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Podcast de Yoga | 21 abr 2021 | Daniel De Nardi

O Futuro da Inteligência Artificial – A fusão Homem Máquina de Harari – Episódio 01

A fusão Homem Máquina de Harari. A série \"O Futuro da Inteligência Artificial\" apresentará 3 pontos de vistas de 3 especialistas no tema. O Episódio de hoje vai apresentar as previsões de A.I. (Inteligência Artificial) do historiador Yuval Noah Harari. Harari apresenta a tese da fusão Homem/Máquina/Software que será explicada neste episódio. Próximos episódios apresentarão outros pensadores como Nick Bostrom e a previsão da Superinteligência e Kai-fu Lee, um desenvolvedor de A.I. chinês. LINKS Lista de Espera da Curso de Formção de Yoga Online do YogIN App   \"Sapiens\" livro de Yuval Noah Harari - Resumo da obra em 4 apisódios de Podcasts   \"Homo Deus\" livro de Yuval Noah Harari - Resumo da obra em 4 apisódios de Podcasts   Perfil do Podcast no Instagram   Playlist com as músicas dos episódios       https://open.spotify.com/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa?  

Formação de Professores | 20 abr 2021 | Equipe YogIN App

Depoimento das Alunas da 6ª turma do Curso de Formação de Professores de Yoga do YogIN App

Depoimento das Alunas da 6ª turma do Curso de Formação de Professores de Yoga do YogIN App Você sabia que o Curso de Formação de Professores de Yoga do YogIN App pode ser feito 100% online? Ele é, sem dúvidas, o maior  e melhor do Brasil! Nesse vídeo você tem alguns depoimentos das alunas que participaram da 6ª turma do Curso que terminou em dezembro de 2018. Atualmente estamos estudando com a 7ª turma que iniciou em março de 2019. Se você tiver interesse em participar da 8ª (8 é o número do Yoga) que começa em setembro de 2019, acesse o site do Curso:

Filosofia do Yoga | 19 abr 2021 | Fernanda Magalhães

Exercendo a Gratidão para um Encontro com Santosha – Yoga Falado #18

Exercendo a Gratidão para um Encontro com Santosha Pode até ser moda entre a comunidade Yogin, parecer meio bobo, e um pouco otimista demais, talvez, mas o exercício da gratidão pode transformar completamente a sua maneira de ver as coisas. Quem aí não conhece uma pessoa que apesar das adversidades está sempre alegre e ainda consegue elevar o astral de quem se conecta a ela? Mesmo, e talvez principalmente, possuindo poucos bens materiais essas pessoas parecem sempre felizes. Você já parou para pensar nisso? Estas pessoas estão no momento presente, apreciando o pagode de domingo sem pensar em acordar às 4h na segunda-feira... Somos buscadores. É natural que tenhamos desejos e normalmente falhamos em reconhecer o que já está presente em nossa vida. Esta é uma percepção que pode ser alterada para uma vida mais equilibrada, onde nossos desejos não serão mais valiosos do que a realidade.   O ser humano aprende a associar a felicidade com objetos desde o seu nascimento. Objetos, neste caso, também são outras pessoas, ou qualquer coisa que não seja ele mesmo. Tudo que é lido e compreendido neste mundo através de seus órgãos de sentido.   Então buscamos a vida inteira pelo outro, pelo homem ou a mulher, pelo carro, pela casa, pelo filho, pelo emprego, pela estética, pela grama mais verde do vizinho… É uma busca incansável por mais e mais um pouco.   O sentimento de alegria e o reconhecimento da felicidade pode vir quando nos reunimos com o tal objeto de desejo, mas isso é passageiro, porque está relacionado com esse o desejo e não com o objeto em si. O mesmo objeto tem um valor diferente se é desejado ou se já se faz presente.   E esta busca se torna interminável, por toda a vida, desejando o amanhã. Mas assim que conseguimos nosso grande desejo, surge um novo. Reconhece o sentimento?   Tem uma frase que sempre me faz parar e refletir, você já até deve ter lido por aí nas mídias sociais: “Você se lembra de quando você queria o que você tem hoje?”   É aí que colocamos nossa felicidade para depois, quando eu tiver tal coisa. Quando eu estiver em tal lugar. Quando estiver com tal pessoa. Ah, aí sim, eu serei feliz! E a tal felicidade nunca chega. Porque ela não mora em um objeto, ela mora na ausência de desejos a estes objetos. Ao reconhecer que ela já está dentro de você pois é um ser completo, que já possui tudo que precisa.   Se você já possui tudo que precisa, seja grato! Agora! Presença!   Não digo que é fácil, afinal, somos buscadores, é nossa natureza. Mas se mudarmos nossa forma de pensar e começarmos a enxergar o que é no lugar do que queremos?   Aquilo que você pensa, onde coloca seu foco, cresce. E, se sentimentos são resultados de pensamentos, você escolhe o que quer sentir hoje. O que vai ser?   Passei um ano inteiro escrevendo diariamente no meu pote da gratidão e percebi que os dias mais difíceis de reconhecer o que havia para ser grata eram aqueles onde não houveram flutuações, distrações ou inconvenientes. Naqueles dias onde tudo correu bem, dentro da minha rotina. Não era naquele dia onde tudo deu errado, sabe como é esse dia, né? Nos dias “ruins” é ainda mais fácil encontrar razões para ser grato do que em um dia neutro. Eram nestes dias neutros que eu precisava enxergar a vida pelos olhos de Santosha para exercitar minha gratidão.   Santosha, o segundo Niyama do Yoga é o contentamento. Não é alegria exacerbada, estar sempre sorrindo, aquele estereótipo de buda feliz que parece nem perceber o estresse externo. Santosha é equilíbrio. É reencontrar a felicidade que mora dentro de você independente dos cenários externos. É se sentir completo. Santosha é compreender que neste mundo, tudo é finito e mutavel, principalmente as emoções - incluindo alegria e tristeza.   Para mim, gratidão é instrumento ideal para obtenção de Santosha. Todo mundo sabe o quanto é fácil ser grato quando se está alegre. Os momentos turbulentos são reconhecidos e até mesmo enaltecidos atualmente como momentos de grande aprendizado. O difícil de verdade é ser grato pelo “comum”.   A Gratidão precisa se tornar um hábito. Quando exercido diariamente, programa o seu cérebro para se sentir agradecido mais frequentemente, afastando emoções negativas. Hábitos são ações que você se propõe a realizar até que se tornem cada vez mais natural. E pode confiar, essa mudança de olhar acontece. Fica cada vez mais frequente no dia a dia.   Como? new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Se ao invés de reclamar do formato do seu corpo, você olhar para todo o complexo funcionamento dos seus sistemas que te permitem estar vivo lendo este texto? Então neste caso, você escolhe no cardápio de emoções que sua mente te proporciona, entre sofrimento pela vergonha e gratidão pela vida que vibra em todo seu corpo.     E durante a sua prática de asanas, você vai reclamar da mão que não chega até o pé ou você vai agradecer por ela abraçar seus tornozelos?   Meu pote da gratidão foi um excelente instrumento para desenvolver essa visão de presença através da gratidão, mas você pode começar apenas com um caderninho mesmo. Todos os dias um motivo de gratidão. Anote, tente não repetir. Use o mesmo horário, todos os dias. Se for fazer a noite, relacione com o dia que passou e se lembre de tudo que você viveu. De quanta vida você tem aí dentro.   Além dos benefícios relacionados a felicidade, segundo Emmons, psicólogo estudioso dos efeitos da gratidão, existem também benefícios físicos relacionados ao exercício da gratidão como: fortalecimento do sistema imunológico, diminuição das queixas de dores, diminuição da pressão arterial, melhora no sono e mais disposição ao acordar.   O exercício da gratidão nos faz perceber que estamos no poder do direcionamento de nossas emoções. Algumas mais fáceis de lidar que outras, certamente... Mas somos mestres da nossa mente e podemos alterar o curso de nossos pensamentos com ferramentas simples como “sou grato”.     Então faça sua mente trabalhar de forma positiva. Tirar o negativismo proporciona fluidez, desbloqueia e abre caminhos. Valorizar tudo que te fez chegar onde você está agora te tira do vitimismo. Você está exatamente onde deveria estar e tudo na sua vida te trouxe para este momento.   Respire, olhe para o lado e perceba, neste momento, do que você pode ser grato?   Sou grata por poder escrever semanalmente para vocês!   Gratidão!   Ouça também via:

Dicas de Yoga | 18 abr 2021 | Fernanda Magalhães

Uma Sequência para Dar Adeus à Dor nas Costas

Uma Sequência para Dar Adeus à Dor nas Costas Uma das boas consequências da prática de yoga é a redução do desconforto ou dor nas costas, sendo a atividade, inclusive, indicada por alguns médicos como parte de tratamento ou prevenção para este mal. E o desconforto na região das costas é um dos problemas mais comuns hoje em dia. Quando o problema não é muito grave, pode ser resolvido com simples exercícios, se liberados pelo médico. O Yoga é um deles por evitar a dor nas costas através de fortalecimento e alongamento da musculatura ao longo da coluna, que em geral fica encurtada e relaxada grande parte do nosso dia. Manter a postura sentada grande parte do dia encurta os flexores de quadril trazendo a má postura também para a posição de pé. Desta forma, nos mantemos em má postura durante todo o dia, sentados, de pé e até mesmo em movimento, agravando a pressão nos discos vertebrais e causando a famosa dor nas costas. Além do alongamento deste grupo muscular, a prática de yoga  traz a consciência corporal necessária para a manutenção da boa postura ao longo do dia. Alongar também promove um relaxamento da tensão da musculatura aumentando o fluxo sangüíneo e permitindo que os nutrientes fluam para dentro e as toxinas para fora, permitindo a nutrição de músculos e tecidos moles das costas. Mas a prática de asanas não trabalha somente o alongamento. É no fortalecimento que se concentra todo o poder de prevenção dos problemas de coluna. A construção de força no chamado core, ou parte central do nosso corpo, é a chave para a saúde, mobilidade e segurança da coluna. Como os Yogis tem objetivo de sentar-se confortavelmente para a meditação com a coluna ereta, muitas posturas trabalham com o fortalecimento desta área para sustentação das costas. As posturas que incorporam força abdominal e nas costas contribuem para suportar esse alinhamento e criar estabilidade ao corpo. Lembre-se que a maior parte de seus órgãos vitais se encontra no core. Se temos um tronco estável, todo o resto funciona melhor. Então vamos propor a seguir uma sequência de exercícios simples e rápidos para fortalecer essa nossa estrutura tão importante para uma longa vida saudável. O movimento é a chave para a saúde da coluna vertebral e por isso começaremos aquecendo com exercício de mobilidade para a coluna e consciência corporal: Gato-vaca   O movimento limitado da coluna pode torná-la inflexível, aumentando a dor. Para criar movimento entre na postura de quatro apoios, joelhos na largura do quadril, punhos abaixo dos ombros. A partir da posição neutra da coluna, inspire elevando seus ísquios e a cabeça enquanto desce o umbigo em direção ao chão. Na exalação faça o movimento contrário levando o umbigo em direção ao teto, direcione o coxis para o chão e o queixo em direção ao peito. Comece devagar com movimentos suaves, sempre seguindo uma respiração lenta e consciente. Vá cada vez aumentando a mobilidade com movimentos mais amplos. Repita de 5 a 10 voltas.   Navasana                                 Sim, não adianta querer a saúde de sua coluna e fugir de navasana. Navasana assusta justamente por exigir força em musculaturas que não estamos acostumados a ativar, e por isso é tão importante de ser praticada. Sente-se no apoio entre os ísquios e o coxis dobrando os joelhos, solas dos pés no chão. Mantenha uma inclinação no tronco e eleve os braços paralelos ao chão vá tirando o peso dos pés e equilibrando o corpo. Verifique o quanto você consegue elevar os pés sem arredondar a coluna. Se não é possível manter o equilíbrio esticando as pernas, sustente em uma das variações intermediárias com os joelhos dobrados. Segure a postura por 5 respirações em 3 repetições.   Esfinge   Deite-se de bruços e posicione os cotovelos abaixo dos ombros deixando as palmas das mãos voltadas para o chão. Pernas firmes esticadas e unidas. Pés em ponta. Pressione o baixo ventre contra o chão elevando o assoalho pélvico em direção ao umbigo. Eleve a cabeça e olhe a frente. Sustente por 5 a 10 respirações, leve uma palma sobre a outra, deite-se levando a testa sobre o dorso das mãos e relaxe as coxas deixando os dedos dos pés para fora. descanse e repita mais 2 vezes.   Prancha                       Partindo da esfinge eleve o corpo ativando o core, os glúteos e o quádriceps. Leve os ombros alinhados com os cotovelos e mantenha o corpo em linha reta. Não deixe o quadril descer ou subir em relação ao alinhamento entre o tronco e as pernas. Pressione o chão com os antebraços ativando as escápulas. Mantenha por 5 respirações em 3 repetições.   Prancha Lateral   Partindo da prancha com os cotovelos no chão, suba esticando os braços com os punhos abaixo dos ombros. Gire o corpo para o lado direito soltando a mão direita do chão e elevando em direção ao teto Gire os pés levando os calcanhares ao chão de forma que o pé direito fique posicionado na frente do esquerdo. Mantenha o quadril alto ativando o músculo oblíquo do abdômen. Se esta postura é muito forte, leve o joelho da perna esquerda ao chão. Mantenha as 5 respirações, volte ao centro e gire.       para o lado esquerdo.  Descanse e repita mais 2 vezes.       Deite-se de bruços com as palmas das mãos no chão abaixo dos ombros. Firme as mãos empurrando o chão para baixo e para tras, como se tentasse deslizar seu corpo para a frente. Faça uma ativação da musculatura da área das escápulas como se quisesse unir seus cotovelos atrás das costas. Pernas firmes. Pés em ponta. Pressione o baixo ventre contra o chão elevando o assoalho pélvico em direção ao umbigo. Se estiver confortável, empurre com mais intensidade o chão e eleve o peito. Não deixe o pescoço “afogar” entre os ombros, mantenha as escápulas baixas.       Sustente por 5 respirações, desça o topo da testa ao chão mantendo os cotovelos altos e a ativação das escápulas. Descanse e repita mais duas vezes.   Balasana   Finalize relaxando com a postura da criança. Afaste os joelhos para maior conforto e sente-se sobre os calcanhares.   Os exercícios não devem ser realizados durante as crises e em momentos de dor, mas sim como forma preventiva para melhorar a sustentação e saúde de nossas vértebras.   Inclua essa sequência em sua prática pessoal e abandone a dor nas costas.   Namastê!   new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Dicas de Yoga | 17 abr 2021 | Adri Borges

A importância da música como ferramenta para o bem – estar

A importância da música como ferramenta para o bem - estar Hoje em dia fala-se muito sobre a importância do autocuidado e do bem-estar para a nossa saúde. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade. A saúde plena é uma forma de total bem-estar, alcançado não apenas através da prevenção ou do tratamento de doenças, mas sim através de qualidade de vida, incluindo emocional e social. O hábito de praticar Yoga regularmente e ouvir música clássica nos ajuda a elevar nosso nível de saúde. Procuro manter o hábito de realizar minhas práticas de Yoga ao som de música clássica. Você já experimentou? Ouvir música clássica mobiliza os sentidos e causa sensações mentais e, até mesmo, físicas, ajustando frequências de ondas cerebrais, nos inspirando, dando prazer, acalmando, e elevando nosso espírito. Ter o hábito de ouvir música nos deixa mais felizes. Neste processo o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor que gera o bem-estar. Pesquisas realizadas por neurocientistas mostram, através de tomografias,  grandes quantidades de dopamina que foram liberadas durante o processo de ouvir música  o que levou os participantes da pesquisa sentirem emoções como felicidade e excitação. Ouvir música clássica diminui os níveis do hormônio do estresse cortisol em nosso corpo. A música clássica, tem efeitos relaxantes e positivos sobre nosso humor. Estudos também mostram que ouvir música clássica relaxante durante 45 minutos antes de dormir,  nos ajuda a manter uma boa noite de sono, combatendo assim a insônia. Imagine então uma prática de Yoga relaxante com música clássica antes de dormir? new RDStationForms(\'e-book-treinamento-yogin-de-respiracao-bdf2969b9eeaf2b1af79-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Outras pesquisas mostraram que a música pode diminuir a dor em pacientes em cuidados intensivos e pacientes de cuidados geriátricos. Quando ouvimos música, o cérebro libera os neurotransmissores ligados ao prazer, de modo a aliviar dores e proporcionar sensação de bem-estar. Segundo uma pesquisa do Psicólogo Dr. Jim Coan, da Universidade da Virginia, quando ouvimos música, é possível temporariamente melhorarmos o desempenho espacial do nosso cérebro. Ele responde liberando endorfinas e outras substâncias que permitem melhorar temporariamente o foco, a habilidade de raciocínio e até as habilidades criativas. Já é comprovado que a música pode alterar nossa fisiologia, elevando ou baixando a pressão sanguínea e aumentando ou diminuindo os batimentos cardíacos. Estudos realizados na Universidade de Brunel, em Londres , comprovam que o organismo entra em sintonia com os sons ambientes. Algumas composições musicais podem ser relaxantes outras estimulantes ou estressantes. A musicoterapia recomenda certos gêneros musicais. Composições clássicas de Bach, Vivaldi e Handel, nos trazem a sensação de segurança e estabilidade. Mas de todo os sons do universo, o mais benéfico e restaurador é o som do silêncio. Sente-se confortavelmente com as pernas cruzadas e com a coluna ereta. Feche seus olhos e leve toda a sua atenção para a sua respiração. Ouça seus sons internos. Ouça as batidas do seu coração. Ouça o som da sua respiração. Mentalize OMMMMMM.   Aí vai uma playlist pra você: Momento SAVASANA de Adriana Borges   E também uma do YogIN App:  

Tradução Yoga
Formação de Professores | 16 abr 2021 | Daniel De Nardi

Qual a melhor tradução para a palavra Yoga? – Yoga Falado #19

Qual a melhor tradução para a palavra Yoga? - Yoga Falado #19   Você sabia que a palavra Yoga tem uma gama mais ampla de significados do que qualquer outra palavra em todo o idioma sânscrito? ⠀   A palavra Yoga pode significar bem mais que União, a tradução mais usada por professores e praticantes. Listamos mais de 37 traduções da palavra Yoga presentes no dicionário de sânscrito do pesquisador Sir Monier Willians,considerado a maior autoridade no assunto. Isso se deve ao fato do Yoga ter mais de 3800 anos de História e poder de fato significar muita coisa em diferentes áreas. O Yoga como um processo de desenvolvimento espiritual sempre esteve associado à Meditação e isso pode ser visto também nas traduções, como essa  \"Qualquer ato simples ou ritual relacionado ao Yoga ou Meditação\" Os primeiros textos (Vedas e Upanishads) a tratar do Yoga como um processo para a busca da libertação,  relaciona o Yoga ao processo meditativo. Com o passar dos séculos, o método foi se aprimorando e surgiram as técnicas do Hatha Yoga como asanas e pranayamas. O poder de si mesmo, é  um dos exemplos de como se pode chamar de Yoga. E isso tem muito a ver com o Hatha Yoga que através dessas técnicas visa controlar impulsos naturais, como o fluxo dos pensamentos, para alcançar objetivos no auto-estudo. Há diversos outros exemplos de tradução da palavra Yoga em outras áreas da sabedoria indiana. Os indianos foram os primeiros povos a estudar e escrever sobre astronomia, foi a partir desse conhecimento que eles criaram também a astrologia. Na astronomia, uma conjunção de planetas ou estrelas, bem como uma constelação, é chamado de Yoga.  Já na Aritmética, outra ciência surgida na Índia, Yoga significa adição, soma ou total e na gramática, a conexão de palavras ou a dependência sintática de uma palavra. Abaixo você pode ver outras 37 diferentes traduções para a palavra Yoga segundo o Dicionário Sanskrit-English de Monier-Williams, página 856:  1.  O ato de unir, unir, prender, aproveitar. 2  Um jugo, equipe, veículo, transporte. 3 Emprego, uso, aplicação, desempenho. 4 Equipar. 5 Fixação (de uma flecha na corda do arco). 6 Colocar em (de armadura). 7 Um remédio, cura. 8 Um meio, expediente, dispositivo, maneira, maneira, método. 9 Um meio sobrenatural, encanto, encantamento, arte mágica. 10 Um truque, estratégia, fraude, engano. 11 Empresa, negócios, trabalho. 12 Aquisição, ganho, lucro, riqueza, propriedade. 13 Ocasião, oportunidade. 14 Qualquer junção, união, combinação. 15 Concordar, consentir, concordar com qualquer coisa. 16 Mistura de vários materiais, mistura. 17 Participando, possuindo. 18 Conexão, relação. 19 Reunindo, arranjo, disposição, sucessão regular. 20 Montagem em conjunto, adequação, adequação, adequação. 21 Esforço, diligência, zelo, diligência, indústria, cuidado, atenção, tenazmente, assiduamente; com todos os poderes, com zelo transbordante 22 Aplicação ou concentração dos pensamentos, contemplação, meditação, (como ensinado no Yoga-Sutra de Patañjali); o segundo dos dois sistemas Saṃkhya. 23 Qualquer ato simples ou ritual relacionado ao Yoga ou Meditação 24 Yoga personificado (como o filho de Dharma e Kriyā). 25 Um seguidor do sistema de Yoga. 26 A união da alma com a matéria. 27 A união da alma individual com a alma universal 28 Devoção, busca piedosa de Deus 29 ( Jainas) entre em contato ou misturando com o mundo exterior 30 (Astronomia.) conjunção, conjuntura de sorte. uma constelação, asterismo (estes, com a lua, são chamados de cāndra-yogāḥ e são 13 em número; sem a lua eles são chamados de kha-yogāḥ ou nābhasa-yogāḥ) 31 A estrela principal de um asterismo lunar. 32 N. de uma divisão variável do tempo (durante a qual o movimento articular na longitude do sol e da lua equivale a 13 graus e 20 minutos; existem 27 tais Yogas começando com viṣkambha e terminando com vaidhṛti) 33 (Aritmética) adição, soma, total 34 (Gramática) a conexão de palavras, dependência sintática de uma palavra, construção. 35 Uma regra gramatical combinada ou concentrada ou aforismo. 36 A conexão de uma palavra com sua raiz, significado original ou etimológico. 37 Um violador de confiança, espião.   Se você gosta de estudar sobre Yoga ou deseja tornar-se professor, conheça o Curso de Formação de Yoga online do YogIN App. Clique no botão abaixo para saber mais sobre o curso.     https://yoginapp.com/curso-yoga-formacao-de-professores/   Ouça também via:

yoga sutra
Dicas de Yoga | 15 abr 2021 | Fernanda Magalhães

Você precisa conhecer os Yoga Sutras de Patanjali

Você precisa conhecer os Yoga Sutras de Patanjali   atha yogaanuśasānam - “Agora, então, o ensinamento de Yoga”   Assim é iniciado o primeiro grande tratado sobre Yoga que se tem notícias. Como a datação histórica não era uma grande preocupação dos indianos, não sabemos ao certo quando o texto foi compilado. Acredita-se que foi escrito entre os séculos III e II A.C pelo sábio Patanjali. Não se sabe muito sobre Patanjali, e o que é passado, vem cheio de histórias fantásticas e mitológicas. Diz-se também que Patañjali foi um grande intelectual, gramático, médico e yogi indiano que escreveu tratados nessas três áreas. A palavra sutra, que traduzida quer dizer “corda ou fio” se refere a série de ensinamentos que são alinhavados como as contas de um colar. Um fio amarrando idéias. Idéias que eram amadurecidas após longos períodos de debates entre sábios, até que fosse estabelecido um consenso e um novo sistema filosófico formado. Nesse momento, um dos melhores praticantes era convidado para elaborar os aforismos que perpetuariam esse novo sistema. O Yoga é um dos seis sistemas filosóficos indiano conhecidos como darśanas. Os outros cinco são: nyāya, vaiśeṣika, sāṃkhya, mīmāṃsā e vedānta. A palavra darśana, em sânscrito é derivada da raiz dṛś - “ver”. Significando “visão” ou“ponto de vista”.   196 Aforismos foram compilados nos Sutras e divididos em 4 capítulos:   1 – Samādhi-pādaḥ ou  Sādhya-pādaḥ - O Objetivo Explicação do processo que nos leva à iluminação, meditação e concentração.   2 – Sādhana-pādaḥ - O meio Apresenta Kriya e Ashtanga Yoga. As práticas que facilitam atingir o estado de Yoga ou, o caminho para o Yoga.   3 – Vibhūti-pādaḥ - As Conquistas Apresenta os resultados reais da prática de yoga, que são o conhecimento e as habilidades especiais   4 – Kaivalya-pādaḥ - A Liberação Trata do objetivo final do Yoga, que é a identificação do praticante com o todo, a libertação absoluta.   A palavra anuśasānam, presente no primeiro verso dos sutras, expressa claramente a ideia de que a instrução é transmitida por uma autoridade, de professor a aluno, e, foi experienciada por sábios ao longo de gerações. Anuśasānam remete a uma longínqua corrente de professores responsáveis com a transmissão do ensinamento. Os Yoga sutras podem ser difíceis de compreender e não devem ser estudados, assim como o Yoga em si, sem o auxílio de um professor experiente. O texto foi originalmente escrito em sânscrito, uma língua morta, oferecendo uma barreira linguística, e apresenta as ideias de forma extremamente concisa, através de aforismos, tornando o texto uma obra a ser decifrada. Apesar de existirem muitas traduções e interpretações diferentes para línguas ocidentais, feitas por estudiosos e especialistas, a partir do século XIX até hoje, muitas delas foram feitas por pessoas que, apesar do conhecimento teórico, não tem conhecimento de como o Yoga funciona. Estas traduções não transmitem o real significado dos sutras, dando margem para interpretações simplificadas do conteúdo existente ali. Basicamente, os Yoga Sutras são diretrizes para que possamos atingir o estado de Yoga, que, segundo o próprio Patanjali, é a cessação das instabilidades da mente. - yoga chitta vritti nirodha Hum, mas Yoga não é o que a gente faz no tapetinho? Também, mas a prática de asanas (as posturas psicofísicas) é apenas uma pequena parte do caminho do Yoga, uma ferramenta usada para atingir o controle mental. Um único sutra se refere diretamente ao asana: \"sthira sukham asanam\" traduzido como “postura firme e fácil\", que seria a postura necessária para entrar em meditação. Sri Tirumalai Krishnamacharya (1888-1989), conhecido como o pai do Yoga moderno, foi o primeiro a juntar o trabalho de Patanjali com a execução de sequências de posturas psicofísicas. Para Patanjali, asana era o corpo moldado para suportar a meditação, o que podemos supor que seria sukhasana ou padmasana. “Ah, mas não consigo parar de pensar, já tentei meditar e não consigo”... Calma! Ninguém consegue parar de pensar e Patanjali não esperava isso de você. A interrupção ou cessação das instabilidades da mente descrita nos sutras não ocorre parando ou controlando o pensamento, mas sim, na desidentificação com eles. Ocorre na compreensão de que somos mais do que nossa mente. No texto encontramos a descrição de como a mente humana funciona e como usar este conhecimento para direcionar nossos pensamentos, e não parar ou controlar, com objetivo de nos livrar de todo sofrimento. Os Yoga Sutras discutem fundamentalmente os pontos fracos e fortes da mente; suas tendências, hábitos, funcionamento e as possibilidades de evolução. Patanjali descreve em detalhes vários tipos de práticas para refinar e integrar as qualidades da mente e da emoção que fundamentam a experiência humana, apresenta os obstáculos e expõe os resultados. Os Yoga Sutras são, acima de tudo, um guia para nos reconhecermos como Purusha, nosso verdadeiro ser, aquele imutável. O Yoga Sutras de Patanjali não é um texto sobre teoria, na verdade, é um texto objetivo sobre prática, apresentando objetivos, métodos e resultados. Nos confundimos ao achar que a prática de Yoga é resumida à prática de asanas e que todo o resto é teoria. No nosso corpo físico também reside uma mente humana passível de ajustes através de prática, tapas (disciplina) e abhyasa (prática, repetição). Desta compreensão de que praticar Yoga vai muito além do físico, a famosa frase de Pattabhi Jois “pratique, pratique, e tudo virá” toma um novo significado. Não é? A partir de hoje, faremos uma sequência de conteúdo sobre os assuntos abordados nos Sutras. Por enquanto, deixo com vocês o verso de reverência ao mestre Patanjali, seguido de sua tradução feita por Gloria Arieira no livro “O Yoga que conduz à plenitude”, onde ela comenta os yoga sutras:   “Yogena cittasya padena vācām malam sarirasya ca vaidyakena Yo’pākarot tam  pravaram muninām Patāñjalim prāñajalirānato’smi ābāhupurusākāaram sankhacakrāsidhārinam Sahasrasirasam svetam pranamāmi Patāñjalim”   “Com toda reverência eu saúdo Patanjali, especial entre todos os sábios, que elimina os obstáculos da mente, da comunicação e do corpo através de Yoga, da gramática e da medicina. Eu saúdo Patanjali, que até o braço tem a forma humana, segura uma concha, um disco e uma espada, tem mil cabeças e é de cor clara.”   Namastê!   new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Dicas de Yoga | 14 abr 2021 | Paula Amora

Yoga Emagrece? – Yoga Falado #20

Sera que o Yoga Emagrece? Acredito que muitas pessoas já escutaram esse questionamento. Acredito também que muitas pessoas já emagreceram com o Yoga. O fato é que muito além de posturas conscientemente executadas, o Yoga é uma prática de conexão entre todos os níveis do seu ser, é sobre autoconhecimento e evolução e essa busca pelo seu equilíbrio resulta em inúmeras transformações. Do sono ao padrão de pensamentos, da postura ao estado de contentamento… De cabo a rabo, de dentro para fora, de fora para dentro! O Yoga com certeza te torna um reflexo interno - o que você quer refletir?   new RDStationForms(\'e-book-treinamento-yogin-de-respiracao-bdf2969b9eeaf2b1af79-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();   Essa talvez seja uma das dúvidas mais perguntadas no primeiro contato enquanto instrutora de Yoga - sem problemas, também tinha isso em mente quando fiz a minha primeira prática há 10 anos. De lá para cá, depois de muito empenho, transformação, entrega, com 25kg a menos, eu posso garantir, sim, que o Yoga emagrece. O ponto chave para mim foi: enquanto corpo físico for considerado o mais importante, eu comia, em vão, expectativas, emoções e experiências.     Yoga Emagrece? Esse é o nosso estado de ignorância e inércia. avidhya. Todos os corpos são importantes. Na visão do Tantra, nós somos compostos de shariras (corpos físico, psíquico, espiritual e energético) que possuem um equilíbrio mútuo. Então, claro, uma alimentação consciente, uma rotina saudável com prática regular de atividades físicas são essenciais para um corpo sadio, mas precisamos dar a mesma importância para o cuidado e descanso mental, para momentos de qualidade que empanturrem nosso coração de alegria e gratidão, de cuidado energético e, para tudo isso, precisamos nos conhecer bem. Não se trata de o quê, mas por quê e para quem. Faça por amor ao templo, para que você esteja bem, capaz, em sua maior potência e não para agradar os olhos de estranhos em uma estação do ano. Se o corpo, está bem, mas a alma está faminta, você precisa se nutrir de autoconhecimento e consciência para encontrar o equilíbrio em todos os níveis e se encontrar em União. Vai uma sugestão de cardápio além do prato que com certeza vai te saciar por completo: Desjejum: Consumir boas doses de pranayamas, agradecimentos e mentalizações positivas, de preferência, ao amanhecer. Pela manhã: 1 corpo mexido, 1 momento de exposição a luz do sol, 3 risadas e 2 elogios (e café, vai!). Almoço: uma porção farta de consciência política, ética e social sobre alimentação. Lanche da tarde: Para desinchar e desintoxicar o Ego, uma infusão na Natureza. Jantar: Evite frituras mentais e sentimentos pesados. Opte por uma meditação e vibração leve, regue com um bom mantra, acompanhe de gratidão. Ceia: Não se esqueça de deixar seu corpo de molho por, ao menos oito horas, para manter as propriedades e eliminar as toxinas. Escolha um momento do seu dia para imersão e integração mais profunda no Yoga, isso com certeza aumentará a absorção dessas propriedades.   Bon appetit!   Ouça também via:    

Samadhi - o filme
Filosofia do Yoga | 13 abr 2021 | Fernanda Magalhães

Samādhi-pāda – do relativo ao absoluto

Samādhi-pāda - do relativo ao absoluto A primeira parte dos Yoga Sutras de Patanjali se chama Samadhi pada ou Sadhya (o objetivo) pada deixando claro que Samadhi é o objetivo do Yoga. Muitos traduzem samadhi como libertação ou realização, dando a ideia de que é uma coisa de outro mundo, um estágio onde somente aqueles que dedicam a vida à espiritualidade e renunciam a vida em sociedade podem atingir. Na verdade, este estado é o fruto colhido pela prática da metodologia proposta por patanjali na segunda parte de seus sutras, sendo, o samadhi, o principal resultado da prática de meditação. Lembrando que no texto de Patanjali Yoga é descrito como a cessação das instabilidades da mente, podemos compreender que Samadhi é um estado de união, onde não há identificação do indivíduo com as flutuações da mente relacionadas ao material ao emocional, aos papéis adquiridos e condicionamentos mentais. A mente é calada, o que não significa estar livre de pensamentos, significa apenas que estes pensamentos não tomam proporções indevidas. Neste estado, a mente reflete a natureza não dual, reconhecendo o Ser livre de limitações que realmente somos. Parece difícil de compreender e mais ainda de atingir? Pois nos yogas sutras encontramos justamente o caminho para tal. Costumo sempre me referir ao Yoga como um caminho, pois vejo claramente em cada técnica que aplicamos formas de “educar” nossa mente contra esta identificação natural e não consciente com a realidade criada. Os vrittis, que são traduzidos como flutuações e representam toda nossa “forma de pensar” condicionada pelo que absorvemos em nossa jornada neste mundo material, criam uma realidade em nossa mente que estabelece essa dualidade. A partir da dualidade nos identificamos com nossos personagens (mãe, pai, filho, cônjuge, profissional, irmão, amigo, etc...) e projetamos a ideia de que há uma consciência divina externa. Dessa forma, se faz necessário buscar “fora” a satisfação plena, paz e felicidade. Em samadhi está a realização de que tudo isto está dentro e que somos o todo. Samadhi não é ver luzes brilhantes e levitar, mas sim compreender que tudo está bem neste momento. Trata-se de ver a realidade exatamente como é, sem que nossos pensamentos, gostos, desgostos, prazer e dor governem e julguem. Samadhi não é sentir, é ser. E não pode ser encontrado no passado ou futuro, apenas no momento presente. new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();   Patanjali descreve em seus sutras, tipos e níveis diferentes de samadhi, expondo que cada tipo ocorre em um nível diferente de consciência, mas todos representam a absorção do iogue em estado de concentração da mente. Este estado de união pode ser percebido quando o praticante ainda mantém a percepção da dualidade, em savikalpa-samadhi ou quando há dissolução do ego em nirvikalpa-samadhi. Atingir o estado de samadhi durante a meditação não quer dizer manter-se nele. Embora isso possa acontecer, muitas vezes, os meditadores experimentam samadhi por períodos curtos. A prática com tempo e regularidade treina a mente para operar em estados mais profundos da consciência e a transitar em diferentes níveis. Entende-se que os primeiros estágios de “treino” ou meditação são os mais difíceis. Os oito passos de patanjali, ou, o ashtanga yoga preparam o yogi para samadhi, mas a mente começa realmente a ser educada para a concentração extrema nos últimos: pratyahara (abstração dos sentidos), dharana (concentração) e dhyana (meditação). O tempo de “treino” para se atingir o Samadhi varia dependendo da intensidade do desejo de libertação do yogi, da regularidade da prática e dos samskaras (as impressões ou condicionamentos mentais). Como qualquer treino, a constância, a repetição e o tempo são determinantes na evolução. Ou pode-se, também, atingir samadhi através de Pranidhana, a entrega. Samadhi é o estado de presença e união, que nos permite experienciar o infinito, onde Yoga é o protocolo para alcançá-lo. Samadhi é quando o universo cabe em seu próprio corpo. Samadhi é Yoga.   Namastê

Dicas de Yoga | 12 abr 2021 | Daniel De Nardi

Quando fazer a postura da Criança – balasana ?

Quando fazer a postura da Criança - balasana ? Essa foi uma brincadeira que fizemos no Instagram, mas que o pessoal gostou bastante. Ria de si mesmo, aprenda com brincadeiras e não se leve tão a sério