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Filosofia do Yoga


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Filosofia do Yoga | 12 mar 2020 | Daniel De Nardi

Das vantagens de Ser Bobo, por Clarice Lispector

Das vantagens de Ser Bobo, por Clarice Lispector - A grande escritora Clarice Lispector dá uma aula de como levar a vida com mais leveza.   [embed]https://www.youtube.com/watch?v=OFmeWbQYpq0[/embed] new RDStationForms(\'e-book-treinamento-yogin-de-respiracao-bdf2969b9eeaf2b1af79-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

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Filosofia do Yoga | 15 mar 2020 | Daniel De Nardi

Yoga e a capacidade da Auto Reprogramação

Yoga e a capacidade da Auto Reprogramação Patanjali, considerado o pai do Yoga, termina suas explicações escritas ensinando Kaivalya (liberdade absoluta), objetivo final do YogIN. Mas como as técnicas e os ensinamentos do Yoga, que foram evoluindo desde Patanjali podem ajudar o praticante em seu objetivo? O pensamento indiano sempre esteve muito atento a questão dos condicionamentos (vasanas) e como desfazer esses condicionamentos para se aproximar da essência (purusha). A maior parte desses condicionamentos são desenvolvidos durante a juventude. Comportamentos aprendidos a partir de observação e repetidos por puro hábito e adaptação. Imagine um programa de computador que fica sendo programado durante 10 anos e quando o Enter é dado, o programa entra num loop apenas repetindo funções programadas. Exagero sim, mas vale a questão do quanto temos de livre arbítrio. O YogIN parte numa aventura investigativa do que realmente é seu (purusha) e o que lhe foi \"programado\". O Yoga pode ser comparado a um aprendizado de um tipo de programação. O processo de condicionamento dos comportamentos. Se você vai usar um programa no seu computador e não conhece programação, pode apenas seguir os comandos pré-programados. Mas se você conhece a forma como os softwares são desenvolvidos (open source software, se não entendeu essa parte pense num Windows que todo mundo pode mexer) pode alterá-los. Precisa conhecer os padrões usados e como eles se repetem. Pode montar um novo programa em cima do que recebeu. O Yoga é uma forma de reprogramar o comportamento mais de acordo com as direções da consciência. Patanjali fala desse tipo de \"reprogramação\" no I, 33 do Yoga-Sutra. \"A serenidade da mente é conquistada com a amizade com os felizes, compaixão com os infelizes.\" O que se sabe, sente ou pensa por ser reprogramado. Construir novos padrões de comportamentos dependem de auto-observação, uma habilidade bastante treinada na prática do Yoga. Numa época chamada de Renascimento do Yoga (século VII),  os tântricos  começaram a experimentar no corpo o direcionamento de sensações. Entenderam que se conseguissem dominar vontades, dominariam a instabilidade da mente e estariam livres para a revelação do EU (purusha). Asanas e pranayamas,  são exemplos de exercícios que ensinam o YogIN a conduzir suas sensações. Num determinado treinamento respiratório o praticante inspira e quando sente vontade de soltar o ar, segura mais um pouco, treinando sua mente a atender a comandos pessoais. Quando o praticante deita-se em shavasana (postura de relaxamento) entra num estado de menos interferência dos sentidos externos. Pode relaxar o corpo e direcionar sua atenção para um padrão comportamental. Como há menos interferência dos sentidos (pratyahara) o YogIN observa melhor como o condicionamento foi construído e reprograma-se para agir diferentemente na próxima oportunidade. Durante este período, o conceito de kundalini ganhou bastante visibilidade na literatura do Yoga. O conceito de kundalini como uma poderosa energia criadora parece-se muito com o conceito de Eros da psicologia. Ambas associadas a instintos e criação artística. Os YogINs não se contentam apenas em estimular a Kundalini, mas domá-la conduzir esta energia para o caminho espiritual. O sexo tântrico, tão alardeado no Ocidente, nada mais é que uma continuação desse objetivo de conduzir ações, desejos e pensamentos. O loop dos condicionamentos dificulta qualquer mudança de rumo. Mudar condicionamentos é uma habilidade que as técnicas do Yoga estimulam demais. A prática do Yoga, desperta vontade de mudar hábitos. É até engraçado, pois ninguém nos obriga a isso, mas quando percebemos, estamos escolhendo alimentos mais saudáveis no supermercado. A prática desperta uma vontade de fazer coisas diferentes que você nem sabia que gostava, ou que sempre soube mas acabou nunca agindo pra isso. A prática do Yoga vai nos dizendo muito mais sobre nós mesmos. Faz parte do objetivo de revelar o Eu, trazê-lo para o dia a dia, para a vida. Parar um tempo para observar a respiração é uma forma de contato com as emoções. A respiração influencia as emoções e vice-versa. Aquietar as emoções e observa-las é um dos objetivos da prática. Como cada praticante vai conduzir o aprendizado da observação é algo totalmente pessoal, mas o Yoga te dá a chave para um estado. Um estado de aquietamento e relaxamento que permite uma melhor observação de si mesmo. O Yoga ensina a observar padrões comportamentais para reconstrui-los conforme aspirações pessoais. Reprogramar-se para ser o que você sabe que pode ser.    new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

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Filosofia do Yoga | 25 abr 2020 | Equipe YogIN App

Prática de Yoga preserva memória e auxilia envelhecimento

Prática de Yoga preserva memória e auxilia envelhecimento Neste blog já apresentamos inúmeras pesquisas sobre os benefícios do Yoga. O mais interessante dessa nova pesquisa é que ela foi feita no Brasil, no Instituto do Cérebro do Hospital Israelita Albert Einstein. Além disso, envolveu prática de Hatha Yoga, com exercícios físicos e respiratórios, os quais você pode encontrar nas aulas do aplicativo YogIN App. O estudo constatou que praticantes dessa modalidade tinham um desenvolvimento córtex pré-frontal maior da região do cérebro “Os exames mostraram que o córtex pré-frontal das mulheres que praticavam hatha-yoga há pelo menos oito anos era mais espesso quando comparado ao das não praticantes. Esse resultado sugere que o exercício tenha um papel de neuroproteção, retardando a degeneração cerebral que ocorre com a idade da mesma maneira que retarda a perda de massa muscular”, disse Rui Afonso, primeiro autor do artigo com resultados do estudo publicado na revista Frontiers in Aging Neuroscience.   Para ler a reportagem completa que saiu na Revista ExaMe - CLIQUE AQUI

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Filosofia do Yoga | 27 abr 2020 | Lucas De Nardi

O Yoga jamais o abandona

O Yoga está sempre presente. No ano passado, enquanto buscava um aplicativo sobre treinamento físico, cheguei ao Freeletics. Ele prometia deixar-me em forma, dar-me mais força e resistência com um treinamento que utilizava-se apenas - e isso foi o que mais me atraiu - o peso do meu corpo. Eu me tornaria um atleta livre, daí o nome do app. Achei a proposta interessante e os exercícios desafiadores. Baixei, fiz duas semanas de teste e acabei deixando o treinamento funcional de lado para dedicar-me apenas ao aplicativo por algum tempo. É claro que o início foi penoso, especialmente porque você mesmo define quando irá treinar. Não há compromisso com mais ninguém além de você. E isso exige uma disciplina e uma força de vontade enormes. Foi então que me dei conta que uma das coisas que mais me cativou na prática do Yoga foi justamente isso, sua capacidade de dar ao praticante autossuficiência e a necessidade de quase nada para ser praticado, apenas um corpo, uma vontade e o chão. Nem mesmo o silêncio é essencial, dias atrás fiz meu sádhana praticamente ao lado de um show de reggaeton. Lembro-me que alguns meses depois de começar a praticar Yoga, mudei-me para Ibiraquera, perseguindo o sonho de tornar-me surfista. Lá não havia uma escola, nem professores, muito menos colegas de prática. Mesmo assim, o Yoga foi comigo e eu o praticava pelo menos três vezes por semana. Depois que comecei a lecionar, mudei-me para São Paulo. Tinha turmas bem cedo e passava algumas horas da manhã sozinho na escola. O surf tinha me deixado, já que na capital paulista não poderia praticá-lo, mas o Yôga acompanhou-me diariamente em minhas horas de solidão matinal. O Yoga nunca o abandona. Isso porque a partir do momento que você o aprende, ele estará sempre dentro de si, fará parte da sua visão de mundo, pois em algum momento de sua história, ele o fez olhar para dentro e conhecer-se melhor. O Yoga estará sempre aí, acessível e disposto a fazê-lo evoluir. Porque o Yoga só existe quando você o pratica. E somente você pode fazer isso para si. Ninguém o fará. Mesmo dentro de uma classe, o professor o ensina a praticar, ele lhe transmite as técnicas, mas jamais poderá fazê-las por você. Nunca poderá insuflar em seu corpo a evolução que esta filosofia produz. E mesmo que você conheça pouco, mesmo que tenha esquecido de uma parte, mesmo se achava que não era bom o suficiente ou que nunca atingiu os resultados almejados ainda assim o Yoga não o abandona. Porque ele pode ser praticado de maneiras muito simples. Ele pode estar presente no momento que você se determina a manter o foco para realizar uma tarefa exigente da sua rotina, naquele mantra que você se esforça por lembrar e lhe traz um contentamento espontâneo enquanto esta preso num trânsito caótico, numa atenção plena que você escolheu viver ao conversar com um amigo, em uma invertida que você fez depois de um dia inteiro em pé a produzir algo, no momento em que você decidiu parar de pensar um pouco para clarear as ideias, num dia que você resolveu expressar gratidão aos que lhe fazem bem, quando manteve a consciência no corpo enquanto praticava seu esporte favorito ou quando fez aquela série bem simples de alongamento ao final de um dia de trabalho extenuante. Existem atividades que cessam quando não temos os elementos essenciais para sua execução, tal como tentar surfar sem ondas, jogar tênis sem quadra ou andar de skate sem asfalto. Mas o Yoga não exige nada, apenas seu corpo, sua vontade e o chão, quase como o aplicativo que passei a usar para me exercitar. Portanto, não é por falta de tempo ou vontade que você deixou o Yoga, é uma questão de escolha. Basta escolher vivenciá-lo que ele estará disponível, mesmo que de maneira muito singela. E quanto mais você o pratica, mais gana terá de conhecê-lo e conhecer-se melhor. E ele estará sempre ali, pronto para a próxima prática. Pois o Yoga jamais o abandona.    

5 pranas
Filosofia do Yoga | 22 maio 2020 | Mayara Beckhauser

Os cinco pranas do corpo e as posturas invertidas no período menstrual da mulher

Os cinco pranas do corpo e as posturas invertidas no período menstrual. Pra onde a mente vai, o prana circula. É por isso que em uma aula de Yoga, fazemos posturas sentadas, em pé, deitados, invertidas, para trabalhar nosso corpo todo. Por isso também, nós, professores, insistimos tanto na localização da consciência; levar a atenção para a parte do corpo solicitada pelo asana. Então, se tudo isso faz a energia circular por que alguns professores dão a orientação para as praticantes que estão no seu ciclo de evitar inverter? Eu não sou contra minhas alunas fazerem invertida nesse período, nos principais textos como o Hatha Yoga Pradipika não há nenhuma referência sobre o assunto (talvez porque mulheres praticando hatha yoga seja algo recente), mas acredito que não haja contra-indicação, a não ser que tenham ciclo muito desregulado, mas vou explicar qual a lógica deste preceito. Não tem a ver com a questão da circulação como muitos podem pensar, tem a ver com nosso corpo energético, por isso respondo a pergunta através da explicação dos 5 pranas do corpo. Prana é nossa energia vital. Captamos prana do Sol, do ar, de alimentos naturais e temos a energia vital do próprio corpo que circula dentro de nós e se divide em cinco forças chamadas vayus. [caption id=\"attachment_648\" align=\"aligncenter\" width=\"290\"] imagem da localização de Prana Vayus[/caption] Cada prana vayu tem uma localização, função e um sentido dentro do corpo. Em resumo, prana: absorção, samana: digestão, vyana: circulação, udana: liberação de energia, apana: eliminação. Para a saúde plena, os cinco vayus devem estar em equilíbrio, já que estão todos interligados. De modo geral, prana e udana trabalham juntos, opondo-se a apana como forças de assimilação e energização que se opõem à força de eliminação. Da mesma forma, vyana e samana são opostos como forças de expansão e contração. Vamos ver um por um. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Apana está localizado na região pélvica e movimenta-se centrifugamente, para baixo e para fora. Controla todos os processos de excreção e eliminação, como menstruação. Por causa dessa função de expulsão, o apana é responsável pelo bom funcionamento do sistema imunológico. Devido a ter esse movimento descendente, alguns praticantes interpretam que a invertida pode comprometer uma das funções deste corpo vital no período da mulher. Prana está localizado na parte superior do tórax e tem movimento centrípeto, para cima e para dentro. Regula todos os processos de absorção: o movimento inspiratório, a assimilação de alimentos sólidos e líquidos e a recepção das impressões sensoriais. Samana está localizado na região média do abdômen, entre prana e apana, movimenta-se circularmente, da periferia para o centro.  É o fogo digestivo, auxilia os processos de digestão em todos os níveis. Udana  localiza-se na região do pescoço. Governa a energia do som e comunicação, fala, esforçar-se e entusiasmar-se. Nossa capacidade de expressão e transformação positiva. Vyana movimenta-se do centro do corpo para as extremidades, entre o tronco e os membros. Controla todos os níveis de circulação, os nutrientes no corpo, os sentimentos e pensamentos no psiquismo, a administração da força de vontade e a coordenação dos outros quatro pranas. [caption id=\"attachment_652\" align=\"aligncenter\" width=\"339\"] Essa é uma excelente posição para as praticantes fazerem no seu ciclo, aliado à flexões da coluna pra frente.[/caption] Um exemplo lúdico para compreensão desses cinco pranas seria pensar no corpo como se fosse uma máquina. O prana absorve o combustível, o samana transforma o combustível em energia, o udana administra o trabalho que a máquina está capacitada para fazer, o vyana faz circular essa energia pela máquina e o apana libera o que ja foi usado, \"a fumaça\" que sai.   Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão

Filosofia do Yoga | 26 maio 2020 | Daniel De Nardi

Guru Punima – Dia do Professor na Índia, nossa homenagem a grandes professores de Yoga

Homenagem a quem transmite o Yoga. Hoje comemora-se o dia do professor na Índia em no Nepal. Aqui fica nossa homenagem a todos os professores que ajudam a levar luz de sabedoria e conhecimento para o mundo. Fotos históricas de Mahatma Gandhi​, Pattabi jois​, B.K.S. Iyengar​, Krishnamurti​, Sri Swami Satchidananda​ e outros.   O Guru Purnima, uma celebração aos professores, aqueles que trazem a luz, segundo o significado de guru segundo a Wikipedia. \"Na Índia contemporânea e na Indonésia, o termo \"guru\" é empregado para indicar um \"professor\". No ocidente, o significado original de guru tem sido usado para indicar alguém que tenha seguidores, embora não necessariamente em um estabelecimento de ensino de filosofia ou religião. \"   Segundo a tradição, no dia de Purnima, deve se pensar no professor, mil vezes mais do que em qualquer outro dia. A palavra Guru é derivada de duas palavras, gu e ru. A raiz sânscrito gu significa escuridão ou ignorância, e ru indica o removedor dessa escuridão. Portanto, um Guru é aquele que remove a escuridão de nossa ignorância, mas isso é válido para qualquer tema que você queira aprender. Antes de aprender você é ignorante no assunto e o professor tem o papel de trazer a luz sobre o assunto que você está querendo aprender, facilitando seu caminho e lhe dando atalhos. Os acadêmicos indianos comemoram este dia, agradecendo seus professores e lembrando professores e estudiosos do passado. Na tradição Yogin, o dia é celebrado como a ocasião em que Shiva se tornou o primeiro yogin, segundo as tradições shivaistas, nesse dia ele começou a transmissão do yoga. O festival é comum a todas as tradições espirituais no hinduísmo, onde é uma expressão de gratidão para com o professor por seu aluno. Comemorando esse dia vamos fazer uma aula aberta ao vivo, com inscrição gratuita no link abaixo     Saiba mais sobre o Dia do Yoga Clicando Aqui   https://yoginapp.com/dia-internacional-do-yoga-21-de-junho-dia-do-yoga            

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Filosofia do Yoga | 31 maio 2020 | Daniel De Nardi

Como o Yoga melhora a administração do Stress

Yoga e o Stress! Já que vamos falar de stress, e medo é o maior dos stresses - o Hitchcock, rei do medo, dizia que a parte mais rápida na produção dos seus filmes era filmá-los. Quando começava a filmar, já tinha pensado tanto no tema que era só por em prática. Já fiz o mesmo em relação a stress e Yoga. Pesquisei e  usei essas ferramentas e este texto será um resumo dessa experiência. Entender o funcionamento do stress é essencial para compreender como o Yoga pode atuar na melhor administração deste estado. Stress é bom ou ruim? Acusar o stress de o \"mal da nossa era\" é forçar um rótulo que ele não merece. Stress não é bom nem ruim. Stress é uma energia extra que o corpo consegue produzir num curto espaço de tempo e que como qualquer energia, se for bem usada será benéfica, mal manipulada volta-se contra. Imagine-se na época em que vivíamos dentro das cavernas. Andávamos pela mata tentando caçar algo e repentinamente nos deparávamos com uma onça. Pausa para reflexão - qual a chance de numa situação normal você conseguir fugir de uma onça? Chance quase zero, mesmo que você seja o Usain Bolt. Minha pergunta foi numa situação normal, mas quando o stress acontece não é, ou pelo menos não deveria ser, uma situação normal. Ao ver os olhos da onça, o estado de stress é imediatamente acionado. Tudo muda! O sangue sai dos órgãos em direção aos músculos, as pupilas se dilatam, o coração dispara e todos os sentidos se aguçam. O corpo libera uma quantidade enorme de adrenalina deixando-o pronto para a ação. Você entra num estado de total alerta e somente por causa do stress você terá alguma chance de sobreviver. O stress não é maléfico, desde que você só passe a ver a próxima onça daqui um tempo. Todo bônus tem um ônus e como este estado de alerta demanda muita energia, também gera muito desgaste e se você repeti-lo constantemente, o corpo começará pagar em forma de redução no sistema imunológico, perda de produtividade e aumento dos níveis de irritabilidade.   Para atacar o stress você precisa observar duas frentes: Ganho de energia: uma vez que o stress é gerado quando o desafio é maior que a capacidade, aumente a energia corporal e terá mais capacidade de vencer desafios sem precisar se stressar. Recuperação mais rápida: descansar do desgaste emocional é essencial para a recuperação. Deixando o corpo pronto para o próximo grande desafio.     Ganho de energia  - Bhujangasana   new RDStationForms(\'baixe-gratis-ebook-stress-50040b322edf6548ef67-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Para mensurar ganhos de energia que atuarão na redução de situações de stress pode-se usar como métrica os níveis de testosterona, hormônio essencial para agirmos nas situações que exigem esforço. Com mais energia, diminuísse a incidência do stress. Boa parte dessa redução se deve a uma diferença entre o stress gerado por animais e pelo ser humano. Os animais geram este estado apenas quando realmente se veem de frente com o perigo, tal como o exemplo citado acima. Entretanto, o ser humano com sua capacidade de imaginação mais aguçada, cria em sua mente situações imaginárias de medo que na prática não estão acontecendo. Com mais energia, a preocupação diminui, pois você sente mais confiança para vencer as ameaças e por isso se stressa antecipadamente. Uma pesquisa conduzida por um fisiologista praticante de Yoga demonstrou que somente a execução do bhujangasana por dois ou três minutos todos os dias durante poucos meses exibiu aumentos que variavam de 2% a 33% nas taxas de testosterona. \"Rinad Minvaleev é pesquisador na Universidade de São Petersburgo e na Medical Academy of Postgraduate Studies. A equipe se limitou a estudar as repercussões fisiológicas daquela única postura. A Cobra, ou Bhujangásana, do sânscrito para “serpente”, é uma das posturas mais antigas do Hatha. O Bhujangásana é elogiada como um fator de ignição. Feita corretamente, a postura exerce muita pressão nos genitais. Como diz Iyengar delicadamente em A luz da ioga, o pupilo deve levantar o tronco “até que o púbis esteja em contato com o chão e fique nessa posição”. Mas o prêmio de maior aumento foi para a única mulher do estudo. Os níveis de testosterona dela subiram acima daqueles dos homens e continuaram crescendo até chegarem a 55%. Corredores, por exemplo, exibem níveis de testosterona mais baixos que não corredores. As quedas podem ser o resultado do contínuo estresse do impacto no chão.\" A Moderna Ciência do Yoga de Willian Broad Essa energia extra que o stress gera, deve ser usada a seu favor. Como foi demonstrado, o stress já nos salvou de muitas situações e quando bem utilizado pode melhorar produtividade e fazer você vencer mais desafios. Por tanto, algo importante a fazer é não entrar em desespero quando os sintomas do stress aparecerem, é o seu corpo tentando trabalhar a seu favor, aproveite isso. Alian Crum, psicóloga da Universidade de Stanford liderou uma pesquisa em que expunha pessoas a entrevistas de emprego em que todos eram severamente criticados. Dividiu os participantes em dois grupos. No primeiro ela explicava os efeitos benéficos do stress, como ganho de produtividade e concentração. O segundo grupo foi para a entrevista sem saber de nada. Todos tiveram os níveis de stress bastante altos, mas o primeiro grupo se saiu melhor, pois a medida que observavam os efeitos sabiam que era o corpo querendo ajudá-los a vencer o desafio. O modo como você encara as coisas determina a reação do seu corpo: se vai disparar ou não uma carga de medo ou ansiedade.     Recuperação mais rápida - sarvangasana [caption id=\"attachment_1654\" align=\"aligncenter\" width=\"367\"] Mick Jagger executando sarvangasana no camarim.[/caption]   Mel Robin escreveu PhysiPhysiological Handbook for Teachers of Yogasana onde apresenta entre outras pesquisas, uma a Postura da Vela explicando que ao pressionar o queixo contra o peito, você aciona sensores nas carótidas que entendem que a pressão corporal aumentou. Com isso o corpo começa a reagir liberando acetilcolina, neurotransmissor que baixar a pressão arterial e os batimentos cardíacos. Os sensores embutidos nas paredes arteriais monitoram a contração ou expansão que indica as mudanças na pressão arterial. Com a liberação deste e de outros hormônios tranqulizantes, o corpo começa a baixar os níveis de cortisol que é o hormônio que sobe quando é gerado o stress. Quando o estado de stress acontece, o corpo trabalha desesperadamente para voltar ao normal, e o sarvangasana assim como a técnica de relaxamento podem contribuir para acelerar a recuperação do desgaste corporal que o stress produz. Além destas técnicas há muitas outras que podem ajudar você a ganhar mais energia, recuperar-se mais rápido e administrar melhor seus níveis de stress. O Yoga é uma forma muito eficiente para reduzir o cortisol, hormônio responsável pelo stress e quando isso acontece o corpo consegue se recuperar mais rápido e estar pronto para o próximo desafio.              

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Dicas de Yoga | 2 jun 2020 | Fernanda Magalhães

Autoaceitação através do Yoga

Autoaceitação através do Yoga   Talvez você tenha buscado o Yoga para sua vida como uma ferramenta de relaxamento contra o estresse, para melhorar sua flexibilidade ou até mesmo como caminho de elevação espiritual, mas o que você não sabia e que começa a nascer lentamente dentro de você através da prática consistente, é o efeito colateral que considero mais importante do Yoga: o amor-próprio. Com o tempo, percebi que o Yoga é uma prática curativa através do encontro com si. Mas não você como é visto, não através da percepção externa como estamos acostumados a nos qualificar nessa sociedade. Nossa percepção de aceitação é baseada desde nossa infância, ou até mesmo desde a barriga de nossas mães, em estímulos externos. Algumas observações mal colocadas ao longo do nosso desenvolvimento podem nos fazer crer que não somos suficiente, o que é reproduzido em todas as áreas da nossa vida adulta. Então estamos sempre aguardando uma aprovação externa para nos sentirmos qualificados, seja intelectualmente, fisicamente, afetivamente ou qualquer outro aspecto de nossas vidas. E como o Yoga pode ajudar nisso? Simplesmente alterando o foco do externo para o interno. O Yoga não estimula competitividade e o julgamento. Mesmo que você pratique em grupo, todos estão envolvidos com sua prática pessoal, com seu corpo e mente sem preocupar-se ou mesmo observar o colega ao lado, ignorando a comparação natural do ser humano. As posturas são executadas com pontos focais específicos ou de olhos fechados, obrigando a sua percepção interna a trabalhar mais do que seus sentidos. Sem se preocupar com a observação alheia, começamos a não nos preocupar em como aparentamos naquele momento e nos permitimos sentir. Diferente de qualquer outra atividade onde você se ajusta para se “encaixar” ou ser aceito, é o Yoga que se ajusta a você. Não existem corpos certos para a prática, logo, também não existem pessoas que não podem praticar, tirando esse critério de exclusão da prática. Existem variações de posturas para todos os níveis de flexibilidade e força, proporções corporais e fragilidades, abraçando a todos com a mesma eficiência. Também existem diversos estilos e métodos para se praticar. Sempre indico à pessoas que não se adaptaram ao Yoga a tentar outros estilos e por que não, outros professores. É necessário estar confortável com quem direciona seu caminho e te orienta para que você se possa se despir para si próprio. “Todos podem praticar. Jovens podem praticar. Idosos podem praticar. Pessoas bem velhas podem praticar. Doentes, podem praticar. Quem não tem força pode praticar. Exceto preguiçosos; preguiçosos não podem praticar Ashtanga yoga” - Pattabhi Jois O Yoga te traz para o momento presente. O julgamento que fazemos de nós próprios se baseia em uma ideia do que deveríamos ser, uma projeção, o que não existe. O que existe é como você se apresenta agora e o tapete é o seu momento de se conectar com isto. Encerra os pensamentos de “se” e “quando” te convidando ao que “é”. Emoções que ignoramos por anos e anos vêm à tona, são vividas e curadas no tapete. Consequentemente aqueles padrões de pensamentos negativos em relação a sua visão de si desenvolvidos desde sua infância são quebrados dando espaço para novos pensamentos de auto-aceitação. A prática estimula a gratidão, trazendo uma nova direção para a observação do que há de bom no lugar do que você considera que é falho. O exercício da gratidão te faz reconhecer características suas e na sua vida que passavam despercebidas e não eram valorizadas. Com a prática constante você observa seu corpo executando movimentos que sua percepção de si não acreditava ser possível. Esses desbloqueios corporais te mostram que a sua percepção não sabe nada! (ego… tsc, tsc,tsc) Com o tempo você vai abandonando essa voz que te limita e que você permite te definir. Você começa a honrar seu corpo e reconhecer o poder dele como veículo dentro dessa evolução.   new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); O Yoga te convida a experienciar ao inves de analisar, racionalizar e/ou criticar.   E para mim, o mais importante de tudo, o Yoga te permite falhar e te transforma em uma pessoa comum. Não há perfeição no Yoga. Há sempre um passo a mais a ser dado. É aprendizado e evolução constantes durante esse ciclo. É a libertação da tentativa de perfeição. A aceitação da falha, do incompleto, do caminho de construção ao invés do objetivo final. Abrir seu tapete e dedicar um tempo para você já é por si um ato de amor próprio, mas quando você se conecta com sua essência e compreende que é parte do todo, não há como não desenvolver um amor e respeito profundo por quem você é. “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” - Mateus 22:39 Namastê!  

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Filosofia do Yoga | 7 jun 2020 | Daniel De Nardi

A Evolução da Serpente

O Bhujangasana é uma das posturas mais tradicionais do Yoga. A descrição dessa postura aparece em um dos mais importantes textos do Hatha Yoga.  A Gheranda Samhita, uma das três escrituras clássicas do Hatha Yoga, apresenta as posturas que são a base de muitas práticas do Yoga contemporâneo e menciona o Bhujangasana tal como o conhecemos hoje. Bhujanga significa serpente e refere-se a Naja, um tipo de cobra comum na Índia e ícone bastante presente na espiritualidade indiana.  A serpente naja também é símbolo de uma energia chamada kundalini. A Kundalini é uma força que os yogins trabalham para despertar. O desenvolvimento da kundaliní tem como efeitos o aumento do vigor, expressividade e consciência da presença do silêncio interno. A serpente é usada como símbolo da kundalini, pois em diferentes momentos do seu caminho, o yogin é tentado a desviar-se, seja por apego, medo, desejos ou outras distrações, mas para seguir progredindo, não pode negar essas tentações, mas ter ciência, que passam e o que permanece é sua consciência observadora. A naja sobe sua cabeça oscilando sempre para um lado e depois para o outro, mas sua direção é a elevação, mesmo desviando um pouco ela continua sua subida contínua.

Filosofia do Yoga | 18 jun 2020 | Lucas De Nardi

Como você define o Yoga?

Uma investigação do papel da mente e uma proposta de investigação do EU. Essa foi a pauta da live com o professor Lucas De Nardi que explicou como o Yoga vê o papel da mente e como propõe a investigação do EU. YogIN App - Escola de Yoga OnLine · Como você define o Yoga - Live sobre Investigação da Mente   Se preferir assistir essa live no IGTV - clique no LINK https://www.instagram.com/tv/CA330L-ldqY/?utm_source=ig_web_copy_link     new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();