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yoga quanto tempo - Padmasana
Dicas de Yoga | 20 nov 2020 | Adri Borges

Progressão e Perfeição

Progressão! Na teoria progressão é o ato de caminhar para frente incorporando conceitos e idéias novas de uma forma gradual. É estar sempre aberto às novas possibilidades e ao elemento novo. A perfeição na teoria seria atingir a excelência na qualidade máxima dentro das reais possibilidades sem ter como referência imagens de Facebook ou Instagram. Na prática a progressão pode ser alcançada através dos sadhanas práticas espirituais diárias de yoga utilizando o conceito de perfeição como um caminho a ser percorrido e não como um objetivo final. Trabalhe com qualidade máxima dentro de suas reais e próprias possibilidades respeitando sempre seu corpo tendo sempre você mesmo como sua própria referência. Muitas vezes o perfeccionismo nos limita e nos impede de progredir e apreciar os momentos, enxergar as oportunidades e principalmente materializar nosso talentos. Precisamos aceitar a nossa vulnerabilidade. Colocar-se na ação, com consciência plena, dando o melhor de si, pode muitas vezes ajudar o perfeccionista a se contentar e aceitar o resultado final independente qual ele seja. Pois o mais importante é o desenrolar da ação. Segundo Bhagavad Gita, “Apenas o trabalho é o teu privilégio, nunca seus frutos. Jamais deixes os frutos da ação, serem tua motivação; e nunca pares de trabalhar. Trabalhe em nome do senhor, deixando de lado os desejos egoístas. Não te deixes afetar pelo sucesso ou pelo fracasso. Essa equanimidade é chamada de Yoga.” Considerar a perfeição fator essencial para o resultado final de nossos atos e projetos gera sentimentos de insegurança e inferioridade. Ficamos vulneráveis à opinião alheia, deixando de viver nossa autenticidade. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();   Quando saímos do nosso centro de referência nos deixamos influenciar pelo que acontece fora de nossa natureza interior ou seja pelas situações e pessoas que nos cercam. Segundo Deepak Chopra neste estado buscamos incessantemente a aprovação dos outros.   Quando vivemos nossa autenticidade nos realizamos e nos libertamos.   A opinião do outro sobre você nada mais é do que a forma como ele te enxerga. Estamos parcialmente prontos mas nunca perfeitos. Estamos em eterna construção em processo de transformação. Temos parte em nós completamente prontas assim como partes que ainda precisarão passar por uma reforma. Quanto mais você busca sua verdadeira natureza o seu EU mais se aproxima do campo da potencialidade pura.   Segundo a filosofia do Yoga, através do desenvolvimento de nossas potencialidades, nos aproximamos do nosso “EU” verdadeiro, a nossa essência, o Purusha.   Existe algo dentro de nós que nos move em direção ao caminho da Transformação. Ter consciência que é necessário MUDAR é também saber que temos chance de sermos ainda melhores do que somos. Temos potencial, conhecimento e principalmente vontade, MUDAR é a cada instante nos refazer, nos reconstruir e nos reestruturar “A perfeição em um asana é alcançada quando o esforço para realizá-lo se torna sem esforço e o infinito que está dentro alcançado.” Yoga Sutras II. 47   Namastê.    

Filosofia do Yoga | 19 nov 2020 | Fernanda Magalhães

Niyama – O Segundo Passo

Niyama! Continuando nosso assunto sobre os Yoga sutras de patanjali, e, passando para o segundo passo apresentado por ele, me dei conta de que já tornei tema de meus textos semanais 4 dos 5 Niyamas do Yoga. Os Niyamas possuem grande impacto na mudança de vida do Yogin e ainda sim ficam sempre em segundo plano. Talvez por isso eu tenha, inconscientemente, querido destrinchar essa parte do yoga tão essencial para o cultivo da autodisciplina e força interior. Quando iniciamos na jornada do Yoga, em geral, buscamos apenas um bem estar, físico ou mental e naturalmente nos conectamos com essa filosofia através da parte mais palpável, os asanas, ou posturas psico-físicas.  Com o tempo de prática, algo nos convida a buscar mais profundidade, algo além do relaxamento físico. Nessa busca pela paz interior, nos deparamos logo com os conceitos de Yamas e Niyamas, ou, o código de ética do Yoga. Os Yamas superficialmente aparentam ser regras de convivência em sociedade, e nós, quando acostumados com a criação religiosa, nos sentimos confortáveis com esse tipo de orientação.   Mas e os Niyamas?   O prefixo \'Ni\'  em sânscrito significa \'para dentro\' ou \'dentro\'. Niyama, então, são ações que tomamos internamente para aperfeiçoamento próprio, ou sugestões sobre como podemos nos relacionar com nós mesmos, corpo, mente e espírito.  Ao contrário dos Yamas, que possuem conotação negativa de proibição, abordando o que deve ser evitado pelo Yogin, os Niyamas são ações positivas que contribuem para a qualidade de sua vida, criando um ambiente saudável e permitindo alcançar nosso potencial. Os Niyamas abordam a forma como o Yogin deve tratar a si mesmo. Podemos também considerar os Niyamas como observâncias que assumimos para crescer na prática, pois estabelecem um ambiente interno positivo para o desenvolvimento espiritual.   Os 5 Niyamas são:   Shaucha - a limpeza ou purificação   Samtosha - o contentamento   Tapas - a autodisciplina ou esforço sobre si mesmo   Svadhyaya - o auto estudo, ou estudo das escrituras   Ishvara Pranidhana - devoção ou entrega a Deus   Então, enquanto os Yamas produzem resultados evidentes nas escolhas de vida de um Yogin, os Niyamas são sutis e pessoais. São ações realizadas internamente em uma busca solitária, onde não é possível receber aprovações externas, deixando claro, na minha visão, a correlação com o amor próprio e o relacionamento que criamos com nós mesmos.    Nada além do desejo de progresso pessoal pode nos mover em direção a mudança interna.   As ações incentivadas pelos conceitos dos Niyamas são benéficas no equilíbrio de vida daquele que as aplica, somente. E é necessário um conhecimento de si mesmo para que este movimento aconteça.   Por alguns anos pratiquei sem conhecimento da “ordem” apresentada por patanjali nos sutras e, como grande maioria dos ocidentais, iniciei pelos Asanas, pulando os Yamas e Niyamas.   Foi importante para mim iniciar pela reconexão com meu corpo para então direcionar esse movimento rumo ao desenvolvimento espiritual. É nesse momento de intimidade com o próprio corpo que começamos a nos reconhecer. As lutas internas sobem à superfície e os questionamentos e condicionamentos são acolhidos para que possamos nos desidentificar com eles. Ocorre então uma integração mental e psíquica - solo fértil para os próximos passos.   Entendo hoje que essa ordem não necessariamente deve ser encarada como uma escada com degraus a serem subidos um a um. Os quatro primeiro passos (Yama, Niyama, Asana e Pranayama), aplicados em conjunto como prática, trazem o estado necessário para o alcance dos demais (Pratyahara, Dharana, Dhyana e Samadhi).   Praticar os Niyamas é uma jornada e um processo. Aplicá-los na vida não deve ser algo imposto ou sofrido para o Yogin. Deve ser algo que surge de dentro para fora, partindo de um nível de integração mente e espírito, independente de qual passo foi dado primeiramente na jornada do Yoga.   Se como eu, seu primeiro passo foi com Asanas, não com Yamas, e até agora você nem mesmo conhecia os niyamas, abrace a oportunidade de aplicá-los não julgando a si mesmo e ao passado.    Se você quer conhecer meus artigos sobre os Niyamas, deixo abaixo os links:   Saucha Santocha Tapas Pranidhana   E prometo completar a lista falando sobre Svadhyaya em breve. Até lá!   Om Namah Shivaya   Clique abaixo e baixe agora o Ebook GRATUITO - Yamas e Niyamas - o estilo de vida yogin  

como fazer as posturas do yoga
Qualidade de Vida | 18 nov 2020 | Fernanda Magalhães

Por que fazer Yoga?

Por que fazer Yoga? Bom, eu sei porque eu pratico e os meus motivos pessoais sofreram grandes mudanças ao longo do tempo de prática, mas levantar esta questão realmente me fez parar para pensar. A maior parte das pessoas que buscam o Yoga através de mim chegam com a expectativa de ganhar flexibilidade no corpo ou para relaxar a mente. De fato, são duas excelentes consequências da prática e por isso, vamos começar com elas: O Yoga te deixa mais flexível, forte e trabalha seu equilíbrio Muita gente acha que não deve praticar por não ser flexível, quando na verdade, a flexibilidade é a grande consequência positiva para o seu corpo no trabalho com asanas. Todas as posturas possuem variações que cabem em qualquer nível de flexibilidade. Yoga é para todos. Trabalhar a flexibilidade de quadris e coluna melhora a mobilidade geral do corpo. O fortalecimento da musculatura do core ajuda a melhorar a postura e é capaz até de te fazer crescer alguns milímetros. Todas as questões físicas são trabalhadas também no emocional durante a prática, e o equilíbrio não fica para trás. Quando você se torna mais flexível e forte através do yoga, não estamos falando unicamente do corpo, mas também da mente. É sempre um trabalho em conjunto que te fortalece de dentro para fora. Com o equilíbrio acontece o mesmo. Equilíbrio é foco. É lógico que existem musculaturas a serem trabalhadas (e serão durante a prática) que contribuem para a estabilização do corpo e ajudam a trabalhar desafios de equilíbrio, mas sem uma mente concentrada, de nada serve tanta estabilidade física. Por isso, vamos para o segundo motivo para você praticar. O Yoga te traz para o momento presente Vida acelerada gera pensamento acelerado. Nossa mente está sempre a frente do nosso corpo, desejando, planejando, especulando. Por alguns momentos ela retorna ao passado, em geral trazendo algum arrependimento ou questionamento. Dessa forma seguimos o nosso dia a dia com a “mente fora do corpo” trazendo sofrimento para momentos perfeitamente equilibrados. Quero que você pare por um instante e pense: neste exato momento eu tenho um problema? E não estou dizendo dá conta que vence hoje ou da reunião agendada para a tarde… Digo agora, neste exato momento. Provavelmente a resposta é não! Criar expectativas gera ansiedade, quando nada disso é real. O Yoga traz sua mente de volta para o corpo e o corpo está sempre no presente. Estar unido com o corpo é o objetivo da prática física. Se você fizer um esforço para se lembrar de um momento quando foi realmente feliz, vai entender o que é estar no próprio corpo. São os momentos que te trazem para o presente que fazem você perceber que possui tudo aquilo que precisa. O Yoga te desacelera Por mais agitada que seja a sua prática, ainda sim ela funciona em um ritmo mais leve que a vida cotidiana. Ela provavelmente funciona no ritmo da sua respiração, que também toma um ritmo modificado nesse momento. Te faz conectar com um ritmo só seu, que é perdido durante o dia com todas as exigências externas. Você volta para si e não para fora. Você aprende o seu tempo de funcionamento e o respeita durante esses minutos de prática. Além disso, ao final de toda prática física é realizado um relaxamento. O estado mental proporcionado por alguns minutos pós pratica onde você se concentra em soltar mente e corpo, pode te ajudar a dormir melhor à noite contribuindo também no alívio da insônia. A respiração correta libera a tensão e o estresse do seu corpo, por isso o próximo benefício é: Você melhora a qualidade da sua respiração Exercícios respiratórios são parte importante da prática de Yoga. Exercitar a respiração traz consciência para o ato de respirar. Aprender a respirar pelo nariz é um benefício pouco comentado da prática de Yoga. Você não tem ideia de quantas pessoas respiram pela boca sem perceber. A respiração oral altera a forma como a língua funciona e a anatomia do rosto, o que pode afetar a fala, deglutição e mastigação de formas problemáticas. Também aumenta o risco de infecções já que o ar não está sendo filtrado pelo nariz. A respiração leva oxigênio ao sangue, controla a nossa energia vital (prana) e, proporciona domínio emocional. Nós sabemos que nossa respiração pode oscilar de acordo com o nosso estado emocional, e o contrário também é verdadeiro, alterando nossa respiração, podemos afetar nosso estado emocional. Através de alterações no ritmo respiratório com exercícios como Kapalabhati podemos também trazer vitalidade para mente e corpo. Podemos acelerar ou desacelerar atraves da respiração consciente. Você já observou sua respiração em um momento de estresse intenso, medo, pânico? Respiração curta e acelerada = descontrole emocional, logo, uma respiração consciente, profunda e nasal traz o equilíbrio. Por isso, o último e mais importante benefício da prática de Yoga: O Yoga trabalha o domínio de suas emoções Já mencionamos acima que nossas emoções e respiração estão conectadas. Trazendo a consciência para a respiração, você consegue clareza para enxergar seu estado emocional. Por exemplo, talvez usar a consciência na respiração te impeça de dizer algo que o faria se arrepender. Aquela velha historia de realizar 10 respirações conscientes antes de tomar uma atitude. Você já ouviu isso? Se nunca testou, faça da próxima vez que começar a sentir o sangue subindo a cabeça, especialmente se você é uma pessoa impulsiva. Aguarde essa clareza chegar antes de reagir e observe as diferenças na sua relação com os outros. Somos todos pessoas feridas que não aprendemos a lidar com as emoções. Muitas destas emoções ficam guardadas em nossa mente e corpo. Nosso corpo é um reservatório dessas emoções. O encontro da mente com o corpo torna o espaço silencioso no tapete de yoga um lugar seguro para encontra-las e cura-las. Sem o barulho mental usual podemos nos ouvir de verdade, chegar no íntimo, na intuição, no eu. Quando algo dá errado é natural fugir e querer deixar o desconforto da experiência. É assim que nossas emoções são afogadas no nosso interior ao longo da vida, para que não seja preciso enfrentá-las. Mas isso apenas adia e aumenta as questões relacionadas aquela emoção que está guardadinha, fazendo com que a cura, em algum momento, seja necessária. É provável também que com o tempo de prática você comece a reconhecer algumas emoções dentro de si que até hoje eram desconhecidas. E pode ser que nesse momento você queira fugir da prática. Talvez você comece a chorar copiosamente em uma postura. Mas preciso te explicar que é totalmente normal, não controle ou fuja do que surgir no tapete, permita que a cura aconteça. Agora podemos compreender que o que foi dito sobre o equilíbrio no primeiro item do nosso texto, possui um sentido muito maior nos benefícios da prática de Yoga. O equilíbrio físico, como consequência de um equilíbrio mental e emocional, é proporcionado pelo trabalho interno totalmente conectado ao seu corpo material. Porque é através do nosso corpo que vivenciamos as experiências, e como consequência as emoções. E é através dele que nos relacionamos com o outro, gerando um ciclo de novas emoções, que podem ser desenvolvidas com essa nova consciência trabalhada no seu tapetinho. Então, se você deseja ser uma pessoa flexível, forte e equilibrada, pratique Yoga! “Seja a mudança que você quer ver no mundo”. - Mahatma Gandhi Namaste

OM Meditação
Meditação | 17 nov 2020 | Daniel De Nardi

A Meditação do SOM – Podcast #57

A Meditação do SOM - Podcast #57 Este podcast vai deixar perguntas sem serem respondidas - como as músicas são capazes de gerar tanto prazer em nós? Qual lógica evolucionista explica esse fenômeno? Ouça e nos diga o que você acha. LINKS Meditação no OM   https://soundcloud.com/yogin-cast/meditacao-om?in=yogin-cast/sets/medita-o-iniciantes     Playlist com 7 Meditações   https://soundcloud.com/yogin-cast/sets/medita-o-iniciantes   Filme Amadeus Amadeus na @NEToficial https://t.co/r0vr1K0yn8 — Daniel De Nardi (@danieldenardi) March 9, 2018 Filme Amadeus     Teoria das Cordas   https://youtu.be/WWnHgiC4HM8   Teoria das Cordas - Documentário   https://youtu.be/053Wje5f72I   Filme roteirizado com um livro do Oliver Sacks sobre música - A música não pode parar Mozart   Playlist da série de podcasts - Reflexões de um YogIN Contemporâneo https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa    

Respiração Ujjayi
Dicas de Yoga | 16 nov 2020 | Fernanda Magalhães

Yoga é para Ansiedade?

Yoga é para Ansiedade? Você certamente já ouviu anunciar uma aula de Yoga para ansiedade ou foi, ou conhece alguém que foi, direcionado para o Yoga como tratamento coadjuvante para ansiedade, não é mesmo?   Quantas pessoas chegam a sala para a primeira prática de Yoga e dizem: eu vim porque preciso relaxar.   E por que será que não simplesmente deitam em seus sofás ao invés de suar copiosamente durante uma ou uma hora e meia? Não seria mais relaxante não fazer nada?   A grande questão é que estas pessoas não estão cansadas somente fisicamente, estão cansadas de suas próprias mentes, ou, da falta de controle sobre elas. A mente comanda a nossa vida ao invés de ser comandada por nós quando estamos inconscientes, e isso é exaustivo.   Ansiedade, medo e preocupação são essenciais para a sobrevivência e evolução da nossa espécie. Não conseguir dormir direito na noite anterior a prova, olhar o celular toda hora aguardando uma resposta importante ou sentir o coração pulsar mais rápido antes de falar em público são aquelas ansiedades pontuais e comuns a quase todos durante a vida.   O grande problema é que acabamos nos identificando com essas emoções passageiras e transformando-as em sofrimento. É como se essa identificação fosse o alimento para os pensamentos que se multiplicam e perdem o controle. A mente cria uma realidade paralela ao agora enquanto vislumbra um futuro e nós nos permitimos nos envolver completamente com este devaneio, podendo chegar a expressar fisicamente esse descontrole através de batimentos cardíacos acelerados, visão turva, falta de ar, tontura, sudorese excessiva, formigamentos e etc.   Se você nunca teve uma crise de pânico, se considere sortudo pois, segundo a OMS (organização mundial da saúde), 33% da população mundial sofre de ansiedade e 4% é diagnosticada com sindrome do panico, fazendo com que as doenças mentais sejam consideradas o mal do século.   Se são o mal do século, como podem ser tratadas com aplicação de uma filosofia milenar? Como pode existir esse “Yoga para ansiedade”?   O Yoga exercita a presença através do controle dos vrittis “Yogash chitta vritti nirodhah” - Yoga é o controle das flutuações da mente.   Nos Sutras de Patanjali, são descritos 5 tipos de Vrittis: pramana, os meios de conhecimento válido; viparyaya, o erro; vikalpa, a fantasia; nidra, o sono e smrtayah, a memória.   “Vrttayah pancatayyah klistaklistah” - “estas modificações da mente são de cinco tipos; são causadoras de sofrimento e não causadoras de sofrimento” Gloria Arieira, O Yoga que Conduz à Plenitude.   Vamos nos concentrar no terceiro tipo de Vritti, a fantasia ou Vikalpa. Essa fantasia é algo criado na nossa mente sem a presença de um objeto. É como quando alguém te fala de outra pessoa e quando você finalmente a conhece ela não tem nenhuma relação com a imagem mental que você havia feito dela. A imagem mental não é real é Vikalpa.   Assim funciona a nossa mente com ansiedade, criando diversas imagens mentais, fantasias. A mente está hiperativa, turbulenta, descontrolada. Não é possível enxergar a realidade com discernimento. Identificados com nossos pensamentos, crenças, medos, condicionamentos e sentimentos acreditamos em uma realidade fantasiosa e sofremos. E se… eu ficar sozinho, perder o emprego, ficar doente? E se…   O objetivo da prática de Yoga é cortar esse “e se” trazendo a conexão mente-corpo de volta. Sendo a ansiedade o excesso de futuro, trazer a mente para o agora se torna remédio. Mesmo que sua mente viaje entre lembranças e expectativas, o seu corpo está no agora. Não há outro tempo onde seu corpo possa estar.   Nos sutras de Patanjali são apresentados caminhos para o controle destes movimentos mentais e no I:12 é dito que “ o controle daqueles movimentos da mente se dá pela repetição e pelo desapego”. new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-e-o-stress-ebbbd5c51665ef24833c-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();   A prática de asanas exige que você esteja conectado ao presente, ao corpo, sem esperar nada da próxima postura ou até mesmo da próxima respiração (desapego). Se você luta contra seu corpo, você se machuca e tudo se torna mais difícil. As lesões acontecem quando você realiza asanas sem Yoga, porque a mente não está conectada ao corpo, está no futuro, buscando desempenho.   “Você observa o que é sem preferência pelo que surge. Se o pânico estiver presente, você observa que o pânico está presente. Se a felicidade está presente, Você observa que a felicidade está presente. Mas você não luta contra o negativo e não se apega ao positivo. Você simplesmente permanece na experiência conforme ela se desdobra. Você aprende a estar totalmente presente.” - Kino MacGregor   Além de tudo, a prática de ásanas ajuda a alongar e liberar a tensão muscular provocada pela ansiedade e junto com a meditação são ferramentas aplicadas ao nível físico que exercitam a atenção no momento presente, quebrando a elaboração das fantasias mentais.   Os exercícios respiratórios são outra ferramenta de controle mental que trabalha também o prana. Reduzindo a velocidade da respiração e a tornando consciente, reduzimos a velocidade da atividade mental e dos pensamentos descontrolados, permitindo que a calma nos abrace.   A disciplina do Yoga (repetição) te torna forte para comandar sua mente e controlar os desvios da realidade. Com a experiência da presença, é desenvolvida uma percepção antecipada de que estamos em estado de inconsciência.   Eu tive minha primeira crise de ansiedade há alguns meses. Coração acelerado, falta de ar, tontura. Me disseram que eu estava pálida e parecia que eu ia parar de respirar. Há alguns anos atrás, poderia ter entrado em desespero, mas eu respirei, e só soube que tudo não aquilo passava de uma identificação minha com os vrittis por causa do Yoga. Se eu reconheço a minha mente como um animal selvagem a ser domado, posso escolher doma-lo. Mesmo que às vezes esse instinto selvagem possa dar o ar da graça. Sim, não nos tornamos invencíveis quando praticamos, apenas ganhamos conhecimento para o controle destas turbulências naturais da mente.     Já existem diversos estudos comprovando que o Yoga é eficaz no alívio da ansiedade. Mas não existe esse tal Yoga para ansiedade. Yoga é presença e “qualquer Yoga” que você faça, vai te dar as ferramentas para trabalhar os pontos deficientes dos seus processos mentais que desencadeiam a ansiedade.   O Yoga nos ensina quem realmente somos. Não somos emoções, pensamentos e lembranças, portanto, podemos dominá-los.   Apenas respire.  

Podcast de Yoga | 15 nov 2020 | Daniel De Nardi

Crenças que moldam o mundo – Podcast #58

Crenças que moldam o mundo - Podcast #58 A elaboração do que existe além dessa vida foi uma das primeiras e mais importantes invenções humanas. No livro Criatividade, o filósofo Domenico de Masi faz um levantamento de escrituras religiosas mostrando que o quer era criado como \"o Reino dos Céus\" sempre tinha total relação com as dificuldades e carências que o povo que escreveu as escrituras estava passando. O mais interessante disso, é que as histórias que são contadas do que aconteceria além da vida influenciaram diretamente a riqueza das sociedades, como foi demonstrado no livro de Max Weber, A ética protestante e o espírito capitalista. E como essas histórias afetam o imaginário indiano?         Abaixo reproduzo as copilações de Domenico de Masi das escrituras de diferentes povos e religiões.   Riachos de Leite e de Vinhos para os Hebreus  Diz o Talmude da Babilônia. \"As espigas de trigo despontarão e alçar-se -ão como palmas nos cumes montes. E não pensem que a ceifa será tarefa árdua... O Santo, que Ele seja abençoado, fará soprar um vento do Seu tesouro e este soprará sobre as espigas e fará com que caiam os grãos. Então os homens andarão pelos campos e colherão um punhado com qual se nutrirão, a si e às suas famílias... O grão de trigo será como dois rins de um grande touro... Neste mundo é preciso colher e espremer, com esforço, os cachos, mas no mundo que está por vir bastará arrancar um galho da videira, carregá-lo numa carroça ou num barco e colocá-lo num canto da casa e ele fornecerá (vinho) à vontade, como se fosse um grande barril\" Como podemos ver o paraíso aqui descrito é um verdadeiro elenco de improváveis compensações: o justo, ao qual a passagem se refere e que apresenta diante das majestosas portas do Grande Éden, provavelmente é um pobre hebreu, que levou uma vida miserável, desgraçada pela fome, pela sujeira e, no deserto, também sede; e eis, portanto, a excitar a sua fantasia e a sua virtude, uma profusão de águas e de pães, de vinhos e de essências de rosas. Do trabalho, nem sinal, do momento em que se dispõe de bens à vontade e os serviços são desempenhados por anjos.   No Paraíso não se trabalha Quanto mais infeliz parecia ser a vida terrena em épocas de enfermidades, carestias, violências e injustiças, mais felizes eram es devaneios acerca da vida eterna no paraíso. Esta última, portanto, fornecia em positivo a fotografia da realidade negativa. O Apocalipse assegura que no paraíso não existem nem o mar com seus perigos, nem a noite com suas insídias pecaminosas; lá não existem lágrimas, lamentos, sede, doenças, morte, nem cansaço, fome, nem - obviamente - tentação e pecado. Esses corpos, segundo a Primeira Epístola de São Paulo aos Coríntios, serão incorruptíveis, gloriosos, fortes e farão parte de um corpo espiritual. A essas virtudes irão se adicionar, gradualmente a impossibilidade, a sutileza, a agilidade e o esplendor. Segundo São Tomás, graças à  impassibilidade, não haverá mais velhice, sofrimento, doenças, fadiga, sono e fome: em outros termos, sem trabalhar mais, conseguiremos derrotar aquelas atávicas adversidades que sempre combatemos, através do trabalho.   Muçulmanos: nádegas de uma milha e orgasmos de um século  Como o Islã coincide sobretudo com zonas tórridas, desérticas, privadas de água e de verde, eis que para compensar, o paraíso muçulmano é inteiramente um jardim de eterna delícia, ao qual podem ter acesso homens, mulheres e animais. O clima não é quente nem frio, as chuvas são frequentes, assim como numerosos são os rios, os chafarizes e os riachos: não somente de água, mas também de mel, de leite e de vinho. Os jardins produzem bananas, romãs, lótus e uva em abundância. Os palácios são ricos em salões, terraços com vistas, pavilhões mobiliados com espreguiçadeiras, divãs e leitos elevados. Cada homem dispõe seja das Huri, seja suas eleitas: todas elas sorridentes e portadoras de um \" sexo assaz convidativo\" . As Huri são as virgens eternas, que toda vez readquirem a própria virgindade logo depois que a perdem, e que segundo Ibn Qutaliba, possuem nádegas enormes, que podem atingir dimensões de um milha por um milha. A cada abraço corresponde um tipo diverso de volúpia, e o orgasmo dura um século.     CALVINO: TRABALHO NA TERRA E REPOUSO NO CÉU Calvino, por sua vez, escreve que \"inteiramente ocupados na contemplação de Deus, os santos não têm nada de melhor para voltar os seus olhares ou dirigir os seus desejos\". Nessa relação com Deus, todos os beatos são praticamente iguais, mas, apesar de todos conservarem o próprio sexo, perderão toda e qualquer diferença de caráter social: \"O mundo terá um fim e, com ele, acabarão o governo, a magistratura, as leis, as distinções de classe, as diversas ordens de dignidade e todas as demais coisas desse gênero. Não haverá mais qualquer distinção entre patrão e servo, rei e camponês, magistrado e simples cidadão. Portanto, nem mesmo para Calvino, certamente o mais \"calvinista\" entre os fundadores do protestantismo e o mais decidido defensor da importância do trabalho na terra para obter a salvação, nem mesmo para ele as almas beatas no paraíso desempenharão atividades assimiláveis ao trabalho rural ou industrial. Sobre a Terra, para o severo genebrino, a vida urbana que fervilha em suas múltiplas atividades deve ser ancorada, dia após dia, no empenho espiritual: não somente através da oração mas também por intermédio do trabalho, que é valorizado e santificado. Aquele que obtém sucesso nos negócios é um predileto de Deus, de tal forma que recebe antecipadamente ainda nesta vida uma parte do prêmio celestial.   Hinduísmo: consciência observadora Esse aspecto será desenvolvido no podcast.     LINKS   Projeto YogIN 2018  https://yoginapp.com/projeto-yogin-2018-podcast-56       Playlist de Meditações   https://soundcloud.com/yogin-cast/sets/medita-o-iniciantes   Meditação ao som do Rio Ganges https://yoginapp.com/que-tal-meditar-ao-som-do-rio-ganges   Domenico de Masi, filósofo italiano autor do livro Criatividade, base deste podcast   A ética protestante e o espírito do capitalismo https://youtu.be/ic-wC1RJRcM       Joaquim Rodrigo, Marques de Aranjuez, compositor espanhol e autor do concerto para Aranjuez   Vídeo com pauta deste podcast https://youtu.be/ODWJxzN4Sm4   Playlist da série de podcasts - Reflexões de um YogIN Contemporâneo   https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa   Conheço o livro o Yoga do Autoconhecimento     https://yoginapp.com/lancamento-do-livro-o-yoga-do-autoconhecimento-podcast-54      

Yoga e experiencia
Filosofia do Yoga | 14 nov 2020 | Daniel De Nardi

Yoga é experiência

Yoga é experiência O título pode ter diferentes interpretações. De um lado, experiência no sentido de tempo de prática, um dos fatores mais importantes para quem busca estados de meditação. Praticar com constância durante um longo período de tempo é condição sine qua non para a evolução de qualquer atividade. É o que no alpinismo chamam de volume de montanha. Se você não fez várias montanhas de 6000 metros, dificilmente alcançará o Everest. Estados de meditação também dependem de progressivas conquistas e isto só conseguimos com o treinamento de alguns anos. A mesma frase pode ter o significado de vivenciar - o Yoga acontece da pele para dentro. Quando o YogIN App vê um ginasta olímpico se apresentando no solo, sabe, que apesar do atleta atingir níveis muito superiores ao dele em termos de performance de alongamento e força, o atleta não está necessariamente praticando Yoga. O Yoga é experiência. O Yoga não acontece quando você toca a testa no joelho. O Yoga acontece quando você se sente tocando a testa no joelho. Naquele momento, se você estiver praticando Yoga verdadeiramente, estará percebendo sua respiração, mentalizando descontração para os músculos, vivendo profundamente a experiência - fazendo Yoga. Assim como não basta tocar a testa nos joelhos, tampouco adianta simplesmente fechar os olhos e ficar pensando no que está acontecendo longe do mat. O Yoga exige atenção. Como vimos acima, ele não existe sem um direcionamento de foco. Pode ser um exercício de alongamento ou uma técnica de respiração muito eficaz, mas não é Yoga. Para que a experiência da prática aconteça, você precisar se esforçar para manter-se dentro, introspecção e atenção direcionada é o que produz a experiência do Yoga. Quando feitas por um longo período de tempo, temos o título do artigo com duplo sentido.  

o que e o yoga
Podcast de Yoga | 13 nov 2020 | Daniel De Nardi

O que é o Yoga? Podcast #61

Reflexões de um YogIN - Episódio 61 Vamos responder a pergunta que deveria ser a do primeiro podcast - O que é o Yoga?   LINKS     Ebook gratuito - As Origens do Yoga e da Meditação   Audiobook - As Origens do Yoga e da Meditação https://yoginapp.com/curso/as-origens-do-yoga-e-da-meditacao/   Playlist da Série - Reflexões de um YogIN Contemporâneo   https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa        

Podcast de Yoga | 12 nov 2020 | Daniel De Nardi

A mente que aprende – Podcast #59

A mente que aprende - Podcast #59 Num mundo em que as coisas mudam cada vez mais rápido, a habilidade de aprender a aprender torna-se uma das habilidades mais importantes para a adaptação. Saiba mais sobre com aprender a aprender ouvindo esse podcast.   LINK   Curso sobre Aprendizado https://yoginapp.com/curso/yoga-aprendizado-e-liberdade/     Podcast - A Dor do Aprendizado #33 https://yoginapp.com/dor-do-aprendizado-podcast-33     Podcast Aprendizado online   https://yoginapp.com/aprendizado-online-podcast-25   Alura Línguas - curso de inglês online   Hipsters Ponto Tech - Poliglotas, Aprendizado de Línguas e Tecnologia – Hipsters #88 https://t.co/SO9OP7uE6x — Daniel De Nardi (@danieldenardi) March 23, 2018       Livro sobre aprendizado  ResumoCast - Livros para Empreendedores - 115 Ninguém Me Ensinou a Aprender https://t.co/M54WHmkTqi — Daniel De Nardi (@danieldenardi) March 23, 2018     O futuro do mercado é o autodidatismo https://t.co/OVpihYHf9e — Daniel De Nardi (@danieldenardi) March 18, 2018   Curso sobre Medos que nos travam https://yoginapp.com/curso/refletindo-sobre-os-medos-que-nos-travam-dvesha-abhinivesha/   Meditações do Projeto YogIN 2018   https://yoginapp.com/projeto-yogin-2018-podcast-56     Playlist da Série Reflexões de um YogIN Contemporâneo https://open.spotify.com/user/yoginapp/playlist/2YCabHrhxWDjZAYxdVwusa        

Filosofia do Yoga | 11 nov 2020 | Adri Borges

Você sabe o que é DHARANA?

Você sabe o que é DHARANA? DHARANA em Sânscrito significa CONCENTRAR. A CONCENTRAÇÃO é um dos pré-requisitos para a MEDITAÇÃO. Ela é uma das partes do Yoga, citadas por Patanjali, em o Yoga Sutras. DHARANA concentração, DHYANA a meditação e SAMADHI a absorção, são conjuntamente chamados de Samyama. Os 3 constituem o processo natural de meditação. A CONCENTRAÇÃO é o ato de fixar a mente em algum lugar. Segundo Gloria Arieira, não se trata somente de fixá-la em um ponto, mas de estabilizá- la em algum assunto como exercício. A mente pode focar um ponto, como o ponto entre as sobrancelhas, o coração, ou o topo da cabeça. Através deste exercício de firmar a mente, ela pode aprender a se libertar da agitação. O exercício de concentração, disciplina a mente, possibilitando a meditação como diz Sri Krsna no verso 6.26 da Bhagavadgita: “Seja qual for a razão pela qual a mente inconstante e sempre em movimento se disperse, que a pessoa afastando a mente dessa razão, traga-a de volta sob seu controle.” CONCENTRAR é um estado da mente e significa que a mente está focada em um único ponto. Em geral nossa mente está sempre se movendo e quando ela se move é desafiador pensar apenas em um assunto. Concentrar é ser capaz de esquecer o mundo à volta e colocar toda a sua consciência em uma única coisa. Segundo Osho a CONCENTRAÇÃO é a restrição da sua consciência. Quanto mais restrita ela se torna mais poderosa ela será. Para se concentrar é necessário esforço. A concentração não é natural para a mente. É natural da mente se dispersar. Segundo Iyengar, em Luz sobre o Yoga, DHARANA é quando o indivíduo está totalmente concentrado e um único ponto ou tarefa que o absorve completamente. Ele completa dizendo que é preciso pacificar a mente para atingir esse estado de completa absorção. A mente é um instrumento que classifica, julga e coordena as impressões do mundo exterior assim como as que surgem dentro do indivíduo. Uma das mais poderosas técnicas utilizadas nas práticas de Yoga para ajudar a mente a se concentrar é a RESPIRAÇÃO CONSCIENTE – PRANAYAMA. Leve toda a sua atenção para a sua respiração. Apenas observe a entrada e saída de ar através de suas narinas. Coloque uma mesma contagem mental para sua inspiração e sua expiração. Leve toda a sua atenção para a sua contagem mental. Quando levamos nossa atenção para nossa respiração, há um cessar das oscilações da mente nos permitindo assim estar em nosso momento presente. Outra técnica utilizada para a CONCENTRAÇÃO é a repetição de mantras que pode ser tanto mental ou por meio da vocalização. O OM é o som sagrado e primordial que nos conecta ao divino. A vocalização através de repetições ajuda no cessar das oscilações da mente mantendo-a concentrada induzindo assim a um estado meditativo. Sua vibração sonora produz efeitos também no corpo físico e energético Nas escrituras sagradas da Índia, a recomendação é vocalizar OM 11 X diariamente. Esta prática traz vitalidade,poder e proteção. Sente-se com suas pernas cruzadas, coluna ereta, queixo paralelo ao solo e mentalmente repita o mantra OM. Experimente também, sentar-se com a pernas cruzadas, mantendo seu olhar fixo à chama de uma vela. Esta exercício de limpeza do globo ocular (kriya) denominado TRATAKA , também é uma ótima maneira para você praticar a CONCENTRAÇÃO. Coloque uma vela à sua frente e mantenha seu olhar fixo à chama da vela por alguns minutos. É importante você colocar a vela em um posicionamento onde seu queixo permaneça paralelo ao solo e sua coluna alinhada. Feche seus olhos e continue mesmo que mentalmente visualizando a chama da vela entre suas sobrancelhas.   Clique aqui e assista agora uma Aula Restaurativa. Boa Prática.