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Como fazer chandra namaskar
Vídeos de Yoga | 4 jul 2020 | Equipe YogIN App

Aprenda a Saudação à Lua – Chandra Namaskar

Como Fazer Chandra Namaskar - Saudação à Lua! A saudação ao Sol você deve conhecer, mas já ouviu falar na saudação à Lua? Aprenda a fazer o Chandra Namaskar? Sobre a sequência mais conhecida, o Surya Namaskar, fizemos um post explicando cada passo dessa sequência e você pode lê-lo clicando na imagem abaixo. Ambas as sequências foram criadas com o intuito de saudação a importantes elementos da Natureza que influenciam diretamente à vida humana. O Sol e a Lua. 🌤🌝🌘🌗🌖🌕🌤🌤 https://yoginapp.com/como-fazer-surya-namaskar/ Como funciona a Saudação à Lua? Esta saudação também é uma sequência encadeada de posturas, asanas e que tem como principal intenção um agradecimento sincero à Lua. Esse astro que tem influência direto no nosso ciclo de vida recebe essa homenagem de posturas de gratidão. 🙏🙏🙏 O treinamento da gratidão é uma forma de demonstrarmos para o nosso corpo o que é importante para nós. Associando essa intenção à movimentos físicos (asanas) você marca no corpo essa sensação. Falamos mais sobre comprovações científicas da Gratidão no episódio #43 da série de podcasts CLICANDO AQUI. https://yoginapp.com/gratidao-e-thanksgiving-podcast-43/ DICAS PARA O CHANDRA NAMASKAR Dicas que vão ajudar você a vivenciar mais os efeitos da sequência :🤝😃😃✨✨ Ao executar a Saudação à Lua, você deve manter a atitude de retribuir pelas influências positivas da Lua nos seus ciclos de vida. O treinamento da gratidão valoriza o que é valioso para você na vida. O ideal é praticar à noite e de preferência na Lua Cheia (o que não deve servir de desculpa para não fazer hoje se não tiver a Lua assim). Compreendeu? 🤔😊 Então dê um PLAY no vídeo você aprenderá o Chandra Namaskar, esta antiga sequência que saúda um importante elemento da Natureza para todos os seres humanos.   https://youtu.be/bGijsNbcn3g Se você tem interesse em explorar melhor o Universo do Yoga. Deixe a gente saber que poderemos enviar mais dicas como essa. Para aprender mais sobre as Posturas do Yoga chamadas de Asanas basta você deixar seu nome e eamil no formulário abaixo e enviaremos um email com mais informações. 📨📨📨📨 Esperamos que esse seja apenas o primeiro contato de uma longa jornada. 🎇🎆🎇 Namaste! new RDStationForms(\'formulario-post-chandra-namaskar-8906ca49e8bbbec7d955\', \'UA-68279709-2\').createForm();

proposta do Yoga para o Autoconhecimento
Filosofia do Yoga | 3 jul 2020 | Lucas De Nardi

Qual a proposta do Yoga para o Autoconhecimento

Como o Yoga desenvolve o autoconhecimento e a espiritualidade - proposta de autoconhecimento! O Yoga é conhecido como uma prática milenar que desenvolve o autoconhecimento, mas de que forma o Yoga se propõe a fazer isso? Entenda a proposta do Yoga para o Autoconhecimento Neste vídeo você vai entender como o Yoga usa suas técnicas para despertar melhor a percepção de si e a evolução pessoal. https://youtu.be/BXPUHKbm8PQ     Este trecho é parte de uma aula completa que você pode assistir aqui mesmo no nosso canal, clicando aqui      https://youtu.be/mUJc-93j1zU   Neste outro trecho da aula você pode entender melhor a relação do Yoga com as posturas, asanas. O corpo pode ser ao mesmo tempo uma ferramenta, mas também um obstáculo à libertação. CLIQUE ABAIXO PARA ASSISTIR   https://yoginapp.com/como-o-corpo-pode-ser-uma-ferramenta-ou-uma-armadilha-na-libertacao/     Namaste! new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Bhuta Shuddhi – A limpeza periódica do corpo
Filosofia do Yoga | 2 jul 2020 | Equipe YogIN App

Bhuta Shuddhi – A limpeza periódica do corpo

Bhuta Shuddhi - A limpeza periódica do corpo! A limpeza periódica do corpo, conhecida como Bhuta Shuddhi é uma das características do yogin. O próprio sádhana, prática disciplinada de yoga, é uma forma de limpeza: praticar as posturas é um exemplo de limpeza do corpo, por estimular órgãos de excreção e eliminação, pranayamas e meditação produzem uma limpeza de canais sutis do corpo, meridianos e uma faxina mental, excluindo os pensamentos da mente condicionada. Além disso, no Hatha Yoga tem-se o chamado shat karma, conjunto de seis kriyas clássicos que merece um post especial, só para explica-los, mas comumente ministro alguns deles nas minhas práticas aqui do YogIN App. Esse período que entramos, de mudança de estação, é um período que yogins costumam intensificar suas práticas de limpeza. Bhuta shuddhi é a prática de purificação dos elementos do corpo:  água, ar, terra, fogo e espaço (éter, akasha). Tudo na Natureza é composto por estes elementos, no nosso corpo a composição é de setenta e dois por cento de água, doze por cento terra, seis por cento ar, quatro por cento fogo, e o éter (akasha) seis por cento. new RDStationForms(\'e-book-treinamento-yogin-de-respiracao-bdf2969b9eeaf2b1af79-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); O termo vem do sânscrito, bhuta, que significa \"elemento\"  e shuddhi, que significa \"purificação\". O objetivo da prática é libertar o yogin de sua natureza física e abrir a porta para níveis mais elevados de consciência, de modo que o praticante possa se sutilizar e tornar-se um com Brahman. Praticar  bhuta shuddhi cria mudanças físicas, emocionais e mentais profundas para limpar o corpo, mente e espírito. Algumas referências modernas acabam catalogando bhuta shuddhi como apenas um período de desintoxicação alimentar, o que faz parte do processo de sutilização dos corpos, mas é uma parcela muito pequena da prática. Bhuta shuddhi também não é um kriya. Kriyas são atividades de purificações, como citei acima o conjunto de kriyas clássicos, dos quais o mais conhecido é o nauli kriya. Existem muitas maneiras de praticar bhuta shuddhi, a fim de purificar os elementos. Um método comum é a meditação no bija mantra de cada chakra, no som dos nossos centros de força. comPara executar este tipo de bhuta shuddhi , comece  15 minutos de asanas simples de alongamento que estimulem a coluna e alguns ciclos de  pranayama. Em seguida, continue com 15 minutos de meditação sobre os chakras. Começando com o chakra da raiz indo até o coronário. Temos práticas dos chakras em nossa página de aulas. Meditação nos chakras e o Bhuta Shuddhi Sente-se com as pernas cruzadas e a coluna ereta, feche os olhos e sinta a vibração do seu corpo e de seus pontos de energia.   [caption id=\"attachment_16534\" align=\"aligncenter\" width=\"370\"] Bhuta Shuddhi atua nos Chakras[/caption]   Comece a entoar o som semente de cada chakra da base em direção ao topo da cabeça, como na foto acima. LAM, VAM, RAM, YAM, HAM, OM, silêncio. LAM, VAM, RAM, YAM, HAM, OM, silêncio. Faça por 10 minutos e depois fique 5 minutos em silêncio em meditação em algum chakra específico ou apenas em silêncio, sem pensar, apenas sentindo e mergulhando na pureza de sua essência.    

Meditação no OM
Meditação | 1 jul 2020 | Equipe YogIN App

Meditação no OM

Meditação no OM - Medite no Som do Absoluto! Nesse audio você pode explorar a meditação no OM. O OM vem sendo utilizado pelos Yogins como um importante Mantra de meditação há milênios. A eficiência deste som em conduzir os praticantes à meditação se deve ao fato de ser um som contínuo, sem variações e também por ser considerado o som inicial de todo o Universo. Para fazer a Meditação no OM CLIQUE AQUI Conheça também a Meditação no Rio Ganges - CLIQUE AQUI https://yoginapp.com/meditacao-no-som-do-rio-ganges/ Saiba mais sobre o Yoga - Deixe seu email no formulário abaixo! new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Como fazer as Posturas do Yoga
Filosofia do Yoga | 1 jul 2020 | Equipe YogIN App

Como Fazer as Posturas do Yoga

Aprenda Como fazer as Posturas do Yoga mais importantes! A pedido dos nossos alunos, criamos uma playlist no YouTube chamada - Como fazer as Posturas do Yoga. Os asanas, as posturas do Yoga não são a principal parte da prática. As posturas do Yoga acabaram ficando mais conhecidas, pois são a parte mais fotografável da prática do Yoga.   Como Fazer as Posturas do Yoga O Yoga é composto de muitas técnicas (meditações, respiratórios, relaxamentos, posturas e outras). Cada estilo de aula prioriza uma ou outra técnica do Yoga. Você pode fazer um tipo de Yoga que prioriza meditação, como o Raja Yoga ou outro que pratica mais mantras, como o Bhakti Yoga ou o aspecto corporal, Hatha Yoga. Fazer um asana (postura do Yoga) vai muito além do que colocar-se numa posição, fechar os olhos e tirar uma foto. Como fazer as Posturas do Yoga Asana é um exercício para o autoconhecimento. Para uma percepção mais apurada das sensações do corpo e como lidar melhor com elas. A prática das posições do Yoga nos ensina a lidar por exemplo com nossos desconfortos. Toda vez que colocamos o corpo em uma posição que gera desconforto, vamos reproduzir corporalmente nossa maneira de lidar com desconfortos na vida. Você pode evitá-lo e querer sair imediatamente da posição ou poderá também negá-lo e forçar o corpo a ponto de machucá-lo. A atitude interna de asana serve para investigação desse desconforto. Observando-o melhor, tomando consciência de aspectos mais sutis dele. Com a observação do corpo durante uma permanência de alongamento você consegue chegar ao ponto de entender como determinados comportamentos geraram tensões que acabaram se refletindo no corpo. Tudo isso você aprende a fazer com a prática das posturas. PARA SABER SOBRE OS MELHORES HORÁRIOS PARA PRATICAR CLIQUE AQUI. https://yoginapp.com/qual-melhor-horario-para-praticar-yoga/ Entender como negociar com o corpo e conseguir observar o efeito do esforço na produção de resultados físicos é um dos objetivos das posturas do Yoga. Se você está começando na prática, tire algumas fotos que mostrem o seu nível de alongamento atual e vá acompanhando sua evolução ao longo do tempo. Essa atitude gera motivação, pois fica evidente que se você não se esforçar para melhorar seu alongamento, seus músculos não vão sair do lugar. Por outro lado, quando o resultado do esforço é percebido, não há motivação maior para continuar na jornada. Nesta playlist - Como Fazer as Posturas do Yoga -você encontrará as posições mais pedidas pelos nossos alunos, mas se você tiver alguma postura que queira conquistar, escreva nos comentários dos vídeos que vamos tentar atender o quanto antes.   MAIS DICAS DE YOGA Deixe seu email para avisarmos você de tudo o que de melhor acontece no Yoga. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Brahma Muhurta
Dicas de Yoga | 1 jul 2020 | Fernanda Magalhães

Brahma Muhurta – Arte de Acordar antes de Todos

Brahma Muhurta: o melhor horário para a prática de Yoga e Meditação! O Brahma Muhurta já me acompanha desde que sou criança. Engraçado né? Eu sempre fui uma pessoa da manhã. Sim, criança meio estranha que acordava antes da hora necessária para me arrumar com calma para a escola. Na verdade, durante a infância, dormir não era uma atividade atrativa para mim. Sempre apreciei esse tempo de silêncio, às vezes ainda escuro onde executava as tarefas matutinas com calma, sem  acordar “no susto”. Mas, há uns 6 anos atrás, quando comecei a acordar às 5 horas da manhã para fazer atividade física antes do dia iniciar, esse momento tomou um significado maior. Ele se tornou o meu momento do dia, onde não havia demandas externas a serem atendidas e eu podia me escutar, me conectar. Semana passada, ganhei um livro que se chama “O Milagre da Manhã” que fala sobre como transformar sua vida incluindo certas atividades como meditação, planejamento, exercícios físicos e escrita antes das 8h da manhã. Venho percebido que está crescendo uma onda de acordar às 5h, ou até mesmo as 4h da manhã, para estimular mudança para a qualidade de vida e eficiência. É, inclusive, uma dica dada pelos grandes empresários visando o sucesso financeiro. De fato, senti mudanças internas nesse período que venho acordando 1 hora mais cedo do que o necessário para poder estar comigo. Não sei o que veio primeiro, o ovo ou a galinha, mas o Yoga entrou justamente nessa época na minha rotina, ainda que devagar,  somente duas vezes por semana. Existem pesquisas que indicam até mesmo que quem acorda mais cedo é mais magro e feliz do que a média! Conforme fui estudando o Yoga e compreendendo as diretrizes para a prática, percebi que utilizar este horário matutino para uma prática de autoconhecimento não era uma questão de encaixe perfeito na minha rotina ou gosto pessoal. Eu, ainda sem saber, estava usufruindo dos efeitos de brahma muhurta - \"A Hora de Deus\" ou \"A Hora do Criador\". Brahma muhurta é um período de dois muhurtas (1 muhurta= 48 minutos), ou cerca de uma hora e meia antes do amanhecer, variando de 3 às 6h da manhã, dependendo do horário do nascer do sol. Este período de tempo, quando a alma humana e o Universo se unem, é dedicado a Brahma, Deus da Criação. É o momento em que você se recria para um novo dia. Unindo a sabedoria dos antigos Yogins e a experiência das pessoas eficientes de nossa era, podemos listar algumas das recompensas em atender ao despertador tocando mais cedo: Sincronização com o Ciclo Circadiano Nosso organismo funciona de forma cíclica em relação a produção de hormônios que regulam nossas atividades diárias. Esse nosso “relógio biológico” é controlado pela luz, que comanda a produção de cortisol durante o dia e melatonina durante a noite. [caption id=\"attachment_493577\" align=\"aligncenter\" width=\"620\"] Ciclo Circadiano e o Brahma Muhurta[/caption]   A melatonina é vista como um estabilizador do estado mental, algo que o deixa confortável por um longo tempo. Ficar mentalmente confortável significa que você não sofre flutuações. Respeitar os ciclos biológicos faz com que possamos utilizar nosso corpo em sua máxima potência. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Você estará adiantado   Dê adeus aquele pulo da cama para não se atrasar. Você já estará acordado há um tempo quando precisar sair de casa ou iniciar uma tarefa. Estar adiantado te deixa um tempo de planejamento para fazer a programação do seu dia e deixar preparado o necessário como por exemplo, preparar uma marmita saudável se seu plano é melhorar a alimentação no dia a dia. Este fato te deixa também uma vantagem psicológica de que você iniciou seu dia antes de todos, contribuindo para o próximo benefício.   Trabalhar por ação, e não por reação Como eu disse acima, acordar antes de todos te deixa sem demandas externas, fazendo com que você priorize o mais importante e não o mais urgente. Se colocando nesse momento de prioridade, você estará muito mais preparado para atender as demandas quando elas chegarem. Então, não é só começar o dia antes, mas é importante o como começar seu dia. Se você ainda não tem um ritual matinal, recomendo que coloque isso nas suas prioridades. O seu dia deve ser tratado com um evento importante onde a preparação se dá nessa “hora extra”. Silêncio e o Brahma Muhurta Não que precise explicar esse benefício… Mas é criada a atmosfera perfeita para estudo, trabalho, ou qualquer tarefa que exija concentração. Além do silêncio, se estão todos dormindo ainda, não será interrompido por cônjuges, emails ou mensagens no whatsapp. Quando acordamos nossa mente está calma, e clara e a medida que os estímulos externos vão chegando ela vai se poluindo, desfocando. Aproveitar sua mente nesse estado, significa mais produtividade, mais insights, mais controle, que será levado para o resto do dia.   SE QUISER MAIS SOBRE COMO DESENVOLVER DISCIPLINA - CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO   https://yoginapp.com/meditar-exige-disciplina/   Disciplina Ok, para a maioria das pessoas, acordar cedo não é fácil (embora grande parte destas apenas não tenha desenvolvido o hábito ainda) mas a determinação em levantar com o despertador mais cedo desenvolve a disciplina. Toda situação que desafia nossa zona de conforto é um excelente trabalho de controle mental. Para alcançar qualquer objetivo, seja a vida de Yoga ou o sucesso financeiro, é preciso aprender a fazer o que deve ser feito e não o que nos convém. Assim desenvolvemos Tapas, a autodisciplina. Vivemos no mundo imediatista, atropelando tarefas importantes em prol de tarefas urgentes. O importante sempre vai sendo deixado para o tempo livre, que às vezes não acontece. Não é só o acordar mais cedo, mas sim colocar as coisas mais importantes em primeiro lugar. Como você passa as primeiras horas do dia determina como será o resto dele. “Pratique, pratique e tudo virá” - Sri K Pattabhi Jois new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Yoga e India
Filosofia do Yoga | 1 jul 2020 | Daniel De Nardi

YOGA E INDIA – série de Podcast – #DiariodeUmYogIN

YOGA E INDIA - 17 episódios [SÉRIE DE CONTEÚDOS] Esta série de Podcasts eu gravei na minha viagem a Índia em dezembro de 2015.  Nesta série de 17 episódios relatei minhas experiências no berço do Yoga. Abaixo vou deixar a playlist, mas você pode acessar por algum episódio que prefira também!   Sinopses dos episódio   Episódio 1 - Chegada na Índia Cometi um grande de erro no planejamento da viagem e descobri depois que já tinha feito check-in que precisava de visto para entrar na Índia, e eu não tinha. Ouça o primeiro episódio da série pra saber o que aconteceu. https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-entrei-na-india-sem-visto-episodio-1   Episódio 2 - Primeiras Impressões Neste episódio falo do impactante encontro com o Taj Mahal. Sensações e Insights! https://soundcloud.com/yogin-cast/diario-de-um-yogin-as-primeiras-impressoes-da-india-episodio-2   Episódio 3 - As tentativas de conciliação religiosa Neste episódio conto um pouco sobre histórias de conflitos e conciliações religiosas na Índia. https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-as-tentativas-de-conciliacoes-religiosas-episodio-3 Episódio 4 - Rishkesh Rishkesh pode ser considerada a capital mundial do Yoga. Há dezenas de ashrams (espécie de mosteiros do Yoga) e os Beatles quando vieram à India ficaram em um deles. https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-rishkesh-a-capital-mundial-do-yoga-episodio-4 Episódio 5 - Shivanada Ashram e Rafting É possível fazer rafting e até mergulhar no Rio Ganges em pleno inverno. Este episódio também fala do Shivananda Ashram, importante centro de Yoga também situado em Rishikesh. https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-episodio-5-shivananda-ashram-rafting-e-mantras   Episódio 6 - Crianças da Montanha Neste episódio Daniel conta sobre o Hatha Yoga no amanhecer do Ganges, a conversa com o Swami Mandraji no Ashram mais antigo de Rishkesh e as crianças das montanhas. https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-hatha-yoga-guruji-e-as-criancas-da-montanha   Episódio 7 - Yoga e comidas indianas em Rishikesh Neste podcast falo sobre a aula com a professora Usha Devi, a yogin mais respeitada de Rishikesh, também sobre sadhus e comidas indianas. https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-7-episodio-iyengar-yoga-comidas-indianas-e-bollywwod   Episódio 8 -  A Terra de Shiva Vaishshta Guja é um local isolado às Margens do Rio Ganges onde há uma caverna que acredita-se tenha sido local de meditação de muitos iluminados. https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-8-episodio-a-terra-de-shiva?in=yogin-cast/sets/di-rio-de-um-yogin-experi-ncia     Episódio 9 -  Reveillon na Caverna Neste episódio conto como foi passar o reveillon numa caverna isolada às margens do Rio Ganges. Para ver as fotos da Caverna CLIQUE AQUI https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-9-episodio-o-dia-na-caverna 10 Episódio - Ukimath, a Catmandu Indiana Neste episódio Daniel conta a viagem de 7h contornando o Rio Ganges e seus afluentes. Para ver as fotos da junção de rios nos Himalayas CLIQUE AQUI https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-10-episodio-ukimath?in=yogin-cast/sets/di-rio-de-um-yogin-experi-ncia 11 Episódio - Deurital Lake Neste episódio conto os primeiros passos do trekking, o encontro com mulheres que carregam cestos com mais de 5okg de folhas montanha acima e também a visão dos topos congelados dos Himalayas. Para ver as fotos CLIQUE AQUI https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-11-episodio-deurital-lake   Episódio 12 - Vale a pena YogINs fazerem um trekking? Reflexões sobre trekking. Para ver as fotos CLIQUE AQUI https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-12-episodio-dica-para-trekking Episódio 13 - A Busca Este episódio falo da busca humana, a curiosidade que o fez buscar novos mundos externos e adentrar mais pelo universo interior. Para ver as fotos CLIQUE AQUI https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-13-episodio-a-busca Episódio 14 - O Cume de ChandraSila O cume de ChandraSila, uma das montanhas mais altas da Índia. Para ver as fotos clique aqui https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-14-episodio-cume-de-chandrashilla   Episódio 15 - Viajar Sozinho O caminho até a montanha onde um casal de sadhus, homens santos que abdicam dos confortos da vida para uma busca espiritual, moram isolados. Para ver as fotos CLIQUE AQUI https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-15-episodio-viajar-sozinho-e-o-templo-a-kali   Episódio 16 - A capacidade de servir do povo indiano Neste episódio Daniel fala sobre o retorno para as cidades e a incrível capacidade do indiano de servir bem. Para ver as fotos CLIQUE AQUI https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-16-episodio-a-capacidade-de-servir-dos-indianos Episódio 17 - A despedida Último episódio da viagem! https://soundcloud.com/yogin-cast/diariodeumyogin-17-episodio-ileso-e-mudado Até a próxima viagem!

YogIN App - Studio de Yoga Online
Dicas de Yoga | 1 jul 2020 | Equipe YogIN App

Conheça seu novo Studio de Yoga Online

O YogIN App Studio de Yoga Online está de cara nova! Seu novo Studio de Yoga Online está de cara nova 🧘‍♀️ 😄 🧘‍♂️ Pratique uma aula agora. https://youtu.be/u748oP8OTac Para praticar Aulas Gravadas clique no link: https://yoginapp.com/aulas-gravadas/ Para praticar Aulas ao Vivo clique no link: https://yoginapp.com/aulas-ao-vivo/ Quer saber mais sobre Yoga? Visite nosso Blog! Está recheado de conteúdos sobre Asanas, as posturas do Yoga, sobre a Filosofia do Yoga, Meditação e muito mais! Clica no link a seguir para ler os textos: https://yoginapp.com/blog/ Conheça nosso perfil no Instagram Boas práticas e leituras! Namastê

A ética protestante e o espírito tântrico
Filosofia do Yoga | 1 jul 2020 | Daniel De Nardi

Podcast #07 – A ética protestante e o espírito tântrico

A ética protestante e o espírito tântrico A ética protestante e o espírito tântrico será um episódio com tantas referências que só ouvindo para entender do que se trata. https://soundcloud.com/yogin-cast/a-etica-protestante-e-o-espirito-tantrico-podcast-07 Links Curso Roberto Simões - Neurofisiologia da Meditação   Livro de Max Weber - A ética protestante e o espírito do capitalismo PDF   Canal de podcast de Roberto Simões https://soundcloud.com/yoga-contempor-neo Curso Yoga, Liberdade e Aprendizado   Lenda sobre Patanjali Playlist da série de Podcasts - Reflexões de um YogIN Contemporâneo   Transcrição: A ética protestante e o espírito tântrico   A Ética Protestante e o Espírito Tântrico #7 Olá, meu nome é Daniel De Nardi e está começando o sétimo episódio de Reflexões de um YogIN Contemporâneo. O episódio de hoje chama-se “A Ética Protestante e o Espírito Tântrico”, deve ser um dos títulos mais complexos que já teve durante os podcasts, mas ele faz uma referência a uma obra bastante famosa que é essencial no estudo da sociologia chamada “A Ética Protestante e o Espírito Capitalista”, essa obra fez uma análise observando o quanto a ideia de protestantismo favorecia o enriquecimento das nações e, por conta disso, era a explicação pela qual os países protestantes era os mais ricos como no caso dos Estado Unidos, Alemanha, Grã-Bretanha, enfim, acabam sendo mais ricos os países protestantes. E a conclusão da obra é que no Protestantismo você não tem uma ideia clara do que irá acontecer após a morte, uma das coisas que o protestante tem como indício de que ele está num bom caminho, no caminho de Deus é que ele vai prosperando, então a prosperidade é uma demonstração de uma iluminação, de um agrado de Deus de que você está no caminho certo de Deus e isso fez com que as pessoas dessas nações, tendo essa visão, pensando e sentindo especialmente acreditando dessa forma, eles acabaram gerando um acúmulo maior de capital, diferentemente de outras culturas que não valorizam essa construção em vida, então muitas culturas projetam tudo pra depois da morte, então depois da morte é o que interessa e isso não favorece a construção aqui em vida. Eu peguei esse nome, porque nos últimos dias eu estou editando um curso novo que nós já disponibilizamos no YogIN App, então, quem adquiriu o curso vai recebendo aos poucos – a medida que a gente for terminando a edição – e é um curso de um professor que eu já acompanho a algum tempo, ele faz um podcast, uma série de podcast bastante interessante que é o Roberto Simões do Podcast Yoga Contemporâneo, se você não conhece, vale a pena ouvir lá. O que eu gosto, o que me agrada muito no trabalho do Roberto: eu acredito que a gente tem que ter um bom entendimento de diversas áreas da vida, essa questão de especialização profissional excessiva dificulta o próprio aprendizado da sua área, porque a medida que você tem mais referências e outras áreas isso vai favorecendo todo o tipo de aprendizado. No meu curso que fala sobre aprendizado, ele explica um conceito chamado Chunk, que é justamente o auxílio de diferentes aprendizados para aquilo que você está aprendendo no momento. Então, por exemplo, se você estudou ecologia, às vezes isso vai favorecer de alguma forma e te fazer aplicar à matemática e, assim, em diferente áreas. Então áreas em que você não vê conexão, à medida que você vai compreendendo, elas vão favorecendo o entendimento de qualquer coisa que você esteja aprendendo ou estudando. Essa visão ampla é importante para a gente ter uma visão mais precisa do mundo que não é dividido só em áreas profissionais ou estilos de educação, o mundo tem várias nuances, entre eles nuances políticas, históricas, sociais, então tudo isso é importante a gente tem o mínimo de entendimento. O Roberto faz um trabalho amplo nesse sentido de ter várias visões, ele é um pesquisador profundo da ciência, ele escreveu um livro que é “A Neurofisiologia da Meditação”, por outro lado, ele fez o doutorado na área da religião e, também estudou Psicologia. Então ele consegue fazer um apanhado sem misturar, “esta é a visão da ciência”, “esta é a visão da história”, “na religião, uma leitura da espiritualidade funciona desta forma...”. Aprendi bastante com o Roberto nesses últimos tempos, que ele vem produzindo esses podcast dele e venho trocando mensagens com ele, queria muito que tivesse um curso dele no YogIN App, porque é uma pessoa que agrega muito pra nós professores e praticantes, pela sua visão realista da ciência em relação a meditação, redução de estresse e essas outras questões que muitas vezes a gente se pergunta: O yoga de fato funciona pra isso? Hoje em dia ninguém menos que a ciência para validar isso. Ao mesmo tempo existe um tipo de visão que só um estudo de espiritualidade e história consegue dar, a ciência não chega a determinadas questões que o trabalho no yoga é bastante profundo então tem a questão da linguagem, que é algo que não é percebido ou medido, então a ciência não estra nessa questão da linguagem, o quanto ela e a criação de mitos influencia o nosso comportamento, por exemplo, e isso é algo que um estudo de espiritualidade, um estudo histórico se faz necessário para a compreensão. Então ele vai fazendo esse paralelo nesse curso com essas diferentes áreas, e é muito interessante pra gente ver a compreensão de todo o funcionamento do cérebro e como que este funcionamento é afetado, modificado, moldado a partir das práticas de meditação e outras técnicas do yoga. Esse trabalho que o Roberto está fazendo que é uma espécie de uma releitura do yoga é bastante tradicional na Índia, então a Índia cultiva muito a valorização do conhecimento, mas também uma valorização de uma releitura, então os comentaristas de sutras de vedas tem um papel muito importante dentro da construção do conhecimento indiano, como isso tem uma determinada escritura lá, o comentarista comenta, mas faz acréscimos de coisas que estão acontecendo no seu momento e aí aquilo é incorporado, agregado a escritura original, então esse processo de releitura no tempo atual das escrituras antigas ele é muito famoso, muito valorizado dentro da Índia. Então nós temos, por exemplo, comentários do yoga sutra que é o primeiro livro de yoga, então o Yoga Sutra é escrito por Patanjali, que não sabemos se foi uma pessoa ou um grupo, mas tem um comentarista famoso que é o Vyasadeva, e ele faz um comentário de cada sutra colocando a ideia dos sutras no tempo dele, ele foi, inclusive, nomeado escritor do Mahabharata e desse livro, só pra vocês entenderem, sai o famoso Bhagavad Gita que tem um conhecimento maior é uma parte do Mahabarata que talvez tenha sido escrito por um comentarista, então se vê a importância dos comentaristas dentro da história. Um dos textos mais conhecidos da Índia pode ter sido escrito por um comentarista, como os textos mais antigos de uma civilização a gente não tem precisão de quem escreveu aquilo, a gente tem indícios, e muitas lendas são criadas em cima daquilo. Então se você procurar, por exemplo por Patanjali, você encontra toda a história do Patanjali, a gente publicou na fan page essa semana, quem não viu vai lá e olha, tem a história de como Patanjali surgiu, como ele nasceu (eu não vou contar a história pra você ir lá e ler), mas mesmo Vyasadeva e, depois, todos os demais, vão se criando mitos em cima deles e dando, muitas vezes, textos que não eram originalmente, mas que passaram a ser parte da cultura, do conhecimento e da inteligência indiana a partir de comentários. No processo mais recente a gente tem como comentarista dos vedas e de todo o entendimento indiano o Mircea Eliade, que é muito conhecido no yoga, todo mundo que estuda yoga acaba lendo, uma hora ou outra, e ele faz justamente esse trabalho só que com uma visão mais atualizada e muito mais ocidental. Então o Mircea Eliade é um dos primeiros intelectuais aceitos pela academia, por toda a ciência europeia, então ele tem um trabalho reconhecido na Sorbonne e em outras universidades francesas e americanas, então ele fez esse papel de releitura do conhecimento indiano, foi agraciado e, hoje, é muito reconhecido no meio do Yoga. E na Índia, inclusive, muitas vezes ele transformam esses escritores, intelectuais, esses sábios em santos, você chega a ver nas lojas estátuas de Sai Baba, de Osho, de Gandhi, várias pessoas que a gente teve acesso, que a gente vê em vídeos no YouTube, essas pessoas foram transformadas em santos, então tem esse valor da pessoa que faz essa releitura do yoga. O Roberto tem feito esse trabalho, trazendo essa parte da ciência, que é muito importante para o yoga, a ciência e o yoga tem se apoiado no trabalho, a ciência tem apoiado muitas descobertas e muitas pesquisas em cima do yoga, especialmente da meditação, então o que eu queria demonstrar agora , eu queria deixar uma explicação, pra mostrar esse tipo de conexão que o Roberto faz no trabalho dele que me agrada muito e que venho aprendendo nos podcast dele, pra gente finalizar com  a explicação do título que até agora eu não expliquei o que é esse título maluco que eu fiz. Então, “A Ética Protestante e o Tântrico”, a gente entendeu até aqui “A Ética Protestante e o Espírito Capitalista”, a obra no Max Webber. Esse nome vem – o Roberto faz um explicação muito interessante sobre o surgimento do movimento tântrico dentro da Índia comparando com o movimento protestante, dentro do processo religioso dentro do ocidente. Patanjali escreve o seu livro Yoga Sutra por volta do ano 3 a.C., e na Índia com a questão das castas, quem conduzia o conhecimento, quem manuseava, quem tinha acesso aos textos, lia em sânscrito e fazia consultas e explicava, eram os brâmanes, que eram os sacerdotais que conduziam os rituais, eles detinham o conhecimento e que estava restritos aos textos e eles produziam estes que e os vedas que iam sendo acrescentados.   Então isso, ao longo de muitos anos, no século VI um determinado grupo percebeu que o mais importante não era os textos, mas sim o corpo, o que está no corpo a sensação e não o que Patanjali escreveu, então naquele momento passa-se a valorizar mais o corpo. Então ali, nesse momento histórico passa-se a valorizar mais o asana, a técnicas corporais, os pranayama, começa-se a valorizar a questão da saúde, isso não era tão expressivo no yoga, isso começa a partir do tântricos que começam a questionar essa perfeição dos textos e começam a dizer “se as coisas existem de fato elas devem existir aqui, onde eu consigo sentir, onde eu consigo tocar”. E o que isso tem a ver com o processo do outro lado, de Lutero? Até então que fazia a leitura da bíblia eram os padres, os sacerdotes da igreja Católica Apostólica Romana. A bíblia era escrita em latim, eles detinham a língua, a partir do momento em que Lutero traduz a bíblia ele faz com que o conhecimento não pertença só a eles, quem quiser estuda a bíblia e faz o que bem entender. Então, de dois lados diferentes houve uma libertação de um determinado grupo que detinha conhecimento, “isso aqui é mais valioso que tudo e só nós temos acesso” e vem um outro grupo e vem um outro grupo dizendo “olha, talvez vocês não sejam os detentores, talvez consigam pegar esse conhecimento através de uma outra fonte” e então, obviamente, começam os conflitos: na Índia, os brâmanes versus os tântricos e na igreja, os protestantes contra a igreja do Vaticano. Eu me despeço hoje por aqui, a pedidos vou fazer algumas coisas em relação as músicas, tenho recebido feedbacks em relação a isso, eu não sou um estudioso profundo, mas há algum tempo eu escuto música clássica, vou a concertos, já fui mais recorrentemente, hoje não vou tanto, mas eu sei, dentro da música clássica, algumas músicas mais populares que eu acredito que as pessoas vão gostar mais, e estou trazendo uns trechos. Vou criar no Spotify do YogIN App uma playlist com cada música que eu coloco aqui nos podcast, quem quiser vai lá, faz a pesquisa e ouve mais. As músicas sempre tem uma relação com o assunto, eu não queria explicar, mas me pediram, então eu vou falar o que a música significa, a que a gente vai ouvir hoje é um trecho do primeiro movimento do concerto para violino de Mendelssohn, que vivia uma vida prospera, o livro de Max Weber é sobre prosperidade, o “A Ética Protestante e o Espírito Capitalista” era como sobre a prosperidade surgiu. Mendelssohn tinha uma vida muito prospera ele era muito rico, diferentemente da maior parte dos artistas, ele tinha condições de fazer orquestras na casa dele, então ele fazia testes, coisas que os outros não conseguiam, a maior parte dos compositores escrevia a peça e testava na hora. Ele tinha várias doenças, quando se enchia de algum lugar viajava pra outro, Itália França, Alemanha e ia compondo nesses lugares. Mendelssohn morreu muito cedo, aos 38 anos, ele atingiu um nível de genialidade que, entre os entendidos, é considerável nível de Mozart, ele teve pouco tempo de vida, mas compôs obras famosas como a Marcha Nupcial. Então eu vou deixar aqui a que eu gosto mais, um concerto para violino, um trecho, quem gostar, procura mais lá, na playlist do YogIN App no Spotify, uma boa semana a todos! Quem quiser saber mais sobre o curso, eu vou deixar o link, as duas primeiras aulas são abertas, são gratuitas e aí você já começa a entender e ver qual é a ideia dele, qual a ideia que o Roberto tem sobre meditação, é muito interessante. A primeira aula tem cinco minutos, a segunda vinte e cinco, então você já tem meia hora de conteúdo gratuito, quem quiser pode adquirir o curso, está baratinho (R$99,00), mas só esse trecho, essa meia hora, já vale a pena, é que o curso tem cinco horas e ficou fantástico, é um conteúdo que vale a pena ser adquirido. Tá bom? Boa semana, estudem o curso e nos vemos na semana que vem Om namah shivaya!  

Realização do EU
Filosofia do Yoga | 1 jul 2020 | Daniel De Nardi

La La Land e a Realização do EU – Podcast #01

La La Land e a Realização do EU - Podcast #01 A Realização do EU é um dos objetivos do Yoga, por isso, hoje começo um projeto antigo de produzir um conteúdo semanal que tenha significado pessoal. Esta série de podcast que se chamará Reflexões de um YogIN trará relações da vida contemporânea com a sabedoria registrada nos shastras (textos clássicos da cultura sânscrita). Como o YogIN pode aplicar a sabedoria do Yoga na sua vida cotidiana. Meu objetivo é trazer assuntos contemporâneos e analisá-los pela ótica do conhecimento YogIN. Neste primeiro episódio, trago a reflexão sobre o filme que está dando o que falar em 2017. La la Land foi o maior ganhador do Globo de Ouro e já teve 14 indicações ao Oscar Só que a pergunta ainda não foi respondida. O que o filme mais falado do momento tem a ver com o Yoga? Ouça o podcast e descubra!! YogIN App - Escola de Yoga OnLine · La La Land E A Realização Do EU - Podcast #01 ESSE PODCAST CONTÉM SPOILERS DO FILME   Esta série já completou 108 episódio e você já pode assistir todos eles! Conheça a série REFLEXÕES DE UM YOGIN CONTEMPORÂNEO COMPLETA   https://yoginapp.com/reflexoes-de-um-yogin-contemporaneo-serie-de-podcasts/ YogIN App - Escola de Yoga OnLine · Reflexões de um YogIN Contemporâneo - Série de Podcasts   Links Podcast Cinema com Rapadura sobre La la Land Mandukya Upanishad - PDF Artigo sobre Whiplash Yoga-Sutra traduzido por Carlos Eduardo Barbosa - PDF Trilha Sonora do filme - Spotify     Transcrição do Podcast - La La Land e a Realização do EU Realização do eu -    Olá, pra quem não me conhece, meu nome é Daniel De Nardi e eu sou um dos fundadores do YogIN App, responsável pelo conteúdo do YogIN App. Criei esta sessão do podcast que via se chamar Reflexões de um YogIN Contemporâneo, a ideia desse podcast é que ele seja semanal e ele vai trazer como nos dias de hoje a gente consegue aplicar a prática do yoga nessa vida cotidiana, no dia a dia de ter que pagar conta, de ter que trabalhar, de como a filosofia do yoga estaria funcionado juntamente com o cotidiano de pessoas comuns, normais que trabalham que pagam conta, que vivem uma vida normal que não são yôgins isolados no meio da montanha, ou yôgins  que viveram em tempos remotos. A ideia é trazer um pouco da cultura que vou chamar de dentro desse podcast de sânscrita. Por que sânscrita? A cultura sânscrita é mais do que a cultura hindu, porque vem antes do hinduísmo e envolve toda aquela região não só na Índia, mas do Paquistão, do Nepal, então tudo o que foi produzido em termos de conteúdo e até hoje esses conteúdos sãos escritos em sânscrito, então a ideia é trazer essa cultura, que tipo de informação que essa cultura sânscrita produziu e o que seria relevante para nós que vivemos um dia a dia em cidades agitada, onde quer que seja. Então, Reflexões de um Yôgin Contemporâneo vai ser essa a nossa temática, sempre trazendo assuntos cotidianos para dentro da experiência com o yoga. Eu sou uma pessoa viciada em podcast, falo viciada obviamente de brincadeira, mas desde que eu descobri, acerca de dois anos eu venho ouvindo regularmente porque eu acho que é um sistema de conhecimento, de transmissão de conhecimento espetacular,  o vídeo e essa a minha série poderia, deveria ser em vídeo, eu não tenho nenhum problema em ser filmado eu até tenho uma certa facilidade na frente das câmeras por que já dei várias entrevistas quando era mais novo em relação ao yoga, mas eu não me motivo vendo uma câmera, não é algo que me agrada, mas por outro lado a transmissão de conhecimento me agrada muito, e hoje quando eu parei para escrever pra começar a pensar num primeiro episódio que ia fazer desse podcast, eu pensei especialmente em escrever eu comecei escrevendo sobre esse filme que a gente vai falar hoje, porque quando um filme me impacta muito ou alguma situação ou alguma reflexão eu venho fazendo eu sinto umas necessidade de passar aquela informação ou de registrar aquela informação até pra minha própria pesquisa por que eu sei que aquele é um momento muito especial da reflexão ou algo que eu apliquei e funcionou e aquele momento pode ser perdido e se eu registrar aquilo pode ser usado tanto pra mim quanto para as outras pessoas. O que eu quero dizer com isso, o que acho é que o mais importante é a informação aquilo que vai te fazer viver melhor, é aquilo que vai te ajudar de alguma forma pratica isso é o que vale, e não aparecer na frente de uma câmera e tudo mais, como eu vejo a informação mais importante do que essa aparição eu acredito que o podcast é mais útil que os vídeos. O vídeo eu acho necessário quando realmente a expressão é importante. Então, por exemplo, a gente vai falar de um filme hoje, se você ouvisse um filme, ouvisse a história, eu já ouvi alguns áudio books também de romances, não é a mesma coisa, ali se perde mesmo porque o visual interfere, mas o que a gente vai falar hoje se você me visse falando isso não ia mudar o ais importante é a mensagem, a reflexão que eu estou querendo trazer aqui pra vocês. Este podcast vai trazer muito do que eu dou aulas regulares de yoga, diariamente, e boa parte da minha aula, além das técnicas, além da meditação tudo, são as reflexão s que eu consigo gerar junto com os meus alunos e aí não só eu introduzindo determinadas reflexões mas e também recebendo feedbacks e imputs porque é por aí que a gente cresce. A pessoa mais sábia ela sabe que consegue tirar conhecimento de determinadas situações e que tudo é importante no sentido de aprendizado, então essa maturação de reflexões que eu faço nas aulas que eu faço com os meus alunos eu quero trazer nesse podcast semanal aqui o suco disso, o que a gente tirou de extrato, o que deu pra dar uma depurada uma aprofundada no que for mais importante e trazer aqui pra vocês reflexões mais pura, mais direta já tendo passado por várias outras reflexões com outras pessoas e com outras opiniões. Além dessas reflexões tem o estudo diário que eu faço de yoga, então o yoga não é apenas a prática, a gente fala muito da prática e a prática é realmente importante, mas o aprofundamento do estudo do yoga é essencial pro caminho do praticante porque quando a gente começa a estudar, o estudo é uma lembrança, se a gente tiver trazendo o yoga para o dia a dia. Quando a gente estuda yoga a gente fica com aquela informação vibrante na cabeça e nas situações diária a gente traz aquele tipo de informação para lidar com o dia a dia, vamos ver o exemplo da concentração, que seria a coisa mais óbvia: a pratica de yoga é uma pratica de extremo treinamento de concentração, você tem que direcionar o foco ora pra uma coisa, ora pra outra, mas chega o momento que você tem de levar isso para o seu dia a dia senão não teve valor, porque o que adianta eu ali durante a pratica superconcentrado, mas eu não consigo ler duas páginas de um livro, então essa transferência do que a gente treina num extremo, na pratica ela tem que ser transferida para o dia a dia, então isso é muito importante, então vem a importância de a gente fazer estudos e leituras constantes do yoga pra se de fato querermos ver o yoga ser praticado no dia a dia. Tenho estudado um curso de um professor chamado Carlos Eduardo Barbosa, e o Carlos traz muita informação diretamente dessa cultura sânscrita, diretamente da fonte deles que são Vedas, Upanishads, Puranas, textos antigos da cultura sânscrita que o tempo inteiro são trazidos pra reflexões, como referência. Não é algo que ele inventa, tira da cachola, mas sempre trazendo o texto que está sendo estudado e em cima disso cria-se uma reflexão. O texto que eu vou apresentar hoje pra vocês, o contexto do texto é uma Upanishad e esse texto também foi me apresentado pelo Carlos. O que são as Upanishads? Os textos mais antigos da cultura são os vedas, eles são os primeiros textos a serem escritos dentro do hinduísmo, o hinduísmo reconhece os Vedas como a sua verdade suprema, digamos assim, assim como existe textos clássicos para outras filosofias e outras religiões, então os vedas tem uma grande importância. Então dentro dos Vedas se dividem em vários grupos de textos e ao final tem as Upanishads que são uma espécie de comentário dos Vedas ou aquele tipo de informação aplicado no dia a dia, mais ou menos o que a gente está fazendo aqui. Upanishad significa sentar-se junto, porque era o momento em que aqueles que estavam transmitindo conhecimento finalizavam e falavam “bom, agora vamos ver o que a gente tirou dessa informação dos vedas” e iam passando reflexões em cima daquilo ou os próprios brâmanes escreviam ou os alunos deles escreviam aqueles textos e aí isso acabou ficando como textos muito importantes até hoje, muito revistos na cultura hindu. Então, a gente vai falar de uma Upanishad específica, chamada Mandukya Upanishad e ela tem um sentido de realização de três eu’s que a gente tem no nosso corpo e a gente realizar o nosso eu mais importante, o mais verdadeiro que é o eu do coração (dentro do yoga há sempre uma busca pela verdade, o que é realmente você, o que é realmente a sua vontade e o que é a influência externa, a gente vive esse conflito, o mundo espera de nós uma coisa, a gente se coloca em determinadas situações em determinados papéis, mas internamente a gente tem uma voz eu vai dizendo muitas vezes o oposto ou coisas diferentes daqui que está se buscando fora), essa Upanishad traz a reflexão no sentido de que há uma interferência externa, e isso é revelado pelos outros eu’s, o eu da mente o eu do corpo, mas há aquele ponto que é o eu do coração que onde vem a voz verdadeira e, segundo a cultura sânscrita quando a gente ouve essa verdadeira voz, que seria a voz da consciência, a voz do eu, a gente não erra. Então a busca do yôgin é sempre uma busca de buscar uma verdadeira mensagem essa verdadeira informação, observação da consciência e transportá-la para a vida como um todo, transportá-la para o cotidiano, a vida, a gente expressar o eu que vem do eu do coração que não é um eu influenciado por influências externas é um eu mais puro, o que de mais verdadeiro você tem dentro de você. E pra expressar esse contexto de busca para realização desse eu, eu vou utilizar hoje como exemplo um filme, que está sendo falado no momento pela quantidade de indicações ao Oscar, o filme La la Land. Pra quem já assistiu ao filme, vai consegui acompanhar melhor o que eu vou falar, quem não assistiu, mas pretende assistir, saiba que haverá spoilers que é quando a gente revela informações do filme mais pra frente, então esses spoilers podem atrapalhar quem não gosta de saber antes o que vai acontecer, enfim. Interrompe aqui a audição, vê o filme e depois volta aqui. Quem não se importa em saber, ou quem já viu, a gente vai comentar bastante a situação do filme que tem a ver com essa busca Mandukia Upanishad fala, essa busca da realização do eu, a gente vai usar o filme como um exemplo desse processo que é a busca do yoga, no fundo o que o yôgin busca é trazer esse eu e revelar esse eu pro mundo, no sentido de ser mais aquilo que realmente a consciência emana  de informação e de observação, falando, então de La la Land, primeiro é importante ressaltar que o diretor, Damien Chazelle – de quem a gente deve começar a prestar atenção, é algo pra quem a gente deve direcionar a nossa atenção porque certamente é um diretor muito expressivo e que vai fazer muito sucesso – Chazelle ele já tinha sido o diretor e o roteirista de Whiplash, pra quem não lembro este foi o filme que concorreu com mais chances no Oscar contra Birdman, acabou perdendo, era um filme que contava a história de um estudante de música que queria se tornar o maior musico de jazz de todos os tempos comparado aos grandes mestres do jazz como Miles Davis, Duke Ellignton e os outros grandes mestres do Jazz. Eu não sou um ouvinte de jazz, mas a cultura do jazz e essa busca – e especialmente Whiplash trouxe isso pra mim – eu acho que ela é muito interessante, o jazz tem muitos aspectos interessantes, como o filme La la Land mostra, ele explica o jazz como uma construção comunitária em eu cada um vai fazendo o que é importante pra si e no final há uma harmonia generalizada, isso tem muito a ver com ideia que o hinduísmo tem em relação a Dharma, que existe um Dharma, um objetivo de cada pessoa e que se cada pessoa cumprir verdadeiramente, o mundo como um todo estará harmonizado, ele está cumprindo o seu papel ele está andando porque todo mundo está expressando a maior verdade, que vem de dentro, então ele demostra essa reflexão com o jazz no momento em que ele vai apresentando os diferentes músicos para a Mia, que é a personagem interpretada pela Emma Stone, o Ryan Gosling ele vai apresentando e falando um pouco nessa individualidade e que ao mesmo tempo em conjunto se transforma em uma grande harmonia, então é interessante a gente observar essa relação também com o hinduísmo, com o conceito de Dharma. E o Whiplash é um filme maravilhoso de uma busca, uma perfeição por conta de um propósito. O menino tinha certeza de que tinha de fazer aquilo, ele segui, ia ao limite daquilo, e o filme também traz essa reflexão de realização pessoal. E eu tinha gostado tanto de Whiplash que eu inclusive escrevi sobre ele, por conta do que eu falei anteriormente, dessa necessidade de você marcar um momento histórico ou de um momento seu, de uma reflexão que tinha de acontecer naquele momento, então Whiplash me toco muito eu escrevi sobre ele, vou deixar o link do texto que eu fiz quando o filme surgiu. O interessante é que Damien Chazelle, ele já era um estudioso de cinema, e ele estava fazendo Harvard e já tinha a ideia de La la Land e apresentou essa ideia para alguns produtores e os caras falaram “você tá louco, musical, nada a ver” e, como acontece no filme em que aparece cenas que a menina vai ser submetida a testes, ela é atriz, e aquilo representa tudo na vida dela, e as pessoas que estão vendo, analisando não estão nem aí, porque é mais uma candidata mais uma ali, do tipo “apresenta e tchau”. O Chazelle passou por isso, ele apresentou essa ideia que acabou se realizando num projeto fantástico, mas no momento os caras “mais um aí querendo tirar uma ideia que não tem nada a ver” e não aprovaram, aí ele veio e trouxe a proposta do Whiplash que era uma proposta menos arrojada, mas mesmo assim os produtores não aceitaram a ideia. Então ele falou “tá bom”, deu um passo mais pra trás, fez um curta metragem, esse curta metragem fez bastante sucesso ele acabou conseguindo ser conhecido e promovido, bancou essa produção, bancou Whiplash que, pros filmes da época, era um filme com um custo baixíssimo, mas apesar disso fez bastante sucesso, quase ganhou o Oscar e foi evidenciado por toda a mídia e aí que ele ganhou força para montar o projeto dele, que era o inicial, esse filme atual, La la Land. Pra quem não assistiu, tá ouvindo aqui, vale a pena assistir ao filme. Eu particularmente gostei mais do Whiplash, mas o La la Land traz reflexões e trás, é como se fechasse a conta   como se o ponto da realização pessoal ele estivesse ali mostrando os dois lados, que um é o lado da obsessão por ser de fato o melhor, pra marcar a história que é o caso do Whiplash e o outro ponto é o que ele apresenta nesse filme que também é uma visão muito interessante que é essa realização interna não precisa ser necessariamente mundialmente conhecida, a realização não é uma competição na qual poucos sortudos tem a chance de conseguir, a realização pessoal não é uma soma zero, em que eu vou disputar com você uma partida, se eu me realizar mais, você se realizou menos. Não, a realização pessoal independe do sucesso, ela é, como o próprio nome diz, algo pessoal, e esse filme mostra muito bem isso por que os atores, os personagens não eram os melhores, mas eles tinham uma busca pessoal que era a realização de um objetivo que cada um tem o seu. No caso o Sebastian que era o músico ele queria construir um espaço em que o jazz fosse verdadeiro, como ele acreditava que o jazz devia ser, e aquilo era a realização dele, não deixar o jazz, como ele acreditava que ele era, morrer e ser difundido, e ela era ser uma atriz famosa, de Hollywood, como existe milhares em Los Angeles buscando o sonho. Damien faz esses dois casos da realização, os filmes acabam sendo, como eu disse, conclusivos um ao outro. Esse podcast, especialmente, a parte de detalhes do filme, eu me inspirei no RapaduraCast que é um podcast de quase duas horas gravados por especialistas em cinema, eu não sou especialista em cinema, eu entendo de yoga, mas não de cinema, de cinema eu sou um curioso, um estudioso, um admirador da arte do cinema. Então, quem quiser pode ouvir o podcast completo do La la Land vou deixar também o link aqui embaixo pra vocês. A informação da relação do yoga com o filme, a gente busca o primeiro texto de yoga que é um texto que deve ser estudado por todos os praticantes e estudiosos de yoga, que é o yoga sutra, vou deixar também, uma tradução do yoga sutra do próprio Carlos Eduardo, muito boa a tradução ele é um super estudioso de sânscrito, vou deixar a tradução do livro dele pra quem não leu. Mas Patanjali que foi o primeiro escritor de yoga, a primeira pessoa que registrou uma obra só de yoga, ele fala muito sobre essa busca da identidade, e nas primeira frase do livro Patanjali deixa claro que ou você busca a sua verdadeira identidade ou você vai viver uma vida de outras pessoas, uma vida que não é sua, uma vida confusa que vai te gerar algum tipo de angustia e daí ele vai classificando as angustias, os medo. A obra é bastante ampla, quem quiser se aprofundar tem muito material sobre Patanjali na internet, mas o ponto aqui é essa confusão do que entre o que é o verdadeiro eu e o que a sociedade espera, isso é mostrado muito claramente em dois momentos especiais. Primeiro quando o Sebastian ouve a mãe da Mia questionando se era possível ele sustentar a Mia, eles conseguirem vier uma vida de conforto. Aquilo gera um conflito que Patanjali já alertava e que toda a cultura sânscrita vem trabalhando, que é eu vou fazer o que é importante, o que aparentemente os outros esperam ou que o meu medo impõe ou eu vou fazer aquilo que é a minha realização pessoal. Então no caso do filme fica muito claro que ele tem um medo que a Mia vá largar ele por que ele não é o que a mãe dela espera, então ele acaba seguindo um papel que não é dele, o próprio personagem ele acaba criando um personagem que não é dele, no fundo a Mia tanto fez como tanto faz. Teria dinheiro ou não, teria segurança. E ela relembra ele o tempo inteiro durante o filme que ele deve buscar o sonho dele, que é essa casa de Jazz, mas ele entra nessa confusão que é uma confusão já tratada nos textos da cultura sânscrita que e a confusão do medo interferindo na verdade pessoal de cada um E ele consegue um relativo sucesso como muita gente que busca papeis, criar personagens na vida, conseguem sucesso também, mas o ponto é como está internamente a sensação Patanjali fala dos kleshas das angustias das pessoas quando vivem esses papéis. Ryan Gosling, que é o ator, mostra muito bem isso no momento em que ele, no show em que se apresenta, aquele show pra todo mundo era absurdamente um sucesso, o que poderia ser mais sucesso do que o cara cantando para um plateia enlouquecida, ganhando dinheiro e sendo famoso, só que ele estava fazendo uma coisa que não tinha a ver com ele, não era a dele aquilo, então apesar de ele estar ali, ele conseguiu um sucesso que a sociedade acha que é o sucesso, mas pra ele não fazia sentido, agora esse sucesso não queria dizer que não faça sentido pra todo mundo, aparente mente o cantor da banda buscava, ou o cantor não, mas talvez um outro ali, mas a gente não pode julgar achando que quem faz sucesso faz um personagem, não necessariamente, talvez seja daquela pessoa. Assim como a Mia, buscava um sucesso como atriz e ela conseguiu ao final do filme, então não é “você faz sucesso, então, você faz um personagem”, não, é o que é pra cada pessoa. No caso do Sebastian não era a dele o sucesso, não era a dele ficar sendo ovacionado, mas ficar produzindo um tipo de música que ele não acreditava que fosse a verdadeira música que tinha valor pro mundo, ou pelo menos pra ele. Então ele entra nessa confusão, nessa angustia, começa a ficar atrapalhado, angustiado e ele acaba não conseguindo seguir essa linha e acaba buscando o que era realmente dele. Quando a gente está, de fato, seguindo essa vocação verdadeira, vão ocorrer momentos em que vai haver decepção. No caso do filme aquele momento em que a Mia vai, faz toda a produção de uma obra de teatro dela, escreve, se dedica, aluga um teatro e quando ela apresenta tem meia dúzia de pessoas, aquilo ali é uma situação muito dura, ela passou por muitas dificuldades, mas quando você tá buscando essa realização do eu o externo não pode ter tanta influência, porque você está buscando o seu, quem realmente está buscando a verdadeira realização pessoal tem eu se preocupar menos com o meio e mais com o quanto aquilo está afetando, seguir fazendo, seguir realizando, seguir correndo atrás do objetivo. No caso dela, fica evidente que essa busca incessante pelo objetivo que fez com que nessa meia dúzia que estava na apresentação, uma delas fosse a diretora que chamou ela. Então, é esse estar na ação do objetivo que faz você chegar num objetivo maior, não é ficar sendo famoso aqui que uma hora vai chegar meu bar, não, tem que estar agindo de acordo com eu, então ela estava agindo de acordo com o que era a vocação dela, no caso da Mia, daí surgiu em cima disso a oportunidade. E como eu já mencionei, mas eu vou ressaltar trazendo uma outra cena, a realização não significa necessariamente você está sendo maior, significa você estar agindo de acordo com aquilo que você sabe que é bom e é como você consegue contribuir para a humanidade, é esse tipo de investigação, de audição que o yôgin faz durante a sua prática, então quando a gente para o corpo, a respiração, quando a gente leva a nossa atenção para um determinado ponto por um tempo, o que nós estamos fazendo é dando uma oportunidade para que a nossa voz interna seja ouvida e ser, depois de ouvida, colocada em prática. A prática do yoga ela vai contribuir muito para essa audição, para essa conexão, pra você não estar agindo o que aparentemente é melhor para os outros, mas pra você seguir aquilo que é a sua verdadeira natureza, para fazer isso você não precisa ser o melhor e o filme mostra muito bem isso, até mesmo quando eles interpretam, então tanto tocar o piano foi o Ryan Gosling que tocou, e a Emma Stone também não sabia dançar, ela fez curso de sapateado ele fez curso de piano, mas eles não são cantores excelente, eles não são os melhores dançarinos, mas aquilo ali tinha a ver, no caso do filme, tinha a ver com a proposta do filme, e eles cantando mesmo sendo imperfeito tem mais a ver com a vocação do que você colocar o melhor. Então, nesse caso do filme, o objetivo era a realização do que você considera melhor, então eles não eram os melhores cantores, mas eles foram atrás e no final ficou muito claro, apesar do final triste porque eles não acabam juntos, o final é feliz, aparentemente triste, mas no fundo ele é feliz, porque os dois conquistaram os objetivos maiores, os dois conquistaram a realização, eles estavam de fato no final do filme no momento de realização eles estavam de fato expressando o que eles eram, ela tinha esse objetivo de ser famosa, ela tinha esse objetivo da família e ele tinha aquela paixão pelo local do jazz puro ele fala até do frango como algo original do jazz, que aquilo devia ter no espaço dele e tal.  O final é muito feliz, o final é a realização, porque pra realização algumas coisas você vai ter de abrir mão, o objetivo maior, no todo, eles acabam sendo pequenos, eles não ficarem juntos, pro filme, foi algo secundário. Pra finalizar, como eu falei, muito da inspiração desse podcast veio do RapaduraCast, das minha reflexões com o Carlos e, também, do que eu venho estudando e conversando com os meus alunos, eu vou deixar no final uma das mensagens do Rapadura Cast que eu achei que foi a maior forte, a mais impactante e que tem tudo a ver aqui com o que a gente falou até agora, vou deixar o final do podcast com essa mensagem bonita, e eu me despeço aqui, espero que semana que vem estejamos novamente juntos refletindo sobre o yoga no mundo contemporâneo. “Vou pedir uma permissão aqui também pra eu falar sobre isso, sobre a mensagem do filme mesmo, complementar isso que você tá falando, agora eu não vou falar com o Jura nem o Cica, agora eu vou falar com você, ouvinte, você mesmo que agora tá olhando pro lado aí como se não fosse contigo, é contigo mesmo que eu estou falando, você que tá ouvindo isso no busão, no seu trabalho, na faculdade, no seu carro, no seu sofá, na tua cama, onde você tiver, o que eu quero saber de você é o seguinte: você, hoje, tem a vida que você imaginava que ia ter na tua idade? E daqui a dez anos, que vida você imagina pra você? E mais do que isso, o que eu você anda fazendo em direção a vida que você sonhou pra você. É que nem o Juras falou, a gente sabe, a gente sabe a realidade é dura, a vida é foda. E pode ser que hoje você não seja a pessoa que você sonhou que seria há dez anos atrás e ainda sim isso não vai querer dizer que você não tenho se esforçado pra se a melhor pessoa que você pôde, que você pode ser. Como, também, pode ser, que anos atrás você tivesse energia, mas faltasse uma experiência, assim como pode ser o oposto, pode ser que hoje você tenha experiência, mas te falte energia necessária que você tinha antes pra buscar aquele sonho que só você sabe qual é. A questão é todos nós nascemos de uma história e todos nós vamos nos tornar uma quando a gente morrer, então o que eu estou te perguntando, cara, é que tipo de história você quer que seja contada sobre você? A resposta disso a gente não pode dizer, ela é sua pra você mesmo. Você e a única pessoa que pode decidir se você está fazendo o suficiente para ser a pessoa que você sonhou ser, o melhor do dia de hoje aqui enquanto você está compartilhando esse momento que a gente. É que pra gente, aqui desse lado, não importa se você tem a vida que você queria ou a vida que você gostaria de ter. O Einstein já dizia que a imaginação é mais importante que o conhecimento, ele estava certo brother, por que sempre vai ter esse lugar no abstrato, no seus sonhos, na sua imaginação, é esse que é o princípio do RPG, da literatura dos vídeo games de um show de música, até mesmo do RapaduraCast, é pra isso, pra te levar para um momento, te levar para um lugar que é só seu, então não deia de viver isso cara, por favor, nunca deixa de viver isso, quando a realidade estiver pesando, quando você achar que precisa de um momento de descanso em um mundo que seja apenas seus, o que a gente pode dizer aqui é seja bem-vindo ao mundo da lua, seja bem-vindo ao mundo espetacular do cinema, seja bem-vindo a La la Land.”