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Meditação | 8 jul 2021 | Daniel De Nardi

Meditação – Um momento para SI

Meditação - Um momento para SI No mundo de smartphones, ipads, laptops etc a mente está o tempo todo sendo bombardeada de informações num fluxo aceleradíssimo. Há pelo menos 3500 anos na Índia, os antigos sábios já sabiam que uma excessiva quantidade de pensamentos pode ser prejudicial para a vida dos indivíduos. Excesso de dispersão tira o indivíduo do seu centro gerando efeitos como ansiedade e depressão. Se você tem dificuldade de parar e se sentir no momento presente preste atenção, este é o cenário ideal para que esses efeitos nocivos se manifestem. Transferir a satisfação para situações futuras ou imaginar que no passado tudo estava bem é um truque usado pela mente para nos tirar do presente. Todo mundo sente isso, mas quando isso se torna constante demais as consequências são desastrosas. A Meditação é uma das técnicas trabalhadas no Yoga para reduzir a quantidade de dispersão, ganhando com isso qualidade no foco mental e na execução das tarefas do dia a dia. Executar ou pensar em menos coisas e fazê-las com mais atenção significa ganho de desempenho. Além disso, e o que é mais importante na busca do Yoga, é que diminuindo as atividades da mente, você abre uma janela interna de observação profunda. Uma oportunidade para reconstruir significados pessoais e entender suas verdadeiras prioridades. Você já parou para se perguntar se o que está fazendo neste exato momento é o mais importante para você? Para encontrar o significado pessoal das suas ações você tem que estar conectado com sua voz interna. Esta dificilmente terá espaço numa mente agitada, cheia de medos e projeções baseadas no externo. A voz da consciência se faz presente no momento em que tranquilizamos nossa mente e aceitamos que internamente temos uma voz, a voz da consciência ou o Purusha como os antigos chamavam. Essa é a voz que pode ajuda-lo a acertar mais nas decisões, a externalizar o que você sabe que é mais importante pra você. A voz da consciência é a sua verdade e você deveria dar mais atenção a ela.  Se tem interesse em meditação e quer experimentar,  acesse yoginapp.com  e pratique especialmente as aulas exclusivas de meditação e observe se funciona para você. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

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Dicas de Yoga | 28 maio 2021 |

Pragmatismo, ceticismo e meditação

Ceticismo e meditação! Para um cientista a palavra transcender significa elevar sob ou  ir além de um determinado limite, superar. Logo, quando pensamos que a todo o momento estamos superando limites, a todo o momento estamos transcendendo algum tipo de obstáculo. Talvez pela minha formação ou mesmo minha criação, acredito que transcender é simplesmente transpor um obstáculo, seja ele conseguir o emprego dos sonhos, ou obter o desempenho desejado num determinado esporte. Assim, quando comecei a praticar Yoga há 10 anos, sempre me fascinou a meditação, que implica em transcender matéria, corpo e se conectar com seu eu (o tão famoso self, estar presente). As ideias de estar presente, viver o agora,  essa noção Renato Russo: é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque na realidade não há. Era isso que buscava quando comecei minha jornada. Era uma manhã fria quando saí de casa para minha primeira aula. Pensei, é agora que consigo ficar uma hora no silêncio dos meus pensamentos, até aquietá-los. No entanto, não foi o que aconteceu, ao contrário, fizemos uma série de exercícios físicos, alguns respiratórios e a professora, na sua calma, explicava o propósito de cada Asana e cada movimento que nosso corpo fazia. Confesso que quando saí da aula, senti que talvez não era bem aquilo que procurava, senti também partes do meu corpo que não sabia que estavam lá. Fiquei intrigada e resolvi ir uma segunda vez. Também não meditamos, fizemos alguns exercícios respiratórios que não entendi bem o propósito, fiquei montando mentalmente, para ser sincera, minhas aulas de administração que iria dar aquele dia. E assim foi por um longo tempo. Anos acho....não tenho  muita certeza. Quando tinha uns 4 ou 5 anos de prática, me mudei e também passei a frequentar outro espaço de Yoga. Tive a feliz constatação de que nesse novo espaço tinha uma aula específica para meditar. Foi então que nos primeiros 5 minutos a professora nos explicou que deveríamos liberar nossa mente de pensamentos. E fez uma brincadeira que não sabia ser uma história, uma parábola feita a outro Yogin muitos milênios atrás. Disse ela então: pessoal, meditar é simples. Fechem os olhos, se concentrem na respiração e não pensem em macacos. Mas por que diabos eu iria pensar nisso? Todos que praticam conhecem a parábola e foi exatamente isso que me aconteceu, eu só vi macacos durante uns 35/40 minutos que ficamos em silêncio. Nessa aula fizemos vários exercícios, meditações guiadas, exercícios de concentração, de memória. Eles corriam em paralelo com a prática de asanas. A prática física permitiu o vigor mental para que depois de uns 6/7 anos de prática eu finalmente conseguisse sentar confortavelmente sem dor ou formigamentos em nenhuma região. Isso vai de cada um,, cada um tem seu tempo. new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();   Alguns efeitos interessantes que senti foram maior clareza mental, controle e tranquilidade após todas as sessões meditativas. Na prática ficamos sentados com a mente num estado interessante de”não pensar”. É a melhor descrição que pude encontrar do processo. No entanto, em sendo pragmática e cética, nunca pensei que ficar alguns minutos do dia ou algumas horas pudessem provocar algum efeito sob o corpo ou a mente. Claro que a prática física permite que você tenha resultados efetivos de força, flexibilidade, mobilidade, superação, transcendência. Mas a prática mental também. Sabemos, como cientistas, que o cérebro também pode e deve ser exercitado, sejam com exercícios matemáticos ou mesmo com exercícios de alta concentração mental. Sabemos que em se praticando podemos até produzir mais ou menos impulsos elétricos que permitem melhor funcionamento do coração, dos órgãos em geral e até mesmo do sistema imunológico. Isso tudo é comprovado, não preciso aqui me ater a isto. Tão somente quero deixar registrado um depoimento pessoal, de uma pessoa cética e pesquisadora curiosa. Sou formada em administração e nos anos que participei de pesquisa, sempre procuramos testar hipóteses. Como por exemplo, será que existe relação da variável A e B. Fácil saber:  basta você testar a relação. Mas como cientista social também sei a dificuldade de testes usando como cobaias seres humanos. Assim, com esse enquadramento mental, passei a fazer testes pessoais: meditar antes de palestras importantes, entrevistas, reuniões. Tentar usar a meditação como simplesmente aquietamento. Percebi que fico mais perceptiva e empática a outras pessoas. Isso significa que percebo melhor o que o aluno, por exemplo, quer saber, está com dúvidas. Parece simples, mas isso melhora a qualidade da aula. Seja ela uma aula de Yoga ou uma aula na faculdade de administração. No dia a dia, também percebi mudanças circunstâncias, fiquei mais calma, com a fala mais mansa, e com melhor claridade para resolver qualquer problema que por ventura ocorre. Faz muitos anos que não tenho uma explosão emocional, TPM não conta..... Mas o mais engraçado disso tudo foi como aprendi a meditar. Todas às sextas durante muitos anos faço uma aula que trabalha articulações e por acaso ela é voltada para mobilidade na terceira idade. Uma das alunas que tivemos foi a Lúcia ( que já está em outro plano, para os que acreditam). A Lucia tinha coleção de contadores de passos e vivia me contando que tinha um fascínio por contar passos, nos diversos locais que ia a pé no centro da minha cidade. Ela me mostrava seu contador sempre que chegava na sala, para dizer que tinha se exercitado, o que iria melhorar a prática dela de yoga. Sempre me contava e a professora que isso aliviava sua cabeça e a distraia, já que era muito sozinha. Numa das práticas de meditação a Lúcia me falou que contar a ajudava a relaxar. A professora sempre falava para nos fazermos isso e eu achava banal que não levaria a lugar nenhum. Daí comecei a mentalizar minha ida a pé até a universidade e contar os passo até lá....rs Ufa anos depois meditei. E te falar que o tempo não passou, como se você ficasse boiando num tempo paralelo, numa sensação de leveza. Voltei revigorada. Cada um, tenho certeza, tem a sua história com a meditação e com o Yoga. Mas meditar implica num trabalho de dedicação que não somente mental, mas também físico de flexibilização da mente e do corpo. De acordo com os textos védicos, a meditação é uma prática onde o individuo foca a mente num objetivo, visando alcançar um estado de clareza mental e emocional. Talvez os textos hinduístas védicos sejam os primeiros a terem usado a meditação como forma de encontrar a libertação, ela entendido como sendo a libertação de tudo, inclusive emocional e material. É comum encontrarmos figuras e deidades em posturas meditativas dentro da tradição hinduísta. Já a chegada da meditação no ocidente trouxe a evolução do estudo sobre o self e a acuidade mental. Questões de atenção plena, desenvolvimento mental para alterar estruturas do corpo físico. Tudo isto feito numa perspectiva cientifica. Acredito que ainda temos um longo caminho a evoluir. Assim, como professora, pesquisadora e curiosa continuo nos meus estudos. E seguimos na contagem dos passos da vida para que assim possamos tranquilizar e sintonizar com nossa verdadeira essência. Namastê 

Meditação | 25 maio 2021 | Equipe YogIN App

Colégio da rede pública de São Paulo adota meditação para crianças

Colégio da rede pública de São Paulo adota meditação para crianças Para diminuir a ansiedade, um colégio da rede pública de São Paulo adotou a meditação para crianças. Um método que, de acordo com especialistas, também pode beneficiar essas crianças quando elas chegarem à vida adulta. Segundo o  Wikipédia: A meditação pode ser definida como uma prática na qual o indivíduo utiliza técnicas para focar sua mente num objeto, pensamento ou atividade em particular, visando alcançar um estado de clareza mental e emocional.. Sua origem é muito antiga, remontando as tradições orientais, especialmente a ioga, mas o termo também se refere a práticas adotadas por alguns caminhos espirituais ou religiões, como o budismo e cristianismo, entre outras. Textos orientais consideram a meditação como instrumento que leva em direção à libertação. Algumas distintas definições que normalmente são usadas para meditação são: prática de focar a mente em um único objeto (por exemplo: em uma estátua religiosa, na própria respiração, em um mantra); uma abertura mental para o divino, objetivando a orientação de um poder mais alto; um estado de silêncio que é vivenciado quando a mente se torna vazia e sem pensamentos; contemplação da realidade e seus aspectos, (como a impermanência, por exemplo), desenvolvimento de uma determinada qualidade mental, como energia, concentração, plena atenção, bondade, etc e pensamento sustentado e aplicado em um tema (como na meditação cristã) Assista a reportagem completa feita pelo canal RedeTv e veja os relatos das crianças sobre as melhorias que vêm sentindo em si e em sua família. Clique abaixo para assistir:   Reportagem: Rede Tv   Confira também nossa categoria aulas gravadas de RELAX E MEDITAÇÃO clicando aqui, Tire 15min, 30min ou 45min por dia para praticar  e melhore sua qualidade de vida!   Ainda não é um assinante? Acesse yoginapp.com/assinaturas e escolha a assinatura que combina melhor com o seu dia a dia. Alcance mais equilíbrio com Yoga e meditação. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

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Meditação | 20 maio 2021 | Daniel De Nardi

Meditação – uma reeducação cerebral

Reeduque sua Mente! Conheci Richard Dawkins em 2009. Ele veio à Paraty falar na Flip, principal festa literária brasileira. Dawkins é biólogo e escritor. Um ativista da ciência que prefere ser conhecido como um \"poeta da realidade\". Na palestra, falou principalmente na teoria contida em seu livro O Gene Egoísta.  Resumidamente, Dawkins mostra provas que somos apenas um veículo de genes. Os genes nos usam para sobreviverem e serem levados às próximas gerações. Grande parte (há quem diga que absolutamente tudo) do que fazemos tem no fundo o objetivo de preservar nosso DNA e repassá-lo aos nossos filhos. Os genes humanos que vem sendo preservados, desde que começamos a usar ferramentas e nos destacar de outras espécies, são dos indivíduos que conseguiram antecipar ou remediar melhor as situações de perigo. Viveram mais e se reproduziram à beça, espalhando seus genes pelo mundo. Reeduque sua Mente! Infelizmente, nosso cérebro não foi construído para a felicidade ou para libertação dos condicionamentos. A verdade é que desde a pré-história, ele vem sendo moldado com um único objetivo - sobreviver. No entendimento do cérebro, a melhor situação possível é aquela que o manterá vivo por mais tempo - repouso e um bom estoque de comida calórica. Condicionamos o sistema nervoso a enviar estímulos de prazer toda vez que agimos a favor da sobrevivência. Agora você entende porque é tão difícil acordar cedo e tão gostoso não sair da cama e voltar a dormir de manhã, é o seu cérebro dizendo faça a coisa certa descanse que te recompensarei. Toda vez que fazemos algo que o cérebro entende como um sinal de preservação ele nos premia liberando substâncias que geram prazer como a dopamina ou serotonina. E tal como macaquinhos de laboratórios que fazem malabarismo por algumas gotas de suco de laranja, fazemos das tripas coração para repetir a ação e sermos agraciados com mais uma dosezinha de serotonina.   Você conhece alguém viciado em salada, falei salada, não regime? E quantas pessoas você conhece (pode se incluir na conta) que não resistem ao chocolate? Alimentos gordurosos ou com altos níveis calóricos são entendidos pelo cérebro como mais estoque para a sobrevivência. Logo, se ingeridos, o indivíduo será recompensado com liberação daqueles já falados e tão desejados estímulos do prazer. Por essa lógica você também entende o vício em adrenalina. Em perigo, o corpo usa todos os recursos para tentar sair da situação. O pânico é um recurso pela vida. Um dos efeitos da adrenalina é diminuir o sangue nos órgão e aumentá-lo nas pernas e braços para que com isso você tenha mais chance lutando ou correndo. Quando o cérebro entende que você conseguiu sobreviver aquela quase morte, ele te diz em forma de estímulos neurais, você conseguiu sobreviver, quando acontecer de novo aja dessa forma, tome aqui uma bomba de dopamina.   Tem vezes que a gente está triste e chuta o balde na comida Quando algo nos abala emocionalmente, o cérebro identifica a queda de energia e providencia imediatamente estímulos para que se adquira mais estoque de alimentos e se reduza o gasto energético = chocolate, cama e isolamento.   A reeducação  O amigo de Dawkins, Lawrence Krauss, é físico e defende em O Universo a partir do Nada a criação do mundo sem nenhuma interferência (teoria que se parece muito com as ideias do Sámkhya, a mais antiga filosofia indiana) ele argumenta que uma das coisas mais incríveis de ser humano é que apesar do cérebro ter sido projetado desta forma, apenas para nos defender dos perigos da vida, ele pode sim criar coisas fantásticas como uma Teoria da Gravidade e depois vencê-la fazendo um objeto voar por kilômetros. O homem não nasceu para entender as estrelas, mas apesar disso já chegou à Lua e tecnologicamente, há bilhões de planetas. As linhas mais modernas de nutrição já começaram a entender que boa parte da dificuldade na boa alimentação está em desprogramar o cérebro para essa \"necessidade\" de manter os estoques de gordura e calorias sempre alto. Este tipo de atitude foi essencial quando vivíamos nas cavernas ou florestas e nunca sabíamos quando teríamos a próxima refeição. Só que essa urgência por comer o máximo e nesse instante, não faz mais sentido nos dias de hoje que temos qualquer tipo de alimento ao toque de um dedo no celular. Vencer condicionamentos atávicos é uma luta árdua, estamos falando de necessidades vitais, que estão armazenadas em áreas profundas do cérebro como o sistema nervoso autônomo responsável pelos instintos primitivos de sobrevivência. Quando olhamos para um copo de milk-shake, a primeira informação que processamos é a do cortex pré-frontal, área da consciência que se diferencia nos homens em relação aos outros animais. Essa parte do cérebro deixa bem claro para nós - milkshake engorda e faz mal para saúde. Só que não é difícil ignorá-la para começar a ouvir o que tem a dizer o sistema nervoso autônomo que lá do fundo do cérebro anuncia - milk-shake = sobrevivência, se você comer te darei um banho de prazer. Tomar a melhor decisão dependerá de altas doses de consciência e determinação no momento do ato. O cortex pré-frontal pode sim comandar nossa atitude quando vamos decidir entre um chocolate ou a fruta. Temos que deixar claro ao nosso cérebro (e aos nossos instintos) que hoje em dia, não há mais tanto risco para escassez de comida, não há mais necessidade de estocar, a guerra acabou! E a meditação? Esse processo de comportamento baseado em estímulos para se repetir condicionamentos ancestrais, também está acontecendo no âmbito dos pensamentos. Quem sobrevivia mais - o Homo Sapiens agitado que olhava para os lados o tempo todo e chegava ao ponto de respirar mais fundo apenas para tentar identificar mudanças no aroma e prever um ataque selvagem ou aquele que ficava apenas olhando para o tronco das árvores? Certamente os que ficavam olhando para tudo e pensando o tempo todo nos perigos foram os que mais sobreviveram, em outras palavras, os dispersos venceram. Só que assim como acontece com a alimentação, será que hoje em dia ser disperso ainda é um diferencial? Assim como o alimento não vai acabar amanhã, provavelmente um tigre não irá atacá-lo enquanto você estiver dormindo. Manter os sensores alertas e uma atenção permanente contra os perigos não é mais uma vantagem que valha a pena ser cultivada. Não foram os dispersos que criaram a Teoria da Relatividade ou o carro elétrico. Neste momento histórico, a diferenciação está do outro lado. Quem consegue se manter focado num único objetivo pelo tempo necessário até ele dar certo é que se diferencia dos demais. O foco, que a história do nosso cérebro não gosta, é hoje a grande arma da sobrevivência e do sucesso tanto pessoal (auto-observação) quanto profissional. Meditar é um processo duro porque você precisa reeducar a mente e lutar contra 100.000 anos de recompensas sendo dadas às dispersões e nunca ao foco. Manter a mente concentrada, no começo pode até doer, mas assim como com a alimentação você terá que usar mais seu cortex pré-frontal e quando aquela vontade que dá de parar o exercício e mandar um whatsapp para um amigo, ali, você terá que ser mais forte que o seu condicionamento primata e dizer: Eu não quero o milk-shake, prefiro a atenção mantida.   Saiba sobre como e quando a Meditação surgiu! new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

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Meditação | 11 maio 2021 | Daniel De Nardi

Ebook – As Origens do Yoga e da Meditação

Ebook - As Origens do Yoga e da Meditação Este livro explica o contexto em que os conceitos do pensamento indiano começam a ser registrados nas escrituras. Ele apresenta o contexto histórico sobre o primeiro livro falando exclusivamente de Yoga, o Yoga-Sutra.     Clique no botão abaixo para abrir o livro   Boa leitura!

Dicas de Yoga | 7 maio 2021 | Daniel De Nardi

E-book | As Origens da Meditação e do Yoga

E-book | As Origens da Meditação e do Yoga O livro - As Origens da Meditação e do Yoga retrata como surgiram essas práticas tão importantes nos dias atuais. Para baixar o e-book, basta clicar no botão abaixo. https://youtu.be/XXejJ7cyzvc VEJA AQUI - Curso de Formação Professores Yoga online   Como Salvar um Ebook - PDF from YogIN App on YouTube.   new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Meditação | 3 maio 2021 | Daniel De Nardi

Ebook – Como funciona a Meditação

Ebook ! Este livro é o 3º da série Yoga e Meditação e ele aborda o ponto como - A consciência pode ser medida? Se não pode ser medida, pode-se afirmar que existe? O livro traz esse embate de ideias científicas e filosóficas tendo a Meditação como um instrumento de verificação dessas verdades. Baixe gratuitamente o livro Como funciona a Meditação clicando no botão abaixo.    

Meditação | 30 abr 2021 |

MEDITAÇÃO: Novas Perspectivas Terapêuticas Para Controle Da Dor Crônica

MEDITAÇÃO: Perspectivas Terapêuticas Para Controle Da Dor Crônica   Fernanda Redondo é professora de Yoga e pesquisadora do Laboratório de Neurociências da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Em um artigo escrito por ela em 2015, destrincha a utilização da Meditação no tratamento de dores crônicas.   \"Os autores observaram significativo aumento de melatonina, serotonina e GABA, assim como, diminuição de cortisol e norepinefrina durante o treinamento da técnica.\"   Para ler o artigo completo CLIQUE AQUI ou leia abaixo.   Boa leitura!   A grande maioria das pessoas já experimentou ou, certamente, experimentará dor em algum momento de suas vidas. Trata-se de uma experiência sensorial incômoda associada, geralmente, a um componente emocional procedente de traumas ou de qualquer tipo de agressão que possa representar potencial ameaça à integridade do organismo. A dor pode ser aguda ou crônica. A primeira é temporária e consiste no componente essencial da resposta de defesa do organismo produzindo elevado grau de alerta cuja função é indicar lesões teciduais, inflamações e doenças. A dor crônica, por sua vez, estende-se por longos períodos, é comumente invariável e refratária à maioria dos tratamentos convencionais. Está correlacionada com acentuada queda na qualidade de vida das pessoas, comprometendo o bem-estar físico, emocional e social, além de, desencadear comorbidades como ansiedade, depressão e insônia (1). A fisiopatologia da dor é complexa e envolve uma intrincada rede neural. Inicia-se com a excitação e a transdução do estímulo doloroso em elétrico nas terminações livres (receptores nociceptivos), o qual ascende pelos tratos de fibras nervosas e projeta-se rostralmente, até seu processamento final nas áreas corticais onde ocorre a integração com os componentes afetivos, gerando mal-estar, desprazer e angústia (1). O tratamento de escolha para controle da dor é medicamentoso, entretanto, seu uso prolongado nas condições crônicas podem resultar em crescente resistência aos fármacos. Nestes casos, as terapias adjuntivas têm-se mostrado procedimentos essenciais na minimização ou, até mesmo, na suplantação da dor, como descrito em vários protocolos clínicos de fibromialgia, dores na coluna, neuropatias e outros (2). new RDStationForms(\'e-book-treinamento-yogin-de-respiracao-bdf2969b9eeaf2b1af79-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();   Estudos epidemiológicos realizados até o presente momento demonstram a importância da associação entre as terapias convencionais e adjuntivas. Por exemplo, um levantamento estatístico recente nos Estados Unidos mostrou que cerca de 1/3 (100 milhões) dos norte-americanos já apresentou algum quadro de dor crônica ao longo de suas vidas (3) e que dentre estes pacientes, 38,3% elegeram a meditação como segunda opção terapêutica (4). O crescente número de evidências obtidas a partir de ensaios clínicos bem controlados vem comprovando os efeitos benéficos da meditação sobre a saúde física e emocional (5). Em estudo recente com ressonância magnética (RM), os autores demonstraram correlação entre aumento de atividade neural nas áreas envolvidas na regulação da percepção da dor (córtex cingulado anterior, ínsula anterior, córtex orbito-frontal e tálamo) com expressiva redução do desconforto (57%) e intensidade da dor (40%) em indivíduos que recebiam estímulos dolorosos enquanto realizavam meditação (6) (Figuras 1A e 1B). Em outro protocolo com neuroimagem, o grupo de meditadores experientes apresentou diferença significativa no espessamento cortical das regiões do cíngulo dorsal anterior e somatossensorial bilateral quando comparado a um grupo de pessoas que nunca experienciou a técnica (7) (Figuras 1A e 1C).   Figura 1A: representação esquemática das áreas neurais que apresentaram alterações estruturais e funcionais durante a meditação; Fig. 1B: Imagem por RM mostrando o aumento na atividade neural de áreas envolvidas na percepção da dor e Fig. 1C: espessamento cortical nas áreas da ínsula anterior e da somatossensorial bilateral (Corte cerebral lateral modificado de: Nucleus Medical Art, Inc.). Além dos efeitos sobre o sistema nervoso central (SNC), a meditação influencia a atividade do sistema neurovegetativo. De acordo com estudos de Scheneider e cols., a meditação leva a redução na excitação do sistema nervoso simpático e na hiperatividade do sistema hipotalâmico-pituitário-adrenal (8). Em adição, seus efeitos sobre o sistema nervoso parassimpático resultam em melhoras nas respostas inflamatórias, bem como, nas funções neuroendócrinas e metabólicas. Como consequência, ocorre melhora no sono, no humor e na energia física, além de reduzir o risco de depressão e de declínio cognitivo (9). Outro importante estudo revela que a meditação produz consideráveis alterações na neuroquímica de estruturas neurais (5). Os autores observaram significativo aumento de melatonina, serotonina e GABA, assim como, diminuição de cortisol e norepinefrina durante o treinamento da técnica. Concluem também, que a sensação subjetiva de relaxamento, analgesia e profunda quietude, típicas da meditação, resultam do aumento na atividade do sistema nervoso parasimpático (5) (Figura 2). Figura 2: representação esquemática dos efeitos benéficos da meditação. SN simpático e parassimpático modificado de http://www.infoescola.com/. PARA MEDITAR   Meditação pode ser concebida como uma técnica na qual a atenção é convergida para um único foco, com abstração completa de todos os estímulos sensoriais e estabilização corporal em que prevalece a sensação de enlevação (4). Então: Estabeleça o tempo disponível e o melhor horário para a meditação: vários estudos têm demonstrado que o treinamento diário de meditação por 20 minutos durante oito semanas pode alterar estruturalmente o cérebro (10). Porém, os iniciantes podem começar com períodos de três a cinco minutos diários e aumentarem gradativamente até obterem êxito por 20 minutos. A postura adequada é um importante passo para o treinamento, já que a estabilidade física favorece diretamente a sensação de segurança e bem-estar necessários para uma boa concentração, portanto, acomode-se em uma posição firme e confortável. Exercite a atenção: concentre-se na sua respiração observando a entrada e saída de ar pelas vias aéreas. Esforce-se para que os pensamentos, ansiedades e preocupações sejam temporariamente afastados do campo mental. O exercício da meditação deve ser feito com constância e disciplina para obter bons resultados.  É natural encontrar dificuldades de concentração no início do treinamento, porém, com dedicação e persistência, o hábito de treinar meditação se torna cada vez mais fácil e prazeroso. A meditação é universal, portanto, qualquer pessoa que se dedique ao treinamento poderá conquistá-la. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Postura de Lótus
Meditação | 5 mar 2021 | Daniel De Nardi

A experiência prática da meditação

A experiência prática da Meditação Esse ano, faz 20 anos que comecei a meditar. Foi em 96 que comecei a me aventurar na experiência de aquietar a mente. Antes mesmo de começar o Yoga, já lia e fazia alguns exercícios de meditação. Foi um treinamento que valeu a pena. Me trouxe muita coisa bacana pra minha vida. Dentre elas, reduzir minha dispersão quando preciso fazer alguma tarefa que exige atenção máxima, como escrever, ler ou ver algum filme. Sinto que essa capacidade de abstração dos sentidos, como o sábio Patañjáli, pai do Yoga dizia, me ajuda a explorar melhor tudo me interessa. Uma das coisas que esse tempo de prática me ensinou, é que nosso cérebro tem um princípio de conservação de energia. Esse instinto de sobrevivência dificulta muito qualquer tipo de mudança, mesmo começar um exercício que faz bem para nós como a meditação. O cérebro não quer fazer coisas diferentes, vai resistir até onde conseguir e criará desculpas para que você não mude seus hábitos. Ele não quer gastar energia, logo prefere que você continue lendo os mesmos tipos de livros, assistindo filmes com temas parecidos e também mantendo os exercícios físicos que você está acostumado a fazer. Nem isso o seu cérebro quer que você mude. Ele sempre trabalha pra fazer as coisas com o mínimo gasto de energia, logo mudar é forçar o cérebro a sair da sua zona de conforto e isso faz bem para sua capacidade de adaptação. Se você já teve alguma experiência com Meditação, provavelmente achou desconfortável e se nunca teve, pode esperar por uma experiência árdua. No começo é difícil mesmo. Você luta contra instintos de preservação da sua vida (pode acontecer até mesmo de você abrir os olhos no meio do exercício com medo que algo aconteça enquanto você está de olhos fechados). A proposta da meditação é algo que desafia o cérebro a mudar. Ficar atento a uma só imagem, força seu cérebro a não dispersar a atenção, algo que ele está acostumado e adora fazer. Por isso, ele não vai facilitar a vida e tentará buscar sensações e memórias que façam você parar com o exercício, abrir os olhos e voltar a olhar para as atualizções do seu celular. Persista. Não embarque nessa necessidade de dispersão, pois ela não é tão necessária assim, espcialmente enquanto você estiver meditando. Se deseja vencer, pelo menos alguma parte, dos seus turbilhões mentais, persista. Da mesma forma que cérebro rejeita a mudança, a medida que ele vai aprendendo a permanecer mais tempo focado no mesmo pensamento, a experiência da meditação trasforma-se completamente. Se você já praticou corrida sabe do que estou falando, no início parece insuportável, com o tempo pode até viciar. Meditar é conseguir dar mais atenção a você mesmo. Pense se você ficasse olhando para uma flor durante 5 minutos, sem pensar em mais nada, quantas informações você teria sobre ela que você nem sabia? Agora pensa fazer 5 ou 10, ou 15 ou 20 minutos deste mesmo exercício com você mesmo. Quanto você também não sabe sobre você?

Dicas de Yoga | 27 fev 2021 | Juliana Beneton

Mindful Eating – O que é comer consciente?

Mindful Eating – O que é comer consciente?   Você às vezes se encontra comendo porque está entediado, triste, feliz, ou simplesmente porque teve um dia difícil? A boa notícia é que você não está sozinho. Comer demais, de vez em quando é normal, no entanto, comer de forma emocional pode facilmente sair do controle e levar ao ganho de peso e outros problemas de saúde. Mindfulness vai além de disciplina e força de vontade, e tem a ver com o poder de estar completamente presente no momento, sem julgamentos e sem críticas. Desse princípio surgiu o Mindfulness eating, que tem como foco encorajar as pessoas a se tornarem adeptas de hábitos alimentares mais saudáveis. A prática ensina a estar presente no momento da refeição, apreciando o cheiro, cores e sabores do alimento. Ensina também a lidar com as emoções e escutar a própria intuição, fazendo com que assim as pessoas consigam ter prazer em comer e como consequência ainda perder peso. Os princípios básicos de Mindful Eating: para poder praticar o mindful eating, é muito importante que você esteja consciente das distrações ao seu redor, sempre trazendo sua atenção de volta para a comida. Essa prática ensina a estar presente com a sua comida e seu corpo antes de começar a comer, enquanto você esta comendo, e irá determinar quando parar de comer. Mindful eating não é mágica e nem traz resultados da noite para o dia, apenas requer que você esteja conscientemente empenhado em estar presente e observar. Mas afinal, como aplico essa teoria à prática? Alguns autores que estudam métodos de mindful eating normalmente sugerem iniciar com esses seis conselhos básicos: 1 – Respire e confira se você realmente tem fome 2 – Observe a sua comida 3 – Desacelere 4 – Investigue a sua fome durante a refeição 5 – Mastigue bem 6 – Aprecie a sua comida Respire e sinta seu estômago. Antes de começar a comer, respire bem fundo e relaxe o seu corpo. A maioria das pessoas hoje em dia não presta atenção na respiração e não tem idéia da importância desse hábito. Note se você realmente tem fome, sem julgar, sem tentar bloquear o que você esta sentindo. De uma nota de 0 a 10 para a fome, sendo 0 “nenhuma fome” e 10 “a maior fome que já senti”. Sente que poderia comer qualquer coisa para satisfazer a fome ou tem desejos específicos? Coma apenas quando tiver fome de verdade. Se você sente desejos específicos, quer comer a qualquer custo mesmo sem estar com fome, se pergunte: por que quero comer sem fome? O que realmente estou precisando que acho que vou encontrar na comida? Não se preocupe em encontrar respostas imediatas, como comentei acima, esse é um processo de aprendizado sobre a sua relação com a comida e com você mesmo. Observe a sua comida Pare por um ou dois minutos para observar a comida. A apresentação, as cores, o cheiro… Comer de forma distraída acontece muito rapidamente e quando você se da conta, na maioria das vezes, nem sabe o que comeu, nem que gosto ou forma o alimento tinha. Não pense na quantidade de carboidratos, proteína e gordura presentes na comida. Desacelere e vá com calma Comer devagar ajuda a apreciar a refeição e curtir os sabores. Algumas coisas que ajudam nessa prática são: comer longe da televisão, sem o celular na mão, apoiar os talheres entre uma garfada e outra, parar para respirar e mastigar bem a comida. Se você está comendo na presença de outras pessoas, tente ouvir a outra pessoa sem ficar com os talheres na mão ou comendo enquanto a outra pessoa fala. Você acabará notando até uma melhora na digestão da comida. Investigue a sua fome durante a refeição. Quando estiver na metade da refeição, investigue se ainda tem fome. Se dê permissão para continuar ou parar de acordo com a sua fome e não por causa de regras como “você precisa limpar o prato”, “não pode jogar comida fora, tanta gente passando fome no mundo”. Não me leve a mal, o problema de miséria e fome é algo seríssimo e muito triste, mas vamos combinar que você “limpando o prato” não estará contribuindo em nada com a fome mundial. Se você nota que tem desperdiçado muita comida, nas próximas vezes que for ao supermercado ou restaurante, opte por comprar menos comida ou pedir porções menores. Mastigue bem a sua comida Essa todo mundo está cansado de escutar, porém, quantas pessoas realmente mastigam bem a comida? Preste atenção em todas as sensações enquanto mastiga. Você consegue perceber que sua digestão está começando e a fome aos poucos desaparece? Quando você mastiga, a comida começa a se quebrar em pedaços menores e enzimas começam a agir. Comida bem digerida significa mais nutrição para as nossas células e consequentemente mais energia. Aprecie a sua comida Comer a comida com prazer significa que você esta comendo algo que verdadeiramente lhe satisfaz. Apreciar a comida e comer com prazer acontece apenas quando você esta totalmente presente durante o ato de comer. Mas e se você só fica satisfeito comendo uma pizza ou uma barra de chocolate inteira? Bom, alguns estudos demonstram que gosto é algo que se adquire. Ninguém nasce gostando apenas de determinados alimentos, ou seja, se você cresceu comendo sempre as mesmas coisas, provavelmente adquiriu gosto por esses alimentos e se acostumou a comer aquilo. No entanto, quando você começa esse processo de treinar sua mente para comer de forma consciente, irá notar que muitas comidas que acreditava adorar, agora nem se parecem mais tão saborosas. Para saber se esse é realmente o caso, aprecie e coma com prazer as comidas que gosta e veja como se sente.   Mindful eating pode realmente ajudar a fazer as pazes com a comida de forma com que você coma apenas quando tem fome e em menores quantidades. Com o passar do tempo e o aperfeiçoamento da prática, note como seu entendimento sobre seus sentimentos em relação à comida mudam e amadurecem.   Nota: é importante mencionar que pessoas que sofrem de distúrbios alimentares devem sempre procure ajuda profissional. Uma equipe multidisciplinar com psicólogos e nutricionistas podem ajudar, porém muitas vezes apoio médico também é necessário.