corrida, ela começava a sentir o ímpeto do sucesso. Um dia, ela entrou numa corrida com várias das melhores triatletas do mundo e, apesar de um desempenho fraco na natação em que ela saiu da água muitas posições atrás das principais nadadoras, e de ter de empurrar um bicicleta pesada e pouco aerodinâmica na subida de um morro alto, conseguiu cruzar a linha de chegada entre as dez primeiras. Algumas semanas mais tarde, na mesa do café, Joanne desviou o olhar do seu jornal e comentou calma e tranquilamente: ‘acho que eu poderia vencer o Ironman’. O Ironman, o campeonato mundial de triatlos envolve 3800 metros de natação em mar aberto, 180km de ciclismo e tudo isso culminando com uma maratona de 42km na costa de Kona, no Havaí, região quente e galvanizada por lavas. ‘É claro que eu teria de sair do emprego, recusar as propostas de pós-graduação (ela havia sido admitida em pós-graduação em várias das melhores universidades) e me comprometer em tempo integral, mas...’. Suas palavras não denotavam bravata, publicidade, agitação ou pedida de socorro, ela não estava tentando me convencer, ela simplesmente observou que o que havia compreendido era um fato, uma verdade tão chocante quanto afirmar que as paredes estavam pintadas de branco. Ela tinha paixão, tinha a genética e se vencia corridas, tinha o modelo também, a meta de vencer o Ironman fluiu para a compreensão inicial do conceito de porco espinho que apresento agora neste livro. Então, ela decidiu que sim, que iria disputar o Ironman. Deixou o emprego, desistiu da pós-graduação, ela vendeu as fábricas, mas me manteve dentro do barco, e três anos mais tarde, no dia quente de outubro de 1985, ela cruzou a linha de chegado do Ironman do Havaí em primeiro lugar, Campeã Mundial. Joanne decidiu que iria vencer o Ironman, ela não sabia se iria se tornar a melhor triatleta do mundo, mas ela entendeu que podia, que aquilo estava dentro das possibilidades, que ela não estava vivendo uma ilusão. E esta distinção fez toda a diferença. É uma distinção que todos aqueles que desejam transformar algo bom em algo excelente e precisam captar, e aqueles que fracassam no projeto de se tornarem excelentes, em geral, nunca conseguem perceber.” Olá, o meu nome é Daniel De Nardi e estamos começando o 19º episódio de “Reflexões de um YogIN Contemporâneo”. Então eu acabei de ler um livro de um escritor que eu gosto, ele faz pesquisas relacionadas a empresa, mas que são muito aplicáveis a nós seres humanos, porque empresas nada mais são do que grupos organizados com um objetivo em comum. Ele traz muitas reflexões interessantes, o nome dele é Jim Collins (eu também usei um outro livro dele no episódio nove, sobre preparação, que a gente leu e comentou), aqui ele está falando sobre vocação, buscar e batalhar por algo que faz sentido, que é a algo realmente importante pra você. Acabei de voltar de Florianópolis, a minha voz está um pouco rouca, agora está bem melhor, mas na segunda-feira estava bem ruim, fui acompanhar dois amigos meus que participaram da prova do Ironman. Sempre quando eu volto dessa prova ela me traz muitas reflexões porque eu passei por esse processo, fiz o Ironman em 2014/2015. Tem muita gente que me pergunta como cheguei ao Ironman, como eu realizei esse grande projeto. De fato, exige um nível bastante grande de dedicação e de saber que algo é importante, ninguém consegue construir ou fazer um Ironman se não tiver um significado pessoal. Pode até ser exibicionismo, mas aquele exibicionismo precisa ser muito importante para a pessoa a ponto de ela treinar em um nível pesado para se isto, sendo que ela poderia fazer outras coisas que conseguir se exibir mais. Mas, então, é necessário uma questão pessoal envolvida. Acredito que tudo isso vem com o plano das ideias, vem a partir daquilo que a gente consome em termos de conteúdo que vão criando os nossos pensamentos e os nossos pensamentos e as nossas ideias. Essa foi a primeira vez que eu li e comecei a visualizar uma prova de Ironman e vi que poderia ser alcançado por pessoas comuns, porque ela não era uma profissional, era a esposa do escritor que competia, mas que em determinado momento se propôs a ser excelente em algo, fazer algo muito importante, como essa prova. No meu caso também começou no plano das ideias porque eu já ouvia falar quando ele foi para Florianópolis, que foi a família de um amigo meu quem trouxe a competição da Bahia para Florianópolis e, a partir daí ela passou a ser realizada anualmente na cidade. Uma vez eu conversei com o organizador da prova, o Galvão, ele me mostrou uns vídeos, mas era algo muito distante da realidade, algo que eu não conseguia vislumbrar, até sentia vontade pelo desafio, mas não conseguia imaginar. Depois, eu não lembrava mais o contato que tive com o Galvão. Em 2005 eu comecei a correr com um amigo meu que morava comigo na época, que já tinha corrido e me estimulou, fiz alguns amigos, mas não pensava em participar de nenhuma competição, já achava uma maratona algo muito distante, eu me sentia bem correndo 10, 12, 15 quilômetros no máximo. Acabei fazendo a minha primeira maratona em Porto Alegre, em 2010, continuei os meus treinos, e decidi que eu queria fazer um Iron. Então eu consegui completar um Ironman em 2014. Pra mim, o que é mais valioso dessa reflexão é o que o Iron trouxe de fato pra minha vida, o que aquilo construiu em mim. Por que não é totalmente distante, o processo de conseguir terminar um Ironman bem (tem pessoas que se matam, se arrastam a provar inteira o que não é interessante, acho que deve ter uma preparação para fazer o que se tem predisposição, o processo de treinamento é o mais valioso e não terminar a prova em si), não é distante da proposta de Patanjali. Como que funciona o treinamento para realizar uma prova como essa? Como o próprio Jim Collins cita no livro, a prova consiste em 3800 metros de natação, na hora você acaba fazendo mais de quatro quilômetros. 180 quilômetros de bicicleta, para quem conhece Florianópolis é a distância de ir e voltar do aeroporto duas vezes, para quem mora em São Paulo, é a mesma distância de ir e voltar de Maresias e depois, no final há uma corrida de 42 quilômetros. Para construir isso, é necessário uma modificação no corpo para que o corpo resista a longos períodos de exercício sem interrupção, é um processo de transformação, é preciso repetir muito para que o corpo entenda que uma mudança estrutural é necessária. Isso se dá passo a passo. O processo do Ironman ensina isso, que se você quer algo grande, como fazer a prova abaixo de 11 horas, por exemplo, é preciso uma construção diária e não no momento da realização da prova. Acordar a noite praticamente todos os dias da semana pra treinar, treinar durante a semana duas modalidades várias vezes e aos finais de semana treinar de forma prolongada, como aos finais de semana, geralmente, os competidores não trabalham, eles conseguem se dedicar e fazer treinamentos longos. Não pode sair à noite na sexta ou no sábado, porque haverá treinos longos no dia seguinte. Para conseguir isso é preciso ter muito claro o que se quer, saber que terá de abrir mão de muita coisa para conseguir algo maior, algo que escolheu. Isso está escrito no Yoga Sutra, de Patanjali, e agora eu vou citar mais uma vez a tradução do Carlos Eduardo Barbosa, ele fala sobre disciplina, isso é interessante no Ironman, todos tem condições de terminar a prova, tudo é uma questão de decisão pessoal. Claro que uma pessoa que nunca praticou esporte terá mais dificuldade e irá demorar mais, tanto no treinamento ou na prova. Mas é acessível a todos, é uma questão de decisão, dedicação em um ano totalmente focado. Fazendo isso, qualquer pessoa tem acesso, não são todos que chegarão entre os primeiros, não são todos que que irão conseguir uma vaga para o mundial (em Kona), porque está ligado a vocação, mas terminar a prova, que é o principal objetivo, está acessível a todos, o que determina de fato é a disciplina. No terceiro sutra Patanjali fala sobre dois conceitos que são base para o yoga que são Abhyasa e Vairagya. Abhyasa é a disciplina, você repetir algo até atingir a excelência. Vairagya é o desapego, para que saiba o que é importante pra você para que consiga abrir mão do que for irrelevante. Se quer terminar a prova bem é necessário fazer um desapego do que não for importante. Na frase doze Patanjali começa a falar sobre o recolhimento, no caso dele é o recolhimento das atividades da mente para que se encontre a essência, nesse caso do esporte é de se recolher para cumprir o que acha importante. “Seu recolhimento, ou seja o Nirodha, advém da disciplina e do desapego, a disciplina é o esforço em se manter nele”, você escolher e repetir, neste caso ele fala sobre se manter no recolhimento. Então ele fala sobre o processo meditativo, quando você se recolhe, escolher sustentar a atenção, esse é o primeiro conceito que é Abhyasa. Abhyasa e Vairagya são essenciais dentro do processo do yoga. “O desapego é o sinal da vontade perfeita daquele que está indiferente aos objetos já vistos ou dos quais se ouviu falar”, então o desapego é saber o que se quer, saber o que é importante pra si e seguir o rumo porque essa é a vontade. Em decorrência a isso, do desapego, é a indiferença as qualidades matérias nas quais a essência se revela, então quando você abre mão dessas tentações de sentidos, você traz algo muito seu, a sua vontade verdadeira. E, então, você tem um conhecimento intenso que ele chama de Samprajñãta, que surge a partir de suposição, avaliação, sensação de realidade. Então voltando ao texto, o Jim Collins fala que a esposa não quis convencer, dar um discurso, ela simplesmente percebeu que aquilo era importante pra ela, “Suas palavras não denotavam bravata, publicidade, agitação ou pedido de socorro, ela não estava tentando me convencer, ela simplesmente observou que o que havia compreendido era um fato, uma verdade tão chocante quanto afirmar que as paredes estavam pintadas de branco.”, então esse conhecimento intenso, é o 17 de Patanjali, surge a partir de suposição, de avaliação, de sensação de realidade. Então ela não estava viajando num sonho absurdo, ela estava conectada com a realidade e percepção da própria individualidade, conhecendo as limitações e as potencialidades dela ela percebeu que poderia ser campeã. Assim, como no meu caso, eu comecei a construir a partir do momento em que eu vi que no plano das ideias era viável, depois eu fui aumentando a minha carga de treino, em seguida eu percebi que era possível terminar um Ironman, mas pra isso houve todo esse processo de abrir mão daquilo que não era importante pra mim, ou que eu tinha decidido de fato abrir mão, para algo maior. Trazendo para Patanjali, para meditação, é entrar na meditação e saber que todos os pensamentos que vem naquele momentos são estão relacionados aos sentidos e não a essência, se você se ligar a ele vai continuar mantendo a mente no funcionamento dela, não vai trazer algo diferente ou a essência, vai continuar fazendo as conexões já conhecidas. Lembre-se sempre, repetir, sustentar a disciplina ou a Abhyasa e por outro lado é o Vairagya, o desapego do que não for importante. Então, escolha bem os seus objetivos, siga na trilha sempre com Abhyasa e Vairagya. A música é Carruagens de Fogo, que é um filme lindíssimo, todos devem conhecer essa música, mas o filme em si(...) eu vou deixar aqui o trailer do YouTube, é sobre uma competição, a Olimpíadas de Paris de 1924. Ele ganhou o Oscar de melhor filme em 1981 e a música ganhou, também, de melhor trilha sonora. Aqui a gente mais um exemplo assim como vimos no episódio 17, que é o Nino Rota que compõe para o cinema. Aqui é Vangelis que também compor trilhas para o cinema como no caso dessa música e do famoso filme 1942.

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