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o cérebro boicotando o EU
Filosofia do Yoga | 1 jul 2020 | Daniel De Nardi

O cérebro boicotando o EU – podcast #03

O cérebro boicotando o EU! Entenda como o cérebro boicota o EU nesse é o 3° episódio da série Reflexões de um YogIN Contemporâneo que estou subindo semanalmente no canal de podcast do YogIN App Hoje falo sobre como a principal função do cérebro dificulta a percepção da voz interna e quais os conflitos daí decorrentes. https://soundcloud.com/yogin-cast/cerebro-boicotando-o-eu-podcast-03-reflexoes-de-um-yogin-contemporeneo Links Meu curso Yoga, Liberdade e Aprendizado que trata desse tema   canal de podcast do YogIN App https://soundcloud.com/yogin-cast   Podcast citado sobre Realização do EU https://soundcloud.com/yogin-cast/la-la-land-e-a-realizacao-do-eu-reflexoes-de-um-yogin-contemporaneo-podcast-01   PDF - Yoga Sutra de Patanjali traduzido por Carlos Eduardo Barbosa   Página de planos de aulas do YogIN App   Aula Aberta de Yoga para iniciantes https://www.youtube.com/watch?v=fgzKdilzZCI&t=6s Playlist de Meditação https://soundcloud.com/yogin-cast/sets/medita-o-iniciantes   Mandukya Upanishad - PDF em português   Bons estudos!   new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Transcrição do podcast- Cérebro Boicotando o Eu - #03 Cérebro Boicotando o Eu - #03 Olá, meu nome é Daniel De Nardi e estamos começando mais um Reflexões de um Yogin Contemporâneo” Esse é o terceiro episódio dessa série que eu gravo e o objetivo dela é sempre trazer fatos ou descobertas recentes que acontecem no nosso dia a dia, trazer e analisar pra uma visão do conhecimento do yoga, seja um conhecimento mais recente ou seja o conhecimento de textos antigos como os shastras, os textos mais antigos do hinduísmo. Hoje nós vamos falar sobre o funcionamento do cérebro e o boicote ao eu. Bom, pra começar essa explicação a gente vai ter que primeiro relembrar um conceito que nós vimos no podcast nº 1, quem não assistiu vale muito a pena que fala sobre o filme La la Land e a realização pessoal. Então lá eu falava de um texto antigo, uma Upanishad chamada Mandukya Upanishad, então a Mandukya fala sobre três eu’s: o eu do corpo, o eu da mente e o eu do coração. O eu do corpo é responsável por captar as informações que estão no mundo e trazer essas informações internamente, fazer uma boa captação, um bom funcionamento dos sentidos; já o eu da mente é responsável por escolher se ele vai seguir esses impulsos dos sentidos ou se a mente vai deixar e ouvir, de fato, a voz do coração. Então o grande conflito que existe é que a gente muitas vezes vai por essa voz da mente e não segue a nossa real voz, a voz da consciência mais interna, mais pura, que é chamada nos textos antigos de voz do coração. Essa voz não é no coração no sentido de emoção, aquela coisa dramática. Não, é o coração como centro da espiritualidade humana. Então, os textos antigos, os Shastras, especialmente o que a gente chama de cultura sânscrita é toda cultura produzida e escrita nessa língua. A cultura sânscrita considera essa região do coração, não especificamente físico, mas essa região do coração como um local de aconchego, um local pro qual a gente deve levar a nossa atenção algumas vezes ao dia, parar e meditar em cima desse local porque ali está a nossa verdadeira voz, ali está a nossa real natureza e o trabalho do yoga é trazer essa real natureza para o nosso dia a dia. E por que a gente simplesmente não faz isso? A gente não faz isso justamente por um boicote da mente. Mas a mente está ai para no ajudar e está nos atrapalhando é isso? É mais ou menos por aí. Então agora a gente vai deixar um pouco de lado a análise de Upanishad e vamos ver o que a ciência entende hoje pela mente ou entende mais especificamente pelo órgão cérebro que aí vai envolver as funções de mente nas quais essa Mandukya Upanishad fala que são os fluxos dos pensamentos, a nossa agitação interna. O nosso cérebro foi sendo formado ao longo dos milhares de anos, e a gente pode colocar aí cem mil anos de formação do cérebro humano como ele é hoje e ao longo desses cem mil anos, geração após geração, o que foi mais valioso para o cérebro, quem sobreviveu e conseguiu passar adiante os seus genes foram os cérebro das pessoas que conseguiram lutar mais pela sobrevivência, então a sobrevivência é vista na natureza como um bem e o cérebro, de alguma, forma acaba premiando isso. O nosso cérebro recebe todo o tipo de estímulo para trabalhar com a sobrevivência, para garantir a sobrevivência humana. E o que é a sobrevivência para o cérebro? Para o cérebro a melhor situação é, se ele busca a sobrevicência, o mínimo de desgaste possível e o máximo de energia acumulada. Quando você faz isso, quando você acumula energia, quando você guarda e não gasta energia, o cérebro vai te premiar praquilo. Por isso que os alimentos mais gordurosos e com mais carboidratos contém uma quantidade calórica e energética maior, eles produzem uma quantidade de prazer maior, porque é o seu cérebro trabalhando na função da sobrevivência, dizendo pro corpo, esse alimento é bom. Não necessariamente esse é o melhor alimento para o funcionamento do corpo, para a saúde, para essa voz interna não necessariamente o chocolate é o melhor alimento, às vezes vai precisar ser, mas nem sempre porque o cérebro pensa sempre no sentido de sobrevivência, mas o eu pensa no sentido de observação e de seguir a coisa mais certa praquela pessoa, então o cérebro vem estimulando olha coma chocolate eu vou te dar uma recompensa e internamente tem a voz dizendo “olha talvez esse não seja o melhor alimento agora”. E você vive constantemente este conflito, lindando e seguindo ora essa necessidade de sobrevivência, que aí ela vai se estender para outras atitudes como, por exemplo, dormir. A gente muito prazer em dormir porque essa é a função do cérebro de preservar energia, um outro ponto também, as relações sexuais. Então como o objetivo é sobrevivência, quando a gente trabalha por conta da espécie nesse sentido, da sobrevivência, o cérebro também nos dá um estímulo. Nós ficamos recebendo esse estímulo, a mente fica “vou seguir o eu do corpo, eu vou seguir as minhas vontades, eu vou seguir a opinião externa para não passar vergonha”. A mente ela tem que decidir em seguir essa voz do corpo, dessas necessidades, ou seguir a voz do coração. E a gente vive esse conflito, e se você não está escutando a voz do coração e está constantemente só atuando para trabalhar com a voz da mente e do corpo, você começa a gerar uma quantidade de conflitos. E aí nós voltamos mais uma vez a Patanjali, a gente sempre tem que falar dele quando fala de yoga, porque Patanjali identifica da onde vem, quando acontece essa má utilização da mente. Primeiro ele fala da ignorância, você desconhecer que você tem essa voz interna mais profunda, que você deve ouvi-la que você deve externa-la, que você deve realmente ir atrás da sua real natureza. Depois Patanjali fala em apego, o apego vem do desejo, vem do sentido, mostrando pra você que é um prazer e que vale a pena você repetir aquilo. Então o desejo pra mente é um prazer, o prazer é o reflexo de que você fez algo no sentido da preservação. Depois Patanjali fala da aversão, aversão é você sentir medo e não agir naquele sentido. Então é o medo que te afasta de uma atitude que muitas vezes a voz do coração está te enviado. Depois ele fala do medo da morte que aí vem em toda essa função do cérebro e do egoísmo, do egotismo. O ego muito grande impede a observação do eu, por uma questão óbvia, então ele não vai analisar a voz interna, vai seguir mais o que os outros estão pensando, vou parecer isso, vou parecer aquilo. Então, é justamente nesses conflitos que a gente vai tomando decisões erradas. Ou a gente vai não seguindo a voz do coração, indo instintivamente seguindo a voz da mente e isso vai gerando conflitos ou decisões erradas. Isso é uma coisa bem subjetiva que a gente falou, mas eu vou dar um exemplo bem prático disso pra que você entenda e observe que você está cometendo isso também muitas vezes na sua vida: Eu ando de moto em São Paulo, que é uma cidade bastante movimentada, todo mundo fala, e eu sei que moto é algo perigoso, mas eu tenho a minha velocidade, que eu me sinto seguro. Se eu estou entre os carros eu sei que uma determinada velocidade é boa pra mim, eu estou seguro, se acontecer algo eu vou conseguir evitar e quando eu ando assim eu estou muito bem. Quando começam a vir outros motorista atrás de mim, outros motociclistas e começa a buzinar, a pressionar, eu começo a acelerar mais. Eu começo a agir, não por conta do que é a minha observação, mas “o que eles vão pensar que eu tô andando devagar” ou “eu devia estar andando mais rápido, como eles”, começam a vir esses pensamentos que são bobos, mas que são primitivos porque eles buscam uma aceitação do grupo e aí eu não ajo de acordo com o que eu sei que é o mais correto pra mim, a medida que eu vou agindo com essas informações externas, que não é algo meu, que é algo externo, eu vou gerando essas incoerências internas que vão me gerando angústia, desconforto. Com isso eu tenho aquela pressão, eu estou agindo em cima da pressão a chance de eu errar é ainda maior.   Uma outra observação que também tem a ver com o que a gente tá falando sobre o coração, é porque o coração avisa, eu fico nervoso, então o meu coração acelera, então de fato eu estou saindo um pouco de mim, eu estou saindo da minha real voz, da minha observação profunda, interna, pra agir de acordo com o que outras pessoas acham que eu devo fazer que é correto, e não com o que eu sei que é o correto. O mais certo nessa situação é, no caso, eu ir para o lado, ficar tranquilo, deixar todo mundo passar, não me importar e não me afetar com a opinião dos outros porque eu sei o que é melhor pra mim, eu sei qual é a velocidade que eu posso e qual é a velocidade segura pra mim. Esse foi um exemplo simples, mas em diferentes pontos da nossa vida a gente acaba não seguindo a voz do coração por uma ignorância, por não ouvi-la por medo, medo da morte ou o que quer eu seja, ou medo do que o cérebro avisa, por um apego, então você tem muito prazer em uma determinada coisa e aquilo ali distorce a sua real vontade, você tem tanto prazer que a vontade toma conta do eu, ela não deixa a voz do eu vir à tona, o medo também, então internamente você sabe que tem de fazer alguma coisa, mas você é paralisado pelo medo. E, por fim, o egotismo, que é um ego muito grande, uma valorização muito grande pessoal, essa valorização conflita com a busca interna, com a busca da consciência. Pra deixar claro, essa função da preservação do cérebro ela não é errada e não é possível a gente viver constantemente fazendo todas as coisas da voz do coração, mas a gente tem que buscar essa voz com uma constância cada vez maior. Por que que não é possível? Porque muitas vezes a gente tem de fato que viver e agir pela sobrevivência, as vezes a gente vai ter que fazer algo que gere um conflito porque é necessário pra gente viver melhor ou para estabelecer um determinado relacionamento que você ache importante, mas esse conflito vai acontecer. A sobrevivência, o cérebro tendo uma funcionalidade de sobrevivência é essencial pra preservação da nossa espécie e pra nossa vida. Mas o tempo todo, esse é o ponto, se você está o tempo todo agindo pela sobrevivência, se você está o tempo todo agindo em relação a sua aparência, no que você vai pareceu para os outros, se você está o tempo todo em busca de prazer e não em busca de uma satisfação de uma realização a chance de você erra é bastante grande. Como o yoga se propõe a ajudar nesse processo? O yoga é um momento em que você tem paz, de observação. “Ah, mas eu tenho esse momento de paz quando eu tô correndo”, tem, de fato, é inegável que qualquer processo em que você fique sozinho ou que você repita algo durante muito tempo você vai começar a ter uma redução dessa agitação de emoções de pensamentos e vai começar a fazer uma observação mais interna. Agora, é inegável que isso é mais fácil com o corpo parado, então a gente viu que justamente o eu do corpo atrapalha, impede ou dificulta a observação do eu do coração. Então se o corpo está muito agitado ele dificulta essa auto observação, por isso a prática ela vai trabalhar bastante a estabilização do corpo pra gente criar, no corpo, um assento da mente, pra mente deixar vir à tona a voz do coração. Então é isso que o yoga se propõe e consegue realizar com suas mais diferentes técnicas, se você não conhece a prática eu sugiro que faça, eu vou deixar aqui o link de uma aula pra iniciantes, pra quem ainda nunca fez, é uma aula no YouTube que a gente tem e é uma das aulas que nós temos disponível nos planos do YogIN App, então essa aula é aberta pra você virem como funcionam as aulas, a qualidade das aulas e tudo o mais, e aí quem quiser, pode fazer no YouTube. Quem quiser mais aulas, aí conhece os planos do nosso site, mas temos playlist pra meditação e respiratórias para quem quiser praticar por podcast ou pelo nosso canal no YouTube, o YogIN TV. Eu me despeço por aqui, espero que tenha conseguido gerar uma reflexão, um despertar pra esse eu do coração e que durante essa semana você faça a sua observação e veja se de fato você está seguindo o eu do coração ou você vem seguindo vozes externas, situações externas, medo ou prazer, e está gerando um conflito interno. Quanto mais a gente segue a voz do coração, maior a nossa probabilidade de acerto.

cerebro bom exige
Dicas de Yoga | 1 jul 2020 | Daniel De Nardi

Cérebro Bom Exige, Cama Comida E Aprendizado – Podcast #02

Cérebro bom, Cama Comida e Aprendizado - Reflexões De Um YogIN Contemporâneo O que um Cérebro Bom exige? Este é o 2º episódio da série Reflexões de um YogIN Contemporâneo que traz interpretações de acontecimentos na visão de diferentes ensinamentos do Yoga. Neste podcast, fiz comentários sobre uma entrevista com a neurocientista Tara Swart que fala de comportamentos que ajudam a mente a tomar melhores decisões e funcionar melhor. Se você gostou das reflexões, isso já me faz sentir com a missão cumprida. Se quiser ajudar essa mensagem chegar a mais pessoas, vou ficar muito feliz se você avaliar esse podcast na Itunes ou no seu leitor de podcast do Android.   Abaixo os links citados no podcast Meu curso Yoga, Liberdade e Aprendizado que trata desse tema Entrevista lida no podcast  Meu curso sobre aprendizado que falei no início do podcast - Yoga, Liberdade e Aprendizado Curso online de Literatura do escritor Fábio Barreto Playlist de Meditação do YogIN App Se quiser aprender como acessar e assinar um podcast CLIQUE AQUI Transcrição do Podcast #02 - Cérebro Bom Exige   Cérebro bom exige cama, comida e aprendizado #02 Olá, meu nome é Daniel De Nardi e eu sou responsável pela parte de conteúdo do YogIN App eu venho trazendo pra vocês semanalmente neste podcast reflexões que entendam o mundo contemporâneo com uma vida agitada como nós temos, de que forma este mundo pode ser compreendido, pode ser ajudado por ensinamentos antigos, do que vou chamar de cultura sânscrita, que é a cultura que deixou registrada todos os seus insights na língua sânscrita que é uma língua antiga da Índia, traz o conhecimento do yoga para nosso os dias agitados e como esse tipo de conhecimento pode, de fato, nos ajudar a ter uma vida melhor. E essa, de fato, é a proposta do yoga, a proposta do yoga como uma “salvação”, digamos, nem tanto no sentido religioso, mas uma salvação de você livrar o sofrimento seja ele qual for. Este desconforto, tudo isso era a proposta inicial que desde Patanjali, primeiro professor a registrar os seus ensinamentos sobre yoga sempre houve essa busca pela libertação, para você ter de fato uma vida mais bem vivida, uma vida mais plena. Eu vou falar um pouquinho sobre o que aconteceu nos meus últimos tempos de estudos e trabalho pra você entender sobre o que a gente vai falar hoje que o assunto é o cérebro bom exige cama, comida e aprendizado. Na metade de 2015 decidi a construir junto com outros sócios o YogIN App e eu coloquei de fato toda a minha energia, e a minha capacidade para desenvolver o projeto porque eu acreditava bastante nele. Só que eu não sabia, não tinha uma dimensão do que era uma empresa de tecnologia, de fato a gente começou a montar mesmo sem querer, mesmo sem saber só. Era uma questão que a gente acreditava muito na mensagem do yoga a gente viu que era possível aumentar essa difusão desse ensinamento através da internet  e aí nos propomos a fazer esse projeto que foi um projeto bastante inovador desde o início como, por exemplo, ele trouxe aulas ao vivo, primeiro pelo hangout do YouTube, então toda a semana tinha aula, e hoje em dia a gente tem um sistema de transmissão da aula de forma interativa que no Brasil não existe, não existe em língua portuguesa alguma então foi um trabalho bastante diferente do que eu fazia. O nível de compreensão, de  aprendizado que eu precisei ter desde então foi bastante grande, teve de ser acelerado, uma empresa de tecnologia é uma empresa cara e não é simples vender na internet como as pessoa criam fantasias ou imaginam que seja que você vai montar uma coisinha e você já vai vender e ficar milionário, existe um oferta de conteúdo grátis na internet muito grande e muito qualificado, então pra você entregar algo que realmente tenha uma diferença que seja algo a mais que aquele conteúdo grátis ali, que faça uma diferença na vida das pessoas a ponto de elas querem pagar isso não é simples, como  por exemplo, você ligar a tevê e assistir o jornal nacional ou ver qualquer programa de tevê e você ir ao cinema que você se propor um gasto extra por que você vai ter uma experiência melhor de algo que realmente vale a pena pra você. Embora todo mundo venha com essa ideia, não é fácil vender na internet e o YogIN App teve uma necessidade de um desenvolvimento rápido de aprendizado e de desenvolvimento porque senão a gente não teria dinheiro suficiente para bancar o projeto. O YogIN App não teve investidores, ele foi desenvolvido com o nosso próprio capital, a gente se orgulha bastante disso, a gente não tinha tempo pra perder e tinha que sair atrás de aprendizado, e eu lembro que logo que eu comecei o trabalho no YogIN App eu tinha um certo receio de como eu ia mudar a minha assinatura no e-mail e isso era uma coisa que pra mim era algo que eu teria que parar e pensar, algo complexo, algo chato, algo que me incomodava a fazer porque era difícil era totalmente fora do meu trabalho. Como eu falei anteriormente, como eu comecei a desenvolver uma empresa de tecnologia eu tive que de fato mergulhar e aprender sobre isso e sobre tudo que envolve tecnologia, mesmo que alguns assuntos superficialmente como inteligência artificial, que eu tenho uma noção curta, mas não sou um estudioso, mas em outra áreas deu tive de me dedicar mais e estudar e aprender um pouco mais. Então, especialmente o ano de 2016 foi o ano, pra mim, que eu mais aprendi na minha vida. E eu aprendi sobre diversas áreas, desde a parte de literatura, eu me inscrevi num curso online pra escritores, o Conti, do escritor Fábio Barreto, quem tiver interesse vale a pena procurar, ele é um professor muito bom de literatura. Eu fiz curso de vídeos, eu fiz curso de inglês online, eu estudei muito durante esse ano de 2016 e praticamente todos os dias eu estuei algo sobre o yoga. Foi um anos que realmente cresceu muito a força do yoga, eu fiz uma revisão do yoga na minha vida tentando compreender outras visões e tentando o que de fato o yoga representava na minha vida, acabou me surpreendendo por que o yoga é muito mais daquilo que aparenta ou aquilo que é uma foto de um asana. O yoga busca uma natureza própria uma identidade totalmente pessoal, de a gente buscar a nossa verdadeira natureza e, de alguma forma trazer isso à tona ao mundo e isso é um aprendizado, é um caminho para a via toda a gente sempre tá presente externalizando a nossa real natureza é algo que o yoga se propõem a ajudar seus praticantes e é algo que pra mim faz sentido como busca pra todo mundo. Então se existe técnica pra isso, existe um estudo pra isso, vale a pensa a gente aprofundar, estudar e ler sobre isso, como eu disse no início do podcast vai nos ajudar a viver melhor, eu acho que não existe esforço mais bem empregado do que o esforço para uma vida melhor e é isso que de fato o yoga se propõe e pelo menos como experiência pessoal, ele conseguiu preencher. Então, o ano de 2016 muito aprendizado pra mim, e foi um ano que eu comecei a perceber que eu tinha facilidade de aprender assuntos diversos, e isso se deve ao fato dos meus pais terem me incentivado a estudar e praticar diferentes esportes e atividade, mas se deve pelo fato de eu ter começado a lecionar cedo eu comecei a dar aula de yoga aos dezoito anos, e quando você ensina você dá uma valor maior ao conhecimento porque você sabe que aquilo que você está aprendendo você pode ensinar para outras pessoas, então o conhecimento acaba tendo um valor duplo não só pra você, que você vai poder usar de alguma forma, mas pra passar para outras pessoas. Quando você é professor, seja de qualquer área, você tem que trabalhar a capacidade de aprender e de transmitir aquele conhecimento, então, quanto mais variado for aquele conhecimento mais fácil você aprende qualquer conhecimento. Voltando, quando você se limita a estudar profundamente uma única matéria, isso é interessante, é importante, se aquilo é a sua vocação se é o que você ama você realmente deve ir nessa linha, mas estudar áreas diferentes ajuda diferentes compreensões porque você vai criando associações diferentes, então, por exemplo você estudou literatura e depois você vai estudar você consegue fazer associações com isso, se você estudou história...então você vai fazendo associações que vão fazendo você compreender mais profundamente a área que está estudando naquele momento. E isso foi uma coisa sempre presente na minha vida eu sempre me interessei por assunto diversos e eu comecei a observar que eu deveria ajudar as pessoas nesse sentido, do aprendizado ou da transmissão do aprendizado, comecei a fazer anotações, insights, fui estudando e aprofundando discursos na área, também, e acabei montando um curso que no final do ano eu fiquei vinte dias com os meus pais foi um período bastante feliz pra mim e durante esses vinte dias eu consegui produzir e concretizar esse curso que eu comecei a desenvolver lá. E esse curso começa pelo aprendizado do yoga que foi a minha experiência mais forte, a mais presente no ano de 2016, uma revisão da minha forma de ver o yoga eu começo o curso mostrando a importância dessa busca pessoal para o aprendizado, o quanto você está conectado ou se conhece, vai ajudar ao aprendizado como um todo tirando no sentido de ir mais fundo no aprendizado quanto no sentido de aprender seja o que for, por que você vai estar mais conectado. Então esse assunto eu desenvolvo bastante no curso, vou deixar um link na descrição do podcast, quem tiver interesse pode clicar lá e ver. Eu falei desse curso porque nessa semana eu recebi uma reportagem de uma amiga minha, A Regiane, que sempre me traz conteúdos bastante relevante e eu parei pra ler e a entrevista tinha tudo a ver com o que eu tenha disponibilizado como curso na semana anterior ou há duas semanas, então como foi dois assuntos casados eu decidi hoje trazer essa entrevista pra vocês. Vou ler e comentar algumas partes e já trazer junto o assunto que tem tudo a ver com o assunto que eu acabei finalizando no final do ano. Bom, quem quiser eu vou deixar também o link da entrevista. Foi uma entrevista dada para a Folha de São Paulo por uma neurocientista chamada Tara Swart, e ela é especializada em liderança. A minha leitura de liderança ela não é tanto no sentido de você ser líder de uma empresa, ou de um tipo, mais a ver com uma liderança pessoal, quem de fato está comandando a sua vida. Você está sendo líder de você mesmo? Então, isso tem mito a ver com que o curso fala sobre a voz da consciência de você ouvir e de todo o sistema de aprendizado que o curso desenvolve. Esse tipo de liderança pra mim e para o yoga é a liderança mais verdadeira, quando a gente realmente tá comandando as nossas ações e não indo com o rebanho, fazendo as coisas porque é importante para as pessoas ou por uma pessoas específica ou por um desejo prazer ou por um medo, então você está realmente liderando as duas ações, pra mim isso é a grande definição de liderança, ela é especializado em liderança então ela vai ter essa visão mais empresarial, então ela começa falando que o início da formação em negócios vai passar por cursos que oferecem yoga meditação  ginastica comida saudável, segundo  a neurocientista Tara Swart. O primeiro ponto é que a ciência começou a chegar num ponto multidisciplinar de conexões sistêmicas, as coisas estão interligadas, que não é corpo e mente, que não é o cara é intelectual e sedentário, que você tem de ter para um bom funcionamento do corpo, você precisa de uma integração do todo, de  nada adianta você estimular o cérebro e deixar o seu corpo definhar, por outro lado de que adianta você só trabalha corpo se você não faz nenhum tipo de estímulo emocional ou cerebral, então o trabalho vem como um todo e isso foi descoberto pelos yôgins em todo o seu trabalho desde Patanjali, os nathas,  que é o segundo momentos do renascimento do yoga, que a gente pode começar ali pelo século VI d.C., eles trazem essa visão do corpo, que a ciência tá começando a aprender também. Então a neurocientista começa a trazer esse tipo de informação para as pesquisasse, então a Folha pergunta: - Como a neurociência pode ser útil na vida profissional? Tara Swart: - Quando você atua como um líder, se entender algumas questões chaves sobre o funcionamento do cérebro, conseguira tomar as melhores decisões e também extrair o melhor do cérebro da outras pessoas. Mas vamos pensar no nosso próprio comportamento, o quanto que as emoções e o cansaço afetam a nossa capacidade em decidir o que realmente a gente quer, então o yoga busca um estado em que a mente consegue ficar suficiente mente tranquila, para que a gente consiga ouvir a mais profunda voz, a mais verdadeira voz que é a voz que, segundo a cultura sânscrita, é a voz que vai tomar as decisões mais acertadas. Na cultura sânscrita o mais importante é a verdade, é você de fato estar conectado com essa voz da verdade, se você estiver lá você não vai errar por que você vai agir de forma verdadeira, de forma conectada com a sua essência. E o cansaço ou uma mente muito agitada, ela vai atrapalhar esse tipo de observação dessa voz interna. Ela fala no sentido mais físico de quanto o cansaço atrapalha o funcionamento do cérebro, mas aqui a gente tá falando não só do cérebro, mas também da consciência. A gente vai falar do cérebro, mas de uma consciência por trás que é o eu, o Purusha. E aí a Folha pergunta: - Como seria a escola de negócios perfeita no ponto de vista da neurociência? Tara Swart: - Quando você ensina, neurociência, precisa sentar com os alunos para aprender da melhor forma possível. Neurociência tem muito a ver com mudar o comportamento e conhecer as coisas novas. Vou dar a minha explicação, o comportamento ou a forma como a gente age e aprende também fisicamente está relacionado a nossa forma mental de aprender, o processo é o mesmo. Nos dois casos você precisa gerar um tipo de incômodo para que aja transformação. Quem quer desenvolver força no músculo ou alongamento, sabe que se ficar sempre na zona de conforto não vai mudar. O músculo muda quando você tira ele da zona de conforto e aí começa a gerar um estresse, que é o estresse que causa a mudança, o que acontece é eu você vai mudando o tipo de comportamento. E o comportamento, nesse caso do músculo, mas se você muda o tipo de comportamento mental ele vai facilitar o aprendizado. Quando você aprende várias áreas você está treinando uma mudança do comportamento natural que seria o comportamento de aprender só uma coisa ou poucas coisas. Daí ela continua a resposta: - Fazer exercícios pela manhã, antes do início das aulas deve ser incluído no programa porque assim os alunos vão faze-lo. Em dias que você se exercita, há uma chance maior de você ser mais produtivo por que o cérebro fica mais oxigenado, lembra mais coisas, aprende melhor e pensa de forma mais criativa, também há outros aspectos: a comida que consome, a agua que bebe, se toma café ou álcool a noite, tudo isso afeta o cérebro, então é preciso dar os melhores conselhos, mas também ajudar os alunos a ter acesso a isso. Precisa disponibilizar, ter comida saudável, ter água, muita água na sala de aula, por exemplo. Um outro nicho da neurociência que atua hoje nos modos de acalmar a mente e ajudar a focar no que realmente importa. Então, no fim do dia, no curso do MIT temos um guia que dá uma aula para acalmar a mente, também tem esteiras para que o aluno faça os exercícios, isso ajuda no que chamamos de aprendizado espacial. É uma técnica na qual você aprende alguma coisa, para e vai aprender outra completamente diferente, como correr. Pequenas coisas, como isso, estimulam o seu cérebro a aprender mais do que se você só ficar sentado ouvindo o professor falar. Bom, mais uma vez a questão. Primeiro essa coisa sistêmica que é o trabalho como um todo, então você exercitar o físico ajuda a parte cerebral. E outro é o que ela fala da importância de você aquietar a mente para que o corpo também se estabilize, para que a mente possa decidir de forma mais correta, ela precisa estra mais calma. “Um outro nicho da neurociência que atua hoje nos modos de acalmar a mente e ajudar a focar no que realmente importa”, então como eu falei, se você está com a mente mais tranquila, você começa a identificar o que é mais importante pra você e você vai tomar as decisões mais acertadas, se você tomar a decisão em função de agitação, ansiedade e turbulência você tem mais chance de errar. Mais uma pergunta: - É possível ensinar o cérebro a liderar? Tara Swart: - Pessoas tem habilidades naturais, mas há duas opções: ou ficar nessas habilidades que possui ou aprender novos hábitos e comportamentos, sabemos hoje que o cérebro tem plasticidade e habilidade de mudar, não podemos exagerar dizer que todo mundo vai virar um líder, mas a maior parte das pessoas pode mudar e atuar no comando e fazer coisas que acham não podem fazer. Um caminho é aprender novas línguas ou um instrumentos musical, por que isso ajudar o cérebro a ficar flexível, o que permite pensar menos, solucionar problemas de maneiras diferentes e ser mais criativo. Sensacional essa resposta, porque ela fala aquilo que eu trabalho no meu curso, da importância de você desenvolver habilidades que aparentemente você não faria ou que você não se vê fazendo, você acha que não consegue fazer, mas que sabe que são importantes pra você, que gostaria de fazer. Por exemplo, tocar um instrumento ou falar uma língua que ninguém conhece ou que pouca gente fala, são habilidades interessantes de desenvolver e elas vão “remodulando” o nosso cérebro, porque o nosso cérebro é formado por neurônios, como todo mundo sabe, e esses neurônios ele vão se associando um ao outro criando caminhos de comandos cerebrais, quando você aprende novas habilidades você vai criando novos caminhos , então o cérebro de fato fisicamente ele vai se mudando, ele tem uma capacidade de plasticidade como qualquer outro músculo, de se modificar e essa modificação tem muito a ver com o tipo de estimulo que você vai dando para o cérebro. Se você vai estimulando o seu cérebro a diferentes habilidades, você vai desenvolvendo áreas que já estavam ali mas estavam adormecidas, mas você acordou por novos estímulos. No início não vai ser fácil, vai gerar um incômodo, um estresse, mas imagina isso, o quanto do seu cérebro tá dormindo e você pode acordar com coisas simples como fazer uma atividade que você não faz, estudar algo que você não estudaria, fazer um tipo de treinamento de meditação e ir evoluindo nisso para você treinar a concentração, a expansão da concentração, tudo isso você pode fazer. E por fim, a última pergunta dele é como melhorar o rendimento do cérebro. Tara Swart: - É preciso começar com parte física dele, primeiro ele precisa descansar com sete a nove horas de sono por noite. Se não fizer isso, terá um QI menor no dia seguinte, é preciso dar mis nutrientes para p cérebro, o que significa consumir uma comida mais saudável, mais alimentos como abacate, salmão, ovos, óleo de castanha de côco, chá verde e beber mais água. Mantenha o corpo mais hidratado e o cérebro oxigenado através de exercício, não precisa ser nada pesado, só não pode ficar sentado o dia todo é preciso ser ativo, se você não tiver tempo apenas medite e respire melhor, isso já ajuda a oxigenar o cérebro. Por último, é preciso levar um pouco de simplicidade para a rotina, ser um líder exige muito do tempo, então, se não se organiza o cérebro vai perder tempo com questões menos importantes como escolher qual roupa escolher para vestir no outro dia de manhã. Muito bom, ela coloca essa importância, não precisa ser alguma coisa exagerada. Eu já treinei exageradamente há uns anos e eu sei que quando você treinar muito deixa o seu cérebro lento e difícil por que você coloca uma energia tamanha pro físico que aquilo dificulta a sua capacidade intelectual por conta do cansaço. A gente pensa pior cansado, e quando você faz uma atividade que pode ser asana ou pranayama, como ela mesma falou, mas pode ser outra atividade também, você precisa regular essa atividade para que ela te traga energia e não você ficar extremante cansado. Você pode fazer isso se o seu objetivo é um desenvolvimento corporal “ok”, mas se o seu objetivo é um desenvolvimento mais completo, como ela tá falando aqui, é interessante esse trabalho de exercício física não ser desgastante, mas ele é essencial para te dar um gás pra te dar um up. Então isso ajuda a gente a pensar melhor, a tomar melhores decisões e fazer essa busca essa investigação dessa natureza interna. Então eu fico aqui, quem quiser ler a reportagem completa acessa o link abaixo e quem quiser saber do meu curso também no link abaixo. Uma boa semana a todos e nos vemos semana que vem em outro podcast.

liberdade disruptiva
Filosofia do Yoga | 1 jul 2020 | Daniel De Nardi

Liberdade Disruptiva – Podcast #16

Liberdade Disruptiva - Reflexões de um YogIN Contemporâneo. O episódio de hoje falará de tecnologias disruptivas e a constante busca pela liberdade expressa desde os pri.meiros textos que falam de Yoga. Como tudo isso vai se encontrar você acompanha no podcast - Liberdade Disruptiva. https://soundcloud.com/yogin-cast/liberdade-desruptiva-podcast-16   Links   https://yoginapp.com/podcast-07-etica-protestante-e-o-espirito-tantrico/   Independência do Judiciário  O Sistema Judicial Hindupor P. B. Mukharji, juiz na Corte Suprema de Calcutta, Referência bibliográfica: THE RAMAKRISHNA MISSION INSTITUTE OF CULTURE. The Cultural Heritage of India. Calcutta, 1970. 5 v. (Inglês) (Vol 2, cap. 26, pág 434 a 439) \"A independência do judiciário era uma das características mais destacadas do sistema judicial hindu. Mesmo nos dias da monarquia hindu, a administração de justiça sempre se manteve separada do Executivo. Era uma regra independente tanto na forma quanto no espírito. O sistema judicial hindu foi o primeiro a perceber e reconhecer a importância da separação do judiciário do executivo, e deu a esse princípio fundamental uma definição e formulação prática. O caso de “Anathapindika contra Jeta”, relatado no Vinaya-Pitaka, é uma brilhante ilustração deste princípio. Nesse processo, um príncipe e um cidadão comum submetem seu caso à corte de justiça, e a corte decidiu contra o príncipe. O príncipe aceitou tal decisão como uma questão de competência à qual ele estava sujeito. A evolução do princípio de separação do judiciário em relação ao executivo foi em grande medida resultado da concepção hindu de que a lei se aplica também ao soberano. A lei, na jurisprudência hindu estava acima do soberano. Ela era o dharma.\"   Tripitaka e a distribuição do poder da informação sobre Budha. https://t.co/IjySW0RFEH — Daniel De Nardi (@danieldenardi) May 8, 2017 Trilha Sonora da série - Reflexões de um YogIN Contemporâneo   Artigo da Harvard Business Review sobre Blockchains A verdade sobre os Block Chains - Harvard Business Review - Abril de 2017. https://t.co/BwuAT9Ywie — Daniel De Nardi (@danieldenardi) May 8, 2017   The Truth About Blockchain Conheça o Blog do YogIN App Transcrição do Podcast - Liberdade Disruptiva Olá, o meu nome é Daniel De Nardi e está começando o 16º episódio de “Reflexões de um YogIN Contemporâneo”, um podcast semanal a respeito de assuntos contemporâneos com uma visão voltada para a inteligência da cultura indiana, desde os seus princípios até o dia de hoje. A nossa ideia é sempre fazer uma análise com algum tipo de conteúdo relacionado ao yoga, com a cultura sânscrita, com o hinduísmo, de alguma forma relacionar os assuntos cotidianos com essas filosofias. E hoje o nome do podcast é Liberdade Disruptiva. Como eu disse no episódio anterior é importante sempre a gente dar o conceito. Parte da filosofia é explicar conceitos, deixá-los mais inteligíveis a todas as pessoas. Disruptiva é uma palavra usada bastante no ramo da tecnologia, mas nem todo mundo sabe o que é, mas significa quebrar comportamentos padrões. Hoje se fala muito sobre tecnologia disruptiva, que é o caso do Uber. Existe uma forma de pegar transporte público, especialmente taxi, e a tecnologia do Uber, através do aplicativo e a conciliação de todos os sistemas dos carros, foi diruptiva, quebrou um padrão de mercado para se pegar um taxi. E a liberdade é o tema central do yoga desde os seus primórdios, o próprio yoga sutra de Patanjali(..) as pessoas falam que a meta do yoga é o Samádi, ele é o estado que propicia a kaivalya, que é a liberdade, a libertação. Que liberdade é essa que o yôgin busca e que está escrita no Yoga Sutra de Patanjali? É a liberdade para fazer o que ele bem entende, acordar tarde e gastar o que não tem, fazer tudo o que ele sempre quis? Não, é a liberdade de você conseguir expressar a sua real natureza. A liberdade que o yoga busca é que sem nenhum impedimento você consiga expressar o que tiver de verdadeiro. A busca pela verdade de cada um é parte do yoga e isso é considerado um estado de liberdade, de libertação (kaivalya). Inclusive o Yoga Sutra é dividido em quatro blocos ou capítulos e o último é tratando de kaivalya, da liberdade e o Samádi é o estado que irá ajudar nessa busca pela libertação proposta por Patanjali. Então o podcast chama Liberdade Disruptiva e ele irá abordar tanto da parte filosófica da liberdade quanto o que estiver relacionado a tecnologia, então nós temos o podcast 7 que fala sobre o tantra e que mostra o movimento tântrico como um movimento de busca e liberdade e, depois deu origem ao Hatha Yoga, o yoga de alguma forma sempre esteve relacionado com assuntos de liberdade, em diferentes maneira de expressar a liberdade. Isso e a própria proposta do yoga é de liberdade como vimos na palavra kaivalya que é descrita como objetivo último do yoga. Pra gente começar a nossa análise, vamos começar a entender dois momentos dos primeiros textos a ser compostos na Índia, que são os Vedas. Há dois momentos dos Vedas que são os primeiros livros que começam a compilar a sabedoria indiana, os debates e tudo que havia de inteligência naquela região e pode-se datar o início do primeiro veda, que é o Rigveda, em 3400 a.C., então temos escrituras com mais de 5000 de existência. Essas escrituras começam a ser construídas e passa a ter dois momentos, o primeiro, chamado de Karma kanda e o segundo momento chamado de Brahma kanda. E aí, a gente vai ver o início dessa busca de liberdade. O Karma kanda é a primeira parte dos vedas e é muito relacionado, ele tem muitas descrições de rituais que era muito presente e se valorizava muito a capacidade do próprio Brahma de conduzir os rituais, de ele ser uma espécie de elo entre o que se buscava e a forma como se busca. O Brahma, o sacerdote, tinha um poder muito forte e todos os primeiros vedas sãos escritos neste formato, com grande poder para os brâmanes e uma grande valorização dos rituais. O segundo momento que é chamado Brahma kanda, que é do final da construção do Rigveda e começo da construção das primeiras Upanishads, tem uma diferenciação com o que acontecia Karma kanda. Então vamos entender a política da Índia para saber o que dá fato significa a mudança de um momento para outro. No primeiro momento, os brâmanes, que são detentores do conhecimento e dos textos antigos, era pastore, então havia uma troca que existia da seguinte forma: eles chegavam em determinado local e faiam uma troca com a pessoa local, essa troca consistia em poder deixar o gado pastando e em troca eles faziam rituais que davam avalia de que a região pertencia a pessoa ou ao grupo de pessoas com quem estava mantendo contato. Então, a propriedade privada era determinada pelo próprio brâmane detentor desses rituais, que era a validação da propriedade privada. Como os brâmanes estavam num posto em que eles determinavam de quem era as propriedades, os rituais demoravam, as vezes mais de três anos, mas após o ritual o proprietário poderia ter a certeza de que determinada terra pertencia a ele. Só que com o tempo a sociedade indiana passou a se organizar e a criar regras que não necessitassem do poder dos brâmanes, houve um questionamento, quando se começa a construir as primeiras Upanishads, por volta de 1900 a.C. E isso começou a ir para todas as esferas, inclusive na política, existem textos que mostram que nessa época houve um julgamento ocorrido por meio de uma denúncia feita por um indivíduo contra um rei ou um príncipe (vou deixar o trecho deste julgamento que aparece nas escrituras indianas) que assumiu o erro. Isso ocorre nesse momento em começou a se questionar o poder dos brâmanes e o indivíduo comum passa a ter mais poder. Então vem a diferença entre Karma kanda, o primeiro momento da sabedoria hindu, e Brahma kanda, o primeiro é mais fortalecido nos rituais e o Brahma kanda traz o poder para o indivíduo. As Upanishads começas a deixar claro que o conhecimento dos vedas é importante, mas que o maior conhecimento de todos é o que está´ no nosso coração. Então tira o poder que as escrituras tinham e levam para o indivíduo, para o poder que cada um possui independentemente de um ritual ou de um a situação específica. Tudo dentro das organizações da sociedade tem a ver com convenção, como no primeiro momento em que o brâmane designava de quem era a propriedade, isso era uma convenção. Com o tempo, as pessoas começaram a ver que poderiam ter outras convenções como regras escritas que quem as cumprisse teria mérito, então começou a se estabelecer um código civil que mantem uma autonomia entre judiciário e executivo. Quem estuda direito, vê o romano como o primeiro povo a distinguir o judiciário do executivo, mas isso aconteceu na Índia há muito tempo antes. Só que antes eles acreditavam nos rituais, na força evocada pelos brâmanes, e quando eles passam a não acreditar mais isso passa-se a se formar o Estado que é uma instituição que aparece para cuidar para que as regras fossem cumpridas e respeitadas. O que acabou acontecendo não só na Índia como no mundo todo (porque essa estrutura de estado acabou sendo muito parecida em várias partes do mundo, estabelece-se determinadas regras e alguém precisava controlar isso de maneira isenta, mas como sabemos o ser humano não é um ser isento em nada que ele faz) o estado ganhou um poder tamanho e começou a prejudicar e interferir na vida da pessoa, então esse trabalho que era feito pelo brâmanes  agora pelo Estado começou a diminuir a liberdade de cada indivíduo, porque a partir do momento em que o Estado tem muito poder ele pode controlar o indivíduo pela sua própria vontade. O grande problema é que o estado que foi criado para observar o que está certo passa a interferir e prejudicar a vida de todos. Como o Estado pode fazer isso de fato? Digamos que um país tenha determinado dinheiro e que todos tenham trabalhado para a produção dele, o Estado que foi criado para cuidar desse dinheiro, de repente imprime mais dinheiro e, quando isso acontece, ele fica com mais dinheiro enquanto o que era da sociedade se dilui, acaba valendo mesmo. Quando se imprime mais dinheiro ele perde o valor por uma óbvia matemática. Então essa é uma das formas que o Estado prejudica, além disso ele coloca mais dinheiro no mercado, o que aumenta a inflação. O Estado começou a controlar algo, a exercer um papel na sociedade que hoje em dia chega ao limite de estar insuportável, as pessoas não aguentam mais o poder que um político tem na mão de com uma caneta acabar como seu trabalho ou tirar dinheiro diretamente de você como o caso eu que citei. Isso está chegando em um ponto que está insustentável, e o que a gente consegue vislumbrar para um primeiro momento é que se a gente diminuir a interferência do Estado na nossa vida será melhor para cada um, porque podemos tomar decisões de acordo com a nossa vontade e aí a gente volta de alguma forma a Patanjali, a gente está mis livre, a gente pode agir de forma mais livre e não tendo que se submeter a regras impostas pelo Estado. Tudo o que a gente vai estabelecendo dentro do Estado tem a ver com convenção, até mesmo a data de hoje, você acha que hoje é que dia? Não sei que dia você está lendo isto, mas digamos que seja dia 15 de maio, só que você quer que hoje seja dia 18 de maio. Isso pode acontecer? Pode, se você conseguir a convencer todas as pessoas que de fato é melhor ou o correto é o dia que você quer e elas acreditarem a mudança acaba acontecendo porque essas questões das regras são convenções que se estabelecem em determinados momentos e passa a ser validado como verdade, então muitas vezes a gente pensa nisso de uma forma muito concreta, mas é totalmente abstrato, pessoas que tiveram uma ideia e aplicaram, muitas vezes ele fazem coisas erradas, mas tudo é questão de convenção, como atualmente que para que uma lei passe a entrar em vigor ela deve passar pela Câmara, do Senado, for sancionada pelo presidente. É uma convenção que todos aceitam e passa a ser tido como verdade. A mudanças das convenções vai transformando a forma como o mundo se comporta, está começando agora a um movimento pra tirar esse poder todo de regulamento e transferir para os indivíduos e isso se dará especialmente por uma mudança de convenção. Quando Buda morreu, a primeira ação de um dos discípulos mais próximos dele foi de analisar qual eram os principais ensinamentos de Buda, eles estabeleceram quais era e a partir daí criaram hinos, cantavam e repetiam para que a ideia central fosse preservada. Se acreditava que a repetição levaria ao aprendizado e manteria a palavra de Buda viva, mesmo quando o grupo de discípulos estava apartado, a mensagem principal deveria estar presente e quando eles se encontravam ajustavam possíveis modificações. O que acontecia era que a responsabilidade de se manter a ideia de Buda foi espalhado por vários de seus discípulos e demorou de 200 a 300 para que o primeiro livro com os ensinamentos fossem reunidos e escritos, o primeiro momento da mensagem de Buda é totalmente oral, apenas posteriormente passa a ser construído e compilado em um livro bastante conhecido na cultura budista chamado Tripitaka, criado a partir das convenções dos discípulos em cima do pensamento de Buda. Uso esse exemplo porque essa questão de dissipar a responsabilidade é a convenção que está mais se mudando no mundo. E começa a partir de 2008 com uma tecnologia chamada Blockchain, para falar sobre teremos de dar um passo pra trás e a gente vai ter que entender um pouco melhor como se formou a internet e como esta ferramenta pode ajudar na maneira nos comportamos, trabalhamos e nos relacionamos, quantos anos pra frente eu não sei, tudo vai depender de um momento de convenção, mas adotar o Blockchain não é tão simples quanto o Uber e ele não é uma tecnologia disruptiva, mas de base. Então para entender o que é uma tecnologia de base eu vou tentar se o mais simples possível e eu acredito que eu m não sabe vai conseguir entender. A internet surgiu a partir de experimentos do exército americano para transmitir uma determinada informação gráfica, com palavras, de um ponto para o outro, muito próximo do que era o telefone, só que mais sofisticado por que o número de dados enviados poderia ser maior. A partir do momento em que conseguiu se estabelecer o envio de mensagens as próprias empresa começaram a criar estruturas de redes internas para que esse tipo de mensagem começasse a circular dentro delas.  Então havia um investimento financeiro para que o desenvolvimento das redes acontecessem de maneira rápida, porque haveria um aumento de produtividade com elas. A partir daí, houve o protocolo to TCP IP, que é o que muda completamente a estrutura de rede inicial. Esse primeiro protocolo determina que certos códigos não fossem enviado diretamente destinatário, eles iriam para uma rede não controlada por ninguém e qualquer pessoa tendo a permissão para acessar a informação exatamente como ela foi enviada, não existe mais um ser controlador que controla as informações como acontecia no telefone (que para ter uma ligação realizada precisava da ajuda de uma telefonista estatal), hoje não ocorre isso porque a internet é livre, então você manda a informação para o espaço e o computador que tiver permissão poderá ler a mensagem. A internet abriu o fluxo de informações, a gente começou a ter fluxo de informações rápidas e fáceis, mas ainda existe algumas coisas que tem um intermediário, como por exemplo, os contratos que são intermediados pelo governo.  O blockchain vai quebrar isso. De que forma? Você já usou Google Drive dou Dropbox, esses sistemas de rede? Eles funcionam da seguinte forma: um determinado arquivo de Word ou Excel que é salvo na nuvem e compartilhado com outras pessoas, se elas tiverem acesso ao arquivo ele poderá ser editado que se atualizará para todos que acessarem. Esse sistema dissipa a informação, assim como o blockchain, só que em relação aos contratos. O blockchain é uma espécie de Google Drive só que fica hospedado e você estabelece com alguém algum tipo de contrato que ficará numa espécie de nuvem que é um sistema inteiramente criptografado, nunca foi burlado, então não tem como sofrer invasões. Então digamos que nós dois façamos um contrato, podemos fazer o acordo via blockchain, ele será espalhado por toda a internet, reconhecerá as nossas assinaturas e poderá ser editado desde que haja a assinatura de ambos. Isso já está sendo feito em alguns escritórios de advocacia, dentro d algumas empresas que usam internamente, como no início da internet. Hoje esse sistema já existe, porém de maneira interna, quando ganhar a massa e se transformar numa convenção(...) claro que isso vai mudar, e é preciso ter cuidado com as mudanças e o meu objetivo com este podcast é dar um pouco mais de lucidez no sentido de assuntos, se você não tiver informação nenhuma, não vai conseguir nem decidir o que e melhor e quanto mais a gente tiver o debate aberto e as pessoas sendo esclarecidas sobre o assunto,  será melhor porque terá uma participação maior da sociedade opinando sobre ele. Todos assuntos relacionados a tecnologia não tem como serem evitados, não há como impedir o avanço de escolhas genéticas ou a robótica, inteligência artificial...não tem como. O que a gente pode fazer é se munir de informações e cobrar dos governantes porque a gente entende, tem uma opinião formado sobre assuntos. Então a tecnologia não é mais coisa de nerd, e é comportamento e certamente após o Blockchain isso vai ficar muito maior. Fala-se em décadas de implementação, para você não se assustar, mas estas previsões relacionadas à tecnologia ninguém consegue acertar. Um exemplo disso é a bitcoin, que é uma moeda independente que não tem governo controlando, inclusive o Blockchain foi criado pela Bitcoin, para validar as transações desta moeda e toda a vez que há um momento de turbulência, uma possível guerra, a saída do Brexit o valor da bitcoin aumenta no mercado. Se estourar alguma guerra talvez as pessoas migrem para a tecnologia, porque é um sistema autônomo, não depende de governo. Aparentemente é um lugar livre e ele será se cada vez mais a gente conseguir construir opinião e informação para gerar convenções mais convenientes para nós e não deixar na mão de quem souber de tecnologia que vão decidir o que é convenção para todo mundo. Então a gente tem uma massa crítica para opinar como, por exemplo, neste caso do Blockchain é fundamental para que o poder seja dissolvido no momento de uma decisão que afeta a todos. O Blockchain está nesse primeiro momento, de acesso interno pelas empresas, e o segundo momento será como aconteceu com a Internet, porque quando a internet se tronou popular ela já tinha uma estrutura interna nas empresas. O Que está acontecendo agora é que as pessoas estão aprendendo e se habituando a esses contratos internos e o próximo passo vai ser a diminuição drástica da interferência do governo em todo e qualquer contrato, seja de compra e venda, seja de trabalho. Uma das coisas que se consegue no Blockchain é usar linguagem de programação, então você vai começar a programar um tipo de empresa em que você não vai precisar absolutamente de ninguém porque tudo será programado e automatizado. Aí você me diz:” que horror, você não vai ter mais contato com ninguém no mundo?” Não, muito pelo contrário, você vai conseguir automatizar uma forma que precisa de pessoas, hoje se você precisa de pessoas há a burocracia do governo. A partir do momento em que você tem um sistema automática de contrato direto para determinados acordos de trabalho, haverá mais liberdade para se fazer o que se bem entender, não vai depender do governo aceitar as regras estabelecidas entre as duas partes, fora que o custo irá baixar bastante. Até a questão da propriedade provada, quem garante é o Estado, mas a partir do momento em que a gente tiver um sistema como o Blockchain muito firme por que eu vou precisar dizer para o estado detalhes da transação de venda do meu apartamento se interessa apenas ao comprador? A informação já estará na nuvem, todos saberão que eu negociei com a pessoa, terá a minha assinatura, então não haverá a necessidade de um intermediário, livremente se poderá negociar com quem quiser, não precisa pagar por isso e terá segurança até maior, ninguém poderá tomar a sua propriedade porque o contrato estará lá, na nuvem no Google Drive bem seguro independentemente do governo ou do país, assim como hoje é muito difícil bloquear a internet, se você tem o espaço que as pessoas podem inserir informações, ninguém pode controlar  isso. A partir do momento em que a gente tiver um espaço em que os acordos entre as pessoas são válidos dentro de um espaço virtual, a gente vai precisar bem mesmo do governo, as coisas serão muito mais azeitadas e a gente vai acabar tendo muito mais liberdade. A música de hoje é Sagração da Primavera, uma obra de Stravinsky, um compositor russo que h=chegou na França ou menos na década de 20 e causou uma grande revolução, inclusive a primeira apresentação desta música é considerada como um momento marcante em Paris, da década de 20, um momento em que reuniu praticamente todos os intelectuais, o pessoal de literatura dizem que tanto Proust quanto James Joyce estavam no mesmo ambiente. Foi um momento em que as pessoas se revoltara é uma música difícil, que incomoda. Uma música difícil, mas altamente disruptiva.

Melhor Horário para praticar Yoga
Podcast de Yoga | 1 jul 2020 | Equipe YogIN App

Qual melhor horário para praticar Yoga?

Entenda o melhor momento do dia para praticar Yoga. O melhor horário para praticar Yoga é de manhã e no final de tarde. É importante saber que uma prática feita pela manhã deve ser diferente de uma prática feita a noite. Você terá que testar em você qual o melhor horário para praticar Yoga. Uma prática feita pela manhã pode ser mais ativa com posturas mais energizantes. Por exemplo, flexões da coluna para trás são posturas expansivas que podem ser colocadas à vontade em uma prática matinal. A Saudação ao Sol, conhecida no Yoga por Surya Namaskar, aquece o corpo e também pode ser uma excelente prática matinal, especialmente se você puder ver o sol nascendo e fazer a sequência neste momento mágico do dia. Também sugerimos que pela manhã, você execute torções estimulam o funcionamento dos órgãos da cavidade abdominal. Pode-se também praticar udhyana bandha para estimular o fogo digestivo, agni, e ajudar na desintoxicação do corpo; As Melhores Práticas de Yoga para à noite Se você praticar ao final de tarde ou à noite insira posturas para alongar as costas e relaxar ombros e pescoço. Posturas de equilíbrio trazem enraizamento, aumentando a concentração o que pode ajudar no sono. Posturas para frente acalmam e relaxam e devem ser colocadas em uma prática noturna ou quando quer desacelerar.   SE PREFERIR, PODE OUVIR ESSE TEXTO CLICANDO NA IMAGEM ABAIXO   Invertidas Se for pratica de noite o ideal é buscar aquietamento. Evite \"mantras\" batendo palmas. Diminua as retroflexões (movimentos da coluna para trás) e evite invertidas intensas e longas. Procre ficar mais tempo nas posturas, acalmando a respiração também é indicado. Sempre termine a prática de asanas em savasana, postura deitada para relaxamento, não importando o horário em que ela foi feita.   [caption id=\"attachment_100219\" align=\"aligncenter\" width=\"573\"] Qual Melhor Horário para praticar Yoga? Você terá que testar em você mesma. A frase em ingês desta imagem diz \"minha melhor postura é a posição de relaxamento (shavasana).\"[/caption] Brahma Muhurta Existe um período chamado Brahma muhurta, ou horário de Brahma, que consiste no período (muhurta) 1 hora e 36 minutos (96 minutos = 2 muhurtas) antes do nascer do sol. Por exemplo, se o Sol nascer às 6 da manhã, o período de Brahma muhurta é 4:24. Esse horário de Brahma, horário do Criador, é o horário mais auspicioso para prática de yoga e meditação. O Brahma Muhurta é seguido em mosteiros de Yoga que são chamados de ashrans. A ideia do Brahma Muhurta é captar a energia dos primeiros raios solares. Praticar Meditação olhando para o Sol só é possível nos primeiros raios da manhã.   Os horários dos doshas Para o Ayurveda, medicina vedica, nós temos três doshas que constituem nosso físico: Vata (ar e éter), Pitta (fogo e água) e Kapha (terra e água). Durante o dia, esses elementos aumentam e diminuem no nosso corpo. Do nascer do Sol até 10h da manhã é o período de Kapha; das 10:00 às 14:00 é o período de Pitta; das 14:00 até 18:00 é o período de Vata. No final do dia esse ciclo segue a mesma ordem, das 18h às 22h é o período de Kapha, das 22h às 2h da madrugada período de Pitta, e das 2:00 às 6:00 período de Vata. Dessa forma, o Brahma Muhurta acontece durante o período de Vata. Para saber mais sobre a relação dos Doshas com a prática de Yoga, ouça a entrevista com a Professora Giselle Correa   https://yoginapp.com/o-yoga-e-os-doshas-podcast-49/   Pratique quando quiser e Onde Estiver O mais importante é praticar, a hora que der. Nem que sejam nossas aulas de 15 minutos da plataforma. Temos aulas de diferentes objetivos e com tempos que podem ser escolhidos por você no filtro das Aulas. Em aulas que vão de 5 a 60 minutos, você poderá alongar, espreguiçar, respirar, meditar e começar o dia com afirmações positivas. Tempo não é desculpa para não praticar com o YogIN App, pois você faz de casa e a hora que melhor se encaixar no seu dia. CLIQUE AQUI PARA CONHECER NOSSAS ASSINATURAS new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

mantras
Filosofia do Yoga | 1 jul 2020 | Equipe YogIN App

Mantra, Bhajans e Kirtans

Entendendo o significado: Mantra, Bhajans e Kirtans! O mantra é uma prática milenar na Índia e posssui ínumera variações de entonação ou de objetivos. Para ouvir a explicação sobre Mantra, Bhajans e Kirtans CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO     Mantras nos Vedas Costumamos chamar todos os cânticos hindus como mantras, porém nem todos são realmente mantras. Mantras são os versos dos Vedas. Vedas são as escrituras mais antigas do hinduísmo e também um dos conjunto de escrituras sagradas mais antigas do mundo, milhares de anos antes de Cristo e até mesmo de Buda. Como são parte dos Vedas, eles têm uma estrutura muito rígida, pois não se busca a musicalidade, mas a transmissão de uma informação, de um ensinamento. Eles carregam instruções específicas para o autoconhecimento, rituais, entre outros elementos, que devem ser decifradas com o auxílio de um professor e da tradição de ensinamento.     Ouça também via Spotify ou Soundcloud.       A palavra mantra pode ser traduzida como liberação da mente. Divindo-se man e tra, temos: man de manas, mente e tra de liberação. Então não existem mantras em português? Depende, do conceito tradicional hindu não, mas se considerarmos mantra como um som que envolve uma vibração sim. Acontece que neste princípio toda palavra é um mantra. Na nossa vida diária nós usamos palavras para fazer tudo que precisamos e para obter tudo que precisamos. Cada mantra ou palavra é um padrão sonoro que sugere para mente o seu significado inerente e a mente responde imediatamente. Cuidado com as palavras que você mais usa, minha mãe sempre dizia que a boca fala do que o coração está cheio. Através das suas palavras você pode mudar sua vibração e vice versa. Mas cantando os mantras em sânscrito, considera-se que a vocalização tem mais poder. A língua sânscrita é considerada uma língua revelada, portanto sagrada, assim como o aramaico, o hebraico ou o latim o são para a religião judaico-cristã. Como língua, o sânscrito tem a virtude de conseguir comunicar nuanças de significados muito sutis, e sua vibração sonora produz efeitos não somente na mente mas também, por ressonância, nos corpos energético e material. De acordo com o Ramana Maharshi, a repetição de mantras, com a atenção direcionada para a fonte do som, envolve a mente completamente. A fonte não são as cordas vocais sozinhas, mas também a idéia do som que está na mente, cuja fonte é o “Eu”. Assim a prática da repetição de mantra é mais que uma sugestão, é um pequeno conselho ou idéia. É um meio de ficar em contato consigo mesmo.   Mantra Pronunciado e Mantra Mentalizado O Kularnava Tantra nos ensina que há três formas de fazer um mantra: mentalmente (manasika), murmurando e em voz alta (vaikharia). Considera-se que o mantra murmurado seja mais poderoso que aquele feito em voz alta, e que o mantra feito mentalmente seja mais eficiente que o murmurado. No entanto, a mesma escritura nos aconselha a mudarmos de técnica quando percebermos que estamos perdendo a concentração ou quando estamos nos distraindo, passando da repetição mental para a verbalização em voz alta ou vice-versa. É possível também associar o mantra com um yantra, um símbolo. Por exemplo, ao gayatri mantra corresponde o yantra do mesmo nome, que pode ser visualizado mantendo-se os olhos fechados ou focalizado com eles abertos durante a meditação. Algumas pessoas afirmam que os mantras não têm significado, ou que saber o que o mantra quer dizer não é importante, eu discordo, acho que sabendo o significado de um mantra colocamos ainda mais bhava (sentimento) ao cantar. Na tradição hindu, os mantras são considerados Shruti, revelação. Isso significa que esses sons não foram criados por um autor humano, mas percebidos em estado de meditação pelos sábios da antigüidade, chamados rishis. Esses sons descrevem as diferentes revelações que estes sábios tiveram, e servem como indicadores para orientar os humanos em direção ao autoconhecimento. Tem mantra para tudo na Índia, tipo livrinho de orações, para antes de comer, para casamento, mantra para abrir os caminhos. É muito utilizado antes de um curso fazer um mantra a Ganesha, que é o destruidor de obstáculos.   Mantra, Kirtans e Bhajans Começamos falando que os Mantras vêem dos vedas, o que nao é verso do vedas pode ser kirtan ou bhajans. Bhajan em hindi significa salmos, é qualquer tipo de música devocional hindu escrita como um poema. Não tem forma fixa e nem repetições como nos kirtans. Kirtan significa cântico. É o mantra que possui várias notas musicais, várias palavras e possui tradução. Kirtan é um mantra extroversor, canta-se muita vezes batendo palmas. O Om Namah Shivaya é um dos exemplos mais famosos de kirtans. Temos uma playlist chamada \"yoga com mantras\", onde na verdade a maioria são kirtans, no Spotify. Tem playlists com o nome da aula do professor para você utilizar durantes as práticas também. Clique para ouvir! https://open.spotify.com/playlist/6pcjjJdwU71blBSPO8WHu9?si=61NzZK3HREiRbBe8TWp31A     Qual a diferença de Praticar Yoga pelo YouTube de ter seu próprio Studio de Yoga Online? No YogIN App Studio temos aulas de Yoga ao vivo todos os dias e você também pode fazer aulas gravadas montadas em formato de série conforme seu objetivo na prática. Digamos que seu objetivo com o Yoga seja Alongar. No YogIN App Studio você encontra uma série que vai passo a passo produzir melhor alongamento. Agora, se o que você quer no Yoga é Silenciar a Mente. Neste caso, você também encontra Séries de Aulas que Silenciam a Mente a partir da Respiração ou Meditação. Além disso, os alunos do YogIN App Studio recebem materiais complementares para conhecer melhor tudo o que está por trás dessa prática milenar. Aulas de Yoga Ao Vivo Todos os Dias No YogIN App Studio você pode fazer aulas de Yoga ao vivo todos os dias. Para conferir a programação com toda a agenda de aulas dos próximos dias - CLIQUE AQUI e busque o que espera com a prática de Yoga. Aulas de Yoga Gravadas com seu Objetivo Para entender melhor como as aulas no YogIN App Studio estão organizadas - CLIQUE AQUI e busque o que espera com a prática de Yoga. Então se está buscando o Yoga com algum desses objetivos, faça a aula recomenda acima e perceba em si mesmo se a prática funciona. Não vai custar nada essa aula de yoga online gratis e acho que você vai gostar.   Namaste! new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();  

Filosofia do Yoga | 1 jul 2020 | Equipe YogIN App

Nadis e polaridades – O prana, a energia vital

Saiba mais sobre as Nadis e suas polaridades As Nadis são canais energéticos por onde flui a energia do corpo. Esses canais são responsáveis por produzir os centros de força conhecidos por chakras. Se fizermos uma comparação com a visão ocidental, as nadís seriam as veias e artérias e os chakras os órgãos ou glândulas. Para ouvir a explicação sobre Nadis e polaridades - O prana, a energia vital , clique na imagem a baixo   Ouça também via Spotify ou Soundcloud.       Quando praticar Yoga, procure analisar como ela está emocionalmente, fisicamente e energeticamente. Pratique o que o Yoga chama de swádhyaya, o auto estudo, a auto observação que deve estar presente durante todo o sádhana (prática de yoga). Uma das formas do praticante fazer esse estudo é observando qual narina está mais ativa. Nossa narina direita está relacionada à nadi pingala, canal energético de polaridade positiva; a narina esquerda está relacionada à nadi ida, canal energético de polaridade negativa.   Imagem 1: nadis principais do corpo Na foto acima, estão representadas as três nadis principais do corpo: ida, pingala e sushumna. Cada cruzamento de ida e pingala é a região de um chakra, no total 7 e ida e pingala acabam no sexto chakra, apenas o canal central, sushumna, de polaridade neutra e outras nadis secundárias chegam até o chakra coronário. Estima-se que temos 72.000 nadis pelo corpo. As nadis são como veias do nosso corpo sutil. Enquanto pelas veias correm o sangue em nosso corpo físico denso, pelas nadis, circulam o prana, a energia vital. Quando fazemos asanas, as posturas do yoga, um dos objetivos é fazer circular a energia por todo esse emaranhado de fios, aumentando nossa vitalidade. Os respiratórios, pranayamas, desobstruem esse canais, os mesmos que a acupuntura trabalha desobstruindo através das agulhas. Enquanto o conhecimento tantrico chama de nadis a medicina indiana chama de meridianos por onde circula chi, a energia vital que aqui chamamos de prana.   Vamos aprofundar o conhecimento das nadis principais   NADI IDA Ida está associada com a energia da Lua, representa o aspecto feminino da personalidade. Esse canal controla as funções do sistema nervoso parassimpático. Esse sistema acalma a mente e corpo, pois está relacionada com emoções, sentimentos e memórias. Quando a Ida se torna muito forte ou dominante, o cansaço, depressão, introversão e uma incapacidade de ver as coisas com uma perspectiva clara podem tomar lugar meio a mente.   NADI PINGALA Pingala é associada com a energia do Sol, representando o aspecto masculino da personalidade e geralmente é representado na cor vermelha (Yang). Ele controla o sistema nervoso simpático, estimula as atividades, planejamento do corpo e da mente. É responsável pela parte lógica, racional e analítica do intelecto. Quando a Pingala é sobrecarregada devido à agitação da vida da cidade (por exemplo), podemos ter dificuldade em dormir, de concentração, também podemos ficar ansiosos, irritados e impulsivos.   NADI SUSHUMNA É o principal canal energético no corpo humano. Circula da base da espinha até o topo da cabeça (como mostra a imagem 1) carregando a energia da Kundalini, a força evolutiva primordial interna que vem de dentro pra cima e que desperta a partir das práticas de Yoga e meditação. Sushumna apenas se abre e flui livremente quando Ida e Pingala estão balanceadas e em equilíbrio, a purificação das três nadis são extremamente importantes para a saúde do corpo e da mente. Na sua próxima prática de Yoga observe que polaridade está mais ativa e faça uma prática mais introvertida (posturas de alongamento pra frente, respiratórios calmos) se for pingala. Faça uma uma prática de Yoga de expansão (posturas de retroflexão, musculares, respiratórios acelerados) se for ida. Assim você  consegue equalizar sua energia.   new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Quer compreender como o prana circula pelas nadís na prática? Conheça as aulas de Yoga Online do YogIN App e vivencie essa experiência. CLIQUE AQUI PARA CONHECER NOSSAS ASSINATURAS

Como fazer chandra namaskar
Vídeos de Yoga | 1 jul 2020 | Liana Linhares

Saudação à Lua – Como Fazer: Chandra Namaskar

Saudação à Lua: sequência de posturas do Yoga! O Chandra Namaskar é uma Saudação à Lua e à energia lunar. Não tão conhecida como a Saudação ao Sol que é mais vigorosa e aumenta nossa energia solar, que é de polaridade positiva, masculina e de mais vitalidade, a Saudação a Lua ajuda a canalizar a energia lunar, que e de polaridade negativa, mais refrescante, relaxante e criativa, de renovação e fertilidade. Chandra, Lua, símbolo universal da feminilidade, do inconsciente, da magia e daquilo que é e está oculto. A Lua no hinduísmo representa a vida dos antepassados e a faceta transformadora de Shiva. Essa sequencia pode ser praticada por todas as pessoas e o ideal seria praticar a noite quando a lua está visível, mas pode ser praticada em qualquer horário do dia em que se queira uma energia mais relaxante e tranquila. Perfeito quando você combina essa sequência com Pranayamas e Meditação específicos para trabalhar a polaridade lunar. Existem diferentes variações da Saudação a Lua, nesse vídeo mostro como fazer duas sequências. A primeira é mais parecida com o Surya Namaskar e a segunda é mais cíclica, reproduzindo as fases da lua. Antes de começar a praticar essa sequência, acenda uma velinha, prepare um cantinho especial, concentre-se interiormente e na sua respiração e boa pratic Se voce tiver qualquer duvida ou sugestões escreva para gente!   Sobre a sequência mais conhecida, o Surya Namaskar, fizemos um post explicando cada passo dessa sequência e você pode lê-lo clicando na imagem abaixo. Ambas as sequências foram criadas com o intuito de saudação a importantes elementos da Natureza que influenciam diretamente à vida humana. O Sol e a Lua. 🌤🌝🌘🌗🌖🌕🌤🌤 https://yoginapp.com/como-fazer-surya-namaskar/ Pratique agora o Chandra Namaskar OM Shanti! https://www.youtube.com/watch?v=bGijsNbcn3g Quer saber mais sobre Asana, as posturas do Yoga? Baixe gratuitamente o livro preenchendo o formulário abaixo. new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Se você tem interesse em explorar melhor o Universo do Yoga. Deixe a gente saber que poderemos enviar mais dicas como essa. Para aprender mais sobre as Posturas do Yoga chamadas de Asanas basta você deixar seu nome e eamil no formulário abaixo e enviaremos um email com mais informações. 📨📨📨📨 Esperamos que esse seja apenas o primeiro contato de uma longa jornada. 🎇🎆🎇 Namaste!   new RDStationForms(\'formulario-post-chandra-namaskar-8906ca49e8bbbec7d955\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Podcast de Yoga | 1 jul 2020 | Daniel De Nardi

Gratidão e Thanksgiving – Podcast #43

Gratidão o que a Ciência conhece sobre seu poder Thanksgiving, o dia da gratidão. Esse é o primeiro episódio a tratar sobre esse tema, mas ele vai além e discorre sobre comprovações do que funciona para construir felicidade.   https://soundcloud.com/yogin-cast/gratidao-e-thanksgiving-podcast-43   LINKS   O que a ciência sabe sobre felicidade - Superinteressante - Setembro de 2017. https://t.co/ygfpXMu2IA — Daniel De Nardi (@danieldenardi) November 24, 2017   Podcast do Murilo Gun sobre Gratidão - https://soundcloud.com/murilogun/gratidao   Pirâmide de Maslow   Leonard Berstein Episódio que fala do compositor George Gershwin  Mihaly Csikszentmihalyi Relato de Budapeste  Crítica sobre a obra de Sandor Marai, escritor Húngaro https://youtu.be/yG4tv9Sddcc   Trilha sonora da série - Reflexões de um YogIN Contemporâneo https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa   Transcrição: Gratidão e Thanksgiving -  Podcast #43 Está começando o 43º episódio de “Reflexões de um YogIN Contemporâneo”, o seu podcast semanal a respeito de yoga e de assuntos relacionados a espiritualidade e outras buscas. Estou tentando encontrar uma frase que fique boa para este começo, mas isso não parece ser algo tão simples, se alguém tiver alguma sugestão pode escrever no comentários. Todo podcast tem uma slogan para abrir o episódio, e o meu cada dia penso em um diferente. Hoje vamos falar sobre gratidão, que é uma palavra bastante falada e difundida pelos iogues, quem acompanha o meu trabalho sabe que eu não uso muito essa palavra, não porque eu não goste ou não a valorize, mas porque acho que tenha se transformado em um clichê e acabou modificando um conceito do qual acredito, então acabo não usando, muito embora eu já tenha escrito sobre gratidão muito antes de virar uma tendência de hashtag. O texto que vou ler agora pra vocês escrevi em 2008, quando estava nos EUA no Thanksgiving, que é um dia especial pela gratidão, um dia que surge com o intuito de gratidão. Estamos falando após o Thanksgiving que foi ontem, na quinta-feira, e hoje vamos conversar um pouquinho sobre o conceito da gratidão e sobre esse dia. O texto que escrevi em 2008 diz o seguinte: “Hoje é dia de Thanksgiving, um dia para agradecer a tudo que temos, a data começou a ser celebrada em 08 de setembro de 1565 quando um grande almoço foi organizado de maneira colaborativa em Santo Agostino, Flórida, entre os exploradores ingleses e os nativos da América. Mesmo sabendo de todas as barbáries cometidas a posteriori, o fato de se ter reservado o dia para a consciência da gratidão foi bastante feliz. A gratidão é um dos mais nobres sentimentos humanos e é tão pouco praticado com sinceridade. Agradecemos o tempo todo por educação e não com o coração. Esse tipo de agradecimento só acontece quando estamos plenos, satisfeitos e consciente do valor das coisas. Só agradece sinceramente quem sente, vive e quem percebe com sinceridade. É preocupante o quanto reclamamos da vida e o quão pouco a valorizamos, agradecer é abrir espaço para receber mais e mais. Se recebo um presente e reclamo, é natural que quem me deu evite me presentear novamente, mas se agradeço com veracidade, a tendência é que eu receba outro presente e outro, e outro...Esse mesmo processo acontece na nossa vida, se agradecemos aos acontecimentos, aos amigos que temos, a boa relação familiar, ao sucesso no trabalho, abrimos espaço para continuar sempre.” Saiu uma reportagem, recentemente, na revista Superinteressante, falando sobre como construir a sua felicidade, na edição de setembro de 2017, ali eles usam de pesquisas cientificas e as comprovações relacionadas a felicidade. Um desses pontos, ao todo são sete comprovados pela ciência, é a gratidão, eu poderia explorara apenas ela, mas como a reportagem tá bastante rica e ela tem uma relação muito grande com o yoga, porque a medida que a gente observando que a ciência foi descobrindo como se produz felicidade, como a gente pode viver uma vida com mais bem estar, a gente vai observando que essas coisas, algumas delas que foram comprovadas já, mais da metade delas são trabalhadas na prática do yoga. Se eu quiser forçar, posso dizer que todas elas, mas tem algumas que são bem pontuais e bem nítidas, inclusive as citadas, como a meditação. Mas sabemos que yoga e meditação são uma coisa só, vou falar um pouquinho sobre o que mais me chamou a atenção nessa reportagem que achei interessante, e o que vale a pena relacionada a felicidade sendo construída pela prática, pela filosofia de como o yoga vê o mundo. A reportagem se chama “Felicidade, como construir a sua”, e eles vão tocar em sete pontos que foram comprovados pela ciência. Atitudes ou mudanças que se pode fazer para ter mais felicidade, mais bem estar. Eles usam bastante a pesquisa que cito aqui, uma pesquisa que foi transformada em documentário da Netflix do Happy, inclusive, eles vão citar aqui o Martin Seligman, que é quem conduz a pesquisa e o filme, então a reportagem diz que ele teve uma grande sacada, mas isso já havia ocorrido com outros psicólogos como, por exemplo, Maslov. Ele foi um dos primeiros cientistas a afirmar que a psicologia estava focando apenas em problemas e que se podia fazer um desenvolvimento através de coisas positivas. Que a gente poderia mudar aspectos da nossa personalidade a partir de aspectos positivos. Na reportagem eles falam que isso aconteceu pela primeira vez pelo Seligman, pesquisador da Universidade da Pensilvânia. A história começou a mudar em 1998, quando Seligman, especialista em depressão, deu uma palestra na Associação Americana de Psicologia. Ele pediu para que os cientistas se preocupassem mais com as qualidade humanas e não apenas com os seus defeitos, ali eles fundaram a psicologia positiva, que seria mais ou menos isso que eu estava falando, de você trazer estímulos positivos e trabalhar com aspectos positivos para melhorar problemas. Essa ideia já vem da cultura indiana, que se você tem um ambiente escuro, não se pode tentar expulsar a escuridão, tem que se trazer coisas positivas, mais luz. Então se a sua questão é ficar doente a todo o momento, a ideia não é ir se aprofundando na doença e nos remédios para trata-la, mas observar e praticar hábitos mais saudáveis ou evitar aquilo que tá aparentemente gerando aquele tipo de doença, então isso seria a psicologia positiva voltada para uma busca de felicidade. Então, quais foram os sete pontos que eles identificaram? A primeira teoria que eles abordam surge de uma pesquisa do Daniel Kahneman, que é o escritor do livro “Pense rápido e devagar”. Kahneman foi Prêmio Nobel de economia, por comprovar através do livro que temos a tendência de agirmos de determinada forma, e que isso acaba gerando, muitas vezes, uma intuição. De tanta repetição feita é desenvolvida uma inteligência que não é possível mensurar, mas que pela habilidade e repetição acaba-se agindo quase que instintivamente, intuitivamente. Ele provou outras coisas, como essa questão das memórias, que é a primeira dica em relação a felicidade. Ele fez uma experiência de medir a dor. Colocaram um paciente par medir o nível de dor, digamos que numa escala de 0 a 10, ele o mantiveram no nível 7 e no final da pesquisa eles diminuíram o nível de dor. Este paciente relatava a intensidade da dor que sentiu. Em outro paciente, o nível de dor mantido era praticamente zero, e no final eles aumentavam muito, o paciente ia de um nível quase nulo ao máximo de dor. Ao indagar o paciente, eles observaram que o segundo paciente relatava a experiência bastante dolorosa. Aqui entra a questão dos contrastes em relação a felicidade, que a gente precisa ter um contraste para que a gente perceba uma melhoria e aí sinta felicidade. Só que esses contrastes não podem acontecer o tempo todo, e isso é muito difícil, inclusive na reportagem isso fala, que se quiser manter esse estado de contaste o tempo todo seria necessário um desencadeamento de fortes (e boas) emoções, o que efetivamente é impossível. Não tem como gerar o tempo todo situações melhores, a vida vai sempre oscilar bastante porque a gente tem esse momento em que aparentemente está melhor, mas sempre se compara ao que aconteceu anteriormente. Não é necessariamente o real, depende sempre de uma comparação. O Kahneman diz que existem dois “eu’s” o eu do presente e o do passado, esses eu’s entram em conflito porque o do presente percebe as coisas de uma forma, mas a memória é diferente do que se está vivenciando. Então existe esse conflito dentro de nós, que a gente tem sempre o eu do presente e o do passado em conflito. É citada uma pesquisa realizada com os soldados da Segunda Guerra Mundial em que relatam como foi a experiência. Em 1946, cerca de 34% dos participante relataram que estiveram no meio do fogo cruzado e 25% confessaram te matado alguém. Quarenta anos depois os números haviam mudado, 40% disseram que haviam participado de batalhas e apenas 14% relataram que chegaram a matar. Ou seja, a passagem dos anos faz com que vida se torne mais aventura e menos perigosa, na hora, as vezes não é a melhor situação, mas as memórias que a gente vai criando, memórias positivas, não é o caso aqui da guerra, não é o caso da guerra, mas eles acabaram lembrando mais foi sobre a aventura que vivenciaram na guerra, e não das mortes. Isso é um caso extremo, mas na nossa vida a gente precisa, segunda esse primeiro ponto, geras memórias positivas, diferentes, gerar momentos que marquem a nossa vida de forma que os momentos de tristeza irão aparecer, que são esses momentos de flutuação ou de perda do status quo, sempre vão existir. E o que vai trazer o ânimo novamente, é o resgate das memórias positivas que a gente já teve. Tentar gerar movimentos, experiências diferentes são coisas que nos ajudam muito quando temos esses momentos da queda, por exemplo, eles falam sobre se investir em experiências muito mais do que em objetos, isso vai ser trazido quando se estiver num período mais pra baixo. A medida que se cria experiência, se ela tiver relevância, a gente acaba lembrando como algo positivo, mesmo que no momento tenha sido algo angustiante aquilo é lembrado de forma positiva. Investir em experiências pode manter a nossa fica com mais felicidade. A segunda dica é sobre meditação, como uma técnica para a melhoria do foco, isso as pesquisas já mostram, porque quando estamos no presente, a gente não tem tanto a vivencia do medo, não temos a vivencia da ansiedade, a vivencia do presente faz com que a gente reduza o seu medo e, consequentemente, o estresse, a preocupação constante que hoje a vida impõe as pessoas, e a meditação tem esse poder, de nos deixar totalmente no presente e, com isso, reduzir o estresse no nosso dia-a-dia. A terceira dica é o que eles chamam de estado de graça, essa teoria muito interessante – já a conhecia – é a teoria do Flow, uma teoria aplicada a administração, há muitos anos ela tem sido aplicada, mas agora cada vez mais pela difusão do Mindfullness. O Flow é, basicamente, o Mindfullness pra tudo, só que ele começou a ter comprovações científicas a partir de um psicólogo húngaro chamado Mihaly Csikzentmihalyi. (Há uns anos atrás fui para a Hungria sozinho, ninguém queria ir por ser inverno. A minha vontade de ir para lá se deu por dois motivos, o primeiro pelo fato do meu escritor favorito – Sándor Márai – ser húngaro, tinha um desejo de conhecer a terra dele; o segundo, porque na abertura do filme “Budapeste”, baseado no livro do Chico Buarque, tem uma cena filmada no Rio Danúbio, isso me fascinou a ponto de querer conhecer. Li um pouco que o húngaro é a língua do diabo, por ser a mais difícil do mundo. Quando cheguei no aeroporto de lá e vi as placas e ouvi as pessoas falando fiquei realmente assustado.) Csikzentmihalyi criou uma teoria de que o nosso cérebro consegue processar 110 bits e que quando fazemos uma atividade simples, estamos processando uma quantidade menor de bits. Se você faz uma atividade mais complexa, você vai acabar usando os 110 bits. Então se você está, por exemplo, dirigindo, é possível ouvir um podcast porque não exige totalmente da sua atenção. Agora, você não conseguiria fazer isso surfando, ali é necessário tem 100% da atenção no momento em que se está fazendo, ou qualquer outra atividade que exija 100% da atenção. As atividades que exigem uma atenção especial, geralmente atividade relacionadas a arte e ao esporte, deixam o executor tão envolvido que ele acaba entrando num estado de graça. A prática da meditação tem o intuito de levar a esse estado porque não estaria se usando os bits para nada além da função, pegaria algo simples e daria muita importância, isso faria com que o seu cérebro, ocupando toda a sua capacidade, desenvolvesse esse estado de graça, que é muito descrito em várias áreas, não apenas na meditação. Inclusive foi realizada uma pesquisa com 8 mil pessoas ao redor do mundo (monges, montanhistas, CEO’s...), esse estado de graça, o estado de flow, tem sempre as mesmas características, é uma concentração extrema que leva ao êxtase, um senso de claridade, um feedback imediato, a perda da noção do tempo e do indivíduo, e a sensação de que se faz algo maior. Isso é, efetivamente, uma descrição de um estado meditativo. A teoria do flow sugere que a gente faça essa ocupação da nossa capacidade do cérebro em todos os momentos, ou na maior parte dos momentos da nossa vida. Isso não abre espaço para preocupação. Por exemplo, quando se está no mar surfando, não tem como pensar que não se tem dinheiro para pagar o cartão de crédito, se está 100% focado no que está acontecendo no momento e quando se mantem mais foca nas atividades menos espaço se dá para o medo, para a preocupação, se faz essa vivência plena do momento presente, o que mantem um estado de motivação. A quarta dica eles chamam de antídoto para a tristeza, que seria uma capacidade de resiliência a suportar as dificuldades e se reabilitar por uma próxima dificuldade que vem à tona. Então seria não sofrer um baque tão grande, porque todos temos momentos na vida em que a emoção pesa, um momento mais difícil. Todo mundo já perdeu algum ente querido, perdeu algum relacionamento que gostava ou teve problemas no trabalho, isso é normal. O ponto é o quanto aquilo irá abatê-lo a ponto de você não voltar mais a vida como você quer viver, que pode desperdiçar, acabar com a vida de alguém quando ela não consegue se recuperar de uma situação emocional muito difícil. Isso não tem a ver com quantidade de dificuldade ou de dor que a pessoa está passando ou passou, mas sim com a capacidade de resiliência, de resistir aquela dor. Falei um pouco sobre o Sándor Márai, um outro escritor de romances, o Ian McEwan, tem como base em seu trabalho justamente esse tipo de situação, em que os personagens se colocam em situações extremas e não conseguem voltar à vida normal. Um bom exemplo é o livro “Na Praia” que retrato muito isso, o quanto um impacto pode acabar com a vida de alguém se ela não tiver a capacidade de se reerguer. Tem a ver com otimismo, de a gente ver a vida de uma forma positiva, saber que os momentos difíceis vão passar e que a gente vai poder se reconstruir, apesar de todas as perdas. A diferença entre o otimista e o pessimista é o tamanho da importância que eles dão para esses momentos mais difíceis, e a gente tentar dar menos importância para o que não está acontecendo de tão bom e valorizar mais o que é importante vai melhorar a nossa vida como um todo. Esse ponto está ligado a quinta dica que é a gratidão, o tema desse podcast, que será desdobrado em outro podcast a partir do que o Murilo Gun fala, que “gratidão não é moda e sim, tendência”. Moda é algo que passa, mas a gratidão faz com que valorizemos mais a vida, comecei lendo o meu texto que fala muito sobre isso, que ser grato faz com que as coisas venham com você. Nesse podcast do Murilo ele fala que a gratidão chegou para ficar, é uma tendência de comportamento, que não é passageiro, que marcou o nosso momento histórico, a gente está no momento de já resolver os problemas da humanidade, que a gente vai escalando nas necessidades, segundo Maslov, sendo essas necessidade fisiológicos, depois o ser humanos vai buscar um agrupamento e depois destaque nesse grupo, e dentro desse processo de evolução da sociedade como um todo, a gente está num momento em que não ´mais necessário lutar desesperada mente pela sobrevivência, algo que os nossos antepassados tiveram que fazer frequentemente. Hoje devemos ser muito gratos aos que vieram antes porque vivemos uma situação de conforto que não nos cabe outra coisa senão a gratidão aos antepassados, aqueles que sofreram para que hoje tenhamos a vida que temos. Lendo na íntegra o que a reportagem fala: “(...)5. Gratidão Ela surgiu em 2015 geralmente acompanhadas com fotos de pôr do sol ou de casais apaixonados, espalhou-se pelo Instagram e Facebook até se tornar a hashtag do momento. Logo, “#gratidão” virou desculpas para ostentar situações especiais pela rede. Mas não deveria ser assim, a gratidão – aquele genuína – que sentimos por alguém que nos faz bem, é uma fonte real de felicidade, pelo menos e o que dizem as pesquisas. Dois psicólogos da Universidade da Califórnia resolveram fazer o teste. Dividiram um grupo de participantes em três times. O primeiro, deveria escrever toda a semana frases sobre o que s deixam gratos; o segundo, sobre tristezas; e o terceiro, sobre eventos neutros, nem bons nem ruins. Depois de dez semanas, quem escreveu sobre gratidão, não estava mais otimista. Tinha feito mais exercícios e visitado menos os médicos. Faz sentido porque a gratidão funciona como um detector de coisas boas, quando começamos a agradecer pelos momentos bons da vida, e pelas coisas boas, ficamos também mais conscientes quando essas coisas acontecem de fato. Outra pesquisa mostrou que pessoas gratas apreciam mais as coisas simples do dia-a-dia, não dependem tanto de eventos extraordinários para se sentirem felizes. O bê-á-bá da gratidão Uma vez por mês, tire cinco minutos para escrever um e-mail para alguém que te ajudou, vale um professor inspirador, um amigo que te emprestou um dinheiro em algum momento de crise, uma ex-namorada que segurou a onda quando a sua mãe morreu...Pode parecer bobo e, talvez, você se sinta constrangido em enviá-lo, mas acredite, os efeitos do bem estar serão imediatos. Ao final do dia, anote três coisas boas que aconteceram nas últimas 24 horas, mesmo que pareçam insignificantes. Como, por exemplo o rapaz que ofereceu o lugar no ônibus para você sentar. Para incentivar o hábito, publique a lista todos os dias no Facebook, ao ver as palavras na tela, ela ficarão oficializadas e o saldo do seu dia parecerá melhor. Quando alguém fizer algo de bom para você, detecte e formalize o agradecimento na hora, faça uma ligação curtinha, mande uma mensagem no WhatsApp ou deixe um bilhete. O seu cérebro vai se acostumar a reconhecer as pequenas alegrias do dia-a-dia.” A sexta dica: nada e mais importante do que as pessoas. O Grand Studyé um estudo que começou a ser feito em 1938, eles se propuseram a acompanhara vida de 268 alunos da Universidade de Harvard até a morte com o objetivo de entender padrões em relação as escolhas, a felicidade, aos amigos. Hoje, dos alunos acompanhados, apenas 19 estão vivos, eles tem mais de cem anos. Um dos participantes era o John Kennedy. E o que a pesquisa acabou mostrando foi que as pessoas que tiveram menos problemas de saúde e que viveram uma vida com mais qualidade, o que ele tiveram não foi mais dinheiro ou mais fama, mas mais relações sustentáveis, saudáveis com a família e amigos de modo geral. As pessoas que tinham um casamento satisfatório, tinha isso bem mais como um valor do que o dinheiro e não obtiveram nenhum tipo de doença grave. Eles acabaram por mostrar nesta pesquisa, através do pesquisador, a conclusão de que a felicidade é amor. Então, a relação com as pessoas é muito importante para que se tenha a sustentação de um estado de felicidade. A sétima e última dica, para fechar, fala sobre a paz, de valorizá-la, de não gerar agressões ou conflitos desnecessários. Encontrar um tipo de solução, dentro do possível, já é uma grande contribuição. Isso que já é tratado no primeiro norma ética do yoga que é o Ahimsa, que tem uma relação com a paz. O princípio da não agressão é quando você tem certeza que não será agredido, só quando se tem essa tranquilidade é que se consegue ficar num estado de paz. Jamais existiria paz com possibilidade de agressão a qualquer momento. Então, se você não agride, você sabe que o outro também não irá te agredir, aí se gera um estado de confiança. Este é o podcast de hoje, ele começou com a música, homenageando a América, com um compositor nova iorquino Leonard Bernstein, a música é um trecho de um obra composta por ele chamada “The West Side Story”. A evolução da música clássica acabou indo para o cinema, como vimos com o John Williams e com o Phillip Glass, e também c para os musicais, como é o caso de Bernstein. Ele foi o regente principal do Lincoln Center durante muito tempo, compôs algumas óperas e foi para a Broadway. Independendo do veículo no qual está sendo veiculado, tudo é música e se está contando uma história através dela. Claro que a ópera tem um valor de antiguidade, mas a questão de ser popular é só devido ao momento histórico, hoje é mis agradável para as pessoas absorverem um musical do que uma ópera, mas no fundo eles são uma coisa só. E se vê esse momento de fusão que não aconteceu apenas com o Bernstein, mas também com o Gershwin, que é um outro compositor que morava em Nova Iorque e que passou a compor peças para a Broadway, falamos sobre ele no episódio 9 com o Rhapsody in blue, uma música bastante famosa. Temos aqui Leonard Bernstein com um trecho de “The West Side Story”. A história gira em torno do momento em que estava havendo uma desocupação da parte oeste de Nova Iorque, devido a construção do Lincoln Center. Bernstein conta a história de duas gangues rivais (uma de porto-riquenhos e outra de americanos) e um do líderes se apaixona pela irmão do líder da gangue rival. Uma história baseada em Romeu e Julieta uma ópera dos nossos tempos atuais. Leonard Bernstein ainda está vivo e compõe, trabalhou recentemente na composição de uma música pra um filme. Fiquem com um pouquinho de Leonard Bernstein um trecho de “West Side Story – América”.

Meditação no som do Rio Ganges
Meditação | 1 jul 2020 | Equipe YogIN App

Meditação no som do Rio Ganges – Índia

Exercício de meditação com o som do Rio Ganges na Índia! Meditar é uma forma excelente para você treinar sua concentração e atingir um estado de profundo aquietamento. O som contínuo do Rio irá ajudar você a silenciar a mente e gerar um estado de consciência propício ao autoconhecimento. Experimente fazer esse exercício de Meditação clicando na IMAGEM ABAIXO https://soundcloud.com/yogin-cast/meditacao-ao-som-do-rio-ganges Mais Meditações Este exercíco de Meditação faz parte do Canal de Podcasts do YogIN App. Se quiser fazer outros exercícios como esse e ainda aprender mais sobre a teoria do Yoga. CLIQUE ABAIXO. https://yoginapp.com/podcast-de-yoga-2 Para ficar sabendo mais sobre o Universo do Yoga, deixe seu email no formulário abaixo que indicaremos mais exercícios para você fazer. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Documentário de Yoga - Trilogia de Aprofundamento no Yoga
Filosofia do Yoga | 1 jul 2020 | Equipe YogIN App

Documentário de Yoga – Trilogia de Aprofundamento no Yoga

Trilogia de Aprofundamento no Yoga - Documentário de Yoga! Documentário de Yoga produzido pelo YogIN App. Esta documentário de Yoga de 3 vídeos tem o intuito de apresentar uma visão mais ampla do que é o Yoga. O primeiro episódio traz a origem do Yoga na Índia, o segundo explica como esta prática se expandiu no Ocidente e o terceiro vídeo explica como é o dia a dia de quem dá aulas. O 1º Documentário de Yoga do YogIN App Assista aos 3 vídeos e saiba mais sobre essa filosofia que há milênios produz benefícios aos seus praticantes. O Yoga na Índia - episódio 01 Esta a 1ª aula da série de aprofundamento. Nela trataremos das raízes desta filosofia e como ele se desenvolveu por toda Índia. Na 1ª parte do documentério de Yoga do YogIN App voltamos 4 mil anos no tempo para entender como a Índia começou a investigar a espiritualidade humana. Assista clicando AQUI. https://youtu.be/8_3KRJL3-XE O Yoga no Ocidente - episódio 02 O 2º episódio da série explica como o Yoga foi trazido para Ocidente e como se desenvolveu por aqui. Além disso, esta aula traz estudos científicos sobre os efeitos da prática e da Meditação e apresenta depoimentos de praticantes. A profissão de Professor de Yoga - episódio 03 Nesse último episódio,  você vai entender melhor o que faz um professor, como produz dinheiro, qual o tipo de aula que dá e com quais públicos trabalha. Ao final da aula gravamos depoimentos de professores que já atuam na área para que você se familiarize. E para o fechamento da série e esclarecimento de qualquer dúvida teremos um webinário (ao vivo) na semana que vem com um dos ministrantes do Curso de Formação. A Profissão de Professor de Yoga - Episódio 03 da Trilogia from YogIN App on YouTube.   Webinário de revisão do conteúdo  Nesta aula fizemos uma revisão de todos os temas abortados nesse documentário de Yoga. Além disso tiramos dúvidas dos alunos que participaram ao vivo dessa aula.   Livros de Yoga Se você tem interesse em conhecer o Yoga mais a fundo fizemos um post com 6 melhores livros de Yoga na nossa opinião. CLIQUE AQUI PARA SABER QUAIS SÃO.   https://yoginapp.com/livros-de-yoga/ Deixe seu email no formulário abaixo e mandaremos mais dicas de Yoga para você! new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();