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Formação de Professores | 1 jun 2021 | Equipe YogIN App

Depoimentos das Alunas da 3ª turma da Formação de Yoga

Depoimentos das alunas da 3ª turma da Formação Nos dias 15 e 16 de julho, realizamos o 2º encontro da Formação Online para professores de Yoga . A Formação do YogIN App tem o conteúdo on-line e conta com dois encontros onde são ensinadas as correções e os alinhamentos, além das avaliações das aulas das alunas do curso. Este vídeo conta um pouco do que foi esse encontro que aconteceu em São Paulo na Casa do Budha em Pinheiros. Dia 7 de agosto daremos início a 4ª turma. Se você tem interesse em conhecer mais o Yoga ou dar aulas dessa prática, acesse a página do curso e confira! https://youtu.be/WwHDq5vfXVs Conheça mais sobre o Curso de Formação de Yoga   https://yoginappacademy.com/formacao-yoga-online/

Respiração e Relaxamento | 31 maio 2021 | Ellen Lima

RESPIRE COM CONSCIÊNCIA, SAIA DO AUTOMÁTICO

RESPIRE COM CONSCIÊNCIA, SAIA DO AUTOMÁTICO Respirar é um ato tão involuntário e automático que damos pouquíssima ou nenhuma atenção a ele. A questão é que respiração e emoção estão diretamente ligadas, uma influencia a outra, portanto se reaprendermos a respirar desenvolveremos uma ferramenta muito poderosa para o controle emocional. O yoga já tinha como foco, há mais de 4000 anos atrás, o que a ciência vem comprovando por meio de pesquisas e estudos relativamente recentes: a respiração, embora seja ato involuntário, deve ser realizada de maneira correta (nasal), e pode ser alterada de forma voluntária e com consciência, o que contribui de forma significativa para a melhora na qualidade de vida das pessoas que praticam essas técnicas (pranayamas). Pantanjali inicia os Yoga Sutras definindo yoga como supressão da instabilidade da mente. No Bhagavad Gita, canto VI, verso 19 diz: “o yogue que tem a mente dominada e, recolhido em si mesmo pratica a yoga, é como uma chama luminosa que, ao brigo do vento, não sofre nenhuma oscilação.” No Hatha Yoga Pradipika diz que a mente pode ser estabilizada através da respiração: “Enquanto a respiração for irregular, a mente permanecerá instável; quando a respiração se acalmar, a mente permanecerá imóvel e o yogi conseguirá a estabilidade. Por conseguinte, deve-se controlar a respiração.” Hatha Yoga Pradipika, II:2 Em Árvore do yoga, comparando a respiração á uma arvore, Iyengar demonstra a importância dos pranayamas: “Como as folhas que arejam a árvore e fornecem nutrientes para que seu crescimento seja saudável, também o Prāṇāyāma alimenta e areja as células, os nervos, os órgãos, a inteligência e a consciência do sistema humano. Quando estamos realizando um àsana-(postura física), só podemos entender plenamente o corpo se sincronizarmos a respiração com o movimento. Prāṇā é energia. Ayama é criação, distribuição e manutenção. Prāṇāyāma é a ciência da respiração, que leva à criação, distribuição e manutenção da energia vital.” A respiração é algo tão importante que a Associação Brasileira de Rinologia, lançou no ano passado (2015) uma campanha chamada “Cuide Bem do Seu Nariz”, onde abordou a importância da respiração correta, a começar pelo fato da respiração adequada ser nasal e sua função: “Quando inspirado pelo nariz, o ar é umedecido, aquecido e filtrado, evitando que as impurezas cheguem ao organismo. Por sua vez, a respiração pela boca não prejudica apenas o sistema respiratório, mas também gera impactos no desenvolvimento da estrutura óssea facial. Além disso, a vida social de quem sofre deste problema também é prejudicada. “Em todas as faixas etárias, quem não respira pelo nariz apresenta irritação, ansiedade e depressão. Outros têm problemas com a audição, voz e até nas atividades sexuais. Por estes motivos, o desempenho no trabalho e nas atividades sociais é afetado”, afirma Roithmann. “A pessoa que respira bem pelo nariz tem melhor qualidade de vida em relação ao que respira mais pela boca. A respiração oral atinge a garganta, o sentido do olfato, a qualidade do sono, a função pulmonar, além de trazer muitos outros malefícios”, afirma o otorrinolaringologista. Mas não basta uma respiração nasal, é preciso trazer consciência para o ato de respirar. Não inspiramos apenas oxigênio para dentro no corpo, mas também energia prânica. As técnicas de pranayama tem como objetivo a expansão dessa energia vital. “O pranaiama não é uma respiração normal, nem simplesmente a respiração profunda. É a técnica de gerar energia vital. Somente as técnicas do pranaiama, que regulam, canalizam e (ao reter a respiração) represam o fluxo para melhor controlar e extrair sua energia inerente, é que produzimos energia suficiente para realizar todo nosso potencial. A jornada para o centro infinito da existência é árdua. Só a energia prânica pode nos levar até lá.” (Luz na Vida, Iyengar) São inúmeros os efeitos das técnicas respiratórias no organismo como: estabilização do sistema nervoso autônomo, aumento da variabilidade da frequência cardíaca, diminuição da pressão arterial, aumento da função pulmonar, aumento do sistema imunológico, melhora na qualidade e padrão de sono e aumento do bem estar e qualidade de vida. (Tecnicas de respiração para redução do estresse em terapia cognitivo-comportamental) No seu livro Treinamento YogIN de Respiração, Daniel De Nardi ensina como realizar as técnicas respiratórias através de um treinamento passo a passo, e tem uma frase que deixo para terminar esse texto, que nos faz repensar na importância da respiração: “O ser humano é capaz de ficar dias sem comer, horas sem tomar água, mas não passa minutos sem respirar. A vida depende desesperadamente da respiração, por tanto se respiramos melhor, vivemos melhor. Quanto mais ar, mais vida.”   Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão

Meditação e Positividade
Filosofia do Yoga | 30 maio 2021 | Déb

Você sabe o que significa Adesh no Yoga?

Você sabe o que significa Adesh no Yoga? Em \"Siddha-siddhanta-paddhati\" (Escritura Natha - leia mais sobre a Tradição Natha, que é a Tradição do Yoga aqui: https://en.wikipedia.org/wiki/Nath), Gorakshanath (Criador do Hatha Yoga) diz que: \"Adesh significa unidade entre Atma, Jivatma e Paramatma\".  Ficou confuso? Não se preocupe, vou explicar melhor essa sopa de letrinhas! 😅😅😅 Paramatma é a Alma ou Espírito Supremo que existe em todas as criaturas vivas e está além de quaisquer limitações. Atma é a Alma individual eterna, que é transcendental por sua natureza e além dos limites das formas.  Jivatma é a Alma eterna encarnada no corpo.   As pessoas em seu estado de consciência habitual não percebem essa unidade. Essa ignorância (avidya) na visão do Yoga é a causa de todo o sofrimento.   Os Nathas consideram o mundo uma energia espiritual única. Na qual, não há divisão entre o sagrado e o profano. Toda manifestação da realidade é parte do Espírito Supremo. Numa visão Ocidental é a presença de Deus em tudo que existe, sem existir diferença entre o que está além de tudo e o chão que pode ser sentido abaixo dos seus pés nesse momento. A prática do Yoga ajuda a perceber essa conexão do todo. No entanto, a compreensão da unicidade entre a Alma individual e a Alma Suprema não é compreendida de uma só vez, mas no processo da prática de Yoga. Adesh é este estado no qual compreende-se que não somos nossa mente, nosso corpo e emoções. Parando de nos identificar com estas manifestações,  todos os limites ilusórios desaparecem. Ao dizer \"Adesh\", queremos dizer esse estado. Adesh é a vontade de Shiva de realizar o EU como o Universo revelado e a grande consciência encarnada em diferentes seres. Também temos essa vontade de nos convertermos na origem que sempre fomos, que somos e que sempre seremos. Usando a saudação “Adesh”, lembramos um ao outro que somos Yogins.    Adesh  🙏🙏🙏🙏 Fonte: https://nathas.org/en/articles/meaning-of-the-word-adesh/?sphrase_id=15186

bom yogin
Filosofia do Yoga | 29 maio 2021 | Willy Bugner

Você é um bom Yogin?

Como é ser um bom Yogin Ser capaz de fazer poses exóticas, invertidas e colocar as palmas das mãos no chão durante o Uttanasana significa, necessariamente, que você é um bom yogin? Não. O principal objetivo do yoga não é o aprimoramento físico, nem a flexibilidade, mas a meditação. O Yoga, segundo Patanjali, é a redução da instabilidade da mente. Significa ser capaz de direcionar a sua atenção para um ponto específico, não obstante o desconforto físico, psicológico e emocional, mantendo o foco e percebendo-se o observador externo ao corpo, mente e sentimentos. Isso é a meditação. Então basta ser capaz de meditar para ser um bom yogin? Não é só isso, mas estamos na direção correta. A meditação é o meio, o instrumental utilizado para transformação em uma melhor versão de si mesmo. A meditação é um treinamento da mente, que leva à autoavaliação. O objetivo não é meditar muito ou por muito tempo, mas se transformar em uma pessoa melhor. Se você está mais calmo, mais feliz e não se abala com as vicissitudes da vida, como acontecia anteriormente, você está no caminho certo. Se, além disso, não mais se compara a terceiros, mas sim a si próprio, de maneira gentil e responsável, está indo muito bem. Portanto, a prática constante do yoga, com asanas, pranayamas e, principalmente, meditação, permite a autorreflexão que leva ao aprimoramento moral e comportamental. Enfim, respondendo à pergunta inicial, o bom yogin é aquele que cresce durante sua jornada de autodescobrimento, iluminando a si próprio. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Dicas de Yoga | 28 maio 2021 | Carla Winter Afonso

Pragmatismo, ceticismo e meditação

Ceticismo e meditação! Para um cientista a palavra transcender significa elevar sob ou  ir além de um determinado limite, superar. Logo, quando pensamos que a todo o momento estamos superando limites, a todo o momento estamos transcendendo algum tipo de obstáculo. Talvez pela minha formação ou mesmo minha criação, acredito que transcender é simplesmente transpor um obstáculo, seja ele conseguir o emprego dos sonhos, ou obter o desempenho desejado num determinado esporte. Assim, quando comecei a praticar Yoga há 10 anos, sempre me fascinou a meditação, que implica em transcender matéria, corpo e se conectar com seu eu (o tão famoso self, estar presente). As ideias de estar presente, viver o agora,  essa noção Renato Russo: é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque na realidade não há. Era isso que buscava quando comecei minha jornada. Era uma manhã fria quando saí de casa para minha primeira aula. Pensei, é agora que consigo ficar uma hora no silêncio dos meus pensamentos, até aquietá-los. No entanto, não foi o que aconteceu, ao contrário, fizemos uma série de exercícios físicos, alguns respiratórios e a professora, na sua calma, explicava o propósito de cada Asana e cada movimento que nosso corpo fazia. Confesso que quando saí da aula, senti que talvez não era bem aquilo que procurava, senti também partes do meu corpo que não sabia que estavam lá. Fiquei intrigada e resolvi ir uma segunda vez. Também não meditamos, fizemos alguns exercícios respiratórios que não entendi bem o propósito, fiquei montando mentalmente, para ser sincera, minhas aulas de administração que iria dar aquele dia. E assim foi por um longo tempo. Anos acho....não tenho  muita certeza. Quando tinha uns 4 ou 5 anos de prática, me mudei e também passei a frequentar outro espaço de Yoga. Tive a feliz constatação de que nesse novo espaço tinha uma aula específica para meditar. Foi então que nos primeiros 5 minutos a professora nos explicou que deveríamos liberar nossa mente de pensamentos. E fez uma brincadeira que não sabia ser uma história, uma parábola feita a outro Yogin muitos milênios atrás. Disse ela então: pessoal, meditar é simples. Fechem os olhos, se concentrem na respiração e não pensem em macacos. Mas por que diabos eu iria pensar nisso? Todos que praticam conhecem a parábola e foi exatamente isso que me aconteceu, eu só vi macacos durante uns 35/40 minutos que ficamos em silêncio. Nessa aula fizemos vários exercícios, meditações guiadas, exercícios de concentração, de memória. Eles corriam em paralelo com a prática de asanas. A prática física permitiu o vigor mental para que depois de uns 6/7 anos de prática eu finalmente conseguisse sentar confortavelmente sem dor ou formigamentos em nenhuma região. Isso vai de cada um,, cada um tem seu tempo. new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();   Alguns efeitos interessantes que senti foram maior clareza mental, controle e tranquilidade após todas as sessões meditativas. Na prática ficamos sentados com a mente num estado interessante de”não pensar”. É a melhor descrição que pude encontrar do processo. No entanto, em sendo pragmática e cética, nunca pensei que ficar alguns minutos do dia ou algumas horas pudessem provocar algum efeito sob o corpo ou a mente. Claro que a prática física permite que você tenha resultados efetivos de força, flexibilidade, mobilidade, superação, transcendência. Mas a prática mental também. Sabemos, como cientistas, que o cérebro também pode e deve ser exercitado, sejam com exercícios matemáticos ou mesmo com exercícios de alta concentração mental. Sabemos que em se praticando podemos até produzir mais ou menos impulsos elétricos que permitem melhor funcionamento do coração, dos órgãos em geral e até mesmo do sistema imunológico. Isso tudo é comprovado, não preciso aqui me ater a isto. Tão somente quero deixar registrado um depoimento pessoal, de uma pessoa cética e pesquisadora curiosa. Sou formada em administração e nos anos que participei de pesquisa, sempre procuramos testar hipóteses. Como por exemplo, será que existe relação da variável A e B. Fácil saber:  basta você testar a relação. Mas como cientista social também sei a dificuldade de testes usando como cobaias seres humanos. Assim, com esse enquadramento mental, passei a fazer testes pessoais: meditar antes de palestras importantes, entrevistas, reuniões. Tentar usar a meditação como simplesmente aquietamento. Percebi que fico mais perceptiva e empática a outras pessoas. Isso significa que percebo melhor o que o aluno, por exemplo, quer saber, está com dúvidas. Parece simples, mas isso melhora a qualidade da aula. Seja ela uma aula de Yoga ou uma aula na faculdade de administração. No dia a dia, também percebi mudanças circunstâncias, fiquei mais calma, com a fala mais mansa, e com melhor claridade para resolver qualquer problema que por ventura ocorre. Faz muitos anos que não tenho uma explosão emocional, TPM não conta..... Mas o mais engraçado disso tudo foi como aprendi a meditar. Todas às sextas durante muitos anos faço uma aula que trabalha articulações e por acaso ela é voltada para mobilidade na terceira idade. Uma das alunas que tivemos foi a Lúcia ( que já está em outro plano, para os que acreditam). A Lucia tinha coleção de contadores de passos e vivia me contando que tinha um fascínio por contar passos, nos diversos locais que ia a pé no centro da minha cidade. Ela me mostrava seu contador sempre que chegava na sala, para dizer que tinha se exercitado, o que iria melhorar a prática dela de yoga. Sempre me contava e a professora que isso aliviava sua cabeça e a distraia, já que era muito sozinha. Numa das práticas de meditação a Lúcia me falou que contar a ajudava a relaxar. A professora sempre falava para nos fazermos isso e eu achava banal que não levaria a lugar nenhum. Daí comecei a mentalizar minha ida a pé até a universidade e contar os passo até lá....rs Ufa anos depois meditei. E te falar que o tempo não passou, como se você ficasse boiando num tempo paralelo, numa sensação de leveza. Voltei revigorada. Cada um, tenho certeza, tem a sua história com a meditação e com o Yoga. Mas meditar implica num trabalho de dedicação que não somente mental, mas também físico de flexibilização da mente e do corpo. De acordo com os textos védicos, a meditação é uma prática onde o individuo foca a mente num objetivo, visando alcançar um estado de clareza mental e emocional. Talvez os textos hinduístas védicos sejam os primeiros a terem usado a meditação como forma de encontrar a libertação, ela entendido como sendo a libertação de tudo, inclusive emocional e material. É comum encontrarmos figuras e deidades em posturas meditativas dentro da tradição hinduísta. Já a chegada da meditação no ocidente trouxe a evolução do estudo sobre o self e a acuidade mental. Questões de atenção plena, desenvolvimento mental para alterar estruturas do corpo físico. Tudo isto feito numa perspectiva cientifica. Acredito que ainda temos um longo caminho a evoluir. Assim, como professora, pesquisadora e curiosa continuo nos meus estudos. E seguimos na contagem dos passos da vida para que assim possamos tranquilizar e sintonizar com nossa verdadeira essência. Namastê 

Filosofia do Yoga | 27 maio 2021 | Mahe Ferreira

Yoga e Pineal

A glândula da iluminação! Nossa prática de yoga sempre possui um objetivo final e várias consequências felizes - mas nem sempre sabemos exatamente quais elas serão. Na maioria das vezes, esses benefícios chegam até nós de forma natural: a necessidade de se alimentar melhor, a habilidade de controlar o stress do dia a dia, melhoria da relação com pessoas próximas, etc. Tudo devido ao poder que a prática de yoga possui de desbloquear canais energéticos ao longo do nosso corpo, permitindo que emoções fluam e que os insights mais interessantes e reveladores aconteçam. É claro que nosso corpo energético tem reflexo direto no corpo físico e vice-versa. Os pontos mais importantes onde se dão estes reflexos são as nossas glândulas, e cada uma dessas glândulas está associada a um chakra (roda ou ponto de energia) específico. Uma prática constante equilibra o trabalho destas glândulas, equilibra os pontos de energia e consequentemente traz boa saúde. A glândula pineal     Se formos um pouco mais além da boa saúde, percebemos um maior entendimento e conhecimento sobre nós e nosso lugar no mundo. Boa parte deste processo de despertar da consciência vem de um lugar específico do corpo, nossa glândula pineal, que é representada pelo chakra da coroa, a nossa ligação com o registro akashico e com Deus, universo ou como você preferir chamar essa força superior. A pineal é tão importante assim pelo fato de ser a única glândula que libera um hormônio num bebê no momento em que ele nasce e também em uma pessoa assim que ela morre. E é curioso pensar que a sensação desses momentos tão opostos possivelmente são muito semelhantes por conta dessa liberação, né? Esta liberação também existe no dia a dia de um ser humano conectado que vive em equilíbrio com seu dharma, pois quando fazemos o que amamos, sentimos muito prazer, entramos numa espécie de estado de transe onde não existe tempo nem espaço, não existe autocrítica e nem esforço. Pense num músico inspirado pela sua música, num pintor fazendo a sua arte, num escritor fluindo com suas palavras, em você olhando para o horizonte de um mar infinito. Controle das flutuações da mente Existem estudos sobre os benefícios deste sentimento em nossas vidas e esta sensação deve acontecer com cada vez mais frequência em nós. Este estado pode ser considerado também o Nirodhah, ou o controle das flutuações da mente. É onde, no yoga, conseguimos ultrapassar o oceano de preocupações e pensamentos e começamos a apreciar a verdadeira quietude. Atualmente, vivendo cercados de concreto, críticas, julgamentos, sentimentos tóxicos e comidas processadas, nossa glândula pineal é calcificada e isto impede que ela produza a substância exímia para uma vida próspera e saudável. Assim, o yoga pode e deve nos trazer a feliz consequência de descalcificá-la e permitir que tudo flua como deve ser.   Namastê!

Yoga para Todos
Podcast de Yoga | 26 maio 2021 | Daniel De Nardi

Yoga para Todos – Podcast

Yoga para Todo Mundo! Nosso primeiro movimento no Yoga Para Todos, foi disponibilizar conteúdos práticos, inclusive aqui no podcast para que qualquer pessoa que tivesse interesse em Yoga, pudesse praticar as técnicas ouvindo-as no celular. Também disponibilizamos gratuitamente, algumas aulas do acervo de assinaturas para o canal do YouTube, YogIN TV. Ouça o podcast Yoga para Todos clicando no botão abaixo.   Yoga para Todos A música deste episódio é do compositor mais tocado na série Reflexões de um YogIN Contemporâneo, o grande John Williams que aqui também está conduzindo a orquestra. No Violoncello, Yo-Yo Ma, considerado um dos maiores músicos da atualidade. A música é o tema do filme 7 anos no Tibet. Vamos dar uma volta para entender porque essa é a música tema do episódio: Yoga para Todos. Desde que o YogIN App surgiu, em 2015, já tínhamos a proposta de democratização do Yoga. Desde 2015, já usávamos a expressão Yoga para Todos, inclusive em hashtags como #YogaParaTodos . O Yoga no Brasil tinha um grande empecilho para o crescimento que é o fato de cidades pequenas, com menos de 100 mil de habitantes, costumam não ter escolas de Yoga por não haver densidade demográfica suficiente que justifique uma escola.   Yoga Para Todos no YogIN App Nosso primeiro movimento no Yoga Para Todos, foi disponibilizar conteúdos práticos, inclusive aqui no podcast para que qualquer pessoa que tivesse interesse em Yoga, pudesse praticar as técnicas ouvindo-as no celular. Também disponibilizamos gratuitamente, algumas aulas do acervo de assinaturas para o canal do YouTube, YogIN TV. Nossa 2ª contribuição no #YogaParaTodos foi não discriminar interessados na prática segundo a idade ou outra dificuldade física. Por mais absurdo que pareça, essa discriminação existe em algumas escolas, que apenas permitem que as pessoas que se encaixam em seu perfil de cliente possam praticar. O YogIN App sempre gravou aulas para todos os níveis de praticantes e jamais colocou o corpo como uma adversidade para a prática de Yoga. O custo das mensalidades em studios de Yoga costuma também ser proibitivo para muita gente. Em São Paulo, o custo para se fazer Yoga em um bom espaço, não fica abaixo de R$500,00. Quando o YogIN App oferece um acervo de mais de 700 aulas e aulas ao vivo todos os dias com correção dos professores, por R$49,00, menos de 10% de uma mensalidade presencial, possibilitamos que qualquer um que queira um acompanhamento personalizado na prática para evoluir mais do que fazendo aulas no YouTube, possa fazer. R$49 ou R$39 se o plano for semestral é um valor acessível a qualquer pessoa que queira estabelecer um compromisso de evolução pessoal. Para não estender ad infinitum, uma última contribuição que considero muito relevante é o fato de que muitos, eu diria a maioria, dos mais de 300 professores que formaram-se no Curso de Formação do YogIN App, fazem algum tipo de atividade aberta, oferecendo o Yoga gratuitamente a quem tem interesse em praticar em mais de 300 cidades pelo Brasil.   A popularização do Yoga na Índia O Yoga sempre foi uma prática reclusa, conhecida por poucos privilegiados. A partir do século III D.C há um movimento de popularização do conhecimento que tornou o Yoga mais acessível ao grande público. Esse movimento cultural foi posteriormente foi chamado de Tantra. Para entender como o Tantra aconteceu, podemos fazer um paralelo com a Reforma de Lutero na Igreja Cristã.  Até Lutero, somente quem lia em Latim, podia aprender com os textos sagrados. O mesmo acontecia na Índia do século III D.C. O sânscrito, língua usada para escrever os shastras, escrituras, não é a língua do povo. Por isso, somente os brâmanes, sacerdotes, casta mais alta da hierarquia social hindu, podiam estudar essas ciências como o Yoga e Sámkhya, só para citar duas delas. O movimento tântrico começou a produzir textos nas línguas locais, sejam elas hindi, tamil ou bengalês. Isso fez com que as informações se propagassem, tornando as pessoas menos dependentes do sacerdotes e das instituições. A partir do movimento tântrico, qualquer um que soubesse ler,  poderia aprender com os registros dos sábios.  No entanto, alguns conceitos, na visão dos natha, um dos grupos tântricos, deveriam ser acessados somente por quem tinha merecimento para aprender aquilo. É o caso de diversas, sadhanas, práticas tântricas, que só são ensinadas em determinado estágio do chela (discípulo).  Por isso, para proteger o conhecimento, os nathas adotam até hoje uma linguagem chamada sandhya bhasha.  Para compreender, porque os nathas usam esse tipo de linguagem iniciática para proteger e não para divulgar seus ensinamentos, sugiro que ouça o podcast #39 – Sem Proselitismo. CLIQUE AQUI PARA OUVIR O PODCAST #39 SEM PROSELITISMO Existem ideologias ou religiões que não fazem proselitismo, não querem convencer mais pessoas a aderirem às suas crenças. O próprio hinduísmo como religião segue essa lógica. Uma vez que os escolhidos, são os moradores das terras banhadas pelo rio Indu. Então, algumas tradições tentam preservar seu conhecimento para que os ensinamentos não sejam propagados, mas que também não sejam perdidos. Sandhya Bhasha Sandhya Bhasha é uma linguagem iniciática que tem o objetivo de proteger uma tradição. Essa linguagem é cifrada e só tem o entendimento quem receber instruções de algum guru pessoalmente. Além disso, o sexo era usado, pois como a cultura indiana é extremamente conservadora, evitava que muitas pessoas tivessem interesse nisso. Por isso, as expressões pênis (lingam), vagina (yoni)  ou esperma (bindu) aparecem em escrituras, mas o conceito não é de uma relação sexual, até porque os fundadores do Tantra são celibatários, mas de um encontro entre os mundos subjetivos e objetivos, sendo bindu o Atman ou alma. CLIQUE PARA OUVIR UM PODCAST EXPLICANDO A LINGUAGEM CIFRADA DOS TÂNTRICOS Dizem que os tântricos usavam essas expressões, pois como a Índia é muito conservadora na questão sexual, isso afastaria os curiosos e os deixaria constrangidos por estudarem aquele tema. No entanto, outros estudiosos, acham que usar expressões de cunho sexual para ensinar conceitos filosóficos, foi uma estratégia para expandir a divulgação, pois no final do dia, as pessoas comentavam umas com as outras as coisas polêmicas que haviam sido contadas nos textos, levando assim, a mensagem central do que as histórias queriam ensinar para frente. Meditagram Toda difusão rápida de conhecimento, precisa desses agentes da divulgação. O Porta dos Fundos, produziu um vídeo chamado Meditagram e é um meditante, encenado pelo Gregorio Duvivier que vai até o Tibet num retiro e fica o tempo todo postando fotos e falando no stories com seus seguidores. O vídeo é engraçado e vou deixar o link na descrição do podcast para quem quiser ver. E a conclusão mais óbvia é que esse meditante, que vou chamar de Greg, é um fake, está ali só para fazer um personagem e blablabla. No entanto, eu acho que mesmo que alguém possa estar fazendo um papel deslocado, como o Greg, de alguma forma, ele está chamando a atenção para a Meditação que pode ser visto como algo sério e provado que funciona. Greg parecer mesmo um bobo, mas mesmo atrapalhado, pode despertar o interesse de algum seguidor que não prestaria a atenção, pelo menos inicialmente, na opinião de um meditador sábio, mas foi as brincadeiras de Greg que despertaram seu interesse para pesquisar algo mais sério.  Se você quiser entender melhor como esses agentes de propagação de algum movimento são essenciais para o crescimento, sugiro o livro O ponto da virada como pequenas coisas podem fazer uma grande diferença, de Malcolm Gladwell e você entenderá que sem agentes, mesmo que inconscientes do processo, não há grandes transformações. 7 anos no Tibet No sketch do Porta dos Fundos, Greg fala \"daquele filme do Brad Pitt\" que no caso é 7 Anos no Tibet, um clássico do cinema que pode ser visto no Netflix, o link está na descrição Sete Anos no Tibete é um livro de viagem autobiográfico escrito pelo autor e alpinista austríaco Heinrich Harrer baseado em sua experiência real no Tibete entre 1944 e 1951, durante a II Guerra e o período intercalar antes do exército comunista chinês de invadir o Tibete em 1950. Heinrich Harrer (Brad Pitt), o mais famoso alpinista austríaco, tentou algo quase impossível: escalar o Nanga Parbat, o 9º pico mais alto do mundo entre 1943-1950 em que a recém-nascida República Popular da China propôs \"libertar\" o Tibete. A pequena nação protestou dizendo que já era livre, porém, com base no argumento de que o território tibetano era controlado por imperialistas internacionais, a China enviou o seu exército e o pequeno contingente militar tibetano não resistiu. O Dalai Lama, líder secular e espiritual do país, então com 15 anos de idade, pediu - em vão - ajuda às Nações Unidas.  Egocêntrico e, visando somente a glória pessoal, Heinrich viajou para o outro lado do mundo deixando sua mulher grávida e um casamento em crise. Ele não conseguiu o feito, mas quando a Inglaterra declarou guerra à Alemanha ele foi considerado inimigo, por estar em domínio inglês. Feito prisioneiro de guerra, ele fugiu após várias tentativas junto com Peter Aufschnaiter, outro alpinista, se tornando os únicos estrangeiros na sagrada cidade de Lhasa, Tibet. Lá a vida de Heinrich mudaria radicalmente, pois no tempo em que passou no Tibet se tornou um pessoa generosa além de se tornar confidente do Dalai Lama. Assista o filme: uma lição de espiritualidade.    Recados Queria dar boas vindas a todos os novos alunos que aproveitaram a oportunidade da Black Friday. Convido vocês a comparecerem nas minhas aulas ao vivo e também a dos outros professores. Agora que se inscreveu, tem que praticar ! Quem tem interesse no Curso de Formação de Professores de Yoga, estamos com uma lista de interessados que vão receber um condição especial para fazer o curso. Colocando seu nome na lista, você será avisado da melhor forma de pagamento, com maior desconto que vamos oferecer em qualquer outra campanha, quem deixa o nome na lista, realmente vai receber a promoção com o menor valor possível. Se o seu objetivo é conhecer profundamente o Yoga e receber um certificado para poder dar aulas profissionalmente, deixe seu email no 1º link da descrição. Até o próximo episódio! Namastê! LINKS   Lista de Espera para o Curso de Formação Aulas YogIN App Série de 108 episódios - Reflexões de um YogIN Contemporâneo  https://yoginapp.com/reflexoes-de-um-yogin-contemporaneo-serie-de-podcasts Filme 7 anos no Tibet -  Sem proselitismo - Podcast  A Desculpa de Prem Baba - Podcast explicando a linguagem iniciática dos Nathas, Sandhya Bhasha -  Meditagram - Filme do Porta dos Fundos -  Ponto de Virada - Livro -  Perfil do Instagram da série de Podcasts -  Playlist com as músicas da série Canal do YouTube do YogIN App, YogIN Cast https://youtu.be/9YcGvpbqJn0

Meditação | 25 maio 2021 | Equipe YogIN App

Colégio da rede pública de São Paulo adota meditação para crianças

Colégio da rede pública de São Paulo adota meditação para crianças Para diminuir a ansiedade, um colégio da rede pública de São Paulo adotou a meditação para crianças. Um método que, de acordo com especialistas, também pode beneficiar essas crianças quando elas chegarem à vida adulta. Segundo o  Wikipédia: A meditação pode ser definida como uma prática na qual o indivíduo utiliza técnicas para focar sua mente num objeto, pensamento ou atividade em particular, visando alcançar um estado de clareza mental e emocional.. Sua origem é muito antiga, remontando as tradições orientais, especialmente a ioga, mas o termo também se refere a práticas adotadas por alguns caminhos espirituais ou religiões, como o budismo e cristianismo, entre outras. Textos orientais consideram a meditação como instrumento que leva em direção à libertação. Algumas distintas definições que normalmente são usadas para meditação são: prática de focar a mente em um único objeto (por exemplo: em uma estátua religiosa, na própria respiração, em um mantra); uma abertura mental para o divino, objetivando a orientação de um poder mais alto; um estado de silêncio que é vivenciado quando a mente se torna vazia e sem pensamentos; contemplação da realidade e seus aspectos, (como a impermanência, por exemplo), desenvolvimento de uma determinada qualidade mental, como energia, concentração, plena atenção, bondade, etc e pensamento sustentado e aplicado em um tema (como na meditação cristã) Assista a reportagem completa feita pelo canal RedeTv e veja os relatos das crianças sobre as melhorias que vêm sentindo em si e em sua família. Clique abaixo para assistir:   Reportagem: Rede Tv   Confira também nossa categoria aulas gravadas de RELAX E MEDITAÇÃO clicando aqui, Tire 15min, 30min ou 45min por dia para praticar  e melhore sua qualidade de vida!   Ainda não é um assinante? Acesse yoginapp.com/assinaturas e escolha a assinatura que combina melhor com o seu dia a dia. Alcance mais equilíbrio com Yoga e meditação. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Dicas de Yoga | 24 maio 2021 | Fernanda Magalhães

Desapega!

Desapegar, um das normas do Yoga! O grande desafio do Yoga chitta vritti nirodha (supressão das instabilidades da mente), é assim tão simples e tão complexo. Desapega! Existem dois princípios essenciais que devem estar em equilíbrio para que o caminho do yoga seja percorrido: Abhyasa e Vairagya. Já falamos sobre Abhyasa aqui: https://yoginapp.com/abhyasa-a-pratica-leva-a-excelencia/#axzz5XRIpaOj0. Já Vairagya é um conceito simples e muito difícil de seguir. Vairagya significa desapego. “O desapego é chamado de domínio de quem é livre de desejo por objeto visto ou escutado.” O Yoga que Conduz a Plenitude - Gloria Arieira É fácil compreender porque o desapego é tão importante para o Yoga acontecer quando compreendemos que nossa mente é poluída pelos desejos. O desejo é um grande perturbador da mente (os vrittis) que  nos move, mas também pode nos estagnar. Estes desejos são resultado do nosso apego por objetos materiais. Somos apegados a tudo que nos dê a sensação de segurança. Essa falsa sensação de segurança que nunca é realmente preenchida por nenhum tipo de objeto, move nosso desejo, sempre para o próximo objeto e o próximo, tentando suprir um apego sem fim de uma fonte vazia. Do entendimento de que nada que é visto ou escutado, como dito nos sutras, pode trazer realmente segurança e como consequência, felicidade, nasce o desapego. Este desapego é muito maior do que não dar valor aos objetos materiais conquistados por nós, mas principalmente é aceitar o presente como ele é. Se não projetamos nossa felicidade em algum objeto/pessoa, vemos aquilo como realmente se apresenta. Vamos tentar colocar em prática essa visão com um exemplo… Quero que você imagine algo com valor sentimental para você, um objeto, que você possua e possa tocar. Talvez você possua algo desde a sua infância que não conseguiu se desfazer até hoje pelo “valor” que dá a tal objeto ou talvez tenha guardado a primeira roupinha que seu filho usou. Então sigamos com esse exemplo e vamos imaginar que você perde a roupinha na mudança e te presenteio outra roupinha idêntica. Você receberá com o mesmo valor? Não? Porque a questão não é o objeto em si, mas o apego a uma memória que te traz sensações. A roupinha que te dei é idêntica, mas se você acredita que foi muito feliz ao ver seu bebê no primeiro dia de vida, ver aquela roupinha específica te “trará” a sensação de felicidade. Pessoas valorizam objetos de forma diferenciada pelo apego às sensações que eles causam em cada um. Uma roupinha de bebê é só um conjunto de materiais que toma forma. Ela te ajuda a acessar uma emoção que há dentro de ti enquanto você não encontra o caminho para acessar independente do externo. Não há nada de mágico no objeto que te emociona, quem se emociona é você. É de dentro que surge a felicidade. É a compreensão de que você já possui o todo dentro de si e não necessita de nada externo que traz o desapego e não somente a renúncia ao desejo. A renúncia forçada, a supressão de um desejo, só traz mais sofrimento. O desapego acontece naturalmente através de conhecimento e auto-estudo e não de imposição. Se não há desejo, não há falta. Sem desejos, estamos completos e há felicidade, mente estável, presença, Yoga. E tudo isso trabalhado através de Abhyasa, a prática, diária e constante. Olhe para dentro. Aceite o presente. Tudo está bem neste momento. Namastê new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-e-o-stress-ebbbd5c51665ef24833c-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

lifestyle
Dicas de Yoga | 23 maio 2021 | Adri Borges

Um texto para incentivar quem quer fazer uma mudança no lifestyle

Um texto para incentivar quem quer fazer uma mudança no lifestyle Decidi compartilhar esse resultado, para incentivar quem gostaria de fazer uma mudança no lifestyle.Confesso que não é nada fácil mudar ... mudar assim do nada!Ao longo de uns bons 15 anos, muito antes de chegar em Cuiabá, era bem estressada e sofria muitas consequências por viver aquela minha vida.Fiz tratamento psiquiátrico, tomei remédios controlados por 2 anos e a colite sempre prejudicando minha qualidade de vida. Tinha dias que ficava com receio de sair de casa. Já pensou pegar um engarrafamento na Marginal Tietê e a colite atacar ? Nem tem prá onde correr! Ah, ... nunca tinha tempo para atividade física. MEDITAÇÃO aff nem pensar ... imagina ficar parada de olhos fechados! Sem contar com as dores crônicas no pescoço, que apareciam ... ahh na lombar também ! Enfim, naquela época quando ia viajar, minha necessaire era recheada de remédios ( colite, ansiedade, dor no pescoço...)   Tive que chegar no fundo do poço para entender que era necessário MUDAR! Ter um PROPÓSITO ! Quando se tem um propósito, e você conhece as ferramentas adequadas para mudar, tudo fica mais fácil. O YOGA, me trouxe tudo isso! Fortaleceu meus vínculos com meu propósito. Me mostrou o que é viver uma vida com escolhas mais conscientes. Ele principalmente me mostrou como é importante a gente fazer o que precisa ser feito e não fazer só o que a gente gosta. Muitas vezes, viver uma vida fazendo apenas o que gosta, não nos coloca no caminho do nosso propósito.LÓGICOOOOO, que existem deslizes nesse meio do caminho... mas quando esses deslizes são conscientes, tudo muda também. É aí que você entende que sua VIDA é resultado completo de suas ESCOLHAS... você começa a ser o piloto do seu avião ....e não adianta fugir, culpar o amigo do lado ou a situação. Este post aqui, é para INCENTIVAR quem quer MUDAR, mas ainda não teve CORAGEM. Dica    cerque-se de pessoas que estão na mesma vibração que você. Fique perto de quem te inspira e também busca o mesmo que você. Defina seu propósito, e lembre-se sempre dele naquelas situações onde tudo parece estar um pouco confuso. PRECISAMOS NOS AJUDAR !Como é que o Universo vai conspirar a nosso favor se é a gente mesmo que parece que torce contra. Namastê new RDStationForms(\'e-book-treinamento-yogin-de-respiracao-bdf2969b9eeaf2b1af79-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();