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Seita de Yoga
Dicas de Yoga | 18 out 2017 | Daniel De Nardi

Alguns cuidados pra não cair numa seita de Yoga

Há muito professor picareta usando o Yoga para montar sua seita. Infelizmente, o ambiente do Yoga é um tanto fértil à criação de seitas conduzidas por \"mestres iluminados.\" Talvez isso aconteça porque muita gente procura o Yoga num momento de dificuldade emocional ou quando ainda é muito jovem, em ambos os casos, a pessoa está numa fase da vida suscetível às soluções simples.   Gravamos um podcast aprofundando esse tema. Para Ouvir Clique Abaixo! https://yoginapp.com/como-montar-uma-seita-podcast-08/   O Yoga é um caminho de transformação, que ajuda seus praticantes a expressarem sua verdadeira natureza. Ele está longe de ser uma pílula que você toma para anestesiar dores existenciais. Esta filosofia milenar é o oposto disso, ele abre nossa percepção, mostrando ao praticante sua verdade pessoal. O caminho do Yoga aceita o desconforto como parte da mudança e jamais tenta evitá-lo a todo custo. Para não cair em alguma doutrina, que se diz de Yoga ou que usa técnicas do Yoga e promete a solução de quase todos os problemas apenas com respiratórios, alongamentos e meditação, é importante que você entenda como funcionam esses grupos que roubam a individualidade dos seus membros. O que é contrário ao objetivo do Yoga. Não acredito num caminho do Yoga que seja predeterminado por alguém, pois se dentro dos objetivos do Yoga está a realização da real natureza de cada yogin, como ele pode chegar a algo verdadeiro copiando uma outra pessoa, seja outro praticante, seu guru ou mestre? Idolatrar alguém pensando que ao copiá-lo você estaria \"evoluindo\" não condiz com a maneira de como entendo o Yoga. Acredito que devemos ter exemplos de pessoas que são referências para nós, mas seguir todos os passos de um guru que promete conduzir você a libertação (kaivalya/samádhi) não parece ter coerência com o que dizem os primeiros textos de Yoga, as Upanishadas. O processo do guru, pode trazer referências para suas reflexões e decisões, mas segui-lo como \"o correto\" não parece fazer sentido. O caminho de uma pessoa, jamais poderá ser reproduzido por outra com os mesmos resultados. O grande perigo de aceitar algum mestre como o detentor da verdade e que sabe até mesmo o que você deve comer ou beber, é que além disso, ele pode também determinar o que você irá ler e consequentemente como construirá suas narrativas para explicar o mundo. Esse tipo de comportamento de seita, não acontece apenas no Yoga. Isso é bastante comum também na religião e na política. A revista Mundo Estranho publicou uma reportagem bastante completa sobre esse tema. Basearam-se no livro Brainwashing – The Science of Thought Control (“Lavagem cerebral, a ciência do controle do pensamento”, sem edição no Brasil) de Kathleen Taylor, pesquisadora da Universidade de Oxford, no Reino Unido, onde fez uma pesquisa profunda sobre o tema. A reportagem cita: \" Três tipos de lavagem. 1. A forçada, como o nome diz, é a mais radical e eficaz Na quebra da identidade individual, o perpetrador mergulha a pessoa em um ambiente de extrema pressão, com torturas físicas e psicológicas. A intenção é evocar sentimentos como culpa e auto-traição até que a vítima não aguente e peça ajuda O algoz introduz a ideia de salvação e apresenta uma saída, sempre ligada à aceitação da nova crença (religiosa, política, ideológica etc.). Ele então manipula a pessoa a pensar que ela é a única responsável por estar ali, mas, se confessar seus “pecados”, pode “se ajudar”. Isso serve para que o torturado acredite que, apesar de tudo, ele ainda controla suas próprias ações Hora de reconstruir a identidade individual. Gradativamente, a tortura é substituída por um ambiente mais amigável, em que favores são concedidos para que a sensação de bem-estar fique associada à nova crença. Mais ou menos como os adestradores de animais, que dão comida quando eles acertam um movimento.   2. Lavagem cerebral aplicada em grupos O primeiro passo é escolher a vítima. Jovens, ainda em busca de uma identidade própria, são um alvo fácil, assim como pessoas emocionalmente abatidas. Um exemplo são os europeus filhos de imigrantes, sem oportunidade nem emprego, que acabam engrossando as fileiras do Estado Islâmico O acolhimento ocorre de diversas formas, como uma conversa em tom de desabafo, uma palestra, convites para um jantar ou uma festa onde se conhecem outros membros. Quando menos espera, a pessoa já está inserida no grupo O caminho está aberto para as tentativas de convencimento. Ensina-se que a ideologia do grupo é cientificamente correta e moralmente a melhor que existe. Essa crença coletiva é mais importante do que opiniões e experiências individuais Respeito ao líder é essencial. Por isso, muitos grupos terroristas, extremistas políticos e seitas fundamentalistas têm uma espécie de messias, liderança carismática, que defende ideais revolucionários e cuja autoridade jamais pode ser contestada Gradativamente, a pessoa é isolada. Ela se envolve com as tarefas do grupo que demandam cada vez mais tempo, deixando, aos poucos, a vida anterior para trás. As tarefas são desgastantes, como treinamentos militares e trabalhos em plantações. Assim, a pessoa não tem tempo nem forças para refletir a respeito. Somente quando essa imersão fica intensa é que amigos e parentes se dão conta de que algo está estranho com ela   3. Lavanderia cotidiana Sabe aqueles momentos em que a publicidade parece estar manipulando a gente? Para especialistas, essa é a lavagem do tipo “soft” É ou não é? O ponto é polêmico, porque não há isolamento nem ameaça física, tampouco a pessoa é obrigada a se expor a essas mensagens. Por isso, muitos especialistas defendem que isso é mais persuasão que lavagem cerebral Um minutinho do seu tempo? A tentativa de convencimento geralmente não é feita de forma direta, mas por indução, levando a pessoa a crer que a decisão final é dela. Por exemplo, vendedores que abordam potenciais consumidores com opções pré-prontas, como “quer economizar?” Ora, quem não quer? mas talvez nem haja uma promoção, mas isso já induz a pessoa a parar e pensar que pode haver algo vantajoso ali O filtro da política A distorção ou simplificação extrema de informações é outra forma de levar as pessoas a conclusões predeterminadas. Campanhas eleitorais são craques nisso. Enquanto os partidos de situação nos fazem pensar que vivemos em um paraíso, os programas da oposição dão a impressão de que estamos às portas do inferno “Filma a cara dele!” Programas policiais também exageram nas simplificações. Segundo Laura Dauden, pesquisadora do tema, “telespectadores se sentem tranquilos ao dividir pensamentos violentos quando os identificam nesses jornais”. Por isso, o público é induzido a ter opiniões simplórias sobre questões complexas, como: “A solução para o crime é fácil, bandido bom é bandido morto” Exposição demais A força da lavagem”light” está no combo. Um único comercial de guloseima não engorda ninguém, mas ser bombardeado por isso pode comprometer a alimentação da pessoa. Outro exemplo: as coberturas sensacionalistas de quedas de avião criam a sensação de que viajar de carro é muito mais seguro, o que está longe de ser verdade Gato por lebre Propagandas trabalham com a imposição de necessidades. Muitas vezes, elas sequer remetem diretamente ao produto que vendem, mas ao preenchimento de um desejo. Ao usar belas mulheres para promover carros, a ideia é dar ao possível comprador a sensação de que a vida sexual melhoraria se ele tivesse aquele veículo Repressão pra valer Governos, claro, também fazem uso de propaganda para manipular as pessoas. Um caso extremo é a Coreia do Norte. Na escola, as crianças sabem da existência de poucas nações no mundo. E, quando sabem, muitas vezes o que aprendem é deturpado. O país ensina que a rival, Coreia do Sul, era colônia dos norte-americanos, que estupravam mulheres e matavam crianças.\"   Gravamos um podcast aprofundando esse tema. Para Ouvir Clique Abaixo! https://yoginapp.com/como-montar-uma-seita-podcast-08/     Há alguns pontos que você pode observar que irão poupar seu tempo na investigação se vale a pena seguir determinada escola de Yoga, mestre ou professor. O líder tem sempre a razão, é carismático e de autoridade inquestionável; O líder \"sabe\" o que é melhor para seus seguidores; O grupo vigia e denúncia aqueles que não seguem as orientações do líder; O agrupamento se sente superior aos demais; O time não aceita que novos membros questionem regras já determinadas; O líder tem uma vida com conforto muito superior aos seguidores e conquistou esse status apenas com esse trabalho; O líder tem fixação por repetir os ensinamentos até que saiam da boca dos seguidores de forma automática, pode até haver provas da capacidade de repetição do seguidor; Os seguidores começam a se afastar da vida social que tinham antes e conviver apenas com o novo grupo; Seguidores não aceitam evidências que discordem da opinião do líder. Desenvolve-se uma espécie de \"ciência\" seletiva; Seguidores questionam a educação que receberam das suas famílias e argumentam que as novas ideias são mais evoluidas. Gravei recentemente um podcast que mostra a construção desse tipo de grupo na visão de um clássico do cinema - CLUBE DA LUTA   https://soundcloud.com/yogin-cast/como-montar-uma-seita-podcast-08 A SuperInteressante também publicou 2011 uma matéria interessante sobre esse mesmo tema. Para ler CLIQUI AQUI  Este documentário est´   Boas reflexões!!!

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Meditação | 21 out 2017 | Mayara Beckhauser

Meditação guiada online

Meditar é o estado conhecido no Yoga como Dhyana. Dhyana é parar as flutuações da mente. É quando não há mais a dualidade de concentrar em algo, é um passo além da concentração, é o mergulho em se tornar um com o objeto de concentração. A definição de Yoga segundo Patanjali, o primeiro compilador de uma obra de Yoga, é exatamente esta: Yoga é parar as flutuações da mente. Dessa forma, Yoga é meditação. Não existe Yoga e meditação, como coisas separadas. Meditação online Em nossa plataforma, temos diferente tipos de técnicas de meditação, de diferentes durações: 5, 10 e 15 minutos. Existem diferentes formas para chegar ao estado meditativo: concentração no som, concentração em imagem, concentração na respiração, concentração em isolar os sentidos, atenção plena, etc. Você encontra todas elas aqui em nossa plataforma. Meditar proporciona ferramentas para atuarmos fisiologicamente no corpo e diminuirmos a somatização do stress no corpo. Meditar estimula o sistema para-simpático, contrário ao simpático que gera o stress. Meditar faz os níveis de cortisol baixar conforme as pesquisas de Rinad Minvallev, um fisiologista da Universidade de São Petersburgo que chegaram a detectar até 33% de redução com a prática do Yoga.  Leia nesse texto os efeitos de meditar à noite. Pratique a nova aula de meditação de nossa plataforma: O isolamento da pecepção

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Filosofia do Yoga | 30 nov 2017 | Daniel De Nardi

YOGA, CONSIDERADO PELA UNESCO PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE

O YOGA FOI CONSIDERADO PELA UNESCO COMO PATRIMÔNIO IMATERIAL DA HUMANIDADE A comunidade YogIN recebeu a notícia com muita felicidade. Há uns anos, organizações internacionais de Yoga iniciaram o processo para demonstrar o valor dessa filosofia milenar. A Unesco reconheceu no dia 30 de novembro de 2016 o valor dos ensinamentos do Yoga para diferentes áreas na sociedade indiana como cultura, saúde e educação. O reconhecimento abrange praticantes espalhados pelos diferentes países do mundo. O site oficial da UNESCO divulgou a notícia apresentando um vídeo explicativo do Yoga, sua História e raízes. A notícia do reconhecimento do Yoga como patrimônio imaterial da humanidade repercutiu em toda mídia mundial. Importantes meios de comunicação como o jornal inglês The Guardian divulgaram o acontecimento em seus sites. Acredito que para nós, professores e praticantes, seja apenas mais uma afirmação do que percebemos ao final de cada aula de Yoga. O Yoga tem sim o poder de nos aprimorar, de nos fazer nos sentirmos melhor e mais conectados com algo que está lá dentro de cada um. Se esse prêmio ajudará mais pessoas a passarem por esta experiência, que coisa boa.     Para receber conteúdos semanais sobre Yoga, clique no botão

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Dicas de Yoga | 4 dez 2017 | Daniel De Nardi

Livros de Yoga

Livros de Yoga - Muitos alunos pedem indicações sobre quais livros ler. Afinal, há uma infinidade de opções no mercado e ninguém tem tempo para pesquisar todos eles. Há livros de Yoga bastante populares como os do mestre indiano Iyengar e que são ótimos para quem está começando. Iyengar desenvolveu um método próprio do Hatha Yoga, e como um ótimo professor, consegue ensinar de forma simples os conceitos do Yoga. Usa uma linguagem acessível sem perder em profundidade. Por outro lado, há estudos mais elaborados como os de George Feuerstein que buscam detalhes históricos nos estudos de escrituras antigas. Minha recomendação de hoje é um excelente trabalho de um YogIN brasileiro. Em seu livro, Yoga e Consciência, Renato Henriques traz explicações sobre a cultura hindu e como ela influencia o Yoga ao longo dos milênios. Nesse outro post eu falei sobre AudioBooks, uma opção excelente para estudar em momentos que perdemos tempo no trânsito. Põe o audio no play e começa a ouvir a narração do livro. Infelizmente, só há audiobooks de Yoga em inglês, mas acredito que muito breve haverá também essa opção para o nosso idioma. Esta é minha passagem favorita do livro do Renato Henriques, pois ela traz toda a reflexão do Yoga para algo pé no chão, dia a dia. O Yoga, sem qualquer dúvida, além de profunda sabedoria é também e principalmente uma postura, uma atitude inteligente e inconforme do homem, face a uma vida condicionada e condicionante. É uma tentativa, e mais do que isso, é um empenho sério e abnegado de tentar superar as aparentes limitações do mundo dito material, e até mesmo os relativismos espirituais. Acredito que de nada adianta ficarmos com um milhão de elaborações mentais se no cotidiano você não encara seus condicionamentos, não muda o que você sabe que tem que mudar, não se esforça para chegar onde sabe que pode chegar. Se não há isso, vejo pouco sentido em aprofundar estudos e ler um milhão de escrituras indianas.   Para receber material semanal sobre Yoga  

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Filosofia do Yoga | 6 dez 2017 | Daniel De Nardi

Os benefícios do Yoga

Os benefícios do Yoga Acabo de assistir o documentário The Science Behind Yoga. Gostei bastante, especialmente por falarem de benefícios do Yoga que acredito devam sem mais conhecidos pelo público que pratica Yoga, mas também pelas pessoas que não fazem Yoga, mas que buscam soluções para adversidades do cotidiano. A maior parte do documentário é gravada em Rishikesh, cidade que conheci e gravei boa parte da série #DiarioDeUmYogIN. Acredito que tenham gravado em janeiro num Congresso Internacional de Yoga que acontece lá e é organizado pelos principais AshraMs de Yoga da região. Vale a pena ficar atento à cor do Rio Ganges que aparece ao fundo em alguns momentos. Rishikesh é a primeira cidade (há outros povoados antes) a receber a água do Ganges após o degelo dos montes Himalayas. Sobre os benefícios do Yoga citados no documentário vale a pena ressaltar. O exercícios do Yoga atuam no sistema parasimpático reduzindo a intensidade do stress. Para entender um  mais sobre esse benefício do Yoga, sugiro a leitura do Ebook O Yoga e o Stress que você pode baixar gratuitamente: A respiração tem influência direta no sistema nervoso. Esse benefício do Yoga tem uma relação direta com o efeito do Yoga citado anteriormente. A respiração pode sim, amenizar um estado emocional. Se você é diretamente afetado por um estado emocional e começa a respirar mais devagar, isso vai influenciar diretamente seu estado emocional. Você voltará a calma mais rapidamente. Os pranayamas são exercícios de respiração que nos ensinam a controlar a respiração. Podendo acelerá-la se o objetivo for estimular ou também tranquilizá-la se o objetivo for esse. Se quiser aprofundar o entendimento da Respiração YogIN baixe o Ebook Treinamento YogIN de Respiração: CLICANDO AQUI. A observação profunda que o Yoga faz em relação ao corpo tem reflexo positivo na saúde dos seus praticantes. A saúde é uma das principais buscas dos YogINs. A saúde representa um alinhamento da consciência com o funcionamento do corpo. O YogIN vê na doença algum tipo de desequilíbrio. O documentário mostra isso, explicando os canais energéticos, nadís e os centros de força, chakras e demonstrando a constante atenção que os YogINs dão aos centros de força do corpo. Estados meditativos. Aqui o documentário não refere-se apenas a estados super expandidos de consciência. O Yoga tem que servir para o YogIN. Para você, que no dia a dia, senta para meditar e fecha seus olhos. O Yoga não foi feito para iluminados, mas para nós. Os efeitos da meditação não são apenas de uma transformação completa ( o Yoga nem deseja mudar completamente seus praticantes) a mudança é gradual. São pequenas sacadas que você tem quando para alguns instantes para se observar. Esse estado ideal para a auto observação é o objetivo da meditação.   Prefiro deixar o final e as conclusões sobre os benefícios do Yoga com você.    

Filosofia do Yoga | 12 dez 2017 | Daniel De Nardi

O que é o Yoga?

O que é o Yoga?   Já gravamos alguns vídeos aqui, com a opinião de diferentes professores a respeito do que é o Yoga. Devido a sua ancestralidade e os diferentes movimentos que o Yoga fez ao longo dos seus 5000 anos, não é simples explicar o que se entende pelo Yoga. Recebemos esse vídeo num grupo de whatsapp de professores de Yoga e como achamos uma boa explicação, estamos publicando aqui no nosso canal do YouTube. Aproveite, pois tem um pouco sobre a História do Yoga que é um assunto muito interessante de aprofundar também.   https://youtu.be/d6xKtfm4RqA   YogIN App é a primeira plataforma online do Brasil com aulas de Yoga interativas. Nossos professores podem corrigi-lo durante a prática. ॐ Baixe o aplicativo YogIN e experimente por 30 dias grátis https://yoginapp.com/baixe-o-aplicativo-yogin-app-e-experimente-30-dias-free/

Dicas de Yoga | 19 dez 2017 | Daniel De Nardi

Voando no Yoga

Voando no Yoga Voando no Yoga Professores voadores Beth Pedote e Marian Heeren. https://youtu.be/xl6KjyO3HFE   Para aprender essas posturas de Acro-Yoga conheça o curso do professor Marian https://yoginapp.com/curso/curso-de-acro-yoga    

Podcast de Yoga | 31 dez 2017 | Daniel De Nardi

Mensagem para 2018 – Podcast #48

Mensagem para 2018 - Podcast #48   Final do ano está chegando. Gravei uma mensagem para 2018! Feliz ano novo!   Links   Texto sobre Saint Petersburg, cidade onde o ballet Quebra-Nozes foi encenado pela primeira vez Playlist da série Reflexões de um YogIN contemporâneo   https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa   Transcrição: Mensagem para 2018 – Podcast #48   Olá, o meu nome é Daniel De Nardi e está começando o 48º episódio de “Reflexões de um YogIN Contemporâneo”, um podcast semanal a respeito de espiritualidade, trazendo temas a respeito do yoga e da Índia para entender questões do mundo em que a gente vive. Hoje eu estou gravando o último episódio de 2017, o podcast nasceu em janeiro de 2017, então esse anos, especialmente pra mim, foi um ano de muito crescimento em termos de produção de conteúdo e de desenvolvimento de ideias porque uma coisa muito boa que a produção de conteúdo exige é que a gente busque informação, busque conteúdo, aumente o próprio repertório para depois ensinar. E isso também está relacionado a questões espirituais, com as questões de melhorias internas que você quer desenvolver para transmitir, é como se fosse quase como uma obrigação ler e estudar para conseguir produzir um conteúdo de qualidade. Da mesma forma, a auto-observação e aquilo que você está propagando, você que é professor de yoga, não se pode dizer da boca pra fora, tem que se viver aquilo para que não parece algo falso e não vai impactar as pessoas. No meu caso, tudo que eu venho estudando e ensinado aqui no podcast são coisas que eu venho aplicando na minha vida pessoal e no meu desenvolvimento pessoal. Então esse ano, por ser todo esse desenvolvimento em 48 episódios, foi de muito crescimento espiritual e intelectual pra mim, além receber feedbacks positivos das pessoas que dizem gostar do conteúdo do podcast e que usam aquilo que u falo para melhorar as suas vidas, usando os conceitos que aqui são abordados para se viver com mais felicidade e menos angústia e sofrimento. Como é final de ano, é muito normal as pessoas quererem fazer planos e objetivos com ações muito bem planejadas. Acho importante buscar objetivos, isso nos mantem mais alertas e vivos porque estamos em busca de algo, mas eu não mantenho nenhum tipo de expectativa em relação aos planos. Plano é uma linha e ele não ai acontecer exatamente como você planejou, então se você colocar toda a sua atenção e propósito em cima de um objetivo muito específico, certamente isso irá gerar algum tipo de frustração. É comum as pessoas fazerem promessas de final de ano em relação a quanto irão ganhar de dinheiro ou quanto irão emagrecer no ano seguinte, no decorrer do tempo essas promessas acabam não se realizando essas promessas não concluídas acabam por gerar algum tipo de frustração. Não é ilegítimo ter algum tipo de objetivo, ele vai te estimular a viver e a agir por aquilo que você acha importante, mas projetar a sua felicidade vai gerar algum tipo de angústia porque o objetivo, mesmo quando alcançado, se transforma em outro objetivo, e em outro, e em outro. Quando se projeta a realização em cima de objetivas, se sujeita aos acontecimentos externos, da natureza como um todo. Muitas vezes um fator histórico pode te impedir de alcançar um objetivo e, então, você fica frustrado por algo que você não tem nenhum controle. A minha proposta para esta mensagem de final de ano é que, ao invés de a gente buscar objetivos, que a gente passe a aceitar o que a gente já tem e já é em 2018. Seria muito mais prazeroso se você aceitasse o seu padrão de vida, trabalhasse para melhorá-lo, mas não ficasse angustiado com o que tem. Da mesma forma o seu corpo, você irá trabalhar para melhorá-lo, a saúde é um dos indicadores muito importante observados pelo yoga, mas tornar esse cuidado algo neurótico em cima da busca por uma peso ideal, isso irá criar frustrações. É muito mais fácil aceitar o que já tem e não buscar algo externo que não tem fim, que irá se desdobrar em muitos outros objetivos. Isso pode ser vivenciado, mas como ponto final irá gerar frustrações. Esta é a minha mensagem de final de ano, do último podcast do ano. Aceite mais, aceite melhor quem você é, o que você tem, e deixe de lado aquilo que você não tem, o que você não é. Se as mudanças forem acontecendo, em decorrência de ações, mas não se pode projetar a uma experiência em sobre um objetivo externo. É bem mais inteligente se voltar pra dentro e aceitar aquilo que já existe, que já é real. Um excelente 2018 para todos, espero continuar produzindo semanalmente o podcast neste próximo ano. O episódio 52 terá completado um ano de podcast, então estamos quase chegando em um ano, que seja m ano pleno de realizações e de encontro com o que você já é. Para finalizar eu vou deixar trecho da música “Quebra-nozes”, que é trilha do ballet homônimo, de Tchaikovsky. Quem estiver acompanhando pelo YogIN App, vai conseguir acompanhar os trechos do ballet. Essa peça é muito famosa, ela se passa no dia do natal, uma menina ganha um presente que ganha a vida e começa a se construir um mundo de fantasia. Ela sempre encenada em salas de concertos pelo mundo na época do Natal, quem nunca assistiu, é uma experiência que vale a pena, toda cidade tem uma apresentação de “O Quebra-nozes” nesta época do ano. Tchaikovsky fez só a trilha sonora, que estreou em 1898 em São Petersburgo (vou deixar um texto sobre a cidade que escrevi há algum tempo atrás). Tenho bastante interesse em conhecer a cidade, até porque foi um grande centro de produção de cultura na Rússia, no século XIX, grande gênios saíram de lá (Dostoievski, Tolstói...). No ano que vem o Brasil irá jogar algumas partidas da Copa do Mundo em São Petersburgo, então certamente vamos saber um pouco mais sobre esta cidade. Com você, Tchaikovsky com “O Quebra-nozes”, um feliz 2018, uma feliz passagem. Quem já está ouvindo este podcast em 2018 lembre-se: entender e aceitar quem se é, é muito mais inteligente do que buscar o que está fora de sim. ohm shanti shanti om!

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Filosofia do Yoga | 1 jan 2018 | Daniel De Nardi

O que é o Yoga? 

O que é o Yoga? Vamos responder a pergunta - O que é o Yoga? Saiba mais assistindo a aula completa no vídeo abaixo.         LINKS     Ebook gratuito - As Origens do Yoga e da Meditação   Audiobook - As Origens do Yoga e da Meditação https://yoginapp.com/curso/as-origens-do-yoga-e-da-meditacao/   Playlist da Série - Reflexões de um YogIN Contemporâneo   https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa

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Filosofia do Yoga | 11 fev 2018 | Daniel De Nardi

O QUE É O YOGA?

O QUE É O YOGA? Esta é uma pergunta (o que é o Yoga?) que muita gente faz para nós, profissionais, mesmo com a quantidade de informações que vêm saindo na mídia nos últimos anos. O Yoga deixou de ser uma moda para se tornar uma tendência, e vem provando seu valor desde muito antes que Sylvia Rank, a superstar de La Dolce Vita, obra-prima de Fellini, ao ser questionada sobre o que faz para manter o corpo em forma, responde simplesmente: Yoga. Os antigos sábios hindus gostavam de começar suas explanações definindo o que entendiam pelo assunto. Seguindo seu exemplo,  vou adotar a definição mais clássica do Yoga, feita por Pátañjali, importante mestre indiano do século III A.C. Pátañjali tem uma importância grande dentro da história desta filosofia. Foi o primeiro a escrever um livro falando somente desta prática, o famoso Yoga Sutra. O livro serve até hoje para pesquisa de yogins de todas as linhas. Escrito em forma de aforismos, frases concisas repletas de conhecimento, começa desta forma, na tradução do professor Luis Carlos Barbosa.   I - 1 Eis os postulados mais elevados do Yoga I - 2 O Yoga é o recolhimento dos meios de expressão da mente   Para Pátañjali, o Yoga é tudo aquilo que conduza o praticante a uma parada das ondas mentais, mas não no sentido de parada cerebral, mas apenas dos pensamentos para que a consciência possa fluir por uma canal mais sutil que é a intuição. A intuição ensina muito sobre nós mesmos. Quando diminui-se as influências externas (veja a definição de Patanjali), brota algo próprio. Aquilo que só você poderia produzir ou pensar, aquilo que mais te representa. A intuição só acontece quando há um contato direto do praticante com aquilo que ele verdadeiramente é. A intuição é tão falada no meio do Yoga, pois ela é o que mais aproxima o YogIN da sua essência, chamado no Yoga de purusha.   Para Pátãnjali, o que importava era esse caminho para o praticante chegar a meta e por isso os capítulos do seu livro são chamados de páda, que em sânscrito significam passos ou caminho.   LEIA AQUI SOBRE AS DEFINIÇÕES DO YOGA - O QUE É O YOGA?   Praticar Yoga é buscar estabilidade física, emocional ou mental. Em determinada parte da prática, os yogins aprendem a direcionar sua atenção para um som (mantra) em outra para a respiração (pránáyáma), depois para uma única imagem (dhyána) ou para o corpo (ásana). Esse treinamento de deslocamento da atenção para as diferentes partes é um dos mais importantes aprendizados da prática. Melhorando isso durante as aulas, conseguirá fazer o mesmo no seu trabalho, focando no que é mais importante, na leitura, conseguindo ler sem precisar voltar páginas ou mesmo numa troca de carinho tornando a experiência mais proveitosa. Yoga para mim é isso, um grande universo de descobertas, experiências e aprendizados. Um despertar da essência, um encontro consigo mesmo.   Para saber mais sobre conteúdo de Yoga aperte este botão