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Respiração Bhastrika
Dicas de Yoga | 4 jun 2020 | Daniel De Nardi

Como Fazer | Bhastrika – A Respiração Acelerada

Aprenda sobre a Respiração Acelerada, Bhastrika Este respiratório é chamado bhástrika e tem o efeito de intensificar a eliminação de gás carbônico gerando uma sensação de revigoramento corporal. Katil Udupa, médico da universidade indiana de Benares, cidade sagrada do Ganges, produziu um vasto estudo comprovando a atuação das técnicas de Yoga no sistema hormonal. Os experimentos mostraram que o yoga poderia reduzir o cortisol, o hormônio responsável pelo instinto de luta ou fuga. Katil publicou sua pesquisa no livro Stress and Its Management by Yoga, numa tradução livre A administração do stress pelo Yoga. O mais interessante da sua pesquisa é que ele não apontou apenas os ganhos de redução de cortisol, mas os inesperados aumentos de testosterona, hormônio responsável pela atividade sexual tanto masculina quanto feminina. A testosterona é também uma importante aliada na capacidade de realização, é a energia que precisamos para fazer as coisas acontecerem.   [embed]https://youtu.be/ZX_wppAsGuI[/embed] O bhástika estimula plexo solar e consequentemente toda a produção hormonal desta região. Foi uma das técnicas escolhidas por Katil na sua pesquisa. O respiratório é descrito por Iyengar em Light on Pranayama, como uma respiração que cria um estado de euforia. Agora vamos praticar! Sente-se com a coluna ereta. Inspire pelo nariz e expire de forma rápida também pelo nariz sentindo o abdômen ir para dentro, como se estivesse fazendo força para o abdômen ir pra dentro ao mesmo tempo em que expira forte, curto e rápido. Movimentando o diafragma que é o músculo da respiração. Tente não sacudir os ombros e contrair tanto os músculos da face. Para começar, entre 10 e 30 repetições. Mas se puder, repita de 20 a 50 vezes. E Se por acaso ficar com tontura, pare! Relaxe! A tontura é normal, uma vez que há hiperventilação. O bhástrika deve ser feito sempre que o YogIN precisa de uma energia extra para vencer seus obstáculos e é um ótimo aliado para o controle do frio. new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

Filosofia do Yoga | 3 jun 2020 | Fer Degilio

Pra que meditar?

Meditar? Meditar vai te tornar mais apto para desempenhar funções cognitivas importantes no seu dia a dia, principalmente em relação ao trabalho e estudos. Então, o que a ciência anda pesquisando sobre a Meditação? Assim como o Yoga está em alta atualmente, a Meditação também tem conquistado seu espaço e vem ganhando muita popularidade nos últimos tempos. Acredito que por conta do nosso estilo de vida dentro da sociedade moderna, estilo este que geralmente nos leva para a contramão do bem estar e da saúde, temos buscado cada vez mais por alternativas que melhorem a nossa qualidade de vida.   Essa consciência está ganhando tanto espaço que até os Órgãos Públicos (como o SUS) estão aderindo a estratégias como essas. http://www.brasil.gov.br/saude/2017/01/sus-passa-a-oferecer-terapias-alternativas-para-a-populacao   Na verdade, a Meditação faz parte do Yoga e já existe há mais de 5 mil anos! Apesar de vermos nos dias de hoje técnicas exclusivas para Meditação, elas surgiram juntas na Índia. Afinal, o objetivo real do Yoga é o autoconhecimento e expansão da consciência, metas alcançadas principalmente por meio do treinamento do ato de meditar. Por outro lado, vemos na nossa era atual uma necessidade enorme de usar a ciência e os recursos disponíveis para tornar verdadeira uma ideia, uma hipótese ou uma prática (mesmo essa \"verdade científica\" não sendo eterna e estar sempre sofrendo alterações). Ou seja, a ciência busca comprovar o conhecimento empírico (aquele adquirido por meio da observação, também conhecido como senso comum). As filosofias antigas surgiram no empirismo. Não havia outra forma de descobrir sobre o que quer que fosse, se não pela observação minimalista. No caso do Yoga e da Meditação, observação de si mesmo. Abstrair os estímulos externo, voltar a atenção para dentro, focar em um único ponto de concentração e observar. Sem julgamentos, sem análise pessoal. Assumir a posição observadora neutra, desprovida de qualquer pré-conceito. Isso é parte do Yoga e isso é MEDITAÇÃO! Então, o que a ciência anda pesquisando sobre Meditação?  Quando comecei a pesquisar artigos científicos sobre esse assunto, fiquei surpresa ao constatar que há muita coisa na literatura acadêmica, mas muita mesmo! Muitos pesquisadores (incluindo brasileiros como o Dr. Roberto Cardoso que escreveu o livro Medicina e meditação – um médico ensina a meditar; e o Prof Dr. Roberto Serafim Simões que lançou um livro de co-autoria sobre os aspectos neurofisiológicos da meditação) e estudos científicos estão mostrando os efeitos e principalmente os benefícios desta técnica. Não sei você, mas eu fico tão feliz quando trabalhamos com a ciência para aumentar a credibilidade dos conhecimentos milenares.... quando os recursos que temos hoje são usados para comprovar o que os mestres orientais já afirmavam há tanto tempo atrás... A literatura científica tem se apoiado no fato de que a meditação é o treinamento mental da atenção capaz de produzir mudanças a longo prazo no cérebro e na função cognitiva, afetando de forma significativa a maneira como os estímulos são processados e percebidos.  Dentre a variedade enorme de tipos e linhas de meditação (coloca lá no Google e você verá que de cara mais de 10 opções surgirão), vamos focar esse texto na finalidade (no \"pra que\") de praticar o foco e a concentração.   1- MEDITAÇÃO MELHORA A SUA CAPACIDADE DE ATENÇÃO E O SEU CONTROLE EXECUTIVO CEREBRAL : Quer um exemplo? Nosso cérebro tem uma capacidade limitada de processar dois itens temporariamente próximos e significativos. Isso é chamado de déficit de \"piscar de atenção\". Normalmente, quando um estímulo visual chega ao nosso cérebro, o tempo necessário para que ele seja armazenado na nossa memória de curto prazo é de aproximadamente meio segundo (500ms) ou mais. Se o próximo estímulo visual chegar antes desse tempo, como estamos usando nossos recursos cerebrais de atenção, disponíveis no momento, com o primeiro estímulo, o segundo tem grande chance de não ser reconhecido. Principalmente quando este segundo estímulo alvo está no meio de uma sequência de outros estímulos dispersivos. Provavelmente é se aproveitando desse nosso déficit inato de atenção que os mágicos fazem muitos truques. Um estudo avaliou o efeito da Meditação Vipassana intensiva, por 3 meses, cerca de 10 a 12 horas por dia de prática em 17 pessoas. Ao final do período de treinamento eles foram avaliados novamente e foi percebido uma melhora significativa na capacidade de identificar o segundo estímulo alvo em um curto intervalo de tempo, em relação a primeira avaliação antes do programa de meditação. Além disso, várias pesquisas com mapeamento cerebral mostram que pessoas que meditam regularmente têm mais capacidade de estar atentos e sustentarem a atenção por tempo maior do que as pessoas que não são praticantes. Já que o treino da meditação aumenta a atividade do córtex pré-frontal do cérebro. Área que tem tem por função a própria atenção, plano e expectativas. Por outro lado, o controle executivo também consegue ser aprimorado com essa prática. Podemos definir controle executivo como uma série de processos cognitivos, tais como planejamento, aquisição de regras, atendimento a estímulos relevantes e capacidade de iniciar o comportamento adequado, enquanto inibe o comportamento inadequado. Ele permite superar os impulsos e anular o comportamento automático. Aquilo que conhecemos como \"autocontrole\" fundamental para o desempenho intelectual.   Pra que meditar? Meditar vai te tornar mais apto para desempenhar funções cognitivas importantes no seu dia a dia, principalmente em relação ao trabalho e estudos.   2- MEDITAR PROMOVE EQUILÍBRIO E REGULAÇÃO DAS EMOÇÕES:  Vários estudos mostram a relação da prática meditativa com o melhor controle emocional. Sugerindo que o aumento da capacidade da atenção traz como consequência uma maior habilidade para estar equilibrado emocionalmente. Por isso, se você quer se ver livre daqueles momentos de ansiedade e irritação extrema comece a meditar com regularidade. Embora a relação entre atenção e regulação emocional seja complexa, nós temos estruturas no Sistema Nervoso Central chamada de Amigdalas (cerebrais) que são responsáveis por essa interação, pois elas facilitam a atenção para estímulos que são significativos ou relevantes emocionalmente, principalmente nos estados de medo, ira e agressividade. As pesquisas estão mostrando que a meditação diminui a ativação delas e justificam que isso acontece porque como o estado de atenção está ativo, há uma melhor interpretação daquele estímulo que poderia desencadear o estado de desequilíbrio emocional, comparado com pessoas que não desenvolveram essa habilidade de atenção e consequentemente de análise das suas reações.   Pra que meditar? Meditar vai te deixar mais calmo, tranquilo, seguro e menos estressado para enfrentar os desafios da sua vida cotidiana.    3- MEDITAÇÃO ESTIMULA A COMPAIXÃO Por meio da meditação guiada para a compaixão, uma técnica diferente da meditação com foco em um objeto de atenção ou foco na própria consciência, é possível despertar sentimentos de bondade e virtude nas pessoas. A compaixão é o sentimento de se sensibilizar com o sofrimento ou o problema do outro. Quanto mais pessoas compassivas existirem no mundo melhor será viver, não é? O que os estudos estão colocando em relação ao treino da Meditação da Compaixão é que os praticantes começam a desenvolver, além desse sentimento, bem estar, alívio dos seus problemas psicológicos como ansiedade ou autocrítica, ficam estimulados ao seu propósito de vida, sentem otimismo e aumentam as suas experiências afetivas positivas.   Pra que Meditar? Meditar com foco na compaixão, bondade e amor vai te proporcionar maior conexão social e positividade na vida!   4- MEDITAR FORTALECE ÁREAS CEREBRAIS E PREVINE O ENVELHECIMENTO DOS NEURÔNIOS:  Envelhecer é uma condição natural da vida e por mais que isso não seja um problema para alguns (ou é); o real dilema do envelhecimento está atrelado ao fato de irmos diminuindo e perdendo progressivamente nossas faculdades mentais e habilidades físicas. Nesse processo, muitas doenças surgem em decorrência do desgaste celular. Os neurônios, células que compõem o nosso Sistema Nervoso, não fogem a regra. Assim, nosso encéfalo envelhece infelizmente. Perdemos então a capacidade de guardar novas informações, perdemos a memória, diminui a nossa atenção e cognição. O interessante ao ler o que a literatura científica traz sobre os benefícios da meditação foi descobrir que pesquisas mostram que a prática de meditar regularmente e a longo prazo, altera a estrutura cerebral de tal forma que aumenta a massa encefálica e retarda o envelhecimento dos neurônios em áreas que geralmente sofrem degeneração com a idade. Ou seja, sentar por alguns minutos todos os dias, aquietar a mente e praticar alguma técnica de meditação aumenta a neuroplasticidade (formação de novos caminhos e redes neuronais) e rejuvenesce uma das estruturas físicas mais importante do nosso corpo. Aquela que comanda o funcionamento de todas as outras, o encéfalo.   Pra que Meditar? Meditar vai te deixar mais jovem e saudável por muito mais tempo! Temos aqui apenas alguns benefícios que ela pode proporcionar! Estão relacionando a meditação até com o alívio de dor crônica ... dá para imaginar? Mas apenas esses benefícios (ou todos esses, depende do referencial) podem mudar a sua vida!! É inevitável afirmar que temos uma ferramenta poderosa nas mãos capaz de causar transformações profundas em nosso ser e nos levar por um caminho melhor e virtuoso. Espero que este texto seja capaz de atualizar os interessados no assunto, mas principalmente que seja capaz de transformar a sua vida com práticas diárias e constantes. Embora os efeitos sejam empolgantes, a disciplina e constância são fundamentais para alcançá-los, pois todos os estudos afirmaram que as alterações positivas detectadas estavam presentes apenas nos meditadores antigos. Agora que você já sabe pra que meditar, que tal começar hoje? ???? Ôm Namah Shivaya     REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Meditation experience is associated with increased cortical thickness Sara W. Lazar, Catherine E. Kerr, Rachel H. Wasserman, Jeremy R. Gray, Douglas N. Greve, Michael T. Treadway, Metta McGarvey, Brian T. Quinn, Jeffery A. Dusek, Herbert Benson, Scott L. Rauch, Christopher I. Moore, Bruce Fischl Neuroreport. Author manuscript; available in PMC 2006 Feb 6. Published in final edited form as: Neuroreport. 2005 Nov 28; 16(17): 1893–1897.   Mental Training Affects Distribution of Limited Brain Resources Heleen A Slagter, Antoine Lutz, Lawrence L Greischar, Andrew D Francis, Sander Nieuwenhuis, James M Davis, Richard J Davidson PLoS Biol. 2007 Jun; 5(6): e138. Published online 2007 May 8. doi: 10.1371/journal.pbio.0050138   Effects of mindful-attention and compassion meditation training on amygdala response to emotional stimuli in an ordinary, non-meditative state Gaëlle Desbordes, Lobsang T. Negi, Thaddeus W. W. Pace, B. Alan Wallace, Charles L. Raison, Eric L. Schwartz Front Hum Neurosci. 2012; 6: 292. Published online 2012 Nov 1. doi: 10.3389/fnhum.2012.00292   Meditation, mindfulness and executive control: the importance of emotional acceptance and brain-based performance monitoring Rimma Teper, Michael Inzlicht Soc Cogn Affect Neurosci. 2013 Jan; 8(1): 85–92. Published online 2012 May 12. doi: 10.1093/scan/nss045   The effect of meditation on brain structure: cortical thickness mapping and diffusion tensor imaging Do-Hyung Kang, Hang Joon Jo, Wi Hoon Jung, Sun Hyung Kim, Ye-Ha Jung, Chi-Hoon Choi, Ul Soon Lee, Seung Chan An, Joon Hwan Jang, Jun Soo Kwon Soc Cogn Affect Neurosci. 2013 Jan; 8(1): 27–33. Published online 2012 Jun 8. doi: 10.1093/scan/nss056   Cognitive-affective neural plasticity following active-controlled mindfulness intervention Micah Allen, Martin Dietz, Karina S. Blair, Martijn van Beek, Geraint Rees, Peter Vestergaard-Poulsen, Antoine Lutz, Andreas Roepstorff J Neurosci. Author manuscript; available in PMC 2015 Sep 15.   https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5241348/ Medicina e Meditação: um médico ensina a meditar, 2011. Roberto Cardoso  

Dicas de Yoga | 2 jun 2020 | Fernanda Magalhães

Autoaceitação através do Yoga

Autoaceitação através do Yoga   Talvez você tenha buscado o Yoga para sua vida como uma ferramenta de relaxamento contra o estresse, para melhorar sua flexibilidade ou até mesmo como caminho de elevação espiritual, mas o que você não sabia e que começa a nascer lentamente dentro de você através da prática consistente, é o efeito colateral que considero mais importante do Yoga: o amor-próprio. Com o tempo, percebi que o Yoga é uma prática curativa através do encontro com si. Mas não você como é visto, não através da percepção externa como estamos acostumados a nos qualificar nessa sociedade. Nossa percepção de aceitação é baseada desde nossa infância, ou até mesmo desde a barriga de nossas mães, em estímulos externos. Algumas observações mal colocadas ao longo do nosso desenvolvimento podem nos fazer crer que não somos suficiente, o que é reproduzido em todas as áreas da nossa vida adulta. Então estamos sempre aguardando uma aprovação externa para nos sentirmos qualificados, seja intelectualmente, fisicamente, afetivamente ou qualquer outro aspecto de nossas vidas. E como o Yoga pode ajudar nisso? Simplesmente alterando o foco do externo para o interno. O Yoga não estimula competitividade e o julgamento. Mesmo que você pratique em grupo, todos estão envolvidos com sua prática pessoal, com seu corpo e mente sem preocupar-se ou mesmo observar o colega ao lado, ignorando a comparação natural do ser humano. As posturas são executadas com pontos focais específicos ou de olhos fechados, obrigando a sua percepção interna a trabalhar mais do que seus sentidos. Sem se preocupar com a observação alheia, começamos a não nos preocupar em como aparentamos naquele momento e nos permitimos sentir. Diferente de qualquer outra atividade onde você se ajusta para se “encaixar” ou ser aceito, é o Yoga que se ajusta a você. Não existem corpos certos para a prática, logo, também não existem pessoas que não podem praticar, tirando esse critério de exclusão da prática. Existem variações de posturas para todos os níveis de flexibilidade e força, proporções corporais e fragilidades, abraçando a todos com a mesma eficiência. Também existem diversos estilos e métodos para se praticar. Sempre indico à pessoas que não se adaptaram ao Yoga a tentar outros estilos e por que não, outros professores. É necessário estar confortável com quem direciona seu caminho e te orienta para que você se possa se despir para si próprio. “Todos podem praticar. Jovens podem praticar. Idosos podem praticar. Pessoas bem velhas podem praticar. Doentes, podem praticar. Quem não tem força pode praticar. Exceto preguiçosos; preguiçosos não podem praticar Ashtanga yoga” - Pattabhi Jois O Yoga te traz para o momento presente. O julgamento que fazemos de nós próprios se baseia em uma ideia do que deveríamos ser, uma projeção, o que não existe. O que existe é como você se apresenta agora e o tapete é o seu momento de se conectar com isto. Encerra os pensamentos de “se” e “quando” te convidando ao que “é”. Emoções que ignoramos por anos e anos vêm à tona, são vividas e curadas no tapete. Consequentemente aqueles padrões de pensamentos negativos em relação a sua visão de si desenvolvidos desde sua infância são quebrados dando espaço para novos pensamentos de auto-aceitação. A prática estimula a gratidão, trazendo uma nova direção para a observação do que há de bom no lugar do que você considera que é falho. O exercício da gratidão te faz reconhecer características suas e na sua vida que passavam despercebidas e não eram valorizadas. Com a prática constante você observa seu corpo executando movimentos que sua percepção de si não acreditava ser possível. Esses desbloqueios corporais te mostram que a sua percepção não sabe nada! (ego… tsc, tsc,tsc) Com o tempo você vai abandonando essa voz que te limita e que você permite te definir. Você começa a honrar seu corpo e reconhecer o poder dele como veículo dentro dessa evolução.   new RDStationForms(\'e-book-o-yoga-do-autoconhecimento-31f024e0c3c56e215246-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); O Yoga te convida a experienciar ao inves de analisar, racionalizar e/ou criticar.   E para mim, o mais importante de tudo, o Yoga te permite falhar e te transforma em uma pessoa comum. Não há perfeição no Yoga. Há sempre um passo a mais a ser dado. É aprendizado e evolução constantes durante esse ciclo. É a libertação da tentativa de perfeição. A aceitação da falha, do incompleto, do caminho de construção ao invés do objetivo final. Abrir seu tapete e dedicar um tempo para você já é por si um ato de amor próprio, mas quando você se conecta com sua essência e compreende que é parte do todo, não há como não desenvolver um amor e respeito profundo por quem você é. “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” - Mateus 22:39 Namastê!  

Dicas de Yoga | 1 jun 2020 | Fernanda Magalhães

Para Tirar o Peso dos Ombros – Relaxando o Pescoço

Para Tirar o Peso dos Ombros - Relaxando o Pescoço   Nosso pescoço é uma parte importante e delicada do nosso corpo. Além de suportar o peso da cabeça em sua delicada estrutura, recebe toda carga de tensão emocional do dia a dia. Passar horas em frente a computadores e smartphones, padrões de movimentos repetitivos e estresse, podem fazer com que os músculos e ligamentos do pescoço se encurtem e se contraiam. Apesar de mais comum em pessoas que utilizam o computador por muitas horas, a dor no pescoço afeta muitas pessoas. Alongar a musculatura, promover relaxamento e fortalecer a área é a solução para prevenir maiores problemas. A prática de asanas ajuda a recuperar a forma perdida da coluna pela má postura. Algumas posturas também são excelentes para reduzir a rigidez e a tensão nos músculos ao redor da coluna cervical.  Se você é daqueles que fica logo com os ombros e pescoço rígidos nos momentos de estresse, dá uma olhada nessa uma seleção de asanas para descarregar a tensão: Comece sentando confortavelmente. Lembre-se de manter a coluna ereta, e se for preciso, apoie o quadril em uma almofada ou bloco. Comece a elevar o queixo em direção ao teto durante a sua inspiração. O movimento é lento e sincronizado. Suave o suficiente para não comprimir a cervical deixando o peso da cabeça solto para trás. Na exalação, desça o queixo em direção ao peito. Não é necessário encostar, mas vá até onde sua exalação e alongamento permitirem. Repita 6 vezes e retorne o queixo paralelo ao chão.   Agora inicie o movimento para os lados. Exalando, leve o queixo para a direita, tentando alinhar com o ombro direito. Inspirando, retorne ao centro para na próxima exalação, direcionar o rosto para o lado esquerdo. Repita 3 vezes para cada lado.   Com o rosto de volta ao centro, eleve os braços sem suspender os ombros e entrelace os dedos das mãos. Gire as palmas para o teto e exale descendo as mãos com os braços esticados, até que os braços fiquem paralelos ao chão. A coluna curva como se seu umbigo fosse colar nas costas, as escápulas se afastam ganhando curvatura no peito, a cabeça desce alinhada com os braços e o pescoço relaxa. Mantenha por cinco respirações e suba novamente. Gire novamente a palma das mãos para baixo ainda com os dedos entrelaçados e leve-as até a nuca, dobrando os cotovelos. Exale deixando o peso dos braços contribuírem na descida do rosto em direção ao chão. Neste movimento, ao contrário do anterior, a coluna permanece ereta, isolando o alongamento na cervical. Respire e permaneça 8 respirações. Inspire elevando o queixo paralelo ao chão novamente. Solte o entrelace dos dedos e leve as mãos relaxadas sobre os joelhos.   Entre em quatro apoios. Certifique-se que seus punhos se localizam alinhados com seus ombros e joelhos alinhados com o quadril. Faça o movimento gato-vaca arredondando a coluna para frente na inspiração e para trás na exalação. Não comprima a cervical na inspiração e mantenha os ombros afastados das orelhas empurrando o chão com as mãos. Repita 6 vezes, retorne a neutralidade da coluna e repouse em balasana, levando o quadril em direção aos calcanhares.   Se para relaxar em balasana você precisa de um apoio para sentar-se (se seu quadril está muito longe dos calcanhares) use um bloco entre os pés ou um rolo. Agora prepare-se para uma torção suave elevando o tronco um pouco do chão e passando o braço direito abaixo da axila esquerda. Deite seu braço direito completamente no chão deixando a palma da mão para cima, encoste a lateral da cabeça no chão. Leve a palma da mão esquerda sobre a direita e exalando eleve a mão esquerda empurrando o dorso da mão direita contra o chão. Direcione suavemente seu olhar para o dedão da mão esquerda. Permaneça 5 respirações.   Exale descendo a mão esquerda sobre a direita, leve a mão ao chão e empurre para trocar de lado.     Deite-se de barriga para baixo para entrar em bhujangasana (postura da cobra). Mãos abaixo dos ombros, inspire elevando o tronco e esticando o máximo possível os braços. Mantenha os ombros afastados das orelhas, as pernas ativas e a lombar firme. Mantenha cinco respirações. Exale descendo novamente o corpo ao chão, empurre o chão com as mãos e eleve o quadril entrando em adho mukha svanasana (a postura do cachorro olhando para baixo). Vá caminhando com as mãos em direção aos pés. Se for preciso, dobre os joelhos.    Faça algumas respirações relaxando o pescoço. Deixe a cabeça pesar em direção ao chão. Segure o cotovelo com a mão do braço oposto. Faça balanços suaves para um lado e outro. Pare no centro e solte ainda mais a cervical com movimentos como se estivesse dizendo sim (frente e trás) e depois como se estivesse dizendo não (um lado e outro).  Solte novamente as mãos no chão e comece a desenrolar vértebra por vértebra de baixo para cima enquanto sobre o tronco. Cervical desenrola por ultimo. Mantendo a postura com os pés afastados na largura do quadril, coluna ereta , queixo paralelo ao chão, faça giro de ombros partindo das escápulas, para frente e depois para trás. Três vezes girando os ombros para frente e afastando as escápulas e três vezes girando para trás e juntando as escápulas.   Relaxe os ombros e inicie o movimento de enrolar a coluna para descer novamente a cabeça em direção ao chão. Agora o movimento de mergulho é iniciado pela cervical levando o queixo em direção ao peito. Leve as mão ao chão e retorne a adho mukha svanasana caminhando com as mãos no chão. Leve os joelho no chão, sente-se nos calcanhares e deixe o peso do quadril deslizar para o lado esquerdo. Estique as pernas no chão e deite-se.  Inspirando eleve o joelho direito e segure-o com a mão esquerda. Exalando puxe o joelho em direção ao chão. Deite o braço direito no chão na linha dos ombros e olhe em direção a sua mão direita. Respire 10 vezes deixando o joelho pesar mais a cada exalação. Tente manter o ombro direito no chão.   Inspire retornando o joelho direito ao alto, solte a perna e desça ao chão exalando. Repita tudo com a perna esquerda. Agora, o momento mais importante, relaxar. Entre me savasana afastando os pés mais distantes que a largura do quadril. Deixe os braços repousarem afastados do tronco com as palmas das mãos para cima, feche os olhos e solte o maxilar deixando os lábios superior e inferior levemente afastados. Faça algumas respirações profundas exalando pela boca e entregue o corpo ao chão por, no mínimo 7 minutos. De nada adianta alongar a musculatura se não formos capazes de relaxar as tensões acumuladas na área. O pescoço e os ombros guardam todos os prazos apertados, cobranças e exigências da vida em sociedade. Incluir técnicas de respiração profunda e estabilidade emocional, é ideal para minimizar qualquer tensão sobre esta região.   Aproveite seu savasana. Namaste!   new RDStationForms(\'newsletter-yogin-formulario-1c3fb174b015350a9cd5-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();

O Yoga e o Stress
Filosofia do Yoga | 31 Maio 2020 | Daniel De Nardi

Como o Yoga melhora a administração do Stress

Yoga e o Stress! Já que vamos falar de stress, e medo é o maior dos stresses - o Hitchcock, rei do medo, dizia que a parte mais rápida na produção dos seus filmes era filmá-los. Quando começava a filmar, já tinha pensado tanto no tema que era só por em prática. Já fiz o mesmo em relação a stress e Yoga. Pesquisei e  usei essas ferramentas e este texto será um resumo dessa experiência. Entender o funcionamento do stress é essencial para compreender como o Yoga pode atuar na melhor administração deste estado. Stress é bom ou ruim? Acusar o stress de o \"mal da nossa era\" é forçar um rótulo que ele não merece. Stress não é bom nem ruim. Stress é uma energia extra que o corpo consegue produzir num curto espaço de tempo e que como qualquer energia, se for bem usada será benéfica, mal manipulada volta-se contra. Imagine-se na época em que vivíamos dentro das cavernas. Andávamos pela mata tentando caçar algo e repentinamente nos deparávamos com uma onça. Pausa para reflexão - qual a chance de numa situação normal você conseguir fugir de uma onça? Chance quase zero, mesmo que você seja o Usain Bolt. Minha pergunta foi numa situação normal, mas quando o stress acontece não é, ou pelo menos não deveria ser, uma situação normal. Ao ver os olhos da onça, o estado de stress é imediatamente acionado. Tudo muda! O sangue sai dos órgãos em direção aos músculos, as pupilas se dilatam, o coração dispara e todos os sentidos se aguçam. O corpo libera uma quantidade enorme de adrenalina deixando-o pronto para a ação. Você entra num estado de total alerta e somente por causa do stress você terá alguma chance de sobreviver. O stress não é maléfico, desde que você só passe a ver a próxima onça daqui um tempo. Todo bônus tem um ônus e como este estado de alerta demanda muita energia, também gera muito desgaste e se você repeti-lo constantemente, o corpo começará pagar em forma de redução no sistema imunológico, perda de produtividade e aumento dos níveis de irritabilidade.   Para atacar o stress você precisa observar duas frentes: Ganho de energia: uma vez que o stress é gerado quando o desafio é maior que a capacidade, aumente a energia corporal e terá mais capacidade de vencer desafios sem precisar se stressar. Recuperação mais rápida: descansar do desgaste emocional é essencial para a recuperação. Deixando o corpo pronto para o próximo grande desafio.     Ganho de energia  - Bhujangasana   new RDStationForms(\'baixe-gratis-ebook-stress-50040b322edf6548ef67-html\', \'UA-68279709-2\').createForm(); Para mensurar ganhos de energia que atuarão na redução de situações de stress pode-se usar como métrica os níveis de testosterona, hormônio essencial para agirmos nas situações que exigem esforço. Com mais energia, diminuísse a incidência do stress. Boa parte dessa redução se deve a uma diferença entre o stress gerado por animais e pelo ser humano. Os animais geram este estado apenas quando realmente se veem de frente com o perigo, tal como o exemplo citado acima. Entretanto, o ser humano com sua capacidade de imaginação mais aguçada, cria em sua mente situações imaginárias de medo que na prática não estão acontecendo. Com mais energia, a preocupação diminui, pois você sente mais confiança para vencer as ameaças e por isso se stressa antecipadamente. Uma pesquisa conduzida por um fisiologista praticante de Yoga demonstrou que somente a execução do bhujangasana por dois ou três minutos todos os dias durante poucos meses exibiu aumentos que variavam de 2% a 33% nas taxas de testosterona. \"Rinad Minvaleev é pesquisador na Universidade de São Petersburgo e na Medical Academy of Postgraduate Studies. A equipe se limitou a estudar as repercussões fisiológicas daquela única postura. A Cobra, ou Bhujangásana, do sânscrito para “serpente”, é uma das posturas mais antigas do Hatha. O Bhujangásana é elogiada como um fator de ignição. Feita corretamente, a postura exerce muita pressão nos genitais. Como diz Iyengar delicadamente em A luz da ioga, o pupilo deve levantar o tronco “até que o púbis esteja em contato com o chão e fique nessa posição”. Mas o prêmio de maior aumento foi para a única mulher do estudo. Os níveis de testosterona dela subiram acima daqueles dos homens e continuaram crescendo até chegarem a 55%. Corredores, por exemplo, exibem níveis de testosterona mais baixos que não corredores. As quedas podem ser o resultado do contínuo estresse do impacto no chão.\" A Moderna Ciência do Yoga de Willian Broad Essa energia extra que o stress gera, deve ser usada a seu favor. Como foi demonstrado, o stress já nos salvou de muitas situações e quando bem utilizado pode melhorar produtividade e fazer você vencer mais desafios. Por tanto, algo importante a fazer é não entrar em desespero quando os sintomas do stress aparecerem, é o seu corpo tentando trabalhar a seu favor, aproveite isso. Alian Crum, psicóloga da Universidade de Stanford liderou uma pesquisa em que expunha pessoas a entrevistas de emprego em que todos eram severamente criticados. Dividiu os participantes em dois grupos. No primeiro ela explicava os efeitos benéficos do stress, como ganho de produtividade e concentração. O segundo grupo foi para a entrevista sem saber de nada. Todos tiveram os níveis de stress bastante altos, mas o primeiro grupo se saiu melhor, pois a medida que observavam os efeitos sabiam que era o corpo querendo ajudá-los a vencer o desafio. O modo como você encara as coisas determina a reação do seu corpo: se vai disparar ou não uma carga de medo ou ansiedade.     Recuperação mais rápida - sarvangasana [caption id=\"attachment_1654\" align=\"aligncenter\" width=\"367\"] Mick Jagger executando sarvangasana no camarim.[/caption]   Mel Robin escreveu PhysiPhysiological Handbook for Teachers of Yogasana onde apresenta entre outras pesquisas, uma a Postura da Vela explicando que ao pressionar o queixo contra o peito, você aciona sensores nas carótidas que entendem que a pressão corporal aumentou. Com isso o corpo começa a reagir liberando acetilcolina, neurotransmissor que baixar a pressão arterial e os batimentos cardíacos. Os sensores embutidos nas paredes arteriais monitoram a contração ou expansão que indica as mudanças na pressão arterial. Com a liberação deste e de outros hormônios tranqulizantes, o corpo começa a baixar os níveis de cortisol que é o hormônio que sobe quando é gerado o stress. Quando o estado de stress acontece, o corpo trabalha desesperadamente para voltar ao normal, e o sarvangasana assim como a técnica de relaxamento podem contribuir para acelerar a recuperação do desgaste corporal que o stress produz. Além destas técnicas há muitas outras que podem ajudar você a ganhar mais energia, recuperar-se mais rápido e administrar melhor seus níveis de stress. O Yoga é uma forma muito eficiente para reduzir o cortisol, hormônio responsável pelo stress e quando isso acontece o corpo consegue se recuperar mais rápido e estar pronto para o próximo desafio.              

Podcast de Yoga | 30 Maio 2020 | Daniel De Nardi

3 Propostas para asanas – Posturas do Yoga – Podcast #40

Reflexões de um YogIN - Episódio 40. O qu as posturas do Yoga devem desenvolver? Força? Alongamento? Flexibilidade? Estrutura para Meditar? Neste podcast trago uma proposta com diferentes trabalhos para a melhoria do corpo a partir dos asanas.     https://soundcloud.com/yogin-cast/3-propostas-para-asana-posturas-do-yoga-podcast-40     LINKS   Playlist da série Reflexões de um YogIN Contemporâneo Playlists de músicas para aula de Yoga   https://yoginapp.com/musicas-de-yoga-yogin-app-no-spotify/   Curso de Mantra Sandro Shankar  https://yoginapp.com/curso/mantra-sons-de-autoconhecimento/   Transcrição   3 Propostas Para Asana – Posturas do Yoga – Podcast #40 Olá, o meu nome é Daniel De Nardi e está começando o 40º podcast da série “Reflexões de um YogIN Contemporâneo”. Hoje completamos quarenta episódios com muita alegria, este podcast não nasceu de uma forma planejada, foi simplesmente, como vocês já ouviram aqui, eu sou um ouvinte contínuo de podcast, gosto muito dessa ferramenta, acho que ela tem um futuro brilhante pela frente à medida que as pessoas começarem a usar e ver o quanto se pode aprender em um momento que se perderia tempo (no trânsito, na fila...), você pode ter um conhecimento de qualidade, porque geralmente os podcasts são ricos em conteúdo e sem precisar de muito esforço, a mensagem está digerida pra você simplesmente absorver. Então, foi com essa ideia que eu gravei o primeiro da série que foi comentando o filme “La la Land” que eu tinha visto e havia me impactado bastante por essa questão da busca pessoal, da realização que é muito importante hoje em dia, trabalhar em algo, não necessariamente profissional, que faça sentido, que nos preencha. Comecei com aquele podcast e fui desenvolvendo diferentes temas relacionados ao yoga e hoje estamos com 40 episódios. Mesmo a música clássica não foi algo planejado. No primeiro episódio foi um Jazz, devido ao filme, depois eu coloquei uma música clássica, no terceiro coloquei Moon River, que é uma música cantada pelo Frank Sinatra e depois que segui com essa linha da música clássica. Não sou um estudioso de música clássica, simplesmente gosto e tenho curiosidade e conheço alguma coisa e venho trazendo essas informações pra vocês. Obviamente, o que eu mais gosto de música clássica já foi exposto nos 40 episódios, agora eu vou buscando uma curiosidade ou outra, alguma música que faça algum sentido dentro do tema. E hoje, surgiu esta música do Egberto Gismonti, um compositor brasileiro. Gismonti é famoso no meio musical, as pessoas o conhecem porque ele produziu muita música instrumental e foi produzido por uma gravadora alemã. Ele tem reconhecimento, é um músico que faz uma produção bastante reconhecida dentro e fora do Brasil. Esta música veio como sugestão do Spotify. Pra quem não sabe, o Spotify gera uma lista chamada Discovery Week que são as músicas que você mais ouviu ou músicas relacionadas ao que você está ouvindo, toda a segunda-feira a lista é atualizada. Nesta semana, por eu usar algumas músicas nas aulas de yoga, esta música veio como sugestão, que é uma música maravilhosa. Tem umas criancinhas no fundo porque ela se chama Palhaço, mas a parte instrumental é muito tocante e muito gostosa para praticar tanto os asanas quanto os pranayamas. Tem uma levada que envolve e fica como sugestão para quem quer praticar e não sabe, essa é uma música bem gostosa que você pode colocar na sua playlist. Inclusive, a gente tem no YogIN App playlist de diferentes professores, vou deixar algumas delas na descrição do episódio, mas a gente tem no perfil do YogIN App no Spotify essas diferentes listas (pra respiração, pra meditação, com as músicas que cada professor gosta). Quem quer dicas de músicas para dar aula, segue lá o nosso perfil, se chama “Músicas de Yoga – YogIN App” e você tem lá essas diferentes playlists. Essa música foi sugerida e me lembrou que era a mesma que a minha primeira professora, a Vera Edler, de Porto Alegre, usava muito em aula. Houve também a coincidência que na semana passada tivemos o Yoga Lifestyle BR e, no Rio de Janeiro, teve a Conferência Carioca de Yoga, organizada pelo Sandro Shankar, que é um professor parceiro nosso que, inclusive, tem artigo, podcast, curso aqui no YogIN App. Ele é um cara muito querido, que a gente gosta muito, que estudou música indiana a sério na própria Índia, anualmente ele vai pra lá. O Sandro organizou esse evento, infelizmente casou com o mesmo dia do Yoga Lifestyle BR, então não pude ir, era um evento que gostaria de ver porque tem, também, um outro professor que eu gosto que é o Leandro Castelo Branco que deu algumas aulas lá, assim como a minha professora Vera Edler que deu uma palestra nesta conferência. E quando a música veio, eu me lembrei de toda aquela descoberta inicial, das aulas da Vera, que sempre trabalhou a parte musical porque sempre foi ligada à música, inclusive o filho dela é músico, tem CDs gravados, inclusive com mantra e música instrumental ocidental. Então, me tocou muito, me lembrei daquele momento inicial, em que a gente começa o yoga e tem uma busca transcendental e, muitas vezes, essa mudança não é de uma forma como o aluno iniciante espera. Particularmente, comecei muito cedo, faz vinte anos que dou aula, então faz mais de vinte anos que comecei a praticar. Então pra mim a busca era muito maior, de algo mais transcendental e efetivamente as coisas que eu buscava no yoga chegaram até mim, só que de uma outra forma. A gente tem um ganho de percepção, mas isso não fica muito evidente porque se está constantemente vivendo aquilo, então se tem uma percepção, se entende o meio, consegue se adequar ao meio e isso eu acho que o Yoga nos dá esse trabalho de auto-observação, mas o que geralmente se espera pelo praticante no começo é uma mudança geral, de praticamente sair do mundo e viver em outra dimensão. Isso acaba acontecendo, mas não de forma tão evidente. Em relação aos asanas, sempre tive dificuldade no aspecto corporal, mas não posso negar que ganhei muito alongamento, flexibilidade e consciência corporal. E o mais importante de tudo é que ao longo desses vinte anos de trajetória, eu não lembro de ter ficado doente por mais de três ou quatro dias. Então, pra mim, isso tem um grande valor, eu tinha essa preocupação com a longevidade, com a saúde e isso correspondeu, durante esses anos tive uma saúde impecável, dentro do possível. E o yoga tem essa preocupação, por isso o trabalho corporal é importante. O que vale é não deixar o corporal estar acima de toda proposta de transformação que o yoga se propõe a fazer. Acontece muito em algumas linhas é prezar pela parte corporal e deixar de lado a parte meditativa. O yoga mesmo é a meditação, o asana e o pranayama são essenciais para preparar o corpo para uma boa meditação, se houver uma preparação corporal e não acontecer a meditação, tudo acaba sendo incoerente. É necessário um tempo dedicado a meditação e eu acredito que o asana seja eficiente para a preparação do corpo de forma estrutural. As articulações, por exemplo, não tem tanto importância em muitos trabalhos corporais. Porém o yoga dá bastante importância para as articulações em seu processo, embora saibamos que os asanas irão trabalhar em pontos de força, de energia que são os chacras, os pontos sensíveis do nosso corpo. Os chacras são mais importantes em áreas como a coluna e em pontos de articulação não haveria chacras tão importantes, neste contexto não haveria necessidade de dedicação à parte articular. Se a gente pensa em longevidade, a gente não pode esquecer as articulações porque elas são o elo frágil da corrente. Se observarmos pessoas mais velhas, podemos notar que, geralmente, elas tem problemas nas articulações como no quadril e no joelho, mas não há problemas nos músculos, como no quadríceps, isquiotibial, músculo do abdômen ou tórax. O que precisamos nos preocupar é com o que estiver dando mais problemas e a articulação deve ser trabalhada na prática do yoga. Momentos de trabalho articular, mexer a mobilidade do pé, trabalhar o joelho, diferentes movimentos do joelho, trabalhar a coluna...tudo isso vai gerando uma estrutura física muito importante na hora que a pessoa sentar e ter um estado de asana, como o descrito pelo próprio Patanjali como Sthira Sukham, firme e confortável. Se não tiver a articulação funcionando bem, isso vai ficar muito difícil. Então, fica a dica para quem não está fazendo esse trabalho focado, para quem está apenas trabalhando a musculatura do corpo, de não se esquecer da flexibilização do joelho, do quadril, dos pés (para desenvolver o lótus). E, por outro lado, tem a parte do alongamento e do fortalecimento que é muito importante para a longevidade, porque o músculo precisa de ter estrutura para sustentar o corpo, ele vai precisar ter força e tônus. Não hipertrofia, de transformar o corpo em algo gigante. Inclusive, a transformação do corpo não precisa ser a ênfase do yôgin, que busca algo que vai além do físico, que busca a verdadeira essência, o seu verdadeiro purusha. Então, isso vai além do corpo, embora não despreze o corpo, use o corpo como ferramenta para se chegar nisso. O fortalecimento e o alongamento são importantes, e quando a gente pensa em asana, precisamos pensar na estrutura dos três pontos que são as articulações trabalhando, o trabalho de alongamento de grandes músculos como nos asanas (inint. 14:01) ou a cobra, a serpente Bhujangasana, são asanas que irão fazer esse trabalho mais completo. Mas não se pode esquecer algumas questões de força como o guerreiro, o Chaturanga, posições que vão dar uma estrutura de força. Então os três pontos precisam ser observado quando falamos de asanas: ter a articulações com bastante mobilidade, ter o corpo alongado, não gerando tensões que isso não só impedem circulação de sangue, circulação energética como geram um desconforto, o que prejudica a meditação. E ter, também, um trabalho de força, sem nenhum exagero, sem hipertrofia, sem “morrer” nas posições, mas um trabalho que se tenha uma força de sustentação, força trabalhada com a isometria que vai dentro do músculo, essa força o yoga trabalha em seu trabalho com os asanas. Então, com essa explicação do asanas e da importância do trabalho corporal para a longevidade, finalizo esse quadragésimo episódio contando um pouco como foi a experiência no Yoga Lifestyle nesse final de semana. Foram dois dias de evento, foi algo maravilhoso, um marco na história do Yoga no Brasil porque foi um evento que juntou gente do País inteiro, muitos professores brasileiros que moram fora estavam aqui (como a Helena Rosenthal, que mora em Londres; a Liana, que mora na Austrália, a própria Mayara que mora em Miami). A gente consegui fazer um evento com pessoas do Brasil inteiro, alguns alunos vieram de Natal, de Manaus, do Paraná, do Rio grande do Sul, de Santa Catarina, do Rio de Janeiro...obviamente. Foi um encontro com vários tipos de yoga e várias práticas, uma overdose porque eram doze horas por dia em duas salas acontecendo simultaneamente. Tivemos mais de cinquenta horas de aula, se morar tudo. Mas vamos lançar algo online para quem perdeu, como as aulas eram simultâneas, muita gente teve de escolher. Eu mesmo dei aula no mesmo horário que a Liana, e queria participar da aula dela. Mas com a versão online haverá a possibilidade de poder assistir e ver todas as aulas quantas vezes quiser. Realmente foi um evento maravilhoso, muita gente passou por lá no final de semana todo, foi um evento grande com a presença do yoga, mais pra frente a gente vai avisar vocês. Por fim, gostaria de pedir uma ajuda em relação a divulgação do podcast, algo que falei na semana passada. O que você puder fazer (curtir, compartilhar) já ajuda o algoritmo a mostrar que você está gostando desse podcast. Se estiver usando iPhone, é possível ir no aplicativo da Apple e avaliar, no caso de Android, é só avaliar pelo Soundcloud. Isso faz com que o próprio sistema sugira o podcast para mais pessoas, aumento o acesso de algo que é restrito para poucas pessoas. Esse sempre foi o intuito inicial do YogIN App, dar acesso a este conhecimento que é muito especial, mas que ficou restrito às cidades grande. Como o yoga é voltado para um público específico, cidades pequenas não tinham demanda para sustentar uma escola de yoga. Yoga é muito diferente de ginástica, que é popular. No yoga, há uma quantidade menor que na ginástica, um grupo menor. O nosso trabalho no YogIN App é justamente levar as informações sobre o yoga para pessoas que não tem tanto acesso, seja físico ou financeiro, até porque damos acesso a 200 aulas por apenas R$ 29,90. Contamos com a sua colaboração, seja você praticante ou professor, para engajar neste movimento e fazer a mensagem chegar a mais gente. Então, até o próximo episódio, nos vemos no episódio 41. Agora Egberto Gismonti com a música “Palhaço”. Ohm Namah Shivaya!  

Saudação ao Sol
Vídeos de Yoga | 29 Maio 2020 | Equipe YogIN App

Como Fazer – Surya Namaskar a Saudação ao Sol

O Surya Namaskar é uma das sequências mais conhecidas do Yoga. O Surya Namaskar é conhecida como uma das séries de ásanas mais primitivas que se tem conhecimento. Podemos praticar a Saudação como uma forma de agradecer pelo dia, purificando o corpo, acalmando a mente e iluminando o espírito. O Surya Namaskar se torna uma dança quando os movimentos corporais são feitos de forma fluida e harmônica. Além de aquecer o corpo, também ajuda a preparar a pessoa para permanecer nas posturas que o exercício exige, atuando nos níveis físico, mental e emocional. Fisicamente, o Surya Namaskar desenvolve a musculatura do corpo e promove o alongamento dos músculos, desintoxica os órgãos internos e as articulações, aquece a musculatura e trabalha todo o corpo proporcionando energia. Permite manter a coluna vertebral saudável e estimula o sistema respiratório e circulatório. Nos níveis mental e emocional, trabalha no reequilíbrio dos centros de energia (chakras), ou seja, equilibra e atua nos hormônios das glândulas do corpo, acalmando assim os pensamentos. No nível espiritual, o despertar da energia interna ativa a intuição e expande a percepção de si mesmo e do mundo.  A saudação ao Sol é uma sequência de 12 posturas: 1  - Tadasana - postura da montanha Proporciona equilibrio e conexão. 2 - ardha chakrasana - meia roda Abre a energia do coração e alivia a lombar 3 - Uttanasana ou Padahastasana - postura das mãos nos pés Anteflexão da coluna, alonga as pernas e alivia o pescoço 4 - Ashwa Sanchalanasana - postura equestre Solta os quadris e abre a região a torácica 5 - Adho Mukha Svasana - cachorro olhando para baixo Irriga o cérebro, alonga as costas e fortalece os braços 6 - Chaturanga Dandasana ou variação com os joelhos no chão Fortalece braços, trabalha auto superação e auto controle. 7 - Bhujangasana - Postura da Cobra Beneficia os rins, pulmões e predispõe a estados de expansão e euforia Fecha a sequência: 8 - Adho Mukha Svasana - cachorro olhando para baixo 9 - Ashwa Sanchalanasana - postura equestre com a outra perna 10 - Uttanasana ou Padahastasana - postura das mãos nos pés 11 - Ardha Chakrasana - meia roda 12 - Tadasana - postura da montanha Assista o vídeo com a execução dos nossos professores: https://www.youtube.com/watch?v=21B9LB19f2c&feature=youtu.be     Quer saber mais sobre Asana, as posturas do Yoga? Baixe gratuitamente o livro preenchendo o formulário abaixo. new RDStationForms(\'ebook-asana-posturas-do-yoga-20927af5b3e8c03b81b9\', \'UA-68279709-2\').createForm();

detox do yoga
Filosofia do Yoga | 28 Maio 2020 | Fernanda Magalhães

Shankha Prakshalana – O Detox do Yoga

Shankha Prakshalana - O Detox do Yoga Nosso estilo de vida e consumo atual provoca em parte das pessoas uma ânsia por desintoxicação de tudo aquilo que foi adicionado ao nosso corpo devido a industrialização de nossos processos e a poluição ambiental ao longo das últimas décadas.   A velocidade da sociedade moderna foi atropelando os ritmos naturais da produção de alimentos tornando a alimentação mais um dos processos acelerados e industrializados que vivenciamos. Começamos a consumir produtos que não seriam naturalmente ingeridos pelo ser humano sem o auxílio de tecnologia.   Após anos de consumo inconsciente voltado para os industrializados e processados, temos milhares de pessoas com sensibilidade e até mesmo doenças provocadas por esta intoxicação.   E então entramos na era do detox. Dietas e suplementos com objetivo de realizar limpeza interna são a moda de quem se preocupa com a saúde hoje em dia. E sim, retirar o máximo possível de produtos químicos da alimentação, como um retorno ao mais natural é o melhor caminho para não se “intoxicar”.   Mas, mesmo com todo cuidado com o que ingerimos, nosso corpo, como qualquer máquina, precisa de limpeza periódica em nossos canais de conexão com o exterior.   O intestino é o nosso grande órgão do aparelho digestivo que precisa lidar com todo o “lixo”, tóxico ou não, sofrendo em doses homeopáticas de envenenamento que podem resultar em doenças mais graves ou desconfortos e intolerâncias alimentares.   A ciência e as pesquisas médicas têm demonstrado através de estudos recentes a importância do intestino, para a manutenção da saúde e do bem estar. Passou a ser reconhecido como um \'\'órgão inteligente\'\' chegando a ser denominado por especialistas como um \'\'segundo cérebro\'\' por sua capacidade de executar funções independentemente do Sistema Nervoso Central.   Apesar de nosso corpo ser uma máquina inteligente, a combinação de pregas e microvilosidades existentes no intestino não são limpas automaticamente. O acúmulo de matérias nessas reentrâncias é o que provoca doenças e sensibilidades.   Parece que os Yogis da antiguidade já sabiam disto...   No Hatha Yoga existem alguns procedimentos para a purificação do corpo físico que incluem a limpeza completa dos intestinos.   Os procedimentos de limpeza do Hatha Yoga removem impurezas que estão no caminho para a clareza e concentração. São divididos em seis grupos principais e chamados Shat Karma. Alguns dos métodos mais simples são, por exemplo, escovar os dentes e limpar o couro cabeludo.   Estes seis grupos de procedimentos incluem a limpeza do nariz - neti, do estômago e reto - Dhauti e Basti, exercícios abdominais, para massagem dos órgãos - nauli, exercícios para os olhos - trataka e exercício de respiração - Kapalabhati, para limpeza dos pulmões. new RDStationForms(\'e-book-yamas-e-niyamas-1f965e8db29fe9c4625b-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();     E há também, um krya de limpeza intestinal, não incluído nos Shat karmas do hatha yoga pradipika, o Shanka prakshalana que proporciona uma renovação em todo o aparelho digestivo.   Shankha, significa intestinos; Prakshalana, significa limpar completamente. Na verdade, Shankha Prakshalana não apenas limpa os intestinos, mas limpa todo o sistema digestivo, começando pela boca até o ânus. Em certos textos, Shankha Prakshalana é chamado de Varisara Dhauti.   Shankha Prakshalana é um método para desintoxicação do corpo físico a partir de uma lavagem intestinal por método não invasivo e não agressivo que consiste em ingerir água salgada morna na mesma concentração do soro fisiológico para não ser absorvida pela mucosa intestinal.   A ingestão de água salgada é seguida de uma série de movimentos para facilitar o deslocamento e a velocidade da água pelo aparelho digestivo até ser eliminada pela evacuação. A ingestão da mistura é alternada com os movimentos até que que a água eliminada pela evacuação esteja completamente limpa. O fluxo de água promove a lavagem total e profunda dos órgãos internos.   Você provavelmente irá começar a visitar o banheiro após o quinto ou sexto copo, e a partir deste ponto, intercalar as idas ao banheiro com mais ingestão de água salgada e exercícios.   Esta auto lavagem deve ser feita em jejum, ao acordar e dura, em média, de uma hora e meia a duas horas.   Após a lavagem do sistema digestivo, sugere-se que a alimentação seja leve, sem comidas cruas, processados, alimentos integrais ou laticínios. A primeira refeição deve ser realizada de 30 minutos a 1 hora após a limpeza e deve conter gordura, como azeite ou ghee, para lubrificação dos intestinos. A refeição ideal é arroz bem cozido com lentilhas e ghee para ajudar o processo digestivo a começar de novo de uma forma suave e equilibrada.   Descanse por 30 minutos após o procedimento e não faça sua prática de asanas ou outras atividades fisicamente desgastantes no dia.   O método deve ser realizado quatro vezes por ano, na mudança de estações e a primeira vez indica-se que seja orientado e supervisionado por um professor experiente.   Mas há uma versão mais leve da limpeza, Laghooprakshalana, que pode ser realizada com mais frequência, por pessoas com condições de saúde que não permitem a limpeza completa e com independência. Neste caso, apenas 6 a 8 copos de água morna com sal são ingeridos em grupos de 2 copos por sequência de movimentos. Pode ser realizado semanalmente ou com maior frequência para casos de constipação.   As orientações são similares à da limpeza completa, devendo seguir os exercícios descritos abaixo entre a ingestão dos copos de água e as idas ao banheiro. Tadasana - Entrelace as mãos, levante os braços com as palmas voltadas para cima e suba nas pontas dos pés. Em seguida, desça-os imediatamente e coloque as mãos sobre a cabeça. Repita 8 a 10 vezes.   Tiryaka tadasana - Comece em Tadasana. Estenda as mãos sobre a cabeça entrelace os dedos e volte as palmas para o céu, incline-se para a esquerda, retorne ao centro e incline-se para a direita. Continue indo da esquerda para a direita. Repita 8 a 10 vezes.   Kati Chakrasana - Possui duas formas de execução. Para a primeira fique em pé com os pés afastados e braços pendurados ao lado do corpo. Comece a balançar os braços de um lado para o outro, torcendo o corpo. Quando você girar para a direita, olhe tanto quanto puder sobre o ombro direito - depois gire para a esquerda olhando também sobre o ombro. Agora balance tão rápido que sua mão esquerda termina em seu ombro direito e a mão direita balança atrás de suas costas e toca sua cintura no lado esquerdo, e vice-versa. Seus braços devem estar tão relaxados que se movem horizontalmente para fora do corpo. Para a segunda forma, Comece também de pé com pés afastados na largura do quadril. Eleve os cotovelos na altura dos ombros e junte a ponta dos dedos do meio das mãos na frente do peito. Palmas voltadas para o peito, não tocando o corpo. Exale torcendo para a direita esticando o braço direito para trás. Olhe para seu dedão direito e tente manter o quadril voltado para a frente. Inspire voltando ao centro e exale torcendo para o lado esquerdo. Este exercício também é feito de oito a dez vezes para cada lado.   Tiryaka Bhujangasana - Deite-se de barriga para baixo com as pernas afastadas. Levante o corpo com os braços retos e torça a cabeça e o tronco para que você possa olhar por cima do ombro direito e ver o calcanhar esquerdo. Retorne ao centro e olhe por cima do ombro esquerdo para ver o calcanhar direito. Repita 8 a 10 vezes.   Udarakarshanasana - Agache-se na ponta dos pés e descanse as nádegas nos calcanhares. Mantenha os joelhos afastados e as mãos apoiadas nos joelhos. Traga o joelho esquerdo para o chão com a ajuda da mão esquerda. Volte para o centro e traga o joelho direito para o chão. Repita 8 a 10 vezes.   Outra versão ainda mais leve é apenas ingerir os copos de água morna e salgada intercalando com exercícios de contrações abdominais: nauli kriya e uddiyana bandha, no lugar dos cinco movimentos descritos.   Laghoo é recomendado para aqueles que sofrem de desordens digestivas como constipação, flatulência, acidez, indigestão e outros males digestivos.   A vantagem dessa limpeza é a recuperação do movimento peristáltico dos intestinos, sem os efeitos danosos que os laxantes causam.   Os resultados da prática se sentirão em todos os níveis do organismo: tonificação das paredes intestinais, estímulo do peristaltismo, hálito mais puro e fresco, pele mais limpa, melhora do sono, leveza, bem-estar e melhora da disposição geral.   Aproveite esta purificação para iniciar uma jornada mais equilibrada na sua alimentação com alimentos naturais utilizando a menor quantidade de processados possíveis. Cuide do seu sistema digestivo mantendo uma alimentação mais energética e sáttwica.   E lembre-se que há uma relação direta entre a saúde do intestino e o equilíbrio emocional. O intestino produz e armazena 90% da serotonina, o neurotransmissor responsável pelo bom humor e memória.   O Yoga acontece no equilíbrio entre as borboletas no estômago e o frio na barriga.   Namastê

Dicas de Yoga | 27 Maio 2020 | Daniel De Nardi

Como Fazer – Bhujangasana, a postura da Cobra

Como Fazer Bhujangasana Conhecida como postura da cobra, o bhujangasana é um dos asanas mais importantes do Yoga. Uma excelente compensação de posturas como o paschmottanasana e adho mukha. A professora Fernanda Degilio explica como executar perfeitamente essa postura no vídeo abaixo. Confira:   new RDStationForms(\'e-book-as-origens-da-meditacao-e-do-yoga-84b39b698136958eda59-html\', \'UA-68279709-2\').createForm();      

YogIN Cast o maior canal de podcast de Yoga do Brasil
Podcast de Yoga | 25 Maio 2020 | Daniel De Nardi

YogIN Cast, o maior canal de Podcasts de Yoga do Brasil

O canal de Podcasts do YogIN App. O YogIN Cast é o podcast de Yoga com mais acessos no Brasil. Em 2018, foram mais de Meio Milhão de audições de yogins de todas as partes do mundo (mais de 50 países). Se você ainda não conhece o nosso canal de podcasts, sugiro que acesse-o nas suas diferentes plataformas. O conteúdo é inteiramente gratuito e você encontra desde exercícios de relaxamento e meditação até conteúdos com teoria e História do Yoga. O podcast pode ser acessado de diferentes plataformas. Escolha a que mais se adequar ao seu estilo.   Você pode acessar o YogIN Cast pelo: SoundCloud :    Spotify:   App nativo do IOS :    App nativo Android :    No YogIN Cast você encontra diferentes programas de podcasts. Série Reflexões de um YogIN Contemporâneo com #108 episódios: https://yoginapp.com/reflexoes-de-um-yogin-contemporaneo-serie-de-podcasts   Yoga Falado, episódios semanais a respeito do Yoga    https://yoginapp.com/yoga-falado-podcast-semanal-com-ensinamentos-do-yoga   Se você nunca acessou um podcast e quer aprender, assista o vídeo abaixo:   https://youtu.be/t4CDnbc6KM8

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