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Meditação


Meditação
Meditação | 16 Maio 2020 | Daniel De Nardi

Meditação – Um momento para SI

Meditação - Um momento para SI No mundo de smartphones, ipads, laptops etc a mente está o tempo todo sendo bombardeada de informações num fluxo aceleradíssimo. Há pelo menos 3500 anos na Índia, os antigos sábios já sabiam que uma excessiva quantidade de pensamentos pode ser prejudicial para a vida dos indivíduos. Excesso de dispersão tira o indivíduo do seu centro gerando efeitos como ansiedade e depressão. Se você tem dificuldade de parar e se sentir no momento presente preste atenção, este é o cenário ideal para que esses efeitos nocivos se manifestem. Transferir a satisfação para situações futuras ou imaginar que no passado tudo estava bem é um truque usado pela mente para nos tirar do presente. Todo mundo sente isso, mas quando isso se torna constante demais as consequências são desastrosas. A Meditação é uma das técnicas trabalhadas no Yoga para reduzir a quantidade de dispersão, ganhando com isso qualidade no foco mental e na execução das tarefas do dia a dia. Executar ou pensar em menos coisas e fazê-las com mais atenção significa ganho de desempenho. Além disso, e o que é mais importante na busca do Yoga, é que diminuindo as atividades da mente, você abre uma janela interna de observação profunda. Uma oportunidade para reconstruir significados pessoais e entender suas verdadeiras prioridades. Você já parou para se perguntar se o que está fazendo neste exato momento é o mais importante para você? Para encontrar o significado pessoal das suas ações você tem que estar conectado com sua voz interna. Esta dificilmente terá espaço numa mente agitada, cheia de medos e projeções baseadas no externo. A voz da consciência se faz presente no momento em que tranquilizamos nossa mente e aceitamos que internamente temos uma voz, a voz da consciência ou o Purusha como os antigos chamavam. Essa é a voz que pode ajuda-lo a acertar mais nas decisões, a externalizar o que você sabe que é mais importante pra você. A voz da consciência é a sua verdade e você deveria dar mais atenção a ela.  Se tem interesse em meditação e quer experimentar, baixe o aplicativo do YogIN App ou acesse yoginapp.com  e pratique especialmente as aulas exclusivas de meditação e observe se funciona para você.   new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

OM Meditação
Meditação | 13 mar 2020 | Daniel De Nardi

A meditação no OM repetido

Exercício de meditação no OM repetido Este exercício faz parte do treinamento de meditação do #ProjetoYogIN. O objetivo desta série é melhorar a capacidade do praticante em se auto-observar, para com isso, também conseguir aprimorar hábitos. O trabalho só termina quando o praticante consegue conduzir suas ações totalmente de acordo com as verdades da sua consciência. O Yoga como filosofia prática, sempre apresenta seu aspecto pragmático - o agir. A meditação no OM repetido é um exercício avançado. Não possui contra-indicações, mas se você não se sentir apto, pode continuar fazendo as meditações para iniciantes presentes nesta playlist. O treinamento na repetição do OM atua de maneira eficiente no melhor controle do fluxo mental. Experimente fazer este exercício durante 10 dias e perceba a diferença. Aproveite as graças que agir com a consciência presente desperta! https://soundcloud.com/yogin-cast/projetoyogin-meditacao-no-japa-om  

Meditação | 31 jan 2020 | Daniel De Nardi

Meditação, 3ª dica do YogIN App

Meditação, 3ª dica do YogIN App A Meditação é uma das técnicas que mais contribui para o aprimoramento do autoconhecimento. Essa aula faz parte da série PASSO A PASSO DO YOGIN na qual os alunos aprendem sobre os conceitos e como praticar os exercícios mais importantes do Yoga. https://vimeo.com/328025911/c30b714c33 Boa Meditação !

Meditação
Meditação | 7 jan 2020 | Daniel De Nardi

Meditar exige disciplina

Meditar exige disciplina Esse ano, faz 20 anos que comecei a meditar. Foi em 96 que comecei a me aventurar na experiência de aquietar a mente. Antes mesmo de começar o Yoga, já lia e fazia alguns exercícios de meditação. Foi um treinamento que valeu a pena. Me trouxe muita coisa bacana pra minha vida. Dentre elas, reduzir minha dispersão quando preciso fazer alguma tarefa que exige atenção máxima, como escrever, ler ou ver algum filme. Sinto que essa capacidade de abstração dos sentidos, como o sábio Patañjáli, pai do Yoga dizia, me ajuda a explorar melhor tudo me interessa. Uma das coisas que esse tempo de prática me ensinou, é que nosso cérebro tem um princípio de conservação de energia. Esse instinto de sobrevivência dificulta muito qualquer tipo de mudança, mesmo começar um exercício que faz bem para nós como a meditação. O cérebro não quer fazer coisas diferentes, vai resistir até onde conseguir e criará desculpas para que você não mude seus hábitos. Ele não quer gastar energia, logo prefere que você continue lendo os mesmos tipos de livros, assistindo filmes com temas parecidos e também mantendo os exercícios físicos que você está acostumado a fazer. Meditar exige disciplina Nem isso o seu cérebro quer que você mude. Ele sempre trabalha pra fazer as coisas com o mínimo gasto de energia, logo mudar é forçar o cérebro a sair da sua zona de conforto e isso faz bem para sua capacidade de adaptação. Se você já teve alguma experiência com Meditação, provavelmente achou desconfortável e se nunca teve, pode esperar por uma experiência árdua. No começo é difícil mesmo. Você luta contra instintos de preservação da sua vida (pode acontecer até mesmo de você abrir os olhos no meio do exercício com medo que algo aconteça enquanto você está de olhos fechados). A proposta da meditação é algo que desafia o cérebro a mudar. Ficar atento a uma só imagem, força seu cérebro a não dispersar a atenção, algo que ele está acostumado e adora fazer. Por isso, ele não vai facilitar a vida e tentará buscar sensações e memórias que façam você parar com o exercício, abrir os olhos e voltar a olhar para as atualizações do seu celular. Persista. Não embarque nessa necessidade de dispersão, pois ela não é tão necessária assim, especialmente enquanto você estiver meditando. Se deseja vencer, pelo menos alguma parte, dos seus turbilhões mentais, persista. Da mesma forma que cérebro rejeita a mudança, a medida que ele vai aprendendo a permanecer mais tempo focado no mesmo pensamento, a experiência da meditação transforma-se completamente. Se você já praticou corrida sabe do que estou falando, no início parece insuportável, com o tempo pode até viciar. Meditar é conseguir dar mais atenção a você mesmo. Pense se você ficasse olhando para uma flor durante 5 minutos, sem pensar em mais nada, quantas informações você teria sobre ela que você nem sabia? Agora pensa fazer 5 ou 10, ou 15 ou 20 minutos deste mesmo exercício com você mesmo. new RDStationForms(\'e-book-treinamento-yogin-de-respiracao-bdf2969b9eeaf2b1af79-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

yoga e controle emocional
Meditação | 13 dez 2019 | Daniel De Nardi

Meditação – uma reeducação cerebral

Reeduque sua Mente! Conheci Richard Dawkins em 2009. Ele veio à Paraty falar na Flip, principal festa literária brasileira. Dawkins é biólogo e escritor. Um ativista da ciência que prefere ser conhecido como um \"poeta da realidade\". Na palestra, falou principalmente na teoria contida em seu livro O Gene Egoísta.  Resumidamente, Dawkins mostra provas que somos apenas um veículo de genes. Os genes nos usam para sobreviverem e serem levados às próximas gerações. Grande parte (há quem diga que absolutamente tudo) do que fazemos tem no fundo o objetivo de preservar nosso DNA e repassá-lo aos nossos filhos. Os genes humanos que vem sendo preservados, desde que começamos a usar ferramentas e nos destacar de outras espécies, são dos indivíduos que conseguiram antecipar ou remediar melhor as situações de perigo. Viveram mais e se reproduziram à beça, espalhando seus genes pelo mundo. Reeduque sua Mente! Infelizmente, nosso cérebro não foi construído para a felicidade ou para libertação dos condicionamentos. A verdade é que desde a pré-história, ele vem sendo moldado com um único objetivo - sobreviver. No entendimento do cérebro, a melhor situação possível é aquela que o manterá vivo por mais tempo - repouso e um bom estoque de comida calórica. Condicionamos o sistema nervoso a enviar estímulos de prazer toda vez que agimos a favor da sobrevivência. Agora você entende porque é tão difícil acordar cedo e tão gostoso não sair da cama e voltar a dormir de manhã, é o seu cérebro dizendo faça a coisa certa descanse que te recompensarei. Toda vez que fazemos algo que o cérebro entende como um sinal de preservação ele nos premia liberando substâncias que geram prazer como a dopamina ou serotonina. E tal como macaquinhos de laboratórios que fazem malabarismo por algumas gotas de suco de laranja, fazemos das tripas coração para repetir a ação e sermos agraciados com mais uma dosezinha de serotonina.   Você conhece alguém viciado em salada, falei salada, não regime? E quantas pessoas você conhece (pode se incluir na conta) que não resistem ao chocolate? Alimentos gordurosos ou com altos níveis calóricos são entendidos pelo cérebro como mais estoque para a sobrevivência. Logo, se ingeridos, o indivíduo será recompensado com liberação daqueles já falados e tão desejados estímulos do prazer. Por essa lógica você também entende o vício em adrenalina. Em perigo, o corpo usa todos os recursos para tentar sair da situação. O pânico é um recurso pela vida. Um dos efeitos da adrenalina é diminuir o sangue nos órgão e aumentá-lo nas pernas e braços para que com isso você tenha mais chance lutando ou correndo. Quando o cérebro entende que você conseguiu sobreviver aquela quase morte, ele te diz em forma de estímulos neurais, você conseguiu sobreviver, quando acontecer de novo aja dessa forma, tome aqui uma bomba de dopamina.   Tem vezes que a gente está triste e chuta o balde na comida Quando algo nos abala emocionalmente, o cérebro identifica a queda de energia e providencia imediatamente estímulos para que se adquira mais estoque de alimentos e se reduza o gasto energético = chocolate, cama e isolamento.   A reeducação  O amigo de Dawkins, Lawrence Krauss, é físico e defende em O Universo a partir do Nada a criação do mundo sem nenhuma interferência (teoria que se parece muito com as ideias do Sámkhya, a mais antiga filosofia indiana) ele argumenta que uma das coisas mais incríveis de ser humano é que apesar do cérebro ter sido projetado desta forma, apenas para nos defender dos perigos da vida, ele pode sim criar coisas fantásticas como uma Teoria da Gravidade e depois vencê-la fazendo um objeto voar por kilômetros. O homem não nasceu para entender as estrelas, mas apesar disso já chegou à Lua e tecnologicamente, há bilhões de planetas. As linhas mais modernas de nutrição já começaram a entender que boa parte da dificuldade na boa alimentação está em desprogramar o cérebro para essa \"necessidade\" de manter os estoques de gordura e calorias sempre alto. Este tipo de atitude foi essencial quando vivíamos nas cavernas ou florestas e nunca sabíamos quando teríamos a próxima refeição. Só que essa urgência por comer o máximo e nesse instante, não faz mais sentido nos dias de hoje que temos qualquer tipo de alimento ao toque de um dedo no celular. Vencer condicionamentos atávicos é uma luta árdua, estamos falando de necessidades vitais, que estão armazenadas em áreas profundas do cérebro como o sistema nervoso autônomo responsável pelos instintos primitivos de sobrevivência. Quando olhamos para um copo de milk-shake, a primeira informação que processamos é a do cortex pré-frontal, área da consciência que se diferencia nos homens em relação aos outros animais. Essa parte do cérebro deixa bem claro para nós - milkshake engorda e faz mal para saúde. Só que não é difícil ignorá-la para começar a ouvir o que tem a dizer o sistema nervoso autônomo que lá do fundo do cérebro anuncia - milk-shake = sobrevivência, se você comer te darei um banho de prazer. Tomar a melhor decisão dependerá de altas doses de consciência e determinação no momento do ato. O cortex pré-frontal pode sim comandar nossa atitude quando vamos decidir entre um chocolate ou a fruta. Temos que deixar claro ao nosso cérebro (e aos nossos instintos) que hoje em dia, não há mais tanto risco para escassez de comida, não há mais necessidade de estocar, a guerra acabou! E a meditação? Esse processo de comportamento baseado em estímulos para se repetir condicionamentos ancestrais, também está acontecendo no âmbito dos pensamentos. Quem sobrevivia mais - o Homo Sapiens agitado que olhava para os lados o tempo todo e chegava ao ponto de respirar mais fundo apenas para tentar identificar mudanças no aroma e prever um ataque selvagem ou aquele que ficava apenas olhando para o tronco das árvores? Certamente os que ficavam olhando para tudo e pensando o tempo todo nos perigos foram os que mais sobreviveram, em outras palavras, os dispersos venceram. Só que assim como acontece com a alimentação, será que hoje em dia ser disperso ainda é um diferencial? Assim como o alimento não vai acabar amanhã, provavelmente um tigre não irá atacá-lo enquanto você estiver dormindo. Manter os sensores alertas e uma atenção permanente contra os perigos não é mais uma vantagem que valha a pena ser cultivada. Não foram os dispersos que criaram a Teoria da Relatividade ou o carro elétrico. Neste momento histórico, a diferenciação está do outro lado. Quem consegue se manter focado num único objetivo pelo tempo necessário até ele dar certo é que se diferencia dos demais. O foco, que a história do nosso cérebro não gosta, é hoje a grande arma da sobrevivência e do sucesso tanto pessoal (auto-observação) quanto profissional. Meditar é um processo duro porque você precisa reeducar a mente e lutar contra 100.000 anos de recompensas sendo dadas às dispersões e nunca ao foco. Manter a mente concentrada, no começo pode até doer, mas assim como com a alimentação você terá que usar mais seu cortex pré-frontal e quando aquela vontade que dá de parar o exercício e mandar um whatsapp para um amigo, ali, você terá que ser mais forte que o seu condicionamento primata e dizer: Eu não quero o milk-shake, prefiro a atenção mantida.   Saiba sobre como e quando a Meditação surgiu! new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

meditação para crianças
Meditação | 27 nov 2019 | Equipe YogIN App

Colégio da rede pública de São Paulo adota meditação para crianças

Colégio da rede pública de São Paulo adota meditação para crianças Para diminuir a ansiedade, um colégio da rede pública de São Paulo adotou a meditação para crianças. Um método que, de acordo com especialistas, também pode beneficiar essas crianças quando elas chegarem à vida adulta. Segundo o  Wikipédia: A meditação pode ser definida como uma prática na qual o indivíduo utiliza técnicas para focar sua mente num objeto, pensamento ou atividade em particular, visando alcançar um estado de clareza mental e emocional.. Sua origem é muito antiga, remontando as tradições orientais, especialmente a ioga, mas o termo também se refere a práticas adotadas por alguns caminhos espirituais ou religiões, como o budismo e cristianismo, entre outras. Textos orientais consideram a meditação como instrumento que leva em direção à libertação. Algumas distintas definições que normalmente são usadas para meditação são: prática de focar a mente em um único objeto (por exemplo: em uma estátua religiosa, na própria respiração, em um mantra); uma abertura mental para o divino, objetivando a orientação de um poder mais alto; um estado de silêncio que é vivenciado quando a mente se torna vazia e sem pensamentos; contemplação da realidade e seus aspectos, (como a impermanência, por exemplo), desenvolvimento de uma determinada qualidade mental, como energia, concentração, plena atenção, bondade, etc e pensamento sustentado e aplicado em um tema (como na meditação cristã) Assista a reportagem completa feita pelo canal RedeTv e veja os relatos das crianças sobre as melhorias que vêm sentindo em si e em sua família. Clique abaixo para assistir:   Reportagem: Rede Tv   Confira também nossa categoria aulas gravadas de RELAX E MEDITAÇÃO clicando aqui, Tire 15min, 30min ou 45min por dia para praticar  e melhore sua qualidade de vida!   Ainda não é um assinante? Acesse yoginapp.com/assinaturas e escolha a assinatura que combina melhor com o seu dia a dia. Alcance mais equilíbrio com Yoga e meditação. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Meditação | 11 nov 2019 | Fernanda Redondo

MEDITAÇÃO: Novas Perspectivas Terapêuticas Para Controle Da Dor Crônica

MEDITAÇÃO: Perspectivas Terapêuticas Para Controle Da Dor Crônica   Fernanda Redondo é professora de Yoga e pesquisadora do Laboratório de Neurociências da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Em um artigo escrito por ela em 2015, destrincha a utilização da Meditação no tratamento de dores crônicas.   \"Os autores observaram significativo aumento de melatonina, serotonina e GABA, assim como, diminuição de cortisol e norepinefrina durante o treinamento da técnica.\"   Para ler o artigo completo CLIQUE AQUI ou leia abaixo.   Boa leitura!   A grande maioria das pessoas já experimentou ou, certamente, experimentará dor em algum momento de suas vidas. Trata-se de uma experiência sensorial incômoda associada, geralmente, a um componente emocional procedente de traumas ou de qualquer tipo de agressão que possa representar potencial ameaça à integridade do organismo. A dor pode ser aguda ou crônica. A primeira é temporária e consiste no componente essencial da resposta de defesa do organismo produzindo elevado grau de alerta cuja função é indicar lesões teciduais, inflamações e doenças. A dor crônica, por sua vez, estende-se por longos períodos, é comumente invariável e refratária à maioria dos tratamentos convencionais. Está correlacionada com acentuada queda na qualidade de vida das pessoas, comprometendo o bem-estar físico, emocional e social, além de, desencadear comorbidades como ansiedade, depressão e insônia (1). A fisiopatologia da dor é complexa e envolve uma intrincada rede neural. Inicia-se com a excitação e a transdução do estímulo doloroso em elétrico nas terminações livres (receptores nociceptivos), o qual ascende pelos tratos de fibras nervosas e projeta-se rostralmente, até seu processamento final nas áreas corticais onde ocorre a integração com os componentes afetivos, gerando mal-estar, desprazer e angústia (1). O tratamento de escolha para controle da dor é medicamentoso, entretanto, seu uso prolongado nas condições crônicas podem resultar em crescente resistência aos fármacos. Nestes casos, as terapias adjuntivas têm-se mostrado procedimentos essenciais na minimização ou, até mesmo, na suplantação da dor, como descrito em vários protocolos clínicos de fibromialgia, dores na coluna, neuropatias e outros (2). new RDStationForms(\'e-book-treinamento-yogin-de-respiracao-bdf2969b9eeaf2b1af79-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();   Estudos epidemiológicos realizados até o presente momento demonstram a importância da associação entre as terapias convencionais e adjuntivas. Por exemplo, um levantamento estatístico recente nos Estados Unidos mostrou que cerca de 1/3 (100 milhões) dos norte-americanos já apresentou algum quadro de dor crônica ao longo de suas vidas (3) e que dentre estes pacientes, 38,3% elegeram a meditação como segunda opção terapêutica (4). O crescente número de evidências obtidas a partir de ensaios clínicos bem controlados vem comprovando os efeitos benéficos da meditação sobre a saúde física e emocional (5). Em estudo recente com ressonância magnética (RM), os autores demonstraram correlação entre aumento de atividade neural nas áreas envolvidas na regulação da percepção da dor (córtex cingulado anterior, ínsula anterior, córtex orbito-frontal e tálamo) com expressiva redução do desconforto (57%) e intensidade da dor (40%) em indivíduos que recebiam estímulos dolorosos enquanto realizavam meditação (6) (Figuras 1A e 1B). Em outro protocolo com neuroimagem, o grupo de meditadores experientes apresentou diferença significativa no espessamento cortical das regiões do cíngulo dorsal anterior e somatossensorial bilateral quando comparado a um grupo de pessoas que nunca experienciou a técnica (7) (Figuras 1A e 1C).   Figura 1A: representação esquemática das áreas neurais que apresentaram alterações estruturais e funcionais durante a meditação; Fig. 1B: Imagem por RM mostrando o aumento na atividade neural de áreas envolvidas na percepção da dor e Fig. 1C: espessamento cortical nas áreas da ínsula anterior e da somatossensorial bilateral (Corte cerebral lateral modificado de: Nucleus Medical Art, Inc.). Além dos efeitos sobre o sistema nervoso central (SNC), a meditação influencia a atividade do sistema neurovegetativo. De acordo com estudos de Scheneider e cols., a meditação leva a redução na excitação do sistema nervoso simpático e na hiperatividade do sistema hipotalâmico-pituitário-adrenal (8). Em adição, seus efeitos sobre o sistema nervoso parassimpático resultam em melhoras nas respostas inflamatórias, bem como, nas funções neuroendócrinas e metabólicas. Como consequência, ocorre melhora no sono, no humor e na energia física, além de reduzir o risco de depressão e de declínio cognitivo (9). Outro importante estudo revela que a meditação produz consideráveis alterações na neuroquímica de estruturas neurais (5). Os autores observaram significativo aumento de melatonina, serotonina e GABA, assim como, diminuição de cortisol e norepinefrina durante o treinamento da técnica. Concluem também, que a sensação subjetiva de relaxamento, analgesia e profunda quietude, típicas da meditação, resultam do aumento na atividade do sistema nervoso parasimpático (5) (Figura 2). Figura 2: representação esquemática dos efeitos benéficos da meditação. SN simpático e parassimpático modificado de http://www.infoescola.com/. PARA MEDITAR   Meditação pode ser concebida como uma técnica na qual a atenção é convergida para um único foco, com abstração completa de todos os estímulos sensoriais e estabilização corporal em que prevalece a sensação de enlevação (4). Então: Estabeleça o tempo disponível e o melhor horário para a meditação: vários estudos têm demonstrado que o treinamento diário de meditação por 20 minutos durante oito semanas pode alterar estruturalmente o cérebro (10). Porém, os iniciantes podem começar com períodos de três a cinco minutos diários e aumentarem gradativamente até obterem êxito por 20 minutos. A postura adequada é um importante passo para o treinamento, já que a estabilidade física favorece diretamente a sensação de segurança e bem-estar necessários para uma boa concentração, portanto, acomode-se em uma posição firme e confortável. Exercite a atenção: concentre-se na sua respiração observando a entrada e saída de ar pelas vias aéreas. Esforce-se para que os pensamentos, ansiedades e preocupações sejam temporariamente afastados do campo mental. O exercício da meditação deve ser feito com constância e disciplina para obter bons resultados.  É natural encontrar dificuldades de concentração no início do treinamento, porém, com dedicação e persistência, o hábito de treinar meditação se torna cada vez mais fácil e prazeroso. A meditação é universal, portanto, qualquer pessoa que se dedique ao treinamento poderá conquistá-la. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Meditação | 10 set 2019 | Daniel De Nardi

Ebook – Como funciona a Meditação

Ebook ! Este livro é o 3º da série Yoga e Meditação e ele aborda o ponto como - A consciência pode ser medida? Se não pode ser medida, pode-se afirmar que existe? O livro traz esse embate de ideias científicas e filosóficas tendo a Meditação como um instrumento de verificação dessas verdades. Baixe gratuitamente o livro Como funciona a Meditação clicando no botão abaixo.    

Meditação | 6 jan 2019 | Daniel De Nardi

ESPORTES E A MEDITAÇÃO

Meditação! Eu estava pedalando com um amigo que me questionou - mas o fato de você fazer esses esportes de resistência não é contraditório com a filosofia de vida que você segue? Não achei a pergunta inusitada, inusitado era o fato de lecionar Yoga há 17 anos e ninguém nunca ter me questionado isto antes. Uma vez eu fiz esse mesmo questionamento em relação ao life style de escritores, que no imaginário coletivo sempre tem uma vida boêmia e desregrada. Poderia um escritor viver de forma saudável e disciplinada? Encontrei a resposta num livro do renomado Haruki Murakami, que descobri depois ser um exímio triatleta. Em Do que eu falo quando eu falo de corrida Murakami fala dos seus longos e repetitivos treinos e como isso o ajuda no ofício da escrita. \"Por mais mundana que uma ação possa parecer, fique nela o tempo suficiente e ela se tornará um ato contemplativo, meditativo até.\" Se você buscar no dicionário a palavra meditação, encontrará uma definição relacionada a pensar, refletir. Entretanto, meditar significa justamente o oposto, meditar é não pensar. Mas, como somos condicionados a pensar o tempo todo não conseguimos simplesmente \"parar de pensar\". Para tanto, você precisa saturar a sua mente com um único pensamento até que ela pare. Quando isso acontece, a consciência pode fluir por planos mais sutis como o da intuição. Os exercícios de meditação, são técnicas em que precisa-se repetir o mesmo som ou imagem por muito tempo até que se atinja o estado desejado. Quando você nada, pedala ou corre por horas, de alguma forma você também entra num outro estado de consciência. É interessante observar, que assim como acontece na meditação, na maior parte das vezes, o começo é mais difícil, ao longo da prática, quando você atinge esse estado, o corpo e a mente entram num fluxo de atenção contínua, é como se um escudo contra a dispersão e o cansaço tomasse conta do praticante. Você cansa muito menos e fica cada vez mais claro na sua mente onde você quer chegar. Um praticante pouco treinado na meditação, não consegue sustentar a concentração por muito tempo, dispersa rápido e sente muito desconforto tendo vontade de parar rapidamente. O atleta pouco treinado, sempre pensa que não vai conseguir, sente mais do que cansaço, um incomodo mental quando faz treinos muito longos e muitas vezes não consegue terminá-los. Mas nos dois casos, a persistência vai tornando a prática mais prazerosa, o corpo para de brigar com a mente e a coisa flui. Então para mim, aqui existe uma simbiose entre os esportes de endurance e a meditação, ambos vão se apoiando, ambos vão se ajudando a manter a nossa mente mais focada e isso permite mais tempo e mais performance no que quer que façamos.    

Meditação | 10 dez 2018 | Daniel De Nardi

Exercício de meditação com o som do Rio Ganges – Índia

Exercício de meditação com o som do Rio Ganges - Índia https://soundcloud.com/yogin-cast/meditacao-ao-som-do-rio-ganges   Clique no botão e baixe o E-book Como Atingir o Estado de Relaxamento